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Este projeto, proposto pelo Instituto Cultural Luiza de Azevedo Meyer, visa viabilizar o funcionamento diário do Museu dos Brinquedos que tem como missão a preservação, pesquisa, valorização e difusão do patrimônio lúdico da infância, bem como, do fomento cultural para crianças e adolescentes; além de ações de formação para pais, educadores e a comunidade em geral visando resignificar olhares e atitudes quanto ao tempo do brincar e da cultura para a infância contemporânea.
PRODUTO PRINCIPAL: 1. PLANO ANUAL - VISITA MEDIADA NO MUSEU DOS BRINQUEDOS COM ARTE EDUCADORES • 12.000 crianças e adolescentes de escolas, faculdades, grupos de terceira idade, instituições em geral, de acordo com de acordo com o Programa Educativo e Cultural, de terça a sexta das 9h às 12h e das 13h às 16h, sábados e feriados de 10h às 12h30 e das 14h às 17h.• 8.000 atendimentos a visitas espontâneas de acordo com de acordo com o Programa Educativo e Cultural, nos mesmos dias e horários. PRODUTOS SECUNDÁRIOS:2. ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS (nomenclatura padrão do produto):• 12 atividades culturais em datas específicas - sábados, feriados e férias escolares -, compondo uma programação cultural voltada para as crianças, aos sábados, feriados, férias e mês das crianças. Exemplos: apresentações de teatro, dança, música, circo, contações de histórias. 3. Curso / Oficina / Estágio (nomenclatura padrão do produto):• 14 Bolsas de Estágios remunerados e supervisionado para estudantes dos cursos de Pedagogia, História, Museologia, Artes Visuais, Turismo, Teatro, Psicologia, Letras e Comunicação Social, com carga horária de 540 horas semestrais aproximadamente, sendo que no mínimo 50% das vagas são destinadas a estudantes de instituições públicas de ensino ou alunos de baixa renda.• 20 vagas de estágio obrigatório para estudantes de Pedagogia, com carga horária de acordo com a demanda instituída por cada faculdade, com vista à propiciar o contato e a vivência profissional em uma instituição de educação não formal.O escopo metodológico deste segue discriminado na seção Descrição das atividades do produto.4. Curso/oficina/capacitação - artes visuais (nomenclatura padrão do produto)• 40 edições Oficinas Brincantes (brinquedoteca e atividades artísticas), oferecendo 3 horas de atividades lúdico pedagógicas e artísticas (oficinas de arte com materiais reciclados, brincadeiras, contação de histórias), para crianças em processo de institucionalização, participantes do Projeto Escola de Convivência Familiar, promovido pela Defensoria do Estado de Minas Gerais.• 2 edições do Curso Brincante para educadores, pais e comunidade geral, com objetivo de promover a prática do brincar como forma de estabelecer vínculos efetivos e positivos como as crianças, sendo que 60% das vagas são destinadas a estudantes e professores de instituições públicas de ensino ou pessoas de baixa renda.• 3 edições de 3 horas do curso de capacitação "Brincar para construir vínculos" para pais e/ou cuidadores que estão em processo de restituição da guarda de suas crianças; como parte do Projeto Escola de Convivência Familiar, promovido pela Defensoria do Estado de Minas Gerais. O escopo metodológico deste segue discriminado na seção Descrição das atividades do produto.5. Festival ou Festa Popular (nomenclatura padrão do produto):• 4 edições dos eventos festivos – Se essa rua fosse minha - gratuitos, em locais públicos e com promoção de atividades lúdico pedagógicas (oficinas com materiais reciclados, brincadeiras, apresentações culturais), com alcance aproximado de 4.000 pessoas no total. 6. Festival / Feira de Gastronomia (nomenclatura padrão do produto):• 2 edições da Festival de Troca de Brinquedos na sede do Museu dos Brinquedos, com visita mediada à exposição, teatrinho de marionete, construção de brinquedos com material reciclado, com alcance aproximado de 1000 pessoas no total. 7. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS (nomenclatura padrão do produto): • 500 alunos de instituições públicas de ensino a serem recebidos gratuitamente na sede do Museu dos Brinquedos, conforme Programa de Ação Educativa a Cultural = AÇÃO FORMATIVA CULTURAL.
Objetivos gerais• Cumprir a missão do Museu dos Brinquedos de conhecer, preservar e difundir o patrimônio cultural lúdico da infância no Brasil, fazendo-o instrumento de construção de identidades coletivas e de requalificação das experiências culturais, educativas e cidadãs da criança e do adulto. • Prover um espaço lúdico e cultural para que as crianças possam exercer o seu direito de brincar e vivenciar a cultura e a arte, garantido pela Lei 8.069 de 13 de julho de 1990, Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). • Viabilizar financeiramente o funcionamento diário do Museu dos Brinquedos e seus programas durante o ano de 2025. Objetivos específicos • 12.000 crianças e adolescentes de escolas, faculdades, grupos de terceira idade, instituições em geral, de acordo com de acordo com o Programa Educativo e Cultural, de terça a sábado, sendo cerca de 60% de escolas públicas. • 8.000 atendimentos a visitas espontâneas de acordo com de acordo com o Programa Educativo e Cultural, nos mesmos dias e horários.• 18 bolsas de estágios remunerados e supervisionado para estudantes dos cursos de Pedagogia, História, Museologia, Artes Visuais, Turismo, Teatro, Psicologia, Letras e Comunicação Social, com carga horária de 540 horas semestrais aproximadamente, sendo que no mínimo 50% das vagas são destinadas a estudantes de instituições públicas de ensino ou alunos de baixa renda. • 20 vagas de estágio obrigatório para estudantes de Pedagogia, com carga horária de acordo com a demanda instituída por cada faculdade, com vista à propiciar o contato e a vivência profissional em uma instituição de educação não formal. • 12 atrações culturais em datas específicas - sábados, feriados e férias escolares -, compondo uma programação cultural voltada para as crianças, aos sábados, feriados, férias e mês das crianças. Exemplos: apresentações de teatro, dança, música, circo, contações de histórias. • 40 edições Oficinas Brincantes (brinquedoteca e atividades artísticas), oferecendo 3 horas de atividades lúdico pedagógicas e artísticas (oficinas de arte com materiais reciclados, brincadeiras, contação de histórias), para crianças em processo de institucionalização, participantes dos Projetos Parentalidade e Escola de Convivência Familiar, promovidos pela Defensoria do Estado de Minas Gerais.• 2 edições do Curso Brincante para educadores, pais e comunidade geral, com objetivo de promover a prática do brincar como forma de estabelecer vínculos efetivos e positivos como as crianças, sendo que 60% das vagas são destinadas a estudantes e professores de instituições públicas de ensino ou pessoas de baixa renda. • 3 edições de 3 horas do curso de capacitação "Brincar para construir vínculos" para pais e/ou cuidadores que estão em processo de restituição da guarda de suas crianças; como parte do Projeto Escola de Convivência Familiar, promovido pela Defensoria do Estado de Minas Gerais.• 4 edições do Festival/Festa Popular Se essa rua fosse minha - gratuitos, em locais públicos e com promoção de atividades lúdico pedagógicas (oficinas com materiais reciclados, brincadeiras, apresentações culturais), com alcance aproximado de 4.000 pessoas no total.• 2 edições do Festival/Feira de Troca de Brinquedos na sede do Museu dos Brinquedos, com entrada gratuita e visita mediada à exposição, teatrinho de marionete, construção de brinquedos com material reciclado, com alcance aproximado de 1000 pessoas no total.• 500 atendimentos gratuitos na sede do Museu dos Brinquedos à estudantes de instituições públicas de ensino - CONTRAPARTIDA SOCIAL.
A literatura especializada tem demonstrado a importância do brincar no processo do desenvolvimento humano. Elemento indispensável na construção do sujeito social, a atividade lúdica promove as condições para que o ser humano, independente da idade, possa manifestar sua subjetividade e apropriar-se da sua ação. O brinquedo e a brincadeira são elementos que nascem com a própria cultura. Linguagem que associa pensamento e ação, a brincadeira sempre permitiu ao homem interagir e recriar o mundo que o cerca. Estudos aqueológicos atestam a existência de brinquedos e jogos nas antigas civilizações e, muitos dos brinquedos conhecidos hoje, têm sua origem bem remota: do Egito herdamos o jogo-da-velha e as bolinhas de gude; da China, o dominó, os cata-ventos e as pipas; da Grécia e de Roma, pernas-de-pau e marionetes.O brinquedo, assim como a própria noção de infância, é uma construção histórico-cultural que assume significados distintos em diferentes sociedades e períodos. Como artefatos culturais, os brinquedos são signos que permitem percorrer tradições, modos de vida, regras sociais, uso de materiais e tecnologia ao longo do tempo. Mediadores de um processo cultural que estabelece e mantém valores, eles são testemunhos do papel que o lúdico ocupa em diferentes contextos históricos e de mentalidades, sentimentos e percepções que o mundo adulto cultiva em relação à infância.Os jogos e brincadeiras, como analisa Philippe Ariès, eram comuns a todas as idades e classes sociais das sociedades europeias até o século XVII, quando foram abandonados pelos adultos e segmentos abastados, sobrevivendo entre as crianças e as classes populares. Originariamente muitos brinquedos e brincadeiras, hoje restritos ao universo infantil, associavam-se a práticas disseminadas na comunidade, ligadas frequentemente ao calendário de festas religiosas e sazonais, reunindo, de maneira indistinta, crianças, jovens e adultos. Alguns brinquedos mantiveram-se em uma fronteira ambígua, e só mais tarde, nos séculos XIX e XX, tornaram-se exclusivamente infantis, a exemplo das bonecas, fantoches, teatro de marionetes. Segundo o autor: "É possível que exista uma relação entre a especialização infantil dos brinquedos e a importância da primeira infância no sentimento revelado pela iconografia e pelo traje a partir do fim da Idade Média. A infância tornava-se repositório dos costumes abandonados pelos adultos."A despeito da profusão de análises sobre o importante papel das atividades lúdicas na formação do indivíduo e nos processos culturais e sociais, é possível constatar seu crescente declínio no mundo contemporâneo. Não apenas o adulto encontra-se afastado do lúdico, moldado no universo estrito do trabalho, como a criança está cada vez mais subtraída da infância. No contexto da globalização econômica, de produção industrial da cultura, com sua consequente homogeneização e mercantilização e de domínio de redes de informação e comunicação tecnológica, as condições de existência da cultura infantil se tornam precárias, superficiais, para não dizer ameaçadas de desaparecer.Concretamente, as transformações ocorridas, no último século, nas atividades lúdicas da criança, são decorrentes, como lembra a pesquisadora Adriana Friedmann, do crescimento urbano e da redução do espaço físico, da falta de disponibilidade de tempo para o brincar, da reorganização da estrutura familiar, com o ingresso da mulher no mercado de trabalho, do incremento da indústria de brinquedos e da lógica de seu consumo. Acrescente-se, ainda, que grande parte do acervo de brinquedos e brincadeiras são produtos de uma tradição cultural que vem sendo suplantada pela cultura de massa.Neste cenário, no qual importante e rico patrimônio cultural lúdico da criança encontra-se em risco de se perder, arrastando consigo valores, costumes, formas de pensar e agir transmitidos de geração a geração, o funcionamento do Museu dos Brinquedos, instituído e mantido do Instituto Cultural Luiza de Azevedo Meyer, adquire significado social e cultural relevante. Trata-se não apenas de uma alternativa legítima de conservação e difusão de sua coleção, mas também de uma iniciativa que contribui para a restituição do sentido da cultura da infância no mundo contemporâneo, experiência cujo valor constitui parte fundamental da história dos indivíduos e da sociedade. Além de se constituir como um local de promoção cultural para este público: as crianças.Embora sejam comuns em todo o mundo museus da criança e do brinquedo, no Brasil pouco se fez no campo da preservação de acervos da cultura infantil. Por se tratar de iniciativa pioneira em Minas Gerais, considerando a inexistência de instituições dessa natureza no Estado, acredita-se que seu funcionamento tem apresentado perspectivas concretas de ser bem-sucedido quanto à sua missão de preservar, valorizar e difundir a cultura da infância e para a infância. Além disso, busca também atender a um público mais vulnerável, como crianças em processo de institualização ou em risco de; ententendo a potência do brincar para construir, reconstruir e fortalecer laços familiares, e ainda promover o acesso e a democratização cultural para este público. Para o Museu dos Brinquedos, as crianças são sujeitos sociais e culturais que aprendem brincando e que são capazes de agir ativamente na construção de sua identidade e da sociedade. Já os adultos _ familiares e educadores _ podem ser não só catalizadores deste processo e, também, influenciados por ele, na medida que acessam lembranças de suas infâncias, despertam em si o ser brincante e interagem com as crianças. Por isso, brincar entre gerações contribui tanto com o fortalecimento dos laços afetivos, familiares e sociais; em casa, nas escolas, nos espaços de lazer público.Convém ressaltar, finalmente, o papel social a ser exercido pelo Museu dos Brinquedos em uma sociedade que apresenta índices dramáticos referentes à população infantil, exposta, em sua grande maioria, à violência, pobreza e desamparo. Nesse contexto, é indiscutível a necessidade de se implementar políticas capazes de assegurar educação, saúde e segurança, assim como de prover a infância de condições para que ela seja vivida em sua plenitude, garantindo-lhe o direito ao lúdico - requisito indispensável para a humanização e a construção do sujeito histórico. Nessa perspectiva, o Museu funciona como espaço de acesso e disseminação do patrimônio material e imaterial referente à infância, destinado a experiências de reconstrução permanente da identificação de diferentes segmentos da sociedade com seu universo lúdico-cultural. essa forma, nos parágrafos acima, a descrição conceitual que justifica a existência e manutenção do trabalho do Museu dos Brinquedos demonstra claramente seu diálogo com os incisos do Artigo 1° da Lei Federal 8313/91, conforme abaixo: Artigo 01I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Artigo 03II - fomento à produção cultural e artística;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas E para viabilizar todos estes programas com qualidade, a bilheteria que se é cobrada não é suficiente para cobrir as despesas. O apoio via leis de incentivo é essencial para a manutenção do projeto em sua plenitude, reforçando ainda mais seu caráter democrático, descentralizador e acessível.
AÇÃO FORMATIVA CULTURAL - CONTRAPARTIDAS SOCIAIS (FAVOR DESCONSIDERAR INFORMAÇÕES INSERIDAS EM DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES/DETALHES TÉCNICOS REFERENTE A AÇÃO FORMATIVA, E CONSIDERAR ESTAS INFORMAÇÕES ABAIXO. Infelizmente, não conseguimos alterar a seção citada acima devido a um problema de não carregamento da página, relatado exaustivamente para o emal do SALIC e em Minhas Solicitações, e que não foi resolvido. Dessa forma, inserimos as inforamções corretas da Ação formativa logo abaixo) AÇÃO FORMATIVA CULTURAL - CONTRAPARTIDAS SOCIAIS META: - Receber 500 alunos de instituições de ensino público gratuitamente na sede do Museu dos Brinquedos, tendo como metodologia o Programa de Ação Educativa e Cultural do Museu dos Brinquedos, conforme detalhado abaixo. Contrapartidas Sociais = 500 pessoas /12 grupos de instituições de ensino público (considerar este dado para o produto CONTRAPARTIDA) INTRODUÇÃO - O BRINCAR E O MUSEU DOS BRINQUEDOS Os brinquedos e as brincadeiras são elementos que nasceram com a própria cultura. Como linguagens, sempre irão associar pensamento e ação e permitir ao homem interagir e recriar o mundo que o cerca. Como artefatos culturais, são signos que permitem percorrer tradições, modos de vida, valores, regras sociais, uso de materiais e tecnologia ao longo do tempo. Os jogos e as brincadeiras infantis podem configurar-se como estratégias lúdicas que ultrapassam o limite da idade, apresentando um repertório cultural importante para a expressão corporal, a cooperação, socialização, liderança e autoconhecimento. Dessa forma, a atividade lúdica é um elemento indispensável na construção do sujeito social e promove as condições para que o homem possa manifestar sua subjetividade e apropriar-se da sua ação. Norteado por estes conceitos está o trabalho do Museu dos Brinquedos de Belo Horizonte - iniciativa que contribui para a restituição do sentido da cultura da infância no mundo contemporâneo, experiência cujo valor constitui parte fundamental da história dos indivíduos e da sociedade. O Museu busca ser um espaço de acesso democrático, de disseminação e valorização do patrimônio material e imaterial referente à infância, destinado a experiências de reconstrução permanente e da identificação de diferentes segmentos da sociedade com seu universo lúdico-cultural. OBJETIVOS DA VISITA MEDIADA AO MUSEU DOS BRINQUEDOS • Trabalhar de forma leve e lúdica conceitos como patrimônio, colecionismo, história coletiva e individual, memória e importância dos museus. • Resgatar e valorizar as brincadeiras coletivas e genuínas, realizadas a partir de elementos simples, da interação com o outro e uso da imaginação e do próprio corpo. • Ressignificar a importância do brinquedo como objeto de consumo a partir de oficinas artísticas e lúdicas. • Apresentar a história dos brinquedos e sua relação com momentos históricos relevantes da história. • Fortalecer sentimentos de coletividade, valorizar os laços afetivos, trabalhar princípios como respeito e apoio mútuo. • Contribuir com a promoção e valorização da memória coletiva e do patrimônio cultural da humanidade. • Contribuir com a democratização do acesso aos bens culturais. • Cumprir a missão do museu de conhecer, preservar e difundir o patrimônio cultural lúdico da infância no Brasil, fazendo-o de um instrumento de construção de identidades coletivas e de requalificação das experiências culturais, educativas e cidadãs da criança. METODOLOGIA: Ações para antes da visita ao Museu: Antes da visita ao Museu dos Brinquedos, em sala de aula, sugerimos aos professores que conversem com os alunos e explorem conceitos como memória, objeto patrimonial como recorte de uma história partilhada, acervo e coleção. Em seguida, proponham aos alunos que selecionem objetos encontrados na própria escola que representem a memória coletiva da turma. Deve-se colocar tudo em um pote, elaborar um parágrafo justificando a escolha dos objetos e levá-lo ao Museu dos Brinquedos, no dia da visita. Nosso objetivo é ilustrar a montagem de um acervo, demonstrar a relação entre afeto e colecionismo e ainda propor o exercício da identidade de grupo, do simbólico compartilhado e do coletivo. A visita ao Museu dos Brinquedos: Momento 01: No pátio • Boas-vindas com apresentação do museu e da equipe. • Combinados e divisão em grupo. Objetivo: boas vindas e apresentação geral Momento 02: Sala de Acolhimento • História do Museu e da sua idealizadora – Teatro de Fantoches • Apresentação da proposta museográfica chamando a atenção para a inspiração no brinquedo Pequeno Construtor. Objetivo: acolher e apresentar o Museu. Momento 03: Nas salas expositivas Este momento acontece durante o percurso livre pelas salas e pode explorar diferentes temas. • Lógica do surgimento - Brinquedos tradicionais. • Industrialização dos brinquedos. • Bonecas – evolução dos materiais e seus usos nas antigas civilizações até as atuais. Apresentar as bonecas como fonte histórica e como representação do feminino – papel da mulher na sociedade, todas as idades. • Meios de transportes: retrato da evolução tecnológica . • Jogos de tabuleiro e videogames: o que há de comum entre eles? Momento 04: Coletivo de Memórias Encerramento da exposição com o “Coletivo de memórias” – o grupo de alunos apresenta sua coleção e explica o processo de escolha feito na escola. Em seguida, o potinho é colocado na estante do Museu. Os objetos escolhidos pelos alunos representam a memória coletiva e compartilhada entre eles e, a partir daquele momento, também farão parte do acervo Museu dos Brinquedos. A ideia é demonstrar como a história é viva e construída no presente por todos nós. Momento 05: Oficina de construção de brinquedos Ao construir um brinquedo, a criança produz cultura, se expressa, desenvolve habilidades incitando sua criatividade. O ato de construir representa transformações, altera a ordem das coisas, a criança enquanto construtora de brinquedos desenvolve seu diálogo com o mundo, posicionando-se de forma ativa no meio em que está inserida. Além disso, observamos que ao criar um brinquedo a criança exerce três competências essenciais de serem desenvolvidas na infância: o desejar, o imaginar e o realizar. Momento 06: Resgate de brincadeiras O momento da brincadeira é uma valiosa oportunidade de desenvolvimento para a criança. Através do brincar ela aprende, experimenta o mundo, possibilidades, relações sociais, elabora sua autonomia de ação, organiza emoções e ainda desenvolve a linguagem e as habilidades motoras. Mesmo vivendo imersos em novas tecnologias e tendo dificuldades de encontrar espaço para brincar, é importante reconhecer que as brincadeiras em coletivo, em que o corpo se faz presente em um grupo são consideradas de grande valor para o desenvolvimento da interação social da criança. Brincar é uma atividade que, ao mesmo tempo, identifica e diversifica os seres humanos em diferentes tempos e espaços. É também uma forma de ação que contribui para a construção da vida social coletiva. Ações que podem acontecer após visita ao Museu: • Faça uma roda e proponha um registro livre da visita no Museu, podendo ser um desenho, um texto, a montagem de um brinquedo, uma fala. E deixe as crianças discutirem livremente suas impressões. • Disponibilize os materiais reciclados trazidos pelas crianças e deixe-os construir brinquedos livremente. Proponha que cada um faça o desenho de seu “brinquedo do futuro”, ou até mesmo sua construção. Em roda, convide cada uma a apresentar sua invenção e valorize este “ciclo virtuoso” de se desejar-imaginar-construir-brincar. • Proponha às crianças conversarem com seus pais e familiares sobre suas infâncias, identificarem lembranças de brincadeiras, algum brinquedo guardado, fotos, registros, histórias e trazer para a escola para compartilhar. Pode ser feita a montagem de uma exposição na escola com os brinquedos dos pais e suas respetivas histórias, estimulando a troca de histórias e afeto entre geraçõe. LINKS DO MUSEU DOS BRINQUEDOS PARA CONSULTA vídeo institucional: https://youtu.be/j7RJ0eLIQtI YouTube - https://bit.ly/2B7qk7w Redes sociais: https://www.facebook.com/museudosbrinquedos https://www.instagram.com/museudosbrinquedos/?hl=pt-br site: www.museudosbrinquedos.org.br Tiktok: @museudosbrinquedos
O Programa de Ação Educativa e Cultural e Plano Museológico regem a atuação diária do Museu dos Brinquedos. Dessa forma, os inserimos a seguir. TEMPO SERÁ – HISTÓRIAS E MEMÓRIAS DO BRINCAR PROGRAMA DE AÇÃO EDUCATIVA DO MUSEU DOS BRINQUEDOS A arte e a educação são áreas revolucionárias por natureza e, por meio delas, é possível mudar a visão de mundo e criar outras maneiras de olhar e agir. Ser artista e professor exige um exercício constante de criação e descoberta de novos caminhos e um dos papeis de instituições como um museu é propor questionamentos sobre a vida através do contato com a cultura, com a arte, com o patrimônio, com a história e a memória. As perguntas, os problemas e as proposições propostas por uma exposição e atividade lúdica-pedagógica trazem atravessamentos e suscitam ações que alimentam a maneira de inventar a transformação através da arte, da educação e da cultura. Nessa sentindo, a Ação Educativa do Museu dos Brinquedos busca contribuir com este processo propiciando momentos de diversão e reflexão. A ideia é olhar tanto para o brinquedo como para o brincar; refletir tanto a sociedade como o indivíduo, E NOS FAZER PENSAR - qual é a essência de um brinquedo, como ele surgiu, para onde sua tecnologia e uso apontam e o que ele fala de cada um de nós e de nossa sociedade. E, para possibilitar estas experiências pedagógicas e lúdicas, nosso programa educativo propõe três momentos principais: antes, durante e depois da visita ao museu. Importante destacar a importância do papel do educador não só como intermediador, mas também como pesquisador-propositor. Por isso, adaptações quanto à faixa etária e especificidades de cada tipo de grupo atendido ou ação devem ser feitas quando necessárias. O BRINCAR E O MUSEU DOS BRINQUEDOS Os brinquedos e as brincadeiras são elementos que nasceram com a própria cultura. Como linguagens, sempre irão associar pensamento e ação e permitir ao homem interagir e recriar o mundo que o cerca. Como artefatos culturais, são signos que permitem percorrer tradições, modos de vida, valores, regras sociais, uso de materiais e tecnologia ao longo do tempo. Os jogos e as brincadeiras infantis podem configurar-se como estratégias lúdicas que ultrapassam o limite da idade, apresentando um repertório cultural importante para a expressão corporal, a cooperação, socialização, liderança e autoconhecimento. Dessa forma, a atividade lúdica é um elemento indispensável na construção do sujeito social e promove as condições para que o homem possa manifestar sua subjetividade e apropriar-se da sua ação. Norteado por estes conceitos está o trabalho do Museu dos Brinquedos de Belo Horizonte - iniciativa que contribui para a restituição do sentido da cultura da infância no mundo contemporâneo, experiência cujo valor constitui parte fundamental da história dos indivíduos e da sociedade. O Museu busca ser um espaço de acesso democrático, de disseminação e valorização do patrimônio material e imaterial referente à infância, destinado a experiências de reconstrução permanente e da identificação de diferentes segmentos da sociedade com seu universo lúdico-cultural. Nessa perspectiva, apresentamos o Programa de Ações Educativas do Museu dos Brinquedos que, muito mais que oferecer entretenimento, irá propiciar cultura e conhecimento para todos visitantes e resgatar e valorizar o patrimônio lúdico. OBJETIVOS DO MUSEU DOS BRINQUEDOS - Trabalhar de forma leve e lúdica conceitos como patrimônio, colecionismo, história coletiva e individual, memória e importância dos museus.- Resgatar e valorizar as brincadeiras coletivas e genuínas, realizadas a partir de elementos simples, da interação com o outro e uso da imaginação e do próprio corpo.- Ressignificar a importância do brinquedo como objeto de consumo a partir de oficinas artísticas e lúdicas.- Apresentar a história dos brinquedos e sua relação com momentos históricos relevantes da história da humanidade.- Fortalecer sentimentos de coletividade, valorizar os laços afetivos, trabalhar princípios como respeito e apoio mútuo.- Contribuir com a promoção e valorização da memória coletiva e do patrimônio cultural da humanidade.- Contribuir com a democratização do acesso aos bens culturais.- Cumprir a missão do museu de conhecer, preservar e difundir o patrimônio cultural lúdico da infância no Brasil, fazendo-o de um instrumento de construção de identidades coletivas e de requalificação das experiências culturais, educativas e cidadãs da criança. METODOLOGIA: AÇÕES NA SEDE Ações para antes da visita ao Museu: AÇÃO 01: Sensibilização conceitual proposto à instituição escolar para ser feito com os alunos. Segue abaixo o texto enviado à escola: Por meio deste material gostaríamos de destacar alguns conteúdos e procedimentos que podem ser explorados na rotina escolar como forma de não apenas levar os alunos ao museu, mas também trazer as informações e aprendizagens da visita ao museu para a sala de aula. Ou seja, nos interessa a vinculação das informações disponíveis no museu, das experiências vividas pelos alunos, das habilidades desenvolvidas com as atividades da sala de aula. Para discutirmos a relação dos museus com a sala de aula temos de entender, antes de tudo, que os museus sempre foram pensados como instituições de ensino. Sendo lugares de aprendizagem, são também espaços de lazer onde se compartilham sensações e emoções e uma dimensão não deveria eliminar a outra. Um de nossos objetivos é propor uma reflexão sobre alguns conceitos que julgamos fundamentais para a visitar ao Museu dos Brinquedos e a qualquer museu: colecionismo, memoria e acervo. Vamos lá! Surgimento dos museus – Colecionismo A ideia de museu tem sua origem no desejo humano de colecionar objetos, de reunir, classificar e expor coisas diversas. Sua história corresponde à história das coleções. Antes de serem instituições públicas, os gabinetes de curiosidades eram uma reunião de objetos, e às vezes até animais, escolhidos e selecionados por características que se diferenciavam dos objetos corriqueiros, do cotidiano. As coleções feitas por pessoas mais abastadas, como reis e nobres na Europa despertavam o interesse, e claro, a curiosidade de muitas pessoas, e algumas vezes, eram abertas para a visitação de convidados, para que mais pessoas pudessem apreciar os achados do colecionador, muitos deles vindos de terras distantes e desconhecidas. Entrar em contato com estes objetos pode ser visto como um modo de se aproximar de lugares inacessíveis, e porque não dizer, conhecer mais intimamente o dono da coleção. Muitas crianças têm o hábito de colecionar, escolhem e guardam cuidadosamente folhas, pedras e outros objetos, tais como notas e moedas antigas, chaveiros de diferentes épocas. Se atribuir valor é atribuir afeto, ou seja, ser tocado pelos objetos, aproximar-se dos museus por este caminho é uma opção de compreender a instituição e a formação do seu acervo pelo afeto. Memórias e acervos O percurso pelo Museu dos Brinquedos traz à tona memórias afetivas, já que os objetos aqui expostos (os brinquedos) têm a capacidade de revelar passado e presente. Passado para adultos que um dia deram vida a esses objetos por meio do brincar, e presente para as crianças que os veem nas vitrines e imaginam inúmeras possibilidades de dar-lhes vida. Nesse sentido, o museu dialoga diretamente com adultos e crianças, e os brinquedos aqui, tornam-se acervo e são capazes de contar a história das diversas infâncias, de um coletivo, mas conta também a história individual do visitante que se encontra com seu passado e o sentimento de ser criança. A memória tem caráter coletivo por traduzir um momento histórico e social e tem caráter individual ao estabelecer um diálogo direto com o visitante. Caso queira aprofundar em cada tópico, sugerimos textos e artigos ao final em Referências Bibliográficas. Inserir referências bibliográficas ao final deste Programa. AÇÃO 02: Nosso acervo, nossa história = a memória coletiva Para concretizar os conceitos expostos, colecionismo, ato de guardar, memória coletiva iremos propor a seguinte ação anterior à visita, Coletivo de Memórias. A memória coletiva pode ser pensada como uma grande colcha de retalhos, onde cada um dá seu tom, sua cor, sua forma. Algumas vezes, faz-se uso de estampas que, a princípio parecem não combinar, mas que, juntos, trazem uma beleza encantadora. Nossa proposta é fazer uso dessa ideia, produzindo um coletivo de memorias de visitantes. Para isso, a escola deverá providenciar um pote vidro, não muito grande. Em sala, o professor deverá conversar com os alunos sobre memória, objetos como recorte de uma história partilhada, acervo e coleção. Em seguida, juntos, deverão escolher objetos encontrados na própria escola que possam traduzir ou representar a memória coletiva da turma. Além do pote, a turma deverá elaborar uma legenda, um parágrafo justificando a escolha dos objetos. Ao final da visita, o pote e a legenda deverão ser entregues ao educador no Museu, que os colocará em um local reservado, onde também estarão outros que representam as memórias de outros visitantes. Nosso objetivo é ilustrar a montagem de um acervo, demonstrar a relação entre afeto e colecionismo e ainda propor o exercício da identidade de grupo, do simbólico compartilhado e do coletivo. A visita ao Museu: Momento 01: No pátio – APENAS PARA VISITAS ESCOLARES · Boas-vindas com apresentação do museu e da equipe. · Combinados e divisão em grupo. Bom dia (tarde), meu nome é ___________. Hoje eu vou acompanhar vocês durante a visita ao museu... mas antes de começarmos a nossa visita, alguém sabe o que é um museu? E mais, no caso do museu dos brinquedos o que vocês esperam encontrar? APONTAMENTOS PEDAGÓGICOS: Ouvir as crianças, mediar, tentar coletar e fazer um resumo de 3 ou 4 expectativas das crianças, reforçá-las e na roda, pedir que se lembrem delas, para que durante o percurso possamos averiguar se vamos contempla-las. Fazê-las pensar não só no brinquedo-objeto, mas no ato de brincar. E neste momento fazê-la perceber que quem dá sentido ao brinquedo é ela, ou seja, a história e significado de cada brinquedo foi construído também por quem brincou e não só quem o inventou. Pois bem, nossa visita a este Museu de brinquedos e brincadeiras tem dois momentos diferentes. No primeiro, vamos conhecer brinquedos que foram brincados por crianças de várias épocas e de países do mundo todo, imagine só! Tem boneca da Alemanha, carrinho do Japão, peteca do Brasil, patins dos EUA, boneca da África, jogos da India! Para este primeiro momento é importante fazermos alguns combinados. Vamos brincar de olhar, isso é mais do que ver... olhar significa ver com atenção, cuidado e sentir... experimentar sentimentos e sensações. É como olhar para dentro de si em busca do que se está sentindo. Topam brincar de olhar e sentir? Topam experimentar? E já que toparam brincar de olhar e sentir agora, vou contar para vocês que depois de conhecermos os brinquedos, vamos para o pátio e lá sim vamos brincar de brincar! Vai ter brincadeiras e ainda uma oficina de construção de brinquedos! Então, vamos logo começar nosso passeio! APONTAMENTOS PEDAGÓGICOS: O educador deve evitar a negativa, para que o museu não se configure como o espaço do não pode... Diga às crianças que durante toda a visita à exposição as partes que serão mais usadas são os olhos e o coração, ou seja, o convite é experimentar através do olhar e do despertar dos sentimentos. A cada vez que mudar o momento é importante dizer ao visitante o que acabou de ser feito e que se fará em seguida, para que o visitante se sinta convidado a cada nova experiência. Momento 02: Sala de Acolhimento · Apresentação do Vídeo Institucional. · História do Museu e da sua idealizadora – Teatro de Fantoches · Apresentação da proposta museográfica chamando a atenção para a inspiração no brinquedo O Pequeno Construtor. História do Museu e da sua idealizadora – Teatro de Fantoches - CONTAR ESSA HISTÓRIA OU USAR O TEATRO DE FANTOCHES: Antes de falarmos da história dos brinquedos eu vou contar para vocês a história deste museu. O Museu dos Brinquedos foi criado em 1986 por Luiza Azevedo Meyer, nascida em São João Del Rey em 1912 e avó de 23 netos, que desde menina colecionava brinquedos. Ela tinha o sonho de compartilhar seu tesouro com crianças de todas as idades e, por isso, começou a organizar exposições itinerantes em casas de cultura, galerias de arte, clubes e shoppings. No ano 2000, Luiza resolveu ir brincar com as estrelas... Mas sua presença e seu sonho continuaram vivos dentro do coração de vários de seus amigos e familiares, que até pensaram em fazer-lhe uma homenagem. Estava decidido. Criariam o Instituto Cultural Luiza Azevedo Meyer, para dar continuidade ao seu trabalho e construir um lugar dedicado a investigar, preservar e difundir o patrimônio cultural da infância. Em outubro de 2006, sob a direção da filha de Luiza - Maria Elizabeth - foi então inaugurado o Museu dos Brinquedos, nesta casa tombada pelo IPHAN, na Av. Afonso Pena, 2564, aqui em Belo Horizonte, cidade que a Luiza escolheu para viver, formar sua família e deixar esse mágico e tão importante legado. Momento 03: Nas salas expositivas Apresentação da proposta museográfica chamando a atenção para a inspiração no brinquedo O Pequeno Construtor: E como podemos contar a história dos brinquedos em um Museu? Para isso ficar interessante, que tal montar uma exposição com vitrines em formato parecido com um brinquedo? Quem aqui conhece o Pequeno Construtor? É um brinquedo que também tem história, como tantos outros que vamos ver hoje aqui. Só para vocês terem uma ideia o Pequeno Construtor é um brinquedo que tem mais de 50 anos e já se chamou o Futuro Engenheiro e o Futuro Arquiteto, e se parece tanto com o famoso Lego que tantos gostam e brincam, não é mesmo? Bom... mas esse é só um dos brinquedos do museu ... Vamos começar nossa visita! APONTAMENTOS PEDAGÓGICOS: Mostrar o brinquedo, perguntar quem conhece ou já brincou. Informar que a escolha desse brinquedo tem a ver com as memórias de infância que marcaram uma geração. Em seguida, as abordagens abaixo podem ser feitas pelo educador durante o percurso livre pelas salas a partir da definição prévia (no momento de marcar a visita) do responsável pelo grupo ou à partir de uma demanda espontânea advindas de participantes do visitante ou grupo surgida durante o percurso. APONTAMENTOS PEDAGÓGICOS: Sempre que achar pertinente, citar exemplos dos brinquedos e suas histórias, que estão detalhados no texto histórico. Importante usar o conteúdo sempre adaptado a faixa etária e tamanho do grupo. Abordagem 01: Como os brinquedos surgem? Hoje em dia os brinquedos são produzidos para as crianças, mas vocês sabiam que nem sempre foi assim? Há muito tempo atrás, os brinquedos eram feitos em oficinas de artesãos, entalhadores ou ferreiros. Com materiais delicados, eram tidos muito mais como adornos para as casas do que brinquedos para as crianças. As bonecas de porcelana, por exemplo, muitas serviam de enfeites para estantes e quartos, usavam roupas com tecidos finos, imitando modelos dos vestidos usados pelas rainhas e princesas. Outros tantos brinquedos foram inventados com uma outra utilidade que não o brincar. Como é o caso da pipa que há muitos anos atrás era um sinalizador militar. Sua cor, pintura e os movimentos no ar eram códigos usados por soldados para se comunicar quando estavam em diferentes locais nos campos de guerra. Com o desenvolvimento de outras tecnologias, a pipa foi perdendo este lugar, mas ganhando um outro muito mais precioso: as mãos das crianças. E vários brinquedos surgem assim: perdem seu uso para aquilo que foi inventado pelo homem, mas, pela essência lúdica que guarda consigo, vira um brinquedo. É o caso também do Carrossel, do Soldadinho de Chumbo, do Quebra-cabeça... Procure-os pela exposição e confira suas histórias. (colocar os ícones destes brinquedos aqui, no mapa e ao lado do brinquedo, na vitrine) Outra curiosidade são os brinquedos que surgem como miniaturas de invenções dos homens. Como o brincar é uma forma da criança interpretar e interagir com o mundo adulto, muitas coisas que são do mundo adulto viram miniaturas famosas nas mãos das crianças. É o caso dos meios de transportes e coisas de casinha. Procure-os pela exposição. (colocar os ícones destes brinquedos aqui e ao lado do brinquedo, na vitrine) Outros tantos brinquedos surgem genuinamente da essência lúdica que o homem possui desde que nasce. Ao interagir com o mundo a seu redor na busca de passatempos e desafios ou da simples diversão por ela mesma, os homens foram inventando vários brinquedos. Como as Cinco Marias, quando, na beira de rios, crianças e adultos pegavam pedrinhas e as jogavam para cima fazendo manobras e se distraindo. Abordagem 02: O que é um brinquedo? Hoje em dia os brinquedos são produzidos para as crianças, mas vocês sabiam que nem sempre foi assim? Podemos voltar mais ainda na história, podemos dizer que a história do brinquedo é tão antiga quanto a história do homem. Muitos brinquedos que existem hoje nasceram nas civilizações antigas e vários deles permanecem inalterados até hoje. E nem sempre, eles surgiram com a função de serem brinquedos ou foram produzidos para as crianças, mas com o passar do tempo e com o uso feito pelas crianças se tornaram brinquedos. APONTAMENTOS PEDAGÓGICOS: Falar da lógica 02 do surgimento dos brinquedos, ou seja, brinquedos que surgem como artefatos com outras funções, como a pipa, as bonecas, carrossel etc. Então, vou fazer uma pergunta: o que faz de um objeto um brinquedo? Será que se um inventor fizer um brinquedo super bacana, mas ninguém brincar com ele, será considerado brinquedo? Ou será apenas um enfeite? Então que torna o brinquedo um brinquedo? Isso mesmo cada criança, assim como vocês, estão ajudando a construir um brinquedo. Pense no que fazemos quando pegamos um cabo de vassoura? Qual brincadeira lhe vem a cabeça? APONTAMENTOS PEDAGÓGICOS: Aqui vale lembrar também de outros brinquedos como as Cinco Marias, quando, na beira de rios, crianças e adultos pegavam pedrinhas e as jogavam para cima fazendo manobras e se distraindo. Um objeto vira brinquedo quando a criança atua sobre ele, faz uso em suas brincadeiras, assim, até mesmo uma simples pedra, um palito de picolé pode se tornar um brinquedo na mão de uma criança. Abordagem 03: Os brinquedos como fonte histórica, memória e retrato da sociedade. Os brinquedos e sua história possibilitam conhecer o presente e o passado de uma sociedade. Eles representam uma época; sua presença nos permite compreender um grupo diferente do atual. Eles reforçam a identidade e o pertencimento a uma sociedade. Os conteúdos das brincadeiras e os materiais com os quais se produz um brinquedo têm relação com o meio do qual fazem parte, assim como com o momento histórico no qual são produzidos. Boneca e os valores sociais Já outros brinquedos demonstram valores sociais. É o caso da boneca. Conta-se que no Antigo Egito, já foram achadas bonecas em túmulos de crianças, do período situado entre 3000 e 2000 a.C., feitas de madeira banhada na argila, com forma de espátula e cabelos de verdade. Para alguns pesquisadores, elas eram para a criança brincar no mundo do “além”. Já outros autores falam da crença de que as bonecas poderiam trabalhar para o defunto na outra vida. Na Grécia Antiga e em Roma, nos rituais que antecediam o casamento, as jovens que iam se casar entregavam suas bonecas e outros brinquedos à deusa Ártemis, simbolizando o fim da infância. A fabricação de bonecas com objetivos comerciais teve início na Alemanha e em Paris, por volta do século XV. Outra forma de estudar como as bonecas ilustram valores sociais e identificar as diferentes bonecas brincadas pelas crianças ao longo do tempo e como estas demonstram os papeis da mulher em nossa sociedade. No início, tinham feições de bebê ou infantis e exerciam exclusivamente a maternidade e atividades domésticas (Amelinha, Mãezinha). Com o tempo surgem bonecas com feições de adulto, como a Barbie, e brinquedos simulando profissões diversas, demonstrando como a mulher vem conquistando diferentes espaços em nossa sociedade. Vamos conferir esta vitrine e comparar os diferentes tipos de bonecas. Boneca e a evolução tecnológica E vocês sabiam que ao longo da história, as bonecas acompanham o desenvolvimento do homem e de suas civilizações? Aqui nós temos uma pequena demonstração do quanto esse brinquedo, mudou ao longo do tempo quanto ao material utilizado para fabricá-las. As bonecas são classificadas de acordo com o tipo de material da sua cabeça, e esse material com o qual a boneca foi feita também conta a história desse brinquedo. O material pode nos contar o quanto a boneca é antiga e onde ela foi feita. No século 18, quando as indústrias começaram a se multiplicar pela Europa, as bonecas se popularizaram como brinquedos infantis. Desde então, vários materiais foram usados para fabricá-las, como madeira, louça, biscuit, plástico, borracha…. Uma boneca antiga do acervo em mãos: Veja essa boneca que tenho nas minhas mãos... vamos observar ela atentamente, vamos fazer de conta que somos historiadores. (Historiadores são pessoas que estudam a história dos lugares, das pessoas e dos objetos). Nosso exercício é tentar pensar o que essa boneca pode nos “dizer”, para isso faremos uso de pistas, nossa somos detetives do passado? Olhando essa boneca, vocês podem me dizer se ela é uma boneca antiga, do tempo dos seus avós ou bisavós? APONTAMENTOS PEDAGÓGICOS PARA OS DOIS TÓPICOS ACIMA: Ouvir as respostas e perguntar, o que você observou para dizer que ela é antiga? OU nova? Trabalhar com a ideia da boneca como fonte histórica, objetivo buscar a atenção das crianças para permanências e mudanças. Escolher uma boneca mais atual, pedir às crianças que comparem. Estabeleçam diferenças, busquem semelhanças... Escutar as respostas e chamar a atenção das crianças para o tipo de material de que são feitas e para suas representações da sociedade (representam crianças? adultos?) Que tipo de adulto? Chamar a atenção para as mudanças na representação do feminino: criança, bebê, dona de casa, profissional... Meios de transporte, Brinquedos espaciais e videogames como retrato da evolução tecnológica Muitos brinquedos são como pistas para nos contar o que o homem andava inventando em uma determinada época, como os carros, naves espaciais, foguetes e os vídeo games que demonstram como nossa sociedade está permeada por eletroeletrônicos e tecnologia digital. Confira nas vitrines como falam do mundo do qual fazemos parte! APONTAMENTOS PEDAGÓGICOS: Falar da origem dos videogames e citar alguns exemplares como significativos de cada década. Contar a história dos Robôs, como curiosidade ilustrativa. Abordagem 04: Jogos de tabuleiro X Videogames - A evolução das plataformas “O jogo é uma das atividades mais antigas da humanidade. Pode ser dividido em diversas categorias e cada um tem sua peculiaridade. Um mesmo jogo pode ter regras diferentes de acordo com fatores sociais e culturais. Contudo, a maioria dos jogos possui regras universais, seguidas por jogadores de todas as partes do mundo. Os jogos olímpicos e os campeonatos mundiais de modalidades específicas como futebol, vôlei e basquete são exemplos mais comuns de jogos coletivos” (Barboza, 2014) O ato de jogar e envolver-se em cenários de "realidades inventadas" é uma característica comum dos povos desde o início da civilização. Ao longo da história, os homens desenvolveram inúmeros jogos de tabuleiro, que refletiram sua lógica e raciocínio, revelando o modo com o qual cada um dos grupos sociais compreendia o seu próprio ambiente. Os jogos são muito mais que um mero "fazer de conta": frequentemente símbolos de luta (seja luta entre homens, entre homens e divindades, ou ainda, a luta contra obstáculos a serem transpostos segundo regras preestabelecidas), uma de suas principais características é a dimensão objetiva, fixa, suas regras próprias, tempo limitado e seu espaço demarcado. Com o passar do tempo e com a evolução tecnológica, os jogos de tabuleiro acabaram perdendo espaço para os jogos eletrônicos, que apesar de utilizarem uma plataforma diferente, os jogos de tabuleiro envolvem o jogar sobre a mesa e os jogos eletrônicos são jogados em equipamentos de computação, compartilham dos mesmos princípios de qualquer jogo. Os princípios básicos de jogos como Xadrez, Dama e Gamão continuam presentes em vários videogames atuais. APONTAMENTOS PEDAGÓGICOS: Os educadores do Museu irão apresentar os exemplares dos brinquedos e dos videogames buscando ilustrar exatamente os tópicos trabalhados em sala de aula, ou seja, os grandes marcos da evolução dos brinquedos em suas diversas facetas: o material, a tecnologia, a forma de interação das pessoas, os objetivos, a quantidade, os preços. Isso de forma interativa, intercalando falas e apontamentos do acervo e das diversas estruturas museográficas. A ideia é mostrar o ciclo virtuoso em que a humanidade se encontra. Se nos primórdios os brinquedos surgem da interação do homem com a natureza, agora, os videogames se voltaram também para esta característica interativa. Momento 04: Encerramento da exposição com a inserção da “Coletivo de memórias ” na estante do Museu. Agora é chegada a hora de vocês contribuírem com o nosso acervo. Nessa estante, vamos colocar o pote que vocês trouxeram para fazer parte da nossa Memória Coletiva. Durante a visita ao museu, ficou claro que os brinquedos contam história e que eles são fontes históricas. A sua presença aqui faz parte da sua história pessoal, da minha e da história desse lugar. Para marcarmos a presença de vocês vamos colocar o pote aqui. Observem as outras memórias e vejam como somos diversos e iguais ao mesmo tempo e vejam que a história é viva e construída no presente. O objeto escolhido como representante da memória coletiva de vocês, agora é também acervo da memória do Museu dos Brinquedos. A memória coletiva pode ser pensada como uma grande colcha de retalhos, onde cada um dá seu tom, sua cor, sua forma. Em uma colcha de retalhos, algumas vezes faz-se uso de estampas e cores que a princípio não combinam, mas que juntos trazem uma beleza encantadora. Apreciem... APONTAMENTOS PEDAGÓGICOS: Apresentar os exemplares dos brinquedos e dos videogames buscando ilustrar exatamente os tópicos trabalhados em sala de aula, ou seja, os grandes marcos da evolução dos brinquedos em suas diversas facetas: o material, a tecnologia, a forma de interação das pessoas, os objetivos, a quantidade, os preços. A ideia é mostrar o ciclo virtuoso em que a humanidade se encontra. Se nos primórdios os brinquedos surgem da interação do homem com a natureza, agora, os videogames se voltaram também para esta característica interativa. Momento 05: Oficina de construção de brinquedos Por que estamos aqui? O que faremos nesse momento? Diga que nesse momento as crianças estão convidadas a serem construtores de brinquedos... pergunte se alguém já construiu algum brinquedo. Mostre os materiais que serão utilizados, pergunte o que elas acham que pode ser construído com esse material. Diga que hoje em dia as crianças brincam muito mais com brinquedos já prontos, mas que com um pouco de imaginação e criatividade é possível construir um brinquedo bem legal. APONTAMENTOS PEDAGÓGICOS: Com o brinquedo, a criança inicia sua inserção social, aprendendo a conviver em sociedade e situando-se frente ao mundo. Interagindo com o brinquedo, a criança representa uma parte do universo que conhece, remodelando-o de acordo com suas vontades. Mas, que tipo de possibilidades os brinquedos da atualidade oferecem às crianças? Sendo que estes já estão prontos e movimentam-se sozinhos, limitando a participação da criança na brincadeira a apenas um acionar de botões. Diante desta realidade, a criança tem assumido o papel do proprietário do brinquedo, “nunca do criador; ela não inventa o mundo, utiliza-o. Justamente pelo fato da criança não interagir com a construção do brinquedo, o seu envolvimento com o mesmo pode ser considerado incipiente e passageiro. Além de comandar as ações da brincadeira, os brinquedos industrializados chegam a delegar à criança o papel de expectador, pois bastam por si só. A ação de brincar é do brinquedo, suas programações, conteúdos e níveis de complexidade predefinem a brincadeira. A humanização dos objetos e a coisificação das pessoas inverte as relações sociais, fazendo criaturas senhoras de seus criadores. Brincar livremente tornou-se “artigo de luxo”; atualmente as crianças dispõem de horários e locais para esta tarefa, dificultando, cada vez mais, a autonomia da criança, sua interação com os outros e com o mundo. Brincando a criança atua como produtora e transmissora de cultura. Portanto, proporcionar espaço e tempo para que a criança atue livremente é de suma importância, assim, ela pode desenvolver-se integralmente. A construção de brinquedos pode oportunizar a criança estes momentos dos quais ela tanto necessita. Construir brinquedos é, pois, uma atividade culturalmente expressiva onde as mãos são os grandes instrumentos da transformação de materiais de qualquer natureza em objetos lúdicos, em brinquedos. Muito além de manipular um objeto, ao construir um brinquedo, a criança produz cultura, se expressa, desenvolve habilidades incitando sua criatividade. O ato de construir representa transformações, altera a ordem das coisas, a criança enquanto construtora de brinquedos desenvolve seu diálogo com o mundo, posicionando-se de forma ativa no meio em que está inserida. O uso de materiais simples na construção de brinquedos possibilita a criança a exercitar sua criatividade ao confeccioná-lo e desenvolver sua interação social num espaço lúdico com materiais atraentes e educativos de baixo custo. Antes mesmo de iniciar a construção do brinquedo, as crianças observam as características físicas dos materiais e podem obter novas formas a partir do material o que implica em perceber nos brinquedos a essência da transformação. O brinquedo construído traz a energia criativa, a possibilidade do novo e do original. Uma das vantagens do brinquedo feito pela criança em relação ao industrial é a sua fabricação, o que por si só é uma brincadeira que só pode acontecer com a ação da própria criança, contando com a colaboração do professor. Momento 06: Resgate de brincadeiras Este é o Museu dos Brinquedos, mas também tem lugar para a brincadeira. Eu sei que vocês brincam bastante com brinquedos, isso é um jeito de ser criança de hoje em dia: brincar quase sempre acontece com o brinquedo. Mas nesse momento, vamos fazer outro tipo de brincadeira, o brincar com o outro, em grupo e no coletivo. As brincadeiras ficam antigas mas não envelhecem… Ainda brincamos de brincadeiras que nossos avós e bisavós brincaram, prontos? Então vamos lá! APONTAMENTOS PEDAGÓGICOS: Ao longo do tempo e com os avanços tecnológicos, brinquedos e brincadeiras foram mudando, mas o prazer da criança em brincar é o mesmo. E é de extrema importância que nós, educadores, levemos a sério tal ato, não só para um melhor processo de aprendizagem das crianças, como também para sua evolução como ser humano. Nosso papel é orientar esse processo, com projetos que ajudem no desenvolvimento e nas habilidades específicas de cada faixa etária. A brincadeira é um conjunto de estratégias e habilidades que possibilitam às crianças experiências que revelam o mundo e as desenvolvem para o futuro. Enquanto brincam elas exercem determinadas funções sociais, pois, no interior de uma brincadeira ela acaba distinguindo vários tipos de reação grupal estimando as consequências agradáveis ou desagradáveis que eles acarretam. A brincadeira não é algo já dado na vida do ser humano, ou seja, aprende-se a brincar desde cedo, nas relações que os sujeitos estabelecem com os outros e com a cultura. Brincar é uma atividade que, ao mesmo tempo, identifica e diversifica os seres humanos em diferentes tempos e espaços. É também uma forma de ação que contribui para a construção da vida social coletiva. Para as crianças, a brincadeira é uma forma privilegiada de interação com os outros sujeitos, adultos e crianças, e com os objetos e a natureza à sua volta. Brincadeiras que são desenvolvidas nas ruas em coletividade, praticadas por adultos e crianças e geralmente, transmitidas de geração para geração, como: roda, ciranda, amarelinha, pular elástico, cabo de guerra, pique estão sendo deixadas de lado, ou seja, sendo substituídas. Com a evolução da cultura lúdica surgiram novos brinquedos. E foram por esses brinquedos que as brincadeiras de rua foram substituídas. As brincadeiras de rua estão tão esquecidas que muitas crianças nem mesmo as conhecem. Acredita-se também que o alto índice de violência nas grandes cidades privou muitas crianças de brincarem nas ruas. O trânsito de carros aumentou, a velocidades com que percorrem as ruas também se tornou elevada. Todos esses fatores influenciaram para que o espaço do brincar se tornasse reduzido. Mesmo vivendo imersos em novas tecnologias e tendo dificuldades de encontrar espaço para brincar, é importante reconhecer que as brincadeiras em coletivo, em que o corpo se faz presente em um grupo são consideradas de grande valor para o desenvolvimento da interação social da criança. Pode-se dizer que é por intermédio do corpo que se efetiva a presença do outro no mundo. Portanto, as brincadeiras presenciais em grupo, anteriormente citadas, proporcionam as reais capacidades de interação social, pelo fato de compreender e compartilhar emoções com o outro. Este aspecto proporciona o desenvolvimento do reconhecimento das pessoas pelo olhar, do ato de se comportar em grupo e saber se expor, se colocar. Ações sugeridas às escolas para acontecer depois da visita ao Museu - Resgate da memória afetiva dos pais e familiares: as crianças saber junto dos pais e familiares se guardaram alguns brinquedos, se lembram, tem fotos, registros e trazer para a escola para compartilhar. Montagem de uma exposição na escola com os brinquedos dos pais e suas respetivas histórias. Estimular a troca de histórias e afeto entre gerações - Estimular ação de guarda “de patrimônio” e memória afetiva pelas crianças: em casa, cada criança irá escolher um brinquedo que deseja guardar e fará o registro do porque é importante isso, e o porquê da escolha. Pode haver um roteiro que o ajude nessa escolha do que guardar com base no que vivenciou no museu. - Faça uma roda e proponha um registro livre da visita no Museu, podendo ser um desenho, um texto, a montagem de um brinquedo, uma fala. E deixe as crianças discutirem livremente suas impressões. Tente passar por todos os tópicos sobre a evolução dos brinquedos e faça um paralelo com a evolução da sociedade. Pergunte qual brinquedo cada um achou mais curioso quanto ao surgimento e história e por que. - Promova um Quiz com pergunta e resposta sobre a história dos brinquedos. - Disponibilize os materiais reciclados trazidos pelas crianças e deixe-os construir brinquedos livremente. Em roda, convide cada uma a apresentar sua invenção e valorize este “ciclo virtuoso” de se desejar-imaginar-construir-brincar. Isso é fundamental para que as crianças desenvolvam habilidades como criatividade, iniciativa, autonomia, persistência e senso de atitude. - Para fechar, proponha que cada um faça o desenho de seu “brinquedo do futuro”, coloque junto os registros feitos antes de irem ao Museu e façam uma análise comparativa. CONSIDERAÇÕES FINAIS Como espaços importantes para o desenvolvimento de experiências culturais e educacionais, os museus são hoje locais para pensar, discutir, fazer, interagir e aprender através da cultura. Por isso acreditamos na importância desta proposta de ação pedagógica como ferramenta para professores e educadores que tenham interesse em visitar o Museu, aprofundar seu conteúdo e multiplicar sua abrangência pedagógica. Não pretendemos ensinar receitas e nem esgotar o conteúdo, mas sim apontar caminhos possíveis para se refletir sobre o mundo a partir do encontro entre a informação, o patrimônio, o cotidiano e as pessoas. E isso só se completará com seu empenho. Estamos juntos! Temos a certeza que a visita será bastante produtiva e agradável. Esperamos por vocês! CONCEITO MUSEOLÓGICO E MUSEOGRÁFICO DO MUSEU DOS BRINQUEDOS Por Letícia Julião – museóloga responsável pelo projeto de implantação Um museu que reúna acervo de brinquedos de diferentes épocas, materiais, formatos e tipologias, como é a coleção do Museu dos Brinquedos formada por Luiza de Azevedo Meyer, talvez possa vir a ser identificado com a “velha caixa de brinquedos”, que tem o poder de evocar as imagens de nossas memórias mais remotas, experiências inaugurais de nossa inserção no mundo da cultura. Assegurar a preservação e o acesso público a uma coleção dessa natureza, rara e diversa, representa salvaguardar um patrimônio, de forte apelo social e cujo sentido transcende atitudes de mera curiosidade ou saudosismo. A literatura especializada tem demonstrado a importância do brinquedo e da brincadeira no processo do desenvolvimento humano. O lúdico é parte da condição humana, encontra-se no domínio da experiência vivida, linguagem que permite re-criar e re-organizar o mundo que nos rodeia. Elemento indispensável na construção do sujeito social, a atividade lúdica promove as condições para que o homem possa manifestar sua subjetividade e apropriar-se da sua ação. A despeito da profusão de análises sobre o importante papel das atividades lúdicas na formação do indivíduo e nos processos sociais, é possível constatar seu crescente declínio no mundo contemporâneo. Não apenas o adulto encontra-se afastado do lúdico, moldado no universo estrito do trabalho, como a criança está cada vez mais subtraída da infância[1]. No contexto da globalização econômica, de produção industrial da cultura, com sua consequente homogeneização e mercantilização e de domínio de redes de informação e comunicação tecnológica, as condições de existência da cultura infantil se tornam precárias, superficiais, para não dizer ameaçadas de desaparecer. Concretamente, as transformações ocorridas, no último século, nas atividades lúdicas da criança, são decorrentes, como lembra Adriana Friedmann, do crescimento urbano e da redução do espaço físico, da falta de disponibilidade de tempo para o brincar, da reorganização da estrutura familiar, com o ingresso da mulher no mercado de trabalho, do incremento da indústria de brinquedos e da lógica de seu consumo[2]. Acrescente-se, ainda, que grande parte do acervo de brinquedos e brincadeiras são produtos de uma tradição cultural que vem sendo suplantada pela cultura de massa. Neste cenário, no qual importante e rico patrimônio lúdico da criança encontra-se em risco de se perder, arrastando consigo valores, costumes, formas de pensar e agir transmitidos de geração a geração, o funcionamento do Museu dos Brinquedos adquire significado social relevante. Trata-se não apenas de uma alternativa legítima de conservação e difusão de sua coleção, mas também de uma iniciativa que contribui para a restituição do sentido da cultura da infância no mundo contemporâneo, experiência cujo valor constitui parte fundamental da história dos indivíduos e da sociedade. Embora sejam comuns em todo o mundo museus da criança e do brinquedo, no Brasil pouco se fez no campo da preservação de acervos da cultura infantil. Por se tratar de iniciativa pioneira em Minas Gerais, considerando a inexistência de instituições dessa natureza no Estado, acredita-se que seu funcionamento apresenta perspectivas concretas de ser bem-sucedida quanto à sua missão de preservar, valorizar e difundir a cultura da infância. Além disso, busca também atender a um público de museus, que tem crescido nas últimas décadas em Belo Horizonte, bem como ir ao encontro de uma demanda potencial de espaços de lazer e cultura destinados ao público infantil. Convém ressaltar, finalmente, o papel social a ser exercido pelo Museu dos Brinquedos em uma sociedade que apresenta índices dramáticos referentes à população infantil, exposta, em sua grande maioria, à violência, pobreza e desamparo. Nesse contexto, é indiscutível a necessidade de se implementar políticas capazes de assegurar educação, saúde e segurança, assim como de prover a infância de condições para que ela seja vivida em sua plenitude, garantindo-lhe o direito ao lúdico - requisito indispensável para a humanização e a construção do sujeito histórico. Nessa perspectiva, o Museu poderá funcionar como espaço de acesso e disseminação do patrimônio material e imaterial referente à infância, destinado a experiências de reconstrução permanente da identificação de diferentes segmentos da sociedade com seu universo lúdico-cultural. Brinquedo: construção histórico-cultural O brinquedo e a brincadeira podem ser considerados elementos que nascem com a própria cultura. Linguagem que associa pensamento e ação, a brincadeira permite ao homem interagir e recriar o mundo que o cerca. A arqueologia atesta a existência de brinquedos e jogos nas civilizações antigas, e alguns brinquedos conhecidos hoje têm origem remota: do Egito herdamos o jogo-da-velha e as bolinhas de gude; da China, o dominó, os cata-ventos e as pipas; da Grécia e de Roma, pernas-de-pau e marionetes. Embora presente em todas as civilizações, o brinquedo, assim como a própria noção de infância, é uma construção histórico-cultural, assumindo em diferentes sociedades e períodos significados distintos. Como artefatos culturais, os brinquedos são signos que permitem percorrer tradições, modos de vida, regras sociais, uso de materiais e tecnologia ao longo do tempo. Mediadores de um processo cultural que estabelece e mantém valores, eles são testemunhos do papel que o lúdico ocupa em diferentes contextos históricos e de mentalidades, sentimentos e percepções que o mundo adulto cultiva em relação à infância. Os jogos e brincadeiras, como analisa Philippe Ariès, eram comuns a todas as idades e classes sociais das sociedades européias até o século XVII, quando foram abandonados pelos adultos e segmentos abastados, sobrevivendo entre as crianças e as classes populares. Originariamente muitos brinquedos e brincadeiras, hoje restritos ao universo infantil, associavam-se a práticas disseminadas na comunidade, ligadas freqüentemente ao calendário de festas religiosas e sazonais, reunindo, de maneira indistinta, crianças, jovens e adultos. Alguns brinquedos mantiveram-se em uma fronteira ambígua, e só mais tarde, nos séculos XIX e XX, tornaram-se exclusivamente infantis, a exemplo das bonecas, fantoches, teatro de marionetes[3]. Segundo o autor: “É possível que exista uma relação entre a especialização infantil dos brinquedos e a importância da primeira infância no sentimento revelado pela iconografia e pelo traje a partir do fim da Idade Média. A infância tornava-se repositório dos costumes abandonados pelos adultos.”[4] As transformações do uso e da função social dos brinquedos e das brincadeiras expressam, de fato, mudanças substanciais que o mundo moderno operou em relação ao lugar ocupado pela criança e a família. Nas sociedades tradicionais, a família exercia o papel de preservar e assegurar as condições materiais de seus membros, não sendo identificada como núcleo reservado, recolhido do espaço público, lugar da intimidade e da afetividade. A duração da infância era reduzida, compreendendo os primeiros anos da criança, período de maior fragilidade. Logo as crianças eram emancipadas da proteção familiar, e sua socialização e trocas afetivas ocorriam em um ambiente mais extenso, composto de vizinhos, amigos, comunidade. Incorporadas muito cedo ao universo adulto, ali compartilhavam brinquedos e brincadeiras, inserindo-se nas práticas lúdicas da comunidade. Em fins do século XVII e início do XVIII, com a emergência da sociedade moderna, inicia-se um processo de recolhimento da família na esfera da intimidade. A criança separa-se do mundo adulto, ganha autonomia e torna-se o centro das atenções do núcleo familiar, agora identificado como lugar das relações afetivas, da proteção e socialização dos filhos. É neste contexto que brincadeiras e brinquedos se tornam progressivamente objetos e práticas exclusivamente infantis, perdendo seu caráter comunitário. A história da fabricação dos brinquedos acompanha essa trajetória da infância. Originalmente não eram criações de fabricantes especializados; constituíam subprodutos de segmentos produtivos regulamentados por corporações, o que limitava as oficinas a uma produção que correspondesse ao seu ramo. Analisando o caso da Alemanha, observa Benjamim, a Reforma obrigou muitos artistas que trabalhavam em grandes obras de Igrejas a reorientarem sua produção, passando a fabricarem pequenos objetos destinados à decoração caseira. Conseqüentemente há uma difusão de pequenos objetos, um “mundo de coisas microscópicas, que alegrava as crianças nos armários de brinquedos e os adultos nas ‘salas de arte e maravilhas”[5]. Somente no século XIX, os brinquedos tornam-se objeto de indústria específica; perdem as características artesanais, adquirem grandes formatos e se emancipam do controle familiar, tornando-se estranhos ao universo doméstico que até então conjugara pais e filhos nas atividades lúdicas. Fabricados inicialmente de madeira, ossos, tecidos, argila, com a industrialização, surgem os brinquedos de metais, vidro, papel e, mais tarde, de plástico. Os objetos do acervo do Museu dos Brinquedos compreendem o período do início do século XX até os dias atuais. Em sua maioria, são exemplos da especialização infantil da produção de brinquedos, destinados ao uso individual, sem relação com as atividades lúdicas ou festivas de grupos sociais ou comunidades. Seus objetos mais antigos são contemporâneos ao processo de constituição de uma nova estrutura da família e conseqüente valorização da infância no Brasil, ocorrido ao longo da segunda metade do século XIX e inicio do XX. Nesse período a sociedade brasileira vivia profundas transformações, em razão, entre outros fatores, do processo de modernização capitalista da economia, da formação de um mercado de trabalho livre e da crescente urbanização. As relações sociais herdadas da sociedade colonial, aristocráticas e tradicionais, pouco a pouco cedem lugar a uma sociabilidade de tipo burguês e cosmopolita. A vida social que até então girava em torno do espaço doméstico, marca da família patriarcal, se desloca para o ambiente urbano. Simultâneo a esse processo de expansão das relações sociais no espaço público, consolida-se um novo código familiar: a casa torna-se lugar da privacidade, intimidade; a mulher assume o papel de responsável pela saúde da família; a criança, até então percebida como um ser pouco distinto do mundo adulto, passa a merecer atenção e cuidados especiais da família que, ao lado da escola, assume o controle sobre a vida infantil. É neste cenário histórico-cultural que se inicia, nas primeiras décadas do século XX, a formação da coleção de brinquedos de Luiza de Azevedo Meyer. A inexistência no Brasil de uma indústria especializada em brinquedos, o que só ocorreria por volta da década de 1950, explica a procedência européia dos brinquedos mais antigos da coleção. Neste momento as elites brasileiras, segmento social no qual se integrava a família Azevedo Meyer, importavam da Europa o estilo de vida cosmopolita, novos hábitos e costumes, assim como toda sorte de itens de consumo, a exemplo dos brinquedos, destinados às crianças que passavam a ser valorizadas no meio familiar. O prosseguimento do colecionamento em décadas posteriores à infância de Luiza de Azevedo Meyer conferiu à coleção abrangência e continuidade temporal, qualidades que assinalam o seu potencial de informação. O acervo de aproximadamente 5.000 peças permite percorrer a trajetória do brinquedo no país: sua produção artesanal; a emergência do brinquedo como objeto exclusivo do universo infantil, dissociado das antigas práticas comunitárias; o surgimento da indústria nacional, sua posterior diversificação e progressiva agregação de tecnologia; o brinquedo como objeto de consumo; a coexistência dos brinquedos importados e nacionais; a globalização da cultura material da infância e a perda dos laços com as tradições lúdicas locais. Considerando a vocação de seu acervo, o conceito do Museu dos Brinquedos busca circunscrever-se na ordem do histórico-cultural, a partir da qual poderão derivar outras contribuições do campo da psicologia, educação, etnologia, etc. Sem abandonar a herança lúdica que diferentes civilizações legaram ao mundo atual, o museu privilegia a história do brinquedo no Brasil, especialmente o período compreendido entre a segunda metade do século XIX e o século XX, quando mudanças sociais significativas conferem novos papéis à família e à criança, e os brinquedos e brincadeiras tornam-se restritos ao âmbito da infância, processo do qual a coleção Luiza de Azevedo Meyer é testemunha. Embora a coleção documente a cultura material da infância de classes abastadas, o Museu busca adotar uma visão pluralista, abordando o brinquedo não apenas nos diversos momentos da história, mas também nas diferentes etnias, classes e grupos sociais. Concretamente, o Museu ampliar, sempre que possível, o repertório de brinquedos e brincadeiras para além daquele sugerido pela sua coleção pilar, de modo a reunir exemplares ou registros de um patrimônio lúdico cultural capaz de testemunhar e confrontar o brinquedo artesanal e o industrial, as brincadeiras e brinquedos indígenas, de origem africana, da criança escrava, do meio rural e urbano e da chamada cultura popular. Trata-se de imprimir ao Museu o caráter de espaço que projeta as “diferentes infâncias” que coexistiram e coexistem na sociedade brasileira, e seus respectivos patrimônios culturais, sejam da ordem do material ou imaterial. A abordagem museológica busca refletir, ainda, a tessitura complexa de um universo no qual convivem tradições lúdicas que se conservam em determinados grupos ou regiões, os resíduos ou manifestações híbridas de brinquedos e brincadeiras originários de contextos históricos distintos e que foram apropriados e transformados pela criança brasileira, assim como as emergências de novas formas de expressão da cultura lúdica infantil no mundo globalizado.
PRODUTO PRINCIPAL: 1. PLANO ANUAL - VISITA MEDIADA NO MUSEU DOS BRINQUEDOS COM ARTE EDUCADORES GERAL: Contratação de profissional em Acessibilidade para identificar, elaborar, implantar e monitoras medidas de acessibilidade no funcionamento do Museu dos Brinquedos. Item da planilha orçamentária: Consultores ACESSIBILIDADE FÍSICA: - Circuito expositivo pensado nos limites para a circulação de cadeira de rodas e equipamentos museográficos baixos facilitando da visão. - Programa educativo com atividades pensadas especialmente para todos os públicos, oficinas, brincadeiras e jogos inclusivos. - Infraestrutura totalmente adequada com rampas, guarda-corpo, alargamento de portas e adequação de banheiros e vitrines. - Treinamento contínuo da equipe para Inclusão: Capacitar a equipe do museu para identificar e oferecer suporte respeitoso, paciente e adequado a pessoas com necessidade especial. Item da planilha orçamentária: · Cenografia/material/confecção · Reparos e manutenção · Material permanente/Equipamentos de informática · Material de consumo · Coordenação de Ação Educativa/Estagiário/ Material de apoio pedagógico/ (contemplado no Produto Secundário – Curso/Oficina/Estágio) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: - Legendas em braile e com fontes maiores e mais visíveis. - Áudio guias com orientações de circulação na exposição, gravação dos textos informativos e descrição de cada brinquedo exposto, oferecendo independência ao visitante cego ou com baixa visão. - Totens com brinquedos disponíveis para o toque destinado ao visitante com deficiência visual, baixa visão, autistas. - Mala Sensorial com miniaturas de brinquedos para descobertas e sensações através do tato. - Treinamento contínuo da equipe para Inclusão: Capacitar a equipe do museu para identificar e oferecer suporte respeitoso, paciente e adequado a pessoas com necessidade especial. Item da planilha orçamentária: · Cenografia/material/confecção · Material permanente/Equipamentos de informática · Material de consumo · Coordenação de Ação Educativa/Estagiário/ Material de apoio pedagógico/ (contemplado no Produto Secundário – Curso/Oficina/Estágio) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: - Visita mediada em libras para grupos pré-marcados. - Uso de aparelho de amplificação de som pelos educadores. - Sinalização Visual: todas as informações importantes sobre a exposição estarão disponíveis em formato visual e de fácil leitura, com símbolos claros e acessíveis. - Telas com texto: texto e informações visuais detalhadas sobre os brinquedos disponíveis em telas pela exposição. - Atividades Interativas Inclusivas: Oficinas e atividades voltadas para surdos com objetivo de integrar melhor o público com deficiência auditiva às experiências oferecidas pelo museu. - Treinamento contínuo da equipe para Inclusão: Capacitar a equipe do museu para identificar e oferecer suporte respeitoso, paciente e adequado a pessoas com necessidade especial. Item da planilha orçamentária: · Material permanente/Equipamentos de informática · Cenografia/material/confecção · Material de consumo · Rubrica de comunicação. (itens veiculados) · Coordenação de Ação Educativa/Estagiário/ Material de apoio pedagógico/ (contemplado no Produto Secundário – Curso/Oficina/Estágio) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: - Exposições com Baixo Estímulo Sensorial quanto a sons, luzes brilhantes ou outros estímulos visuais e sonoros intensos que possam sobrecarregar os visitantes com sensibilidades sensoriais. - Treinamento contínuo da equipe para Inclusão: Capacitar a equipe do museu para identificar e oferecer suporte adequado a pessoas com síndromes, espectros e outras condições cognitivas. A equipe deve estar preparada para fornecer assistência respeitosa e paciente. - Experiências adaptadas: Oferecimento de experiências guiadas especialmente adaptados para visitantes com necessidades cognitivas, que utilizem uma abordagem mais visual e direta. - Materiais em linguagem simples: Textos da exposição são de fácil leitura e com interpretação direta quanto às descrições das obras, usando linguagem simplificada e objetiva, sem termos complexos ou jargões. - Disponibilização de guias impressos ou digitais em inglês apresentando o Museu, as atividades e os conteúdos da exposição. Item da planilha orçamentária: · Material permanente/Equipamentos de informática · Cenografia/material/confecção · Rubrica de comunicação. (itens veiculados) · Material de consumo · Coordenação de Ação Educativa/Estagiário/ Material de apoio pedagógico/ (contemplado no Produto Secundário – Curso/Oficina/Estágio) PRODUTOS SECUNDÁRIOS: 2. ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS (nomenclatura padrão do produto): ACESSIBILIDADE FÍSICA: - Local das apresentações com livre acesso a circulação de cadeira de rodas. - Infraestrutura totalmente adequada com rampas, guarda-corpo, alargamento de portas e adequação de banheiros e vitrines. - Treinamento contínuo da equipe para Inclusão: Capacitar a equipe do museu para identificar e oferecer suporte respeitoso, paciente e adequado a pessoas com necessidade especial. Apoiado pelo Consultor em Acessibilidade. Item da planilha orçamentária: · Consultores / Cenografia/material/confecção/Reparos e manutenção (contemplados no Plano Anual) · Coordenação de Ação Educativa/Estagiário/ Material de apoio pedagógico/ (contemplado no Produto Secundário – Curso/Oficina/Estágio) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: - Espetáculos com uso de microfones. - Treinamento contínuo da equipe para Inclusão: Capacitar a equipe do museu para identificar e oferecer suporte respeitoso, paciente e adequado a pessoas com necessidade especial. Apoiado pelo Consultor em Acessibilidade. Item da planilha orçamentária: · Consultores/Material permanente/Equipamentos de informática. (contemplados no Plano Anual) · Coordenação de Ação Educativa/Estagiário/ Material de apoio pedagógico/ (contemplado no Produto Secundário – Curso/Oficina/Estágio) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: - Uso de aparelho de amplificação de som pelos educadores. - Espetáculo com tradução em libras. - Treinamento contínuo da equipe para Inclusão: Capacitar a equipe do museu para identificar e oferecer suporte respeitoso, paciente e adequado a pessoas com necessidade especial. Apoiado pelo Consultor em Acessibilidade. Item da planilha orçamentária: · Intérprete de libras. · Consultores/Material permanente/Equipamentos de informática: contemplados no Plano Anual. · Coordenação de Ação Educativa/Estagiário/ Material de apoio pedagógico/ (contemplado no Produto Secundário – Curso/Oficina/Estágio) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: - Espetáculos com moderados estímulos sensoriais quanto a sons, luzes brilhantes ou outros estímulos visuais e sonoros intensos que possam sobrecarregar os visitantes com sensibilidades sensoriais. - Treinamento contínuo da equipe para Inclusão: Capacitar a equipe do museu para identificar e oferecer suporte adequado a pessoas com síndromes, espectros e outras condições cognitivas. A equipe deve estar preparada para fornecer assistência respeitosa e paciente. Apoiado pelo Consultor em Acessibilidade. - Apresentações com linguagem direta e objetiva, sem termos complexos ou jargões. Item da planilha orçamentária: · Cachê artístico · Consultores: contemplado no Plano Anual. · Coordenação de Ação Educativa/Estagiário/ Material de apoio pedagógico/ (contemplado no Produto Secundário – Curso/Oficina/Estágio) 3. Curso / Oficina / Estágio (nomenclatura padrão do produto): Bolsas de Estágios remunerados e supervisionado para estudantes. Consultoria de profissional em Acessibilidade para identificar, elaborar, implantar e monitorar junto a Coordenação Educativo-Cultural medidas de acessibilidade no funcionamento do Museu dos Brinquedo, e na formação de sua equipe. Item da planilha orçamentária: Consultores. Contemplado no Plano anual. ACESSIBILIDADE FÍSICA: - Espaços do Museu possibilita circulação de cadeira de rodas e equipamentos museográficos baixos facilitando da visão. - Infraestrutura física totalmente adequada com rampas, guarda-corpo, alargamento de portas e adequação de banheiros e vitrines. Item da planilha orçamentária: · Consultores/Cenografia/material/confecção/Reparos e manutenção/Material permanente/Equipamentos de informática/Material de consumo. Contemplados no Plano anual. · Estagiários/Coordenação de Ação Educativa/ Material de apoio pedagógico. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: - Legendas em braile e com fontes maiores e mais visíveis. - Áudio guias com orientações de circulação na exposição, gravação dos textos informativos e descrição de cada brinquedo exposto, oferecendo independência ao visitante cego ou com baixa visão. - Totens com brinquedos disponíveis para o toque destinado ao visitante com deficiência visual, baixa visão, autistas. - Mala Sensorial com miniaturas de brinquedos para descobertas e sensações através do tato. - Treinamento contínuo da equipe para Inclusão: Capacitar a equipe do museu para identificar e oferecer suporte respeitoso, paciente e adequado a pessoas com necessidade especial. Item da planilha orçamentária: · Consultores/Cenografia/material/confecção/Reparos e manutenção/Material permanente/Equipamentos de informática/Material de consumo. Contemplados no Plano anual. · Estagiários/Coordenação de Ação Educativa/ Material de apoio pedagógico. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: - Uso de aparelho de amplificação de som pelos educadores. - Sinalização Visual: todas as informações importantes sobre a exposição estarão disponíveis em formato visual e de fácil leitura, com símbolos claros e acessíveis. - Telas com texto: texto e informações visuais detalhadas sobre os brinquedos disponíveis em telas pela exposição. - Atividades Interativas Inclusivas: Oficinas e atividades voltadas para surdos com objetivo de integrar melhor o público com deficiência auditiva às experiências oferecidas pelo museu. - Treinamento contínuo da equipe para Inclusão: Capacitar a equipe do museu para identificar e oferecer suporte respeitoso, paciente e adequado a pessoas com necessidade especial. Item da planilha orçamentária: · Consultores/Cenografia/material/confecção/Reparos e manutenção/Material permanente/Equipamentos de informática/Material de consumo. Contemplados no Plano anual. · Estagiários/Coordenação de Ação Educativa/ Material de apoio pedagógico. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: - Exposições com Baixo Estímulo Sensorial quanto a sons, luzes brilhantes ou outros estímulos visuais e sonoros intensos que possam sobrecarregar os visitantes com sensibilidades sensoriais. - Treinamento contínuo da equipe para Inclusão: Capacitar a equipe do museu para identificar e oferecer suporte adequado a pessoas com síndromes, espectros e outras condições cognitivas. A equipe deve estar preparada para fornecer assistência respeitosa e paciente. - Experiências adaptadas: Oferecimento de experiências guiadas especialmente adaptados para visitantes com necessidades cognitivas, que utilizem uma abordagem mais visual e direta. - Materiais em linguagem simples: Textos da exposição são de fácil leitura e com interpretação direta quanto às descrições das obras, usando linguagem simplificada e objetiva, sem termos complexos ou jargões. - Disponibilização de guias impressos ou digitais em inglês apresentando o Museu, as atividades e os conteúdos da exposição. Item da planilha orçamentária: · Consultores/Cenografia/material/confecção/Reparos e manutenção/Material permanente/Equipamentos de informática/Material de consumo. Contemplados no Plano anual. · Estagiários/Coordenação de Ação Educativa/ Material de apoio pedagógico. · Coordenação de Ação Educativa/Estagiário/ Material de apoio pedagógico/ (contemplado no Produto Secundário – Curso/Oficina/Estágio) 4. Curso/oficina/capacitação - artes visuais // Oficinas Brincantes (brinquedoteca e atividades artísticas na Defensoria do Estado de Minas Gerais. ACESSIBILIDADE FÍSICA: - Os locais dentro da Defensoria de MG onde serão realizadas as atividades têm acesso a circulação de cadeira de rodas e com infraestrutura totalmente adequada com rampas, guarda-corpo, alargamento de portas e adequação de banheiros e vitrines. - Contratação de consultores de Parentalidade/Pedagogia/Assistente social que tenho conhecimento em Acessibilidade para identificar, elaborar, implantar e monitorar medidas de acessibilidade física durante todo o evento. - Treinamento contínuo da equipe do museu para identificar e oferecer suporte respeitoso, paciente e adequado a pessoas com necessidade especial. Item da planilha orçamentária: · Monitores · Consultores técnicos. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: - Contratação de profissional em Acessibilidade para identificar, elaborar, implantar e monitorar medidas de acessibilidade visual durante todo o evento. - Treinamento contínuo da equipe para Inclusão: Capacitar a equipe do museu para identificar e oferecer suporte respeitoso, paciente e adequado a pessoas com necessidade especial. - Aquisição de brinquedos pedagógicos inclusivos. Item da planilha orçamentária: · Monitores. · Consultores técnicos. · Material de apoio Pedagógico. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: - Contratação de profissional em Acessibilidade para identificar, elaborar, implantar e monitorar medidas de acessibilidade visual durante todo o evento. - Treinamento contínuo da equipe para Inclusão: Capacitar a equipe do museu para identificar e oferecer suporte respeitoso, paciente e adequado a pessoas com necessidade especial. - Aquisição de brinquedos pedagógicos inclusivos. Item da planilha orçamentária: · Monitores. · Consultores técnicos. · Material de apoio Pedagógico. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: - Contratação de profissional em Acessibilidade para identificar, elaborar, implantar e monitorar medidas de acessibilidade visual durante todo o evento. - Treinamento contínuo da equipe para Inclusão: Capacitar a equipe do museu para identificar e oferecer suporte respeitoso, paciente e adequado a pessoas com necessidade especial. - Aquisição de brinquedos pedagógicos inclusivos. Item da planilha orçamentária: · Monitores. · Consultores técnicos. · Material de apoio Pedagógico. 4. Curso/oficina/capacitação - artes visuais // Curso Brincante para educadores, pais e comunidade geral no Museu dos Brinquedos Mesma descrição das acessibilidades feita para o Produto Principal Plano Anual, já que este produto também será realizado na sede do Museu, com mesma equipe de trabalho e infraestrutura. 5. Festival ou Festa Popular (nomenclatura padrão do produto): • 4 edições dos eventos festivos – Se essa rua fosse minha. ACESSIBILIDADE FÍSICA: - Os locais públicos a serem escolhidos deverão ter acesso a circulação de cadeira de rodas e com infraestrutura totalmente adequada com rampas, guarda-corpo, alargamento de portas e adequação de banheiros e vitrines. - Contratação de profissional em Acessibilidade para identificar, elaborar, implantar e monitorar medidas de acessibilidade física durante todo o evento. - Treinamento da equipe monitores para Inclusão: Capacitar a equipe do museu para identificar e oferecer suporte respeitoso, paciente e adequado a pessoas com necessidade especial. Item da planilha orçamentária: · Monitores · Consultores: contratação profissional em acessibilidade. · Coordenação de Ação Educativa/Estagiário/ Material de apoio pedagógico/ (contemplado no Produto Secundário – Curso/Oficina/Estágio) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: - Contratação de profissional em Acessibilidade para identificar, elaborar, implantar e monitorar medidas de acessibilidade visual durante todo o evento. - Treinamento contínuo da equipe para Inclusão: Capacitar a equipe do museu para identificar e oferecer suporte respeitoso, paciente e adequado a pessoas com necessidade especial. Item da planilha orçamentária: · Consultores: contratação profissional em acessibilidade. · Monitores · Coordenação de Ação Educativa/Estagiário/ Material de apoio pedagógico/ (contemplado no Produto Secundário – Curso/Oficina/Estágio) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: - Uso de aparelho de amplificação de som pelos educadores. - Espetáculo com tradução em libras. - Treinamento contínuo da equipe para Inclusão: Capacitar a equipe do museu para identificar e oferecer suporte respeitoso, paciente e adequado a pessoas com necessidade especial. Item da planilha orçamentária: · Material permanente. (contemplado Produto Plano Anual) · Consultores: contratação profissional em acessibilidade. · Monitores · Intérprete de libras. · Coordenação de Ação Educativa/Estagiário/ Material de apoio pedagógico/ (contemplado no Produto Secundário – Curso/Oficina/Estágio) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: - Espetáculos com moderados estímulos sensoriais quanto a sons, luzes brilhantes ou outros estímulos visuais e sonoros intensos que possam sobrecarregar os visitantes com sensibilidades sensoriais. - Treinamento contínuo da equipe para Inclusão: Capacitar a equipe do museu para identificar e oferecer suporte adequado a pessoas com síndromes, espectros e outras condições cognitivas. A equipe deve estar preparada para fornecer assistência respeitosa e paciente. - Apresentações com linguagem direta e objetiva, sem termos complexos ou jargões. Item da planilha orçamentária: · Cachê artístico · Consultores: contratação profissional em acessibilidade. · Monitores · Coordenação de Ação Educativa/Estagiário/ Material de apoio pedagógico/ (contemplado no Produto Secundário – Curso/Oficina/Estágio) 6. Festival / Feira de Gastronomia (nomenclatura padrão do produto): • 2 edições da Festival de Troca de Brinquedos na sede do Museu dos Brinquedos, Mesma descrição das acessibilidades feita para o Produto Principal Plano Anual, já que este produto também será realizado na sede do Museu, com mesma equipe de trabalho e infraestrutura. 7. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS (nomenclatura padrão do produto): • 500 alunos de instituições públicas de ensino a serem recebidos gratuitamente na sede do Museu dos Brinquedos, conforme Programa de Ação Educativa a Cultural. Mesma descrição das acessibilidades feita para o Produto Principal Plano Anual, já que este produto também será realizado na sede do Museu, com mesma equipe de trabalho e infraestrutura.
Este projeto cumprirá os seguintes incisos do Art.30 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento); IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; X - oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis. Apresentamos as medidas: Como principal medida de democratização do acesso à sede no Museu, está na definição de taxas médias mais acessíveis, e ainda com maior desconto para maiores necessitados, conforme discriminado abaixo: Os ingressos para entrar na sede do Museu custarão em 2025 R$ 40,00 inteira e R$ 20,00 meia, sendo esta última concedida para: - Crianças e adolescentes. - Estudantes e professores. - Pessoas com deficiência e seu acompanhante. - Jovens de 15 a 29 anos inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal.- Terceira idade. Outras medidas de democratização estão previstas em ações que buscam o maior envolvimento, participação e acesso aos programas do Museu dos Brinquedos. Confira a seguir: • Oferecer 18 bolsas de estágios remunerados e supervisionado para estudantes dos cursos de Pedagogia, História, Museologia, Artes Visuais, Turismo, Teatro, Psicologia, Letras e Comunicação Social, com carga horária de 540 horas semestrais aproximadamente, sendo que no mínimo 50% das vagas são destinadas a estudantes de instituições públicas de ensino ou alunos de baixa renda. • Propiciar 20 vagas de estágio obrigatório para estudantes de Pedagogia, com carga horária de acordo com a demanda instituída por cada faculdade, com vista à propiciar o contato e a vivência profissional em uma instituição de educação não formal.• Promover 40 edições Oficinas Brincantes (brinquedoteca e atividades artísticas), oferecendo 3 horas de atividades lúdico pedagógicas e artísticas (oficinas de arte com materiais reciclados, brincadeiras, contação de histórias), para crianças em processo de institucionalização, participantes dos Projetos Parentalidade e Escola de Convivência Familiar, promovidos pela Defensoria do Estado de Minas Gerais. • Realizar 2 edições do Curso Brincante para educadores, pais e comunidade geral, com objetivo de promover a prática do brincar como forma de estabelecer vínculos efetivos e positivos como as crianças, sendo que 60% das vagas são destinadas a estudantes e professores de instituições públicas de ensino ou pessoas de baixa renda. • Oferecer 3 edições de 3 horas do curso de capacitação "Brincar para construir vínculos" para pais e/ou cuidadores que estão em processo de restituição da guarda de suas crianças; como parte do Projeto Escola de Convivência Familiar, promovido pela Defensoria do Estado de Minas Gerais. • Realizar Festival/Festa Popular Se essa rua fosse minha, gratuitos, em locais públicos e com promoção de atividades lúdico pedagógicas (oficinas com materiais reciclados, brincadeiras, apresentações culturais), com alcance aproximado de 4.000 pessoas no total. • Promover duas edições anuais gratuitas da Festival/Feira de Troca de Brinquedos. As crianças são convidadas a separar brinquedos que não usam mais e levar ao museu para trocar com outra criança ou doar para uma instituição carente. Além disso, são convidadas a construir brinquedos com material reciclados, conhecer a exposição e assistir ao teatrinho de marionete. Alcance aproximado de 1000 pessoas no total.
EQUIPE TÉCNICA PERMANENTE: · Diretora Presidente: Maria Elizabeth de Azevedo Meyer Camargo (não remunerado) · Direção Executiva: Tatiana de Azevedo Camargo · Coordenador de Ação Educativa e Cultural: Iago Ornelas Dias · Coordenadora Administrativa e Financeira: Michele Ruas Porto FORNECEDORES: · Contabilidade Geral: Decta Contabilidade Financeira · Assessoria Jurídica: MG Advogados · Consultorias Técnicas: Consultoria Arte Educação: Angelina Camelo Bagetti Consultoria em Pedagogia e Parentalidade: Mariana Furtado Assessoria em Projetos Sociais e Democratização: Clara Lopes Consultoria em Acessibilidade: Grupo Svoa Maria Elizabeth de Azevedo Meyer Camargo Formação Acadêmica Pós-Graduação: Gestão Cultural – Fundação Palácio das Artes – março a junho 2003 Especialização em Educação – Área Orientação e Supervisão Integrada II CEPEMG – Centro de Estudos e Pesquisas Educacionais de Minas gerais – março/ 97 a abril/ 98 Graduação: Pedagogia (Orientação Educacional) Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica de Minas Gerais – 1975 História Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica de Minas Gerais - 1972 Qualificação Profissional 2002 aos dias atuais Instituto Cultural Luiza de Azevedo Meyer Belo Horizonte/ MG Diretora Experiências Docentes: · Província Carmelitana Santo Elias BH 2003 a 2006 Alfabetização de Jovens e Adultos Trabalho Voluntário na Igreja do Carmo. · Telecurso 2.000 – Supletivo 1998 – 1999 Orientadora de Aprendizagem Matemática e História Trabalho Voluntário – Paróquia Boa Viagem · Escola “Aldeia Global – Centro de Desenvolvimento Integral da Criança’ 1973 a 1976 Diretora e Orientadora Pedagógica e Educacional Professora: Aulas de Inglês – Método “Pink and Blue” · Fundação Legião Brasileira de Assistência – MG 26/10/76 a 31/08/78 Supervisora da Divisão de Educação do Trabalho Cursos e capacitação · Festival de Inverno – UFMG – “Curso de Literatura Infantil e Juvenil” – 30 dias · I Seminário de Capacitação Museológica – Instituto Flávio Gutierrez – Belo Horizonte – 17 a 19 maio, 2002. · II Seminário de Capacitação Museológica – Instituto Flávio Gutierrez – Belo Horizonte – 22 a 24 ago/ 2002 · Seminário “A História Representada: O Dilema dos Museus” – Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro – 7 a 11 de out/ 2002 · III Seminário de Capacitação Museológica – Instituto Flávio Gutierrez – Belo Horizonte – 24 a 27 out./ 2002 · Festival de Peões e Carrapetas – UNI- BH, Belo Horizonte – 2 a 15 dez/ 2002 · Seminário de Arte e Cultura como Instrumento de Responsabilidade Social – Instituto Júnia Rabello – Belo Horizonte/ MG 10 a 11 março/ 2003 · Seminário Cultura: Política e Financiamento – Assembléia Legislativa de Minas – Belo Horizonte – 30/ago a 01/ set 2004 · Patrimônio e Musealização – debates atuais. Instituto de Educação Continuada – PUC/ MINAS – Belo Horizonte – 08/ out/ 2004. · Festival de Bonecos – 2002 / 2003 / 2004 – Prefeitura de Belo Horizonte. · I Encontro Mineiro de Museus – Superintendência de Museus – 03/08 a 04/08/ 2005 · Seminário Caminhos da Produção Cultural – Circuito Cultural Banco do Brasil – 18 a 21/05/2005. · Curso de “Projetos Sociais” – PUC/ MG – 60 h. · Curso “BH 100 anos: Uma parceria entre Museu, Professor e Arte” - Centro de Referência do Professor, SEE/ MG – 16h. · Curso “Construindo o Brinquedo Pedagógico” Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – SENAC/ MG – 30h. · Participação em diversos seminários na área de pedagogia e história entre os anos de 1970 a 1980. · Curso “Gestão Cultural”- Projeto Cine arte Sarau Petrobrás, Centro de Cultura Nansen Araújo- Teatro SESIMINAS. 27 e 28/abr/2006 · Palestra “Museu do Brinquedo”- Acadêmicos do Curso de Turismo do Instituto Belo Horizonte de Ensino Superior- IBHES. 23/mai/2007 · Seminário - Objetos técnicos como Suporte para a preservação da memória e construção de uma cultura técnica – 17/mai/2007. · I Encontro Nacional da Rede de Educadores em Museu- Fundação Casa Rui Barbosa. 18/set/2007 · 2º Fórum Nacional de Museus- “Museus Comunitários e Eco museus- Ação Educativa em Museus”- Ouro Preto/ MG. 26/ago/2006 · XVI Congresso de Museus- “Museus, Memória e Movimentos Sociais”- Museu do Homem do Nordeste/ Fundaj- Recife/PE. 04 a 07/dez/2007 · Seminário Internacional Ciência e Museologia- “Universo Imaginário”- Museologia- Arte- Estética na Tecnologia. Educação e Ciência/CEFET-MG, Centro de Difusão da Ciência- UFMG. 14 a 17/abr/2008 · “Elaboração de Projetos e Fomento para a Área Museológica”- Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG. 15/mai/2008 · 3º Fórum Nacional de Museus- “MCI- Plano Museológico: Implantação, Gestão e Organização de Museus- Ministrado por Márcio Rangel (DEMU/IPHAN) e Rose Miranda (DEMU/IPHAN). 11/jul/2008 · Workshop Cultural: “Visibilidade com Responsabilidade”- Auditório do Hotel Ouro Minas, BH/MG. 30 e 31/out/2008 · 1º Seminário internacional de gestão e cultura- “Política Cultural Comparada”- Duo Informação e Cultura. 4 a 7/Nov/2008 · Curso de Iniciação à Educação em Museu- Laboratório de Estudos em Museus e Educação- LEME/FAE/UFMG. BH/MG. 03e 04/mar/2009- 8h · Workshop de Capacitação de Gestores da Cooperação Descentralizada e Federativa Franco- Brasileira- BH/MG. 15/mai/2009. · VI Semana de Museus, na Universidade de São Paulo de 15 a 18/mai/2009 Tatiana de Azevedo Camargo Formação acadêmica Pós-Graduanda em Ciências Humanas: História. Sociologia e filosofia, pela PUC-RS, à distância, até 2022.Pós-Graduada em Gestão Estratégica em Organizações do Terceiro Setor pela Fundação Dom Cabral – FDC, em 2015.Pós-Graduada em Gestão Estratégica de Comunicação pela PUC-MINAS, em 2007.Pós-Graduada em Gestão Estratégica de Marketing pela Fundação Dom Cabral – FDC, em 2002.Graduada em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas, pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, em 2000.Atuação como pesquisadora do programa de Aprimoramento Contínuo - PAD /UFMG, Projeto “Grupo de Estudos e Pesquisas sobre as práticas profissionais e sociais de Comunicação”, sub-projeto “Comunicação e Política”, 1998 e 1999. Experiência Profissional e Principais qualificações Museu dos Brinquedos -------------------------------------------------------------- 2008 aos dias atuaisCargo: Diretora Executiva · Elaboração, viabilização, execução e monitoramento de projetos de sociais e culturais, viabilizando a missão da instituição de promover o desenvolvimento socioeducativo e cultural da infância.· Vivência como pesquisadora na área de cultura, ciências sociais, antropologia, história, patrimônio, infância, museologia.· Experiência em administração de processos relativos ao funcionamento operacional e estratégico de instituições do terceiro setor como gestão de projetos, finanças, marketing, comunicação, controle administrativo e pessoas. Fiat Automóveis ----------------------------------------------------------------------------------------2007 Cargo: Analista de Comunicação Empresarial· Vivência em planejamento de comunicação empresarial para o público interno, a partir da elaboração, implantação e monitoramento de projetos de integração e engajamento dos colaboradores.· Responsável pela produção de informativos internos eletrônicos, impressos, eventos comemorativos e de integração, campanhas de lançamento de produtos.· Interface com outras áreas da empresa com projetos de mobilização e comunicação com os colaboradores. Vale --------------------------------------------------------------------------------------------- 2003 a 2007Cargo: Analista de Comunicação Empresarial Pleno· Elaboração, viabilização, execução e monitoramento de projetos de sociais e culturais de relacionamento com a comunidade, contribuindo com a construção da reputação positiva da organização e alcance de resultados.· Vivência em planejamento de comunicação e relacionamento com colaboradores, a partir da realização de informativos internos eletrônicos, impressos, eventos comemorativos e de integração, além de elaboração junto às outras áreas da organização de campanhas de engajamento e busca de resultados; de segurança do trabalho, visibilidade de benefícios e satisfação.· Implantação e acompanhamento de assessoria de imprensa, publicidade e promoção de eventos. Museu Histórico de Belo Horizonte ------------------------------------------------------------------- 2003 Cargo: Relações Públicas· Gestão de projetos de comunicação, marketing e relacionamento com o público externo, como programas educativos culturais, assessoria de imprensa, publicidade e promoção de eventos.· Gestão de projetos de comunicação interna, a partir da realização de informativos eletrônicos, impressos, eventos comemorativos e de integração, campanhas educativas e de engajamento. 4As comunicação e marketing em saúde ------------------------------------------------------------ 2003Cargo: ConsultoraÁrea de atuação: Marketing e ComunicaçãoConsultora em projetos de comunicação e marketing para empresas de saúde. Hospital Mater Dei S.A. ---------------------------------------------------------------------- 1999 a 2002Cargo: Coordenadora do Serviço de Atendimento ao Cliente – SAC Área de atuação: Marketing e Comunicação Social · Experiência na coordenação de equipes, a partir da formatação de um Serviço de Atendimento ao Cliente – SAC e controle diário de seus processos, definição de métricas quantitativas e qualitativas, acompanhamento e interface com as diversas áreas da organização, tendo como objetivo o estreitamento entre empresa e paciente e melhorias na prestação de serviços hospitalares.· Experiência na estruturação de pesquisas de mercado e na realização de diagnóstico das demandas dos pacientes, médicos e profissionais de saúde cooperados do hospital, alcançando maior conhecimento das demandas dos clientes internos e externos e direcionamento estratégico de investimentos organizacionais e ações de relacionamento.· Elaboração, implantação e monitoramento de projetos de comunicação e relacionamento com colaboradores, médicos e demais profissionais da saúde da instituição· hospitalar, a partir da realização da elaboração de campanhas de engajamento e busca de resultados, de segurança do trabalho, visibilidade de benefícios e satisfação, bem como de informativos internos eletrônicos, impressos, eventos comemorativos e de integração.· Elaboração, implantação e monitoramento de projetos de assessoria de imprensa, publicidade e promoção de eventos.· Elaboração, implantação e monitoramento de projetos de relacionamento com o público externo , contribuindo com a construção da reputação e alcance de resultados. Iago Ornelas Dias Formação:Licenciatura em pedagogia - UNIBH 2018 – 2021Teatro Plug Minas - março 2014 - dezembro 2014 Experiências profissionais: Museu dos Brinquedos - Julho 2019 aos dias atuais- Coordenador Educativo e Cultural - Museu dos Brinquedos - fevereiro de 2022 até os dias atuaisAtribuições do cargo: Responsável pelas ações educativas e artísticas do museu, gestão e capacitação de equipe, desenvolvimento educacional de profissionais da educação e pais, práticas brincantes e vivências culturais, elaboração e produção de eventos, gestão de redes sociais, criação de conteúdo com roteirização e produção de vídeos para TikTok e Instagram, apoio em ações de comunicação, gestão de atendimento ao público na web. - Arte Educador e gestor de mídias sociais - Museu dos Brinquedos - julho de 2020 até janeiro de 2022 - ações educativas e artísticas do museu, práticas brincantes e vivências culturais, gestão de redes sociais, roteirização e produção de vídeos para TikTok e Instagram, apoio em ações de comunicação, gestão de atendimento ao público na web. - Estagiário em arte educação, Museu dos Brinquedos - julho de 2019 a janeiro de 2020, apoio e capacitação quanto às ações educativas e artísticas do museu, às práticas brincantes e às vivências culturais, - ASSISTENTE DE ALFABETIZAÇÃO.Escola Municipal José Madureira Horta - setembro 2018/junho 2019Atribuições do cargo: Acompanhamento pedagógico, monitoria de alunos, elaboração de atividades e jogos pedagógicos. - OPERADOR DE CAIXAPolishop - Outubro 2017/Maio 2018Atribuições do cargo: Atendimento ao cliente, checagem de estoque, cadastramento de clientes no sistema e vendas. Michele Ruas Porto Formação Acadêmica PAEX- Programa de Parcerias Empresarias, pela Fundação Dom Cabral de Nova Lima- MG, em 2016. Graduada em Administração em Esportes e Promoções e Eventos, pela Faculdade Promove de Belo Horizonte- MG, em 2003. Técnica em Contabilidade pela Escola Estadual Cassiano Mendes, em 1997. Qualificação Profissional Ampla experiência no planejamento, promoção, execução e avaliação de eventos. Ampla experiência na administração de processos internos relativos ao funcionamento operacional e estratégico de uma empresa como gestão de pessoas, finanças, marketing, controle administrativo e comunicação interna e externa. Ampla experiência em processos de elaboração, captação de recursos, viabilização, execução e monitoramento e prestação de contas de projetos culturais. Elaboração e execução de eventos, programas e ações de relacionamento com os públicos de instituições culturais, comunidade, patrocinadores, parceiros, estudantes, pesquisadores e imprensa, contribuindo com a visibilidade dos projetos realizados, com a construção de uma reputação positiva e, ainda, com a prospecção de patrocinadores e mantenedores. Experiência na coordenação de equipes. Inglês: nível básico Informática: Internet/Windows/ Word-Excel-Power Point- Access-Outlook express Experiência Profissional Museu dos Brinquedos --------------------------------------------------------------------------- 04/2008 a 11/2016Cargo: AdministradoraFunções: Administração Geral, comunicação interna e externa e produção de projetos culturais. SERTEC Serviços LTDA --------------------------------------------------------------------------- 07/1998 a 10/ 2003Cargo: Operadora da Central de Atendimento (por três anos e três meses)Funções: Atendimento ao público, fornecimento de informações referentes ao trânsito e transportes público do município de Belo Horizonte, registro de reclamações e solicitações e realização contínua de relatórios.Cargo: Auxiliar Administrativo II (por um ano e cinco meses)Funções: execução de serviços administrativos em geral, como organização, conferência e arquivamento de documentos, controle de processos internos e elaboração de análise de relatórios administrativos. DA Produções e Eventos ------------------------------------------------------------------------------- 01/2004 a 12/2007Cargo: Coordenadora de EventosFunções: Elaboração e execução de eventos de grande porte Angelina Camelo Bagetti Belo Horizonte – Minas GeraisSites: www.minigaleria.com https://angelinacamelo.com ///Habilidades:Coordenação, curadoria, produção, criação e desenvolvimento de projetos em Artes Visuais e expografia de exposições;///Formação:2000 - Licenciatura em Educação Artística com habilitação em Artes Plásticas - Escola Guignard/ UEMG (Universidade Estadual de Minas Gerais) Belo Horizonte, MG, Brasil; Membro do ICOM ( Conselho Internacional de Museus) desde 2014;///Experiência Profissional:• 2014 a 2017- Cargo de coordenação no Museu Mineiro (Belo Horizonte- Minas Gerais, Brasil ;• 2010 – Criação de estampas exclusivas para coleções das marcas de roupas mineiras Drosófila e Graça Ottoni;• 2007 – Idealiza e a inaugura a Mini Galeria (Espaço independente de Arte em Belo Horizonte) juntamente com a artista Clara Valente e desde então é responsável pela direção, curadoria das exposições e elaboração de projetos em Artes Visuais;• 2006 – Professora de Educação Artística no Projeto Aluno Tempo Integral, na Escola Estadual Professor José Mesquita de Carvalho, por um periodo de um ano.• 2003 – Colabora com ilustrações para a revista Pocket Mininas;• Colaboração com ilustrações para o blog mineiro 5vs1 de ilustração; -• Professora de Arte Educação na Truppi Espaço Lúdico – Belo Horizonte(de 2003 à 2005); 2002 – Criação de estampas para figurino e telas para cenário do programa Casseta e Planeta, da Rede Globo;2001 – Estágio com Estevão Machado no setor de Design na RC Comunicação, Belo Horizonte, MG;2000 – Estágio como assistente de produção na produtora VT3 Cinema e Vídeo, do cineasta Helvécio Ratton, Belo Horizonte, MG;- Estágio como professora de Educação Artística com alunos da 4 série da Escola Estadual Bueno Brandão, Belo Horizonte, MG;1999 – Desenvolveu oficina "Vamos Brincar com o Lixo", processo de reaproveitamento de materias com alunos de 1 e 3 série da Escola Estadual Presidente Antonio Carlos, Belo Horizonte, MG;1997 – Monitoria na exposição "Picasso Reproduções dos Estudos para Guernica", na Escola Guignard, Belo Horizonte, MG. ///Principais Projetos e Exposições como curadora independente:2014 -Janeiro – Curadoria na exposição de fotografia “Atlas”,com o coletivo Companhia Rapadura(SP), no Espaço Mari’stella Tristão,Palácio das Artes, dentro da programação do Festival Verão Arte Contemporânea (VAC).2013 -Novembro - Curadoria e concepção das atividades de palestra, oficina e pintural mural para o Projeto Parede do Sesc Palladium. Convidando o artista paulista Stephan Doitschinoff, representado pela galeria Choque Cultural de São Paulo;• Março- Curadoria em projeto em ação para a Fiat: três artistas convidadas pela Mini Galeria fizeram intervenções no novo FIAT UNO.• Janeiro- Curadoria para Projeto Parede Sesc Palladium, dentro da programação do Verão Arte Contemporânea, convidando o artista suíço – boliviano Luciano Calderón para a realização de um Live Painting.• 2012 – Curadoria para o Projeto onde cinco artistas selecionados pela Mini Galeria pintaram as paredes das cinco maiores agências de publicidade de Belo Horizonte: ( RC Comunicação, 2004 Comunicação, Lápis Raro, Populus Comunicação e 18 Comunicação) em uma parceria com a Rádio Guarani FM ( Belo Horizonte); Artistas: Clara Valente (Bh), Binho Barreto (BH), Vital Lordelo (Poa), Thiago Mazza (Bh) e Eduardo Fonseca (Bh);• Participação na Feira Parte de Arte Contemporânea com stand da Mini Galeria – Subsolo Paço das Artes (SP). Foram realizadas ações de performance e desenho no stand durante a Feira:LIVEPAINT com o artista Binho Barreto: O artista desenhou ao vivo(grafite sobre papel), por dois dias no stand.• O artista Shima (São Paulo) se apresentou na primeiro e dia de Feira com a Performance “Remember, Forget”e no encerramento da Feira com a performance Espaço Aéreo (2010-2012) ;• Curadoria para Projeto Parede no Sesc Palladium (BH), dentro da programação do Verão Arte Contemporânea, com curadoria e produção, convidando o Artista Dalata (BH) representado pela Mini Galeria e Presto (SP) representado pela galeria paulista Choque Cultural.• 2011 – Curadoria e criação do Projeto "Graffiti Sem Limite" - exposição coletiva, onde qualquer pessoa podia intervir graficamente nas paredes de uma galeria, por um período de 10 dias, no Espaço Mari’stella Tristão, no Palácio das Artes (Belo Horizonte); Idealiza palestra com os fundadores da primeira galeria de arte urbana do Brasil, a Choque Cultural (SP), com lançamento de uma gravura exclusiva do artista Stephan Doitschinoff, representado pela mesma e em parceria com RedBull foi desenvolvido o Workshop Red Bull Vynil Art, onde alunos sorteados durante a palestra customizaram discos de vinil .• 2010 – Criação e curadoria do Projeto Mini Móbile: galeria de arte móvel, onde 11 artistas expuseram seus trabalhos dentro de um container de vidro colocado no meio da principal praça da cidade (Praça da Liberdade) em Belo Horizonte, por um período de um mês. A segunda edição ocorreu em maio de 2011. O Projeto encontra-se aprovado na Lei Rouanet que visa realizar demais edições.• 2009 – Coletivas "Mini en Marte" e “Nueve” – exposições coletivas de intercâmbio entre artistas brasileiros selecionados pela Mini Galeriae artistas uruguaios selecionados pela galeria Marte UpMarket de Montevideo (Uruguai); - Exposição Individual inédita no Brasil com a artista coreana Junkhouse (Seoul); - Integra à rede internacional de galerias, a “Rojo Artspace”, da revista catalã Rojo;• Criação e Curadoria do Projeto “Arte Interativa na Lagoa”: onze artistas convidados pintam cada um, um pedalinho em forma de cisne, na Lagoa Rodrigo de Freitas, Rio de Janeiro;• 2008 – Curadoria da Exposição Coletiva "Brothers in Arms" exposição inédita no Brasil com artistas do ThunderdogStudios de NY. Serigrafias, pintura, instalação e graffiti. Artistas:• Tristan Eaton (NY), David Flores (CA), 123 Klan (FRA), Kid Acne (UK),Stephan Doitschinoff (BRA).• 2007 - Idealiza e a inaugura a Mini Galeria, responsável pela coordenação , curadoria e criação de projetos de arte. Espaço independente de arte de Belo Horizonte; a Exposição coletiva “Osnove na Mini”, onze artistas brasileiros inauguraram a galeria. MARIANA FURTADOPedagoga e Educadora ParentalContato: (31) 99520-8583E-mail: contato@marifurtado.comEndereço: Alameda Nassif Jose Daher, 55/302, Lundcea | Lagoa Santa - MGRede Social: @marifurtadooficialRESUMOAjudo famílias e profissionais da infância e adolescência a manterem uma comunicação e relação respeitosa, não violenta, baseada na Educação Positiva, Consciente, Respeitosa, com as crianças e adolescentes. Partindo de que todo comportamento é uma comunicação, ampliamos o olhar para estreitar laços que vão reverberar por toda vida.FORMAÇÃO2018 - Certificação em Disciplina Positiva pela Positive Discipline Association EUA;2019 - Formação Em Educação Positiva pela Escola da Educação Positiva;2019 – Especialista em Teoria do Apego Seguro pelo Instituto Aripe;2020 – Especialista em Neurociências e Trauma da Infância e Adolescência pelo Instituto Trauma Care USA;2023 - Pós graduação em Educação Positiva pela Universidade de Brasília;IDIOMASInglês AvançadoEXPERIÊNCIASINSTITUTO TRAUMA CAREFunção: FacilitadoraPeríodo: Novembro 2023 até o momento;MARI FURTADO (MEI)Função: Terapeuta/ Educadora/ OrientadoraPeríodo: Março de 2018 até o presente momento;ESCOLAS / INSTITUIÇÕESFunção: Palestrante e FacilitadoraSanto Agostinho/BH ;Escola Jardim/BH,Escola PALOMAR/LS;Escola Criança Feliz/BH;Vallourec;Exxon Mobil;Defensoria Pública MG;Dentre outras. Clara Beling Garcia Lopes Brasileira, solteira, 27 anosRua Álvares de Azevedo, Bairro Colégio Batista, Belo Horizonte/MG (31) 98206 1407clarabeling25@gmail.com FormaçãoGraduação em Serviço Social - PUC Minas - Concluído em 06/2024 Experiências Profissionais Museu dos Brinquedos - Fevereiro/2024 até julho/2024Atividades: Estagiária; realizando no programa de Convivência Familiar da Defensoria de MG; desempenha a função de educadora social com as crianças que acompanham os responsáveis que frequentam o programa. Participa do planejamento e execução de palestras sobre a importância do brincar na infância; desenvolve habilidades de escuta ativa e percepção das subjetividades que acompanham os relatos.Creches da Associação Franciscana de Educação e Assistência Social - Agosto/2022 até dezembro/2022Atividades: Estagiária; realizando estudos socioeconômicos com as famílias das crianças matriculadas, a fim de atender às exigências do CEBAS, e acompanha discussões de casos com a rede parceira. TJMG / Setor de Fiscalização de Penas Substitutivas (SEFIPS) - Outubro/2020 até fevereiro/2022Atividades:Estagiária; contato com o público de alternativas penais, realizando atendimentos; trabalha com a rede parceira envolvendo captação de novas parcerias e capacitação das entidades que já possuem parceria. Aprimora habilidades de escrita acompanhando as elaborações de relatórios de estudos de casos, bem como o preenchimento de planilhas e competências organizacionais devido ao grande fluxo de trabalho. Central de Monitoramento e Acompanhamento a Penas Alternativas (CEAPA) - Junho/2018 até junho/2019Atividades: Estagiária; excercendo auxílio no acompanhamento e orientação de pessoas em cumprimento de Penas Alternativas; capta e capacita a rede parceira para inclusão do beneficiário, buscando sua socialização; dá suporte às instituições que recebem o prestador de serviço; acompanha a formulação e execução de grupos reflexivos nas temáticas de gênero e drogas; realiza ações com a Rede Parceira e Social.HabilidadesTecnologias: Pacote Office - Nível Intermediário; Photoshop - Nível Básico; CorelDraw - Nível Básico.Idiomas: Inglês em nível intermediário na escrita, na compreensão da fala e para o diálogo Formação ComplementarCurso de Qualificação Profissional de 60 horas “Para Elas: Atenção integral à saúde da mulher em situação de violência” - UFMG - 2024 Informações Adicionais Experiência com rotinas administrativas tanto no ambiente corporativo e público, atuando na manutenção de arquivos, gestão de agendas e controle de materiais. Sólidas habilidades de comunicação verbal e escrita, com domínio de informática básica e facilidade de aprendizado de novos programas e sistemas.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.