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O projeto consiste em realizar a circulação da produção teatral "Conforto" num total de 42 apresentações, em teatros (de preferência municipais) distribuídas nas 05 (cinco) regiões do Brasil. O espetáculo com dramaturgia da multiartista Ana Flavia Cavalcanti, aborda sua trajetoria profissional e de vida pregressa: antes de se tornar atriz, a artista foi babá e faxineira. Além das apresentações, a proposta inclui bate-papos publicos e formação de publico com as Escolas Publicas locais.
Em “Conforto”, espetáculo autoral e performático de Ana Flavia Cavalcanti, a atriz traz à cena seu desejo mais profundo de que todes possam experimentar uma vida boa, digna e caprichada de conforto. Após 15 anos de carreira, Ana Flavia entra em cena para reviver sua trajetória profissional e de vida pregressa: antes de se tornar atriz, Ana foi babá e faxineira. “Conforto” costura memórias de quando Ana Flavia acompanhava sua mãe, a diarista Val Cavalcanti, nas casas de família em que trabalhava, o café da manhã que era servido no programa da Xuxa nos anos 90’ e a realização de ter sua casa própria. Ao fazer alusão a um amaciante de roupas durante a peça, a autora lança mão de referências da cultura popular logo de saída, depois, com um borrifador de perfume em punho e vestida de paquita, a atriz cultiva, em “Conforto”, um novo momento de sua trajetória.
OBJETIVO GERAL Realizar a circulação do espetáculo "Conforto" num total de 42 apresentações, em teatros municipais, distribuídas nas 05 (cinco) regiões do Brasil. Abaixo, locais de apresentação previstos para a realização das temporadas: OBJETIVO ESPECIFICO Nordeste: 3 (Três) apresentações em cada capital, totalizando 18 apresentações São Luis do Maranhão - MA Teresina - PI Natal - RN Recife - PE Maceió - AL Salvador - BA Centrooeste: 3 (Três) apresentações Brasília - DF Norte: 3 (Três) apresentações em cada capital, totalizando 6 apresentações Belém - PA Manaus - AM Sudeste: 3 (Três) apresentações em cada capital, totalizando 9 apresentações Belo Horizonte - MG Rio de Janeiro - RJ Vitória - ES Sul: 3 (Três) apresentações em cada capital, totalizando 6 apresentações Curitiba - PR Florianópolis - SC Realização de um bate-papo por cidade, dentro de um desses 05 (cinco) temas: 1º Bate-papo: Trabalhadoras domésticas e direitos ( Representante local) ; 2º Bate-papo: Direitos básicos para as trabalhadoras domésticas, ( Representante local); 3º Bate-papo: O emprego doméstico e a Lei Complementar 150, ( Representante local) 4º Bate-papo: Trabalhadoras domésticas na academia,( Representante local) ; 5º Bate-papo: Trabalhadoras domésticas na academia,( Representante local) ; Oficina gratuita para jovens estudantes da rede pública. Oficina "Performances e processos criativos". Como parte das atividades formativas realizaremos esta oficina ministrada por Ana Flavia Cavalcanti com carga horária de 4 horas em cada cidade de circulação. Realizar formação de público com os EJA’s das 04 regiões do Brasil onde acontecerá o espetáculo, oferecendo transporte de ida e volta em parceria com as instituições de ensino;
"Conforto - Do quarto de empregada ao centro da cena", é um projeto da multiartista Ana Flavia Cavalcanti, que tem como eixo principal, o espetáculo "Conforto", obra autoral e performática de Ana Flavia, que assina a dramaturgia, direção e atua ao lado de sua mãe, Val Cavalcanti. Após 15 anos de carreira, Ana Flavia entra em cena para reviver sua trajetória profissional e de vida pregressa: antes de se tornar atriz, Ana foi babá e faxineira. O espetáculo é um cruzamento dos desejos mais profundos de Ana para seu povo: uma vida repleta de cuidados e uma sociedade capaz de se olhar, se reconhecer e criar mecanismos de segurança social para todes. Seus principais dispositivos criativos foram a memória olfativa do amaciante, perfume que ela sentia na "casa da patroa" de sua mãe. O café da manhã servido no programa Xou da Xuxa nos anos 90´. E sua relação com o pai ausente. Capítulo 1: O café da manhã na casa da Dona Beth O café da manhã na casa da Dona Beth, é o primeiro capítulo de "Conforto" e carrega em si uma crítica contundente à fome que assolou o país nos anos noventa e que persiste até os dias de hoje. De acordo com Estudo do Instituto Fome Zero (IFZ) de março de 2024 "Saímos de 33 milhões de pessoas no Mapa da Fome em 2022 para 20 milhões em 2023. Embora ainda haja um longo caminho pela frente, o acerto das medidas de aumento do valor do salário mínimo e dos repasses do Programa Bolsa Família, bem como a redução da inflação dos alimentos, demonstram que estamos no caminho certo para retirar novamente o Brasil do Mapa da Fome", afirmou José Graziano, diretor geral do IFZ. http://www.seades.ba.gov.br/2024/03/5794/Inseguranca-alimentar-no-Brasil-cai-30-e-13-milhoes-deixaram-de-passar-fome-.html Ana Flávia inicia o espetáculo representando sua mãe Val que foi faxineira por 50 anos, Ana é Val e ao mesmo tempo ela representa seis milhões de mulheres que acordam às 5h da manhã para trabalhar e sustentar suas famílias. O diálogo é entre mãe e filha. A mãe decide levar a filha ao trabalho e enquanto se troca faz recomendações a sua pequena pedindo a ela que se comporte, que não corra no apartamento, que não toque em nada, que não aceite presentes, que devolva os brinquedos da Maria Laura essas e outras tantas recomendações desenham um cenário de limitações já na primeira infância, o famoso: fique no seu lugar. A filha por sua vez responde a mãe dizendo que nem os brinquedos da Maria Laura, nem os quatro quartos do apartamento, nem o perfume do amaciante importam mais do que aquele café da manhã que será servido e que ela finalmente poderá comer, na mesa da cozinha e depois dos patrões, claro. Neste momento, Ana Flavia, defende o direito à segurança alimentar do nosso povo se apropriando das imagens do café da manhã do programa da "Xuxa", onde diariamente era servido um banquete enquanto pessoas negras, periféricas e mães solos praticamente "comiam" a tv durante a exibição. Ao mesmo tempo, através do cheiro do amaciante, "cheiro de gente rica" a artista traz para o centro da cena a discussão acerca dos direitos trabalhistas para a população de trabalhadoras domésticas. Contrariando as expectativas para a população negra de baixa renda, Ana Flavia serve ao público em Conforto, ao lado de sua mãe e de toda equipe técnica, um café da manhã digno de rainha. Conforto reconta histórias no campo simbólico e no campo prático e transforma uma vivência de escassez em uma vivência próspera para todes, afinal todo mundo merece o melhor. Capítulo 2: O Abraço do pai O abraço do pai é o segundo ato da peça e retrata a relação de Ana Flavia com seu pai e com as casas em que ela viveu. Foram vinte e nove casas de aluguel ao longo de sua vida. É seu aniversário de 39 anos, Ana está finalmente em sua casa própria, mas sente falta da ligação de seu pai que não acontece como nunca aconteceu antes. Esse fato dispara na artista um desejo de visitar as vinte e nove casas que morou na tentativa de tocar o essencial e quem sabe ter coragem para finalmente visitar a casa de seu pai que ela não via há dez anos. Ana Flavia visita e fotografa todas as fachadas das casas em que viveu, e por fim decide ir ver seu pai e registra em vídeo esse reencontro. O abraço do pai é o momento em que Ana mostra pela primeira vez os reencontros com as casas e com o pai através das fotos e do vídeo. Neste momento a artista faz um cruzamento entre fotografia, performance e slam. Uma pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getúlio Vargas, mostra que o Brasil tem mais de 11 milhões de mães que criam filhos sozinhas. Na última década, o país ganhou 1,7 milhão de mães com a responsabilidade de criarem os filhos sem a ajuda do pai. O levantamento mostra também que 90% das mulheres que se tornaram mães solo entre 2012 e 2022 são negras. Quase 15% dos lares brasileiros são chefiados por mães solo. A proporção é maior nas regiões Norte e Nordeste. https://portal.fgv.br/artigos/maes-solo-mercado-trabalho-crescem-17-milhao-dez-anos Capítulo 3: Alameda Aurelino Leal Por fim, Ana Flavia apresenta sua maior conquista na vida, seu lugar de conforto, sua casa própria, feita desde a fundação até o telhado com o dinheiro vindo de seu trabalho como atriz, no Brasil, filha de uma empregada doméstica. Em termos de representatividade este momento no espetáculo é a manifestação real de que com políticas públicas afirmativas, com educação de qualidade, com um núcleo familiar estável, com incentivo entre pessoas de nossas redes e boa sorte é possível ter mobilidade social, pontos que Ana Flavia considera determinantes em uma trajetória. Ana fez sua casa em uma praia que se chama Algodões, no sul da Bahia, e resolveu plantar em seu quintal uma árvore de algodão. Essa árvore cresceu e deu muitas flores de algodões. Ao final do espetáculo Ana Flavia tira de um cesto de vime e mostra ao público sua própria colheita, uma grande nuvem de algodão colhido e beneficiado, oferecendo assim um outro destino possível tanto no campo simbólico quanto no campo prático para a composição de nossas memórias do passado, nossas projeções de futuro e a vida de hoje em dia sobre pessoas negras escravizadas durante mais de três séculos e suas colheitas. Ana diz ao público: este algodão aqui, este aqui, eu que plantei e eu plantei na minha terra. Alguém quer tocar? Felizmente, da plateia muitas pessoas gritam: - EU! Ana Flavia Cavalcanti iniciou sua vida profissional aos oito anos de idade como babá de um recém-nascido, filho de uma vizinha que precisava deixá-lo com alguém para poder trabalhar. Essas e outras tantas vivências são a combustão da arte criada pela atriz. Trazer o trabalho doméstico para o centro da cena artística contemporânea tem sido a missão de Ana nos últimos anos assinando trabalhos autorais como "A Babá Quer Passear", "SERVIÇAL" e agora "Conforto". Sobre o enquadramento no Artigo 1o da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalizaça~o da produça~o cultural e arti´stica brasileira, com valorizaça~o de recursos humanos e conteu´dos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestaço~es culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produça~o e difusa~o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memo´ria; IX - priorizar o produto cultural origina´rio do Pai´s. Sobre o enquadramento no Artigo 3o da Lei 8.313/91: II - fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.
Contrapartida Social: Vale ressaltar que nossos esforços serão no sentido de convidar e proporcionar transporte gratuito para jovens estudantes da rede pública. Reservando para este público 10% dos ingressos de cada apresentação nas cidades. Entendemos que o espetáculo dialoga frontalmente com esse público: majoritariamente mulheres negras que vivem nas periferias e estudantes da rede pública de ensino. Oficina gratuita para jovens estudantes da rede pública. Oficina “Performances e processos criativos”. Como parte das atividades formativas realizaremos esta oficina ministrada por Ana Flavia Cavalcanti com carga horária de 4 horas em cada cidade de circulação. Essa oficina gratuita abordará os procedimentos da criação do espetáculo Conforto e das performances criadas por Ana Flavia ao longo dos últimos nove anos, bem como estimulará os participantes a construírem seus próprios trabalhos artísticos. Visa compartilhar os processos criativos desenvolvidos durante a criação do espetáculo. A ideia da oficina é discutir acerca das nossas capacidades de produzir linguagem em meio às urgências e desafios da contemporaneidade. Sobretudo, o objetivo é criar um espaço de encontro e troca artística para catalisar as criações em processo de cada participante.
PRODUTO Espetáculo de artes cênicas Acessibilidade física: Os locais de realização das atividades possuem todos os requisitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira, aptos a receber pessoas com necessidades especiais. Possui rampas para acesso de cadeirantes e pessoas com mobilidade limitada. Rubrica: não se aplica. Acessibilidade para PcD auditivo: contaremos com interprete de LIBRAS em 15 apresentações Rubrica: interprete de libras Acessibilidade para PcD visual: audiodescrição em 15 apresentações Rubrica: Audiodescricão Acessibilidade para PcD intelectual: Contamos com profissionais especializados para o atendimento deste tipo de público. Rubrica: Monitor PRODUTO BATE PAPO PUBLICO Acessibilidade física: Os locais de realização das atividades possuem todos os requisitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira, aptos a receber pessoas com necessidades especiais. Possui rampas para acesso de cadeirantes e pessoas com mobilidade limitada. Rubrica: não se aplica. Acessibilidade para PcD auditivo: contaremos com interprete de LIBRAS Rubrica: interprete de libras Acessibilidade para PcD visual: audiodescrição. Rubrica: Audiodescricão Acessibilidade para PcD intelectual: Contamos com profissionais especializados para o atendimento deste tipo de público. Rubrica: Monitor PRODUTO Contrapartida social Acessibilidade física: Os locais de realização das atividades possuem todos os requisitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira, aptos a receber pessoas com necessidades especiais. Possui rampas para acesso de cadeirantes e pessoas com mobilidade limitada. Rubrica: não se aplica. Acessibilidade para PcD auditivo: contaremos com intérpretes de LIBRAS. Rubrica: Intérprete de libras Acessibilidade para PcD visual: Audiodescrição. Rubrica: Audiodescrição Acessibilidade para PcD intelectual: Contamos com profissionais especializados para o atendimento deste tipo de público. Rubrica: Monitor
Prevemos com o conjunto de ações propostas neste projeto atingir em torno de 700 a 1000 pessoas por sessão do espetáculo “Conforto”, seguidas dos bate-papos propostos, somando em média, um total de 40 mil espectadores Nosso público alvo são jovens e adultos, trabalhadores e trabalhadoras domésticas, estudantes e pessoas a partir de 13 anos, residentes em regiões das capitais do Brasil. Em geral, pessoas que estão à margem e não tem acesso a cultura nos interiores e grandes capitais do Brasil. Domésticas, mães-solos, estudantes de escolas públicas, EJA’s, de cursinhos pré-vestibulares, moradores de ocupação, comunidades em situação de imigração e refúgio e interessados em geral nos debates de gênero, classe e identidades. Os índices de público serão aferidos pela bilheteria, por meio de borderôs e declarações das instituições. PRODUTO Espetáculo de artes cênicas Para atendimento ao Artigo 30 da IN 11/2024, optamos pelo Inciso III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; PRODUTO BATE PAPO Para atendimento ao Artigo 30 da IN 11/2024, optamos pelo V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; PRODUTO Contrapartida social Para atendimento ao Artigo 30 da IN 11/2024, optamos pelo Inciso II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes;;
Ficha técnica Concepção, direção e atuação: Ana Flavia Cavalcanti Supervisão artística: Isabel Setti Performer convidada: Val Cavalcanti Direção de Arte e vídeos: Ana Flavia Cavalcanti Cenário: Marília Piraju Figurino: Ana Flavia Cavalcanti Trilha sonora: Lua Bernardo Execução de música ao vivo: Lua Bernardo Iluminação: Cyntia Monteiro Operação de Luz: Cyntia Monteiro e Angel Taize Produção: Rafael Ferro Produção Executiva: Jandilson Vieira Assistente de Produção: Mariana Mollys Contrarregra: Fê Avila Preparação Vocal: Isabel Setti ANA FLAVIA CAVALCANTI: Multiartista que transita entre a direção, atuação e a performance. Ana iniciou sua vida profissional aos oito anos de idade como babá de um recém-nascido filho de uma vizinha que precisava deixá-lo com alguém para poder trabalhar. Essa realidade era a tônica da vida das crianças periféricas no Brasil nos anos noventa - “o mais velho cuida do mais novo”. Essas e outras tantas vivências são a combustão da arte criada por Ana Flavia que acredita que precisamos mudar nossa maneira de encarar o trabalho doméstico ainda muito estigmatizado, considerado um trabalho de menor valor, destinado a pessoas que não são valorizadas na sociedade. Seu primeiro filme, o curta-metragem “RÔ teve sua première internacional no 70th Berlinale – Berlin International Film Festival. No Brasil, “RÔ teve sua estreia no 52º Festival de Brasília e ganhou o troféu Candango de melhor filme. Em 2022 Ana Flavia estreou seu primeiro longa-metragem como diretora e atriz intitulado “BOCAINA” no Festival do Rio e em seguida na Mostra Internacional de São Paulo. “BOCAINA” foi realizado durante a pandemia de covid 19. O filme retrata a vida de duas irmãs que vivem isoladas em uma casa de roça no interior de Minas Gerais. Atualmente Ana Flavia figura nas séries “Os Outros” com direção de Luísa Lima para o GloboPlay e “Notícias Populares” para o Canal Brasil com direção de Marcelo Caetano. Ana Flavia também pode ser vista em “Santo Maldito” série disponível na plataforma Star+. Natural de Diadema, região metropolitana de São Paulo, Ana Flavia é filha de uma trabalhadora doméstica aposentada. Sua mãe e suas vivências são suas grandes inspirações para a criação das performances “A Babá Quer Passear” e “SERVIÇAL”, onde ela discute a condição atual das trabalhadoras domésticas no Brasil. As performances “A Babá Quer Passear” e “SERVIÇAL” foram exibidas no Sesc Avenida Paulista em março de 2023. Ana Flavia é formada em Artes Cênicas pelo CPT Centro de Preparação Teatral dirigido por Antunes Filho e participou de estágios no Théâtre du Soleil e na École Lecoq durante o ano de 2011, ambos em Paris. Ela também faz parte do elenco de “A Casa de Antiguidades”, de João Paulo Miranda Maria, “Corpo Elétrico”, de Marcelo Caetano, e “RAINHA”, de Sabrina Fidalgo. Trazer o trabalho doméstico para o centro da cena artística contemporânea tem sido a missão de Ana Flavia nos últimos anos, assinando trabalhos autorais como “A Babá Quer Passear”, “SERVIÇAL”, “Dengo Nega” e agora “Conforto”. LUA BERNARDO: é pós-graduanda em Musicologia pela ECA-USP Tocou também com BNegão, Karina Buhr, Projeto Nave, Salloma Salomão, Luedji Luna, Funmilayo Afrobeat Orchestra, Rádio Diáspora, François Muleka, Aloysio Letra, Baião de Spokens, entre outros. É multi-instrumentista, cantora, compositora, arranjadora e produtora musical. É fundadora do duo Y mã, com o qual recentemente lançou o single, "Udu". Participou, como musicista e atriz, das peças "Mirar: quando os olhos se levantam", com direção de Jé Oliveira e "ANTIdeus", de Carlos Canhameiro. Atuou como musicista stand in no monólogo "Eu de você" de Denise Fraga e Luiz Vilaça. ISABEL SETTI: é atriz formada pela Escola de Arte Dramática da USP, onde foi professora de Voz e Expressão Verbal entre os anos 2000 e 2023. Foi Coordenadora do Núcleo Experimental do Teatro Popular do SESI durante 5 anos (de 2003 a 2007). Dirige e atua sempre na perspectiva da investigação, sobretudo no que se refere à poética da palavra e da sonoridade. Seus últimos trabalhos como atriz foram em Hotel Mariana — espetáculo de Teatro Documentário que, além de várias temporadas em São Paulo e um filme, viajou por inúmeras cidades entre 2018 e 2020 e está sendo retomado no momento para novas viagens — e Papa Highirte de Oduvaldo Vianna Filho, dirigido por Eduardo Tolentino. Com Zé Carlos Machado e o grupo Tapa. Atualmente, faz também a supervisão artística e o trabalho vocal no espetáculo Conforto de Ana Flávia Cavalcanti. EDULUZ : Artista audiovisual: Iluminação, trilha sonora, som direto, videomaker e vídeo mapping, cria e opera iluminação,sonoplastia, trilha sonora e projeção. Atua em diferentes tipos de projetos teatrais e audiovisuais há mais de 20 anos. Gerencia a produtora independente Jagun Filmes. Trabalha para o grupo teatral Os Crespos como iluminador, técnico de som e VJ a mais de 10 anos, para o artista Rincon Sapiência como iluminador e VJ a mais de 5 anos.Grupo Rosas periféricas como iluminador onde viajou para Europa com o espetáculo Labirinto Selvático. RAFAEL FERRO: Nascido em Santo André, ABC Paulista, é ator e produtor cultural. Formado em Artes Cênicas com especialização em Gestão Cultural pelo Sesc SP (2015/2016) e Gestão Cultural na Perspectiva dos Direitos Humanos (2020/2021), Produção Cultural pela Rede CEMEC (2014), atualmente cursando Sociologia e Política pela FESPSP. É Produtor da Cia de Teatro “Os Crespos” JANDILSON VIEIRA: formado em Educação em Artes e Habilitação em Artes Cênicas, Orientador do projeto qualificação em artes ( teatro) nos anos de 2019, 2020 e 2023. Diretor de Arte do Clipe Papo Reto - Craca e Dani Nega, dos Curtas Costurando Folha Secas e Lari – Direção de Day Rodrigues, Documentário Negror (2023) Espetáculo Feio - Os Crespos (2023/2024) . FELIPE AVILA: Nascide em São Paulo, em 1981, formade em Comunicação Social, na PUC-SP, e pós-graduade em História da Arte, na FAAP-SP, realizou a exposição Masculino Dócil (2017) e publicou os fotolivros Corpo Presente (2019) e No Encontro Tudo Se Dilui (2022). Além de desenvolver trabalho autoral na fotografia, trabalha em produção artística e gráfica para outros artistas, e contrarregragem no teatro. MARIANA MOLINA (MOLLYS): Mollys,atriz formada em 2009 pela USJT em Artes Cênicas. Em 2022, foi assistente de produção da Cia de Teatro Nois na Mala em A Vila dos Macacos; na Virada Paulista integrou ao elenco de Coreomania pela Coletivo Dramática. Produção executiva em 2023 de Conforto - da atriz Ana Flávia Cavalcanti e De mãos dadas com minha irmã da Cia Os Crespos
PROJETO ARQUIVADO.