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O projeto "Histórias do corpo: diálogos" propõe a publicação de revista digital bilíngue composta de 23 entrevistas feitas por Ivana Menna Barreto com artistas e pesquisadore/a/s das artes do corpo, iniciadas a partir de 2020, e textos críticos de pesquisadore(a)s convidados. As entrevistas propõem uma visão histórica dialógica, para conhecer e expandir um conhecimento sobre dança e performance gerado no Brasil na contemporaneidade, colocando em perspectiva acontecimentos recentes e do passado (que ainda ressoam no presente), numa reflexão coletiva como recorte de pensamento sobre o país através de narrativas, leituras e textos críticos no campo das artes do corpo.
O projeto “Histórias do corpo: diálogos” propõe a publicação de revista digital bilíngue composta de 23 entrevistas feitas por Ivana Menna Barreto com artistas e pesquisadore/a/s das artes do corpo, iniciadas a partir de 2020, e textos críticos de pesquisadore(a)s convidados. As entrevistas propõem uma visão histórica dialógica, para conhecer e expandir um conhecimento sobre dança e performance gerado no Brasil na contemporaneidade, colocando em perspectiva acontecimentos recentes e do passado (que ainda ressoam no presente), numa reflexão coletiva como recorte de pensamento sobre o país através de narrativas, leituras e textos críticos no campo das artes do corpo. Na primeira série de entrevistas o projeto produziu 6 entrevistas em formato Podcast, publicadas no Spotify; e na segunda série, produziu mais 10 entrevistas, publicadas também em formato Podcast na plataforma Sesc Digital e Spotify. O projeto surgiu com estudos a partir de questões e obras de vários artistas e pesquisadore(a)s e, em seguida, com entrevistas publicadas na Revista Questão de Crítica, em 2020. Em 2021 as entrevistas foram publicadas em formato Podcast na plataforma Spotify, com patrocínio da Lei Aldir Blanc. Os temas da Série 1 são os modos de conduta e comportamento implicados no ensino da dança; a presença da contracultura e do tropicalismo na performance; a importância dos mundos imaginados e das fabulações como estratégias de sobrevivência; o legado do(a)s pensadore(a)s negro(a)s à cultura brasileira; a ginga como resistência. Em 2023 o Podcast teve a parceria do Sesc SP e realização do Sesc Campinas para a Série 2, com temas como o aparecimento/desaparecimento do corpo em sua relação com o tempo histórico; o racismo como questão determinante na formação e criação artística do/a/s artistas negro/a/s; o corpo construído nas relações entre Portugal e Brasil; a festa, a celebração e a contundência crítica na performance de gênero; o vínculo entre produções artísticas e ações sociais. Para essa proposta buscamos produzir a terceira série com 7 novas entrevistas; e publicar o site com a inserção de todas (23), permeadas por textos críticos de pesquisadore/a/s de teatro, dança, performance e artes visuais, para alargar as discussões sobre a proposta e provocar reflexões/inflexões no pensamento e na produção artística das artes do corpo. O trabalho incluirá estagiários/alunos da Faculdade Angel Vianna, da Graduação e do Mestrado, que irão colaborar no processo de elaboração das entrevistas e edição dos áudios e textos, dentro do projeto de pesquisa “Histórias do corpo”. O acesso será gratuito ao público de todas as classes sociais, sem distinção de genêro, raça, etnia, classe econômica, etc. Público-alvo: Estudantes e profissionais das artes, profissionais liberais, professores; interessados nas artes em geral; usuários de redes sociais, canais e plataformas digitais de streaming. A faixa etária recomendada para acesso será a partir de 14 anos. É importante ressaltar que, sendo uma publicação bilíngue, o projeto poderá ter alcance nacional e internacional.
Objetivo Geral: Publicação digital bilíngue de vinte e três entrevistas e seis textos das artes do corpo, a partir das pesquisas apresentadas no podcast "Histórias do Corpo" Obejtivos Específicos: - a discussão e elaboração de novas entrevistas, junto ao pesquisador-colaborador André Masseno, 1 pesquisador(a) e 4 estagiários e alunos da Graduação e da Pós-graduação da Faculdade Angel Vianna, RJ; - a produção das sete (7) novas entrevistas, com artistas e pesquisadore(a)s de lugares e entendimentos diversos sobre corpo; - a escrita de seis (06) textos sobre os temas/conteúdos-chave permeando as entrevistas, sendo um de Ivana Menna Barreto, outro de André Masseno, pesquisador colaborador na pesquisa, e mais quatro (04) convidado/a/s; - a edição das 23 entrevistas realizadas desde 2021, e dos textos, em colaboração com 1 pesquisador(a) e 4 estagiários e alunos da Graduação e da Pós-graduação da Faculdade Angel Vianna, RJ; - a publicação da plataforma digital e arte final do projeto; - o lançamento presencial da publicação, com debates e mesas redondas no RJ.
É através de recursos advindos da renúncia fiscal federal, Lei Roaunet, que a maioria dos projetos culturais brasileiros podem ser realizados. Seja através de patrocínio obtido no setor privado, ou através de editais públicos, este é o mecanismo que transformou a produção cultural nacional, e segue sendo ferramenta fundamental para o crescimento do setor cultural , e pela realização de ações que democratizam o acesso e promovem a descentralização do bem cultural e a formação de novos públicos. Com esta publicação queremos abrir um canal de compartilhamento com a sociedade, propondo um olhar sobre o Brasil pela produção de conhecimento das artes do corpo, visando a expansão desse conhecimento a partir da interação digital. Como é de notório conhecimento, o setor cultural sofreu um grande "apagão" com a ultimo governo e a pandemia. É de extrema importância contar com a Lei Federal de Incentivo a Cultura, buscando parceiros contribuintes de todo o país para retomar o papel protagonista que a cultura sempre teve. A proposta aqui apresentada se enquadra nos incisos: I, III, IV, V, VIII, IX do Art. 1º da Lei Rouanet. E através da realização do projeto, alcançaremos os objetivos II b), e); IV b) e V b) do Art. 3º da referida Lei.
A relevância deste trabalho está em sua abordagem que privilegia uma perspectiva histórica dialógica para ouvir as diversas narrativas; e um foco mais centrado nos processos de pesquisa do que em resultados específicos, pois uma pesquisa pode gerar diversos resultados, como espetáculos, ações culturais e/ou sociais, festivais, encontros, publicações, oficinas, escritas compartilhadas etc. A escolha do(a)s pesquisadore(a)s se faz a partir dos temas estudados pelo/a/s entrevistado/a/s, e pela sua maneira de olhar os acontecimentos através do Tempo, criando vínculos com a sociedade. Outros aspectos relevantes do projeto que salientamos, tendo em vista a publicação digital, são: (1) a sua própria continuidade, visto que o projeto começou com a publicação em plataformas digitais (desde a publicação eletrônica Questão de Crítica, até a publicação nas plataformas Spotify e SescDigital). (2) a importância de publicações na área das artes do corpo, em recorte que não prioriza corpo apenas pelo olhar dos artistas e pesquisadores de dança, mas também de teatro e performance nas interseções das artes visuais, alternando visões críticas, reflexivas, e experiências de criação e de atuação cultural com forte capilaridade social. (3) a participação de alunos e estagiários de uma faculdade com atuação reconhecida há muitos anos no RJ, fundada por uma das pioneiras da dança no Brasil – iniciativa que dará acesso a outras possíveis produções de conhecimento, como monografias, artigos, colóquios e dissertações sobre o tema.
1) Plataforma / Revista digital - bilígue - acesso gratuito, através de mídias diversas (computador, tablet, celulares) - atemporal O projeto tem como foco principal o ponto de vista dialógico das histórias do corpo no Brasil, por isso há um cuidado na seleção, com a diversidade dos pontos de vista de entrevistado(a)s que retratam também os vários territórios geográficos, sociais e de pensamento no país. A escolha das pesquisas retrata um olhar que revela temas caros à diversidade étnica, regional e cultural do Brasil. Além disso, o projeto seleciona pesquisadore(a)s e artistas de etnias e gêneros diversos, e sobretudo, de regiões diversas do país, além de incluir profissionais que trabalham a facilitação para o público PCD, através de transcrições e traduções das entrevistas. 2) Oficinas - participação gratuita - dirigidas a todos os interessados em compartilhar os temas levantados pelas entrevistas e textos inseridos na plataforma digital; - formato híbrido: uma presencial e uma online a saber: a) Oficina gratuita em formato presencial, de 6 h/aula, com até 30 vagas, sobre os temas principais que nortearam as entrevistas realizadas para o projeto, bem como discussões sobre os textos produzidos para a plataforma digital; b) Oficina gratuita em formato online, de 12 h/aula, com até 30 vagas, sobre os temas principais que nortearam as entrevistas realizadas para o projeto, e discussões sobre os textos produzidos para a plataforma digital; 3) Mesas de debates com especialistas: - Lançamento presencial do projeto, após a finalização da publicação digital, com mesas de conversas e debates entre profissionais da área sobre os principais aspectos abordados nas entrevistas.
- Contratação de profissional de libras para inserção de vídeo com imagens de tradução das entrevistas nos teasers de divulgação; - Transcrição dos áudios em PDFs para tornar acessíveis os áudios completos das entrevistas; - Botão de Acessibilidade no alto da página da plataforma para acesso a diferenças cromáticas no plano de fundo; - Espaço acessível a PCD para o lançamento presencial do projeto.
Além da plataforma digital, com acesso gratuito a todos os interessados, propomos: - Oficina gratuita em formato presencial, de 6 h/aula, com até 30 vagas, sobre os temas principais que nortearam as entrevistas realizadas para o projeto, bem como discussões sobre os textos produzidos para a plataforma digital; - Oficina gratuita em formato online, de 12 h/aula, com até 30 vagas, sobre os temas principais que nortearam as entrevistas realizadas para o projeto, e discussões sobre os textos produzidos para a plataforma digital; - Lançamento presencial do projeto, após a finalização da publicação digital, com mesas de conversas e debates entre profissionais da área sobre os principais aspectos abordados nas entrevistas.
A instituição proponente será responsável pela coordenação geral do projeto e sua dirigente, Ivana Menna Barreto realizará as funções de pesquisadora geral e entrevistadora. Currículos resumidos - principais participantes: Ivana Menna Barreto: criadora, professora e pesquisadora em dança e performance. Fundadora, junto a Fred Pinheiro, da Cia. Movimento e Luz (1993), na qual dirigiu e atuou em colaboração com artistas convidados, em espetáculos apresentados em eventos, mostras e festivais no Rio de Janeiro e em diversas cidades do Brasil. Seus últimos projetos artísticos, “sem o que você não pode viver?”(2011), “meio sem fim”(2013), “Agora” (2015) e “Lugar inventado” (2019) buscam provocar conversas visuais, textuais e sonoras entre artistas e sociedade, durante os processos criativos. Foi contemplada com prêmios e patrocínios para o desenvolvimento de seus projetos, tais como o Prêmio Nacional de Artes Cênicas (1997); a Bolsa de Criação SEC/RJ 2010; o FADA/SMC/Prefeitura do Rio 2011; a Residência Artística Cité Nationale des Arts/Institut Français 2013 em Paris; o Prêmio Funarte Klauss Vianna 2013, o II Programa de Fomento SMC/Prefeitura do Rio 2014, entre outros. Doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP e Pós-Doutora pelo PPG Dança/UFBA. Membro da Associação Nacional de Pesquisadores em Dança (ANDA). Professora no Curso de Dança do Centro Universitário da Cidade (2011-2013) e no Departamento de Ensino do Teatro da UNIRIO (2016-2018). Autora de vários artigos e ensaios críticos publicados em periódicos e revistas de artes; e do livro Autoria em rede: modos de produção e implicações políticas, publicado pela Editora 7Letras (2017). Pesquisadora do projeto “Histórias do Corpo”, série de entrevistas publicada na Revista Questão de Crítica (2020), e veiculada em formato de Podcast nas plataformas Spotify e Google (2021). André Masseno é performer e pesquisador interessado pelas relações entre dança, literatura, teatro e performance. Doutor em Letras Portuguesas pela Universidade de Zurique e Mestre em Literatura Brasileira pela UERJ. Felipe Braga: Artista visual e pesquisador. Mestre em Linguagens Visuais (EBA/UFRJ), Doutor em Literatura, cultura e contemporaneidade (PUC-Rio). Participou do programa de Práticas Artísticas Contemporâneas na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Realizou exposições individuais e coletivas em algumas instituições como Fundação Ibere Camargo, CAC Vilnuis – Lituânia, Casa França Brasil, EAV Parque Lage, Parque das Ruinas, Museu da Republica, Galeria A Gentil Carioca, Galeria Bolsa de Arte (SP), Centro Cultural São Paulo, RedBull Station e Espaço Sergio Porto entre outros. Participou das residências artísticas RedBull (SP) e Largo Residência (Lisboa). Publicou os livros independentes Museu Espetacular de 1 dia e National Geographic Channel. Foi selecionado para a Temporada de Projetos do Paço das Artes 2018 em São Paulo. Em 2021 lançou o projeto Monumento às Reticências, em três etapas: o site www.monumentoasreticencias.com, simultâneo ao livro National Geographic Channel; e à instalação Monumento às reticências, obra pública realizada na Praça da Harmonia, no bairro da Gamboa, Rio de Janeiro. Como designer criou projetos gráficos para capas de livros, como a Coleção Nélson Rodrigues da Ediouro; capas de disco, para o compositor Moska, Muito/Pouco; para coletivas de artes visuais, como Opavivará; para teatro, como Eu, Romeu e Julieta, de Emanuel Aragão; Obituário Ideal, de Thiaré Maia e Rodrigo Nogueira; Cine Gaivota e Carne, de Daniela Amorim; Dentro, da Pequena Orquestra; para filmes, como As Ondas, de Juliano Gomes; Confete, de Mariana Kaufman; Um filme de verão, de Jo Serfaty. Julia Menna Barreto: Bacharel em Cinema pela PUC-Rio, com intercâmbio acadêmico em Arts du Spectacle na Université Stendhal - Grenoble 3, na França. Estudou o estilo documental Cinedirecto na Escuela de Cine y TV de San Antonio de los Baños, em Cuba. Mestrado em Recherche-Expérimentation na École Nationale Supérieure d’Audiovisuel de Toulouse, na França, concluído em 2022. Escreveu e dirigiu dois curtas-metragens documentais, Blecaute (2013) e Lo que me queda (2016), que foram selecionados para festivais nacionais. Integrou os júris jovens no 39th Giffoni Film Festival, na Itália, e no 7º FICI, no Rio de Janeiro. Atuou nas áreas de pesquisa, produção e montagem em produtoras cariocas. Em 2014, ingressou na Globo através do Programa Trainee, onde passou por um processo de imersão nas áreas do Entretenimento até integrar a equipe de Entretenimento Multiplataforma, onde analisava projetos e acompanhava o desenvolvimento de roteiros e de produção dos projetos realizados na área. Desde 2016, atua também como assistente de direção no mercado de cinema e TV do Rio de Janeiro. João Werneck: É instrumentista, compositor e produtor musical e de trilha sonora. João é um dos sócios do estúdio Carolina, localizado no bairro Santa Tereza, área central da cidade do Rio de Janeiro, onde desenvolve e produz projetos musicais. Dentre eles está seu trabalho para uma exposição na praça do Sesc Av. Paulista, “Lugar Inventado”, onde João desenvolveu uma ambientação sonora em parceria com a obra da coreógrafa e diretora Ivana Menna Barreto. Também como produtor de trilha sonora João compôs a trilha do curta “Somaré” da diretora Lana Lobianco, a trilha do filme “Bem na onda” que concorreu ao prêmio de trilha sonora no festival Mimpi, dentre trilhas para curta-metragens e comerciais. Trabalhando também como técnico de som, João,trabalhou nos espetáculos “Mata teu pai”, “Amor em dois atos”, “A tropa”, “Irina” , “Agora” entre outros. Produziu o primeiro disco “Anastácia” da multiartista Clara Anastácia, assim como seus singles, que receberam bons elogios dos críticos. Lançou seu primeiro disco solo, "Subplanos", em 2019. Atua também como guitarrista dos artistas Clara Anastácia, Gus Levy e Pedro Fonte, entre outros. Em 2020/22, atuou na gravação e edição de som do material que compôs série de podcasts voltado para a dança contemporânea, “Histórias do Corpo”, dirigido por Ivana Menna Barreto e produzido por Dora Leão. Dora Leão: Economista, gestora e produtora cultural. Sócia-diretora da PLATÔproduções. Doutora e Mestre em Comunicação e Semiótica/PUC-SP. Autora do livro “O Papel da Mídia Impressa no Embate Marketing Cultural X Marketing Social” (CRV, 2012). Em 2007, recebeu o Prêmio APCA de “Produção em Dança”. Coordena a produção de diversos projetos e núcleos artísticos independentes. Atua também na difusão de artistas, espetáculos e projetos nacionais e internacionais, no Brasil e no exterior. Desde 2009 colabora com o diretor Gerald Thomas em seus projetos no Brasil. Em 2023 coordenou a produção da PQ’23 Brasil - Mostra Países e Regiões na 15ª Quadrienal de Praga. A representação brasileira recebeu o prêmio “melhor trabalho em equipe” desta edição. Ficha Técnica Completa do Projeto: Pesquisadora Geral e Entrevistadora: Ivana Menna Barreto / Pesquisador Colaborador: André Masseno Artistas e Pesquisadores Entrevistados: 1º módulo (2021): Christine Greiner (SP), Verusya Correia (Itacaré, BA), Marilza Oliveira (Salvador, BA), Ana Teixeira (SP), André Masseno (RJ, Zürich), João Carlos Ramos (RJ). 2º módulo (2023): Erivelto Viana (São Luís, MA), Gilsamara Moura (Araraquara, SP), Helena Bastos (SP); Leonardo França (Salvador, BA), Marta Soares (SP), Tiago Cadete (RJ/PT), Lia Rodrigues (RJ), Carmen Luz (RJ), Dani Lima (RJ), Ana Vitória (BA/RJ). 3º Módulo (2024/2025): Janaína Lobo (PI), Helena Katz (SP), Princesa Ricardo Marinelli (PR), Allyson Amaral (RJ), Maria Alice Poppe (RJ), Dulce Aquino (BA), Marcelo Evelin (PI). Gravação e Edição de Áudios: João Werneck / Edição de Imagens e Teaser: Julia Menna Barreto / Projeto Gráfico e plataforma digital: Felipe Braga Pesquisadore/a/s para os textos críticos: Felipe Ribeiro (UFRJ); Pablo Assumpção (UFC); Joubert Arrais (URCA), Adriana Pavlova (O Globo). Direção de Produção: Dora Leão/ PLATÔproduções
PROJETO ARQUIVADO.