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Realizar, em novembro de 2024, a 23ª edição do Festival Recife do Teatro Nacional - FRTN, visando o fortalecimento e a difusão das artes cênicas em Recife/PE e no país. O Festival, que é totalmente gratuito, ocupa teatros, ruas e praças da cidade e faz parte do calendário oficial do município. Se consolidou, sobretudo, por apresentar a produção teatral nacional e promover importantes momentos de intercâmbio em torno das artes cênicas na região nordeste brasileira.
Não possui sinopse da obra por ser um Festival de Teatro e não tratar-se de um único texto teatral, livros, filmes ou similares.
Geral Realizar, durante 11 dias, em novembro de 2024, o 23º Festival Recife do Teatro Nacional, consagrado como um evento de referência para a cadeia produtiva das artes cênicas, visando o fortalecimento e a difusão de espetáculos teatrais no país, sobretudo, na Região Nordeste e promovendo o intercâmbio em torno das artes. Específicos - Fomentar e dar continuidade à produção e circulação de, pelo menos, 30 espetáculos teatrais de todo o Brasil e palcos recifenses durante 11 dias de festival; - Democratizar e descentralizar o acesso aos bens culturais, levando os espetáculos a todas as 6 regiões político-administrativas, em teatros, ruas, ou espaços públicos do Recife e garantindo o acesso de cerca de 11 mil pessoas a esses espetáculos; - Contribuir para a formação de um público fruidor das artes cênicas, oferecendo espetáculos de alta qualidade artística com ingressos gratuitos para todas as atividades; - Mobilizar 3 profissionais da área para curadoria para selecionar os espetáculos, pesquisando o que há de melhor na produção contemporânea; - Colaborar para a formação e qualificação profissional dos artistas locais através da realização de atividades formativas para cerca de 120 pessoas, com acesso gratuito; - Criar oportunidades de intercâmbio e trocas de experiências entre cerca de 380 pessoas atores, diretores e equipes técnicas de companhias de todo o país, em interface com gestores públicos e público interessado.
A capital de Pernambuco fixou seu nome no calendário dos principais eventos das artes cênicas no país no ano de 1997 com o FESTIVAL RECIFE DO TEATRO NACIONAL, catalisando atenção como um dos principais eventos do gênero. Através da realização da 23ª edição do Festival Recife do Teatro Nacional _ FRTN a Fundação de Cultura Cidade de Recife reafirma o compromisso da realização de uma política pública para a cultura com foco no desenvolvimento das artes cênicas. Através do FRTN, são criados e fomentados mecanismos apropriados ao intercâmbio de experiências entre elementos da cadeia produtiva das artes cênicas, que também estimulem o interesse pelas artes e o desenvolvimento intelectual da população, a geração de renda e a formação de novas plateias. O Festival, mais uma vez, abre espaço para significativas criações cênicas de destaque do teatro brasileiro, fortalecendo e estimulando a produção local do Recife, consolidando-o como polo gerador e receptor de importantes espetáculos teatrais no cenário artístico nacional. O Festival é lugar propício à troca, geração de emprego e qualificação profissional. Tendo como público-alvo atores, diretores, técnicos, dramaturgos e a plateia em geral, ele colabora também para a formação e qualificação profissional dos artistas locais através da realização de oficinas criativas, promovendo a troca de experiências entre os participantes. A ideia é zelar pela qualidade da programação com espetáculos que têm o dom de formar e qualificar, oferecendo aos cidadãos e aos artistas, espetáculos, seminários, leituras dramatizadas e oficinas com entradas gratuitas, mediante doação de 1Kg de alimento não perecível, que serão posteriormente doados para o Banco de Alimentos do Recife. Sendo o Festival Recife do Teatro Nacional uma verdadeira ponte entre o artista e o público consumidor, é necessário salientar que, conforme a Lei 8.313 de 23 de dezembro de 1991, o projeto atende os objetivos do Art. 1º, nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Também no Art. 3º, inciso II e IV inciso II: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; inciso IV: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; A busca por um perfil específico, uma identidade própria para o Festival Recife do Teatro Nacional foi acalentada, nos últimos anos, para que o evento não se constituísse apenas em mais um festival, mas sim em uma mostra da produção teatral nacional. Para tanto, são importantes as figuras do curador, banca avaliadora (consultores) e do coordenador artístico, responsáveis não somente pela seleção dos espetáculos, mas sobretudo pelo foco central e linha mestra do projeto, a partir dos quais todas as demais atividades se desenvolverão de forma articulada. As peças teatrais acontecerão nos teatros da Prefeitura do Recife que são: Santa Isabel, Luiz de Mendonça, Barreto Junior, Hermilo Borba Filho, Apolo e Parque, ruas e praças da cidade, facilitando o acesso da população a maioria dos espetáculos. Ao longo de mais de 20 anos, o Festival Recife do Teatro Nacional proporciona de forma fecunda um dos maiores eventos das artes cênicas do Nordeste, descentralizando as suas atividades e democratizando o acesso ao teatro. As oficinas de criação artística e o seminário terão acesso gratuito aos interessados, com a participação de profissionais de expressão do meio artístico nacional, cuja programação prevê palestras sobre o teatro contemporâneo, oficinas de dramaturgia, direção e interpretação; cursos de dramaturgia e crítica teatral. O apoio da Lei de Incentivo à Cultura sem dúvida atuará como facilitador na busca de novos parceiros em benefício das artes cênicas. Esclarecemos que os custos e trechos de passagens áreas poderão, igualmente, sofrer alterações de valores e quantidade, durante a execução do projeto, pois, neste momento, não podemos precisar com segurança os estados e quantidades de componentes das companhias que serão convidadas, os cachês estabelecidos na planilha de custos estão baseados pela média praticada do ano anterior, uma vez que as companhias ainda não foram definidas pela curadoria, ainda a ser contratada. Portanto, estes valores poderão variar entre uma e outra companhia convidada, não representando aqui o valor unitário real a ser pago. O mesmo procedimento foi adotado para os palestrantes e oficineiros que participarão do festival. ACESSIBILIDADE Serão respeitadas as disposições do artigo 27 do Decreto 5.761/06 para a acessibilidade de portadores de necessidades especiais.
O presente projeto não possui até o momento especificações técnicas dos produtos por tratar-se de espetáculos teatrais que serão selecionados, via edital com até 30% de possibilidade de convite de espetáculos nacionais. Também não há ainda projeto pedagógico para as oficinas porque as mesmas serão selecionadas com artistas, produtores, diretores e dramaturgos que participarão dos espetáculos da programação.
ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO O Festival Recife do Teatro Nacional - FRTN utiliza a linguagem de Libras e audiodescrição nas informações, avisos, regras de comportamento, programação, etc., que estejam expostas e em todas as apresentação dos espetáculos. ACESSIBILIDADE FÍSICA Os equipamentos da Prefeitura que serão utilizados durante o FRTN são totalmente adaptados para atendimento às pessoas com deficiência e/ou baixa mobilidade (cadeirantes, obesos, gestantes, idosos, etc.) com uso de rampas de acesso às entradas e banheiros acessíveis.
Todas as atividades do Festival serão gratuitas com a doação de 1kg de alimento não perecível e todos os equipamentos, praças ou ruas, são em locais centrais e estratégicos para facilitar o acesso da população. Os espetáculos podem ser utilizados como espaço de divulgação para imprensa em geral. A Prefeitura possui redes sociais de Cultura para divulgação exclusiva da programação cultural realizada no município. De acordo com o Art. 28 da Instrução Normativa nº1/2023, incisos I, IV, V, VI, VII: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto no inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento). IV - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal. V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos. VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; e VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.
No momento de inscrição do projeto todo o planejamento do festival é realizado pelo corpo técnico da Fundação de Cultura da Cidade do Recife, coordenada pelo diretor-presidente Marcelo Canuto Mendes, pela Secretária de Cultura, Milu Megale, e pelo Secretário Executivo de Articulação da Secretaria de Cultura do Recife, André Mendonça Brasileiro de Oliveira, com a participação da Curadora Giovana Soar. Marcelo Canuto Formado em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco, Marcelo Canuto Mendes iniciou sua vida pública no ano de 1987. Nos governos de Miguel Arraes, Eduardo Campos e Paulo Câmara, atuou em diversas secretarias, autarquias e frentes, adquirindo uma visão ampla, aprofundada e abrangente sobre as belezas, potências, necessidades e urgências de Pernambuco e da capital, onde nasceu e sempre morou. Não é a primeira vez que dedica seus expedientes à cultura, cuidando das tradições e inovações, defensores e fazedores. Já atuou como secretário de Cultura de Pernambuco, entre 2013 e 2014, e como presidente da Fundarpe, no ano de 2019. Canuto assumiu a presidência da Fundação de Cultura Cidade do Recife em janeiro de 2023. Sobre a Fundação A Fundação de Cultura Cidade do Recife é o braço executivo da Secretaria de Cultura municipal, e tem por finalidade promover atividades que visem à difusão, circulação e fruição da cultura. Também cabe à FCCR estimular a produção cultural em suas diversas formas e manifestações, além de recuperar e preservar os patrimônios materiais e imateriais do município. Milu Megale Formada em Publicidade e Propaganda pela Universidade Federal de Pernambuco, com ampla experiência em agências de Pernambuco, São Paulo e Lisboa. Com expertise em marketing institucional e gestão de contratos de publicidade, atendeu a grandes empresas e governos nacionais e internacionais. Atuou como Secretária de Turismo e Lazer do Estado de Pernambuco, contribuindo para o desenvolvimento do turismo regional. Hoje, como Relações Institucionais na Azul Viagens, fortalece conexões com stakeholders do setor. Com mais de 20 anos em cargos de liderança, possui habilidades em motivar equipes e alcançar metas com sucesso, destacando-se por seu excelente relacionamento com parceiros da indústria. André Brasileiro André Brasileiro é bacharel em comunicação social.Tem vasta experiência em gestão cultural, pública e privada; concepção, planejamento e execução de projetos culturais; direção artística; direcionamento e gerenciamento de carreira musical e gestão de grandes eventos culturais realizados na rua. Foi Gerente de Ação Cultural e Gerente de Equipamentos Culturais na FUNDARPE (2015 a 2022); Diretor de Politicas Culturais - Secult/PE (2013 a 2015); Presidente da Fundação de Cultura da Cidade do Recife (2012).Foi membro da Comissão de Seleção do Edital Oi Futuro e membro da Curadoria do Edital do Natura Musical (2019); Membro da Curadoria do Ibermúsica (2021); curador da virada cultural SP (2022) e membro da Comissão da Música Rio Content Market 2011 a 2015).Atualmente é Secretário Executivo de Articulação da Secretaria de Cultura da Cidade do Recife. Giovana Soar GIOVANA SOAR, é atriz, diretora, programadora e tradutora. Possui bacharelado em Artes Cênicas, pela PUC/PR, desde 1991, com habilitação em Direção Teatral. Fez licenciatura e mestrado em Teatro, na Universidade Paris III – Sorbonne Nouvelle. Tem formação e cursos de especialização em atuação, roteiro e direção teatral. Entre 1999 e 2002 foi membro da equipe de Programação do Teatro Alfa de São Paulo. Entre 2003 e 2006 foi idealizadora da Mostra Coletivo de Teatro, dentro do Fringe no Festival de Curitiba. É Diretora Artística da Mostra Novos Repertórios, mostra de teatro Curitibano, desde 2017. Entre 2017 e 2022 foi também Curadora e Coordenadora da Mostra Interlocuções dentro do Festival de Teatro de Curitiba. Desde 2023 está Curadora da Mostra Lucia Camargo do Festival de Curitiba. Foi integrante da companhia brasileira de teatro, onde atuou como atriz, tradutora e produtora.Dentro da companhia brasileira dirigiu os espetáculos : A Viagem (2009) e A Cidade sem Mar (2016) em parceria com Nadja Naira, e o audio-drama “Luto” (2020). Em 2019 dirigiu a remontagem do texto “Apenas o fim do Mundo”, em parceria com o diretor paulista Luis Fernando Lubi Marques, com o grupo recifense Magiluth. No cinema é roteirista, co-roteirista do longa de ficção “Piên” (2019), direção de Eloi Pires Ferreira, ainda em processo de finalização; atuou em vários filmes de longa e curta metragem, e minisséries. Desde 2024 integra a equipe de jurados do Prêmio Shell de teatro da categoria "Destaque nacional".
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.