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Dores de Amores, peça do dramaturgo Leo Lama, é um projeto de criação e produção de um espetáculo, também dirigido pelo autor, que pretende fazer uma temporada em São Paulo. Dores de Amores, escrita em 1987 e atualizada em 2021, é uma das peças de maior sucesso do teatro nacional, premiada pelos críticos e aclamada pelo público, agora volta em reedição atualizada dos diálogos, mantendo a mesma estrutura original. Escrita de forma dinâmica e contundente, a peça apresenta uma situação sexual limite, em um misto de humor e tragédia, propondo-se a investigar o que é e poder ser um relacionamento amoroso nos dias de hoje. Abordando temas, como por exemplo, a sexualidade, a intimidade, a traição, a teoria de gênero, a inversão de papéis e a espiritualidade.
Sinopse de Dores de Amores Um casal, Ele e Ela, estão trancados em um apartamento há mais de um ano. Por algum motivo não explicitado, não podem sair. Ela trabalha e sustenta a casa. Ele é “dono de casa”. A peça começa com os dois tentando transar, mas Ele não consegue ter ereção. Tal condição já dura muito tempo e a partir dessa falência questões começam a surgir. Ela, que sofreu um violento abuso na infância, agora está conversando com misteriosas pessoas nas redes sociais e está com ideias que nunca teve. No meio da peça, diante de mais uma tentativa de transar, quando Ele não consegue de novo, Ela apresenta um artefato sexual, um dildo, um pênis de duas cabeças com o qual Ela pretende fazer uma inversão de papéis. Ela agora diz que quer comer Ele. Diante dessa situação outros segredos do casal vêm à tona, trazendo discussões sobre gênero, abuso infantil, masculinidade, feminismo e espiritualidade. Classificação etária indicativa:16 anos Público Alvo: Jovens e adultos
OBJETIVO GERAL: O projeto tem como objetivo geral a realização da montagem teatral da peça Dores de Amores, que possui temática ampla, que se estende a jovens e adultos e traz inusitada discussão sobre a sexualidade e o amor nesses tempos. O ator, Rogério Bandeira, ex-integrante dos grupos Folias de Arte e Companhia do Latão e a atriz, Sara Antunes, ex-integrante do Grupo XIX de Teatro atuarão na montagem dirigida por Leo Lama, que dá continuidade à sua pesquisa teatral denominada Atuante em Repouso, aclamada na encenação de Jerusalém de Nós, também dirigida pelo autor em 2023. A remontagem da peça representa continuidade de um trabalho que existe a 37 anos com muito sucesso, tendo o ator Taumaturgo Ferreira que participou da primeira montagem, junto com Malu Mader, que teve direção de Roberto Lage. Depois, Dirica Moraes substituiu Malu. A peça também ficou um ano em cartaz na Argentina e no Uruguai, montada com atores locais. Teve uma remontagem dirigida por Naum Alves de Sousa e virou filme, em 2012, com Milhem Cortaz e Fabíula Nascimento. A peça ficou 4 anos em cartaz e me deu ao autor os prêmios Mambembe e Molière de autor revelação. OBJETIVO ESPECÍFICO 1) Realizar a remontagem do espetáculo Dores de Amores, e a realização de uma temporada de 24 apresentações , na cidade de São Paulo, a preços populares, em teatro de fácil acesso, com capacidade para 250 lugares. 2) Promover a valorização da cultura através das seguintes atividades formativas: a) Realizar um bate papo com a plateia em 4 sessões do espetáculo com um especialista convidado; b) Realizar 01 podcast e vídeocast com o diretor e dramaturgo da peça com convidados debatendo sobre a sexualidade e outros temas relacionados com o espetáculo; · Praticar como política de acessibilidade, 20% de cotas de gratuidades e preços populares de R$ 50,00 reais por ingresso e R$ 25,00 meia entrada de acordo à legislação vigente. A peça é ideal para o público jovem e adulto. É nosso intuito possibilitar ao público o contato com o teatro em sua mais pura essência, o trabalho de atores, através de uma obra teatral que dialoga com as discussões mais proeminentes da atualidade. Com a aprovação realização do nosso projeto pretendemos apoiar o desenvolvimento artístico e profissional e gerar dezenas de empregos diretos e indiretos, para profissionais qualificados, que trabalharão em diversas funções, nas diversas etapas das realizações.
É evidente que uma conversa sobre a sexualidade desses tempos se faz necessária. Ao mesmo tempo em que a filósofa Judith Butler, que tem uma visão revolucionária sobre sexo e gênero, com milhares de fãs no mundo todo, foi impedida de se apresentar no Brasil, (fato que a levou a escrever o livro Quem tem medo de gênero?), o conservadorismo evangélico, por exemplo, espalha um moralismo que já se pensava enterrado. A peça traz à cena essas vertentes em diálogo artístico não didático. Para fazer pensar. A escrita de Dores de Amores, para o autor Leo Lama, surge a partir de leituras de livros, ainda na adolescência, com temas esotéricos, por influência de seus pais, o dramaturgo Plínio Marcos e a atriz Walderez de Barros. Nesses livros, as questões de gênero apareciam com um caráter simbólico, mostrando o quanto são arbitrárias as designações "homem" e "mulher", diante das qualidades do Masculino e do Feminino, que todos têm. São questões fundamentais que o teatro, como veículo essencial de expressão, pode trazer sem dogmatismos ou imposições ideológicas, mas com proposição de questões. A intenção do autor é expor o patético dos relacionamentos de casais e seus terrorismos psicológicos bizarros para tentar encontrar, no meio das distorções sentimentais, o amor e a espiritualidade. Dores de Amores traz importante questionamento afirmando que o amor não é um sentimento, mas uma realidade, uma experiência viva, muito além do sentimental. E que fantasias sentimentais, românticas ou psicológicas, só distorcem e rebaixam tal potência humana. Como amar e fazer amor em uma sociedade que transformou o corpo em objeto, em estátua irreal de perfeição? Como amar e fazer amor quando a alma está tomada pelas loucuras do ego, pelas projeções mentais? São inúmeras as possibilidades de debates que a peça pode instigar. Quando Dores de Amores foi escrita, não existia o mundo virtual como é hoje, mas agora já se encontra incorporado à peça. Depois disso as questões se ampliaram a uma melancolia saudosa, uma retirada corpórea crônica e já podemos dizer que o sexo sem toque é mais praticado do que o carnal e que a ideia do sexo como rito está totalmente perdida. O que é sexo? O que é um sacrifício? São perguntas fundamentais que a peça procura responder artisticamente e que podem interessar tanto para quem está descobrindo a sexualidade como para quem já não a encontra mais. E fica a pergunta: teria sido a sexualidade a causa de uma degradação sexual? Dores de Amores é a trajetória de um casal, que vai dos desejos idiossincráticos até a busca pela verdadeira entrega amorosa. O neurótico é aquele que não se deixa penetrar pelo ser do outro. O psicótico nem considera o outro. Mas, o outro, fala de nós. Então, um "assessório sexual" traz o sagrado e o profano, e pode se tornar simbólico quando assume um caráter de desejo do coração. Eis o debate mais essencial. A montagem e a temporada do espetáculo Dores de Amores é uma forma de aproximar o público dessas questões tão fundamentais para o ser humano do século 21.
Proposta de encenação A encenação da montagem de Dores de Amores segue a pesquisa que o diretor Leo Lama vem desenvolvendo desde 2008, que chama de Atuante em Repouso. Várias montagens de suas peças fizeram parte dessa pesquisa, como Videoclip Blues, Madalena Bêbada de Blues e Jerusalém de Nós. A pesquisa propõe um minimalismo exacerbado, quase nenhum gesto ou movimentação cênica. Iluminação básica e trilha sonora executada ao vivo. Para Dores de Amores a ideia é fazer uma pesquisa junto com a dança Butô, onde os gestos são extremamente simbólicos e “difíceis”. A base de interpretação dessa montagem será o minimalismo corporal com intenção de usar os gestuais como se fossem mudras indianos. Mesmo nas cenas de sexo sempre se manterá a distância entre os atuantes, em alusão à virtualidade, mas também pelo fato de que o texto propõe que as rubricas sejam ditas para a plateia no futuro do pretérito em vez de realizadas com movimentos, criando um tempo suspenso, onde as coisas aconteceriam de tal forma, mas, de fato, podem estar acontecendo de outra maneira. A base da montagem é o trabalho com quem atua. Proposta de cenografia e figurinos A ideia é ter um cenário que demonstre transformação, inversão, ressignificação. A partir de uma cama que vai se transformando tanto em um ringue, como em um monstro e, ao final, em um templo. Um único objeto lúdico que se modifique em diálogo com os acontecimentos cênicos. Os figurinos são atuais, mas ao mesmo tempo simbólicos. A ideia é criar peças de roupa que acompanhem a ideia do cenário. Vestidas de forma casual, mas em constante transformação e simbolização, criando junto com a cenografia, uma ideia de mutação.
Em conformidade com a Instrução Normativa MINC nº 10/2023, observando-se ainda a Lei nº 14.903/2024, destacamos: DAS AÇÕES AFIRMATIVAS PARA AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E DAS MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE: O projeto assume o compromisso de que todas as 24 apresentações da temporada, sejam em um teatro público da cidade de São Paulo que ofereça medidas de acessibilidade, de modo a contemplar: a) Como medidas de acessibilidade arquitetônica: recursos de acessibilidade para permitir o acesso de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida ou idosas aos locais onde se realizam as atividades culturais e a espaços acessórios, como banheiros, áreas de alimentação, circulação, palcos e camarins; criação de vagas reservadas em estacionamento; previsão de filas preferenciais devidamente identificadas; b) Como medidas de acessibilidade comunicacional: recursos de acessibilidade para permitir o acesso de pessoas com deficiência intelectual, auditiva ou visual ao conteúdo dos produtos culturais gerados pelo projeto, pela iniciativa ou pelo espaço, com reserva de espaços para pessoas surdas, preferencialmente na frente do palco onde se localizam os intérpretes de libras; c) Como medida de acessibilidade atitudinal: Contratação de um profissional de libras e de audiodescrição para duas apresentações do espetáculo e legendas para surdos e ensurdecidos em todo material de vídeo e materiais publicitários do projeto.
1) GRATUIDADE: O projeto, em todas suas ações e produtos culturais, se enquadra Instrução Normativa MINC nº 10/2023, em seu artigo IV nos seguintes itens: a) 20% gratuidade de ingressos em todas as apresentações. b) Ingressos a preços populares de R$ 50,00, sendo R$25,00 reais meia entrada b) 100% de gratuidade para as atividades formativas (oficina e palestra); c) Atividades online como outras estratégias de democratização do acesso. 3) Ações Formativas: a) Realização de 02 ensaios abertos, seguido de bate papo com a plateia; b) Realização 04 apresentações do espetáculo, seguidas de bate papo com a plateia e um convidado especialista nos temas abordados na peça; c) Realização do podcast um podcast com a linha editorial voltada para discussão da sexualidade nos tempos atuais, a partir de temas relacionados com a peça. A ideia é trazer convidados como Maria Rita Khel, Maria Homem, Marcia Tiburi e outros, para virem conversar sobre as questões que a peça levanta e assim também despertar o interesse para a montagem. d) Realização 01 encontro (presencial e online) de 2 horas com 03 especialistas convidados, a partir de temas relacionados com a peça.
FICHA TÉCNICA Dramaturgo e Diretor Artístico: Leonardo Martins de Barros (Leo Lama) Coordenador de Produção: Paulo Williams de Souza Produtora executiva: Ana de Barros Elenco: ROGÉRIO BANDEITRa VANESSA BRUNO Currículo dos Integrantes LEO LAMA - Direção: Dramaturgo, diretor e compositor, Leo Lama, R.G. 15. 380. 036 e CPF 141.995,088-64, nascido em São Paulo, em 21 / 09/ 64, estreou como autor de teatro, aos 23 anos, com a peça Dores de Amores , interpretada por Malu Mader e Taumaturgo Ferreira, com direção de Roberto Lage, em São Paulo. Foi premiado com o prêmio Mambembe de revelação do ano de 1989 e Prêmio Molière de melhor autor no mesmo ano. A atriz Drica Morais substituiu Malu Mader em 1991; a peça ganhou formato de livro pela editora Maltese (1994); e, com o título Dolor de Amor, foi encenada no Teatro de Comédia de Buenos Aires, na Argentina (1998). Leo Lama também atuou como diretor em A mancha Roxa, de seu pai Plínio Marcos (1989); autor e ator em Perdidos na Praia com direção de Fauzi Arapi (1994); autor e ator em Bang - Bang - Quando os revólveres não matam ao lado de sua mãe, a atriz Walderez de Barros (1995). Em 1996, fundou o Centro de Criatividade Teatro Real que, entre inúmeras atividades culturais, cursos, peças, shows, mantinha um grupo de estudos sobre Tradições Orientais e Religiosas. Em 1997 escreveu Videoclip Blues encenada pela primeira vez por Debora Secco e Marcelo Faustini no Rio de Janeiro; Em 1998 montou Videclip Blues com atores de seu grupo no Teatro Popular do SESI e nas escolas de São Paulo, onde deu várias palestras para jovens sobre drogas, sexualidade e vocação. Lançou o livro romanceado da peça pela editora findomundo; em 99 estiveram em cartaz no TBC suas peças, Baudelaire - o pai do rock e O Amor de Madalena por Jesus. No mesmo ano foi convidado pelo publicitário Celso Loducca a instigar sua equipe de criação na Loducca, onde criou a coluna diária, enviada apenas para os funcionários, chamada “O Palácio das Mentiras,” e se tornou uma espécie de ombudsman da agência. Ali, deu aula de filosofia e religião para os funcionários. Em 2000, Leo realizou os musicais: Prisioneiro de uma Canção (com musicas suas e letras de Plínio Marcos) e O Beijo da Última Hora. Dirigiu o recital de poemas Fideli d`Amore com Paulo Autran, Luiz Melo e Lú Grimaldi na inauguração da agência Loducca de Curitiba. Em 2001 esteve em cartaz a sua peça Vampira, no DJ Club. Em 2002, dirigiu e roteirizou o programa Domínio Público de Otaviano Costa na TV Record e criou e dirigiu o programa Jogos de Família, também na Record. Em setembro de 2002 encenou e dirigiu Dores de Amores 2 e 3 no Teatro Augusta. Em 2003, estrearam suas peças A Lenda dos Jovens Detentos (melhor autor-prêmio PANAMCO) no Centro Cultural São Paulo e O Perdido Coração de Cristo, com Alexandre Bacci, no Itaú Cultural. Em 2004 sua peça Perdidas esteve em cartaz no N. E. X. T. com Suzana Alves, Rachel Rippani e Magali Biff. Em 2007, estiveram em cartaz suas peças: O Dyabo em cada Amor no Teatrix, O Cópia, no Teatro Bibi Ferreira, Adeus aos Casais no Espaço Cobras e Lagartos, Coração Abandonado e o Buddha, no Templo Zulai e no Templo Zen da Monja Coen. Começa a desenvolver a técnica do Atuante em Repouso. Em 2008, realiza o documentário O Nome do Cuidado, com seu médico, Dr. Paulo Rosenbaum, publicado em forma de Livro-DVD pela editora Ateliê. Em 2009, Dores de Amores completou 20 anos e foi remontada com direção de Naum Alves de Souza. Em 2010 estreou de sua autoria, com direção sua, O Primeiro Dia Depois de Tudo, no Teatro Imprensa, peça contemplada com o PROC-Circulação, que viajou por mais de 20 cidades do Brasil. Em dezembro de 2011, estrearam suas peças Um Espetáculo Sem Patrocínio e O Grande Espírito da Intimidade. Com roteiro do próprio autor, a peça Dores de Amores foi adaptada para o cinema sob a direção de Raphael Vieira, tendo como protagonistas Milhem Cortaz e Fabíula Nascimento, estreou na Mostra de Cinema de São Paulo em 2013. Também em 2013, Lama apresenta o show de voz e violão com Fernanda de Paula e Léo Nascimento, Canções de Lama e Amor em espaços inusitados da capital paulista. Em 2014, Leo Lama foi indicado ao prêmio de melhor diretor pela Companhia Paulista de Teatro pela direção de Quando as Máquinas Param, peça de Plínio Marcos. Em 2015 esteve em cartaz no Teatro Viradalata, Vendidas, sua peça com direção de Bia Szvat. Em 2016 deu aulas na Casa do Saber sobre amor, religião e espiritualidade. Desenvolveu um trabalho que chamou de “Contextualização” em encontros com pessoas nos cafés da cidade. Em 2017, estreia sua peça Madalena Bêbada de Blues, com Dani Neffussi, Silvia Pogetti e Ana Tardivo no Teatro Sérgio Cardoso. O trabalho foi apelidado pelo diretor de “anti-espetáculo” e era representado dentro de sua pesquisa, a postura de palco “Atuante em Repouso”. Em 2019 faz algumas apresentações de sua peça Crânio Partido por Mente Diabólica, no TUSP e leituras dramáticas de Jerusalém de Nós, publicada no mesmo ano pela editora ÉRealizações, finalista do Prêmio Oceanos de literatura. Sua peça Cleópatra e o Veneno de Antônio, com Adriana Lessa e Dionísio Neto, também com estreia prevista para 2019, foi interrompida devido à pandemia do Covid-19. Em 2022, começou um projeto com o empresário Rafael Birmann, no Teatro B32 para montagem de clássicos da dramaturgia mundial adaptados para teatro de marionetes. Em 2023 estreia sua adaptação shakespeariana, Escrevendo Romeu e Julieta e também, no Sesc Jundiaí, estreou sua montagem de Jerusalém de Nós, com Victória Camargo e Elis Braz. PAULO WILLIAMS - Coordenação de Produção: Mestre em Literatura e Crítica Literária , PUC/SP. Bacharel em Artes Cênicas pela Faculdade de Paulista de Arte. Dramaturgia, Escola SP de Teatro. Participou como marionetista e bonequeiro dos espetáculos: Escrevendo Shakespeare, direção Leo Lama, com a Cia Dramática de Marionetes, Monóculo, com o grupo tecelagem (2019); Fio de histórias (2018) com o grupo Tecelagem; (2023), De onde vem as histórias de Clarice, direção Calixto Inhamuns, (2012); com o grupo Tecelagem; O conto do anjo caído, direção Edu Alves, com a Cia Bonecos Urbanos (2011). Cursos complementares: Oficina de Teatro Mímica e Commedia dell´Arte, Iris Yazbec e Debora Vivan - 2009/2010; Oficina de Teatro Narrativo - Júlio Adrião - 2009; Oficina de Dramaturgia - Marici Salomão -2007; Laboratório Dramático, Renato Feracine – LUME - 2007; Melodrama - Ana Luiza Cardoso - 2007; Laboratório Musical de Carl Orff – Walter Gutdetsch – 2006 ; Clown, Ezio Magalhães - 2006; Oficina de Dramaturgia - Luis Alberto de Abreu - 2005; Dança Orgânica - Marilia Felipo - 2003; Clown - Cristiane Paoli Quito – 2002; Expressão Corporal, Cristiano Carnas - 2002; Laboratório Dramático - Cacá Carvalho - 2001; Técnica Vocal - Marlene Fortuna -1993; Curso de Teatro - Moisés Miastkwosky – 1993. Experiência como diretor teatral: Almarrotadas – 2017; Nonada – amores do sertão, 2016, Monóculo -2010/2012; Travessia, adaptação da obra de Guimarães Rosa – 2012/2006;Os Miseráveis, da obra de Vitor Hugo -2006. Experiência como ator (teatro): Nonada – amores do sertão- 2016, De onde vem as histórias de Clarice, direção Calixto Inhamuns - 2012; Monóculo direção Paulo Williams, Coordenação Ana Maria Amaral - 2011/2012; Ruas de Barros, direção Frederico Foroni - 2011/2007; Velho Mar de Marici Salomão e Paulo Williams, direção Cláudio Mendel - 2009/2008; Travessia baseado na obra de Guimarães Rosa, direção Paulo Williams - 2009/2006; Onde o Rio fez a Curva, direção Ligia Veiga - 2005/2003; Comecim das Coisas, direção Marcio Douglas- 2005/2003. ANINHA DE BARROS - Produção Executiva Aninha Barros é produtora cultural e sócia-administradora da Lama Serviços Artísticos (SP) desde 2010. Iniciou sua carreira na cidade de São Paulo, onde produziu diversos espetáculos, além de atuar como produtora e administradora da Cia. Teatral As Graças. Em 2014 mudou-se para o Rio de janeiro, onde abriu a empresa Vaca Amarela, com foco artístico e educacional, com a qual desenvolveu projetos incentivados pela Lei Rouanet em escolas públicas cariocas. Desde 2018 integra a Cia. Teatro Voador Não Identi!cado e segue produzindo espetáculos no Rio de Janeiro. Em 2022 assinou a produção executiva do festival Boca do Céu e em 2023 dos projetos Lado a Lado e Aprenda com uma Avó, em São Paulo. Últimos projetos desenvolvidos: Escrevendo Romeu e Julieta Teatro de marionetes • Direção de Produção Direção: Leo Lama Estreia: Maio 2023 | Teatro B32 (SP) Lado a Lado Mentoria de iniciativas culturais • Prod. Executiva Produção: 3 Apitos Aprenda com uma Avó Projeto de inclusão digital • Prod. Executiva Produção: Olabi e 3 Apitos Ubirajara – Uma Cantoria com Soraya Ravenle Performance Musical • Direção de Produção Direção: Inez Viana Mortos-vivos - uma ex-conferência Espetáculo teatral • Direção de Produção Cia. Foguetes Maravilha Texto: Alex Cassal Direção: Renato Linhares. VANESSA BRUNO - atriz, diretora e pesquisadora. Há 25 anos dedicada à representação em projetos cênicos e audiovisuais. Mestre em Artes Cênicas pela Universidade São Paulo (ECA-USP). Bacharel em Cinema pela FAAP com vários cursos de aperfeiçoamento, entre eles, atuação pelo GITIS em Moscou. De 2004 a 2019 esteve envolvida no Centro de Pesquisa Teatral (CPT) coordenado por Antunes Filho. Sob direção de Antunes, atuou em (2008) “Prét-à-Porter 9” (Projeto ganhador do Prêmio Shell - categoria especial) e (2006) “Pedra do Reino” (melhor espetáculo nos prêmios Bravo!Prime, APCA e Contigo!) e ministrou durante dez anos (2010 a 2019) aulas de retórica para atores no curso Introdução ao Método do Ator (CPTzinho). Ministrou interpretação para câmera na AIC - Academia Internacional de Cinema e direção e atuação no Centro das Artes Célia Helena. Lecionou a disciplina de interpretação e montagem final no curso de formação para atores Nilton Travesso, foi artista-educadora convidada do NAC - Núcleo de Artes Cênicas coordenador por Lee Taylor em 2016. Como atriz em teatro podemos destacar: (2004) “Memórias do Mar Aberto – Medéia Conta sua História” de Consuelo de Castro com Leona Cavalli direção Regina Galdino; (2003) “Orgia” de Pier Paolo Pasolini com Cássio Scapin e Inês Aranha, direção Roberto Lage. E em teatro infantil: “Enjoy!” com o Teatro da Gioconda - Prêmio Cultural Inglesa – melhor espetáculo 2009. Dirigiu em teatro adulto (2010) “O Ovo e A Galinha” de Clarice Lispector e o infanto-juvenil (2013) “Brincar de Pensar - contos de Clarice Lispector no palco para pessoas grandes ou pequenas”. A partir dos espetáculos com literatura de Lispector desenvolveu na ECA/USP pesquisa prática e acadêmica descrevendo procedimentos para a/o intérprete trabalhar com literatura no palco. Essa investigação foi tema de seu workshop no SESC, na Universidade da Costa Ricca, juntamente com palestras na Universidade no México (UNAM). Propositora do VULCÃO [criação e pesquisa cênica] realizou a direção dos solos (2016) “Pulso” a partir da vida e da obra de Sylvia Plath, (2016) "A Dor" a partir de La Douleur de Marguerite Duras e, de seu próprio solo (2019) "Águas do Mundo" a partir da obra de Clarice Lispector. Essa obra fez em 2020, transmissão on-line especial direto de um teatro vazio, explorando o trânsito entre o audiovisual e o teatro e voltou presencialmente aos palcos em 2023 através da 15a. edição do Prêmio Zé Renato de Circulação Integrada sendo indicado a melhor espetáculo solo pela DeusAteu. Dirigiu também "Rosa Choque" poema cênico musical virtual da dramaturga Dione Carlos e "As Cartas de Agnès" cine-ensaio a partir da obra da cineasta Agnès Varda, apresentado no Festival CASA em Londres (2019). Em 2022 foi convidada para dirigir GESTO com o último elenco presente na sala de ensaio com Antunes Filho, dramaturgia de Silvia Gomez, que estreou no CPT-SESC em outubro/22 - indicado ao Prêmio APCA - categoria dramaturgia. Seu mais recente trabalho audiovisual foi lançado em agosto do ano passado, o longa "Ensaio Aberto Sobre a Morte" no qual é atriz e co-diretora, junto à direção de Pedro Paulo de Andrade. ROGÉRIO BANDEITRA – ATOR. Com 25 anos de carreira, formado na Escola de Teatro Célia Helena e também o superior completo em Bacharelado na ESACH. Sócio fundador da Cia. Folias D’Arte, posteriormente trabalhou durante 4 anos, no CPT (Centro de Pesquisa Teatral) coordenado diretamente pelo diretor Antunes Filho. Experiência em televisão com vários trabalhos em novelas da Rede Globo, SBT e produções televisivas ou teleteatrais como na TV Cultura. Experiência em cinema e curtas metragens Inúmeros trabalhos teatrais. Entre os principais estão: “Rei Lear “, com Raul Cortez e “Os Lusíadas” com produção de Ruth Escobar. Por 12 anos, participou como ator do “Núcleo Central” da Cia do Latão, uma das mais expressivas no Brasil. Como professor, diversas orientações em cursos e Workshops através das Cia’s teatrais que integrou e variadas instituições, como: ESACH, Emef. Vila Nova Artigas, Arquiteto; GEB (Grupo Espírita Batuíra) - Brasilândia.
PROJETO ARQUIVADO.