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PRONAC 247965Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

CORES DA AMAZÔNIA

JOSE PEREIRA VALE
Solicitado
R$ 199,3 mil
Aprovado
R$ 199,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
MA
Município
Açailândia
Início
2025-01-06
Término
2026-01-02
Locais de realização (3)
Açailândia MaranhãoBelém ParáColares Pará

Resumo

A proposta visa ressaltar a diversidade e a riqueza da região amazônica, retratando as paisagens, fauna, flora e a cultura local de maneira criativa e expressiva. Além disso, busca dar voz aos moradores da Amazônia, destacando suas histórias e vivências por meio das artes em grafites, palestras e seminários. Revitalização pintura em grafite, serão em espaços já inseridos no dia a dia das cidades como; muros de escolas, praças, espaços públicos periféricos entre outros. Esses espaços serão mapeados após pesquisa realizadas nas cidades quando da etapa da Pré-produção.

Sinopse

O CORES DA AMAZÔNIA, traz a discussão sobre a conservação e preservação da floresta, (Palestras e Seminários) ao mesmo tempo que insere no espaço, as pessoas que aqui vivem, mostrando a sua força e sua arte nos muros desta cidades. Importante ressaltar a dimensão desta região e muitas vezes o acesso difícil, nasua maioria realizado através de barco, o que muitas vezes faz com que as pessoas não tenham acesso a projetos e ações na área cultural. Com o CORES DA AMAZÔNIA com a participação de artistas locais temos a missão de imprimir a diversidade e a riqueza da nossa região, retratando as paisagens, a fauna, a flora e cultura pulsante de maneira criativa e expressiva, além disso dar voz aos moradores destasregiões, destacando suas histórias e vivência, por meio da arte.

Objetivos

Objetivo Geral O PROJETO CORES DA AMAZÔNIA visa realizar oficinas de Grafite, palestras e seminários, usando a arte como ferramenta para a sensibilização ambiental e difusão da cultura indigena e quilombolas. Todas as ações serão realizadas nas cidades de Colares (região reconhecida como um dos primeiros quilombos do Pará) Belém (sede da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025, também chamada de COP30) e Açailândia _ MA (Município que sofreu impactos severos, devido a destruição ambiental, localizada na Amazônia legal). Objetivo específico 1- Oportunizar Oficinas de grafite, criando assim um intercâmbio entre jovens e Profissionais de Belém, a capital do Pará, onde já realizam um trabalho forte de impressão de conservação da cultura amazônica em suas obras. 3- Palestras para alunos da rede municipal de ensino de Açailândia e Colares sobre o cuidado que devemos ter com o meio em que vivemos e como a arte pode contribuir para sensibilização ambiental. 4-Valorizar os profissionais da região norte, ofertando possibilidade de renda aos artistas através do Cores da Amazônia. 5-Criação de 08 murais em áreas que sofrem com processo de degradação nas cidades de Açailândia-MA, Colares e Belém-PA, Todas as obras serão realizadas por alunos e professores do curso de grafite de maneira coletiva e com inspirações nas tradições e natureza da região, estimulando o protagonismo dos artistas locais, além de criar um espaço de integração entre artistas e comunidade 7-Realizar o seminário itinerante CORES DA AMAZÔNIA, promovendo um espaço de articulação e reflexão sobre as possibilidades da arte na conscientização e mobilização representatividade da Amazônia.

Justificativa

A Amazônia é praticamente um país de dimensões que chegam a impressionar, com uma diversidade incrível e uma celebração constante de múltiplas culturas, todas alinhadas com a floresta e sua majestade. Quando pensei em realizar O CORES DA AMAZÔNIA, imaginei uma proposta que falasse com as pessoas que nasceram e vivem até hoje neste bioma fascinante, tive o cuidado de colocá-los como protagonista, já que não adianta campanhas de preservação da floresta, se não dialogarmos com as pessoas, afinal são elas que podem modificar este painel de destruição da floresta, a palavra é " sensibilizar " da importância do meio em que vivemos. A Amazônia legal que começa no estado do Maranhão sofre com uma devastação jamais vista, com a floresta dando lugar a pastagens e plantações de soja, provocando transformação na paisagem e extinção da biodiversidade, afetando na maioria das vezes os povos que habitavam estas regiões, incluindo: indígenas e quilombolas. Diante disso o PROJETO CORES DA AMAZÔNIA deseja contribuir para um mundo mais verde . Acreditamos que a força de mobilização através da arte, pode sensibilizar da responsabilidade que temos como habitantes desta terra, de cuidar do nosso chão. Estamos a pouco mais de um ano da realização do maior evento sobre mudanças climática no Brasil: A Conferência da ONU sobre mudanças climáticas (COP 30) que vai se realizar em Belém, entre 10 e 21 de novembro de 2025, daí a importância de ações e projetos como O CORES DA AMAZÔNIA, trazendo a discussão sobre a conservação e preservação da floresta, (Palestras e Seminários) ao mesmo tempo que insere no espaço, as pessoas que aqui vivem, mostrando a sua força e sua arte nos muros desta cidades. Importante ressaltar a dimensão desta região e muitas vezes o acesso difícil, na sua maioria realizado através de barco, o que muitas vezes faz com que as pessoas não tenham acesso a projetos e ações na área cultural. Com o CORES DA AMAZÔNIA com a participação de artistas locais temos a missão de imprimir a diversidade e a riqueza da nossa região, retratando as paisagens, a fauna, a flora e cultura pulsante de maneira criativa e expressiva, além disso dar voz aos moradores destas regiões, destacando suas histórias e vivência, por meio da arte. A culmiância se dará com o seminário itinerante CORES DA AMAZÔNIA, nas 3 cidades onde irá se desenvolver o projeto: Em Belém ( 01 semana antes da COP 30).

Especificação técnica

NOSSO CHÃO: A arte e a cultura da Amazônia como instrumento de sensibilização ambiental Palestras itinerantes a serem realizadas em Escolas da Rede Municipal de Ensino, nas Cidades de Colares e Belém-PA e Açailândia-MA. Quantidade: 03 Carga Horária: 10h Público estimado: 200 alunos Objetivo- Sensibilizar os alunos sobre a importância da preservação ambiental na Amazônia. - Incentivar o uso da arte como forma de expressão e engajamento ambiental - Estimular a criatividade e a consciência ambiental dos participantes Contextualização sobre a AmazôniaA. Breve introdução sobre a região B. Ecossistemas e biodiversidade amazônicos C. Desafios e ameaças ambientais enfrentadas na Amazônia Arte como Ferramenta de Sensibilização AmbientalA. Exploração da arte como linguagem universal B. Exemplos de artistas contemporâneos engajados na temática ambiental C. Apresentação de diferentes formas de expressão artística (Grafite, fotografia) D. Discussão sobre a capacidade da arte de transmitir mensagens e despertar emoções A Importância da Sensibilização Ambiental na AmazôniaA. Consequências da degradação ambiental para a região e para o mundo B. Impacto das ações individuais e coletivas na preservação ambiental C. O papel dos jovens na defesa do meio ambiente Oficina Prática: Explorando a Arte como Ferramenta de Sensibilização AmbientalA. Atividade de criação artística (Mural de Grafite ) Estímulo à imaginação e à expressão artística dos alunos. C. Reflexão sobre a mensagem ambiental transmitida através da obra de arte produzida. EncerramentoA. Síntese dos principais pontos abordados na palestra/oficina B. Conclusão sobre a importância da arte como ferramenta de sensibilização ambiental na Amazônia C. Convite para que os alunos continuem explorando a arte como forma de expressão e engajamento ambiental D. Sugerir a Escola ações através do CONVIDA para fortalecimento da mensagem ambiental no espaço da escola. Avaliação A. Feedback dos alunos sobre a palestra/oficina B. Observação da participação dos alunos na oficina prática C. Avaliação da compreensão dos conceitos abordados durante a atividade Responsáveis Valdo Vale – Radialista, Diretor e Roteirista, um dos precursores do Rádio Açailandense, pioneiro em projetos de difusão cultural e ambiental em Açailândia, com passagem pelas principais emissoras de rádio e TV. Criador do Polo Audiovisual de Santa Rita, é autor dos projetos Cinema para Todos, Clube de Vídeo do Nordeste e Ação Caatinga (Produção Audiovisual) este desenvolvido em centenas de escolas públicas nos municípios do interior nordestino. Atualmente finaliza a primeira temporada da série A OFICINA DO CRIADOR. Cely Feliz – Artista premiada, começou sua carreira no movimento CIDADES ILUSTRADAS, no antigo IAP (Instituto de Artes do Pará). Desenvolve projetos através do Grafite com forte mensagem ambiental e cultura amazônica na periferia de cidades do interior do Pará. É licenciada e Bacharelada em Artes Visuais pela UFPA – Universidade Federal do Pará, tem Pós-Graduação em Relações Étnico-Raciais, pela UFPA – Universidade Federal do Pará. Professora de Artes, na Rede Municipal de Ensino de Ananindeua-PA. Douglas Almeida – Fotografo/Videomaker. Especializado em produção de conteúdo audiovisual para mídias. Experiência em documentários e materiais audiovisuais no Brasil, Colômbia, Argentina, Paraguai, Chile e Estados Unidos. PLANO PEDAGOGICO – OFICINA DE GRAFITE A oficina de grafite é uma oportunidade única para explorar a expressão artística e promover a conscientização sobre a importância da preservação da floresta amazônica e o respeito pelos povos indígenas. Ao longo de 40 horas, os participantes terão a oportunidade de aprender técnicas básicas de grafite e criar murais que retratam a cultura e a diversidade da Amazônia. Objetivos:1. Introduzir os participantes ao universo do grafite e suas possibilidades artísticas. 2. Promover o conhecimento sobre a importância da preservação da floresta amazônica e a valorização dos povos indígenas. 3. Promover a criatividade e o trabalho colaborativo por meio da criação de murais que retratem a cultura da Amazônia. 4. Estimular a consciência crítica e reflexiva sobre questões socioambientais. Metodologia:A oficina será dividida em módulos, que abrangerão diferentes aspectos do grafite e da cultura da Amazônia. Cada módulo terá uma duração média de 10 horas. As atividades serão realizadas de forma prática e participativa, com o apoio de recursos audiovisuais e materiais de arte. Serão estimulados o diálogo, a troca de experiências e a criação coletiva. Módulo 1 - Introdução ao Grafite (10 horas)- Apresentação do grafite como forma de expressão artística e suas diferentes técnicas. - Exploração de materiais e ferramentas utilizados no grafite. - Exercícios práticos de desenho e uso de spray. Módulo 2 - Conhecendo a Amazônia (10 horas) - Discussão sobre os desafios enfrentados pela região e a necessidade de proteção ambiental e cultural. - COP 30 e a visibilidade para as causas ambientais na Amazônia. - Discussão sobre os temas a serem retratados nos murais, tendo em conta a cultura da Amazônia e a importância dos povos da floresta. - Divisão dos participantes em grupos para desenvolvimento de ideias e criação dos murais. - Acompanhamento e orientação dos facilitadores no processo de criação. Módulo 4 - Pintura de Murais (5 horas)- Preparação do local onde os murais serão pintados. - Pintura dos murais pelos participantes, com auxílio dos facilitadores. - Finalização e apresentação dos murais. Avaliação:A avaliação será contínua, levando em consideração a participação dos alunos, o desenvolvimento das técnicas de grafite, a criatividade e a forma como os murais retratam a cultura da Amazônia. será aplicado um questionário ao final da oficina para avaliar a percepção dos participantes sobre a importância da preservação da floresta amazônica, valorização e identidade. Recursos necessários:- Materiais de arte, como papel, lápis, canetas, sprays e outros materiais de grafite. - Recursos audiovisuais, como projetor e tela para exibição de fotografias e vídeos. - Espaço adequado para a realização da oficina e pintura dos murais. ResponsáveisFabio Graf – Artista Paraense, iniciou sua carreira artista em 2002, já participou de vários festivais de Graffiti a nível nacional e internacional. Integrou-se a alguns grupos de Graffiti nacional, expôs suas obras em exposições nacionais. É arte educador e já ministrou oficinas e workshops em vários estados. O seu trabalho tem uma forte conexão com a natureza e a cultura amazônica. Douglas Almeida – Fotografo/Videomaker. Especializado em produção de conteúdo audiovisual para mídias. Experiência em documentários e materiais audiovisuais no Brasil, Colômbia, Argentina, Paraguai, Chile e Estados Unidos.

Acessibilidade

O projeto contará com Intérprete de Libras. Quanto ao espaço físico será ministradas onde já existe uma estrutura adequada que garante acessibilidade como; Rampa de acesso, Corrimão, banheiro acessível, vagas para cadeirantes, cadeiras para pessoas com obesidade.

Democratização do acesso

Todas as oficinas e demais ações do projeto serão gratuitas aos participantes; ninguém pagará nenhum valor para participar do projeto; O cores da Amazônia assume o compromisso de levar a arte para todos, valorizando cada participante nos municípios de Colares e Belém, no estado do Pará e Açailândia, no Maranhão, Ao mesmo tempo que leva para as ruas destas cidades a expressão da riqueza cultural de nossa gente.

Ficha técnica

Valdo Vale – Radialista, Diretor e Roteirista, um dos precursores do Rádio Açailandense, pioneiro em projetos de difusão cultural e ambiental em Açailândia, com passagem pelas principais emissoras de rádio e TV. Criador do Polo Audiovisual de Santa Rita, é autor dos projetos Cinema para Todos, Clube de Vídeo do Nordeste e Ação Caatinga (Produção Audiovisual) este desenvolvido em centenas de escolas públicas nos municípios do interior nordestino. Atualmente finaliza a primeira temporada da série A OFICINA DO CRIADOR. Cely Feliz – Artista premiada, começou sua carreira no movimento CIDADES ILUSTRADAS, no antigo IAP (Instituto de Artes do Pará). Desenvolve projetos através do Grafite com forte mensagem ambiental e cultura amazônica na periferia de cidades do interior do Pará. É licenciada e Bacharelada em Artes Visuais pela UFPA – Universidade Federal do Pará, tem Pós-Graduação em Relações Étnico-Raciais, pela UFPA – Universidade Federal do Pará. Professora de Artes, na Rede Municipal de Ensino de Ananindeua-PA. Fabio Graf – Artista Paraense, iniciou sua carreira artista em 2002, já participou de vários festivais de Graffiti a nível nacional e internacional. Integrou-se a alguns grupos de Graffiti nacional, expôs suas obras em exposições nacionais. É arte educador e já ministrou oficinas e workshops em vários estados. O seu trabalho tem uma forte conexão com a natureza e a cultura amazônica. Douglas Almeida – Fotografo/Videomaker. Especializado em produção de conteúdo audiovisual para mídias. Experiência em documentários e materiais audiovisuais no Brasil, Colômbia, Argentina, Paraguai, Chile e Estados Unidos.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.