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PRONAC 247885Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Zemuishi Ohaw - A Festa do Mel dos Tenetehar

PRODUTORA KATUFILM LTDA
Solicitado
R$ 3,0 mil
Aprovado
R$ 3,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 988,9 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Indígenas
Ano
24

Localização e período

UF principal
MA
Município
São Luís
Início
2024-09-15
Término
2025-06-15
Locais de realização (2)
Amarante do Maranhão MaranhãoSão Luís Maranhão

Resumo

Zemuishi Ohaw - A Festa do Mel dos Tenetehar, é um documentário média-metragem (56 minutos, Full HD) que aborda a principal festa do povo Guajajara, do Território Indígena Araribóia, localizada no município de Amarante _MA.

Sinopse

Em meio à majestosa Amazônia Maranhense, no sagrado Território Indígena Araribóia, floresce a história de um povo cuja alma pulsa em harmonia com a natureza. "Zemuishi Ohaw - A Festa do Mel dos Tenetehar" nos conduz ao coração da cultura Tenetehar, revelando a beleza e profundidade de seu ritual mais sagrado: a Festa do Mel. Este documentário, tecido com a delicadeza de quem conhece e respeita as tradições, captura momentos de rara intimidade e espiritualidade, oferecendo um vislumbre profundo da relação simbiótica entre os Tenetehar e seu entorno natural. A Festa do Mel é uma celebração que vai além do simples ato de coletar mel. É uma jornada espiritual que começa meses antes, com preparativos meticulosos e cantos ancestrais que ecoam a ligação entre os mundos "Natural Mãe-Terra" e "Mair" - o Encantado. Cada etapa do ritual é um testemunho da resiliência e sabedoria do povo Tenetehar, transmitida através das gerações. Entre os registros mais preciosos do documentário está uma filmagem histórica de 2017, quando o mestre ancião Vicente Hamuai, aos 104 anos, ainda liderava a celebração. A presença de Hamuai, com sua profunda conexão espiritual e conhecimento ancestral, confere ao filme uma autenticidade inestimável. Sua liderança durante a coleta do mel na densa floresta, onde perigosas abelhas guardam seu tesouro dourado, é uma cena de coragem e reverência, onde o sagrado e o selvagem se encontram. A câmera imortaliza a jornada arriscada e mágica da coleta do mel, capturando não apenas a ação, mas também o espírito da comunidade. Através de lentes sensíveis e narrativas envolventes, o filme revela os preparativos que antecedem a festa, desde a escolha das árvores sagradas até a preparação dos cânticos e danças que celebram a união entre o humano e o divino. Jovens da comunidade, empoderados pelo aprendizado audiovisual, desempenham um papel crucial no registro e preservação de suas heranças culturais, garantindo que as futuras gerações possam ouvir e ver as histórias de seus antepassados. "Zemuishi Ohaw - A Festa do Mel dos Tenetehar" é um tributo à resistência e à sabedoria dos Tenetehar. Em um momento crítico de mudanças climáticas e degradação ambiental, o filme é um chamado poético para a preservação da nossa diversidade cultural e natural. Através da documentação deste ritual, o documentário destaca a importância de conservar não apenas o meio ambiente, mas também as culturas que vivem em profunda harmonia com ele. A produção do documentário é um empreendimento colaborativo realizado pela Katufilm em parceria com a Universidade Indígena Centro de Saberes Tukán. Esta parceria não apenas enriquece o conteúdo do filme com perspectivas autênticas, mas também fortalece os laços entre as comunidades indígenas e o público mais amplo. O diretor Taciano Brito, com uma longa história de colaboração e envolvimento com a comunidade Tenetehar, traz uma perspectiva autêntica e respeitosa ao projeto. Sua relação de muitos anos com a comunidade garante uma abordagem sensível e informada, fundamental para capturar a essência do ritual e a realidade dos Tenetehar. O média-metragem resultante terá até 50 minutos de duração e será exibido em festivais de cinema, plataformas de streaming e em exibições presenciais nas comunidades indígenas, além de outros meios de veiculação. Através destas exibições, o filme busca não apenas entreter, mas também educar e inspirar o público a valorizar e proteger a rica tapeçaria cultural da Amazônia e seus povos. A inclusão de registros históricos e inéditos desde 2017 enriquecerá o material de maneira única, proporcionando uma visão profunda e autêntica das tradições culturais dos Tenetehar. "Zemuishi Ohaw" é uma celebração da vida em sua forma mais pura, um convite para que todos nós nos reconectemos com a essência da Terra e respeitemos o legado de quem a guarda há séculos. É um apelo urgente para a preservação do patrimônio cultural e ambiental, ressaltando a necessidade de ações concretas para proteger tanto as tradições quanto os ecossistemas que sustentam a vida. Em última análise, o documentário é uma homenagem ao espírito indomável dos Tenetehar e uma lembrança poderosa de que, em um mundo em constante mudança, algumas coisas são eternas. A obra tem classificação indicativa livre - de acordo com Guia Prático - 2012 da Secretaria Nacional de Justiça/MJ

Objetivos

Objetivo Geral: Contratar serviços e custear a logística para produzir um documentário de média-metragem em todas as suas fases de produção na Terra Indígena Araribóia, no município de Amarante, MA. Objetivos específicos: Produzir um documentário de média metragem (56 minutos, Full HD)

Justificativa

Zemuishi Ohaw - A Festa do Mel dos Tenetehar, é um documentário envolvente que celebra a riqueza cultural dos povos Tenetehar, e que nos termos do Art. 3º da Lei 8.313/91, para cumprimento das finalidades expressas no artigo 1º desta Lei 8.313/91, viabilizará: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Nos termos do Art. 3º da Lei 8.313/91, para cumprimento das finalidades expressas no artigo 1º desta Lei 8.313/91, este projeto viabilizará: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: discos, audiovisual, exposições, festivais, artes cênicas, música, folclore e literatura;

Estratégia de execução

A estratégia de distribuição é fundamental para garantir que o filme alcance seu público-alvo globalmente, promovendo conscientização sobre as questões indígenas e ambientais enquanto celebra a cultura Tenetehar. A estratégia começa com a participação em grandes festivais internacionais de cinema, onde o filme pode ganhar visibilidade e reconhecimento crítico. A primeira etapa envolve a inscrição em festivais renomados. Paralelamente, o média-metragem será promovido em circuitos de pré-lançamento em importantes mercados de cinema. Após a temporada de festivais e pré-lançamentos, o filme será lançado em cinemas selecionados em centros urbanos ao redor do mundo. A estratégia inclui uma campanha de marketing robusta que destaca não apenas a qualidade cinematográfica, mas também a relevância social e cultural de uma obra como essa. Parcerias com organizações indígenas, ambientais e de direitos humanos serão exploradas para promover sessões especiais e debates pós-filme, ampliando o impacto educacional e ativista do projeto. Simultaneamente, será lançado em plataformas de streaming e VOD (Video On Demand) para alcançar um público global ainda maior. A distribuição digital não se limita apenas a plataformas pagas, estratégias de exibição gratuita serão implementadas em colaboração com instituições educacionais, organizações não governamentais e comunidades indígenas. Isso garantirá que "Zemuishi Ohaw - A Festa do Mel dos Tenetehar" seja acessível a públicos que de outra forma não teriam a oportunidade de ver o filme, promovendo debates locais sobre as questões apresentadas no documentário. Finalmente, uma campanha de mídia social contínua e uma presença digital robusta serão mantidas para engajar o público, apoiar iniciativas de impacto social e manter uma conexão constante com os fãs e apoiadores do filme. Esta abordagem integrada de distribuição não apenas maximizará o alcance da obra, mas também fortalecerá seu impacto duradouro na conscientização global sobre as questões indígenas e ambientais.

Especificação técnica

Gênero documentário Média metragem Duração: 56min Resolução Full HD - 1920x1080 Som, cor e finalização Stereo 2.0 REC.709 Gamma 2.4

Acessibilidade

A obra terá medidas de acessibilidade física, atitudinal e comunicacional compatíveis com suas características, nos termos do disposto na Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2016, de modo a contemplar o disposto no Art. 14 do DECRETO Nº 11.525, DE 11 DE MAIO DE 2023. E, os recursos utilizados em medidas de acessibilidade de conteúdo - legenda descritiva, audiodescrição, libras - estão previstos nos custos da proposta (itens 41, 42 e 45 da planilha orçamentária), desde sua concepção, assegurados para essa finalidade, nos termos do art. 16 do Decreto nº 11.525/2023, 23 de 27 e do art.19 da Instrução Normativa Minc nº5, de 2023. Essas medidas de acessibilidade de conteúdo visam garantir que o projeto seja verdadeiramente inclusivo, possibilitando a participação e compreensão plena de todas as pessoas, independentemente de suas necessidades específicas.

Democratização do acesso

Para garantir a ampla participação de todas as classes sociais e promover a inclusão, o projeto "Zemuishi Ohaw - A Festa do Mel dos Tenetehar" adota várias medidas para democratizar o acesso às suas atividades e produtos culturais: 1. Acesso gratuito - o documentário será disponibilizado a população de forma gratuita - pós trajetória nos festivais de forma online, e durante a trajetória nos festivais de forma presencial - para assegurar que pessoas de todas as classes sociais possam assistir e se beneficiar da produção. 2. Acessibilidade - todos os materiais promocionais incluirão recursos de acessibilidade, como legendas e audiodescrição, para garantir a compreensão e inclusão de pessoas com deficiência auditiva e visual. 3. Impacto na comunidade - essas medidas de democratização do acesso permitem que um público diversificado participe das atividades relacionadas ao documentário, seja presencialmente ou online. Isso não apenas promove a cultura, mas também a inclusão social de pessoas com deficiência e da comunidade em geral. 4. Parcerias e apoios institucionais - o projeto buscará parcerias com instituições governamentais, ONGs, empresas locais e outras organizações para fortalecer a execução das atividades e ampliar o alcance das transmissões, promovendo a cultura indígena e sensibilizando um público mais amplo sobre a importância de preservar as tradições e territórios do povo Guajajara. 5. Art. 30. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; Ao implementar essas estratégias, o projeto "Zemuishi Ohaw - A Festa do Mel dos Tenetehar" se compromete com a democratização do acesso à cultura, garantindo que todos, independentemente de suas condições socioeconômicas ou limitações físicas, possam participar e se beneficiar do evento e de suas produções culturais.

Ficha técnica

Função no Projeto: Instituição Proponente do Projeto, Gestora e Responsável técnico financeiro Produtora Katufilm: produtora Maranhense independente que atua na área sociocultural e ambiental, usando o audiovisual como ferramenta de transformação e trazendo à tona histórias invisibilizadas. Tem como foco produções relacionadas a cultura, meio ambiente e sociedades tradicionais. A frente dela está o diretor, fotógrafo, jornalista e produtor cultural, Taciano Brito, que é natural de São Luís. Função no Projeto: Representante da Instituição, Diretor e Roteirista: Taciano Brito: Diretor, fotógrafo, jornalista e produtor cultural, Taciano é natural de São Luís e trabalha em diversas áreas culturais. Em 2022 completou 10 anos de fotografia profissional, um marco para sua carreira, que foi premiada com a assinatura de seu primeiro livro, ao lado do conceituado fotógrafo Meireles Jr. Ritos Tenetehar - A Cultura Ancestral de um Povo, trouxe registros dos três principais rituais dos indígenas Guajajara, do qual Taciano já realiza um trabalho cinematográfico documental há sete anos. Acumula em seu currículo trabalhos para empresas e instituições como UNICEF, ICMBio/FUNBIO, Red Bull, Green Peace, Equatorial, SEBRAE e muitas outras. Função no Projeto: Administradora, Assistente de direção e Produtora Executiva. Ana Carolina Jordão: Formada em turismo pela Universidade Federal do Maranhão e pós-graduada em administração, Ana Carolina Jordão atua desde 2017 como produtora executiva e empreendedora no setor audiovisual e cultural em São Luís –MA. Já atuou em grandes eventos como o Festival Music Open Air –MOA, Feirinha São Luís (evento semanal) e o Festival experimental de Cinema. Produziu o curta metragem “Marina”, de Taciano Brito, onde fez a produção executiva, direção de produção e direção de arte, filme que trouxe muitos prêmios e rodou os 5 continentes. Fez a produção, produção executiva e assistência de direção de dois filmes de Áurea Maranhão: Chá da tarde e Mala Preta, que serão lançados em 2024. Também atuou como produtora executiva no documentário Manguezais Amazônicos, e no longa metragem Mar de Lixo, premiado no 46º Festival Guarnicê de Cinemae no EcoCine Film Festival, recebeu o Prêmio Lixo Zero e foi selecionado pela Mostra SESC de Cinema. Função no Projeto: Coordenador de Marketing e Comunicação Lui Brito: com 15 anos de experiência em comunicação, Lui é especialista em estratégias digitais e técnicas audiovisuais para smartphones. Já atuou em grandes agências de publicidade, departamentos de marketing e junto a digitais influencers de abrangência nacional. Atualmente coordena equipes de comunicação, presta consultorias e realiza treinamentos em marketing digital. Função no Projeto: Roteirista Arturo Saboia: Cineasta e publicitário, formado em Publicidade e Propaganda, já conta com mais de 90 premiações na carreira. É sócio proprietário da Clímax Filmes. É roteirista e diretor do filme ACALANTO, com Léa Garcia e Luiz CarlosVasconcelos no elenco, selecionado para o FESTIVAL DE CANNES 2013 e ganhador de mais de 50 premiações pelo mundo, incluindo 6 premiações no FESTIVAL DE GRAMADO DE CINEMA 2013 (Melhor Filme Pelo Júri Técnico e Júri Popular, Melhor Diretor, Melhor Atriz, Melhor Atriz, Melhor Trilha Sonora). Seu último trabalho foi como Diretor, Roteirista e Montador do Documentário Longa Metragem MINHA PERNA, MINHA CLASSE-A trajetória de Manoel da Conceição, lançado em março de 2023. Escreve e dirige comerciais publicitários, vídeos institucionais e videoclipes premiados. Função no Projeto: Produção e Roteiro Fabiana Guajajara: é do povo Guajajara Tenetehar, da aldeia Funil Araribóia, município de Amarante do Maranhão Estado do Maranhão. ✓Ativista; ✓Ex-Coordenadora Regional da Coordenação e Organização dos Caciques e Lideranças Indígenas do Território Araribóia - COCALITIA; ✓Representante das Mulheres indígenas do Território Araribóia diretoria da COCALITIA; ✓Assessoria da Coordenação da Organização e articulação dos Povos Indígenas do Estado do Maranhão-COAPIMA; ✓Pedagoga; ✓Consultora de assuntos indígenas; ✓Coordenadora técnica local no Município de Amarante do Maranhão da Unidade Regional de Educação do Estado do Maranhão-SEDUC-MA; ✓Coordenadora Municipal de Educação escolar indígena no Município de Amarante do Maranhão;✓Diretora executiva do instituto Tukàn. Função no Projeto: Co-Diretor Cacique Silvio Santana da Silva: É do povo Tenetehar Guajajara, do Território Araribóia Município de Amarante do Maranhão da aldeia Lagoa Quieta. Desdeos16 anos iniciou sua vida no ativismo, é um dos idealizadores da CCOCALITIA -organização interna do território Araribóia, coordenador por dois mandatos da maior organização indígena do Estado do Maranhão, a COAPIMA, idealizador do Centro de Saberes Tenetehar e fundador do primeiro instituto a estar localizado no território indígena, o Instituto Tukàn, onde o mesmo é presidente. Na carreira profissional:✓Professor de educação escolar indígena nas aldeias Bacabal ensino de Jovens e adultos; ✓Aldeia Lagoa Comprida ensino fundamental menor; ✓Aldeia Lagoa Quieta ensino de educação infantil; ✓ Gestor da escola polo Gianne Sartori; ✓Coordenador Técnico local da FUNAI no Município de Amarante do Maranhão. Nessa função fortaleceu o trabalho e valorização dos guardiões da floresta, fazendo acompanhamento e buscando parceiros para apoiar as atividades de monitoramento do território Araribóia; ✓Coordenador da CR-MA, sendo o primeiro indígena da história do Maranhão a ser nomeado para a função de coordenador da Coordenação Regional da Fundação Nacional dos Povos Indígenas do Estado do Maranhão.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.