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Agrofantasma é um projeto de publicação de um livro que contém um romance de não-ficção, um texto etnográfico e um trabalho fotográfico. O projeto ainda inclui uma mini série de podcast como produto secundário. Esses produtos culturais versam sobre a vida de um grupo de agricultores no interior do Paraná que tiveram suas vidas afetadas por uma operação da polícia federal deflagrada em 2011, apelidada de Agrofantasma. As dezenas de pequenos agricultores afetados forneciam alimentos para entes estatais através do Programa de Aquisição de Alimentos da Companhia Nacional de Abastecimento. As prisões, amplamente divulgadas pela mídia abalaram comunidades inteiras e, meses depois, foram consideradas arbitrárias e os agricultores foram libertados. O objetivo do projeto é o de produzir uma obra literária, etnográfica e fotográfica baseada nas vidas afetadas pela Agrofantasma.
Sinopse do livro - Agrofantasma - 300 páginas, capa dura (Proposta prévia, sofrerá alterações, inclusive estruturais, após o desenvolvimento) O livro narra a história vivida por um grupo de agricultores que foram presos por uma operação policial deflagrada em 2011 no Paraná sob acusações de irregularidades na venda de alimentos ao Programa de Aquisição de Alimentos, da Companhia Nacional de Abastecimento. Baseada em pesquisa etnográfica, na análise de fontes historiográficas, e numa elaboração literária da história, o livro explora as vidas afetadas, as batalhas legais para provar inocência e os impactos nas políticas públicas de distribuição de alimentos e na agricultura familiar. A narrativa combina texto literário, um denso corpo de fotografias documentárias, entrevistas, paisagens sonoras e documentos para revelar as consequências da operação na vida das pessoas e a luta dos agricultores até a comprovação de sua inocência em 2017. A obra combina a sofisticação e o apuro estético literário, o rigor acadêmico e o impacto visual. Ao explorar diferentes tipos de narrativas, o livro busca alcançar um público amplo, desde acadêmicos até leitores interessados em histórias de não-ficção e análises sociais. Estrutura editorial e divisão de prévia de capítulos: O livro é "Agrofantasma" apresenta três narrativas distintas e complementares. Parte 1. Romance Não-Ficcional: A primeira narrativa é um romance não-ficcional construído a partir da pesquisa, seguindo a tradição de autores como Euclides da Cunha, James Agee, George Orwell e Truman Capote. Esta seção apresenta uma prosa que narra e analisa a história da Operação Agrofantasma de forma acessível para o grande público. O romance tece as histórias pessoais dos agricultores, técnicos da CONAB e outros envolvidos, oferecendo uma perspectiva dos eventos. Capítulo 01: histórias anteriores ao processo da Agrofantasma da vida privada dos principais personagens afetados Capitulo 02: A chegada da Polícia Federal às pequenas propriedades rurais Capitulo 03: A ação da operação no interior da estrutura do Estado - detalhando as conduções coercitivas e as investigações na Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB). Capítulo 04: A veiculação das prisões na mídia e seu impacto na vida das comunidades de agricultores. Capítulo 05: O cotidiano dos agricultores nos momentos da prisão. Capítulo 06: O processo judicial que levou a absolvição dos envolvidos. Capítulo 07: Os esforços de reconstrução das associações de agricultores e das políticas públicas de distribuição de alimentos após a libertação dos agricultores são narrados. Parte 2. Imagens Agrofantasmas: A segunda parte é dedicada a uma apresentação visual do caso, com uma coleção de fotografias que mostram os momentos-chave, os locais afetados e as pessoas envolvidas. Esta seção permite que os leitores visualizem a realidade enfrentada pelas comunidades e pelos agricultores. Capítulo 08: Retratos de família Capitulo 09: A agroecologia frente a monocultura de fumo e soja Capitulo 10: As consequências materiais Parte 3. Narrativa Etnográfica: A terceira parte do livro sistematiza os levantamentos de pesquisa, incluindo descrições detalhadas, trechos de entrevistas com os principais atores sociais envolvidos, seleção de dados documentais e iconográficos. Esta seção fornece uma análise dos eventos e processos legais. Fotografias dos personagens envolvidos complementam a narrativa. Capítulo 11: O estado das artes Capitulo 12: Metodologia de pesquisa Capitulo 13: Apresentação de dados historiográficos Capitulo 14: entrevistas em profundidade Capitulo 15: narrativa etnográfica Capitulo 17: consequências na vida privada Capitulo 18: consequências na vida associativa Capitulo 19: consequências na esfera pública Capitulo 20: conclusão Sinopse da mini série Podcast "Operação Agrofantasma", em 6 episódios de 30 minutos cada "Operação Agrofantasma" é uma série de podcast em seis episódios de 30 minutos que narra a história da operação policial deflagrada em 2011 no Paraná, onde dezenas de pequenos agricultores foram presos sob acusações de irregularidades na venda de alimentos ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB). Baseada em pesquisa e fontes primárias, a série explora as vidas afetadas, as batalhas legais para provar inocência e os impactos nas políticas públicas de distribuição de alimentos e na agricultura familiar. A narrativa combina entrevistas, paisagens sonoras e documentos para revelar as consequências da operação e a luta dos agricultores até a comprovação de sua inocência em 2017. Proposta prévia (sofrerá alterações, inclusive estruturais, após o desenvolvimento dos roteiros) Episódio 1: A chegada da Polícia Federal às pequenas propriedades rurais do Paraná e as prisões dos agricultores que forneciam alimentos ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), são narradas com base em entrevistas e paisagens sonoras coletadas durante a pesquisa. Documentos oficiais são citados, proporcionando uma visão dos primeiros momentos da operação. Episódio 2: A ação da operação no interior da estrutura do Estado é explorada, detalhando as conduções coercitivas e as investigações dentro da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB). Entrevistas com funcionários e trechos de documentos oficiais mostram a extensão da operação e seus efeitos na instituição. Episódio 3: O impacto imediato das prisões nas comunidades locais é explorado através de entrevistas com familiares e vizinhos dos presos. Trechos de jornais e reportagens da época são utilizados para mostrar a cobertura midiática e a reação pública. A cobertura sensacionalista é explorada através de trechos de reportagens e matérias de jornais, que expõem os envolvidos de maneira ostensiva. Entrevistas com os agricultores, técnicos e familiares revelam o impacto dessa exposição midiática nas suas vidas, enquanto especialistas discutem a influência da mídia na percepção pública e no andamento das investigações. Episódio 4: As histórias pessoais dos agricultores após as prisões são apresentadas, destacando as dificuldades enfrentadas para retomar a vida, o estigma social e os problemas econômicos. A batalha legal enfrentada pelos agricultores é detalhada, com advogados e ativistas narrando os desafios de provar a inocência em meio a um cenário de desinformação e preconceito. Documentos judiciais e entrevistas com os defensores legais revelam a complexidade do processo. Episódio 5: Os esforços de reconstrução das associações de agricultores e das políticas públicas de distribuição de alimentos após a libertação dos agricultores são narrados. Iniciativas de resistência e resiliência são destacadas através de entrevistas e trechos de documentos institucionais. Episódio 6: A vitória legal dos agricultores em 2017, quando finalmente conseguem provar sua inocência, é narrada. Reflexões sobre as mudanças nas políticas públicas de incentivo à agricultura familiar agroecológica são apresentadas, junto com entrevistas com especialistas e os próprios agricultores, fechando a série com uma visão para o futuro da relação do judiciário e das operações policiais com a sociedade civil e com as políticas públicas.
Objetivos Gerais A produção de uma publicação que relaciona de maneira muito especial uma pesquisa etnográfica (ciências humanas) com um documentário fotográfico (artes visuais) e um romance de não ficção (literatura/letras) e ainda tem como produto secundário um podcast. O projeto é baseado na história da Operação Agrofantasma, deflagrada em 2011 pela Polícia Federal, com ênfase no impacto da operação sobre um grupo de agricultores paranaenses. Objetivos específicos - A Publicação de um livro de textos e imagens com tiragem de 1000 exemplares. O livro envolverá três tipos de narrativas: - Um romance não-ficcional ou romances históricos. Uma das principais referências aqui é o clássico romance de não-ficção "Os Sertões", de Euclides da Cunha. Tal como nesta obra seminal da literatura e das ciências humanas no Brasil, nosso trabalho se dedica a investigar e a narrar um conflito social travado entre o Estado e um grupo de pessoas que tem seu modo particular de vida posto a perder. Outro texto importante é "Elogiemos Os Homens Ilustres" escrito por James Agee e fotografado por Walker Evans A obra, que é um marco na história do modernismo norte americano, funda uma tradição de documentarismo fotográfico e um tipo particular de narrativa literária de não ficção. O texto fala dos efeitos da grande depressão da década de 1930 nos EUA ao retratar a vida privada de família de agricultores que viviam em seu cotidiano a penúria e as limitações que marcaram todo um país naquele momento. Poderíamos citar referências de autores de não ficção como George Orwell, Truman Capote, João Ubaldo Ribeiro que narram e analisam histórias reais com prosas escritas com estilo de romance. - Uma edição de imagens fotográficas produzidas no contexto do projeto com uma elaboração visual do caso; um texto etnográfico sistematizando os levantamentos de pesquisa, incluindo descrições, trechos das entrevistas com os principais atores sociais envolvidos, seleção de dados documentais e iconográficos e a produção de fotografias dos personagens envolvidos; O trabalho fotográfico documental que buscará compreender as consequências materiais na paisagens das regiões de onde os agricultores produziam (em função de pesquisa prévia, construímos a hipótese de que, ao menos em partes, núcleos familiares abandonaram a agricultura agroecológica e se voltaram para a produção extensiva de culturas como fumo e soja e que possivelmente ocorreu uma pauperização de algumas vidas, envolvendo também a migração para periferias de diferentes centros urbanos). São referências importantes, o trabalho documentário de Walker Evans (já citado), documentários de longa duração como The Americans de Robert Frank, ou no Brasil trabalhos como os Tiago Santana, João Urban, e tantos outros documentaristas que se dedicaram a contar histórias com fotografias. - A própria pesquisa etnográfica é uma parte do produto desse projeto, ela será publicada em formato de etnografia (texto etnográfico) como parte do livro. Seu intuito é o de levantar e analisar os fatos sociais e processos históricos que envolveram a Operação Agrofantasma. Para tanto, serão investigadas fontes historiográficas primárias (arquivos públicos, processos judiciais, notícias publicadas na imprensa e fontes iconográficas); será realizada uma pesquisa de campo etnográfica envolvendo idas às comunidades e entrevistas de profundidade com diversos atores sociais direta ou indiretamente envolvidos na Operação, a fim de levantar narrativas e perspectivas possam informar e auxiliar na compreensão dos processos históricos e suas consequências contemporâneas na sociedade (sobretudo no que diz respeito às políticas públicas de distribuição de alimentos, à organização social das associações de produtores agrícolas e entidades de defesa da agroecologia; ao impacto na vida das pessoas afetadas pela operação). - Série Podcast de 6 episódios Série Podcast de 6 episódios de 30 minutos narrando a Operação Agrofantasma a partir das pesquisas realizadas, em versão acessível ao grande público, em formato "novela/romance" de não-ficção, seguindo a lógica da narrativa da terceira parte do livro, mas acionando também recortes das fontes primárias de pesquisa, como entrevistas, paisagens sonoras coletadas durante a pesquisa, citação de trechos de documentos, etc…
Texto nova Justificativa O presente projeto propõe a realização de um livro e de um podcast que tem como intuito primário o de criar uma obra de valor literário e o de difundir o conhecimento gerado pela pesquisa etnográfica, levando-o ao máximo de pessoas. Os produtos culturais resultantes deste projeto combinam literatura, pesquisa etnográfica e fotografia documental, oferecendo uma visão multifacetada dos fatos sociais estudados. Essa abordagem permite uma compreensão mais completa dos eventos, explorando suas diversas dimensões e impactos. A integração de diferentes formatos de mídia _ texto, imagem e áudio _ aumenta o alcance e o impacto do projeto. A seção do texto em formato de romance não-ficcional e a série de podcasts oferecerão uma forma acessível e envolvente de compartilhar a história com um público mais amplo, enquanto os podcasts introduzirão o elemento da paisagem sonora da pesquisa, com trechos de depoimentos e sons de materiais de televisão e rádio que materializam o universo apresentado. A sistematização da pesquisa em formato textual permitirá uma abordagem detalhada e estruturada dos acontecimentos e seus desdobramentos. As imagens proporcionarão uma elaboração visual dos aspectos que escapam à descrição textual, permitindo ao público uma relação mais concreta com o universo pesquisado e suas consequências. Ambos os formatos servirão para registrar, preservar e difundir o conhecimento adquirido, contribuindo para a formação e memória cultural. No que toca o tema abordado, memória é uma palavra chave para o projeto Agrofantasma. Em sua essência está a intenção de trazer à tona um processo histórico relativamente recente, mas que já está fora do radar da mídia e dos debates da esfera pública. A memória dos processos históricos, sociais e dinâmicas culturais é a peça chave do projeto Agrofantasma. O projeto visa investigar, documentar e divulgar eventos que impactaram as políticas públicas de aquisição de alimentos e a agricultura familiar no Brasil. Entre 2011 e 2017, a operação recebeu ampla cobertura da mídia, mas suas consequências precisam ser estudadas de forma mais aprofundada. Trata-se de um projeto que investiga os modos de fazer e viver da sociedade brasileira (como exposto no art. 1º, inciso V da Lei) e que se propõe a narrar esses modos, produzindo e difundindo bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória (Lei 8.313/1991, art. 1º, inciso VII). É nos trilhos da tradição de antropologia, da literatura e da fotografia (já apresentadas) o projeto trata da vida de um grupo de agricultores que passaram por um processo judicial que gerou consequências brutais em suas vidas. A agricultura familiar agroecológica no Brasil é composta por modos de viver e fazer bastante específicos, que somam práticas culturais, saberes tradicionais sobre o cultivo e o manejo da terra, formas de associativismo. O trabalho visa analisar como o processo criminal que se colocou a esse grupo de pessoas, bem como sua veiculação massiva na mídia atuou sobre esse modo particular de existir e se relacionar. De maneira mais ampla não podemos desconsiderar a dinâmica da macropolítica como traço singular da cultura nacional. Esse episódio nos conta de forma veemente o impacto de um processo jurídico de ampla difusão na mídia não apenas sobre vidas particulares, mas sobre políticas públicas, órgãos da administração pública e sobre a percepção social sobre temas fundamentais da agenda política nacional, como as políticas de aquisição e distribuição de alimentos ou o incentivo a agricultura agroecológica. O objetivo é criar bens culturais de valor cultural universal e educativo, conforme o artigo 1º, inciso VII da Lei 8.313/1991. Este projeto baseado na história da Operação Agrofantasma busca preencher uma lacuna importante na memória e conhecimento públicos. Através da documentação e análise dos eventos, bem como da produção de um livro e uma série de podcasts, a iniciativa promoverá a formação e disseminação da cultura, cumprindo plenamente os objetivos estabelecidos pela Lei 8.313/1991. Assim o projeto Agrofantasma se enquadra em ao menos quatro entre os diversos objetivos listados no Art. 1° da LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991, são eles: - Edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;
O projeto apresenta de contra partida a distribuição gratuita de 200 exemplares a Bibliotecas Publicas e Faculdades Federais com cursos de humanas.
Produtor principal Livro: "Formato 23x23 cm – 300 páginas. Especificações: Revestimento da capa: 52x27cm, 4x1 cores, Tinta Escala em FSC Couche Liso LD 150g. Prova de Cor. Guardas da capa: 8 pgs, 23x23cm, 4 cores, Tinta Escala em FSC Off-set LD 150g. Prova de Cor. Miolo: 300 pgs, 23x23cm, 4 cores, Tinta Escala e Verniz S Impressão Fosco F/V em FSC Couche Fosco LD 150g. Prova de Cor. Lombada:22mm, Laminação, Fosco, Nº Lados 1(Revestimento da capa), Verniz UV Local, Nº de Lados 1(Revestimento da capa), Capa Dura, Dobra(s)(Miolo), Dobra(s)(Miolo), Costurado e Colado, Shrink.1000 exemplares: 56.680,00 (unitário – 56,68)" Produto secundário: Podcast em 6 episódios de 30 minutos cada.
Para promover a acessibilidade para o podcast iremos oferecer transcrições textuais completas de cada episódio, além de legendas em vídeos para quem for acessar o conteúdo via Youtube ou trechos promocionais via redes sociais. Para o lançamento do livro será escolhido um espaço onde ofereça facilitadores para a locomoção, como rampas elevadores, quias táteis e acesso a banheiros.
Dos 1.000 exemplares patrocinados, teremos a seguinte distribuição: 200 exemplares destinados (20 % da tiragem total) para universidades federais com cursos de humanas e bibliotecas públicas implantadas pelo Ministério da Cultura para distribuição gratuita; 5 exemplares destinados ao Ministério da Cultura para composição de seu acervo; 5 exemplares destinados ao Depósito Legal na Fundação Biblioteca Nacional; 90 exemplares para assessoria de imprensa e evento de lançamento; 700 exemplares para o serem comercializados junto ao mercado editorial/livreiro a um preço promocional de R$ 70,00 o exemplar. Público-alvo: Leitores, estudantes, historiadores, jornalistas e formadores de opinião. - 20% doações - 70% livrarias - 10% divulgação e mídia.
João Castelo Branco, ABC - Diretor - produtor e fotógrafo Além de produtor geral do projeto, João irá dirigir todo o processo de pesquisa e a produção de conteúdos escritos, imagens e do podcast. Além de atuar como fotógrafo documentarista do projeto. João Castelo Branco, ABC, atua no setor cultural e de pesquisa desde 1998. Formado em Ciências Sociais com ênfase em Antropologia Social pela UFPR, centrou sua primeira formação na Antropologia Visual e foi bolsista na área de documentação de imagens e sons do Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPR. Fez pós-graduação pela Universidade Cândido Mendes em Fotografia como instrumento de pesquisa das Ciências Sociais e seguiu seus estudos em fotografia documentária na FAMU, na República Tcheca, e em História da Fotografia na EHESS - École des hautes études en sciences sociales - em Paris, com estágio em conservação na área de arqueologia das técnicas na SFP - Société française de photographie. Sua carreira profissional começou como fotógrafo e laboratorista em 1998. Durante a graduação, entre 2000 e 2003, trabalhou como fotógrafo do Departamento de Doutorado em Meio Ambiente e Desenvolvimento, com pautas de pesquisa na região de Guaraqueçaba. Esse projeto resultou na exposição itinerante "Olhares sobre Guaraqueçaba", financiada pela Secretaria de Estado de Cultura do Paraná. Em 2003, codirigiu o documentário “O Cinema é como uma Dança” sobre o etno-documentarista Jean Arlaud. Entre 2002 e 2004, foi responsável técnico, professor e coordenador do laboratório fotográfico do Museu da Fotografia da Cidade de Curitiba. Durante sua estada na Europa, trabalhou como laboratorista em diversas exposições, com ênfase no projeto de conservação e curadoria "Nascido com os olhos nessas Montanhas", sobre o fotógrafo modernista Luiz Pessoa de Campos. De volta ao Brasil, foi curador convidado do projeto Corpo-meio-língua, do coletivo Couve-Flor (Itaú Cultural). Participou como pesquisador, coautor e fotógrafo do projeto "Alfaiates e Alfaiatarias em Curitiba", que resultou em uma exposição e um livro, levando à direção do longa-metragem documentário “O Corte do Alfaiate” (2011). No início dos anos 2010, fundou sua primeira empresa produtora, a Tu i Tam Filmes, produzindo, dirigindo e fotografando diversas obras audiovisuais, eventos e publicações na área do cinema, com ênfase na direção de fotografia. Em 2012, dirigiu o tele-documentário “100 anos de Dermatologia no Brasil”. Também, pesquisou o universo do futebol amador em Curitiba, coautorando e fotografando o livro “O futebol da Contracapa”. Em 2015, dirigiu o documentário “Garatujas, Badamecos e Outros Monstros”, baseado em uma pesquisa sobre desenhos no desenvolvimento infantil. Entre 2016 e 2019, dedicou-se integralmente à direção de fotografia, assinando projetos de ficção e documentário, curtas e longas-metragens, e séries de televisão. Durante a pandemia, organizou uma formação completa em direção de fotografia para o portal AvMakers (EAD voltado à educação audiovisual). Em 2021, idealizou e dirigiu o podcast “O Cinema é feito de Gente”, que se transformou em uma mostra de cinema em 2024. Em 2019, participou do programa Talent Demo do festival Camerimage, que seleciona novos talentos na direção de fotografia mundialmente. Em 2024, recebeu a sigla ABC, que consagra profissionais que contribuíram de maneira significativa para a cinematografia brasileira. Atualmente, é sócio da nits.lab, onde coordena a área de pesquisa e o laboratório de testes, prestando consultorias e treinamentos em parceria com grandes empresas do mercado audiovisual como Canon EOS Cinema do Brasil e Dolby Laboratories. Dayana Zdebsky de Cordova - pesquisadora Doutora em em Antropologia Social pela Universidade Federal de São Carlos. Possui graduação em Ciências Sociais (2005) e mestrado em Antropologia Social (2010) pela Universidade Federal do Paraná. São quase 20 anos de experiência em pesquisa e docência em antropologia, arte contemporânea e patrimônio cultural. Tem mais de 50 artigos em revistas científicas, coletâneas e anais de congressos, além de três livros publicados: As Muitas Vistas de Uma Rua: histórias e políticas de uma paisagem, Curitiba e a Rua Riachuelo; PELOS TRILHOS: paisagens ferroviárias de Curitiba; Alfaiatarias em Curitiba. Atualmente, além da atividade de docência e de pesquisa, trabalha na produção e na revisão de conteúdo do podcast "Níngun lunes sin pensar" do Jararaca, laboratório de tecnopolíticas. Victor Augustus Graciotto Silva- Editoraçâo e publicação do livro Nascido em Paranavaí, infância em Maringá, vive desde 1995 em Curitiba. Pai de Clara e Tereza, é historiador com graduação e mestradoem História pela Universidade Federal do Paraná, foi professor de ensino fundamental, médio e universitário, com passagem em gestãopedagógica na Secretaria de Educação do Estado do Paraná. Fundou, juntamente com sua esposa Juliana Reinhardt, em 2010 a Máquina de Escrever Editora e Produção Cultural e inicia uma trajetória de edição, pesquisa, produção e coordenação de projetos culturais sobre patrimônios históricos e culturais de Curitiba. É autor de “Idade Média” em 2011, “Benzedeiras” em 2013, “Curitown – a cultura do skate de Curitiba” em 2018, “As pregações de Francisco de Assis” em 2020, “Cervejarias de Curitiba” em 2022 e “O Skate no Paraná: cultura, identidade e patrimônio” em 2023. Tiago Schaeffer Muller - produtor executivo Tiago Schaeffer Muller é um produtor executivo com mais de 20 anos de experiência. Formado em Artes Cênicas pela Faculdade de Artes do Paraná, com habilitação em Direção, Produção e Interpretação Teatral e Audiovisual, cursada entre 1995 e 1999. Desde janeiro de 2009, é proprietário da Karai Filmes, onde atua como produtor executivo. Entre agosto de 2018 e abril de 2021, trabalhou na Pacheco e Monteiro Comunicação. Sua carreira inclui um período na Centauro Filmes de fevereiro de 2007 a dezembro de 2008, onde foi produtor executivo e diretor de produção do filme "Entre Lençóis", estrelado por Reynaldo Gianecchini e Paola Oliveira. Antes disso, de setembro de 2003 a janeiro de 2007, trabalhou na Total Filmes, participando da equipe de produção de longas-metragens como "Sexo Amor e Traição" (2004), "Mais uma vez Amor" (2005) e "Sexo com Amor" (2008). Também esteve envolvido na produção de diversos festivais de cinema, incluindo o Festival de Cinema do Rio e o Festival de Cinema de Búzios, além de coordenar debates na Première Brasil. Tiago também atuou como produtor executivo em projetos educativos, como o projeto Procel nas escolas, realizado pela Eletrobras e a ONG Cima, em parceria com o estúdio Ziraldo, entre 2003 e 2005. Como diretor de produção e produtor executivo, contribuiu para o Festival de Cinema de Petrópolis de 2018 a 2023 e foi diretor artístico do evento "Humanorama", um festival de conversas do Rock in Rio, em 2021 e 2022. Em 2023, dirigiu e produziu o documentário "Kuaray - Filhos do Sol". Em 2020, produziu o musical "Cazas de Cazuza" no Vivo Rio e, em 2016, foi diretor artístico pelo Bradesco no Tour da Tocha, realizando 78 shows em três meses pelo Brasil, durante as Olimpíadas. Em 2013, produziu o musical "Meia Noite Cinderela", dirigido por Jay Vaquer e Rodrigo Pitta, e em 2010, dirigiu a produção da peça "The Cachorro Manco Show" de Fabio Mendes. Em 2008, produziu o filme "Entre Lençóis", e em 2007, foi assistente de produção no filme "Sexo com Amor". Tiago também coordenou a produção de debates de filmes na Première Brasil no Festival do Rio de 2006, e dirigiu a produção da peça "Homem Objeto" com Lucio Mauro Filho, Aramis Trindade e Bruno Garcia, em várias cidades brasileiras. Ele participou das produções de lançamento dos filmes "Mais uma vez Amor" (2005) e "Sexo Amor e Traição" (2004), e da produção dos festivais de Búzios de 2003 a 2005 e do Rio de 2003 a 2005. Iniciou sua carreira como diretor de produção da peça "Dorotéia" de Nelson Rodrigues, em Curitiba, em 1999.
PROJETO ARQUIVADO.