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Proposta educativa com pesquisa sobre a Baía de Guanabara, incluindo atividades educativas, culturais,seminários e um catálogo bilíngue. A proposta, com vertente multidisciplinar, inclui abordagem ambiental, social, histórica, econômica, geomorfológica e hidrológica. Objetiva-se abordar a transformação da Baía de Guanabara, a partir do século XVII, por meio de uma narrativa compreensiva que considera o impacto da urbanização, da exploração, da poluição e os esforçosdedespoluição.
Programação Educativa O projeto Guanabara, o abraço do mar contará com instituições parceiras para a elaboração dos cursos, seminário e oficinas. Entre elas a Universidade Federal do Rio de Janeiro e a Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Exposição: Guanabara, o abraço do mar Local: FGV - Praia de Botafogo, 190 Quantidade de obras: aproximadamente 80 unidades de tamanhos variados Quantidade de artistas: 50 artistas Duração: 100 dias Previsão de Público: 5.000 pessoas
Objetivo Geral Destacar a importância e a complexidade da Baía de Guanabara e seu entorno social e ambiental. Conscientizar o público sobre os aspectos históricos e artísticos, enfatizando os desafios ambientais enfrentados pela Baía do presente: É possível voltar à Baía do Passado? Objetivos específicos - Desenvolver pesquisa e difundir conhecimento sobre a Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, que compreende publicações científicas; - Realizar programação educativa sobre a mostra expositiva inédita Guanabara, o abraço do mar, na FGV Arte, na cidade do Rio de Janeiro; - Realizar agenda paralela com programação educacional compreendendo a realização de minicursos, seminários, visitas mediadas, palestras e oficinas práticas. Toda a programação é gratuita e aberta ao público mediante inscrição prévia por formulários disponibilizados nos canais online da FGV. - Produzir catálogo bilingue com aproximadamente 80 páginas, incluindo textos científicos e curatoriais, além de imagens presentes na mostra expositiva, com curadoria de Paulo Herkenhoff e cocuradoria de Luiz Alberto.
A proposta educativa, cursos / seminários e catálogo vem de encontro a realização da mostra expositiva Guanabara, o abraço do Mar. A exposição será realizada na FGV. O projeto contará com uma agenda extensa de cursos, palestras, seminários. A exposição contará com a curadoria de Paulo Herkenhoff e a co curadoria de Luiz Alberto Oliveira, tece a história da Baía de Guanabara, enfatizando suas complexidades. O catálogo será produzidos pelo curador e co curador. A Baía de Guanabara, localizada no estado do Rio de Janeiro, é um dos cenários mais emblemáticos e complexos do Brasil, representando não apenas uma das maiores baías do mundo, mas também um testemunho profundo das transformações sociais, ambientais e históricas que moldaram a região. A sua relevância vai além da mera dimensão geográfica, refletindo a história e o desenvolvimento do Rio de Janeiro, e, por extensão, do Brasil. Historicamente, a Baía de Guanabara tem sido um ponto focal de exploração desequilibrada, com intervenções habitacionais e industriais que resultaram em alterações irreversíveis no seu ecossistema e paisagem. Essas mudanças sublinham a necessidade urgente de uma abordagem educativa e científica abrangente, que considere as dimensões ambientais, sociais, econômicas, políticas, históricas e artísticas da baía. O projeto visa promover uma compreensão multidisciplinar que não apenas ilumine a importância e centralidade da Baía de Guanabara, mas também recontextualize o seu papel significativo na narrativa do Rio de Janeiro, que por muito tempo esteve relegado a um plano coadjuvante. Em paralelo, a Fundação Getulio Vargas (FGV) tem desenvolvido iniciativas notáveis nas áreas de sustentabilidade, mudança climática, saneamento e inovações urbanas, alinhando-se com as diretrizes globais de proteção ambiental e responsabilidade social. Desde 1992, a UNESCO reconheceu o conceito de Paisagem Cultural, ampliando a tipologia de bens culturais para incluir áreas urbanas que exemplificam a interação entre a natureza e a intervenção humana. Em 1º de julho de 2012, o Rio de Janeiro tornou-se a primeira área urbana do mundo a ser reconhecida por sua paisagem cultural única. A inclusão da cidade na categoria de Paisagem Cultural pela UNESCO não apenas valoriza o Rio de Janeiro como um exemplo excepcional de como a cultura e a natureza interagem em um ambiente urbano, mas também estabelece uma base sólida para ações de proteção e preservação. Este reconhecimento é um passo crucial para consolidar a importância da Baía de Guanabara, ressaltando a necessidade de iniciativas que garantam a preservação e a valorização deste patrimônio. Portanto, o projeto visa integrar a análise histórica, ambiental e cultural da Baía de Guanabara com as práticas e princípios contemporâneos de sustentabilidade e proteção ambiental, promovendo uma compreensão holística que favoreça a preservação e a valorização desta paisagem cultural singular. De acordo com o apresentado, o projeto "Guanabara, o abraço do mar" tem como finalidades os seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E se enquadra no Art 3o, Inciso II - fomento à produção cultural e artística, alínea c, por se tratar de uma exposição de artista da região Nordeste do Brasil, valorizando e estimulando, assim, a cultura e a arte do país e seus criadores.
Catálogo 3000 unidades Perfil: Formato 22cm × 25 cm, miolo de 80 páginas em couché 170g/m2, cerca de 80 imagens, ISBN. Distribuição gratuita
Pesquisa - Programa Educativo Acessibilidade Aspecto Arquitetônico: O local de realização das atividades estará apto a receber pessoas com mobilidade reduzida, como rampas de acesso, banheiros adaptados e pisos táteis. Rubrica o orçamento: não será necessário inclusão de nenhuma despesa. Acessibilidade Comunicacional Será disponibilizado um vídeo gravado com o curador Paulo Herkenhoff e cocurador Luiz Alberto Oliveira, com tradução simultânea em libras e disponibilizado no site da FGV Arte, levando ao público um panorama da exposição por meio de uma visita guiada virtual. Além disso, será disponibilizado em local de destaque na sala de exposição QR Code, dando acesso direto a postagem. As visitas guiadas contarão com interpretação de libras. Rubrica o orçamento: Intérprete de libras Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra Acessibilidade Aspecto Arquitetônico: O local de realização das atividades estará apto a receber pessoas com mobilidade reduzida, como rampas de acesso, banheiros adaptados e pisos táteis. Rubrica o orçamento: não será necessário inclusão de nenhuma despesa. Acessibilidade Comunicacional Os cursos, palestras e seminários, contarão com gravação e disponibilização nos sites da Fundação Getúlio Vargas, todas as atividades contarão com interpretação de libras. Os participantes irão informar durante a palestra os elementos constantes nas imagens. Quanto ao conteúdo, será totalmente acessível por ser apresentado de forma oral. Rubrica o orçamento: Intérprete de libras. Catálogo Acessibilidade Aspecto Arquitetônico: Não se aplica. Acessibilidade Comunicacional O catálogo contará com QRCode com direcionamento a audiodescrição.Teremos monitores treinados para acompanhar o público com deficiência visual. Item orçamentário: audiodescrição Produção de catálogo virtual com textos acessíveis para deficiência intelectual em linguagem simples que seguem os princípios teóricos do Desenho Universal para Aprendizagem (DUA) e com imagens das obras da mostra. Tendo textos ampliados, uso de fontes de fácil percepção e com cor contrastante ao fundo. Será sinalizado na exposição, por QR code, como acessá-lo. Item orçamentário: Despesa incluída nos custos vinculados de divulgação - Item Catálogo virtual acessível para pessoas com deficiência intelectual.
Pesquisa - Programa Educativo Composição: 1. Visitas Mediadas e Atividades Educativas; 2. Formação e Pesquisa; 3. Território e Acessibilidade. Os Programas são constituídos por ações regulares e programadas, de modo a atender os objetivos vigentes de cada programa e as demandas dos diferentes públicos. Público alvo: prioritariamente estudantes de qualquer nível escolar e beneficiários de baixa renda; pesquisadores, professores, artistas, de todas as idades. O projeto Guanabara, o abraço do mar será realizado na cidade do Rio de Janeiro, em espaço cultural da FGV Arte, localizado na Praia de Botafogo, 190. Previsão de público: Total 5.000 pessoas Período: 90 dias Acesso: gratuito Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra Toda a programação do projeto Guanabara, o abraço do mar é gratuita e aberta ao público. Serão disponibilizados vídeos gravados das atividades científicas e educacionais no site da Fundação. A programação consistirá em três minicursos, um seminário, uma palestra, além de oficinas educativas. A participação será feita mediante inscrição prévia por formulários disponibilizados nos canais online da FGV. Público alvo: estudantes das rede pública e particular de ensino, universitários, professores, artistas, historiadores, público frequentadores de museus e espaços culturais, moradores da cidade do Rio de Janeiro, Ongs. Catálogo O catálogo com com texto curatorial e imagens de todas as obras participantes da mostra expositiva, será oferecido ao público de forma gratuita. Quantidade de exemplares: 3.000 unidades Distribuição: de forma gratuita. Todas as ações terão autorização para veiculação de imagens das atividades. *Atendendo ao disposto no artigo 30º da instrução normativa nº 11, de 30 de janeiro de 2024 do Ministério da Cultura serão realizadas as seguintes ações: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
Laura Taves - Consultoria de Educação Laura Taves co-fundou a Azulejaria em 2003, então associada à ONG Enda Brasil – parte da organização internacional Enda Tiers-Monde surgida no Senegal em 1972 – a qual coordenou durante 4 anos. Artista, arquiteta e urbanista, vive e trabalha na cidade do Rio de Janeiro, onde desenvolve projetos nos quais, através da arte e da educação procuram discutir e atuar na cidade em processos de construção coletiva. Trabalha desde 2015 como gerente de Relações Comunitárias do Museu do Amanhã, atuando diretamente com os moradores da região portuária do Rio. João Pedro Orban - Oficina de fotografia João Pedro Orban é fotógrafo documental e retratista com formação multidisciplinar e mais de 10 anos de experiência em fotografia, comunicação social, audiovisual, educação e projetos culturais e sociais. Trabalhou em projetos humanitários para Ongs nacionais e internacionais, campanhas publicitárias e editoriais. No ano de 2023 dirigiu o documentário Casa das Águas, sobre um terreiro de Candomblé da cidade de Maricá, documentário selecionado para a mostra oficial do festival Kino Fest de Goiânia, realizado em maio de 2024. Além disso trabalhou em projetos audiovisuais para produtoras nacionais e internacionais como Netflix, Amazon Prime Video, Globoplay, Conspiração Filmes, entre outras. Paulo Herkenhoff - CuradorCurador chefe da FGV Arte. É ex-Diretor Cultural do Museu de Arte do Rio, o MAR. Foi Diretor do Museu de Belas Artes do Rio de Janeiro (2003-2006), Curador Adjunto no departamento de pintura e escultura do Museu de Arte Moderna de Nova York, o MoMA (1999-2002), Curador Geral da XXIV Bienal de São Paulo (1997 e 1999) e Curador da Fundação Eva Klabin Rapaport. Foi Consultor da Coleção Cisneros (Caracas, Venezuela), e Consultor da IX Documenta Kassel, na Alemanha (1991). Foi curador chefe do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, o MAM (1985-1999). Realizou curadorias consideradas centrais para a compreensão histórica da produção em arte brasileira e latino americana, como o Pavilhão brasileiro na 47a Bienal de Veneza (1997), exposição de formato fundador realizada em instituição de prestígio mundial; foi curador geral da 24a edição da Bienal de São Paulo (1998), “Um e/entre Outros”, conhecida como a Bienal Antropofágica, considerada uma das mais importantes exposições da década de 1990, contemplada inclusive com um dos livros da Coleção Exhibitions Histories, editada por uma das mais atuantes publicações sobre arte contemporânea, a Afterall. Curou também “Lucio Fontana”, no Centro Cultural do Banco do Brasil, Rio de Janeiro e São Paulo (2001) e “Tempo”, realizada no Museu de Arte Moderna, o MoMA, em Nova York (2002), que reuniu artistas de vários países em torno da temática temporal em suas percepções fenomenológicas e ficcionais - Herkenhoff é um dos poucos brasileiros a ocupar um cargo de curador no MoMA. Outras curadorias: “Guillermo Kuitca”, Centro Reina Sofía (Palácio de Velásquez), Madrid (2003);Contrapensamento Selvagem, Itaú Cultural (2011); Zona Tórrida, Certa Pintura do Nordeste no Santander Cultural do Recife (2012); Vontade Construtiva na Coleção Fadel, no MAR-Museu de Arte do Rio (2013) e O Abrigo e o Terreno: Arte e Sociedade no Brasil no MAR-Museu de Arte do Rio (2013), exposições realizadas já em seu cargo atual com foco na especificidade da produção brasileira em seu contexto social e cultural.Sua produção bibliográfica contempla a produção de alguns dos mais importantes artistas contemporâneos, como “Cildo Meireles”, “Maria Leontina”, “Antônio Dias”, “Beatriz Milhazes”, “Emmanuel Nassar, entre o Silêncio e o Simples”, assim como oferece olhar renovador para a compreensão de produções históricas como em “O Brasil e Os Holandeses 1630-1654”, “A Arte Brasileira 28/03/2018 na Coleção Fadel”, “Biblioteca Nacional, a História de Uma Coleção”, “The Contemporary Art of Brazil: Theoretical Constructs” e “The Theme of Crisis in Contemporary Latin American Art”. Luiz Alberto Oliveira - Co curador Luiz Alberto Oliveira é Físico, doutor em Cosmologia, foi pesquisador do Grupo de Cosmologia, Relatividade e Astrofísica do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF/MCTI), onde também atuou como professor de História e Filosofia da Ciência. Foi Curador Geral do Museu do Amanhã do Rio de Janeiro de 2010 a 2020. Atualmente é pesquisador, palestrante e consultor de diversas instituições brasileiras e internacionais. Publicou ensaios nas seguintes coletâneas organizadas por Adauto Novaes: A Crise da Razão (1996), O Avesso da Liberdade (2002), O Homem-máquina(2003), Civilização e Barbárie (2004), Mutações: a experiência do pensamento (2010), Mutações: a invenção das crenças(2011), Mutações: elogio à preguiça (2012), Mutações: o silêncio e a prosa do mundo (2014), Mutações: fontes passionais da violência (2015), Mutações: entre dois mundos (2017), Mutações: novas configurações do mundo (2017). Mauro Saraiva / Tisara Arte Produções Ltda - Coordenador de produção 2019 Instituto Casa Roberto Marinho – Rio de Janeiro “Duplo Olhar: Pintura e Fotografia Modernas Brasileiras” Curadoria Marcia Mello e Paulo Venancio Filho 5 de dezembro de 2019 a 26 de abril de 2020 2018 Paço Imperial – Rio de Janeiro “Patrimônios do Norte – Homenagem aos 81 Anos do IPHAN” Curadoria Luciana Carvalho, Marcelo Campos e Thiago da Costa Oliveira 19 de setembro a 25 de novembro de 2018 Memorial Vale – Belo Horizonte Angelo Venosa - “Penumbra” Curadoria Vanda Klabin 26 de setembro a 25 de novembro de 2018 Paço Imperial – Rio de Janeiro Renato Morcatti - “Pirajá” 28 de junho a 26 de agosto de 2018 Museu Vale – Vila Velha Angelo Venosa - “Penumbra” Curadoria Vanda Klabin 24 de maio a 9 de setembro de 2018 Caixa Cultural Rio de Janeiro Pierre Verger - “Dorminhocos” Curadoria Raphael Fonseca 20 de janeiro a 18 de março de 2018 2017 Memorial Minas Gerais Vale – Belo Horizonte Felipe Barbosa & Rosana Ricalde - “Jardins Móveis” 08 de outubro a 12 de novembro de 2017 CCBB- DF - Centro Cultural Banco do Brasil – Belo Horizonte “ENTRE NÓS – A figura humana no acervo do MASP” Curadoria Luciano Migliaccio e Rodrigo Moura 18 de julho a 18 de setembro de 2017 Museu Vale – Vila Velha Felipe Barbosa & Rosana Ricalde - “Jardins Móveis” 29 de junho a 24 de setembro de 2017 CCBB- BH - Centro Cultural Banco do Brasil – Belo Horizonte “ENTRE NÓS – A figura humana no acervo do MASP” Curadoria Luciano Migliaccio e Rodrigo Moura 26 de abril a 02 de julho de 2017 MAM-Rio – Museu de Arte Moderna – Rio de Janeiro Nelson Felix – “Trilha para 2 Lugares e Trilha para 2 Lugares” 08 de abril a 02 de julho de 2017 CCBB- RJ - Centro Cultural Banco do Brasil – Rio de Janeiro “ENTRE NÓS – A figura humana no acervo do MASP” Curadoria Luciano Migliaccio e Rodrigo Moura 08 de fevereiro a 10 de abril de 2017 Equipe de mediação de público / monitores: Angélica Yonghui Wenjun Historiadora da arte pela UFRJ, trabalhou na rede emancipa RJ, no Museu Espaço ciência Viva, na Casa da ciência - Centro Cultural de Ciência e Tecnologia da UFRJ e no educativo do CCBB. Atua na FGV Arte desde 2023. Henrique Leandro Policarpo Francisco Graduando em biologia, com ênfase em ecologia, pela Universidade Veiga de Almeida. Foi mediador cultural na Caixa Cultural e no Museu de Arte do Rio (MAR). Carlos Eduardo de Azevedo Silva Cursando a graduação em Relações Internacionais na UFRJ. Tem experiência profissional no IBGE. Assessoria de imprensa: Meise Halabi | MH Assessoria de Comunicação Bacharel em Comunicação Social e Bacharel em Jornalismo pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Professora do MBA de Gestão Cultural e da Pós-Graduação de Produção Cultural da Universidade Candido Mendes [2006-2013]. Assessoria de imprensa no Rio de Janeiro Artes visuais [seleção] Nan Goldin, Ascânio MMM, Cristina Canale, Daniel Senise, Roy Lichtenstein, 1ª Mostra Rio Arte Contemporânea [MAM Rio], João Magalhães; Escher, ÍNDIA!, OSGEMEOS, Anish Kapoor, África, Cildo Meireles, Bruce Nauman, Antoni Tàpies, Jenny Holzer, Peter Greenaway, Gary Hill, Bill Viola, Brasil: desFocos [coletiva cocurada por Paulo Herkenhoff], Jac Leirner, Waltercio Caldas, Eduardo Berliner, Cinthia Marcelle, José Rufino, Prêmio CCBB Contemporâneo 2015-2016, Abraham Palatnik; DIGI Festival de Cultura Digital, Arqueologia do Resgate, Realismo, Vaivém [CCBB RJ]; Iran do Espírito Santo, Mostra BUG, Arte, Cidade e Patrimônio, Waly Salomão: Babilaques [Centro Cultural Futuros]; Torres García, Fabio Cardoso [CAIXA Cultural]; Eduardo Sued, Sean Scully, Mel Bochner, Emmanuel Nassar, Henrique Oliveira, Hélio Oiticica Penetráveis [Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica]; Lygia Clark, Atelier Finep, Gordon Matta-Clark, Calder, Roberto Burle Marx, Anna Maria Niemeyer, Wilma Martins, Eduardo Coimbra, Efrain Almeida [Paço Imperial]; Estética da periferia, Gringo Cardia, Luiz Carlos Ripper [Centro Cultural Correios]; artevida [cocuradoria de Adriano Pedrosa, atual curador da Bienal de Veneza], Laercio Redondo e Orixás [Casa França-Brasil], Antonio Dias, Angelo Venosa, Ernesto Neto, Luiz Zerbini, Vik Muniz, Marcos Chaves, Carlito Carvalhosa, Fernanda Gomes, Lenora de Barros, Laura Erber [Galeria Laura Alvim]: Tunga – Laminadas Almas [Arquivo Geral do Jardim Botânico, RJ] Assessoria de imprensa para toda a programação da Galeria de Arte Centro Empresarial Rio, à Praia de Botafogo 228, dedicada à arte contemporânea [1983 – 1990], e que foi tema do livro Galeria de Artistas, publicado pela FGV Conhecimento. Publicações de arte contemporâneaTatiana Altberg e Eleonora Fabião, coleção ARTEBRA [Automatica Produtora] na internet, Ascânio MMM, Poética da Razão, de Paulo Herkenhoff; Cotidiano e Cadernos de Viagem, de Wilma Martins [Parque Lage] e Escultura Contemporânea no Brasil, de Marcelo Campos [Casa França-Brasil]; Artur Barrio, organização editorial de Ligia Canongia [MAM Rio]. Pesquisa Georges Marques Gonçalves Licenciado em Artes Visuais pelo IART/UERJ, tem formação de mediação pela escola do olhar do Museu de Arte do Rio e é mestrando em história da arte pelo PPGHA/UERJ.
PROJETO ARQUIVADO.