| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 300,0 mil |
| 04527335000113 | EMPRESA GESTORA DE ATIVOS S.A. - EMGEA | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
O projeto "Sete Gira na Quebrada" propõe a criação e circulação de artes performáticas e mostras de rua no território do Aglomerado da Serra, em Belo Horizonte/MG. O foco principal é a valorização da oralidade das mulheres, suas escrivências e inspirações como forma de registro de memória da comunidade que as trazem. O projeto pretende utilizar a arte e a cultura como ferramenta estratégica para lidar com a saúde mental das mulheres homenageadas.
Classificação Indicativa: Livre Perfil das Pessoas Diretamente BeneficiadasFaixa EtáriaCrianças: 8 a 12 anosAdolescentes: 13 a 18 anosAdultos Jovens: 19 a 35 anosAdultos: 36 a 59 anosIdosos: 60 anos ou mais Performances ArtísticasSete performances, criadas por artistas convidados, baseadas nas histórias das mulheres homenageadas. Cada performance será apresentada duas vezes em espaços públicos das sete vilas do Aglomerado da Serra, totalizando 14 apresentações. As performances utilizam técnicas de teatro, dança, música e outras formas de expressão para transmitir as narrativas de forma visceral e envolvente.Oficinas de Criação ArtísticaDez oficinas serão realizadas ao longo do projeto, com a participação de 100 pessoas, onde os participantes explorarão técnicas de teatro, dança, música, e outras formas de expressão artística. Essas oficinas servirão tanto como espaço de aprendizado quanto de criação, permitindo que os participantes desenvolvam habilidades e expressem suas próprias histórias.Exposição "Vozes e Imagens"Uma exposição que reunirá fotos, textos, e registros das histórias das mulheres homenageadas e das intervenções artísticas realizadas. Espera-se que 500 visitantes participem da exposição, que será um espaço de reflexão e conexão com as narrativas apresentadas.Estandartes e EncartesSete estandartes, simbolizando cada vila do Aglomerado, serão criados e exibidos durante as apresentações. Além disso, serão distribuídos 700 encartes com fotos e histórias das mulheres e artistas homenageadas, permitindo que o público leve consigo uma parte da experiência.Sessões de Chá de EscutaRealizadas mensalmente, as sessões de Chá de Escuta promoverão diálogos profundos entre os participantes, com foco nas histórias de vida das mulheres do Aglomerado. Serão 14 sessões, reunindo 140 participantes ao longo do projeto.Intervenções ArtísticasDez intervenções artísticas serão realizadas em locais públicos das vilas, promovendo diálogos visuais e performáticos que integram as histórias das mulheres com o cotidiano das comunidades.Acervo Digital e Engajamento VirtualUm acervo digital será criado para registrar todas as atividades e performances do projeto, disponível para acesso online. Espera-se alcançar 2000 seguidores nas redes sociais do projeto, envolvendo e engajando a comunidade virtualmente.Objetivos do Projeto: Fortalecimento da Comunidade: Valorizar as histórias das mulheres do Aglomerado da Serra, promovendo um senso de pertencimento e identidade cultural.Saúde Mental: Utilizar a arte como ferramenta para o bem-estar emocional das mulheres participantes e do público em geral.Empoderamento Feminino: Reconhecer e destacar as mulheres como protagonistas de suas próprias histórias, inspirando outras a se expressarem e a participarem ativamente da vida comunitária.Retorno Econômico: Criar oportunidades de trabalho e renda para artistas locais e capacitar os participantes das oficinas, potencializando futuras oportunidades profissionais no campo das artes e cultura.
Objetivo Geral Valorizar a oralidade das mulheres, suas escrivências e inspirações como forma de registro de memória da comunidade que as trazem a partir da criação e circulação de artes performáticas e mostras de rua no território do Aglomerado da Serra, em Belo Horizonte/MG. Objetivos específico 1- Criação Artística: Incentivar a produção de 7 novas obras performáticas que dialoguem com as histórias e vivências das mulheres do Aglomerado da Serra; 2- Circulação Cultural: Levar essas criações para diversos espaços dentro de sete vilas do Aglomerado da Serra; 3- Engajamento Comunitário: Envolver a comunidade local, especialmente as mulheres, tanto como participantes quanto como público, fortalecendo os laços culturais e sociais; 4- Valorização do Território e das Mulheres: Reforçar a identidade cultural do Aglomerado da Serra, destacando as histórias e contribuições das mulheres locais; 5- Estandarte: Criação de estandartes para cada uma das sete mulheres/vilas, simbolizando a união e a força das mulheres do Aglomerado; 6- Encarte com Foto e História: Distribuição de encartes com fotos e histórias das mulheres e artistas homenageadas, para cada participante e espectador; 7- Chá de Escuta: Sessões de conversa e acolhimento onde as mulheres da comunidade poderão compartilhar suas histórias e experiências em um ambiente seguro e acolhedor, promovendo o bem-estar emocional e a saúde mental; 8- Exposição: Realização de uma exposição com fotos, textos e registros das histórias das mulheres e das intervenções artísticas, proporcionando um espaço de reflexão e valorização das memórias locais.
O projeto "Sete Gira na Quebrada" é essencial para o Aglomerado da Serra, uma das maiores favelas de BH/MG, que tem rica história cultural e uma comunidade vibrante, mas que frequentemente enfrenta desafios socioeconômicos. Este projeto se destaca por valorizar e dar voz às histórias das mulheres locais, reconhecendo-as como pilares da comunidade. A necessidade de iniciativas que promovam a saúde mental e o bem-estar emocional das mulheres é grande, especialmente em áreas vulneráveis. O projeto usa a arte e a cultura como ferramentas poderosas para criar espaços de acolhimento, expressão e fortalecimento emocional. A potencialidade do projeto reside em sua capacidade de transformar vidas através da arte, oferecendo novas perspectivas e oportunidades.O projeto surgiu da observação das necessidades específicas das mulheres do Aglomerado da Serra e da identificação de suas histórias como uma fonte inesgotável de inspiração. A partir de encontros e diálogos com a comunidade, percebeu-se a urgência de criar um espaço onde essas histórias pudessem ser contadas e celebradas.Envolvemos artistas renomadas e talentosas da cena cultural de Belo Horizonte e além. Estas artistas não apenas trarão suas habilidades técnicas, mas também seu compromisso com a transformação social através da arte. A colaboração com coletivos locais e instituições culturais fortalece ainda mais a rede de apoio ao projeto.O projeto é direcionado principalmente às mulheres do Aglomerado da Serra, mas seus benefícios se estendem a toda a comunidade. Ao engajar mulheres de todas as idades, o projeto promove a inclusão e a participação ativa, fortalecendo os laços comunitários e inspirando outras iniciativas semelhantes.O caráter inédito do projeto reside na forma como ele combina a valorização das escrevivências das mulheres com intervenções artísticas e ações culturais. Este enfoque inovador não apenas promove a arte, mas também atua como um catalisador para a mudança social e emocional. Como relevância local o projeto "Sete Gira na Quebrada" é essencial para o Aglomerado da Serra, uma das maiores favelas de Belo Horizonte/MG, com uma rica história cultural e uma comunidade vibrante, mas que frequentemente enfrenta desafios socioeconômicos. Este projeto se destaca por valorizar e dar voz às histórias das mulheres locais, reconhecendo-as como pilares da comunidade. A necessidade de iniciativas que promovam a saúde mental e o bem-estar emocional das mulheres é grande, especialmente em áreas vulneráveis. O projeto usa a arte e a cultura como ferramentas poderosas para criar espaços de acolhimento, expressão e fortalecimento emocional. A potencialidade do projeto reside em sua capacidade de transformar vidas através da arte, oferecendo novas perspectivas e oportunidades. O projeto surgiu da observação das necessidades específicas das mulheres do Aglomerado da Serra e da identificação de suas histórias como uma fonte inesgotável de inspiração. A partir de encontros e diálogos com a comunidade, percebeu-se a urgência de criar um espaço onde essas histórias pudessem ser contadas e celebradas. Envolvemos artistas renomadas e talentosas da cena cultural de Belo Horizonte e além. Estas artistas não apenas trarão suas habilidades técnicas, mas também seu compromisso com a transformação social através da arte. A colaboração com coletivos locais e instituições culturais fortalece ainda mais a rede de apoio ao projeto. O projeto é direcionado principalmente às mulheres do Aglomerado da Serra, mas seus benefícios se estendem a toda a comunidade. Ao engajar mulheres de todas as idades, o projeto promove a inclusão e a participação ativa, fortalecendo os laços comunitários e inspirando outras iniciativas semelhantes. O caráter inédito do projeto reside na forma como ele combina a valorização das escrevivências das mulheres com intervenções artísticas e ações culturais. Este enfoque inovador não apenas promove a arte, mas também atua como um catalisador para a mudança social e emocional. O projeto será realizado nas sete vilas do Aglomerado da Serra: Vila Fazendinha, Vila Marçola, Vila Nossa Senhora de Fátima, Vila Santana do Cafezal, Vila Nossa Senhora Aparecida, Vila Nossa Senhora da Conceição, Vila Novo São Lucas. Cada vila será contemplada com atividades culturais, assegurando que o impacto positivo seja distribuído por toda a região.
Não se aplica.
Este detalhamento técnico visa garantir que todas as atividades do projeto "sejam realizadas com alta qualidade, promovendo o impacto cultural e social desejado. Resslata-se que poderá sofrer alterações de acordo com disponibilidade de produtos no mercado, bem como valor total de recurso recebido para realização. 1. Performances ArtísticasNúmero de Performances: 7Duração de Cada Performance: 45 a 60 minutosEspaço Público: Praças, ruas e espaços abertos nas sete vilas do Aglomerado da Serra.Cenografia: Estruturas móveis e minimalistas, adaptáveis aos diferentes ambientes, com elementos que remetem às histórias das mulheres homenageadas.Iluminação e Som: Sistema de som portátil para garantir a clareza do áudio e iluminação autônoma (refletores a bateria) para eventos noturnos.Técnicas Utilizadas: Teatro: Utilização de técnicas de teatro de rua e teatro documental, com performances que exploram a narrativa oral e a dramatização das histórias.Dança: Coreografias que integram elementos da cultura popular local e dança contemporânea, enfatizando a expressão corporal como meio de contar histórias.Música: Composições originais e músicas tradicionais que complementam a narrativa, utilizando instrumentos como percussão, violão e voz.Outras Expressões: Intervenções artísticas, como pintura ao vivo ou performances visuais, incorporadas ao enredo para criar uma experiência imersiva.Objetivo: Fortalecer a comunidade ao valorizar e compartilhar as histórias de vida das mulheres, promovendo um senso de pertencimento e identidade cultural.Metodologia: O processo criativo envolveu entrevistas com as mulheres homenageadas, pesquisa histórica e workshops colaborativos entre artistas e a comunidade. 2. Oficinas de Criação ArtísticaNúmero de Oficinas: 10Duração de Cada Oficina: 3 horas por sessãoTotal de Participantes: Até 100 participantes (10 por oficina)Espaço: Salas de aula, centros comunitários ou outros espaços fechados nas vilas do Aglomerado da Serra.Materiais:Teatro: Textos, figurinos simples, adereços, espelhos, e elementos cenográficos.Dança: Espelhos, barras de apoio (se disponível), roupas confortáveis para movimento.Música: Instrumentos de percussão, violões, material de escrita para composição.Outras Expressões: Materiais de artes plásticas como tintas, pincéis, papéis e telas.Técnicas Abordadas: Teatro: Improvisação, construção de personagem, e técnicas de dramaturgia coletiva.Dança: Técnicas de expressão corporal, improvisação, e coreografia.Música: Composição coletiva, técnicas de canto e percussão, e desenvolvimento de arranjos.Artes Visuais: Pintura, colagem, e criação de estandartes e encartes.Objetivo: Desenvolver habilidades artísticas dos participantes, capacitando-os para futuras oportunidades no campo das artes e cultura.Metodologia: Abordagem prática e participativa, com foco no aprendizado coletivo e na expressão pessoal. As oficinas são projetadas para serem inclusivas, incentivando a autoexpressão e o fortalecimento das identidades culturais. 3. Exposição "Vozes e Imagens"Número de Itens Expostos: Fotos: 30 a 50 fotos de alta qualidade.Textos: Depoimentos, trechos de entrevistas e biografias das mulheres homenageadas.Registros Artísticos: Vídeos curtos das performances e das intervenções.Espaço da Exposição: Galeria ou centro cultural da comunidade, com iluminação adequada para destacar as fotos e textos. Duração da Exposição: 30 dias, com visitas guiadas agendadas em horários específicos. Material: Fotografia: Impressões em papel fotográfico de alta qualidade.Textos: Impressões em papel reciclado, montados em suportes de madeira.Registros Artísticos: Exibição em telas digitais ou projetores.Projeto Pedagógico: Objetivo: Inspirar o empoderamento feminino ao destacar as histórias das mulheres como protagonistas de suas próprias narrativas.Metodologia: A curadoria é realizada de forma colaborativa, com a participação das mulheres homenageadas, para garantir que a exposição reflita suas experiências e perspectivas. 4. Estandartes e EncartesNúmero de Estandartes: 7Material dos Estandartes: Tecido de algodão, pintado à mão com tintas naturais. Cada estandarte representará visualmente as características únicas de cada vila do Aglomerado da Serra. Número de Encartes: 700Formato dos Encartes: Tamanho A5, impressos em papel reciclado com alta gramatura. Cada encarte conterá uma foto e uma breve história de uma das mulheres homenageadas, além de informações sobre os artistas envolvidos. Distribuição: Os encartes serão distribuídos durante as performances, exposições e outros eventos do projeto, permitindo que o público leve consigo uma recordação e uma conexão com as histórias apresentadas. Objetivo: Fortalecer a identidade comunitária através da criação de símbolos e lembranças que representem a cultura e as histórias das vilas.Metodologia: A criação dos estandartes e encartes envolverá oficinas participativas, onde os moradores poderão contribuir com ideias e conceitos para a arte final. 5. Sessões de Chá de EscutaNúmero de Sessões: 14 (2 por mês durante 7 meses)Duração de Cada Sessão: 2 horasTotal de Participantes: Até 140 (10 por sessão)Espaço: Residências, centros comunitários ou locais informais nas vilas do Aglomerado da Serra.Materiais: Chá, lanches leves, gravadores de áudio para registro das conversas (com permissão), cadeiras e mesas em disposição circular para facilitar o diálogo.Abertura: Breve apresentação da história de uma mulher homenageada.Diálogo: Troca de experiências e histórias pessoais entre os participantes, facilitado por um mediador.Encerramento: Reflexão coletiva sobre os temas discutidos.Objetivo: Promover o bem-estar emocional das mulheres e participantes através da troca de histórias e apoio mútuo.Metodologia: Abordagem dialógica, onde a escuta ativa e o respeito são centrais. As sessões buscam criar um espaço seguro para a expressão emocional e o fortalecimento dos laços comunitários. 6. Intervenções ArtísticasNúmero de Intervenções: 10Duração de Cada Intervenção: 30 minutos a 1 horaEspaços Públicos: Praças, paredes de edificações, muros, e outras áreas públicas das vilas.Materiais:Pintura: Tintas acrílicas, pincéis e rolos.Teatro/Dança: Figurinos leves, adereços portáteis.Instalações: Materiais reciclados, tecidos, e outros elementos visuais.Visual: Murais e grafites que simbolizam as histórias das mulheres.Performático: Apresentações curtas de dança, teatro, ou música que envolvem o público.Interativo: Participação ativa do público na criação ou finalização das intervenções.Objetivo: Criar diálogos visuais e performáticos entre as histórias das mulheres e o cotidiano das vilas, gerando impacto cultural e econômico.Metodologia: As intervenções são cocriadas entre os artistas e a comunidade, com foco em gerar visibilidade e reflexão sobre as histórias e questões sociais. 7. Acervo DigitalConteúdo do Acervo: Fotos: Galeria com registros fotográficos das performances, oficinas, intervenções e exposições.Vídeos: Gravações das performances e intervenções artísticas.Depoimentos: Entrevistas e relatos das mulheres homenageadas e participantes do projeto.Plataforma de Acesso: Site oficial do projeto, com integração para redes sociais (Instagram, Facebook). Número de Seguidores Esperados: 2000Acesso Livre: Todos os registros serão acessíveis gratuitamente ao público, com possibilidade de download de alguns conteúdos.Interatividade: Espaço para comentários e partilha de histórias relacionadas às atividades do projeto.Objetivo: Engajar a comunidade virtualmente e proporcionar acesso contínuo às histórias e realizações do projeto.Metodologia: Desenvolvimento de um acervo digital colaborativo, onde a comunidade pode contribuir com conteúdos adicionais, como fotos ou depoimentos pessoais, fortalecendo a narrativa coletiva.
Acessibilidade Física Realização das atividades em espaços físicos acessíveis (banheiros, rampas, guias tãteis). Contará com acesso para idosos e cadeirantes, com banheiros e rampas de acessibilidade. Será disponibilizada uma pessoa em cada localpara auxiliar o acesso destes a um lugar com conforto e de boa visualização das ações. Acessibilidade de Conteúdo Contratação de umaintérprete em libras para acompanhar o projeto para atender pessoas com deficiência auditiva e ou visita sensorial. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim será disponibilizado um monitor para acompanhar as pessoas que apresentem algumas destas deficiências.
- Ofertar oficinas gratuitas de Criação Artística; - Ofertar exposição com fotos, textos e registros das histórias das mulheres e das intervenções artísticas; - Criar encartes distribuídos com fotos e histórias das mulheres e artistas homenageadas; - Realizar sessões de Chá de Escuta realizada, proporcionando um espaço de conversa e acolhimento para as mulheres da comunidade; - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial; - Realizar ação cultural voltada para o público idoso, além de ter na equipe do projeto mulheres e pessoas LGBTQIA+; - A atividade será executada em áreas habitadas por populações urbanas periféricas da Região Metropolitana; - Capacitação de agentes culturais; - Facilitação do acesso pela população aos bens e serviços gerados pelo projeto, por meio de gratuidade das apresentações.
A equipe técnica do projeto "Sete Gira na Quebrada" é composta por profissionais altamente qualificados e comprometidos com a promoção da arte e cultura como ferramentas de transformação social. A diversidade de experiências e especializações dos membros da equipe garante a realização de um projeto robusto, inclusivo e impactante, capaz de engajar a comunidade do Aglomerado da Serra e promover mudanças significativas. Destacamos as mulheres negras, lideranças locais, com forte histórico de participação em movimentos culturais e sociais ligados à arte, ao território de favela, a políticas públicas, ao direito das pessoas moradoras de periferia, mulheres, pessoas negras, a uma vida digna, acesso a políticas de cuidado e à saúde, infraestrutura, saneamento, emprego, educação, transporte de qualidade, dentre outros Haverá ainda contratação de artistas renomados locais convidados para compor as atividades do projeto. A Coletiva Mulheres da Quebrada surge em 2018 por iniciativa de Sheylla Bacellar Mulher, preta e periférica, nascida e crescida no Aglomerado da Serra, é educadora social e dançarina. Dança desde que estava na barriga da minha mãe. Desde os 14 anos liderou e produziu grupos de dança como “Fatal Black”, um espetáculo no FID (Festival Internacional da Dança). A dança (afro house, hip hop dance e funk) são ferramentas de trabalho como educadora em projetos e programas como “Meninos no Parque”, “Fica Vivo”, “Escola Integrada”, “Circuito Usiminas”, “Casas de Semiliberdade” e instituições com “Oficina de Imagem”, dentre outros. Sandra Sawilza é Atriz, Ativista, Mãe/Mulher Preta Periférica. Integrante do Grupo de Teatro Morro Encena, Co-fundadora da Coletiva Mulheres da Quebrada, Integrante do Coletivo de Cinema Coisa de Preto e Vice-Secretária do Comitê Gestor do Programa de Voluntariado da AGE-MG.Tecnóloga Redes de Computadores ( Estácio de Sà) Técnica Teatro (ELA - Arena da Cultura) Teatro Digital (Teatro em Movimento). E Simone Sigale, é uma produtora cultural com mais de 15 anos de experiência na gestão e produção de projetos culturais e artísticos. Mulher preta e mãe, empreendedora cultural e social, é pós-graduada em Conciliação e Mediação de Conflitos, MBA em Gestão de Pessoas e Recursos Humanos/Lato Sensu, Gestão de Projetos Sociais e Psicologia Social e Antropologia, arvista, é diretora de produção cultural, co-fundadora do Grupo de Teatro Morro Encena e co-fundadora da Coletiva Mulheres da Quebrada, aposta na promoção da arte e da cultura como ferramentas de empoderamento, emancipação e a criação de redes de apoio para mulheres, já atuou em ações culturais como Festival de Arte Negra – FAN/2019, Grupo de Teatro Armatrux, Sociedade do Riso, Instituto Cultural das Artes Negras, Festival Luzes da Liberdade, entre outros. Desde 2019, a Coletiva já realizou cerca de 200 encontros/atividades culturais presenciais. Esses encontros foram realizados no Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) Vila Marçola, Escolas públicas, na Sede da Instituição e nos Centros Culturais da região, entre outros locais. Os projetos tem como um dos motes principais trabalhar a questão da autoestima da mulher negra, o autocuidado e autoaceitação de seus corpos e trajetórias. As intervenções artístico-culturais se revelaram importantes meios para que as participantes compartilhassem suas angústias, sonhos, potencialidades, dores, violências sofridas e trajetórias de vida.
Periodo para captação de recursos encerrado.