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PRONAC 247935Expirado o prazo de captação totalMecenato

Fonte de Cultura Negra

ANA PAULA DA SILVA SANTOS
Solicitado
R$ 177,1 mil
Aprovado
R$ 177,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Capoeira: Apresentação de Dança ou Ação Educativa
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
BA
Município
Teofilândia
Início
2024-12-05
Término
2026-04-30
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

O projeto consiste na realização de evento cultural no dia 21 de março de 2025, com enfoque na valorização da cultura negra e em alusão ao Dia Internacional de luta pela Discriminação Racial. O evento contemplasegmentos como adança afro, maculelê e rodas de capoeira, com aulões, batizado de capoeira e palestra sobre a contribuição da cultura negra para a Bahia. A realização do evento será na Arena Fonte Nova, em parceria com o projeto social Arena Paranauê _ turmas de capoeira que funcionam dentro do projeto Centro de Treinamento de Campeões.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Promover evento inédito de celebração da cultura negra no Dia Internacional de luta pela Discriminação Racial, com alunos de capoeira, professores de dança, mestres da cultura popular, profissionais de diversos segmentos culturais e público interessado em cultura afrobrasileira. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar aulões de dança afro, maculelê e capoeira; - Realizar palestra sobre contribuição da cultura negra para a economia da cultura na Bahia; - Realizar batizado de capoeira; - Proporcionar programação cultural afro referenciada, protagonizada por segmentos e profissionais culturais negros; - Oferecer espaço de lazer e cultura às populações negras e periféricas do entorno da Arena Fonte Nova.

Justificativa

O projeto se enquadra nos Incisos I, II, III, IV, V, VI, VIII e IX do Art. 1º da Lei nº 8.313/91. Assim como atingem os objetivos do Art. 3º da mesma Lei nos incisos II- c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV- a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V- b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais e c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. Em Salvador, mais de um terço da população se autodeclara negra, sendo a capital brasileira com maior proporção de pessoas pretas, segundo o IBGE. No dia 21 de março, foi instituído o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial pela Lei n° 11.645, proclamada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1966. Neste sentido, Salvador se destaca como um dos grandes polos afro culturais e de luta contra a discriminação racial, com reconhecidos patrimônios como a roda de capoeira e os terreiros de religiões de matrizes africanas, e grandes destaques internacionais como a musicalidade (samba reggae, axé, samba), os próprios blocos afros, a culinária, a moda, entre outros. A Arena Fonte Nova se localiza no centro da cidade, sendo um equipamento multiuso cercado de comunidades negras com várias organizações culturais. Um dos bairros que está localizado no entorno da Arena é o Engenho Velho de Brotas, que já foi moradia do Mestre Bimba, criador da Capoeira Regional, e tem em sua história grandes berços da cultura afrobaiana, como o Afoxé Badauê, fundado também por Moa do Katendê, compositor, percussionista, artesão, educador e mestre de capoeira brasileiro, figura de importância grandiosa para a cultura afro-brasileira, assassinado em 2018. Ou seja, a iniciativa busca aproximar o equipamento do legado da cultura negra produzido ao seu redor, e permitir que aqueles alunos já envolvidos no projeto Arena Paranauê compreendam a importância e contribuição da população negra para a construção de Salvador e sua cultura. Atualmente, são mais de 100 alunos matriculados nas turmas de capoeira e dança do projeto CT de Campeões, desses, a grande maioria são moradores do Engenho Velho de Brotas, Tororó e Nazaré. E apesar de já frequentarem as aulas e a Arena Fonte Nova, não puderam ainda participar de um evento do tipo, organizado na perspectiva de colocá-los no centro, como público-alvo fundamental. A iniciativa também fortalece as ações em direção da consolidação de leis como a 10.639/03, marco importante na valorização da história e cultura afro-brasileira e africana no contexto educacional do Brasil. O projeto conta com a participação da Associação Educarte Capoeira e da Casa de Cultura Origem, sobretudo nas figuras de Matheus Fabiano e Bibinha Origem. Ambos têm uma trajetória de vida dedicadas à cultura negra. Bibinha é professora de capoeira e dança-afro, bicampeã do campeonato RedBull Paranauê, além de ministrar aulas de dança afro no Brasil, com experiências no exterior. A dança afro-brasileira é uma expressão cultural que parte de elementos da cultura africana resistentes ao período de escravização, assim, é uma manifestação cultural, identitária e política, de afirmação negra. A dança é caracterizada por movimentos corporais firmes e expressivos, e é acompanhada de ritmos típicos da musicalidade negra, como o afoxé, o samba e ritmos do candomblé. O maculelê é uma dança com base na cultura afroindígena brasileira, sua origem remonta uma arte marcial armada, que é representada pela dança com bastões ou facões. A manifestação é retomada por grupos de capoeira inspirados em construir uma teia de expressões negras e manter as tradições preservadas. Em Salvador, o grupo Educarte Capoeira e outros grupos de capoeira incorporaram as apresentações de maculelê em suas aulas e atividades. É importante oferecer espaços de visibilidade ao maculelê, considerado atualmente uma dança folclórica, mas que mantém e busca preservar suas origens e caracterização. Todos os temas poderão ser desfrutados tanto na prática, mas também de forma teórica e histórica, com a palestra que antecederá os aulões. A intenção é valorizar os princípios dos grupos culturais negros em reservar um momento para o conhecimento da história das suas manifestações culturais, e transmitir oralmente os seus saberes e conhecimentos. Bem como, a temática oportunizará envolve o público em reflexões acerca do potencial econômico das expressões da cultura afro-brasileira, e como elas conseguem ser capazes de intensificar a luta pela eliminação da descriminalização racial. Com o aporte financeiro advindo do patrocínio via Lei Rouanet serão garantidas remunerações justas aos profissionais envolvidos, qualidade na execução do projeto, conforto e organização do evento, além da entrega dos brindes, lanches, compra de cordéis para o batizado e contratação de equipe qualificada.

Estratégia de execução

O projeto é voltado para pessoas de todas as idades, de crianças à idosos, as atividades serão divididas por faixa etária. Os aulões serão abertos para o público participante; o batizado será realizado com as turmas de capoeira do projeto Arena Paranauê, que atende crianças e jovens dos bairros de Engenho Velho de Brotas, Tororó e Nazaré. O projeto será divulgado amplamente, com predominância aos moradores do entorno da Arena Fonte Nova. Não há restrições de renda, escolaridade ou quaisquer outras características.

Especificação técnica

As ementas dos aulões serão construídos a partir da curadoria, seguindo as especificações e sugestões de conteúdos descritos abaixo. 1. Capoeira Infantil (Faixa etária: 5 a 13 anos)Objetivo: Introduzir as crianças à capoeira, promovendo coordenação motora, disciplina e trabalho em equipe. Conteúdo: História e cultura da capoeiraMovimentos básicos (ginga, esquiva, meia-lua)Jogos e brincadeiras para desenvolver habilidades 2. Maculelê Infantil (Faixa etária: 5 a 13 anos)Objetivo: Ensinar a dança e os ritmos do maculelê, promovendo expressão corporal e ritmo. Conteúdo: Introdução à história do maculelêMovimentos básicos com palmasCoordenação e ritmoCoreografias simples 3. Dança Afro Juvenil (Faixa etária: 14 a 18 anos)Objetivo: Explorar a dança afro-brasileira, promovendo expressão cultural e física. Conteúdo: História e importância da dança afroMovimentos e passos básicosExpressão corporal e improvisação 4. Dança Afro Adulto (Faixa etária: Acima de 18 anos)Objetivo: Aprofundar a prática da dança afro, promovendo bem-estar físico e cultural. Conteúdo: História e contexto culturalTécnicas de dança e movimentos avançadosExpressão e improvisaçãoCoreografias 5. Capoeira Juvenil (Faixa etária: 14 a 18 anos)Objetivo: Desenvolver habilidades avançadas na capoeira, promovendo disciplina e autoconfiança. Conteúdo: História e filosofia da capoeiraMovimentos intermediários e avançadosTreinamento físico e técnico6. Maculelê Juvenil (Faixa etária: 14 a 18 anos)Objetivo: Aprofundar a prática do maculelê, promovendo coordenação e expressão artística. Conteúdo: História e cultura do maculelêMovimentos avançados com bastõesCoordenação e ritmo 7. Capoeira Adulto (Faixa etária: Acima de 16 anos)Objetivo: Aprofundar a prática da capoeira, promovendo saúde física e mental. Conteúdo: História e filosofia da capoeiraMovimentos avançados e técnicosTreinamento físico e resistência 8. Capoeira para Todos (Alongamento, Respiração e Mobilidade) (Faixa etária: Acima dos 12 anos)Objetivo: Promover bem-estar físico através de alongamentos, técnicas de respiração e mobilidade. Conteúdo: Alongamentos específicos para capoeiraTécnicas de respiração e relaxamentoExercícios de mobilidade e flexibilidadeMovimentos básicos de capoeiraSessão de relaxamento final 9. Musicalidade na Capoeira (Faixa etária: Livre)Objetivo: Explorar a musicalidade na capoeira, promovendo a compreensão dos ritmos e instrumentos. Conteúdo: Introdução aos instrumentos (berimbau, pandeiro, atabaque)Ritmos e toques tradicionaisCanto e coroIntegração da música com os movimentosPrática em grupo 10. Dança Afro para Todos (Pessoas com deficiência e Idosos)Objetivo: Promover inclusão e bem-estar através da dança afro, adaptada para todas as habilidades. Conteúdo: Introdução à dança afro e sua importância culturalMovimentos adaptados para diferentes habilidadesExpressão corporal e ritmoSessão de socialização e integração

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA O evento ocorrerá na Praça Sul da Arena Fonte Nova, que já conta com medidas de acessibilidade como rampas, elevadores, vagas de estacionamento, assentos e banheiros acessíveis. Além disso, o evento contará com pessoal voltado para orientar na circulação dos participantes. ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL A palestra contará com intérprete de Libras, bem como, todo material de divulgação será acompanhado de legendas simplificadas e descrição com hashtag #PraCegoVer. Todas as medidas de acessibilidades adotadas serão amplamente divulgadas. ACESSIBILIDADE ATITUDINAL O projeto busca contratar pessoas com deficiência para a equipe de produção e/ ou atrações convidadas, dando prioridade àquelas com experiência com público PCD e atividades físicas. Além disso, haverá 1 aulão específico para pessoas com deficiência e idosos, com metodologia específica.

Democratização do acesso

O evento é totalmente gratuito e acontece em bairro central de Salvador, num equipamento de fácil localização e acesso, próximo de pontos de ônibus e metrô.

Ficha técnica

Ana Paula da Silva Santos - Produção Executiva Produtora de eventos, obras audiovisuais e musicais, trabalha em projetos como organizações de Feiras de Artesanato, Mostras Culturais, Curta-metragens, entre outros. Experiência em escrita e gestão de projetos na Lei Aldir Blanc 1, Lei Paulo Gustavo e leis de incentivo. Membra da Associação de Capoeira Esquiva Menino - ACEM, na qual organiza os eventos "Chega pra Cá, Venha Ver" e "Camarada é Hora é Hora". Formação: Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), Feira de Santana/BA - Graduação em Licenciatura em História (2015 - 2021); LÚMINA - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, EAD - Curso Online de Produção Cultural (2022); SEAD - Universidade Federal da Bahia (UFBA) - Pós-graduação - Especialização EAD em Gestão Social e Patrimônio Cultural (2023 - Atual); Universidade Federal da Bahia (UFBA), Salvador/BA - Graduação em Produção em Comunicação e Cultura(2024 - Atual). Tiagos Alves de Oliveira - Coordenação Geral Formado em Comunicação Social, com Habilitação em Publicidade, e com mais de 20 anos de experiência no mercado cultural. Atua como elaborador e administrador de projetos culturais, produtor executivo e diretor de produção. Com mais de 100 projetos aprovados em editais de diversos e Leis de Incentivo, trabalha em todas as áreas artísticas (audiovisual, artes visuais, artes cênicas, música e patrimônio cultural). Em Artes Visuais, atuou nos projetos: Perambulantes (2010), Fotopoética ou a Arte de Transver o Mundo (2011), Ciclos da Vida (2013), Vale do Grafite (2013), O Gabinete de Alice (2014, 2016 e 2017) - executado em 2016 na Caixa Cultural São Paulo; Ocupação Coaty (2016); Mestre Didi - Revisitações Artísticas (2017); Arte Eletrônica Indígena (2018/2019). Entre os projetos de audiovisual realizado destacam-se: Telefilme Beleza da Noite (2022), Longa-metragem Nina (2021), documentários Brasil Tupinambá (2021) e As Indígenas da Terra (2023), além da administração de prestação de contas de dezenas de outros projetos de audiovisual para as Chamadas Públicas da Ancine. Em Literatura, produziu os livros: “Almanaque Picolino – 18 anos de arteducação revolucionária” (2004); “Dança com Lobos – a rua dos meninos e meninas de rua” (2010); “Palhaço Chupeta – histórias e causos sob a lona do Circo Dallas” (2012); “Caymmianos – personagens das canções de Dorival Caymmi” (2015); “Bahia, 2 de Julho – guerra pela independência do Brasil” (2023). Matheus Fabiano Ribeiro dos Santos Sacramento - Produtor Local Formado em Licen. em Letras pela universidade federal - UNILAB, trabalho como educador de capoeira em projetos e escolaspúblicas. É parte do Grupo Associação Educarte Capoeira, fundado e idealizado pelos Mestres Lobo e Bilo, em 2005, com objetivo de fomentar um conceito fundamentado educação, arte e cultura. O grupo Educarte Capoeira é composto por mestres experientes e profissionais capacitados que atuam neste campo da educação. Matheus Fabiano tem experiência como professor de capoeira no COLÉGIO AMÉLIO CRUZ - PROJETO CIRANDA DA GINGA (2021-2022); COLÉGIO ANTÔNIO CARLOS MAGALHÃES - PROJETO PÉ NA ÁFRICA (2022- 2023); COLÉGIO ANTÔNIO CARLOS MAGALHÃES - PROJETO EDUCAMAIS (2023 - 2024); COLÉGIO ESTADUAL ANTÔNIO CARLOS MAGALHÃES - PROJETO SOU BAHIA, SOU ÁFRICA (2024); PROJETO ARENA PARANAUÊ (VIZINHOS DA ARENA) - ARENA FONTE NOVA (2024). Jubenice de Oliveira Santos dos Santos (Bibinha) - Coordenação de Oficinas Licenciada em Educação Física (Faculdade Regional da Bahia), com curso técnico em Dança (Escola de Dança da Fundação Cultural do Estado da Bahia – FUNCEB), Bibinha tem diversos outros cursos de Dança (moderna, contemporânea, balé clássico, dança afro, dança popular regional) além de curso de Pilates e Terapia corporal. Experiência como professora de dança há 15 anos, lecionando oficinas na Universidade Federal da Bahia, Cia de Dança Tambores do Maranhão, e sendo professora em instituições como FIEB/SESI por 2 anos, além de escolas, creches e projetos como o Mais Educação (Governo da Bahia). Bibinhha é capoeirista, professora na Casa de Cultura Origem, ministra oficinas em eventos de capoeira em todo Brasil, além de recentes experiências como oficineira de capoeira e dança afro nos Estados Unidos. Além disso, foi bicampeã do Red Bull Paranauê 2024, campeonato que elege os melhores capoeiristas do mundo.

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.