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"JUJU E A LOCOMOTIVA ENCANTADA" é um teatro musical baseado no livro infanto-juvenil escrito pela multiartista Juliana Maia.Ele colabora com a circulação teatral chegando ao público infanto-juvenil de forma acessível e, sua dramaturgia, busca conscientizar sobre a importância de preservar o meio ambiente de forma lúdica e consistente. Está atento ás questões atuais sobre a importância de sensibilizar a sociedade para os "Objetivos de Desenvolvimento Sustentável" (ODS/2030).Além das dimensões social, ambiental e econômica, o musical também volta-se para a inclusão tecnológica e para o público PCD. O enredo com músicas autorais, tem desdobramentos sociais que falam sobre os povos originários, desfavorecimento em torno de marcadores sociais como classe econômica etc, além de valorizar os patrimônios imateriais como as locomotivas que fazem parte do legado de Conservatória/RJ (local da história fictícia). Acreditamos que esta história reverbera em muitas regiões do Brasil a fora.
PEÇA TEATRAL "JUJU E A LOCOMOTIVA" Indicação: Livre JUJU E A LOCOMOTIVA ENCANTADA é um teatro musical baseado no livro infanto-juvenil homônimo escrito pela artista Juliana Maia. Com músicas autorais da idealizadora, cantora e atriz do espetáculo, é repleto de desdobramentos sociais e ambientais. Aborda temas importantes que contribuem com a educação de crianças e jovens como: sustentabilidade, povos originários, amizade e a "locomotiva": este meio de transporte que não carregava apenas passageiros ou cargas, mas também sonhos. Mostra a riqueza imaterial de um repertório versátil, com ritmos brasileiros como xote, funk, samba e etc. Na narrativa inicia com a personagem Juju embarcando na Locomotiva Encantada e viajando para o passado na presença de Lucrécio (maquinista do trem). Nesta transição do presente ao passado, Juju e Lucrécio encontram o índio Araris, personagem indigena que mostra todas as belezas da natureza e sua relação de harmonia com o meio ambiente, formando assim, uma grande amizade. Passeando por um cenário de matas e rios, mostram a necessidade de resgatar a consciência da riqueza ambiental de nosso país em um passeio guiado pelas músicas cantadas pelas personagens, o público é levado a um passeio lúdico e poético onde a brasilidade de nossa música, a rica diversidade de nossa cultura, o respeito às diferenças e o senso de coletividade são as armas para salvarmos a natureza. Após um passeio por temas como a preservação da ecologia, da nossa fauna e flora, da valorização da amizade, do contato lúdico com os brinquedos e as brincadeiras, eles chegam nos sonhos infantis, onde lá encontram a força de mudar, de acreditar que um mundo melhor é possível e que ninguém detém o sonho de uma criança, eles se tornam “defensores da natureza de carteirinha e tudo” e dançam comemorando o início de um mundo melhor. Ao voltar ao presente, as personagens se dão conta da importância de manter-se como guardiões dessa nova onde o ser humano se entende como parte do meio ambiente e reconhece sua importância. É importante ressaltar que por anos o consumo de musical infanto-juvenil tinha sua maioria de projetos internacionais que não dialogavam com a realidade brasileira: diversidade, ritmos folclóricos e oralidade marcam este espetáculo. A personagem Juju dialoga com um universo misto cheio de construções e indicações: “Juntos faremos um mundo melhor”, trecho do musical onde as crianças são convidadas a reverberar bem forte essa frase incita o protagonismo da criança que se vê como responsável também pelo cuidado com a natureza. Pitadas de lições, brincadeiras e muita diversão fazem parte do espetáculo, não perdendo o tom e nem o tempo, afinal, a locomotiva está andando é cortar um ciclo internacional de marketing, cria um ambiente propício para novas histórias de personagens brasileiros reais. O musical faz na sua narrativa repensar o meio de transporte ferroviário para além de sua função cotidiana, despertando uma possibilidade de um novo olhar para o trem e para a ludicidade a partir dele.
OBJETIVOS GERAIS: Circular pelos Estados do Rio de Janeiro, Belém, Maranhão, Ceará, Pernambuco, Paraíba, Bahia, Mato Grosso e Distrito Federal, com o espetáculo "Juju e a Locomotiva Encantada" e suas ações correlatas, atingindo pelo seu roteiro, público de várias regiões que compõem 4 biomas de nossa fauna e flora. OBJETIVOS ESPECIFICOS: Apresentar 30 sessões do espetáculo em 13 municípios de 7 Estados diferentes mais o Distrito Federal, valorizando os espaços culturais das respectivas regiões assim como os profissionais locais, movimentando a economia criativa de cada território; Possibilitar o acesso a um produto nacional que pode ser trabalhado no ambiente escolar, agregando valores como o protagonismo feminino, a defesa dos povos originários, a preservação ambiental e o contato com a arte musical; Incluir as crianças no ambiente digital e virtual a partir da obra. São ações com Realidade Aumentada e Realidade Virtual em óculos 3D que pode não apenas favorecer o público PCD para uma experiência imersiva no cenário do espetáculo, podendo andar e correr pelo metaverso, como possibilita o acesso tecnológico a todas crianças atingidas pelo projeto.Ofertar, através de oficinas, bate papos, masterclasses e relatos de experiência um novo contato com a obra e com o fazer teatral. São ações complementares e correlatas que trazem a comunidade em geral para um contato prático e teórico com a arte; Deixar como legado um Diário de Bordo Virtual, onde todo o processo de itinerância será registrado, colocado nas redes, criando vínculos e visibilidade para o projeto e o patrocinador de modo vitalício; Proteger o meio ambiente com ações concretas de divulgar mais com menos uso de meios poluentes, onde todo o material impresso será feito com papel com selo FSC, além de um planejamento de descarte consciente durante todo o projeto.
Em meio à exuberante região do Vale do Café, marcada por um passado escravocrata e detentora de um inestimável patrimônio cultural e turístico, surge a peça teatral "Juju e a Locomotiva Encantada". Mais do que um mero entretenimento, a obra se propõe a ser um portal para a rica história e cultura do interior fluminense, especialmente do município de Valença, que, apesar de sua beleza ímpar, enfrenta desafios como o baixo índice de desenvolvimento humano (IDH) e precárias condições educacionais. "Juju e a Locomotiva Encantada" se apresenta como um instrumento crucial para o fortalecimento e a valorização da produção cultural nacional, dando visibilidade aos artistas do interior e reconhecendo seu papel fundamental como fazedores de cultura. A peça celebra a pluralidade cultural brasileira, não apenas em sua forma artística, mas também em sua filosofia e comportamento sociocultural. Ao mergulhar nos simbolismos regionais presentes nos valores culturais do interior e dos povos originários da região, a peça proporciona um intercâmbio de saberes e vivências entre diferentes públicos. Essa troca de experiências contribui para a construção de uma sensibilidade coletiva mais apurada, ampliando a percepção da produção humana tanto para os artistas quanto para o público. A itinerância da peça por diversos estados brasileiros abre um leque de oportunidades para que crianças e jovens de diferentes realidades mergulhem na rica cultura e história do interior fluminense. Mais do que uma mera apresentação, a peça se transforma em um portal para o aprendizado e a reflexão, convidando os espectadores a se conectarem com temas universais e relevantes para o seu cotidiano. Inspirada no livro infanto-juvenil homônimo, "Juju e a Locomotiva Encantada" apresenta um texto divertido e engajador, que aborda temas relevantes para a formação das crianças e jovens. A valorização da dramaturgia nacional e real permite que as histórias ganhem autenticidade e significado, inspirando as novas gerações a acreditarem em seus sonhos e na possibilidade de construir um mundo melhor. Ao investir em um projeto cultural originário do interior, como "Juju e a Locomotiva Encantada", abre-se um leque de novas possibilidades para o desenvolvimento da região. A peça fomenta a produção artística local, estimulando a economia criativa e construindo um futuro promissor para os artistas e comunidades interioranas. "Juju e a Locomotiva Encantada" se configura como um convite à reconexão com a cultura, a história e os valores do interior do Brasil. Através da arte, a peça propõe um reencontro com a identidade cultural do país rural, fortalecendo laços e abrindo caminho para um futuro mais próspero e autêntico. Mais do que um espetáculo teatral, "Juju e a Locomotiva Encantada" é uma jornada de aprendizado, reflexão e reconexão com a cultura brasileira. Através de sua narrativa envolvente e personagens cativantes, a peça convida o público a embarcar em uma viagem inesquecível pelos trilhos da história, da cultura e da esperança. Considerando os artigos da lei 8313/91 de incentivo à cultura, a proposta aqui apresentada destaca que necessita deste mecanismo para viabilizar a circulação deste bem, valorizar a produção das e dos artistas populares que compõem o elenco do musical, em especial o protagonismo feminino, bem como fortalecer a dar visibilidade às produções nacionais potencializando as contribuições culturais dos artistas de cultura interiorana e seu legado enquanto fazedores de cultura, favorecendo a pluralidade da cultura brasileira não apenas em sua constituição artística, mas, em filosofia e comportamento sociocultural fortalecendo os simbolismos regionais presentes nos valores culturais do interior e dos povos originários evidentes nesta produção. Ao tornar acessível tais valores para as diferentes comunidades dos Estados da Bahia, Rio de Janeiro, Ceará, Maranhão, Pará, Mato Grosso do Sul, Pernambuco e Distrito Federal, permite-se um intercâmbio de valores culturais entre quem produz e quem consome o bem artístico desenvolvendo a sensibilidade coletiva com a ampliação da percepção da produção humana de artistas e espectadores de maneira ampla e garantindo que os investimentos feitos pela população (através do pagamento de impostos) volte para esta mesma população em forma de bens imateriais, de contemplação e informação. Completando a geração de renda e participação de técnicos locais contratados para a efetivação do espetáculo; e garantindo a destinação de 20% dos ingressos ao público não pagante e de baixa renda, o projeto se alinha aos seguintes incisos do artigo 3º da Lei: Inciso d: Estimula a participação de artistas locais e regionais em projetos que visem ao desenvolvimento artístico e cultural da comunidade, além de projetos sociais que promovam a inclusão social de crianças e adolescentes. Inciso II - fomento à produção cultural e artística: O projeto realiza espetáculos de artes cênicas, música e folclore, contribuindo para a difusão da cultura brasileira. Inciso IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais: A distribuição gratuita de ingressos para espetáculos culturais e artísticos democratiza o acesso à cultura e promove a educação artística da população.
Comunicação e contrapartidas Estratégia de comunicação do projeto Assessoria de comunicação e de imprensa do espetáculo "Juju e a locomotiva encantada" de alcance nacional fará: - Produção de releases; - Disparo de releases e contato com a imprensa para a divulgação de matérias, entrevistas, notas, e outros tipos de produtos jornalísticos relacionados ao período das atividades do circuito do espetáculo; - Produção de conteúdo e impulsionamento nas redes sociais de divulgação das atividades artísticas e formativas realizadas pelo espetáculo; - Contato e busca de novos parceiros para divulgação orgânica e pagas dos anúncios das atividades realizadas pelo espetáculo. Neste último tópico, entra o trabalho em conjunto com a assessoria de comunicação externa, cujo trabalho será compreendido em três bases, a seguir: - Produção e envio de material comprobatório para o patrocinador; - Acompanhamento junto aos parceiros que são os veículos para a divulgação dos anúncios das atividades do circuito do espetáculo, como gráficas, rádios, TVs, empresas de outdoors etc.; - Produção de material gráfico com orientações e acompanhamento da programadora visual responsável; Estratégias de exposição da marca Patrocinadora do espetáculo "Juju e a locomotiva encantada". As ações abaixo visam promover a marca patrocinadora do circuito. A parceria se estende no âmbito das seguintes ações: - Circuito do espetáculo "Juju e a locomotiva encantada" - o musical; Ensaio Aberto para Escolas Públicas e Cursos de Teatro; - Apresentação exclusiva Funcionários Patrocinador com acessibilidades (Libras e Audiodescrição); Oficinas em Escola Pública; - Masterclass sobre Composição para Alunos do Conservatório Carlos Gomes; Sessão fechada para Escolas seguido de bate papo (matinê) e uma a tarde aberta a público; Relato de Experiência e Masterclass para Escolas e cursos livres de Teatro; - Óculos 3D com uma simulação das animações do Livro Juju e a Locomotiva Encantada, onde as crianças sem mobilidade podem andar, correr e tocar no ambiente virtual, que terá em todo ele o ambiente a marca Patrocinadora; - Realidade aumentada: Será afixado em nosso banner um QR Code que leva a criança a baixar um App onde ela pode configurar seu celular para um mini jogo da Juju, que terá a marca da Patrocinadora. Ações: -Mapeamento e ampliação dos públicos de interesse, com intuito de promover a inclusão e a diversidade de sua plateia. -Ativação marcante nas plataformas digitais, de acordo com suas respectivas linguagens, se utilizando de suas ferramentas de impulsionamento de forma a manter o crescimento do alcance geográfico (local e nacional) e de públicos novos e diversos. -Estabelecimento de uma frequência de comunicação offline (impressos, ações, etc), alinhada aos valores do espetáculo. -Reforço na valorização de outros ativos como história, meio ambiente e povos originários.
1- OFICINAS: Em cada cidade em que o projeto passar, serão oferecidas duas oficinas GRATUITAS para o público da cidade. 1- Oficina de Jogos Teatrais na Escola. Nesta oficina, o elenco do espetáculo oferece uma oficina onde o corpo e a voz viram as potências para a prática do jogo teatral. A turma se divide em equipes e ela se aventuram em desafios que alimentam e reforçam conteúdos escolares como os: 1.1- Jogo do Alfabeto: Onde a história é contada com frases criadas na hora e essa sequência lógica tem que respeitar as primeiras letras da frase na sequência do alfabeto; 1.2- Jogo do “muda”: As equipes contam histórias livres e improvisadas onde o instrutor manda mudar e toda a lógica da última frase tem que ser mudada; 1.3- Jogo do “especialista”: As crianças brincam de serem Doutores em alguma profissão e são entrevistados para darem respostas criadas pela plateia; 1.4- Jogo do Poeta: Com um personagem criado pela plateia, a equipe se desafia a criar uma rima poética, na hora, tendo sentido e criatividade. 2- Improvisação e ritmo musical Com o auxílio de um violão, as crianças brincam com sequências musicais e coreográficas, onde todos tem que seguir o ritmo e a nota musical. São jogos musicais que divertem e /ou acalmam as crianças. Podem ser usados por professores em sala de aula para darem seguimento a seus apontamentos a partir de paródias e improvisações musicais. As oficinas são livres, gratuitas e sempre tem um suporte com receptivo inclusivo, audiodescrição dos oficineiros antes de começarem os trabalhos, assim como disponibilizado todo material com legendagem e Libras no material filmado e disponibilizado no “Diário de Bordo”. 2- RELATOS DE EXPERIÊNCIA, BATE PAPOS E MASTERCLASS: O projeto visa oportunizar o acesso aos meios de produção cultural e nossa expertise para toda a classe artística dessas localidades. Assim sendo, ofereceremos mecanismos de contato e troca com esses profissionais, fazendo um intercâmbio entre a economia criativa local e nossos conhecimentos de um local como o interior do Estado do Rio de Janeiro.
Para garantir acessibilidade, os espetáculos terão atenção voltadas à: Acessibilidade Física: Os espetáculos serão realizados em teatros, preferencialmente com estrutura adequada para pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida e idosos, como assentos preferenciais e banheiros adaptados. Acessibilidade de Conteúdo: Todas as apresentações contarão com a presença de intérprete de libras para público surdo, além de monitores capacitados disponíveis para orientar pessoas com deficiência cognitiva e deficiência visual e terá audiodescrição em todas as apresentação Acessibilidade: Ingresso social no valor de 10,00 com renda revertida ao Centro Cultural de Conservatória / RJ , destinação de 20% dos ingressos ao público de baixa renda, com transporte destinados a regiões de difícil acesso. Imersão Sensorial. A comunidade cega poderá ter acesso, no hall dos teatros, a uma experiência sensorial através debonecas (totens em 3D) das personagens do espetáculo, TODOS COM A MARCA PATROCINADORA. Juju, Lucrécio e Ararispoderão ser tocados e terão um QR code na sua base que poderá ser acessado com a audiodescrição de cada um, sentindocomo são seus traços, vozes e seus figurinos. Os atores se audiodescrevem, construindo assim uma ponte imagética entre oespetáculo e o público cego ou de baixa visão.Imersão Digital:1- Óculos 3D: Serão disponibilizados óculos 3D com uma simulação das animações do Livro Juju e a LocomotivaEncantada, onde as crianças sem mobilidade podem andar, correr e tocar no ambiente virtual, conhecendo aspersonagens e passear virtualmente pela locomotiva 206. Uma imersão digital que cria um novo contato com o universolúdico da obra. Todos os ambientes terão a marca patrocinadora.2- Realidade Aumentada:Será afixado em nosso banner um QR Code que leva a criança a baixar um app onde ela podeconfigurar seu celular para um mini jogo. A criança aponta a câmera do celular e, onde ela clicar, a paisagem urbana semodifica com aplicações de elementos da natureza. Assim a criança consegue ter uma imersão divertida, onde o mundoreal pode ser reflorestado diante de seus olhos, pela tela do celular. E em todo plano terá a marca patrocinadora.
Os ingressos serão comercializados no valor de R$ 10,00 com o objetivo de garantir o acesso ao maior número de pessoas tendo pontos de venda em locais estratégicos para que pessoas de bairros de difícil acesso possam ter a oportunidade de assegurar sua entrada e garantir a locomoção de forma gratuita até o espaço da apresentação através da parceria estabelecida com escolas públicas ou ONGs da região, transportar os espectadores interessados até o local do espetáculo. Serão distribuídos ainda 20% dos ingressos (em cada apresentação) aos moradores de regiões consideradas (pelo poder público do município acolhedor) como área de vulnerabilidade social e baixa renda podendo os mesmos buscar pelo transporte alternativo que será disponibilizado de forma gratuita até o local do espetáculo. 1- OFICINAS:Em cada cidade em que o projeto passar, serão oferecidas oficinas GRATUITAS para o público da cidade; 2- RELATOS DE EXPERIÊNCIA, BATE PAPOS E MASTERCLASS:O projeto visa oportunizar o acesso aos meios de produção cultural e nossa expertise para a classe artística dessaslocalidades. Assim sendo, ofereceremos mecanismos de contato e troca com esses profissionais, fazendo um intercâmbioentre a economia criativa local e nossos conhecimentos de um local como o interior do Estado do Rio de Janeiro.
- Juliana Maia - Coordenação geral, curadora e artista Natural de Conservatória/Valença(RJ). É cantora, compositora, escritora, produtora, empreendedora cultural e social. Graduada em música-UFRJ, em teatro musical pela CAL e pós-graduada em Música & Negócios pela PUC/RJ. Morou no Japão por 5 anos, lecionava música, apresentava workshops e palestras em escolas e realizou eventos ligados à Cultura Brasileira. Participou de festivais da Região Sul Fluminense, como o CineMúsica, Primavera dos Museus, Festa das Luzes, Festival Vale do Café e Café, Cachaça e Chorinho. Participou do projeto “Viva o compositor Brasileiro” /FUNARJ, com o show “Espetáculo das serenatas”. Participou de “Todas as Bossas” na TV Brasil em homenagem Carmen Miranda; Gravou 3 álbuns e 3 DVDs, dentre eles “Estão voltando as flores”, em parceria com a Harpista Cristina Braga. Lançou o álbum infantil, Juju e a locomotiva encantada, com músicas autorais baseadas em seu livro homônimo. É idealizadora e fundadora na região do Sul Fluminense, do Teatro Sonora e do Centro Cultural Juliana Maia, uma associação sem fins lucrativos, sede do projeto social Harmônicos de Conservatória, uma escola de música gratuita para crianças e jovens da comunidade e base para a primeira Orquestra de Conservatória. - Renata Franco – Direção de produção Formada em Administração/UNISUl e em Educação Física/UNISUAM. Pós graduada em gestão cultural/SENAC. Atua como gestora administrativa e produtora executiva em projetos culturais, sociais e esportistas. Participou do Projeto Social PELC, pela Secretaria de Esporte e Lazer do Rio de Janeiro por 3 anos. Há sete anos é gestora e produtora artística do Teatro Sonora, situado em Conservatória/Valença – RJ e Gestora administrativa do Projeto Social “Harmônicos de Conservatória” e produtora da Orquestra Harmônicos de Conservatória. Produtora da artista Juliana Maia. Produtora da Mostra arte sonora de Conservatória (1º e 2º edição), 1º Festival de arte e literatura de Conservatória, Festival Poemúsica, CineMúsica/RJ e Natal sonoro/São José da Serra e do Bloco carnavalesco da Carmen. Idealizadora e produtora do “Café Sonoro” e do Sonora "Portas abertas". - Isac Francis - Regente geral Como Tubista atuou nos grupos Musicais do Projeto Música nas Escolas de Barra Mansa, Banda Marcial, Banda Sinfônica e na Orquestra Sinfônica, também na Orquestra Sinfônica Jovem da CSN, sob a direção do Maestro Marcelo Vizani. Participou do curso de regência do Projeto Banda Larga, ministrado pelo maestro Marcelo Jardim e Festival das Montanhas do Poços de Caldas, maestro Jean Reis. É Regente Titular da Banda Sinfônica Sênior e da Banda Sinfônica Juvenil. - Rogério Luiz Damasceno - Produtor executivo Bacharel em Produção Cultural pelo IFRJ e teve passagem pelo Bacharelado em Artes Cênicas - Habilitação em Teoria do Teatro pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio). É publicitário formado pela Universidade da Amazônia e pós-graduado em Gestão da Cultura pela Unesa. - Maria Helena Cardoso de Oliveira - Coordenadora de Projetos Doutoranda em Museologia e Patrimônio/UniRio, mestre em Preservação de Acervos/MAST/UFRJ. Atuou na área de Planejamento e Gestão, como membro da Comissão Técnica Permanente de Elaboração de Editais e Análise Projetos Culturais/SECEC-RJ. Foi Gerente de Acervo do MIS-RJ. Coordenou a Museologia do Oi Futuro. Foi subcoordenadora de Etnomuseologia Pró-Índio/UERJ. Foi assistente da coordenação executiva da Exposição Monet e Humanismo Lírico de Guignard/MNBA-RJ. Desenvolve consultoria na área cultural, com foco em projetos e na área de patrimônio cultural. Atualmente é coordenadora de projetos culturais da EAV Parque Lage. Matheus Martins – Músico Bacharel em clarineta/UFRJ. Em 2016, foi aprovado no concurso de jovens solistas da Orquestra Sinfônica da Escola de Música e realizou um concerto solando a peça” Scaramouche”, de Darius Milhaud. Foi primeiro clarinetista da Orquestra Sinfônica Cesgranrio, onde se apresentou com nomes da música brasileira como Yamandú Costa, Hamilton de Holanda, Geraldo Azevedo, Baby do Brasil, Nelson Sargento etc. Realiza concertos com a Nova Orquestra e se apresentou em grandes eventos, como Rock in Rio e Game XP. É professor de clarinete, flauta e saxofone no projeto social "Harmônicos de Conservatória". Atualmente, integra o time de músicos da cantora Juliana Maia. É solista do grupo de choro "Passagem de nível", em Mendes/RJ. Matheus Maciel da Silva - Músico Formado em Música pela UFRJ com Habilitação em Violão. Em 2021 trabalhou como arranjador e diretor musical na produção de álbuns de artistas da região sul fluminense, escrevendo arranjos para diversas formações. Além disso, lançou seu primeiro álbum de violão solo, com um repertório autoral, proporcionando uma série de concertos de lançamento do disco em lugares como o Museu Felícia Leirner e no CMC Arthur da Távola. Em 2022 começou a lecionar violão clássico pelo Projeto Música Nas Escolas. Além disso, atuou como professor de teoria musical, harmonia vocal e prática de conjunto na Escola Vocacionada à Música CIEP 485, um projeto do estado do RJ junto com o município de Barra Mansa, a primeira escola pública de ensino integral com educação em música do Brasil. Atualmente cursa Mestrado em música pela UFRJ, pesquisando sobre a música instrumental sul-fluminense. Ademais, trabalha como músico do Teatro Sonora em Conservatória-RJ e realiza apresentações com a cantora Juliana Maia.
PROJETO ARQUIVADO.