Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto de itinerância do espetáculo de dança Festa na Cidade tem como temática o brega que é um estilo musical, mas também um modo de dançar no cenário paraense. O espetáculo com duração de 50 minutos, faz releituras em movimentos de dança contemporânea por meio de informações do "universo brega". E quer seja pelo figurino ou pela viagem musical consagrada pelo público, esta encenação leva o fervor atual das Festas de Aparelhagens e, assim, cria toda a atmosfera cênica para fomentar os sentidos e interpretações que emergem da própia obra coreográfica inscrita na corporeidade de nove bailarinos (a). O cotidiano das festas e os passos da dança de salão ganham outras formas estéticas na poética concebida pela Cia Experimental de Dança Waldete Brito. Esta itinerância é uma forma de difundir a cultura do Pará, para além do saber local.
Festa na Cidade é um espetáculo de dança contemporânea que tem como temática o brega, assunto de destaque no cenário artístico musical da atualidade. O desafio do espetáculo é fazer releituras em movimentos de dança contemporânea de grande parte das informações que envolvem o “universo brega”. Quer seja pela viagem musical consagrada pelo público até o fervor atual das Festas de Aparelhagens, ou mesmo pelas coreografias apresentadas pelos intérpretes-criadores que pressupõem vários sentidos e interpretações que o termo brega possibilita. Assim, o cotidiano das festas e alguns passos e conduções da dança de salão ganham outras formas estéticas na poética concebida pela Cia.Experimental de Dança Waldete Brito.
Objetivo Geral Circular com o espetáculo de dança Festa na Cidade, com a finalidade de partilhar a pesquisa germinada a partir do movimento estético do brega paraense no contexto da dança contemporânea. E, assim, alargar os comhecimentos da cultura paraense para além do saber local. Objetivo Específico · Apresentar o espetáculo Festa na Cidade em São Luis. Belo Horizonte, Belém (Mosqueiro) e Canaã dos Carajás, somando quatro apresentações. · Oferecer workshop teórico-prático acerca do processo criativo em dança em conexão com o espetáculo Festa na Cidade, em cada uma das cidades desta circulação, como forma de um encontro formativo mediado entre diferentes saberes e fazeres artísticos. Somando carga horária de 3h. · Possibilitar o acesso a arte e a cultura aos moradores dos locais de apresentação com a presença de um intérprete de libras. · Difundir o movimento do estilo brega para além da cidade de Belém do Pará, a fim de fazer o público experenciar outras formas de consumir a cultura paraense. · Alcançar um público, aproximadamente, de 200 pessoas por apresentação.
Este projeto de itinerância, para além de difundir a produção estético-criativa da Cia Experimental de Dança Waldete Brito, abre espaço para a reflexão sociopolítico acerca do ritmo brega que surge nos anos 60, vindo da camada popular considerada cafona e deselegante. Contudo, o movimento do brega mostra a sua potência criativa e ganha aceitação local, nacional e internacional, sendo reconhecido como patrimônio cultural e imaterial do estado do Pará. A temática, brega, é pertinente e atual por ser um ritmo de referência da cultura e identidade paraense e, ademais, cria espaço de intercâmbio com os artistas e ou público que se encontram nas cidades propostas para itinerância. A cultura artística que identifica um grupo social e, sobretudo, aquela produzida na Região Norte e, em especial, o que se produz na Cidade de Belém-Pa, dialoga com a Lei de nº 8313/1991, que tem como um dos propósitos "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira. com valorização de recursos humanos e conteúdos locais". Neste contexto, é com a força do som das aparelhagens nos anos de 1980, que o brega paraense explode da periferia dos bairros de Belém e, gradativamente, chega no centro da cidade. O espetáculo Festa na Cidade em toda a sua dimensão simbólica carrega a vertente da estética dos gestos, movimentos, cores, sons vibrantes e movimentos do ritmo que vai do brega ao tecnobrega e que pode mover o corpo dançante em uma releitura contemporânea, de modo a fomentar a produção cultural e artística mediante a realização do espetáculo, conforme um dos objetivos que devem ser atendidos pelos projetos culturais apoiados pela Lei nº 8313/1991.
A possibilidade de fazer este projeto itinerante dá condições de levar a companhia que tem atuação cênica de 26 anos, ininterruptamente, para localidades do Pará onde ainda não conseguiu chegar como, por exemplo, em Canaã dos Carajás e outros estados. Outro aspecto a ser enfatizado é o que vamos chamar de "por trás dos bastidores", este é um momento entre os artistas e o público, que conversam sobre o que acontece antes do espetáculo chegar ao público.
O espetáculo de apenas um ato e duração de 50 minutos, é composto por releituras em movimentos de dança contemporânea de grande parte das informações que envolvem o “universo brega”. Com 9 intérpretes-criadores em cena, traz as várias faces e interpretações que o termo brega possibilita, quer por meio do figurino, pela viagem musical consagrada pelo público, e principalmente pelas coreografias , nas quais os passos e conduções da dança de salão ganham outras formas estéticas na poética concebida neste espetáculo. Tem com cenário uma representação da nave caracteristicas das Festas de Aparelhagens. Como parte da programação da circulação será ofertado um worksohop com carga horária de 3h a ser ministrado por um dos integrantes do elenco e que abordará de forma pratica e teorica o processo de criação utilizado na elaboração deste espetáculo.
A produção local de cada cidade fica responsável em indicar os locais de encenação que tenham rampa para atender os PCDS (cadeirantes), espaços com cadeiras específicas para as pessoas com sobrepeso, além de profissionais que trabalham com Libras, tanto durante o workshop quanto nas apresentações cênicas.
As apresentações propostas na circulação terão como ingresso 1 kilo de alimento não perecivel que será entregue à casa de acolhimento de moradores de rua e/ou instituições beneficentes de cada cidade onde a itinerância artística acontecer. E após a apresentação acontecerá uma conversa com o público sobre a pesqusia de trasnposição de alguns movimentos e gestos da dança do brega para a estética da dança contemporânea. Durante a circulação será ministrado um worksop de dança gratuito, com inscrições previas. A proposta é difundir o processo de criação e pesquisa usado no desenvolvimento do espetáculo.
Direção geral e artística: Waldete Brito Artista da dança, especialista em Jogos e Conscientização na Metodologia Angel Vianna, mestre e doutora em Artes Cênicas pela UFBA. Assinou e dirigiu mais de 25 espetáculos de dança pela Cia Experimental de Dança Waldete Brito. Tem experiência como avaliadora de projetos artísticos em editais públicos, e já circulou com suas obras por mais de 10 cidades brasileiras. É coordenadora do Encontro Contemporâneo de Dança e é produtora cultural. Iluminador: Walter Filho. Artista da música. É técnico em iluminação e cenografia pela Escola de Teatro e Dança da UFPA e, é graduado pela mesma Universidade em Licenciatura em Música. Concebeu e fez a operação de luz de vários espetáculos de dança e música, entre eles, (Des)vestidos, Não Recomendado, Yeté, Espia, etc. Na função de iluminador circulou com a Cia Experimental de Dança, por mais de 10 cidades brasileiras. Produtora Local Belém: Ana Raquel É Licenciada em História pela Universidade Federal do Pará, e mestra e doutora pela mesma universidade. Bailarina formada pela Escola de Teatro e Dança da UFPA, onde permaneceu até os 15 anos de idade como aluna do curso de balé clássico. Também foi Técnica de Cultura do Serviço Social do Comércio (SESC-PA) entre os anos de 2014 e 2016, desempenhando funções como: assessoramento técnico da diretoria de cultura (Sede Administrativa), responsável pela produção e curadora de projetos nacionais como Palco Giratório e Sesc Amazônia das Artes; foi responsável técnica pelas programações culturais na área de artes cênicas do Centro Cultural Sesc Boulevard (Sesc Ver-o-Peso) e responsável técnica pela Casa de Artes Cênicas do Sesc PA, onde ocorriam cursos de teatro e dança para o público comerciário e seus dependentes Intérpretes-criadoras: Alessandra Ewerton - Iniciou sua carreira artística na dança clássica, depois foi para o jazz. Foi premiada em festivais de dança, entre eles o festival de Dança Sesi Pará e Encontro Internacional de Dança do Pará- EIDAP. É integrante desde o ano 2003, da Cia experimental de Dança Waldete Brito, desde então participa de todos os espetáculos e circulações por várias cidades brasileiras. Ana Lídia Lima - Bailarina há 11 anos. Iniciou a vida artística em São Luís- MA no balé clássico, e aos poucos foi experimentando outras técnicas de dança: jazz, salão, dança popular e contemporânea. No Maranhão integrei o grupo dança e arte da bailarina Eliane Propp, participei de eventos importantes como a Semana de dança, e Festival Reinaldo Faray. Desde 2015, é integrante da Cia Experimental de Dança Waldete Brito. Eleonora Leal - Doutora e Mestre em Artes Cênicas pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia. Graduada em Educação Física pela Universidade Estadual do Pará. Docente da Escola de Dança da Universidade Federal do Pará. Desenvolve pesquisa sobre Processo Criativo Colaborativo em Dança e em práticas pedagógicas. Desenvolve estudos nos seguintes temas de pesquisa: processos educacionais em Dança; Dispositivos político-pedagógico na formação em Dança; formação artística/ profissional em Dança; estudos somáticos, desde 2005, integra a Cia Experimental de Dança Waldete Brito Elyene Lima - Artista da dança, especialista em Jogos e Conscientização na Metodologia Angel Vianna É graduada em Psicologia com ênfase em Gestalt - Terapia, e atua principalmente nos seguintes temas: Gestalt - Terapia, Estudo da Percepção e Criação com o Corpo e Dança Contemporânea. Desde 1998, é integrante da cia. Experimental de dança Waldete Brito, tendo participado de todos os espetáculos e circulação nacional. Luan Silva - Bailarino há 8 anos. Graduado em Educação Física. Participante de diversos festivais de dança, com experiência em Dança Contemporânea. Desde 2017, integra a Cia Experimental de Dança Waldete Brito, tendo participado de várias montagens artísticas. Thaysa Magalhães - Presidente do Instituto Hip-Hop que te move e Vice Presidenta da Federação Paraense de Breaking. Formada em Licenciatura em Dança pela UFPA, especialista em Neurociências, cursando Fisioterapia na Unip e técnico em Dança Clássica ETDUFPA. Desde 2023, é integrante da Cia Experimental de dança Waldete Brito.
PROJETO ARQUIVADO.