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PRONAC 247764Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Unhandeijara Lisboa e o país de Jaguaribe

DIOGENES CHAVES GOMES
Solicitado
R$ 87,8 mil
Aprovado
R$ 87,8 mil
Captado
R$ 20,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

22.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
PB
Município
João Pessoa
Início
2024-09-18
Término
2026-08-31
Locais de realização (1)
João Pessoa Paraíba

Resumo

Edição e impressão de livro (artes visuais, pesquisa, fotolivro), bilingue (inglês), dedicado à biografia e produção artística deUnhandeijara Lisboa (Francisco Unhandeijara de Carvalho Lisboa,João Pessoa-PB, 1949-2020). Artista multimídia, artista gráfico e xilogravador, participou de todos os movimentos vanguardistas nordestinos/brasileiros (Poema processo, Arte correio, Arte xerox, Livro de artista, Vídeoarte, Perfomance etc.) nos anos 1960-70.O livro terá distribuição gratuita para instituições culturais, bibliotecas e escolas. Todo o conteúdo do projeto será publicado na internet e disponiblizado em PDF. Haverá lançamento do livro em evento gratuito e aberto ao público.

Sinopse

O livro aqui proposto terá apresentação simples, bilingue (inglês), brochura, tendo o Miolo com 192 páginas, 21x27cm (fechado), 42x71cm (aberto), papel offset 120g/m², 4x4 cores; Capa: papel Duo design 250 g/m², 56x27cm; 1.000 unidades. Os textos e imagens ainda não estão definidos por que serão objeto de pesquisa a ser conduzida por profissionais contratados, além de pesquisa de imagens, fotografias e tratamento de imagens a serem def inidos posteriormente pelos organizadores e curadores do projeto. Basicamente, o livro, bilingue (inglês), contemplará textos de apresentação e estudos sobre o artista por Paulo Bruscky, Cristiana Tejo e Dyógenes Chaves, com ilustrações de obras ainda a serem pesquisadas no Acervo Paulo Bruscky, no Acervo Dyógenes Chaves, no Acervo Clube da Gravcura da Paraíba e no Acervo do Artista, mantido pela fllha, Jussara Lisboa. Também, conterá uma biografia atualizada a partir de pesquisas junto a familiares, amigos e na Internet. A obra será inscrita no ISBN e terá Ficha Catalográfica. Na contracapa e no verso da capa serão aplicados as logos dos patrocinadores e realizadores do projeto.

Objetivos

Objetivo Geral Edição e impressão de livro (artes visuais, pesquisa, fotolivro, textos e imagens), bilingue (inglês), dedicado à biografia e produção artística de Unhandeijara Lisboa (Francisco Unhandeijara de Carvalho Lisboa, João Pessoa-PB, 1949-2020). Artista multimídia, artista gráfico e xilogravador por excelência, participou de todos os movimentos vanguardistas nordestinos/brasileiros (Poema processo, Arte correio, Arte xerox, Livro de artista, Vídeoarte, Perfomance, Art-door etc.) nos anos 1960-70. O objetivo maior deste registro e documentação é o resgate da produção deste artista, que se confunde com a produção de outros artistas conceituais do Nordeste. O livro terá distribuição gratuita para instituições culturais do país, bibliotecas e escolas públicas do Estado da Paraíba. Todo o conteúdo do projeto será publicado na internet e disponiblizado em PDF. Haverá lançamento do livro em evento gratuito e aberto ao público. Objetivos específicos Realizar a edição e impressão de 1000 (hum mil) livros, bilingue (inglês), em formato brochura, offset, 200 páginas, 4x4 cores; Estimular e promover a produção de artistas considerados conceituais com a realização da edição e impressão de livro; Realizar atividade ‐ lançamento do livro ‐ abertas ao público; Franquear a participação do público em todas as atividades programadas; Publicar na internet todo o conteúdo do livro em formato PDF; Incentivar a divulgação das atividades culturais do Estado da Paraíba na produção literária na área de artes visuais; Formar audiência, entendida como dimensão da cidadania.

Justificativa

Na Paraíba, estado reconhecidamente de grande tradição de talentos culturais em todas as categorias das artes, há, de fato, pouca oferta de fomento _ seja oficial ou privado _ à produção literária dedicada às artes visuais. A ideia inicial deste projeto é a produção (edição e impressão) de um livro, bilingue (inglês), que contemple a biografia e a produção artística de Unhandeijara Lisboa (1949-2020), que pode ser considerado um multiartista. Sua atuação compreende uma dinâmica participação no movimento de Arte Correio, sendo o responsável pela capa da publicação Karimbada, e na aposta da xilogravura como uma maneira de fazer convergir tradição e experimentação. É importante afirmar que a experimentação com novos meios e a expansão do vocabulário artístico marcaram a produção da arte do Nordeste no século 20, fortalecendo-se a partir dos anos 1960, que é o período que surge a produção de Unhandeijara. A rizomática e transnacional rede de Arte Correio, por exemplo, teve nessa região nordestina a maior participação de artistas do Brasil. O Poema/Processo, importante movimento de poesia de vanguarda brasileira, interligou o Rio de Janeiro com o Rio Grande do Norte, a Paraíba e Pernambuco, redefinindo conceitualmente o poema como um fenômeno que possibilita experimentar as muitas formas de linguagens, inclusive a visual. Esses e outros movimentos experimentais eram anticomerciais e antissistema e criaram sua própria forma de circulação, não baseada na parte institucionalizada da ecologia da arte. Ao usar o papel, por exemplo, um dos suportes mais desvalorizados, esses artistas apostavam em outra maneira de fazer e de pensar a arte. Unhandeijara Lisboa é personagem fundamental nessas linguagens, ao lado de artistas como Paulo Bruscky, Daniel Santiado, e seus conterrâneos Falves Silva, Pedro Osmar e Jota Medeiros, que transitaram nesses novos meios e linguagens de arte e comunicação na arte. Ele é daqueles artistas que não podem faltar a qualquer retrospectiva das artes visuais paraibanas dos últimos 50 anos. Artista multimídia, artista gráfico e xilogravador por excelência, participou de todos os movimentos vanguardistas (Poema processo, Arte correio, Arte xerox, Livro de artista, Vídeoarte, conceitualismo, Art-door etc.) nos anos 1960-70. Sua militância político/artística é das mais lúcidas e atuantes tornando-lhe co-responsável por quase todas as conquistas conseguidas pelos artistas visuais paraibanos, porque também era um dos principais articuladores das associações de artistas, inclusive como diretor da Associação dos Artistas Plásticos Profissionais da Paraíba e fundador (1984) do Clube da Gravura da Paraíba, um verdadeiro laboratório de experimentações gráficas. E sua obra? De um multimídia não poderíamos nos reservar a uma análise específica, em uma ou outra aparição artística. Do seu conjunto de obras, no entanto, encontramos material suficiente para aproximá-lo do artista irrequieto que optou por questionamentos mais profundos para a compreensão e função da arte em nossa contemporaneidade. Com a concretização deste projeto, certamente, iremos cumprir com objetivos antes nem pensados: levar o público a conhecer a produção artística deste artista pouco reconhecido, apesar de muito importante na recente história da arte no Estado da Paraíba. Sem dúvida, com o patrocínio advindo via Lei Rouanet, será possível registrar e documentar esse artista e sua obra, fundamentais para a memória e a pesquisa científica nesta área das artes. Entendemos, por isso, que o presente projeto se adequa plenamente aos seguintes incisos do Art.º 1 do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac): "I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais"; "II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais"; "III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores"; "IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional"; "VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro"; "VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória"; e "IX - priorizar o produto cultural originário do País". Além disso, o projeto cumpre as seguintes finalidades do Art.º 3 da Lei Rouanet: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

Currículo Unhandeijara Lisboa (Francisco Unhandeijara de Carvalho Lisboa). João Pessoa-PB, 1949-2020. Escultor, gravador, fotógrafo, gráfico e inventor. Exposições individuais e coletivas no país e exterior. Possui obras nos acervos: Museu de Arte Contemporânea de Curitiba; MAAC (Campina Grande); Art Design Rehfeldt (Alemanha); University of Manitoba (Canadá); Museo de Arte Moderna de Bogotá (Colômbia); Associated Art Publishers (EUA); IAC Central Office (Alemanha); Galeria do Grupo ECART (Suíça); Centro de Documentazione e Comunicazione Visiva de Parma (Itália); MAC/USP (São Paulo); Assessorato Culturall Comune de Mantova (Itália); Intermedial USA; Atelier Bona Nova (Madri/Espanha); Centro Studi Cavelliniani (Itália); Luna Bisante Prods. (EUA) e Others Books and So (Amsterdã/ Holanda). Citado no Documento 4 (NASA/EUA). Participa da revista de vanguarda Cesoria Arte, editada por Damaso Orgaz (Caracas/Venezuela). Também tem participações em Doc(k)s (Poesies et Expressions d’Avantgarde en Amérique Latine), de Julien Blaine (Marselha/França). Participou da The Venetian Tools Project (integrado à delegação suíça na XXXVII Bienal de Veneza, Itália, 1976); Bienal lnternacional de São Paulo [Espaço Poético]; Bienal de Sidney (Austrália, 1977); International Rubberstamp Workshop (Bremem/Alemanha, 1981); Kobe Port Island Exhibition (Japão, 1981). A Editora Diagonal Cero (La Plata/Argentina) publicou o álbum Unhandeijara [Coleção Xilógrafos de Hoy]. Publicou os álbuns: Ponha um tigre na sua gravura (Editora Banguê), Furo [livrobjeto], Book Xerox – Exercícios [artexerox], Pindorama salve, salve!, Ingá e Pindorama [xilogravuras], e Itaquatiaras [linóleo] (Edição Villa 777). Em 1967 cria o envelope-poema Sexo. Editor da revista Karimbada (experiências em carimbo) e Pixôta (artes visuais). Realiza em co-autoria com Paulo Bruscky o projeto Poesia Viva. Ex-integrante da equipe do NAC/UFPB (João Pessoa, 1980-84). Professor de artes gráficas do Instituto Paraibano de Educação Artística (SEC/Governo da Paraíba), e de xilogravura (Funesc). Diretor de Artes Plásticas do Departamento Cultural de João Pessoa (Sedec/PMJP, 1989-90). Criador e primeiro presidente do Clube da Gravura da Paraíba (1984). Participa da II Mostra Internacional de Esculturas Efêmeras (Fortaleza). Integra o Júri de Seleção do Salão Nacional de Artes Plásticas (Rio de Janeiro). Autor de projetos como: Paixão de Cristo em Art-Door, Art in Tambaba e São João em Art-Door. Presidente do Clube da Gravura e conselheiro da Federação Brasileira de Entidades de Artistas Plásticos Profissionais. “Unhandeijara Lisboa é daqueles artistas que não podem faltar a qualquer retrospectiva das artes visuais paraibanas dos últimos vinte anos. Artista multimídia, artista gráfico e xilogravador por excelência, participou de todos os movi-mentos vanguardistas (Poema processo, Arte correio, Arte xerox, Livro de artista, Vídeoarte, conceitualismo, Art-door etc.) nos anos 1960-70. Sua militância político/artística é das mais lúcidas e atuantes tornando-lhe co-responsável por quase todas as conquistas conseguidas pelos artistas paraibanos, o que lhe trouxe, sem dúvida, ranços de um ou outro descontente de suas posições. E sua obra? De um multimídia não poderíamos nos reservar a uma análise específica, em uma ou outra aparição artística. Do seu conjunto de obras, no entanto, encontramos material suficiente para aproximá-lo do artista irrequieto que optou por questionamentos mais profundos para a compreensão e função da arte em nossa contemporaneidade. Sua obra é todo o seu corpo imenso, sua cabeça antenada com o moderno. Nesta rara aparição solo como pintor, a qual intitula A Mesma República, nos apresenta uma grande e irônica festa nostálgica ao mais puro modelo anos sessenta. São pinturas em acrílica, em média 150x100cm, todas nos levando à reflexão e leitura da situação político-econômica em nosso país e, que vai do final da ditadura militar até os atuais tempos do ‘cóllera’, passando por anistia, Diretas-já, nova república, constituição etc. Como ele mesmo sugere: 'É uma ode aos vencidos', se reportando a todos nós sofridos, descamisados e descalçados brasileiros. Pode não ser original falar destas coisas através da arte, mas Unhandeijara optou por lembranças recentes de nossa história conturbada, da necessidade de mostrar suas angústias, como na série Carta aos amigos, endereçadas a Paulo Bruscky, Belchior e a seus cães, e principalmente pelo prazer de pintar, de usar tintas e figuras alegres como se estivesse realizando uma imensa história em quadrinhos. Ao avesso, essa obra se aproxima das Cenas Brasileiras de João Câmara, embora de forma ainda mais contundente. A outra tentativa de ruptura se dá quando Unhandeijara pretere as galerias tradicionais e monta essa imensa instalação no Atelier Casa Velha, em Jaguaribe e a menos de vinte passos de seu ateliê, com direito, segundo ele, a parada cívica, banda de música, folguedos populares, clima da tropicália, batidas de frutas... e num sete de setembro. Decerto, após essa festa, a mesma república já não será a mesma. Ou então viveremos felizes para sempre.” (Dyógenes Chaves, ABCA/AICA, 1991) “A carimbada é um gesto humano tão antigo quanto a necessidade de grafar um sinal, assinalar, sinalizar, assinar, marcar, identificar, firmar, reconhecer, tomar posse, tocar, assumir. Tão antigo quanto a mão do homem suja de sangue e gravada na parede da caverna. Tão atual quanto uma xilogravura, uma litogravura, uma gravura qualquer, um jornal imimpresso, uma policromia, um impulso eletrônico, uma peça de metal estampado, um sinal de trânsito, um programa de Televisão. Karimbada, no entanto, é uma publicação do artista plástico Unhandeijara Lisboa, que já está em seu 4° número, onde outros artistas do Brasil e do exterior comparecem com suas páginas já impressas em forma cooperativa. O sentido artesanal da Karimbada é o movimento ao contrário no tempo, a meta-ação que questiona a mídía e se adequa às condições reais da economia cultural local. Na era do offset o artista utiliza o carimbo (paleolítico) e se expressa em linguagem contemporânea. Esse esforço, esse nó na língua, estabelece o sentido crítico que Unhandeijara, como agente propulsor, desencadeia.” (Raul Córdula, ABCA/AICA, 1982) [fonte: catálogos do artista | Arquivo Chico Pereira | jornal Correio das Artes, 1982] Currículo Paulo Bruscky (n. 1949, Recife, Brasil) é um dos expoentes da arte conceitual no Brasil e um dos principais precursores de diversas manifestações que envolvem arte, tecnologia e comunicação. Sua prática artística, baseada na ideia de arte como informação, é marcada pelo experimentalismo constante, resultando em um corpo de obras plural, composto por poesias visuais, livros de artista, performances, intervenções urbanas, filmes em Super-8 e trabalhos em novas mídias. A produção de Bruscky é também caracterizada pelo conteúdo de contestação social e política, resultado da sua postura crítica e militante, em parte concebida em contestação à ascensão de governos militares e o consequente estabelecimento de severos regimes ditatoriais em diversos países latino-americanos, incluindo o Brasil, durante um período que coincidiu com o início de sua trajetória. Bruscky iniciou sua pesquisa no campo da arte conceitual nos anos 1960, participando, no final da década, do movimento poema/processo, por meio do qual estabeleceu contato com Robert Rehfeldt, membro do grupo Fluxus. Introduzido por Rehfeldt ao circuito internacional da Arte Postal, Bruscky ingressou no movimento em 1973, tornando-se um dos principais pioneiros dessa manifestação artística no Brasil. A partir de então, desenvolveu intenso diálogo com diversos artistas, principalmente os membros dos grupos Fluxus e Gutai, além de vários nomes da América Latina e do Leste Europeu – regiões com as quais o artista procurou privilegiar o contato, devido ao intenso processo de repressão política que os caracterizava na época. Grande parte de sua produção questiona as próprias funções da arte e as operações de seu sistema. Bruscky tem participado de diversas exposições no Brasil e no exterior, incluindo inúmeras bienais, como as 16ª, 20ª, 26ª e 29ª edições da Bienal de São Paulo, Brasil (1981, 1989, 2004 e 2010), 57ª Bienal de Veneza, Itália (2017); e a 10ª Bienal de La Habana, Cuba (2009), entre outras. Exposições individuais recentes incluem: Banco de Ideias, na Nara Roesler, em São Paulo, Brasil (2023), Paulo Bruscky. Eteceterate, na Fundación Luis Seoane (2018), n'A Coruña, Espanha; Xeroperformance, no Americas Society / Council of the Americas (AS/COA) (2017), em Nova York, Estados Unidos; Paulo Bruscky: Artist Books and Films, 1970–2013, no The Mistake Room (2015), em Los Angeles, Estados Unidos; e no Another Space (2015), em Nova York, Estados Unidos; Paulo Bruscky, no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP) (2014), em São Paulo, Brasil; Paulo Bruscky: Art is our Last Hope, no Bronx Museum (2013), em Nova York, Estados Unidos; Ars brevis, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC USP) (2007), em São Paulo, Brasil. Histórias brasileiras, no Museu de Arte de São Paulo (MASP) (2022), em São Paulo, Brasil. Ismo, Ismo, Ismo. Cine experimental en América Latina, no Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía (MNCARS) (2019), em Madri, Espanha; AI-5 50 anos – Ainda não terminou de acabar, no Instituto Tomie Ohtake (ITO) (2018), em São Paulo, Brasil; Memorias del subdesarrollo: el arte y el giro descolonial en América Latina, 1960–1985, no Museo de Arte de Lima (MALI) (2018), em Lima, Peru; no Museo Jumex (2018), na Cidade do México, México. Histórias da sexualidade, no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP) (2017), em São Paulo, Brasil. Possui obras em importantes coleções institucionais, como: Getty Institute, Los Angeles, Estados Unidos; Museu d’Art Contemporani de Barcelona, Barcelona, Espanha; Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP), São Paulo, Brasil; Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC-USP), São Paulo, Brasil; Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil; Solomon R. Guggenheim Museum, Nova York, EUA; Stedelijk Museum, Amsterdam, Holanda; Tate Gallery, Londres, RU; The Museum of Modern Art (MoMA), Nova York, EUA; entre outros

Especificação técnica

Livro: Miolo com 192 páginas, 21x27cm (fechado), 42x71cm (aberto), papel offset 120g/m², 4x4 cores; Capa: papel Duo design 250 g/m², 56x27cm; 1.000 unidades. Lançamento do livro: Palestra com os curadores/autores e convidados. Público alvo: estudantes, professores e público em geral. Resumo do conteúdo: Apresentação e discussão ampla sobre questões relacionadas ao artista Unhandeijara Lisboa. Banner: 250x150cm, impressão sobre tecido vinil/tactel, 4x0 cores, 01 unidade.

Acessibilidade

LIVRO Acessibilidade em geral: Todo o material impresso será amplamente difundido nas redes sociais (internet, blog), bilingue (inglês), em linguagem simples, também com disponibilização em formato PDF, além de distribuição gratuita para artistas, professores e estudantes de arte, museus e instituições educacionais e culturais da área.Acessibilidade para PcD visuais: AúdiolivroAcessibilidade para PcD intelectuais: Livro editado em “Linguagem Simples” LANÇAMENTO DO LIVRO Acessibilidade em geral: a atividade será realizada na Sala Vladimir Carvalho, da Usina Cultural, espaço localizado no térreo do prédio, totalmente adaptado às normas de acesso de portadores de necessidades especiais (portas largas, sem escadas e/ou degraus), bem como para pessoas idosas ou que estejam momentaneamente com alguma dificuldade de locomoção. Acessibilidade para PcD visuais: a atividade será disponibilizada em aúdio e transmitidas em vídeo pela Internet, portanto, acessível a todas as pessoas portadoras de alguma deficiência visual. Acessibilidade para PcD auditivos: a atividade terá monitor e facilitador com conhecimento da linguagem de libras.

Democratização do acesso

As atividades complementares (lançamento do livro) desta proposta será gratuita e aberta ao público. Se houver necessidade em razão de eventual espaço com menos de 100 lugares disponíveis, a coordenação divulgará amplamente da distribuição de ingressos, o que será feito pelo menos uma hora antes do evento. Toda e qualquer atividade deste projeto será gratuita e aberta ao público. Toda a divulgação (na imprensa e na internet) fará menção à gratuitadade das atividades, cuja programação também será disponibilizada ao público por meio da internet e/ou redes sociais. O livro impresso (1.000 unidades) terá distribuição gratuita para o público presente ao lançamento e enviados, pelos correios, para instituições culturais e bibliotecas localizadas no Estado da Paraíba, e também enviados para as principais instituições culturais (museus e fundações) de todo o país. Toda a programação eerá amplamente divulgada nas redes sociais, páginas e perfis dos autores e da instituição promotora do lançamento. Além disso, de acordo com o art. 21 da IN 05/2017, está previsto no projeto: I - doar, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto (folders, catálogos) a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial (seminários), sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades (exposições, seminários etc.) e autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como palestras, exposições, seminários, além da previsão do art. 22.

Ficha técnica

Diógenes Chaves Gomes (Araçagi/PB, 1959). Curador, coordenador geral. Proponente do projeto. Vive e trabalha em João Pessoa. Coordenador geral e designer. Artista visual, designer gráfico, curador independente e crítico de arte (ABCA/ AICA). Estudos de iniciação às artes plásticas na Coex/UFPB (1974‐75) e FUNESC (1984‐85). Bolsista do Ministério da Cultura da França/ AFAA e artista residente na École Supérieure des Beaux Arts Luminy (Marselha‐França, 1997‐98) e graduando em Design de Interiores/ CEFET/ PB. Professor do Curso de Design de Moda/ FUNETEC e consultor de Serigrafia no SEBRAE/ PB. É o coordenador de artes plásticas da FUNESC‐Fundação Espaço Cultural da Paraíba (João Pessoa) e de intercâmbio internacional das associações Le Hors‐Là (Brasil‐França), REDE (Brasil‐Suíça) e CASA Experimental de Arte (João Pessoa); membro de curadorias da Aliança Francesa João Pessoa, Galeria de Arte Archidy Picado/ FUNESC, Usina Cultural Saelpa e Casarão 34/ FUNJOPE; curador das Bienais de Gravura e de Desenho (FENART‐Festival Nacional de Arte, João Pessoa). Representante da Região Nordeste no Colegiado Setorial de Artes Visuais/ MinC/ Funarte (2005‐2010). Escreve sobre artes visuais no jornal O Norte (João Pessoa) e Correio das Artes/ jornal A União (João Pessoa). Editor da revista Pessoa (artes visuais) através do BNB e Lei de Incentivo FIC Augusto dos Anjos (Governo da Paraíba). Adriano Franco (Conceição/PB, 1972). Fotógrafo e designer gráfico. Formação: 2002 - Graduado em Artes Visuais pela Universidade Federal da Paraíba em é fotógrafo autodidata. Exposições: 2010 - Entre Mundos - Aliança Francesa - João Pessoa; 2008 - Pontos de Vista 1 - convidado (Galeria Archidy Picado, Funesc, João Pessoa); 2008 - Diálogos da Casa (Casa Experimental de Arte, João Pessoa); 2007 - 12º Projeto lambe-Lambe - Exposição coletiva, Autorretrato, Casarão 34; 2007 - Coletiva Festival Mundo, Conventinho - João Pessoa; 2006 - Exposição coletiva, Anônimos, NAC-UFPB; 2006 - Integração 275 (NAC, João Pessoa); 2006 - 1º lugar na categoria fotografia no VIII Salão de Novos Artistas da Plásticos, SESC-PB; 2005 Laboratório 2005 (Galeria Archidy Picado, Funesc, João Pessoa); 2004 - Artista convidado do Workshop Desenho e Paisagem com o suíço Jean Stern. X FENART; 1999 - Exposição coletiva, Projeto Lambe-lambe, NAC-UFPB. Cristiana Tejo (Recife, 1976). Curadora. Produção de texto. Doutora em Sociologia (UFPE) e co-gestora do projeto e espaço NowHere (experimentos e trocas artísticas) com Marilá Dardot e Luiza Baldan, uma iniciativa experimental para pesquisas, diálogos e práticas em Arte Contemporânea, que tem sede em Lisboa. É investigadora do Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa e foi pesquisadora do projeto Artists and Radical Education in Latin America: 1960s and 1970s financiada pela Fundação de Ciência e Tecnologia de Portugal. Faz parte do time curatorial do Panorama da Arte Brasileira 2022 do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Tem dedicado-se a projetos que visam o intercâmbio internacional entre o Brasil e o Exterior, a profissionalização dos artistas e a pensar o campo da curadoria de arte no Brasil. Desde 2016 faz acompanhamentos críticos de artistas de várias partes do mundo individualmente e também dos artistas residentes no Hangar – Centro de Investigação Artística, em Lisboa. É curadora juntamente com Kiki Mazzuchelli da Residência Belojardim, no Agreste de Pernambuco, patrocinado pelo Instituto Conceição Moura, e foi co-fundadora do Espaço Fonte – Centro de Investigação em Arte (Recife) espaço de residência que recebeu artistas e curadores da Alemanha, França, Espanha, Argentina, Porto Rico, Holanda, Portugal e de várias partes do Brasil. Foi também curadora do Projeto Made in Mirrors, que envolveu intercâmbio entre artistas do Brasil, China, Egito e Holanda, no período de 2007 a 2012. Como coordenadora-geral de Capacitação e Difusão Científico-Cultural da Diretoria de Cultura da Fundação Joaquim Nabuco (2009 – 2011), Cristiana Tejo desenhou um vasto programa de formação em arte contemporânea para agentes do campo. Foi co-curadora do 32º Panorama da Arte Brasileira do MAM – SP, com Cauê Alves, em 2011. Foi Diretora do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (2007-2009), curadora de Artes Plásticas da Fundação Joaquim Nabuco (2002-2006), Curadora do Rumos Artes Visuais do Itaú Cultural (2005-2006), Curadora visitante da Torre Malakoff (2003 – 2006) e curadora do 46º Salão de Artes Plásticas de Pernambuco (2004-2005). Foi curadora da Sala Especial de Paulo Bruscky na X Bienal de Havana, co-curou Brazilian Summer Show – Art & the City (Museu Het Domein, Holanda, 2009) com Roel Arkenstein, Futuro do Presente (Itaú Cultural, 2007) com Agnaldo Farias e Art doesn´t deliver us from anything at all (ACC Galerie, Weimar, 2006). Participou de diversas comissões de seleção e de premiação, entre elas: Bonnefanten Contemporary Art Prize 2014 (Maastricht, Holanda), Videobrasil 2013, Solo Projects – Focus Latin America (ARCO Madri, 2013), Rumos Artes Visuais da Argentina (júri internacional, 2011), Salão de Goiás, Salão Arte Pará, do Programa BNB Cultural, Situações Brasília, entre outras. Lecionou História da Arte nas Faculdades Integradas Barros Melo por 8 anos onde também coordenou o Bacharelado em Artes Plásticas (2008-2009). Publicou Paulo Bruscky – Arte em todos os sentidos (2009), Panorama do Pensamento Emergente (2011) e Salto no Escuro (2012). Co-organizou o Guia do Artista Visual – Inserção e Internacionalização, editado pelo Ministério da Cultura do Brasil em parceria com a UNESCO (2018). Foi organizadora do livro Paulo Bruscky – Arte e multimeios (2014) e Cinco Dimensões da Curadoria (2017). É conselheira do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Vive e trabalha em Lisboa. Paulo Bruscky (Recife PE 1949). Curador. Produção de texto. Artista multimídia, poeta. Na década de 1960, Paulo Roberto Barbosa Bruscky inicia pesquisa no campo da arte conceitual, e a partir de 1970 desenvolve pesquisas em arte-xerox. Em 1973, atua no Movimento Internacional de Arte Postal, sendo um dos pioneiros no Brasil nessa arte, e no ano seguinte lança o Manifesto Nadaísta. Organiza duas exposições internacionais de arte postal no Recife nos anos de 1975 e 1976, sendo esta última fechada pelos militares brasileiros. Realiza 30 filmes de artistas e videoarte entre 1979 e 1982, e começa a produzir videoinstalações em 1983. Cria, em 1980, o xerox-filme com base em sequências xerográficas. Com a Bolsa Guggenheim de artes visuais recebida em 1981, reside por um ano em Nova York. Nesse ano, expõe na sala especial sobre arte postal montada na 16ª Bienal Internacional de São Paulo. É editor de livros de artistas e mantém em seu ateliê no Recife importante coleção de livros e documentos sobre arte contemporânea, entre eles correspondência com integrantes dos grupos Fluxus e Gutai. Em 2004, seu ateliê é integralmente transferido do Recife para São Paulo, sendo remontado em uma das oito salas especiais da 26ª Bienal Internacional de São Paulo. Observação: Outros pesquisadores, escritores, produtores de texto e artistas visuais poderão ser convidados para participar da produção do livro, a partir da escolha da curadoria e coordenação do projeto.

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$20.000,00 em 16/04/2026.