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Nosso Plano Anual 2025 se constitui enquanto um conjunto de ações que formam o eixo de Cultura do programa Ibira30: Jardim Ibirapuera, Bairro Educador, que tem como meta pensar o bairro que queremos até 2030, baseado nas ODSs da ONU. Ações da proposta: - Dar continuidade a 15 oficinas culturais de atendimento a moradores da região; -Dar continuidade à oficina de audiovisual para formação de 2 novas turmas com 12 jovens cada; -Implantar o Projeto 'Galeria Ibira30': Realização de6 intervenções urbanas; - Dar continuidade ao Projeto "Tambor Educação", cuja proposta prevê8 apresentações musicais em escolas, acompanhadas de palestras sobre a questão negra e o antirracismo.
GeralTrabalhar pelo acesso à cultura popular enquanto instância fundamental de estímulo ao desenvolvimento de repertórios e habilidades necessárias para o desenvolvimento de um modo de vida sustentável, por meio de práticas culturais fomentadoras de debates conectados a direitos humanos, igualdade de gênero, promoção de uma cultura de paz e não violência, anti-racismo, cidadania global, preservação da memória e valorização da diversidade. Objetivos Específicos 1. Dar continuidade a 15 oficinas culturais de atendimento a moradores da região: Teatro, Capoeira, Maracatu, Percussão, Escolinha de Bateria, Samba-Rock, Dança para Terceira Idade, Mosaico/Artesanato ( 4 ofoconas em 4 espaços), Sax, Trompete, Trombone e Cavaquinho, todas com proposta de um encontro semanal de duas horas cada, durante 11 meses, totalizando 215 alunos de atendimento/mês; 2. Dar continuidade à oficina de audiovisual para formação de 2 novas turmas com 12 jovens cada, para, além de documentar as atividades do projeto, coletar registros da memória local - incluindo pessoas, eventos, locais, entre outros - e perspectivas sobre o bairro que queremos para 2030 - dois encontros semanais com duração de 4 horas cada, ao longo de 5 meses cada turma; 3. Implantar o Projeto 'Galeria Ibira30': realização de 6 intervenções urbanas, no campo das artes visuais, para revitalizar espaços comunitários da comunidade (praças, escadões, fachadas, vielas, etc.). Esses espaços serão usados para debater a memória e o futuro do bairro (Jardim Ibirapuera 2030), promover a apropriação de locais públicos e abordar questões culturais, ambientais e comunitárias de maneira geral; 4.Dar continuidade ao Projeto "Tambor Educação", cuja proposta prevê 16 apresentações musicais em escolas, acompanhadas de palestras sobre a questão negra e o antirracismo, com previsão de participação de 8 escolas, mobilizando 300 professores e 4.200 alunos.
Nosso projeto dialoga com importantes frentes de nossa cultura popular, a Música, Artes Cênicas, Artes Visuais e a preservação/valorização de nosso Patrimônio Cultural. Todas as ações previstas no projeto caminham no sentido de implantar ações positivas numa comunidade marcada por enormes desigualdades sociais. A região de M'Boi Mirim sempre foi ‘famosa’ pelos seus altos índices de violência e exclusão social. Essa situação melhorou poucos percentuais nos últimos anos através da intensa mobilização de vários atores sociais, mas temos ainda um longo caminho a percorrer para que os indicadores sociais se aproximem da média da cidade. Nosso bairro, o Jardim Ibirapuera, como o conjunto da cidade, nas últimas cinco décadas passou por profundas transformações, em todos os sentidos. O bairro é marcado por uma geografia de pouca linearidade e grandes encostas íngremes, permeadas por pequenos vales de difícil acesso e circulação, que resultaram em desinteresse imobiliário num primeiro momento, ocupação irregular num segundo e, por fim, na formação de um grande conglomerado de favelas, criando um cenário onde propostas/projetos transformadores se tornam ainda mais desafiadores. Concomitante a isso, sem ser contraditório, uma outra característica marcante do bairro tem sido a efervescência cultural, o surgimento e atuação de grupos culturais diversos, a produção de um número enorme de eventos, pontuada pelo encontro de gerações distintas e pela aproximação de pessoas e famílias em torno de elementos culturais diversificados. Essa característica positiva tem se mostrado, cada vez mais, como estratégia plausível de intervenção por melhorias, por sua aceitação já comprovada e por estar ligada às raízes das famílias, sendo esse o motivo de termos escolhido "a cultura" como estratégia de ação. No momento atual observamos que muito se produz, mas ainda de forma pouco integrada/articulada, motivo pelo qual apresentamos nosso projeto, no sentido de potencializar ações já planejadas, implantar novas, articulá-las em rede e, assim, atingir um número maior de famílias. Portanto, e como forma de trabalhar a articulação e integração das ações, inserimos todas as nossas ações do Plano Anual no contexto de nosso programa denominado IBIRA30 - Jardim Ibirapuera, Um Bairro Educador, que é, um laboratório de inovação social e organização comunitária que trabalha em prol do desenvolvimento local e da redução das desigualdades sociais de nossa comunidade. Estas dimensões estratégicas do programa têm como objetivo fundamental transformar simples ações e pequenos projetos em Tecnologias Sociais conectadas à solução de problemas complexos relacionados à agenda 2030 das ODSs em âmbito local. Estas ações e projetos nascem de uma visão de futuro do bairro e de preocupações locais; tomam contato com visões sistematizadas de problemas semelhantes em esfera universal (ODS) e retornam para a esfera local num refinamento específico em que seja possível mensurar ações, investimentos, resultados e impacto numa visão de longo prazo (Qual Bairro sonhamos para 2030?). O grande diferencial do nosso projeto é a democratização do acesso à cultura e ao conhecimento - gratuito e de qualidade - a uma camada da população que raramente é beneficiada pelas leis de incentivo. É sabido que mais de 80℅ do incentivo à cultura é direcionado a projetos que não têm como público alvo as classes mais vulneráveis. O público alvo prioritário de nossas ações são as famílias moradoras das quatro comunidades que temos em nosso bairro e, como dito anteriormente, além das atividades já desenvolvidas atualmente a partir de outros financiamentos, serão 15 oficinas culturais, 08 escolas estaduais e municipais mobilizadas para a causa do desenvolvimento do bairro e redução de desigualdades sociais via educação anti racista. Concomitantemente a tudo isso, nosso projeto contempla as seguintes diretrizes da Lei nº 8.313 de 23 de Dezembro de 1991: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. E contempla o seguinte objetivo do Art. 3º da Lei 8.313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;
ACESSIBILIDADE: Nossa organização já dispõe de uma pessoa fixa que além de realizar a tradução em libras, tem experiência em acessibilidade para realizar o treinamento da equipe de trabalho. No momento das apresentações musicais, iremos contratar mais uma pessoa com recurso de administração. As apresentações musicais acontecerão em escolas parceiras e nesse sentido saberemos com antecedência a demanda exata de material em formato acessivel que faremos com recurso de admistracão do projeto. Assim, não corremos o risco de colocar valor e quantidade no orçamento que poderia não ter a devida demanda. ILUMINAÇÃO: A Associação Bloco do Beco possui equipamento de iluminação que contempla a demanda das apresentações nas escolas e outras que houverem. ECAD: As apresentações musicais serão de ritmos percussivos (sem canto) criados pelos próprios grupos e de domínio público. Por isso não previmos recurso para ECAD.
ABORDAGEM PEDAGÓGICA E METODOLOGIA: CRITÉRIOS PARA A SELEÇÃO DOS PARTICIPANTES: As oficinas de nossa Instituição tem por característica serem abertas ao maior número de participantes possível. O conjunto de critérios pensados para selecionar cada participante está relacionado ao potencial de engajamento deste na atividade proposta. E não se trata de um critério excludente, mas sim um critério de orientação caso percebamos que este participante tem mais afinidade com temáticas de outras oficinas / projetos em nossa organização. Para construir esta percepção, sugerimos aos participantes o preenchimento do questionário abaixo e é ele quem orienta a(o) Educadora(or) e a coordenação pedagógica neste processo. O que você deseja aprender na oficina? Que tipos de atividades tornariam esta oficina proveitosa e agradável para você? De que forma a(o) educadora(or) da oficina poderá ajudar você no que diz respeito à sua aprendizagem? De que forma você poderia contribuir para esta oficina? Na sua opinião, o que garantiria o sucesso da oficina? PRÉ–REQUISITOS PARA INSCRIÇÃO: Pertencer à faixa etária do público alvo;Estar devidamente matriculada(o) no ensino regular (para participantes em idade escolar). METODOLOGIA: Nossa metodologia de trabalho para este conjunto de oficinas é pautada por duas dimensões pedagógicas específicas. São elas: “Como Aprender” e “O que Aprender”. Ambas partem sempre de que o processo de aprendizagem é uma relação de troca entre os participantes e entre os participantes e Educadores. Importante observar que na primeira dimensão levamos em consideração a especificidade de cada participante em sua dimensão singular, única, como uma estratégia de cuidado. Já na segunda dimensão, levamos em consideração os interesses e objetivos para trabalhar e tratar questões de natureza técnica e coletiva. Como Aprender: Aqui buscamos entender como cada participante consegue entregar a melhor contribuição possível no processo e, para tanto, se faz necessário escutá-la(o) a todo momento. Durante as oficinas sim, mas especialmente em momentos individuais onde ela/ele possam trazer sua percepção sobre o processo, a partir de suas expectativas, de sua melhor forma de aprendizado e de feedbacks de impacto em momentos específicos. Estes processos de escuta específicos de cada participante são elaborados em parceria entre Educadora(or) e Coordenação Pedagógica de nossa Instituição e são uma das maiores matérias primas de trabalho para as oficinas. Eles se dividem em: Escuta de expectativa (detalhada no item “Critérios para Seleção dos Participantes”)Escuta de formas de aprendizagem (detalhada no item “Recursos Didáticos”)Escutas para o impacto (detalhadas no item “Instrumentos de Avaliação das Atividades”) AVALIAÇÃO Mais do que uma avaliação específica de cada educando na oficina, nossa proposta pedagógica prevê uma avaliação sobre a percepção do impacto que as ações da oficina, as interações entre os participantes e a interação com a(o) educadora(or) tem na vida dos mesmos. Para tanto, usamos nossa matriz de avaliação de impacto social, que entende a complexidade de cada educanda(o) a partir de sua visão de mundo, da relação com a família, casa, escola e comunidade e que prevê coleta de informações sob a forma de questionários em três etapas distintas: Sondagem Inicial: com o objetivo de montar um diagnóstico do grupo e da situação de cada educanda(o);Sondagem Intermediária: com o objetivo de mapear o engajamento das crianças e jovens no processo;Sondagem Final: com o objetivo de fechar a leitura sobre o impacto que o processo tem na vida das educandas(os) nas dimensões mencionadas acima.Por fim, através do cruzamento de todas as sondagens e coletas de informações, a avaliação é sistematizada sob a forma de um relatório de percepção de impacto social específico da oficina e integrado à avaliação de impacto do projeto.
Curso / Oficina / Estágio Artes Cênicas Empreend Ações Educ-Cult/ Capacitação/ Treinamento - ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Nos cursos serão realizados em locais com acessibilidade arquitetônica, incluindo rampas, corrimãos, banheiros adaptados e espaços sem barreiras para pessoas com dificuldades de locomoção, ou locais que permitam a livre circulação de pessoas com deficiência motora. - ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Nos cursos, sempre que forem utilizados materiais impressos ou livros em atividades, eles estarão disponíveis em formatos acessíveis para pessoas com deficiência visual ou baixa visão, como Braille ou fonte ampliada. - ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Nos cursos, está prevista a contratação de um educador com especialização em interpretação de Libras, que será responsável por acompanhar todas as atividades. - ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Estão previstas formações para a equipe de educadores para o atendimento de pessoas com deficiência, abrangendo inclusive as necessidades específicas de pessoas com deficiência intelectual. Apresentação Musical Música Apresentação/Gravação de Música Instrumental - ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O espaço de realização das apresentações possuem acessibilidade arquitetônica, incluindo rampas, corrimãos, banheiros adaptados e espaços sem barreiras para pessoas com dificuldades de locomoção, ou locais que permitam a livre circulação de pessoas com deficiência motora. - ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Sempre que forem utilizados materiais impressos ou livros em atividades, eles estarão disponíveis em formatos acessíveis para pessoas com deficiência visual ou baixa visão, como Braille ou fonte ampliada. - ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS:Esta prevista a contratação de um educador com especialização em interpretação de Libras, que será responsável por acompanhar todas as atividades. - ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Estão previstas formações para a equipe de educadores para o atendimento de pessoas com deficiência, abrangendo inclusive as necessidades específicas de pessoas com deficiência intelectual. Exposição de Artes - Artes Visuais - Artes Plásticas- ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Os espaços de intervenção serão escaldões públicos, por isso, durante a realização do lançamento e pintura haverá monitores para auxiliar pessoas com dificuldade de locomoção. - ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Sempre que forem utilizados materiais impressos ou livros em atividades, eles estarão disponíveis em formatos acessíveis para pessoas com deficiência visual ou baixa visão, como Braille ou fonte ampliada. - ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Nos cursos, está prevista a contratação de um educador com especialização em interpretação de Libras, que será responsável por acompanhar todas as atividades. - ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Estão previstas formações para a equipe de educadores para o atendimento de pessoas com deficiência, abrangendo inclusive as necessidades específicas de pessoas com deficiência intelectual. Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual Audiovisual Formação Audiovisual - ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Os espaços de intervenção serão escaldões públicos, por isso, durante a realização do lançamento e pintura haverá monitores para auxiliar pessoas com dificuldade de locomoção. - ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Sempre que forem utilizados materiais impressos ou livros em atividades, eles estarão disponíveis em formatos acessíveis para pessoas com deficiência visual ou baixa visão, como Braille ou fonte ampliada. - ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Nos cursos, está prevista a contratação de um educador com especialização em interpretação de Libras, que será responsável por acompanhar todas as atividades. - ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Estão previstas formações para a equipe de educadores para o atendimento de pessoas com deficiência, abrangendo inclusive as necessidades específicas de pessoas com deficiência intelectual. Pesquisa Humanidades Ações educativo-culturais- ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Os lançamento da pesquisa serão realizados em espaços com acessibilidade para pessoas com deficiência física. - ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: A plataforma onde serão publicados os resultados da pesquisa contarão com aplicação para tradução em braile ou audiodescrição. - ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Para os lançamento haverá educador com fluência em libras que acompanham pessoas com necessidades especiais. - ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Estão previstas formações para a equipe de educadores para o atendimento de pessoas com deficiência, abrangendo inclusive as necessidades específicas de pessoas com deficiência intelectual.
Todas as atividades do Plano Anual serão gratuitas, atendendo, assim, à medida adicional de democratização de acesso descrita no Item I do Art. 28 da IN 01/2023/MinC, conforme transcrito abaixo: Art. 28. Além disso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto no inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento).
Araílda Carlos Aguiar do Vale, Presidente da Associação Bloco do Beco (Cargo não remunerado). Como presidente é a responsável legal pelas as atividades da associação, inclusive pelas decisões relacionadas ao Plano Anual. Formação: Pedagoga; Atividades extracurriculares: Fundadora e coordenadora da “Associação Cultural Recreativa Esportiva Bloco do Beco”; Formação: Educação popular pelo Instituto Paulo Freire; Curso gestão para organizações da sociedade civil realizado na FATEC- Faculdades de tecnologia da zona sul no período de 26 de agosto a 12 de dezembro de 2006. Pelo Instituto Gesc , Associação dos MBAs da FIA, FIA Fundação instituto de Administração; Experiência profissional: 2018/2022 Coordenadora Biblioteca Luiza Erundina; 2011/2017 Coordenadora projeto Bloquinho do Brincar no Bloco do Beco; 2003/2010- Gestora na Associação Cultural Bloco do Beco; 2009 – Assistente de produção do projeto Batuque Memorável Samba Paulistano – Centro Cultural São Paulo/Bloco do Beco; 2009 – Assistente de produção evento “Cinema na Rua”; 2008 – Assistente de produção carnaval Bloco do Beco; 2006/2010 – Assistente de produção do projeto “Pro Cinema Sambar”. Coordenador Geral do Projeto, Roberto Antonio Castro, será responsável pela gestão e integração das ações do projeto: seleção e contratação da equipe de trabalho; apresentação da proposta e definição das atribuições; gestão e integração do grupo de trabalho; acompanhamento do atendimento nas oficinas culturais (junto com o Coordenador Pedagógico); acompanhamento do processo de produção dos eventos (junto com o Produtor e Assistente de Produção); avaliação e aprovação da contratação dos serviços e equipamentos solicitados; monitoramento geral das ações; e prestação de contas. Breve currículo: Licenciado em História, com especialização em Gestão do Terceiro Setor (GESC-AMBAFIA); Gestão, Elaboração de Projetos Sociais (Capacitação Solidária); Gestão de Projetos Culturais (Itaú Cultural); com ampla experiência na área social e cultural e atuação, desde 2001, na região onde o projeto será desenvolvido, em diferentes projetos e organizações (como educador, coordenador e gestor de projetos específicos e gestão de programa municipal de integração de iniciativas socioculturais na região, em parceria com a Prefeitura Municipal de São Paulo); articulação de redes regionais socioculturais; produção de eventos culturais comunitários e, desde 2015, na Assoc. Bloco do Beco, como gestor de projetos culturais, sociais e educacionais. Coordenador Pedagógico, Daniel Fagundes de Souza, será responsável pela gestão pedagógica do projeto, pelo acompanhamento do atendimento nas oficinas culturais; na relação dos eventos culturais com a comunidade e no fomento à participação das famílias nas ações do projeto. Breve currículo: Licenciado em Pedagogia, pós em Tecnologias na Aprendizagem EAD e especialização em Direção de Cinema, com ampla experiência em coordenação e gestão pedagógica de projetos culturais e em produção cultural na área do audiovisual; planejamento, execução e avaliação de oficinas de comunicação e jornalismo para jovens da periferia (CCJ Vila Nova Cachoeirinha e Centro de SP); planejamento execução e avaliação da formação dos primeiros professores do Centro Nacional de Mídias de Educação do Amazonas (Fundação Roberto Marinho); formação de professores das escolas públicas do Rio de Janeiro, Pará, Paraíba, Minas Gerais e Pernambuco para uso da metodologia educomunicativa (Fund. Roberto Marinho). Produtor Cultural - Luiz Claudio de Souza Breve currículo: 2020 - 2023 Gestor de parcerias e Coordenador do projeto Bairro Educador na Associação Cultural Recreativa Esportiva Bloco do Beco; Experiências 2019: Supervisor projeto “Beco da Memória” Associação Cultural Recreativa Esportiva Bloco do Beco; 2017: Supervisor projeto “Beco da Cultura” Associação Cultural Recreativa Esportiva Bloco do Beco; 2009/2013: Coordenador de projetos - Associação Cultural Recreativa Esportiva Bloco do Beco; 2009: Produção Cultural Batuque Memorável do Samba Paulistano – Centro Cultural São Paulo e Bloco do Beco; 2005-2009: Coordenador - Casa de Cultura M’Boi Mirim; 2007-2009: Equipe gestora do Espaço Cultural Sacolão das Artes Pesquisador: Marcelo Zarzuela Coelho Breve currículo: Pesquisador, mestre em História Social, 44 anos, brasileiro. Tem sua trajetória profissional marcada por aprender e entender como as articulações intersetoriais (poder público, iniciativa privada e terceiro setor) podem ser a ferramenta mais poderosa para a sustentabilidade e desenvolvimento de territórios e pessoas. Além disso, dedicou-se-me a estruturar arranjos e governança inovadores com ferramentas de design thinking e gestão ágil para superação de problemas sociais estruturais nas áreas de habitação, cidades inclusivas e meio ambiente, microfinanças e educação empreendedora seja para o poder público, iniciativa privada ou terceiro setor, através de recursos públicos, filantrópicos ou do mercado financeiro. Como pesquisador, dedicou-se a desenvolver metodologias para investigações de percepção de impacto social e abordagem de design thinking e inovação, de opinião pública e mercado, além de pesquisas e desenvolvimento experimental em áreas correlatas
Recurso indeferido.