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PRONAC 247792Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Exposição OLHOS ABERTOS, OLHOS CERRADOS.

AUANA EDITORA E PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 2,79 mi
Aprovado
R$ 2,79 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-10-21
Término
2025-10-21
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal

Resumo

Realizaremos uma exposição de longa duração, um catálogo, um documentário para uma sala da exposição e um Portal de Comunidade no projeto intitulado "Olhos Abertos, Olhos Cerrados". Será feita uma revisão da obra do reconhecido fotógrafo goiano Rui Faquini, que aos 80 anos revê o Cerrado Brasileiro em toda sua transversalidade. A iniciativa terá um panorama inspiracional (poético) das imagens de Rui Faquini, e um panorama científico-ambiental, com estudos acadêmicos que apresentam dados acurados e atualizados por pesquisadores. Os produtos deste projeto são: EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS, CATÁLOGO, VÍDEO, CONTRAPARTIDAS SOCIAIS.

Sinopse

Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS: produzir uma mostra sobre o fotógrafo Rui Faquini, sob dois aspectos: 1) Panorama inspiracional (poético e encantador) – são essencialmente as imagens do fotógrafo Rui Faquini, seus depoimentos e crônicas, pois ele há 5 décadas documenta as manifestações culturais e naturais do Cerrado, os seus entornos, visto que é um cerratense que vive e respira essa região. Rui também apresenta momentos históricos do Cerrado e aborda seu patrimônio cultural e histórico; 2) Panorama racional – que, através de dados objetivos numa estética instigante, apresentará um panorama que contempla as peculiaridades geomorfológicas, apresenta a imensa biodiversidade desse ecossistema e estudos sobre a crescente degradação (queimadas, desmatamento e ocupação desordenada) que tem transformado o Cerrado ao longo das recentes décadas. Tudo isso também através da arte da fotografia, de depoimentos e crônicas que provocam, convocam a uma reflexão. Classificação indicativa etária: Livre. Produto VÍDEO: numa sala especial dentro da exposicão e também no território digital da plataforma/site, poderemos ver um documentário em média metragem, Full HD, de aproximadamente 45 minutos composto por cenas captadas em entrevistas com Rui Faquini e imagens de seu material fotográfico produzido ao longo dos seus 50 anos de carreira. Profissionais dirigidos por RIcardo Monte Rosa serão responsáveis pela captação, edição, sonorização e finalização do documentário. A ser exibido na Mostra, no PORTAL DO PROJETO e em Plataformas Digitais da Internet. Classificação indicativa etária: Livre. Produto CATÁLOGO: livro físico e digital contendo vistas da exposição, textos de curador e convidados.Versão Impressa:Capa duraFormato fechado 21 x 25 cm e formato aberto 42 x 25 cm204 páginasem papel couché 150 g/ mimpressão 4 x 4 corestiragem 2.000 exemplarestextos em português e em inglêsVersão em PDF Acessível Classificação indicativa etária: Livre. Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Tema: Olhos abertos e olhos Cerrados. Vamos abrir os olhos para a realidde do Cerrado Brasileiro. Sensibilização para a beleza e unicidade do ecosistema e sua cultura de raiz. Descrição: Visitas guiadas diárias (2 vezes ao dia; finais de semana 3 vezes ao dia); encontros semanais do autor e outros participantes do projeto com alunos de escola pública bata conversas sobre o Cerrado. Total de 16 encontros nos 4 meses de mostra. Duração: 90 minutos por visita. Arte educador/ palestrante/ mediador: equipe de arte educadores treinada para receber as visitas diariamente; palestrante e mediador presentes uma vez na semana para debates com o público enfocando vários temas cerratenses. Classificação indicativa etária: Livre.

Objetivos

OBJETIVO GERAL:"Olhos Abertos, Olhos Cerrados" será uma mostra e seus desdobramentos sobre o trabalho do fotógrafo Rui Faquini. O projeto terá o Cerrado Brasileiro como tema central, transversal, aglutinador e chamativo de modo a catalizar as atenções do país para a região. São objetivos gerais: - Valorizar a obra do fotógrafo Rui Faquini e seu vasto acervo constituído ao longo de mais de 50 anos de documentação; - Dar visibilidade ao Cerrado Brasileiro, seu povo, sua cultura; - Oportunizar o espectador a adentrar nos cotidianos de mulheres e homens arrodeados de águas, veredas e sequidão, de serras e sertões, numa região conhecida como Planalto Central do Brasil _ para uma reflexão necessária sobre as questões culturais e socioambientais contemporâneas: os caminhos e escolhas para se viver numa mesma terra; - Mobilizar fotógrafos, estudantes, interessados em fotografia e na área científico-ambiental e a comunidade local em torno das atividades propostas, visando uma maior compreensão, uma maior sensibilização, através do intercâmbio de ideias, experiências, vivências que possam levar ao crescimento individual, cultural e artístico; - Contribuir na formação de plateia para o entendimento da fotografia e sua inserção na arte; - Fornecer elementos que complementem a formação dos estudantes de fotografia e de outras áreas relacionadas à temática da exposição. OBJETIVOS ESPECIFICOS: Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS: conceber e montar a mostra intitulada "Olhos Abertos, Olhos Cerrados" do fotógrafo Rui Faquini, onde Cerrado Brasileiro será o tema central, transversal, aglutinador e ponte para apresentar dentro da mostra dois conjuntos diferentes e diferenciados _ Inspiracional-Poético e Científico-Ambiental. A exposição também será virtual e bilíngue, a ser disponibilizada gratuitamente ao público. Além disso, será realizado um bate-papo com o autor na abertura da exposição ao público e em eventos subsequentes, pelo menos a cada quinze dias. Produto VÍDEO: produzir um documentário, em média-metragem sobre a obra e vida de Rui Faquini, que ocupará um dos espaços da mostra e posteriormente será disponibilizado gratuitamente ao público através de plataforma online. Produto CATÁLOGO: editar e produzir um catálogo sobre a mostra. Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: serão realizadas 20 sessões de visitas guiadas para escolas e grupos, realizadas tanto pelo autor quanto por outros cerratenses próximos a Rui, que tragam suas experiências para o público.

Justificativa

Através de imagens inspiradoras, a exposição reafirma a produção potente de um autor consagrado na região central do país e elucida a singularidade e identidade próprias que as fotografias do Cerrado representam no universo plural do Brasil. Será um exercício de identidade cultural através das estéticas. Identidade cerratense. A importância de abrir os olhos _ o Cerrado é hoje das regiões mais ameaçadas do país e passa por uma transformacão veloz: por isso é imprescindível dar-se o destaque a essa região e sua cultura particular. É um primeiro passo no sentido de um melhor e maior entendimento das peculiaridades do Brasil Central. Contribui para assentar visualmente a memória e história de uma região que vem se transformando rapidamente, sendo o seu bioma, o Cerrado, um dos mais ameaçados pelo desmatamento na última década. O projeto justifica-se como porta-voz das questões cerratenses, manifesto de sua visibilidade/invisibilidade, num clamor para o não esquecimento. Trata-se de um projeto de raízes, de percursos, de identidades, de costumes arraigados, de descobertas. Um contraponto poético a provocar no espectador uma reflexão sobre os rumos que o Brasil traça para o seu futuro e para a sua identidade. E finalizando, valorizamos a continuidade e perseverança documental e artística de Rui Faquini, que olhou amorosamente para os cerrados ao seu redor. Inicialmente, entendemos que a realização do projeto "Olhos Abertos, Olhos Cerrados" se enquadra na Lei 8313 principalmente nos seguintes incisos do Art. 1°: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX _ priorizar o produto cultural originário do País. Em relação ao Art. 3° da referida norma, o evento se enquadra no seguinte inciso: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural. c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. IV _ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Em relacão às ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) o projeto e contribui de forma integrada para a preservação do Cerrado, desde a proteção ambiental à valorização cultural e sustentabilidade econômica. A implementação de ações alinhadas a esses objetivos pode criar um impacto positivo significativo e duradouro para o bioma e suas comunidades. ODS 13: Ação contra a Mudança Global do ClimaO Cerrado é crucial em termos de regulação climática, devido à sua capacidade de armazenar carbono. Preservá-lo ajuda a mitigar as mudanças climáticas. Além disso, a destruição do Cerrado contribui para o aumento das emissões de gases de efeito estufa, agravando o aquecimento global. ODS 15: Vida TerrestreO Cerrado é um dos hotspots de biodiversidade do mundo, abriga inúmeras espécies de plantas e animais que são exclusivas deste bioma. A proteção e a restauração dos ecossistemas do Cerrado são essenciais para a conservação da biodiversidade global. Preservar o Cerrado ajuda a manter a integridade dos ecossistemas e a sobrevivência de espécies ameaçadas. ODS 6: Água Potável e SaneamentoO Cerrado é conhecido como a "caixa d'água" do Brasil, pois abriga nascentes das principais bacias hidrográficas da América do Sul. Garantir a preservação do Cerrado é vital para proteger os recursos hídricos que abastecem milhões de pessoas e sustentam a agricultura e outras atividades econômicas. ODS 2: Fome Zero e Agricultura SustentávelO Cerrado é uma importante área agrícola, mas o avanço descontrolado da agricultura pode levar à degradação ambiental. Promover práticas agrícolas sustentáveis no Cerrado é essencial para garantir a segurança alimentar e a preservação ambiental. Integra a proteção do solo e dos recursos naturais com técnicas agrícolas que não prejudiquem o ecossistema. ODS 12: Consumo e Produção ResponsáveisIncentivar práticas de consumo e de produção que respeitem os limites ecológicos do Cerrado é fundamental. Isso inclui agricultura sustentável, uso racional dos recursos naturais e a valorização de produtos que promovam a conservação ambiental e cultural do Cerrado. ODS 11: Cidades e Comunidades SustentáveisAs comunidades tradicionais e indígenas do Cerrado têm modos de vida e conhecimentos que são fundamentais para a preservação desse bioma. Políticas de urbanização e desenvolvimento regional que respeitem e integrem esses saberes são essenciais para a manutenção da identidade cultural e o uso sustentável dos recursos naturais. ODS 4: Educação de QualidadeA educação é uma ferramenta crucial para promover a conscientização ambiental e cultural. Programas educativos voltados para a importância do Cerrado e suas características podem ajudar a formar gerações conscientes da importância de sua preservação e das práticas sustentáveis. ODS 17: Parcerias e Meios de ImplementaçãoA preservação do Cerrado requer esforços colaborativos entre governos, ONGs, pesquisadores e a comunidade local. Estabelecer parcerias e redes de colaboração pode potencializar os resultados de conservação e sustentabilidade.

Estratégia de execução

* Portal de Comunidade são plataformas recentemente criadas para poder abrigar vários eventos on line e todo tipo de conteúdo para pessoas que se inscrevem nele (constituindo assim a comunidade). Nesses espaços multiplos podem acontecer eventos virtuais, streamings, reuniões, enquetes e participacões, galeria de fotos e videos. Sendo asim, todo conteúdo produzido para a mostra pode estar num único canal. OLHOS ABERTOS PARA REGISTRAR SUA REGIÃO: www.faquini.comNascido em Morrinhos, Goiás, em 1943, Rui Faquini é fotógrafo há 50 anos. Chega a Brasília em 1958. Depois de alguns anos no serviço público, passa a se dedicar integralmente a fotografia a partir de 1970. Morou em alguns países como Irã, a antiga Iugoslávia e o Japão, onde se iniciou na fotografia. Durante sua passagem por alguns países como Suiça, Inglaterra e Itália, frequentou oficinas e estágios em estúdios de fotografia. Sua trajetória compõe-se tanto de trabalhos publicitários e documentais encomendados quanto projetos especiais na área cultural e meio ambiente. Atuou como freelancer até 1987 quando cria a Faquini Produção Fotográfica. Seu acervo conta diversos temas trabalhados, como a construção de Brasília, lares brasileiros, viagens e culturas. RUI É REPOSITÓRIO DO CERRADO.Através do olhar dele, de suas crônicas sobre as épocas percebemos a região central do Brasil e suas mudanças.O jeito de ser, estar e olhar do autor revela um Brasil autentico e original. Daí a importância de compartilhar com o mundo ser acervo: >> indígenas >> quilombolas >> vida rural >> Brasilia e sua construcão;>> Goiás e suas mudanças. METODOLOGIA: A exposição OLHOS ABERTOS, OLHOS CERRADOS buscará trazer igualmente o racional e o emocional a respeito do Cerrado. Logo na entrada, um Rui Faquini virtual e holográfico convidará os visitantes a escolherem entre conhecer os dados da região (história, geografia, meio ambiente ameaçado, traços culturais) ou mergulhar no encantamento das imagens, sonoriaddes e sensacões culturais. Pois cada uma dessas vertentes nascem daquele mesmo ponto. O início, a escolha... O visitante fará então sua escolha - conhecer os dados primeiro ou iniciar com o visualmente atraente.Ou como diz Rui Faquini: "A escolha será de cada pessoa. Se ela vai querer visitar a mostra apenas com olhos oníricos ou se trilhará os caminhos também com um olhar de ativista".

Especificação técnica

Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS: aproximadamente 50 obras. O bate-papo terá duração estimada de 90 minutos. 1. Holografia na recepçãoTeremos um Gerador de Hologramas: Equipamento específico para criar as imagens holográficas, que recriarão o autor e seu ambiente, convidando as pessoas a entrarem na exposição, a abrirem seus olhos para o Cerrado. Com uma tela interativa será possivel ouvir vearias mensagens do autor.2. Projetores Holográficos: Podem ser baseados em tecnologias como LCoS (Liquid Crystal on Silicon), DLP (Digital Light Processing) ou outra tecnologia de exibição avançada.3. Plexiglass ou Filmes Holográficos: Superfície onde os hologramas serão projetados. 4. IMAGENS DA EXPOSIÇÃO - Projeções e Retroprojeções- Teremos Projetores Digitais de Alta definição (4K ou superior), preferencialmente com alto brilho (em lumens) para garantir boa visibilidade em diversas condições de iluminação. O ambiente de baixa luz da exposição será perfeito para criar projeções de imagens 'solares" do cerrado. - Teremos também lonas para retroprojeção: telas especiais que permitem a passagem da luz do projetor de trás para frente, criando uma imagem visível para o público.- Teremos telas de Projeção:Superfícies adequadas para projeções frontais; podem ser telas portáteis ou fixas. Pensamos em criar um mosaico de imagens e luzes como síntese do Cerrado visto por Rui.- Mapeamento de Projeção: Teremos Softwares como Resolume, MadMapper ou TouchDesigner para ajustar e mapear as projeções de forma correta nos objetos ou superfícies. 5. As Ampliações físicas serão feitas em Grande Formato em Papel fotográfico fine art (fibra de algodão) impresso em impressora jato de tinta.Montagem sem vidro para o vislumbre mais realiosta das imagens. 6.Iluminação especial- Fonte de Luz Coerente:como lasers, que são usados na criação e exibição de hologramas.- Iluminação de Ambiente: Luminárias de LED com controle de temperatura e intensidade para evitar interferências nas zonas de projeção e holografia.- Luzes Direcionais: para iluminar corretamente as ampliações. 5. Sistemas de Som- Caixas Acústicas e Amplificadores: para fornecer som imersivo do cerrado.- Sistema de Som Direcional:Tecnologia que permite direcionar o som para áreas específicas, criando experiências de áudio focalizadas. 6. Infraestrutura Digital- Servidores/Computadores de Alto Desempenho:Equipados com GPUs potentes para renderização de imagens em tempo real, se necessário.- Software de Controle e Gerenciamento:** Sistemas que podem controlar múltiplos dispositivos simultaneamente, sincronizando todos os elementos de exibição.- Tablets ou Terminais de Controle para a monitoria:Para que os curadores ou técnicos possam ajustar as configurações em tempo real. 7. Montagem e Suporte- Suportes e Estruturas metalizados: para telas de projeção, equipamentos holográficos e ampliados.- Cabos e Conexões:HDMI, DisplayPort, Ethernet, cabos elétricos adequados e outros tipos de conectores necessários para ligar todo o equipamento. 8. Instalação Artística- Elementos Escultóricos ou de Cenografia: Dependendo do conceito da exposição, pode ser necessário criar suportes ou ambientes específicos para ambientar as imagens holográficas e projeções. Produto VÍDEO: Média metragem - 45 minutosFull HDEntrevistas com Rui Faquini/suas memórias cerratensesEntrevistas com artistas e companheiros de vida de Rui que agreguem bons conteúdos ao Doc.Entrevista com Liana Fraifeld, esposa de Rui, também fotógrafa e companheira de viagens.Legendado. Produto CATÁLOGO: capa duraformato fechado 21 x 25 cm e formato aberto 42 x 25 cm204 páginasem papel couché 150 g/ m²impressão 4 x 4 corestiragem 2.000 exemplarestextos em português e em inglês

Acessibilidade

Comprometemo-nos em certificar de que serão tomadas todas as medidas para garantir a inclusão dos portadores de necessidades especiais e idosos, indistintamente, em todas as etapas do projeto. Em atendimento à Lei 13.146/15, Art. 42, nas formas de comunicação previstas no Art. 3º: - Como forma de ampliar o acesso, propomos trabalhar com caracteres das legendas ampliados, assim como a linguagem escrita bem simples e promover uma ação para atendimento ao público portador de deficiência visual e auditiva com um monitor com domínio em libras e para leitura das legendas e audiodescrição dos painéis expostos. Visando promover a inclusão de pessoas com necessidades especiais ao projeto, e em atendimento à Lei 13.146/15 e o Decreto nº 9.404/18 nas formas previstas, de acordo com o capítulo V, Seção I – Das Medidas de Acessibilidade, Art. 27 da IN nº 11 de 30/01/2024, serão considerados os seguintes aspectos, resumidamente. Produto EXPOSIÇÃO: a) ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões e banheiros adaptados. b) DEFICIENTES AUDITIVOS: audio-guias com todo conteúdo da exposição; c) DEFICIENTES VISUAIS: piso tátil, mapa tátil. d) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: serão contratados consultores para definição desse aspecto de acessibilidade para a obra. Produto CATALOGO; a) ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica. b) DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica. c) DEFICIENTES VISUAIS: será disponibilizado em pdf acessível. d) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: será disponibilizado em pdf acessível. Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS a) ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões e banheiros adaptados. b) DEFICIENTES AUDITIVOS: disponibilidade de intérprete por demanda, através de inscrições prévias. Intérprete de Libras durante a realização da ação de contrapartida, palestras do autor. c) DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral. E contratação, caso seja demandado pelas instituições de educação pública, de monitor para atendimento aos portadores de necessidades especiais para audiodescrição da ação de contrapartida. d) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: disponibilidade de mediadores por demanda, através de inscrições prévias. Produto VÍDEO a) ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica. b) DEFICIENTES AUDITIVOS: o documentário será legendado. c) DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral. d) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: disponibilidade de mediadores por demanda, através de inscrições prévias.

Democratização do acesso

Em atendimento ao Art. 29 da Instrução Normativa n°11/2024, o plano de distribuição do referido projeto supera o previsto, uma vez que é totalmente gratuito, isso tudo além de: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; Em atendimento ao artigo 30 da IN nº 11/2024, Da Ampliação do Acesso: Art. 30 Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso (Anexo I): I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição.

Ficha técnica

Ana Augusta Rocha - Auana Editora: Coordenação geral, textos e ministrante de oficinasAna Augusta Rocha é jornalista e publicitária com larga experiência na produção de livros e campanhas que envolvam as pessoas em causas que valham a pena. Dedicou sua experiência de trabalho nas grandes agências de publicidade, para criar peças de comunicação capazes de mobilizar as pessoas. Autora de mais de 40 livros e editora de outros 40 livros publicados. Em sua experiência também realizou mais de 20 projetos com leis de incentivo fiscal. Especializou-se em desenvolver projetos de comunicação e editoriais voltados para exaltar valores e contribuir para a construção de marcas mais relevantes. Campanhas e clientes para quem Ana já criou muitos trabalhos: ● Natura● Cinex● Porsche● Frigorífico Prieto● Independência● Cia Suzano de Papéis● Duke Energy, Casa da Don’Anna,● Globalfood – Advanced Food Technology RUI FAQUINI – ARTISTA/FOTÓGRAFO Nascido em Morrinhos, Goiás, em 1943, Rui Faquini é fotógrafo há mais de 50 anos. Chega a Brasília em 1958. Passa a se dedicar integralmente à fotografia a partir de 1970. Morou em alguns países como Irã, a antiga Iugoslávia e o Japão, onde se iniciou na fotografia. Durante sua passagem por alguns países como Suíça, Inglaterra e Itália, frequentou oficinas e estágios em estúdios de fotografia. Sua trajetória compõe-se tanto de trabalhos publicitários e documentais encomendados quanto projetos especiais na área cultural e meio ambiente. Atuou como freelancer até 1987 quando cria a Faquini Produção Fotográfica. Seu acervo abrange temáticas variadas, documentação maiormente realizada nos Cerrados do Brasil. Atualmente, Faquini continua registrando os interiores do Brasil, com ênfase no Cerrado e a Amazônia. Também desenvolve projetos publicitários e editoriais. Foi curador da Galeria Fotoponto em Brasília-DF, de 2010 a 2015. Foi diretor do Espaço Cultural Renato Russo, Brasília-DF, de 2007 a 2010. Fotógrafo free-lancer de 1978 a 1986. Foi orientador da atividade de Imagem e Movimento do Centro de Criatividade (atual Espaço Cultural Renato Russo) em Brasília-DF, em 1977/78. Na área de turismo, fez o Projeto Rotur na EMBRATUR: 25.000 quilômetros rodados em sete meses de documentação de locais pouco conhecidos com potencial turístico. Atendeu também a GOIASTUR e TURIMAT, entre 1974 e 1977. Foi responsável pela Fotografia-still do filme Joana Francesa, Alagoas, 1973. ROBERTO LINSKER – EDITOR, CURADOR E RESPONSÁVEL PELO CATALOGO DA EXPOSIÇÃO Roberto Linsker, brasileiro de 1964, fotógrafo, formado em Geologia pelo Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, editor e publisher da Terra Virgem Edições. Desde 1994 criou e fotografou para as séries de livros Brasil Aventura, Cuidados pela Vida, Tempos do Brasil e Fotógrafos Viajantes. Como fotógrafo, publicou em 2006, Mar de Homens, O Mar é uma outra terra e Ilusão Posterior em 2014. É curador do projeto Archipelago, que reúne trabalho de 20 artistas em livro impresso, exposições fotográficas e debates. Recebeu o prêmio Picture of the Year2002 entregue pela National Geographic, em Washington. Foi contemplado com o 31º Prêmio Abril de Jornalismo na Categoria Cultura. Tem imagens nos acervos da coleção MASP-PIRELLI, no MAM-SP e junto a colecionadores particulares. Tem ensaios publicados em jornais e revistas brasileiros tais como Piauí, Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo, Veja, Marie Claire, Vogue, entre outros. É colaborador frequente da revista National Geographic Brasil. Participou de dezenas de exposições fotográficas individuais e coletivas no Brasil e no exterior. RICARDO DO MONTE ROSA - Diretor e Curador do Documentário que comporá a EXPOSIÇÃO. Ricardo do Monte Rosa, engenheiro, foi sócio proprietário da empresa Propiso Engenharia, na metade da década de 70 e início dos anos 80 e foi responsável pela construção de mais de 30.000 m2 de prédios na então jovem capital do Brasil. Daí dedicou-se a seu sonho de tornar-se documentarista, fundado a empresa Ema Vídeo que foi a primeira empresa independente do Brasil a ter um programa regular na televisão aberta. Foram mais de 10 anos com o Programa Estação Ciência na Rede Manchete que ia ao ar às 9:00 h das manhãs de domingo. Dentre inúmeros prêmios obtidos, recebeu o prestigioso Prêmio José Reis de Divulgação Científica da SBPC. Com o advento das novas tecnologias de ensino fundou a empresa EADTEC pioneira no ensino a distância no Brasil.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.