Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto propõe a realização de oficinas e capacitação iniciante em modelagem, costura e bordado, com foco na confecção de calcinhas menstruais reutilizáveis. As atividades incluirão rodas de debate e palestras para discutir a moda como ferramenta de inclusão, abordando a diversidade dos corpos e a dignidade menstrual.Objetivamos incentivar a produção de peças reutilizáveis, promover o resgate das manualidades na moda e conscientizar sobre a importância ambiental e da possibilidade de geração de renda e autonomia econômica. Cada participante terá a oportunidade de confeccionar suas próprias calcinhas menstruais, aplicando os conhecimentos adquiridos durante as oficinas. O projeto culminará em um ensaio fotográfico com corpos reais vestindo as peças produzidas, celebrando a diversidade e a beleza dos corpos. A exposição fotográfica destacará a importância da moda inclusiva e promoverá a reflexão na comunidade sobre diversidade, sustentabilidade e dignidade menstrual.
EXPOSIÇÃO SANGRARTE - Compilação e curadoria de material fotográfico resultante de Ensaio Fotográfico, buscando transmitir aos visitantes os objetivos, sentimentos, olhares, diversidade, partilhas e produções desenvolvidas ao longo do projeto. Terá classificação etária livre e estará com visitação aberta e gratuita à todos os usuários do espaço da Fábrica de Inclusão Produtiva e população de Cubatão. ENSAIO FOTOGRÁFICO: ensaio fotográfico editorial de moda com corpos reais de modelos trans e cis vestindo as peças produzidas durante o projeto. PALESTRAS: Tema: Identidade de gênero - Receberemos a visita de um homem trans que partilhará sua trajetória de vida, processo de reconhecimento identitário, preconceitos e difilculdades vivenciados, relação com a menstruação e autocuidado e processo de transição. Será desenvolvido numa estrutura intimista e descontraída, em formato de roda com mediação das facilitadoras e estrutura de perguntas e respostas. Tema: Autonomia do corpo, equidade de gênero, empoderamento através do autoconhecimento e gestão do próprio ciclo feminino como ferramenta de autocuidado. Tema: Finanças- Palestra com educadora financeira com ampla experiência em organização e estratégias para autonomia de mulheres em situação de vulnerabilidade econômica social. Tema : Bordado - Oficina de técnica de bordado. Através desta profissional buscaremos fomentar o resgate da cultura do artesanato e valorização das técnicas manuais. Essa profissional ensinará dois pontos diferentes de bordado para a customização do produto produzido pelas participantes enquanto partilha um pouco de sua história pessoal como bordadeira. Tema : Moda e Sustentabilidade - Dialogar, abrir uma roda de conversa e apresentar de forma prática e acessível a questão que atravessa a todos que é a crise climática e relação com hábitos de consumo, hábitos de descarte e o impacto que a industria da moda e vestuário exerce na sociedade. Tema: Moda e contexto político-social- Apresentar a moda dentro do panorama geral contemporâneo no qual a moda transita e traduz as mudanças de paradigmas que lidamos hoje através de vestimentas e tendências impactando tanto negativamente quando positivamente o país e o mundo afora. Elucidar como a moda impacta todas as esferas: social, econômica, ambiental e cultural da sociedade e como pode ser uma ferramenta poderosa de transformação de realidades. EVENTO DE ABERTURA DA EXPOSIÇÃO SANGRARTE - Serão convidados representantes dos patrocinadores, diretoria da Fábrica de Inclusão Produtiva do município de Cubatão, Secretaria de Cultura de Cubatão, Sectetaria de Assistência Social de Cubatão, educadoras, costureiras, palestrantes e beneficiárias do projeto. Breve agradecimento aos patrocinadores, parceiros e colaboradores do projeto, explanação sobre o projeto e objetivos alcançados e seleção de uma beneficiária para compartilhar um depoimento sobre sua vivência no projeto.
OBJETIVO GERAL: Desenvolver um ciclo de palestras e oficinas de corte e costura para corpos menstruantes, utilizando a moda, o bordado e a customização como ferramentas de conscientização ambiental, resgate da ancestralidade têxtil, inclusão da identidade de gênero e geração de renda. O foco será na confecção de absorventes reutilizáveis, calcinhas e cuecas absorventes, promovendo a sustentabilidade, dignidade menstrual com uma autonomia econômica e o empoderamento pessoal das participantes. OBJETIVO ESPECÍFICO: Desenvolver 3 meses de oficinas gratuitas e presenciais de moda sustentável e inclusiva, com frequência semanal e duração de 4 horas por encontro: - Realização de 5 aulas práticas de confecção de absorventes de pano, calcinhas e cuecas absorventes. - Apresentação de 1 filme e 1 documentário com roda de conversa sobre o tabu da menstruação, corpo e território e seus impactos sobre as vidas das mulheres - Realização de 1 oficina contextualizando o papel da Moda na Cultura e Contemporaneidade engajando o papel político da moda na sociedade. - Realização de 4 vivências abordando diferentes temáticas, sendo o resgate da cultura e saberes ancestrais do artesanato, identidade de gênero e o papel da moda, autocuidado e práticas sustentáveis relacionadas à menstruação. - Realização de 1 sessão fotográfica com corpos reais vestindo as peças produzidas no projeto. - Compilação e curadoria de material fotográfico para montagem da Exposição SangrArte.
Este projeto se enquadra nos incisos III e V do Art. 1º da Lei 8313/91 atingindo os objetivos do inciso I c) do Art. 3º da referida lei. A moda desempenha um papel fundamental e um compromisso social e cultural ao refletir e definir a identidade e a individualidade dos indivíduos, além de expressar sua performance de gênero na sociedade. Através dela, é possível identificar, rotular e condicionar padrões de gênero, tornando essencial o uso da moda para inclusão, acolhimento e respeito às diversidades. Este projeto destaca a importância social e cultural da moda na expressão das individualidades e identidades humanas, ressaltando seu potencial transformador. Utilizando moda, bordado e customização, buscamos promover a conscientização ambiental e o empoderamento através da confecção de absorventes reutilizáveis e calcinhas absorventes, bem como cuecas absorventes para questões de identidade de gênero. Este projeto visa também reduzir os efeitos da pobreza menstrual, capacitando os participantes a criar seus próprios itens e possibilitando geração de renda. A costura e a modelagem inclusiva são práticas essenciais para adaptar a moda às necessidades de todos os corpos, independentemente de gênero, tamanho, forma ou capacidade física. Essas práticas incluem medidas diversificadas, como criar roupas que vão além dos tamanhos padronizados, oferecendo opções personalizadas; design funcional, considerando necessidades específicas, como roupas adaptadas para pessoas com deficiência ou corpos em transição de gênero; e materiais sustentáveis, utilizando tecidos ecológicos e processos de produção que minimizem o impacto ambiental. A moda inclusiva desempenha um papel crucial ao desafiar padrões tradicionais e promover a aceitação da diversidade. Ela garante que pessoas de todas as identidades e corpos sejam refletidas na mídia, lojas e desfiles, promovendo pertencimento e autoaceitação. Celebrar a diversidade envolve desfiles, campanhas e exposições que apresentam uma ampla gama de corpos e identidades, iniciativas que educam sobre a importância da diversidade na moda e trabalhar com comunidades vulnerabilizadas para criar peças que respeitem e celebrem suas culturas. (Inciso V do Art. 1º da Lei 8313/91: salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira) A moda tem um impacto ambiental significativo, mas também possui um enorme potencial para se transformar em uma força para o bem. Ao adotar práticas sustentáveis e promover a conscientização sobre o consumo responsável, podemos mitigar os efeitos negativos da indústria da moda no meio ambiente. A transição para uma moda mais sustentável é essencial para proteger nosso planeta e garantir um futuro mais justo e saudável para todos. (Inciso III do Art. 1º da Lei 8313/91: apoiar, valorizar e difundir o conjunto de manifestações culturais e seus respectivos criadores) Vivemos uma das maiores crises climáticas dos últimos tempos, gerada pela irresponsabilidade humana e má gestão dos recursos naturais, especialmente pela geração desordenada de resíduos. O problema dos resíduos gerados pelos absorventes descartáveis é alarmante. Ao longo da vida, uma única mulher usará entre 5 a 15 mil absorventes internos e externos, e a maioria acabará em aterros como lixo plástico. Cada brasileira joga, em média, 3 kg de absorventes no lixo por ano. Considerando que uma mulher tem um ciclo menstrual dos 11 aos 54 anos, ela gastará mais de 130 kg de absorventes ao longo da vida. Todo esse plástico levará cerca de 400 anos para se decompor. Esse fato implica na necessidade e imprescindibilidade de investir esforços em uma produção de vestuário sustentável. Uma moda ética e sustentável é crucial para garantir que práticas conscientes de produção e confecção beneficiem tanto os indivíduos quanto o planeta. Ela implica na redução de resíduos, projetando roupas duráveis e recicláveis; produção ética, garantindo condições de trabalho justas na cadeia produtiva; e consumo consciente, promovendo escolhas de materiais certificados, aproveitamento de tecidos residuais, upcycling, entre outros.Além disso, é importante considerar a introdução de produtos menstruais reutilizáveis que reduzem significativamente o impacto ambiental. Promover a educação e a conscientização sobre essas alternativas pode ajudar a diminuir a quantidade de resíduos gerados e incentivar um consumo mais sustentável e responsável. A dignidade menstrual é o direito de gerenciar a menstruação de forma segura, higiênica e sem estigmas. A pobreza menstrual, por sua vez, refere-se à falta de acesso a produtos menstruais e instalações adequadas, sendo mais prevalente em comunidades vulneráveis. Garantir a dignidade menstrual é essencial para a saúde, bem-estar e igualdade de gênero. Isso inclui acesso a produtos menstruais, democratização do acesso à informação e desconstrução de tabus. Uma abordagem holística que combine políticas públicas, iniciativas comunitárias e educação torna-se fundamental para enfrentar a pobreza menstrual e promover a dignidade menstrual. Políticas públicas podem garantir o fornecimento gratuito de produtos menstruais em escolas, prisões e abrigos. Iniciativas comunitárias podem incluir a criação de espaços seguros para discutir questões menstruais e fornecer apoio direto às pessoas em situação de vulnerabilidade. A educação (atingindo os objetivos do inciso I. c do Art. 3º da Lei 8313/91 : instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura em estabelecimento de ensino sem fins lucrativos) deve ser contínua e abrangente, abordando tanto aspectos práticos quanto sociais da menstruação. Garantir que todas as pessoas que menstruam possam fazê-lo com dignidade e segurança é fundamental para uma sociedade mais justa e equitativa. Promover a dignidade menstrual não apenas melhora a qualidade de vida das pessoas que menstruam, mas também contribui para a igualdade de gênero e o desenvolvimento sustentável, criando um impacto positivo duradouro em toda a comunidade.
Destacamos que devido o CNPJ não possuir histórico de execução de atividades culturais anteriores, o proponente enquadrou seu orçamento nas diretrizes determinadas pela IN 11/2024 Art. 4º inciso 6, dispensando dessa forma a comprovação de atuação na área. Apesar do cnpj em questão não possuir histórico, a equipe selecionada para atuar no projeto possui experência em produção, atuação e elaboração de diversos projetos socio-culturais-educativos com outros proponentes. A OSC não possui nenhum funcionário com registro em carteira de trabalho.
PLACA BRAILLE PS branco - Braille BRA NCO - 2mm - 30X15 - 39203000 EXPOSIÇÃO - PEÇAS FOTOGRÁFICAS Impressão Fine Art - papel Studio Enhanced Hahnemuhle 210gr Equipamentos - Epson P20.000 e Stylus Pro 9900 Tintas Pigmentadas base mineral aplicadas em Foam Board Acabamento - Laminado Tamanho das peças 120X80 cm 15 peças OFICINAS PRESENCIAIS Projeto Pedagágico - Todas as aulas serão ministrada de forma presencial e terão duração de 4 horas com intervalo de 30 minutos, tendo para cada encontro duas facilitadoras, e para as aulas de confecção de costura, bordado e customização, além das facilitadoras também haverá a presença de uma costureira profissional e uma auxiliar de costura. Serão utilizados vários recursos audiovisuais para o desenvolvimento das atividades, desde power point com as abordagens específicas do tema a ser trabalhado, dinâmicas e vivências que serão mediadas e conduzidas pelas facilitadoras. Diversificação de materiais a serem explorados pelas alunas, desde técnicas manuais de costura, máquinas portáteis domésticas e máquinas profissionais, overlock e galoneiras. As aulas serão desenvolvidas em dinâmicas variadas, com aulas teóricas abordando conteúdos históricos da Moda e seu contexto cultural, rodas de conversa e debates sobre temas que atravessam o universo feminino, apresentação de documentários, aulas práticas e palestras com convidadas. A útilização dos espaço físicos, quantidade de materiais ofertados, bem como atividades práticas estarão sempre em conssonância com o Regimento Interno da Instituição. Serão exploradas diferentes técnicas de aprendizagem, como tipos de ponto (alinhavo, corrido, luva, invisível, cruzado, ponto aberto, ponto duplo), construção de moldes-base, marcação nos moldes, cálculo para utilização de material elástico, técnicas de upcycling, acabamentos, bordados e customização. Materiais utilizados: Fita métrica, desmanchador, tesoura, agulhas variadas, linhas variadas, alfinetes, giz de tecido, régua, esquadro, cortador rotativo, colchetes, elásticos, bobinas, papel manilha, carretilha, abridor de casas, fita crepe, tecidos variados, lápis, caneta, borracha, cartolinas, projetor, notebook, caixa de som, microfone
O Projeto será desenvolvido dentro das dependência da Fábrica de Inclusão Produtiva do município de Cubatão, no qual serão utilizadas a estrutura de acessibilidade do próprio equipamento público que conta com estrutura de sala de aula, auditório e ateliê de costura, todos apresentando as condições exigidas para acesso de cadeirantes e/ou pessoas com mobilidade reduzida. Se tratando de equipamento público municipal, os mesmo devem atender às prerrogativas legais exigidas de oferecimento de estrutura mínima para cadeirantes e público com mobilidade reduzida, como largura adequada das portas, rampas de acesso, barras nos banheiros, entre outros como determina a Lei nº 13.146 de 6 de julho 2015, do Decreto nº3.298 de 20 de dezembro de 1999 e o Decreto nº9.404 de 11 de junho de 2018. Em relação à acessibilidade de conteúdo as educadoras trabalharão com materiais alternativos, caso se faça necessário, como moldes em alto relevo e peças com bordados e costuras em destaque, possibilitando às alunas PCDs executarem as suas experimentações em materiais que possibilitem uma vivência tátil. Em relação aos conteúdos artísticos e audiovisuais que serão trabalhados durante as oficinas, serão previamente gravados e adaptados para transmissão em audiodescrição e legendas descritivas. O arquivo será disponibilizado ao setor administrativo responsável da FIP e poderá ser baixado e disponibilizado às alunas não só para o momento das aulas, mas também para outros momentos que se façam necessários ou oportunos. Para a exposição SangArte, acompanhando cada peça fotográfica será disponibilizada descrição em braile das características da obra, possibilitando aos visitantes PCDs a compreensão e objetivos do projeto e de cada obra apresentada, atendendo à Lei nº4.169/1962 e o Decreto nº7.612/2011.
No período de execução do Projeto, as oficinas, palestras e rodas de conversa serão ofertadas de forma 100% gratuita à todas as alunas frequentadoras da rede de CRAS do município que se mostrarem interessadas que tenham idade acima dos 14 anos, dando-se prioridade à mulheres que se encontrem em contexto de vulnerabilidade social e menstrual, no qual será disponibilizado à todas as alunas auxílio transporte e lanche nos dias de aula. Se pretendendo ser o mais democrático e irrestrito possível, sempre acatando e respeitando os regimentos internos da Instituição parceira à qual nos vinculamos para o adequado desenvolvimento do projeto. O único fator delimitante será o número de 20 vagas a ser ofertada para cada edição do projeto, mas caso uma aluna não seja contemplada de imediato, poderá ser inserida em turmas subsequentes havendo a prorrogação e continuidade das atividades. Além do ciclo de 12 oficinas, antes do início de cada edição do projeto, serão realizadas palestras nas unidades do CRAS para explicar às alunas em potencial os objetivos e desenvolvimento do projeto, para posterior abertura de inscrições, sendo esses encontros ofertados de forma totalmente gratuitas. Todo o material confeccionado ao longo do projeto, sendo os absorventes reutilizáveis, calcinhas e cuecas absorventes serão inteiramente doados às alunas, não havendo qualquer tipo de comercialização do produto deste projeto atendendo plenamente às diretrizes da Lei 8313/91 e a IN 11/2024 no seu Art. 30 incisos I, II, V e X. Todas as alunas que tiverem até 75% de presença na carga horária total do projeto serão certificadas. A exposição Sangrarte terá entrada franca e permanecerá acessível à todos os visitantes da Fábrica de Inclusão Produtiva sem qualquer tipo de cobrança de ingresso ou contribuição, ampliando o acesso da população à arte e cultura. Na temática do projeto realizaremos a inclusão do público LGBTQIA+, trabalhando as questões de identidade de gênero no conteúdo programático das aulas e através da confecção de cuecas absorventes voltadas à homens trans e intergêneros.
Gabriela Linhares Lustosa Cargo na Instituição - Vice Diretora Geral Função no Projeto - Coordenadora do Projeto e Facilitadora dos Encontros Currículo resumido - Brasiliense, formada em Design de Moda pelo IESB (Brasília-DF) e pós-graduada em Design de Produtos de Moda pelo SENAI (São Paulo-SP). Orientou sua carreira desde o início para a Moda Sustentável e socialmente responsável. Sua atuação se pauta no princípio de que os profissionais da moda podem contribuir na construção de um mundo mais justo, menos desigual e verdadeiramente democrático. Suas experiência pessoais e profissionais são marcadas por experiências em alguns países estrangeiros, como a Índia, Israel e Turquia além de outros países da Europa onde morou por dois anos. Em 2014 criou a Lua dos Ventos, uma marca autoral priorizando a sustentabilidade e a conscientização sobre a cadeia produtiva do setor. A produção seguia conceitos de slow fashion, com a contratação de costureiras locais, upcycling com materiais reaproveitáveis, ou aquisição de tecidos e materiais prioritariamente certificados. No ano de 2022 atuou no projeto "Mão Empoderadas", realizado na zona Leste de São Paulo onde realizou e estruturou oficinas para inclusão de mulheres artesãs de baixa renda no mercado de trabalho. Atualmente, atua no projeto Monet à Beira D'água, um programa educativo itinerante que leva a arte para dentro das escolas públicas do país. Está finalizando o MBA na ECA - USP em negócios e estética da moda. É sócio fundadora e Vice Diretora Geral do Instituto GUATÁ. Maurenice Santos Cargo na Instituição - Conselheira Função no Projeto - Produtora Executiva Currículo resumido - Paulistana, 41 anos, mulher cisgênero e mãe. Graduada em Administração de Empresas pela Uniesp - 2011 e graduanda em Pedagogia pela Faculdade Cruzeiro do Sul (conclusão 2025), cursista na formação docente em Educação para as Relações Étnicos Raciais (FORMAÇÃO ERER 2024) pela Associação Baobá. Cursos complementares: - Curso Ler o Brasil (2024) na Casa Sueli Carneiro; - Curso de Contação de Histórias - Mário Sankofa (2024) e Curso de Letramento Racial (2024). Atuou no setor Administrativo em diversas empresas na cidade de São Paulo, responsável pela prestação de contas, recursos humanos e auxiliar de gestão. Atualmente é integrante e dançarina da Associação Quiloa Maracatu (desde 2022), mediadora no Coletivo de Escrita Insubmissas (desde 2023) e participante do Coletivo Nyansapo - Rodas de Leitura de Lélia Gonzales (2024) Carolina Bovo Criscuolo Cargo na Instituição - Diretora Geral Função no Projeto - Coordenadora Administrativa/Financeira e Facilitadora dos Encontros Currículo resumido - Paulistana, 43 anos, graduada em Educação Físicapela UniFMU SP em 2004 e pós-graduada em Saúde Mental pela FACEL em 2008. Durante os anos de 2006 e 2008 trabalhou no Hospital Psiquiátrico Nina Rodrigues em São Luís do Maranhão, desenvolvendo e ministrando diversas oficinas corporais e terapêuticas aos usuários do equipamento. Em paralelo efetuou alguns atendimentos junto ao CAPS II da mesma cidade, com proposituras no ramo da atividade física e terapêutica através do movimento corporal. No Estado de São Paulo, se efetivou como servidora pública do Estado, onde permaneceu por 12 anos atuando na Fundação CASA na execução de medidas socioeducativa para adolescentes em situação de privação de liberdade, incialmente como professora de Educação Física, posteriormente como Coordenadora Pedagógica no ano de 2020 e finalmente com Encarregada de Área Técnica de 2021 à 2022, desligando-se da instituição no ano de 2022. Foi sócio fundadora e ocupou o cargo de Diretora Executiva no Instituto Jurema durante os anos de 2019 à 2022 e mais recentemente atuou na equipe de produção executiva do Projeto Sabores e Lembranças desenvolvido pelo Instituto ADUS. Atualmente sócio fundadora e Diretora Geral do Instituto GUATÁ. Amélia Maria de Sousa Função no Projeto - Costureira Currículo Resumido - Moradora do município de Cubatão, uma das idealizadoras do ateliê de costura da FIP - Fábrica de Inclusão Produtiva de Cubatão (espaço de desenvolvimento de cursos e oficinas com enfoque na geração de renda), iniciou sua carreira como costureira à mais de 40 anos, tendo atuado em 3 confecções de larga escala do Estado de São Paulo. Atualmente, atua em projetos sociais na confecção de bolsas sustentáveis, roupas na técnica de upcycling, absorventes ecológicos, ação do coração e escola de samba na costura de figurinos. Ana Cândida Pena - Assessoria de Imprensa Currículo Resumido - Jornalista e mestre em Antropologia Social, atua como assessora de comunicação com foco nos temas ligados à cultura, sustentabilidade e políticas públicas. Como assessora de imprensa já atendeu as contas da Biblioteca Mário de Andrade, Instituto Ethos, Fórum Brasileiro de Segurança Pública, entre outros. Foi colunista do UOL na editira Ecoa, com artigos sobre a primeira infância e desenvolvimento territorial.
PROJETO ARQUIVADO.