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A Escola Picolino de Artes do Circo - Arte Circense é um projeto de arte educação, que traz como eixo prioritário a formação. Será realizado um curso básico de arte circense para crianças de 7 a 15 anos, e um profissional para jovens de 16 a 28 anos. Com todas as atividades gratuitas, tem perspectiva de atender um público de 80 pessoas. Os cursos terão duração de 09 meses, com a orientação dos educadores do Circo e profissionais contratados. As crianças serão selecionadas a partir de oficinas ofertadas em escolas da rede pública de ensino, e projetos sociais do entorno do espaço; já para o curso profissionalizante será realizado um chamamento público para seleção, considerando candidatos do Brasil e América Latina. O percurso formativo trará práticas e teorias, que compõem a diversidade de conteúdos, possibilitando a educação de crianças e adolescentes. Será realizada ainda uma ação de difusão, que será uma mostra artística aberta ao público, como resultado do processo de formação.
Não se aplica.
Em consonância com o Art. 3º da Lei 8313/91, o projeto atende aos seguintes incisos abaixo listados: I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023) II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Geral: Realizar dois cursos na Escola Picolino de Arte e Educação, sendo um curso básico e um profissionalizante com duração de 09 meses, a serem realizados nas dependências do Circo Picolino, atendendo uma média de 80 pessoas, entre crianças, adolescentes e jovens, estimulando a formação inicial e profissionalizante, a partir do estudo teórico prático de técnicas circenses e outras linguagens artísticas como dança, música e teatro, além da realização de uma ação de difusão, uma mostra artística aberta ao público, como resultado do processo formativo. Produto: Curso / Oficina / Estágio - Realizar 06 oficinas, em 06 escolas da rede pública de ensino, com o objetivo de selecionar até 60 crianças e adolescente para participação do curso Básico; - Realizar 01 chamamento público, com inscrições on line, com o objetivo de selecionar até 20 adolescentes e jovens para o curso profissionalizante; - Garantir a participação e permanência de um total 80 participantes no projeto, entre crianças, adolescentes e jovens, durante todo o período das atividades; - Contratar 29 profissionais para atuar nas equipes de gestão, produção, administrativa e pedagógica; - Realizar 02 cursos: 01 de formação básica, e 01 profissionalizante, com duração de 09 meses; - Promover o desenvolvimento social, afetivo, cognitivo e corporal dos participantes; - Educar produzindo cultura na conquista da transformação social; - Despertar da cidadania por meio de ações pedagógicas/artísticas/culturais; - Possibilitar o conhecimento prático e teórico sobre a arte circense, enquanto arte popular e milenar; - Estimular o "fazer artístico "enquanto instrumento de reflexão, educação e mercada de trabalho; - Conhecer, treinar e aprimorar a técnica circense escolhida para seu desenvolvimento; - Desenvolver atividades que integre a família dos alunos no circo; - Possibilitar aos alunos uma experiência prática artística de culminância na conclusão dos cursos. Produto: Espetáculo de Artes Cênicas - Realizar 01 ação intitulada Viva ao Circo, como atividade avaliativa do processo de formação tanto do curso básico quanto do curso profissionalizante, mas também como evento de conclusão do curso; - Preservar e promover a tradição circense, ao mesmo tempo em que incorpora novas técnicas e formas de expressão artística; - Fortalecer os laços comunitários, promovendo a colaboração e o apoio mútuo entre os participantes e suas famílias; Estimular a geração de recursos através de suas apresentações e projetos, bem como práticas de gestão sustentável; Produzir e apresentar um espetáculo circense de alta qualidade, não só entretendo, mas também inspirando e educando o público, promovendo a arte circense como uma forma de expressão artística importante e valiosa.
Em consonância com o Art. 1º da Lei 8313/91, o projeto atende aos seguintes incisos abaixo listados I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - Priorizar o produto cultural originário do País. Fundado em 1985 pelos artistas Anselmo Serrat e Verônica Tamaoki, o Circo Picolino é uma organização não governamental (ONG) sem fins lucrativos, em homenagem ao palhaço Picolino, pioneiro da primeira escola de circo no Brasil. Esta iniciativa foi uma ruptura com a tradição, pois Anselmo e Verônica não pertenciam a famílias circenses tradicionais, estabelecendo assim a terceira escola do gênero no país e a primeira no norte nordeste. Desde sua fundação, o Circo Picolino tem se empenhado em oferecer oportunidades para crianças e jovens de todas as origens. Em 1990, consolidou sua vertente social por meio de uma parceria com o Projeto Axé, proporcionando aulas de circo para milhares de crianças e jovens de famílias economicamente desfavorecidas na sociedade baiana, tornando-se uma das primeiras instituições de Circo Social no mundo. Ao longo dos 39 anos de existência da Escola Picolino, mais de 7 mil artistas circenses foram formados, incluindo tanto os que passaram pelo curso básico quanto os profissionais, muitos dos quais se tornaram professores, criadores e artistas em renomadas escolas de circo no Brasil e até mesmo em grandes circos internacionais, como o Cirque du Soleil. O reconhecimento do valioso trabalho do Circo Picolino veio em 2008, quando o projeto Criança Esperança começou a apoiar a escola, possibilitando a expansão de seus cursos e o alcance a um número ainda maior de alunos. Além disso, o Circo Picolino estabeleceu diversas parcerias institucionais ao longo dos anos, gerando milhares de mídias espontâneas que podem ser vistas em seus anexos, sites, links e redes sociais. Essas parcerias fortaleceram a presença e o reconhecimento da escola no cenário cultural, contribuindo para sua missão de promover a arte circense e a inclusão social. Essa trajetória de comprometimento com a formação artística e social tem consolidado o Circo Picolino como um símbolo de excelência e inclusão no cenário circense nacional e internacional. Reforça-se ainda que o circo é reconhecido por sua abordagem inclusiva, acolhendo artistas e colaboradores de diferentes origens, habilidades e identidades. A diversidade é valorizada e celebrada no ambiente, contribuindo para uma experiência enriquecedora tanto para os artistas quanto para o público. Em nosso quadro de profissionais encontram-se pessoas PCD, LGBTQIPNA+, negros e mulheres. A partir do estudo das artes circenses, alvitra estabelecer o desenvolvimento de crianças e adolescente e jovens a partir de um o percurso formativo e construções de saberes, propondo repensar sobre a formação circense para crianças e principalmente para adolescentes e jovens, não somente como um passa tempo, mas como uma possibilidade de profissionalização e inserção no mercado de trabalho, uma formação que permita os jovens acessar um espaço de educação em artes de formação social e cidadã. E é nesse percurso que a aprendizagem acontece. O aluno leva consigo essa vivência a outros espaços de aprendizagem/convivência: escola, família, grupos de amigos. Temos a arte como principal instrumento pedagógico para ensinar/aprender, a partir da mobilização que a aprendizagem da arte circense proporciona, produzimos um meio significativo de apropriação da cultura. A Bahia é um verdadeiro berço das artes, com uma sólida tradição de formação em diversas áreas artísticas, incluindo artes visuais, dança, teatro e música. Historicamente, a região abriga os pioneiros cursos universitários dessas disciplinas no Brasil e na América Latina. No entanto, é lamentável que, até o momento, o circo brasileiro ainda não tenha encontrado espaços para formação técnica e universitária a nível federal, estadual ou municipal. A Escola Picolino preenche uma lacuna crítica no panorama educacional e artístico do Estado, garantindo que as artes circenses, com toda a sua riqueza e diversidade, tenham um espaço para crescer e prosperar. Isso não apenas enriquece o cenário cultural da região, mas também oferece oportunidades de educação e carreira para jovens talentos, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico da comunidade. Ao estabelecer um ambiente de aprendizado dedicado às artes circenses, o projeto da Escola Picolino não apenas honra a tradição artística da Bahia, mas também promove a continuidade e evolução dessa forma de expressão única. Dessa forma, ele se torna não apenas importante, mas essencial para a rica tapeçaria cultural da Bahia e para o futuro das artes circenses no Brasil.
A fim de contribuir para a formação de público, a sensibilização estética e a quebra de preconceitos, o acesso à todas as atividades do Projeto dar-se-á gratuitamente. Desta forma, além do propósito formativo, de difusão cultural, a proposta mantém o seu espírito de democratização do acesso e inclusão social. Enquanto uma instituição engajada com um empreendedorismo sustentável, temos um compromisso com a produção de experiências de forma sustentável econômica, social e ambiental. Desta forma, é compromisso socioambiental ainda deste projeto, a utilização de materiais reutilizáveis oriundos de outras atividades, buscando a redução da geração de novos resíduos. Da mesma forma, durante o processo de montagem ou desmontagem de todas as ações serão encaminhados para destinação consciente os materiais e resíduos restantes deste processo para organização que atue no setor de reciclagem e sustentabilidade. São exemplos de materiais que podem ser reaproveitados: banners em lona, pedaços de madeira, fios e similares, dentre outros. Ainda fortalecendo o nosso compromisso ambiental, instalaremos um posto de posto de coleta de equipamentos eletrônicos, que funcionará no dia da mostra final para recolhimento de materiais e encaminhamento para instituições que trabalham com reuso de eletrônicos. A organização da instituição irá firmar também parceria com as associações de catadores e ONG’s que trabalham no âmbito da atividade de reciclagem, para reaproveitar todos os resíduos sólidos gerados ao longo das atividades. Será adotada uma política de pré ciclagem, priorizando a utilização de materiais reciclados, recicláveis e biodegradáveis. Estratégias de divulgação: O plano de divulgação priorizará uma comunicação integrada, compreendendo desde a gestão de ações e cronograma, até uma comunicação digital dirigida e de amplo alcance. Serão utilizadas estratégias de patrocínio e impulsionamentos nos perfis das redes sociais, focando sempre numa comunicação ativa e humana. Contempla uma comunicação estratégica que mantém o Projeto pulsante durante toda a realização. A estratégia se baseia em ações consolidadas de relações públicas, assessoria de imprensa, publicidade e marketing digital. Pesquisa de novas mídias e a garantia de acessibilidade, participação e engajamento do público ao longo do projeto são valores inerentes às ações de comunicação. Relações públicas consistirá em desenvolver e gerenciar o plano de comunicação, estruturando cronograma de comunicação, articulando as áreas e desenvolvendo estratégias de comunicação dirigida. A assessoria de imprensa atenderá a grande mídia e público especializado, entre jornalistas nacionais, formadores de opinião, críticos do setor; sempre alinhado com ações de estratégia digital com relacionamento com influencers alinhados com a proposta. Também faremos uso de patrocínio de campanhas. O trabalho será monitorado e mensurado com KPIs específicos em cada etapa com geração de dados, análise e valoração de resultados. Contrapartidas: Desenhamos um plano de contrapartidas integrado visando potencializar a repercussão do projeto ao longo do período. O trabalho contempla ações de assessoria de imprensa com relacionamento com veículos de mídia on e off line, formadores de opinião e influenciadores digitais; ações de relações públicas com públicos de interesse da empresa patrocinadora e das instâncias públicas envolvidas; ativações junto a influenciadores e players importantes da área de cultura em cada cidade; além de ativação de marketing a partir da ativação de marca e nome do patrocinador em todas as mídias. São contrapartidas de comunicação do projeto: - Aplicação das marcas indicadas pelo Governo Federal e empresa (s) patrocinadora (s) em todo material promocional de divulgação: programa dos cursos, cartazes, banner, vídeo divulgação, anúncios em revista e mídia indoor, e todas as peças digitais produzidas; - Aplicação das marcas indicadas pelo Governo Federal e empresa (s) patrocinadora (s) e menção dos mesmos em todas as peças de comunicação utilizadas e veiculadas na assessoria de imprensa e mídias digitais patrocinadas e/ou espontâneas, bem como nos materiais enviados pela assessoria de imprensa: anúncios em mídia impressa, online e radiofônica, peças de mídias digitais, campanhas criadas em facebook e Instagram, releases, notas e matérias enviadas à imprensa online e offline e influenciadores digitais; - Menção do Governo Federal, empresa (s) patrocinadora (s) e demais marcas vinculadas no evento de abertura dos espetáculos, fala/gravação de abertura com destaque no vídeo de pós-venda; - Inserção de spots de 30” nas Rádios locais contratadas; prospecção de anúncios em revistas e jornais locais de grande circulação. Público: O perfil do público de interesse no projeto abrange crianças, jovens e adultos de diferentes condições sociais interessadas no universo das artes cênicas circenses. São ainda públicos referenciais: profissionais das artes, das artes cênicas circenses, produtores e agentes culturais, educadores, professores, estudantes, especialmente da rede pública de ensino, e público afim com as temáticas propostas. Por seu caráter dinâmico e social, além da relevância do tema e reflexões propostas, o projeto estima receber a capacidade máxima de público do espaço na mostra final, respeitando a regulamentação vigente na ocasião e todos os protocolos de segurança. Mais informações do projeto: https://drive.google.com/drive/folders/19yXEqzaNkpgV12rDwNMJOv2iXhmflY0O?usp=sharing
Formação Básica e Profissional nas artes do circense: Ementa: Estudo teórico e prático de diversas modalidades circenses, desde acrobacia a manipulação de objetos (acrobacia de solo (técnica, monociclo, malabares, equilíbrio em arame, contorção, trapézio simples e corda indiana; incluindo técnica de perna de pau) permeado por jogos e brincadeiras direcionados ao aquecimento e preparação corporal para as crianças e adolescentes de 7 a 12 anos e incluído para os adolescentes e jovens de 16 a 28 anos, técnica de tecido, lira, escada giratória, trapézio, etc.). Tudo aliado ao estudo cinesiologia do corpo, os processos históricos da arte circense, assim como também aplicação de atividades complementares de dança, capoeira angola, música e teatro circenses nos diferentes âmbitos (educativo, recreativo, social, artístico). Intuito de favorecer o desenvolvimento cidadão de crianças, adolescentes e jovens. Dividido em dois cursos, a saber: Noções Básicas das Artes Circense, direcionada para crianças de 7 a 15 anos e Curso profissional, direcionado para adolescentes e jovens de 16 a 28 anos no intuito de apresentar um conjunto de saberes e fazeres relacionado às artes Circense, como possibilidade de ocupação e potencial para geração de emprego e renda. Metodologia: Adotamos uma organização dos conhecimentos em formato de Módulos, divididos por trimestres, serão três módulos, que permitirá uma articulação interdisciplinar dos conteúdos e conhecimentos a serem tratados no percurso formativo do Curso de Formação básica e profissional nas artes circenses. Está sendo considerado uma diversidade de modalidades e técnicas circenses, conhecimentos mobilizadores como força motriz para o processo de formação. Neste sentido, o conjunto de conteúdos que será apresentado em cada módulo se configura a partir de elementos necessário para o processo de aprendizagem em relação ao estudo do corpo, a relação histórica do circo e suas nuances e processo de execução, criação e produção do fazer circense, que possa proporcionar experiência social-artístico educativa. No processo de desenvolvimento do curso, a relação pedagógica o intuito é os estudantes possam atuarem como cidadãos na sociedade e colocarem em prática os conhecimentos adquiridos, no pensar, agir e sentir o processo do saber/fazer. O curso tem como objetivo apresentar noções básicas sobre a arte circense para crianças e adolescentes (7 a 15 anos) que possam sonhar com uma futura profissionalização e gerar oportunidades de profissionalização na área da Arte em Técnicas Circenses, para adolescente e jovens (16 a 28 anos) com uma metodologia que a contextualize cultural e sócio historicamente, identificando suas possibilidades regionais com foco, também, em desenvolver os valores de solidariedade, identidade, trabalhos coletivo, bem como propiciando aos estudantes a vivência de situações desafiadoras que permitam maior envolvimento, motivação e interesse, influenciando-os a tomar decisões, opinar, debater e construir com autonomia o seu desenvolvimento pessoal e profissional possibilitando ocupar um lugar significativo na cena cultural. A estrutura pedagógica propõe um conjunto de ações, que serão abordadas de forma interdisciplinar ou multidisciplinar por uma equipe de profissionais (professores, coordenação, direção, assistentes e apoios) que serão contratados para estarem à disposição das demandas dos participantes. Respeitando a autonomia dos professores no processo de ensino e aprendizagem na relação didática dos conhecimentos selecionados módulos trimestrais. Os procedimentos de ensino pressupõem procedimentos didático-pedagógicos que auxiliem as crianças adolescentes e jovens estabelecerem percursos de desenvolvimentos para além do aprendizado das técnicas e modalidades, todas as equipes do curso, principalmente a pedagógica estará atenta a elaboração e desenvolvimentos intelectuais, procedimentais e atitudinais, a partir de planejamentos que o foco principal seja o indivíduo, contatando também com observações, registro e análise de aulas e atividades realizadas; estando atentos aos diferentes tempos de aprendizagens, às subjetividade; contextualizando os saberes;, valorizando as experiências;, sem perder de vista o desenvolvimento de cada um. Para tanto contaremos com elaboração de materiais didáticos adequados para subsidiar as atividades; disponibilização de apoio pedagógico para aqueles que apresentarem dificuldades. Visando uma continuidade da aprendizagem, focaremos na interdisciplinaridade, utilizando aulas de dança, música, capoeira e teatro, além de atividades individuais e coletivas, buscando a articulação de atividades voltadas à formação, favorecendo a transformação das informações em conhecimentos diante das situações reais da vida. Periodicidade: Noções Básico de Artes Circense - 09 meses (março a novembro) Módulo 1- março a maio Módulo 2 - junho a agosto Módulo 3 - setembro a novembro Mostra Didática - Viva o Circo - Dezembro Curso profissionalizante - 09 meses (março a novembro) Módulo 1- março a maio Módulo 2 - junho a agosto Módulo 3 - setembro a novembro Mostra Didática - Viva o Circo - Dezembro Módulo 1 Curso Básico 25 dias x 3h/aula = 75h/aula Curso Profissionalizante - 68 dias x 4h/aulas = 272h/aulas Módulo 2 Curso Básico - 23 dias x 3h/aulas = 69h/aulas Curso Profissionalizante - 58 dias x 4h/aulas = 232h/aulas Módulo 3 Curso Básico 26 dias x 3h/aulas = 78h/aulas Curso Profissionalizante - 66 dias x 4h/aulas = 264h/aulas Dezembro - Temporada Carga horária geral Curso Básico - 222h/aulas Carga horária geral Curso profissionalizante 768h/aulas Mais informações: https://drive.google.com/file/d/1WV021JDXd9pyMZ9CsYOLUYP5aIAllOP6/view?usp=sharing
Através de um amplo plano para mediação cultural, o projeto “Escola Picolino de Artes do Circo - Arte Circense e Educação" promove o acesso gratuito à sua programação, visando a democratização dos bens culturais, para diversas comunidades que estejam nas zonas especiais de interesse social (ZEIS) de Salvador. A mediação cultural é uma das primeiras ações dentro do cronograma de realização do projeto, feita por uma equipe especializada de profissionais qualificados e envolvidos, a ação cumpre etapas para seleção de públicos, comunicação, aproximação, envolvimento, informação de conteúdos e logística de acesso. Dentro da grade de seleção são priorizadas as instituições de ensino, alunos, professores, coordenadores e diretores da rede pública, como também grupos artísticos e comunidades da periferia da cidade, crianças e jovens vinculados a instituições sociais. No seu planejamento para mediação o projeto inclui o diálogo com organizações que atendem a crianças e adolescentes com mobilidade reduzida e deficiência física e auditiva. Produto: Espetáculo de Artes Cênicas Acessibilidade física: O Circo Picolino, onde serão realizadas as ações, conta com todos os pré-requisitos para acessibilidade do público cadeirante e com necessidades especiais de locomoção. Acessibilidade para deficientes visuais: O Circo Picolino dispõe de faixas no piso, com textura e cor diferenciadas, para facilitar a identificação do percurso para deficientes visuais nas áreas de circulação, signos em braille nas placas de identificação e demais informações textuais, além da verificação da existência de obstáculos nas áreas de circulação. Dispõe ainda de material em formatos digitais para leitores de tela. Além disso, como nem todos os locais oferecem infraestrutura adequada para acessibilidade de pessoas com necessidades especiais, dificuldade de locomoção e idosos, trabalharemos com o conceito da “Acessibilidade Atitudinal”, que representa a acessibilidade proporcionada pela atitude dos indivíduos ou coletividade. Acessibilidade para deficientes auditivos: Na Mostra Viva o Circo serão utilizados os recursos de projeção visual contendo a ficha técnica do projeto e legenda simultânea, de forma a assistir ao público com deficiência auditiva, além da tradução em libras. Produto: Curso / Oficina / Estágio Acessibilidade física: O Circo Picolino, onde serão realizadas as atividades formativas, conta com todos os pré-requisitos para acessibilidade do público cadeirante e com necessidades especiais de locomoção. Acessibilidade para deficientes visuais: O Circo Picolino dispõe de faixas no piso, com textura e cor diferenciadas, para facilitar a identificação do percurso para deficientes visuais nas áreas de circulação, signos em braille nas placas de identificação e demais informações textuais, além da verificação da existência de obstáculos nas áreas de circulação. Dispõe ainda de material em formatos digitais para leitores de tela. Além disso, como nem todos os locais oferecem infraestrutura adequada para acessibilidade de pessoas com necessidades especiais, dificuldade de locomoção e idosos, trabalharemos com o conceito da “Acessibilidade Atitudinal”, que representa a acessibilidade proporcionada pela atitude dos indivíduos ou coletividade. Acessibilidade para deficientes auditivos: Nas atividades formativas serão utilizados os recursos de projeção visual contendo a ficha técnica projeto, material didático acessível e legenda simultânea, de forma a assistir ao público com deficiência auditiva, além da tradução em libras. O projeto apresentará ainda um programa de acessibilidade a partir da inclusão de intérprete de libras nas comunicações presenciais e videográficas. Os vídeos de divulgação terão legendagem e serão produzidos vídeos em libras direcionados para o público com deficiência auditiva e surdo. Nas redes sociais, nas fotografias e cards publicados, haverá a inclusão de textos alternativos, descrevendo as imagens na legenda das publicações, recurso direcionado ao público com deficiência visual. A acessibilidade será trabalhada em todas as etapas de comunicação e divulgação do projeto, para garantir a participação social do público com deficiência em igualdade de condições e fruição que os demais.
Em atendimento ao disposto na Seção II - Da Ampliação do Acesso, do Art. 27, informamos que as ações desenvolvidas no Projeto atendem aos seguintes incisos: Produto: Curso / Oficina / Estágio IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: d) oficinas de 40 horas/aula com certificado de curso livre; Produto: Espetáculo de Artes Cênicas II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição, em atendimento a Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados); III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas, em atendimento a Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados);
Luana Tamaoki Serrat - Direção artística/Professora Circo Graduada em Artes Cênicas pela UFBA, mestranda no PPGAC-UFBA e com Formação Profissional em artes do Circo, pela Escola Picolino. Luana cresceu no circo, apresentando-se no picadeiro desde criança. Hoje dirige e atua em diversos projetos , ministra oficinas e cursos de técnicas circenses e coordena a Escola Picolino de Artes do Circo e é integrante do Grupo Tapete Mágico, Fulanas Cia de Circo e Coletivo Baiano de Circo. Nina Porto Carneiro - Direção de produção/Professora Circo Atriz circense, produtora cultural e comunicóloga, com mais de 30 anos de experiência. É formada pela Escola Picolino de Artes do Circo-Ba. Com inúmeros trabalhos reconhecidos e contemplados por editais da cultura, já circulou pelo Brasil e Europa difundindo as artes circenses.. Formada em comunicação pela FSBA. Integra suas capacidades formativas em todos os produtos culturais que realiza. Hoje faz parte do grupo Gestor do Circo Picolino. Any Gonçalves - Coordenação espaço Circense de família tradicional de Circo. Passou a infância itinerante com grandes circos brasileiros, como o Vostok, o Le Cirque, em meados dos anos 2000 chega a Salvador, passando a frequentar a Escola Picolino de Artes do Circo. Filha do Capataz Clóvis dos Santos, Anny, após falecimento de seu pai passa a atuar como uma das coordenadoras do espaço do Circo Picolino. Janahina Cavalcante - Coordenadora pedagógica - Cearense, residente na Bahia a 20 anos. Artistas da dança, gestora e professora. Mestra em Dança pelo PPG Dança-UFBA (2021), Especialização em Dança-UFBA (2010), Graduação em Dança-UFBA (2009) e Pedagogia-UFBA (2018). Iniciou seus estudos na Dança em Fortaleza-CE, na Escola de Ballet Goretti Quintela, onde foi primeira bailarina. Como artista da dança teve uma atuação significativa no cenário da dança de Fortaleza-CE. Marcelo Galvão - Diretor artístico - Professor Dança Artista que organiza suas ideias a partir da dança, do cinema, das complexidades do mover e das possibilidades de fluxos. Graduado em dança e operario da cultura. Colaborador do Movimento Project -(EUA) Fundador do coletivo Casa 4 Gestor do Aquário Cultural Colaborador do Circo Picolino. www.marcelogalvao.org Karina Paz – Produtora Coordenadora do Circo Picolino desde 2018, é graduada em História pela Universidade Católica de Salvador, começou sua carreira como produtora de eventos e espetáculos, sendo Coordenadora de Produção da Associação Picolino de Artes do Circo durante 5 anos, instituição com a qual segue colaborando em diversos projetos até os dias atuais. Atualmente é sócia da Tenda dos Milagres, empresa com 10 anos de atuação na produção de filmes e séries, além de projetos de formação audiovisual para crianças, jovens e terceira idade. Robson Mol - Coordenador executivo e relações institucionais Produtor, gestor e pesquisador do mundo do Circo. Mestrando no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia. Bolsista Capes. Criou a Cadena Produções - uma produtora voltada para o universo circense (produzindo companhias, eventos e projetos culturais na área). Membro e fundador do Fórum das Artes da Bahia, coletivo de artistas de sete linguagens artísticas. Daíse Gomes de Oliveira - Assistente de Produção Pedagoga, artista, Instrutora de tecido acrobático, articuladora social e produtora cultural e comunitária, através do Pituaçu em Rede, Festival Alternativo, atuando em instituições e escolas de Salvador. Samile Patriarcha Leal - Mediação Cultural Microempreendedora individual, atuante na área de comunicação e produção cultural. Bacharel em Comunicação Social com habilitação em Produção Editorial (2009), Designer gráfico (2011), com especialização em mídias sociais desde 2013, produtora cultural, atuante desde 2014 com projetos sócio culturais no território de Pituaçu, coordenadora de comunicação do Projeto Parques em Conexão iniciado em 2019. Associada ao circo Picolino desde 2023. Edi Carlos Binho - Professor Circo - Técnico de manutenção Circo – Edi Carlos Binho, um talentoso artista circense e professor de circo, chegou ao Circo Picolino aos 10 anos de idade através do Projeto Axé. Fez parte da primeira turma de formação de Instrutores da Escola Picolino, se juntando rapidamente ao corpo de professores da Escola Picolino. Nana Porto Carneiro - Direção Financeira Artista e professora circense, educadora corporal, licenciada em Educação Física e Professora de Pilates. Faz parte da Fulanas Cia de Circo, Coletivo Baiano de Circo e Circo Picolino. Nos últimos anos assumiu a tesouraria da associação dos amigos do Centro de memória do Circo e Do Festival internacional de Circo de São Paulo. Carol Guedes - Professora Circo - Artista circense, palhaça e produtora. Graduada em Comunicação Social e formada em Artes Circenses pela Escola Picolino de Artes do Circo. Integrou a ‘Companhia Picolino’ por muitos anos e junto à Cia fez parte de diversas montagens e turnês pelo Bahia e pelo Brasil. Gilberto Portugal - Professor Música Músico, cantor, compositor, educador e produtor musical, graduado em Licenciatura em Música, Mestre em Educação Musical pela UFBA. Integrante da Escola Picolino de Artes de Circo, atuou e realizou criação e direção musical de vários espetáculos em destaque: “Viva o Circo” e “Cenas Cotidianas”. “A Rádio do seu Coração”. Atualmente Beto Portugal é professor de Artes/Música da Rede Municipal de Salvador e integrante do Grupo Tapete Mágico. Marcelo Jardim - Professor Canto Cantor, músico, compositor, ator, palhaço e arte educador, graduado em Canto Lírico pela UFBA. Foi membro fundador do coro do Teatro Castro Alves e da Cia de Canto da Bahia. Foi diretor e idealizador do Grupo vocal Vozes do Engenho, trabalhou como professor de canto e preparador vocal de vários espetáculos premiados na Bahia e no Brasil. João Paranhos - Assessoria Jurídica Natural de Salvador-Ba, graduou-se pela UFBA, no curso de Interpretação Teatral, em 2009. O ator iniciou sua carreira artística no ano de 2001, quando ingressou no XVII CURSO LIVRE DE TEATRO — UFBA. Atuou em diversos espetáculos, como: O BEIJO NO ASFALTO; O VÔO DA ASA BRANCA; A PAIXÃO DE CRISTO. No circo, produziu o espetáculo “Moças Aéreas”, ganhador do edital Arte em Toda Parte, Fundação Gregório de Matos – Prefeitura de Salvador-Ba. Felipe Cerqueira - - Direção Curadoria espetáculos de variedades Artista soteropolitano de circo e dançarino há cinco anos. Especializado em tecido acrobático e parada de mãos, formado pelo Curso técnico em Artes Circenses Escola Nacional de Circo Luis Olimecha – IFRJ (RJ) 2019 a 2022 e pela Escola Circocan - – International School of Circus (SC) em 2018. Trabalhou com diretores como Adilson Machado e Alain Veilleux. Fundador da P!taco – Trupe Circense. Participou do espetáculo da Escola Nacional de Circo ‘Urutu’ (2022), direção de Renato Rocha e Orlando Oliveira, com seu número solo de tecido acrobático e nas coreografias de Rômulo Vlad. João Lima - Professor Teatro Graduado em Direção Teatral pela UFBA e especialização em Ludicidade e Desenvolvimento Criativo de Pessoas pela Transludus/Unihanna, já dirigiu diversos shows musicais e mais de graça 20 espetáculos Teatrais e Circenss, dos quais 6 (seis) foram contemplados com o Prêmio Braskem de Teatro. Entre eles “O Sapato do Meu Tio”, O Nariz do Poeta entre outros. Fundou e dirige o grupo de teatro Viapalco, o Núcleo Circo Unico e preside a Cooperativa Baiana de Teatro. É diretor, ator e palhaço.
PROJETO ARQUIVADO.