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O projeto "Festival Marajoara de Imersão Artística" é um festival de Cultura Popular que visa a realização de dois dias de valorização do patrimônio cultural da região do Marajó: teatro, música e dança tradicional, artesanato e a cultura locais. A ser realizado no espaço do Atelier Arte Mangue Marajó, em Soure (PA), o Festival oferecerá oficinas de cerâmica, palestras, apresentações teatrais e musicais tradicionais da região, rodas de conversa e exposições de artistas regionais, impulsionando a cultura e economia locais. Neste contexto, a Encantados Produções, o Atelier Arte Mangue Marajó e AMPAC unem forças, promovendo a economia criativa, turismo, educação ambiental e valorização do patrimônio cultural da região. O Atelier gera renda para mais de 20 famílias através da produção e venda de artesanato e oficinas. A AMPAC, com o Conjunto de Carimbó e horta comunitária, oferece atividades culturais e ambientais, além de intercâmbios artísticos e são parceiros deste projeto.
Atividades incluídas na Programação 1) Cerimônia de abertura e encerramento do Festival; 2) Apresentações de grupos de carimbó de Soure, com a participação dos grupos: - Mestre Diquinho e os Tambores do Pacoval- Grupo de Tradições Marajoaras Cruzeirinho- Grupo de Dança Marafênix - Conjunto Os Dragões de Soure 3) Exposições de cerâmica, esculturas em madeira, instrumentos musicais, indumentárias e biojoias; 4) Palestras sobre cerâmica marajoara com a arqueóloga pesquisadora do Museu Emílio Goeldi Cristiana Barreto e com o mestre ceramista do Atelier Arte Mangue Marajó Ronaldo Guedes; e sobre Carimbó com o pesquisador, cantor e compositor André Nascimento e a fundadora da AMPAC e organizadora do Conjunto Tambores do Pacoval Cilene Andrade. 5) Oficinas de Cerâmica e Grafismo Marajoara ministradas pelo Mestre Ronaldo Guedes e artesãos do Atelier (voltadas para artesãos, pintores, desenhistas, tatuadores, designer gráficos, grafiteiros, estampadores e artistas visuais em geral); e oficinas de Carimbó – música e dança, ministrada por Mestre Diquinho juntamente com jovens músicos e dançarinos do Tambores do Pacoval; 6) Venda de comidas da cultura alimentar tradicional marajoara; 7) Trilhas ecológicas com interpretação ambiental visando a educação ambiental de moradores e visitantes para compreensão da importância da Reserva Extrativista Marinha de Soure – RESEX Soure. 8) Apresentação teatral do espetáculo "Os Encantados do Sossego" 9) rodas de conversa com pesquisadores convidados e os artistas expositores locais.
Realizar o "Festival Marajoara de Imersão Artística: Ancestralidade e Sustentabilidade no Pacoval", um evento cultural de valorização da cultura tradicional e identidade marajoara com o fortalecimento da economia comunitária. A Encantados Produções, Atelier Arte Mangue Marajó e AMPAC unem forças, promovendo a economia criativa, turismo, educação ambiental e valorização cultural. O projeto estimula a expressão cultural de diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira, assim como pede o inciso I, II, III, IV e VI Art. 2 do Decreto 10.755, de 2021. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Realizar 2 dias de oficinas, apresentações culturais, exposições, palestras e rodas de conversa com pesquisadores, mestres e mestras da cultura marajoara. No total, serão 4 meses de execução do projeto. Serão realizadas nos dois dias de festival. A. PRODUTO FESTIVAL DE CULTURA LOCAL - 10 oficinas ministradas pelos profissionais residentes do Atelier Arte Mangue Marajó; - 3 palestras sobre a cerâmica marajoara; - rodas de conversa com pesquisadores convidados e os artistas expositores locais; - Realização de trilhas ecológicas; B. EXPOSIÇÃO DE ARTESANATO LOCAL - 5 exposições culturais sobre arte no Marajó; C. PRODUTO APRESENTAÇÕES MUSICAIS - 3 apresentações musicais de grupos tradicionais locais. D. PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS - 1 apresentação teatral sobre mitos amazônicos
O presente Projeto tem a participação da comunidade como fundamento principal e sentido de sua realização. A elaboração ocorreu através de reuniões envolvendo membros da Encantados LTDA., o Atelier Arte Mangue Marajó e da AMPAC onde foi apresentada a ideia original por parte da coordenação, feito o convite para participação de todos e planejado o detalhamento da realização. A maior parte da equipe ténica e artística será composta por membros da comunidade. A programação também será formada por artistas locais e artistas experientes na arte regional. Como benefício para a comunidade destacamos a geração de renda local, a divulgação do trabalho produzido na região, o fortalecimento do processo de profissionalização da região, bem como os benefícios para pequenos empreendedores e trabalhadores do setor de hospedagem, transporte, alimentação e comércio em geral que serão articulados para parceria do projeto formando uma rede de apoio, logística e infraestrutura local. No contexto de um bairro de poucas oportunidades para a juventude local, o qual foi reconhecido durante anos pela violência de gangues, atualmente a economia cultural e o turismo tem se mostrado como uma grande perspectiva de inclusão e crescimento para jovens e adultos do Pacoval. Com base na grande procura de turistas, artistas em geral e moradores locais pela vivência da cultura tradicional marajoara, estima-se uma grande atração de público, favorecendo a continuidade e sustentabilidade do evento, tanto pelo interesse de patrocinadores e apoiadores públicos e privados, como pela renda resultante da venda de ingressos, oficinas, comercialização dos diversos produtos em exposição e da alimentação tradicional local. De tal modo, o projeto "FESTIVAL DE CERÂMICA MARAJOARA: Ancestralidade e Sustentabilidade no Pacoval" se enquadra inicialmente nos incisos 2, 3, 5 e 8 do Art 1º da lei 8313/91, bem como os objetivos descritos no Art 3º da referida norma como o 2C, 2E, 3D, 4A e 4B.
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Oficinas de Cerâmica Oficina 1: Oficina de coleta da argila Conteúdo: Os participantes da oficina serão levados até o lugar de coleta do barro que se situa na área rural de Soure, este deslocamento será acompanhado de uma explicação teórica referente ao início do processo de confecção da cerâmica marajoara. Em seguida, o grupo experimenta a extração da matéria prima. Por: José Carlos/ CarlinhoCarga horária: 2h Vagas: 15 Oficina 2: Oficina de limpeza da argila Conteúdo: O oficineiro fará a limpeza da argila coletada seguindo as orientações dos fazeres e saberes ancestrais deixando-a pronta para a modelagem. Por: Alex Brito - Ceramista-torneador do Atelier Arte mangue MarajóCarga horária: 1h Vagas: 15 Oficina 3: Oficina de modelagem Conteúdo: Consiste em uma introdução às técnicas de modelagem ancestrais marajoaras com o barro, o conhecimento transmitido visando a criação de uma peça de sua autoria. Por: Cleiliane Leal ceramista do Atelier Mangue Marajó. Carga horária: 2h Vagas: 15 Oficina 4: Oficina de Coleta das pedras-pigmento Conteúdo: Os participantes da oficina serão levados até o lugar de coleta das pedras que se situa às margens do Rio Paracauarí em Soure, este deslocamento será acompanhado de uma explicação teórica sobre a seleção dos minerais. Ao chegar ao local os participantes serão orientados a coletar as pedras-pigmentos descobrindo assim suas colorações e possibilidades.Por: Marileia Santos - ceramista do Atelier Mangue MarajóCarga horária: 1h Vagas: 15 Oficina 5: Oficina de produção de pigmentos Conteúdo: Os participantes aprenderam a identificar e selecionar os pigmentos por coloração. Em seguida, serão orientados no processo de fabricação dos pigmentos (engobe) e no seu uso. Por: Roberta Flavia Gonçalves - Especialista em produção de engobe do Atelier MAngue Marajó.Carga horária: 45 min Vagas: 15 Oficina 6: Oficina de aplicação de engobe e brunimento Conteúdo: Será levado ao conhecimento dos participantes as simbologias das colorações usadas no fazer e dessa forma serão orientados a escolher e aplicar os pigmentos das cerâmicas. Após esta etapa aplicaram a técnica do brunimento que consiste em fixar o engobe no barro. Por: Roberta Flavia Gonçalves - Especialista em produção de engobe do Atelier MAngue Marajó. Carga horária: 45 min Vagas: 15 Oficina 7: Oficina de grafismo Conteúdo: Nesta oficina será proposto o estudo sobre as raízes e simbologias da iconografia presente nas cerâmicas marajoaras, assim como as técnicas de aplicação dos padrões nos objetos. Por: Ronaldo Guedes - Mestre Ceramista. Carga horária: 1h Vagas: 15 Oficina 8: Oficina de biojoias e economia criativa Conteúdo: A oficina visa capacitar ceramistas já confirmados na produção de biojoias de cerâmica. Assim como a articulação dessa produção com o mercado, pois foi observado no seio do atelier que o adorno desperta grande interesse e é um dos objetos mais vendidos.Por: Bruna Sampaio - Ceramista - Especialista em Biojoias do Ateliê Mangue MarajóCarga horária: 1h Vagas: 15 Oficina 9: Oficina de técnicas de queima Conteúdo: A oficina visa introduzir de forma teórica as diversas formas de queimas usadas na finalização da cerâmica e em seguida os participantes vão experimentar uma queima de coivara (técnica ancestral de queima a céu aberto). O ritual da queima culminará com o encerramento do primeiro dia de Festival e a apresentação do grupo de carimbó Tambores do Pacoval. Por: Ronaldo Guedes - Mestre Ceramista. Carga horária: 1h30 min Vagas: 15 Oficina 10: Oficina Curumins no barro Conteúdo: Visando o público infantil a oficina objetiva fazer uma introdução lúdica das técnicas do fazer ancestral da cerâmica marajoara associando-a às lendas e personagens mitológicos da região. Por: Mariele Santos - Ceramista do Atelier Arte Mangue Marajó. Carga horária: 45 min Vagas: 10 Palestras sobre a cerâmica marajoara Palestra 01: Imenso Marajó: a diversidade das cerâmicas e povos marajoaras na longa duração Objetivos: promover a socialização dos resultados das pesquisas realizadas nas cerâmicas arqueológicas marajoaras. Carga horária: 1h Vagas: 40Palestrante: Helena LimaMini bio: Helena Lima é uma arqueóloga que adotou a Amazônia como seu lugar. Mãe de três, é pesquisadora titular do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) desde 2013, onde atua como coordenadora de Ciências Humanas, curadora da coleção arqueológica e professora do Programa de Pós-Graduação em Diversidade Sociocultural. Desenvolve pesquisas acadêmicas em arqueologia amazônica com vieses ligados à ecologia histórica, cultura material cerâmica e arqueologia colaborativa, e projetos de extensão ligados à gestão de patrimônio cultural, com comunidades ribeirinhas, quilombolas e povos indígenas. Projetos atuais incluem Marajó, FLONA de Caxiuanã, alto rio Xingu e no alto rio Negro. Palestra 02: Cerâmicas Do Pacoval: Arte e sustentabilidade no Marajó/PA Objetivos: promover a socialização dos resultados das pesquisas realizadas nas cerâmicas arqueológicas marajoaras. Carga horária: 1h Vagas: 40Palestrante: Ronaldo GuedesMini bio: Ronaldo Guedes nasceu em Soure/Ilha de Marajó. Escultor, ceramista, ativista, idealizador e responsável desde o ano de 2003 pelo atelier “Arte Mangue Marajó”, situado no bairro do Pacoval, município de Soure. Este atelier é referência no município tanto para a comunidade quanto para visitantes enquanto articulador da difusão do conhecimento, da memória e da identidade do povo marajoara. Durante esses 16 anos mantém um trabalho de salvaguarda dos saberes e fazeres da cerâmica marajoara voltada para adolescentes e jovens, o que resultou na formação de vários ceramistas no município, haja vista que tal atividade estava em processo de esquecimento. Atualmente o espaço agrega um grupo de 22 ceramistas que trabalham na produção da cerâmica preservando as suas técnicas tradicionais da cultura marajoara. Suas ações são voltadas tanto para a produção e criação da cerâmica, inspirada na cultura da cerâmica marajoara, quanto pela transmissão do conhecimento tradicional, bem como para a sustentabilidade. Palestra 03: Diáspora Marajoara: A desterritorialização das cerâmicas e sua vivência simbólica Conteúdo: promover a difusão dos estudos relacionados quanto à saída de artefatos arqueológicos do Marajó para os museus do mundo e discutir sobre a desterritorialidade das cerâmicas.Carga horária: 1h Vagas: 40Palestrante: Cristiana BarretoMinibio: Cristiana Barreto é arqueóloga, curadora, professora associada do Programa de Pós-graduação em Diversidade Sociocultural do Museu Goeldi e faz parte também da equipe de coordenação do projeto Amazônia Revelada. É especialista em arqueologia amazônica, com foco no estudo de cerâmicas arqueológicas e suas iconografias, tecendo pontes entre a etnologia, a antropologia da arte e a arqueologia na Amazônia. Ultimamente tem se dedicado ao estudo de coleções de cerâmicas marajoaras. 5 exposições culturais sobre arte no Marajó: Para os expositores serão convidados os artistas locais, residentes no Marajó. 2 rodas de conversa com pesquisadores convidados e os artistas expositores locais. 3 apresentações musicais de grupos de dança tradicionais locais 1 apresentação teatral sobre mitos amazônicos
Em atendimento ao Art. 23 da Lei no 10.741, de 1º de outubro de 2003 e também conforme o disposto no Art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999, o projeto adotará as seguintes medidas em benefício das pessoas idosas e/ou com deficiência: - O acesso físico para pessoas idosas e/ou com deficiência será facilitado com a preparação de rampas de acesso. O local será equipado com: banheiros adaptados, rampas e/ou elevadores de acesso, corrimão, sinalização, locais para cadeiras de rodas, entre outros. - A produção do festival prestará atendimento prioritário às pessoas idosas e com deficiência, como mais uma forma de lhes possibilitar o pleno exercício de seus direitos culturais. - As oficinas e palestras serão acompanhadas por profissional intérprete de libras para portadores de deficiência auditiva. ACESSIBILIDADE FÍSICA: O acesso físico para pessoas idosas e/ou com deficiência será usado como critério determinante para a escolha dos espaços onde o festival será apresentado. Portanto, para receber as oficinas, exposições e apresentações os espaços deverão ser equipados com: banheiros adaptados, rampas e/ou elevadores de acesso, corrimão, sinalização, locais para cadeiras de rodas, entre outros. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: As oficinas e palestras serão disponibilizadas na internet com audiodescrição.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: As oficinas e palestras serão acompanhadas por intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Teremos também acompanhantes para PCD que ficarão à disposição para que os espectadores PCD possam participar de todas as atividades.
O festival terá entrada gratuita, com acesso livre (a depender da capacidade do espaço e de cada oficina). Objeto central do projeto, iremos realizar, gratuitamente, atividades como: palestras, exposições, mostras e oficinas; A fim de democratizar ainda mais o acesso à cultura, as oficinas e exposições serão divulgadas na internet gratuitamente, acompanhado com libras e audiodescrição, em conformidade com o Art. 30 da Instrução Normativa MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024. Além disso, teremos o mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo;
Direção Artística e Coordenação Geral: Monique Sobral deBoutteville (Encantados Produções - PROPONENTE) Formada em Cinema pela Universidade Paris 8. Estudou Teatro na CAL-RJ de 2010 a 2012. Diplomada em Letras - Língua Francesa pela Universidade Federal do Pará. Mestra em Estudos Teatrais pela Universidade Paris 8. Doutorado em Estudos Teatrais pela Universidade Saint Denis - Paris 8. Atuou, dirigiu e escreveu várias peças de teatro no Brasil e na França. Membro fundador das Cia 4 Pontas, no Rio de Janeiro e Cie Ibrida em Paris. No seu percurso interartístico, associando teatro e cinema, dirigiu e atuou em curtas-metragens e documentários. Suas áreas de pesquisa e criação envolvem adaptação em cinema e teatro, memória imaterial, interculturalidade e práticas tradicionais amazônicas. Curador Artístico: Ronaldo Guedes Ronaldo Guedes nasceu em Soure/Ilha de Marajó. Escultor, ceramista, ativista, idealizador e responsável desde o ano de 2003 pelo atelier “Arte Mangue Marajó”, situado no bairro do Pacoval, município de Soure. Este atelier é referência no município tanto para a comunidade quanto para visitantes enquanto articulador da difusão do conhecimento, da memória e da identidade do povo marajoara. Durante esses 16 anos mantém um trabalho de salvaguarda dos saberes e fazeres da cerâmica marajoara voltada para adolescentes e jovens, o que resultou na formação de vários ceramistas no município, haja vista que tal atividade estava em processo de esquecimento. Atualmente o espaço agrega um grupo de 22 ceramistas que trabalham na produção da cerâmica preservando as suas técnicas tradicionais da cultura marajoara. Suas ações são voltadas tanto para a produção e criação da cerâmica, inspirada na cultura da cerâmica marajoara, quanto pela transmissão do conhecimento tradicional, bem como para a sustentabilidade. Direção de Produção: Cilene Andrade Cilene Andrade é licenciada em Letras pela Universidade Federal do Pará, ceramista, produtora cultural e líder comunitária e moradora do Pacoval há 18 anos. Participou da fundação do Atelier Arte Mangue Marajó e da Associação de Moradores do Bairro Pacoval, onde ocupa a função de coordenadora de projetos. Elaborou e desenvolveu projetos com recursos de editais públicos e privados da Natura, Governo Federal e Governo do Estado, bem como coordenou diversos projetos e eventos em parceria com a Prefeitura Municipal ou apoiados por pequenos comerciantes locais e uma rede de apoiadores individuais admiradores das ações culturais do Pacoval. Cilene já foi membro do Conselho da Infância e Adolescência do município e atualmente compõe o Conselho da RESEX Soure. Produtora Executiva: Fernanda Thurann Fernanda Thurann é atriz e produtora executiva com sólida formação e experiência no mercado audiovisual e teatral brasileiro. Formada pela Cena Hum Academia de Artes Cênicas e pelo The Lee Strasberg Theatre and Film Institute (NY), Fernanda possui um perfil multifacetado, atuando tanto na produção quanto no elenco de projetos de destaque. Atuou e produziu longas-metragens de sucesso, como Medusa (2021), selecionado para a Quinzena dos Realizadores em Cannes e premiado como Melhor Filme e Melhor Direção no Festival do Rio, Tempo Ruy (2021), exibido no IndieLisboa, Cabrito (2020) que recebeu mais de 25 prêmios pelo mundo, Rogéria, Senhor Astolfo Barroso Pinto (2019), Paula (2021) e Cartografia das Ondas (2017). Participou de importantes montagens teatrais, como "Dogville", adaptação da obra de Lars Von Trier apresentada nos CCBBs de Belo Horizonte e Brasília, e "Os Encantados do Sossego", espetáculo que circulou por diversas cidades do Brasil em 2022. Também em 2022, produziu o Festival Ecoando Música, na Praça Garota de Ipanema, no Arpoador, no Rio de Janeiro. Produtora: Juliana Espíndola Juliana Espíndola é produtora cultural, com mais de 8 anos de experiência no mercado brasileiro. Dentre seus diversos trabalhos no teatro desenvolvidos pela 4 Pontas Produções Artísticas (Brisa Filmes), destacam-se “Encantados do Sossego” (2018), monólogo premiado pela Lei Aldir Blanc no Estado do Rio de Janeiro e no edital Funarte Respirarte, em turnê pelo Brasil em 2022; e o espetáculo de sucesso “Auto Eus – A Ditadura da Aprovação Social” que esteve em cartaz no Teatro Poeira, no Rio de Janeiro. Juliana produziu filmes de sucesso, como “Medusa” (2021), de Anita Rocha da Silveira, selecionado para a Quinzena dos Realizadores (Cannes), e vencedor do prêmio de Melhor Longa-Metragem e Melhor Direção no Festival do Rio; “Rogéria, Senhor Astolfo Barroso Pinto” (2019), premiado no Los Angeles Brazilian Film Festival e exibido no Festival do Rio, “Cabrito” (2020), que conquistou mais de 25 prêmios internacionais e “Tempo Ruy”, de Adilson Mendes, exibido no Festival do Rio, Mostra de São Paulo e na Mostra de Tiradentes. Assistente de Produção: Manuela Paixão Manuela Paixão é produtora certificada pela plataforma de Desenvolvimento Artístico. Atualmente atua como produtora do Conjunto de carimbó Tambores do Pacoval fazendo também a produção geral das rodas de carimbó aos sábado na Ampac (Associação dos moradores do Pacoval- Soure / Marajó). Com atuação também na produção do Carimbloco do Pacoval (2017/2024), Festival Marajoara de cultura amazônica (2022/2024), Festival ChoroJazz em Soure-Marajó e Belém (2024). Atualmente, também desenvolve trabalho de produção executiva em projetos culturais com: Cirandas do Pacoval (2021), Documentário "Soure - A Casa Grande do Boi Bumbá, CD Guardião Mestre Dikinho e Tambores do Pacoval, e Catimbozeiras do Pacoval (2024), produção e assistente de direção do videoclipe "Guardião 2024".
Periodo para captação de recursos encerrado.