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A publicação do Atlas Geográfico África Brasileira, tanto em formato analógico quanto digital, é uma iniciativa importante para combater a desinformação sobre as matrizes resistentes da África no Brasil. Ele busca contribuir para a luta por um Estado Democrático que respeite a diversidade étnico-racial, destacando a importância de valorizar as contribuições das populações africana e afrobrasileira na nação. Este projeto visa corrigir a inferiorização histórica no sistema educacional, oferecendo recursos que auxiliem na implementação da Lei 10.639, ou seja, na promoção de uma educação antirtracista e eficaz no país. O foco é ampliar o conhecimento sobre o espaço brasileiro a partir das matrizes africanas, utilizando uma abordagem pedagógica inovadora. A publicação está organizada em quatro partes principais, baseando-se em pesquisas geográficas, cartográficas, fotográficas e historiográficas realizadas tanto em campo quanto em diversas instituições no Brasil, na África e na Europa.
I. Resumo do Projeto: A publicação do Atlas Geográfico África Brasileira, tanto em formato analógico quanto digital, é uma iniciativa importante para combater a desinformação sobre a África no Brasil. Ela busca contribuir para a luta por um Estado Democrático que respeite a diversidade étnico-racial, destacando a importância de valorizar as contribuições das populações de matriz africana na sociedade brasileira. Este projeto visa corrigir a inferiorização histórica no sistema educacional, oferecendo recursos que auxiliem na implementação da Lei 10.639, que promove o ensino da história e cultura afro-brasileira. Assim, o atlas serve como uma ferramenta de resistência e educação, proporcionando uma visão mais justa e completa da influência africana no Brasil O foco é ampliar o conhecimento sobre o espaço brasileiro a partir das matrizes africanas, utilizando uma abordagem pedagógica inovadora. A publicação está organizada em quatro partes principais, baseando-se em pesquisas geográficas, cartográficas, fotográficas e historiográficas realizadas tanto em campo quanto em diversas instituições no Brasil, na África e na Europa. Isso visa enriquecer a discussão e fornecer elementos essenciais para a educação e compreensão das influências africanas no Brasil. O padrão analógico da publicação proposta será semelhante ao do Atlas ÁFRICABRASIL (ANJOS, R.S.A. Mapas Editora & Consultoria, 2014), já esgotado. Ver o link: https://www.portalprojetogeoafro.com/geoafro-africabrasil/ e https://www.youtube.com/watch?v=qnZMtPNpFMk&t=27s A estrutura do Atlas esta composto pela seguintes partes; Parte I África, Meio Ambiente, Antigos Estados e Referencias de Diásporas Parte II Brasil Quilombola Ancestrais, Regiões Geoeconômicas Coloniais Parte III África imperialismo e Libertação Territorial Parte IV Brasil População Afrobrasileira, Quilombos Contemporâneos, Estereótipos e Educação, Globalização das Matrizes Afrobrasileiras (Capoeira)Parte V Brasil Territórios Religiosos de Matriz Africana, Identidades e Resistências Afro-brasileiras II. Objeto de projeto Publicação do Atlas Geográfico África Brasileira, uma edição comemorativa da Década do Afrodescedente da ONU e do seu portal eletrônico com o conteúdo de forma digital, portanto com alcance imensurável para seguimentos da cidadania e democracia brasileira. III. Objetivos específicos Contribuir efetivamente com informações sistematizadas para trazer à luz a África e o Brasil como entidades históricas e interferir no processo de permanência educacional e na implementação da Lei 10.639\2003 e possibilitar suporte apoio ao primeiro ano feriado no Brasil do 20 de novembro nas ações do Dia Nacional da Consciência Negra e Zumbi dos Palmares, apoio para inúmeras escolas, entidades representativas da área de educação, coletivos culturais e educadores (as) poderão acessar os produtos, sobretudo os digitais;Reproduzir nos formatos analógica (livro impresso) e digital (portal eletrônico) o Atlas Geográfico África Brasileira, material instrucional cartográfico-geográfico e estimular a leitura, a educação crítica e a criatividade na elaboração de um material didático alternativo (analógico e digital) para o (a) professor (a) alterar sua prática no processo de ensino-aprendizagem nos conteúdos de matriz africana e afrobrasileira de Geografia e de outras disciplinas. IV. Democratização do acesso O Atlas Geográfico África Brasileira será disponibilizado em formato digital (portal eletrônico), permitindo acesso livre para toda a população. Essa iniciativa democratiza o acesso ao conhecimento, garantindo que informações sobre as contribuições das matrizes africanas ao Brasil estejam ao alcance de todos. Ao oferecer o atlas gratuitamente online, buscamos ampliar a educação e a conscientização, promovendo uma compreensão mais profunda e inclusiva da história e cultura afro-brasileira. Assim, o projeto se torna uma ferramenta acessível para estudantes, educadores e qualquer pessoa interessada em explorar essa rica herança cultural. V. Metas e Desdobramentos O projeto do Atlas Geográfico África Brasileira possui metas claras e desdobramentos significativos: Metas: Educação Inclusiva: Incorporar conteúdo sobre a história e cultura afro-brasileira no currículo escolar, apoiando a implementação da Lei 10.639.Acesso Livre: Disponibilizar o atlas em formato digital gratuito para garantir que todos tenham acesso à informação.Conscientização Cultural: Promover uma compreensão mais ampla e respeitosa das contribuições africanas à formação da sociedade brasileira.Inovação Pedagógica: Desenvolver abordagens educacionais inovadoras que envolvam estudantes e educadores.Desdobramentos: · Capacitação de Educadores: Oferecer materiais de apoio para professores, facilitando a integração do atlas em salas de aula. · Parcerias Institucionais: Colaborar com escolas, universidades e organizações culturais para ampliar o alcance do projeto. · Atualizações Contínuas: Manter o conteúdo do atlas atualizado com as mais recentes pesquisas e descobertas sobre a diáspora africana. · Expansão do Projeto: Explorar a possibilidade de desenvolver versões adicionais do atlas que cubram outras áreas temáticas ou regiões. · Essas ações visam não apenas informar, mas também transformar a percepção sobre a influência africana no Brasil, promovendo um futuro mais inclusivo e informada VI. Justificativa Acreditamos que nesse universo de carência e de disponibilização precária de informações que tratam da questão geográfica afrobrasileira e da educação básica, o nosso principal resultado esperado num programa de formação e difusão do conhecimento, instrumentalizando verdadeiramente o(a) professor(a) para possibilitar uma educação de qualidade, o fortalecimento dos processos educacionais na escola. Outro ponto é a possibilidade de suporte-apoio ao primeiro ano do feriado no Brasil do 20 de novembro nas ações do Dia Nacional da Consciência Negra e Zumbi dos Palmares. A disseminação de informações para inúmeras escolas públicas e privadas, assim como, as entidades representativas, da sociedade civil organizada e educadores (as) da nação poderão acessar e ter conhecimento dos produtos, sobretudo os digitais no portal eletrônico. Atlas Geográfico África Brasileira é fruto de alguns anos de pesquisas sistemáticas realizadas em organismos no Brasil e em diversos países nas instituições parceiras do Projeto GOAFRO, como por exemplo: Bélgica, Cote d´Ivoire, França, Angola, República Democrática do Congo, Portugal, Cuba, dentre outros. Dessa forma, a nossa contrapartida no patrocínio ao Projeto apresentado se processa também, na forma dos retornos dos conhecimentos gerados e processados no referido Projeto e estendidos para uma educação mais inclusiva no Brasil. VII. Cronograma de Execução do Projeto: O desenvolvimento desse Projeto preconiza o seu desenvolvimento em cinco (5) etapas básicas de trabalho, destacadas a seguir: Etapa 1. A produção informacional e sistematização temática do Atlas Geográfico África Brasileira. JULHO AGOSTO\2024 (em andamento); Etapa 2. Revisão de conteúdos e preparação da prova da impressão da publicação analógica. SETEMBRO\2024; Etapa 3. Estruturação do Portal Eletrônico do Atlas África Brasileira e impressão analógica da publicação. SETEMBRO OUTUBRO\2024; Etapa 4. Ajustes e organização dos produtos finais do Projeto. OUTUBRO\2024; Etapa Final. Lançamentos dos produtos analógico e digital do Atlas Geográfico África Brasileira, Preparação do Relatório Técnica do Projeto e da Prestação de Contas. NOVEMBRO-DEZEMBRO\2024 VIII. Plano de Divulgação do Atlas Geográfico África Brasileira 1. Lançamento Oficial: Evento de Lançamento: Organizar um evento presencial com convidados especiais, especialistas em cultura afro-brasileira, educadores, e representantes de ONGs.2. Campanha Digital: Redes Sociais: Criar perfis dedicados nas principais plataformas (Instagram, Facebook, Twitter) para compartilhar conteúdos interativos, curiosidades, e trechos do atlas.Hashtags: Usar hashtags como #AtlasAfricaBrasileira e #EducaçãoInclusiva para aumentar o alcance.Influenciadores: Parcerias com influenciadores e educadores que defendem a inclusão e diversidade para promover o atlas.Colaboração com Escolas e Universidades: Distribuir materiais promocionais e oferecer acesso prioritário ao conteúdo digital.3. Conteúdo Multimídia: Produzir 5 vídeos curtos destacando a importância do atlas e suas funcionalidades.4. Engajamento Comunitário · Distribuir cópias impressas e digitais para bibliotecas públicas e centros culturais. IX. Plano de Acessibilidade Comunicacional para o Atlas Geográfico África Brasileira 1. Formato de Conteúdo: Disponibilizar áudio-descrição do atlas em formato para pessoas com deficiência visual na versão digital.Produzir vídeos explicativos com legendas e tradução em Língua Brasileira de Sinais (Libras).2. Material Impresso Acessível: Produzir 10 versões em Braille das partes mais relevantes do atlas.Texto de Fácil Leitura: Usar linguagem clara e direta para facilitar a compreensão3. Divulgação Inclusiva: · Assegurar que todas as campanhas de divulgação estejam acessíveis a pessoas com deficiência, utilizando legendas e audiodescrição X. Sinopses; O projeto Geografia Afrobrasileira: Educação, Cartografia e Ordenamento do Território (GEOAFRO) comemora 35 anos de impacto significativo no ensino e pesquisa no Brasil. A nova publicação, " Atlas Geográfico África Brasileira, do Prof. Rafael Sanzio Araújo dos Anjos, visa expandir esse legado ao promover um reconhecimento mais profundo do "Brasil Africano" nas esferas de governança. Este atlas busca ser uma ferramenta central na promoção de uma educação antirracista, essencial para a prosperidade do país. Ele destaca as contribuições das populações de matriz africana, frequentemente negligenciadas no sistema educacional, e aborda as desigualdades estruturais e espaciais que marcaram a formação territorial do Brasil. O contexto histórico do Brasil revela uma desigualdade estrutural duradoura, com a formação territorial marcada por segregações, impactando profundamente a população de origem africana. O atlas enfatiza a necessidade de reconhecimento e reparação das injustiças históricas resultantes do sistema escravista. Além disso, o atlas oferece novas representações do espaço brasileiro, integrando a complexidade e resistência da diáspora africana. Ele ressalta como, apesar de séculos de apagamento geopolítico, as resistências culturais, artísticas e territoriais continuam a testemunhar uma rica herança. Por fim, a obra reflete sobre os dados demográficos que mostram a predominância afrobrasileira e suas implicações sociais e culturais, propondo uma educação e governança territorial que respeitem verdadeiramente a diversidade étnico-racial do Brasil
I. Resumo do Projeto: A publicação do Atlas Geográfico África Brasileira, tanto em formato analógico quanto digital, é uma iniciativa importante do Projeto GEOAFRO (https://www.portalprojetogeoafro.com/ para combater a desinformação sobre a África no Brasil. Ele busca contribuir para a luta por um Estado Democrático que respeite a diversidade étnico-racial, destacando a importância de valorizar as contribuições das populações de matriz africana na sociedade brasileira. Este projeto visa corrigir a inferiorização histórica no sistema educacional, oferecendo recursos que auxiliem na implementação de fato da Lei 10.639, que promove o ensino da história e cultura afrobrasileira. Dessa forma, o Atlas se propõe a ser uma ferramenta eficaz para uma educação antirracista, proporcionando uma visão mais justa e completa da influência africana no Brasil O foco é ampliar o conhecimento sobre o espaço brasileiro a partir das matrizes africanas, utilizando uma abordagem pedagógica inovadora e com experiências exitosas. A publicação está organizada em quatro partes principais, baseando-se em pesquisas geográficas, cartográficas, fotográficas e historiográficas realizadas tanto em campo, quanto em diversas instituições no Brasil, na África e na Europa. Isso visa enriquecer a discussão e fornecer elementos essenciais para a educação e compreensão das influências africanas no Brasil. O padrão analógico da publicação proposta será semelhante ao do Atlas ÁFRICABRASIL (ANJOS, R.S.A. Mapas Editora & Consultoria, 2014), já esgotado. Ver o link: https://www.portalprojetogeoafro.com/geoafro-africabrasil/ e https://www.youtube.com/watch?v=qnZMtPNpFMk&t=27s A estrutura do Atlas esta composto pela seguintes partes; Parte I África, Meio Ambiente, Antigos Estados e Referencias de Diásporas Parte II Brasil Quilombola Ancestrais, Regiões Geoeconômicas Coloniais Parte III África Imperialismo e o Processo de Libertação Territorial Parte IV Brasil População Afrobrasileira, Quilombos Contemporâneos, Estereótipos e Educação, Globalização das Matrizes Afrobrasileiras (Capoeira)Parte V Brasil Territórios Religiosos de Matriz Africana, Identidades e Resistências Afrobrasileiras II. Objeto de projeto Publicação do Atlas Geográfico África Brasileira, uma Edição Comemorativa da Década do Afrodescedente da ONU e do seu portal eletrônico com o conteúdo de forma digital, portanto com alcance imensurável para seguimentos da cidadania e democracia brasileira. III. Objetivos específicos Contribuir efetivamente com informações sistematizadas para trazer à luz a África e o Brasil como entidades históricas e interferir no processo de permanência educacional e na implementação da Lei 10.639\2003 e possibilitar suporte apoio ao primeiro ano feriado no Brasil do 20 de novembro nas ações do Dia Nacional da Consciência Negra e Zumbi dos Palmares, apoio para inúmeras escolas, entidades representativas da área de educação, coletivos culturais e educadores (as) poderão acessar os produtos, sobretudo os digitais;Reproduzir nos formatos analógica e digital o Atlas Geográfico África Brasileira, material instrucional cartográfico-geográfico e estimular a leitura, a educação crítica e a criatividade na elaboração de um material didático alternativo (analógico e digital) para o (a) professor (a) alterar sua prática no processo de ensino-aprendizagem nos conteúdos de matriz africana e afrobrasileira de Geografia e de outras disciplinas. FormatoA3 (fechado)Tiragem1000 exemplaresNo. Páginas(aproximado)150 + CapaPapel mioloPapel Couche Fosco _ 150 gr/m2 _ 4/4Capa Papel Cartão supremo plastificado _ 250 gr/m2 _ 4/0AcabamentoCosturado e coladoPortal eletrônico formato digital
A Lei de Incentivo à Cultura, também conhecida como Lei Rouanet (Lei 8.313/91), é essencial para o financiamento de projetos culturais como o descrito no PDF. Para esse projeto, que visa a publicação do Atlas Geográfico África Brasileira e tem como objetivo promover uma educação antirracista e inclusiva, a utilização do mecanismo de incentivo fiscal é fundamental. Esse projeto se enquadra nos incisos I e II do Art. 1º da Lei Rouanet, que abrangem a produção, promoção e distribuição de bens culturais, bem como a preservação e manutenção do patrimônio cultural. Ao buscar divulgar e valorizar a história e cultura afro-brasileira, o projeto contribui para o enriquecimento e valorização da diversidade cultural do país. Além disso, ao atender aos objetivos do Art. 3º da Lei Rouanet, que incluem o estímulo à produção cultural e artística, o fomento à formação de recursos humanos no campo da cultura e a democratização do acesso aos bens culturais, o projeto do Atlas Geográfico África Brasileira promove a inclusão social e o respeito à diversidade étnico-racial. Portanto, a Lei de Incentivo à Cultura é essencial para viabilizar financeiramente iniciativas como essa, que buscam ampliar o conhecimento, combater a desinformação e promover uma sociedade mais justa e inclusiva através da valorização da cultura e história afro-brasileira. Acreditamos que nesse universo de carência e de disponibilização precária de informações que tratam da questão geográfica afrobrasileira e da educação básica, o nosso principal resultado esperado num programa de formação e difusão do conhecimento, instrumentalizando verdadeiramente o(a) professor(a) para possibilitar uma educação de qualidade e o fortalecimento dos processos educacionais na escola. Outro ponto é a possibilidade de suporte-apoio ao primeiro ano do feriado no Brasil do 20 de novembro nas ações do Dia Nacional da Consciência Negra e Zumbi dos Palmares. A disseminação de informações para inúmeras escolas públicas e privadas, assim como, as entidades representativas, da sociedade civil organizada e educadores (as) da nação poderão acessar e ter conhecimento dos produtos, sobretudo os digitais no portal eletrônico. Atlas Geográfico África Brasileira é fruto de alguns anos de pesquisas sistemáticas realizadas em organismos no Brasil e em diversos países nas instituições parceiras do Projeto GOAFRO, como por exemplo: Bélgica, Cote d´Ivoire, França, Angola, República Democrática do Congo, Portugal, Cuba, dentre outros. Dessa forma, a nossa contrapartida no patrocínio ao Projeto apresentado se processa também, na forma dos retornos dos conhecimentos gerados e processados no referido Projeto e estendidos para uma educação mais inclusiva no Brasil.
I. Ficha Técnica da equipe do Projeto Coordenador de Pesquisa e Autor do Livro; Professor Rafael Sanzio Araújo dos Anjos Geógrafo, formado pelo IG-UFBa. (1982), mestre em Planejamento Urbano pela FAU-UnB (1990), Doutor em Informações Espaciais pela Escola Politécnica da USP (1995) e Pós-Doutoramento em Cartografia Étnica junto ao AfricaMuseum em Tervuren – Bélgica (2007-2008). Foi o primeiro Professor Titular afrobrasileiro da Universidade de Brasília (UnB) (2015). Esteve como Diretor do Centro de Cartografia Aplicada e Informação Geográfica (CIGA) da UnB no período de 2000 – 2022. Em 2015 recebeu a honraria Chevalier de L´Ordre de la Couronne de sua Majestade o Rei Philippe da Bélgica pelas suas pesquisas da Diáspora África-Brasil. Esteve como Professor Visitante Titular junto ao Programa de Pós-Graduação em Estudos Étnicos e Africanos (PÓS-AFRO) - Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH) - Universidade Federal da Bahia (UFBA) (2022-2024). É Professor e Pesquisador Sênior do Programa de Pós-Graduação (PPGGEA) da UnB. É Pesquisador Colaborador do Centro de Estudos Afro-Orientais (CEAO) da UFBA e Autor-Gestor do Projeto Geografia Afrobrasileira: Cartografia, Educação & Ordenamento do Território (Projeto GEOAFRO - Site: https://www.portalprojetogeoafro.com ). Autor de vários livros, capítulos e artigos, outros dados de pesquisa, ensino e extensão podem ser acessados no link: https://www.portalprojetogeoafro.com/prof-dr-rafael/. Em 2023 tem publicado na Unesco General History of Africa: Africa and Its Diaspora no Volume 10 – África e suas Diásporas o Capítulo: O Brasil Africano e as Invisibilidades Geográficas. É Guardião do Parque Pedra de Xangô em Salvador – Bahia – Brasil. Site: https://www.portalprojetogeoafro.com/prof-dr-rafael/ Produção executiva; Pamela M. Arteaga Doutora em Políticas públicas Culturais pelo programa de pós-gradução em Desenvolvimento, Sociedade e Cooperação Internacional (PPGDSCI) do Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares – CEAM/ UnB, atualmente coordenadora do OPCULT-observatório de políticas públicas culturais da UnB, Professora voluntaria do Centro de estudos avançados Multidisciplinares –CEAM/UnB, Pesquisadora colaborado do Projeto GeoAfro. Mestre em geografia pela UnB, pesquisa território e políticas públicas culturais, tem desenvolvidos várias pesquisas sobre mapeamentos no Distrito Federal. Mapeamento da Cultura Popular do DF Descrição: Esta pesquisa buscou revelar a expressão territorial das Culturas Populares e Tradicionais no Distrito Federal. A partir de formulário de pesquisa e grupos focais, o estudo caracterizou o setor de artesanato, circo e cultura popular, descrevendo a participação na cadeia da economia criativa urbana. Forão levadas em consideração dimensões tais como; área de atuação, categoria de atividade desenvolvida, RAs entre outras. A metodologia utilizada foi qualitativa e quantitativa, através de observação participante observação do ambiente de trabalho e registro fotográfico com objetivo de obter registro da identidade, relações e valores. Finalmente foi obtido o resultado da dinâmica territorial dos grupos culturais, promovendo sua divulgação e sendo uma ferramenta útil para Secretaria de turismo, Cultura e Educação. Coordenadora de pesquisa Cartografia poética do cinema (1956-1984), Coordenadora de Pesquisa da segunda edição de cartografia poética do cinema Brasiliense (1985-2005). Produtora executiva do projeto oficina de formação Heranças Culturais & Geográficas do Brasil Africano. II. Resumo do Projeto: A publicação do Atlas Geográfico África Brasileira, tanto em formato analógico quanto digital, é uma iniciativa importante para combater a desinformação sobre a África no Brasil. Ela busca contribuir para a luta por um Estado Democrático que respeite a diversidade étnico-racial, destacando a importância de valorizar as contribuições das populações de matriz africana na sociedade brasileira. Este projeto visa corrigir a inferiorização histórica no sistema educacional, oferecendo recursos que auxiliem na implementação da Lei 10.639, que promove o ensino da história e cultura afro-brasileira. Assim, o atlas serve como uma ferramenta de resistência e educação, proporcionando uma visão mais justa e completa da influência africana no Brasil O foco é ampliar o conhecimento sobre o espaço brasileiro a partir das matrizes africanas, utilizando uma abordagem pedagógica inovadora. A publicação está organizada em quatro partes principais, baseando-se em pesquisas geográficas, cartográficas, fotográficas e historiográficas realizadas tanto em campo quanto em diversas instituições no Brasil, na África e na Europa. Isso visa enriquecer a discussão e fornecer elementos essenciais para a educação e compreensão das influências africanas no Brasil. O padrão analógico da publicação proposta será semelhante ao do Atlas ÁFRICABRASIL (ANJOS, R.S.A. Mapas Editora & Consultoria, 2014), já esgotado. Ver o link: https://www.portalprojetogeoafro.com/geoafro-africabrasil/ e https://www.youtube.com/watch?v=qnZMtPNpFMk&t=27s A estrutura do Atlas esta composto pela seguintes partes; Parte I África, Meio Ambiente, Antigos Estados e Referencias de Diásporas Parte II Brasil quilombola ancestrais, Regiões Geoeconômicas Parte III África imperialismo, Libertação Territorial Parte IV Brasil população Afrobrasileira, Quilombos contemporâneos, estereótipos e educação, globalização da capoeira Parte V Brasil Territórios Religiosos de Matriz Africana, Identidades e Resistências Afro-brasileiras III. Objeto de projeto Publicação do Atlas Geográfico África Brasileira, uma edição comemorativa da Década do Afrodescedente da ONU e do seu portal eletrônico com o conteúdo de forma digital, portanto com alcance imensurável para seguimentos da cidadania e democracia brasileira. IV. Objetivos específicos Contribuir efetivamente com informações sistematizadas para trazer à luz a África e o Brasil como entidades históricas e interferir no processo de permanência educacional e na implementação da Lei 10.639\2003 e possibilitar suporte apoio ao primeiro ano feriado no Brasil do 20 de novembro nas ações do Dia Nacional da Consciência Negra e Zumbi dos Palmares, apoio para inúmeras escolas, entidades representativas da área de educação, coletivos culturais e educadores (as) poderão acessar os produtos, sobretudo os digitais;Reproduzir nos formatos analógica e digital o Atlas Geográfico África Brasileira, material instrucional cartográfico-geográfico e estimular a leitura, a educação crítica e a criatividade na elaboração de um material didático alternativo (analógico e digital) para o (a) professor (a) alterar sua prática no processo de ensino-aprendizagem nos conteúdos de matriz africana e afrobrasileira de Geografia e de outras disciplinas. V. Democratização do acesso O Atlas Geográfico África Brasileira será disponibilizado em formato digital, permitindo acesso livre para toda a população. Essa iniciativa democratiza o acesso ao conhecimento, garantindo que informações sobre as contribuições das matrizes africanas ao Brasil estejam ao alcance de todos. Ao oferecer o atlas gratuitamente online, buscamos ampliar a educação e a conscientização, promovendo uma compreensão mais profunda e inclusiva da história e cultura afro-brasileira. Assim, o projeto se torna uma ferramenta acessível para estudantes, educadores e qualquer pessoa interessada em explorar essa rica herança cultural. VI. Metas e Desdobramentos O projeto do Atlas Geográfico África Brasileira possui metas claras e desdobramentos significativos: Metas: Educação Inclusiva: Incorporar conteúdo sobre a história e cultura afro-brasileira no currículo escolar, apoiando a implementação da Lei 10.639.Acesso Livre: Disponibilizar o atlas em formato digital gratuito para garantir que todos tenham acesso à informação.Conscientização Cultural: Promover uma compreensão mais ampla e respeitosa das contribuições africanas à formação da sociedade brasileira.Inovação Pedagógica: Desenvolver abordagens educacionais inovadoras que envolvam estudantes e educadores.Desdobramentos: · Capacitação de Educadores: Oferecer materiais de apoio para professores, facilitando a integração do atlas em salas de aula. · Parcerias Institucionais: Colaborar com escolas, universidades e organizações culturais para ampliar o alcance do projeto. · Atualizações Contínuas: Manter o conteúdo do atlas atualizado com as mais recentes pesquisas e descobertas sobre a diáspora africana. · Expansão do Projeto: Explorar a possibilidade de desenvolver versões adicionais do atlas que cubram outras áreas temáticas ou regiões. · Essas ações visam não apenas informar, mas também transformar a percepção sobre a influência africana no Brasil, promovendo um futuro mais inclusivo e informada VII. Justificativa Acreditamos que nesse universo de carência e de disponibilização precária de informações que tratam da questão geográfica afrobrasileira e da educação básica, o nosso principal resultado esperado num programa de formação e difusão do conhecimento, instrumentalizando verdadeiramente o(a) professor(a) para possibilitar uma educação de qualidade, o fortalecimento dos processos educacionais na escola. Outro ponto é a possibilidade de suporte-apoio ao primeiro ano do feriado no Brasil do 20 de novembro nas ações do Dia Nacional da Consciência Negra e Zumbi dos Palmares. A disseminação de informações para inúmeras escolas públicas e privadas, assim como, as entidades representativas, da sociedade civil organizada e educadores (as) da nação poderão acessar e ter conhecimento dos produtos, sobretudo os digitais no portal eletrônico. Atlas Geográfico África Brasileira é fruto de alguns anos de pesquisas sistemáticas realizadas em organismos no Brasil e em diversos países nas instituições parceiras do Projeto GOAFRO, como por exemplo: Bélgica, Cote d´Ivoire, França, Angola, República Democrática do Congo, Portugal, Cuba, dentre outros. Dessa forma, a nossa contrapartida no patrocínio ao Projeto apresentado se processa também, na forma dos retornos dos conhecimentos gerados e processados no referido Projeto e estendidos para uma educação mais inclusiva no Brasil. VIII. Cronograma de Execução do Projeto: O desenvolvimento desse Projeto preconiza o seu desenvolvimento em cinco (5) etapas básicas de trabalho, destacadas a seguir: Etapa 1. A produção informacional e sistematização temática do Atlas Geográfico África Brasileira. JULHO AGOSTO\2024 (em andamento); Etapa 2. Revisão de conteúdos e preparação da prova da impressão da publicação analógica. SETEMBRO\2024; Etapa 3. Estruturação do Portal Eletrônico do Atlas África Brasileira e impressão analógica da publicação. SETEMBRO OUTUBRO\2024; Etapa 4. Ajustes e organização dos produtos finais do Projeto. OUTUBRO\2024; Etapa Final. Lançamentos dos produtos analógico e digital do Atlas Geográfico África Brasileira, Preparação do Relatório Técnica do Projeto e da Prestação de Contas. NOVEMBRO-DEZEMBRO\2024 IX. Plano de Divulgação do Atlas Geográfico África Brasileira 1. Lançamento Oficial: Evento de Lançamento: Organizar um evento presencial com convidados especiais, especialistas em cultura afro-brasileira, educadores, e representantes de ONGs.2. Campanha Digital: Redes Sociais: Criar perfis dedicados nas principais plataformas (Instagram, Facebook, Twitter) para compartilhar conteúdos interativos, curiosidades, e trechos do atlas.Hashtags: Usar hashtags como #AtlasAfricaBrasileira e #EducaçãoInclusiva para aumentar o alcance.Influenciadores: Parcerias com influenciadores e educadores que defendem a inclusão e diversidade para promover o atlas.Colaboração com Escolas e Universidades: Distribuir materiais promocionais e oferecer acesso prioritário ao conteúdo digital.3. Conteúdo Multimídia: Produzir 5 vídeos curtos destacando a importância do atlas e suas funcionalidades.4. Engajamento Comunitário · Distribuir cópias impressas e digitais para bibliotecas públicas e centros culturais. X. Plano de Acessibilidade Comunicacional para o Atlas Geográfico África Brasileira 1. Formato de Conteúdo: Disponibilizar áudio-descrição do atlas em formato para pessoas com deficiência visual na versão digital.Produzir vídeos explicativos com legendas e tradução em Língua Brasileira de Sinais (Libras).2. Material Impresso Acessível: Produzir 10 versões em Braille das partes mais relevantes do atlas.Texto de Fácil Leitura: Usar linguagem clara e direta para facilitar a compreensão3. Divulgação Inclusiva: · Assegurar que todas as campanhas de divulgação estejam acessíveis a pessoas com deficiência, utilizando legendas e audiodescrição XI. Sinopses; O projeto Geografia Afrobrasileira: Educação, Cartografia e Ordenamento do Território (GEOAFRO) comemora 35 anos de impacto significativo no ensino e pesquisa no Brasil. A nova publicação, " Atlas Geográfico África Brasileira, do Prof. Rafael Sanzio Araújo dos Anjos, visa expandir esse legado ao promover um reconhecimento mais profundo do "Brasil Africano" nas esferas de governança. Este atlas busca ser uma ferramenta central na promoção de uma educação antirracista, essencial para a prosperidade do país. Ele destaca as contribuições das populações de matriz africana, frequentemente negligenciadas no sistema educacional, e aborda as desigualdades estruturais e espaciais que marcaram a formação territorial do Brasil. O contexto histórico do Brasil revela uma desigualdade estrutural duradoura, com a formação territorial marcada por segregações, impactando profundamente a população de origem africana. O atlas enfatiza a necessidade de reconhecimento e reparação das injustiças históricas resultantes do sistema escravista. Além disso, o atlas oferece novas representações do espaço brasileiro, integrando a complexidade e resistência da diáspora africana. Ele ressalta como, apesar de séculos de apagamento geopolítico, as resistências culturais, artísticas e territoriais continuam a testemunhar uma rica herança. Por fim, a obra reflete sobre os dados demográficos que mostram a predominância afrobrasileira e suas implicações sociais e culturais, propondo uma educação e governança territorial que respeitem verdadeiramente a diversidade étnico-racial do Brasil
Formato: A3 (fechado)Tiragem: 1000 exemplaresNo. Páginas(aproximado) :150 + CapaPapel miolo; Papel Couche Fosco – 150 gr/m2 – 4/4Capa: Papel Cartão supremo plastificado – 250 gr/m2 – 4/0Acabamento: Costurado e coladoPortal eletrônico: formato digital
Plano de Acessibilidade Comunicacional para o Atlas Geográfico África Brasileira 1. Formato de Conteúdo: Disponibilizar áudio-descrição do atlas em formato para pessoas com deficiência visual na versão digital.Produzir vídeos explicativos com legendas e tradução em Língua Brasileira de Sinais (Libras).2. Material Impresso Acessível: Produzir 10 versões em Braille das partes mais relevantes do atlas.Texto de Fácil Leitura: Usar linguagem clara e direta para facilitar a compreensão3. Divulgação Inclusiva: · Assegurar que todas as campanhas de divulgação estejam acessíveis a pessoas com deficiência, utilizando legendas e audiodescrição
O Atlas Geográfico África Brasileira será disponibilizado em formato digital, permitindo acesso livre para toda a população. Essa iniciativa democratiza o acesso ao conhecimento, garantindo que informações sobre as contribuições das matrizes africanas ao Brasil estejam ao alcance de todos. Ao oferecer o atlas gratuitamente online, buscamos ampliar a educação e a conscientização, promovendo uma compreensão mais profunda e inclusiva da história e cultura afro-brasileira. Assim, o projeto se torna uma ferramenta acessível para estudantes, educadores e qualquer pessoa interessada em explorar essa rica herança cultural.
Coordenador de Pesquisa e Autor do Livro; Professor Rafael Sanzio Araújo dos Anjos Geógrafo, formado pelo IG-UFBa. (1982), mestre em Planejamento Urbano pela FAU-UnB (1990), Doutor em Informações Espaciais pela Escola Politécnica da USP (1995) e Pós-Doutoramento em Cartografia Étnica junto ao AfricaMuseum em Tervuren – Bélgica (2007-2008). Foi o primeiro Professor Titular afrobrasileiro da Universidade de Brasília (UnB) (2015). Esteve como Diretor do Centro de Cartografia Aplicada e Informação Geográfica (CIGA) da UnB no período de 2000 – 2022. Em 2015 recebeu a honraria Chevalier de L´Ordre de la Couronne de sua Majestade o Rei Philippe da Bélgica pelas suas pesquisas da Diáspora África-Brasil. Esteve como Professor Visitante Titular junto ao Programa de Pós-Graduação em Estudos Étnicos e Africanos (PÓS-AFRO) - Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH) - Universidade Federal da Bahia (UFBA) (2022-2024). É Professor e Pesquisador Sênior do Programa de Pós-Graduação (PPGGEA) da UnB. É Pesquisador Colaborador do Centro de Estudos Afro-Orientais (CEAO) da UFBA e Autor-Gestor do Projeto Geografia Afrobrasileira: Cartografia, Educação & Ordenamento do Território (Projeto GEOAFRO - Site: https://www.portalprojetogeoafro.com ). Autor de vários livros, capítulos e artigos, outros dados de pesquisa, ensino e extensão podem ser acessados no link: https://www.portalprojetogeoafro.com/prof-dr-rafael/. Em 2023 tem publicado na Unesco General History of Africa: Africa and Its Diaspora no Volume 10 – África e suas Diásporas o Capítulo: O Brasil Africano e as Invisibilidades Geográficas. É Guardião do Parque Pedra de Xangô em Salvador – Bahia – Brasil. https://www.portalprojetogeoafro.com/prof-dr-rafael/ Produção executiva; Pamela M. Arteaga Doutora em Políticas públicas Culturais pelo programa de pós-gradução em Desenvolvimento, Sociedade e Cooperação Internacional (PPGDSCI) do Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares – CEAM/ UnB, atualmente coordenadora do OPCULT-observatório de políticas públicas culturais da UnB, Professora voluntaria do Centro de estudos avançados Multidisciplinares –CEAM/UnB, Pesquisadora colaborado do Projeto GeoAfro. Mestre em geografia pela UnB, pesquisa território e políticas públicas culturais, tem desenvolvidos várias pesquisas sobre mapeamentos no Distrito Federal. Mapeamento da Cultura Popular do DF Descrição: Esta pesquisa buscou revelar a expressão territorial das Culturas Populares e Tradicionais no Distrito Federal. A partir de formulário de pesquisa e grupos focais, o estudo caracterizou o setor de artesanato, circo e cultura popular, descrevendo a participação na cadeia da economia criativa urbana. Forão levadas em consideração dimensões tais como; área de atuação, categoria de atividade desenvolvida, RAs entre outras. A metodologia utilizada foi qualitativa e quantitativa, através de observação participante observação do ambiente de trabalho e registro fotográfico com objetivo de obter registro da identidade, relações e valores. Finalmente foi obtido o resultado da dinâmica territorial dos grupos culturais, promovendo sua divulgação e sendo uma ferramenta útil para Secretaria de turismo, Cultura e Educação. Coordenadora de pesquisa Cartografia poética do cinema (1956-1984), Coordenadora de Pesquisa da segunda edição de cartografia poética do cinema Brasiliense (1985-2005). Produtora executiva do projeto oficina de formação Heranças Culturais & Geográficas do Brasil Africano.
PROJETO ARQUIVADO.