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PRONAC 248067Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Troncos da Resiliência: Corrida de Toras e a Herança Indígena

ANDRE HENRIQUE ZAVARIZE LTDA
Solicitado
R$ 999,9 mil
Aprovado
R$ 999,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Indígenas
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (13)
Goiânia GoiásFernando Falcão MaranhãoImperatriz MaranhãoMontes Altos MaranhãoSão Luís MaranhãoCanarana Mato GrossoRibeirão Cascalheira Mato GrossoSão Paulo São PauloBom Jesus do Tocantins Tocantins

Resumo

Troncos da Resiliência é um média-metragem documental sobre a prática ancestral da corrida de toras entre os povos indígenas de cultura macro-jê no Brasil. Esse etnoesporte será o eixo central da narrativa, que irá percorrer as ricas tradições, a resiliência e a identidade dessas comunidades. O filme revela como essas práticas são vitais para manter viva a cultura indígena diante dos desafios contemporâneos, promovendo a valorização da diversidade cultural brasileira. Além disso, o média propõe um diálogo sobre a inclusão de práticas sustentáveis no esporte e contribui para a Agenda 21 Olímpica, ressaltando a relação entre etnoesporte, preservação do meio ambiente e desenvolvimento sustentável. O documentário é um convite ao espectador para embarcar em uma jornada de descoberta, respeito e conexão, que nos leva ao coração do Brasil. É uma celebração da sociodiversidade, um testemunho da rica tapeçaria cultural que os povos indígenas de cultura Macro-Jê teceram ao longo dos séculos.

Sinopse

O documentário "Troncos da Resiliência: Corrida de Toras e a Herança Indígena" destaca a prática ancestral da corrida de toras entre os povos indígenas de cultura macro-jê no Brasil. Esse etnoesporte, que simboliza força, resistência, espírito de grupo e a profunda conexão com a natureza, serve como eixo central para explorar as ricas tradições, a resiliência e a identidade dessas comunidades. Através da perspectiva de uma equipe majoritariamente de etnia indígena, o filme revela como essas práticas são vitais para manter viva a cultura indígena diante dos desafios contemporâneos, promovendo a valorização da diversidade cultural brasileira e a importância da conservação ambiental. Além disso, propõe um diálogo sobre a inclusão de práticas sustentáveis no esporte e contribui para a Agenda 21 Olímpica, ressaltando a relação entre etnoesporte, preservação do meio ambiente e desenvolvimento sustentável.

Objetivos

Objetivo geral Sensibilizar o público sobre a rica cultura dos povos indígenas do Brasil, evidenciando a corrida de toras como um etnoesporte que reflete força, resistência, espírito de grupo e uma profunda conexão com a natureza. O documentário busca destacar a importância de proteger tanto o meio ambiente quanto a cultura desses povos para as futuras gerações e promover a inserção das narrativas indígenas no audiovisual brasileiro. Objetivo Específico - Realizar um documentário que abra espaço e incentive a comunidade indígena brasileira a contar suas narrativas, a fim de enriquecer o setor do audiovisual e chamar a atenção do espectador para a importância dessas comunidades para a nossa sociedade. Inspirar também, o público a refletir sobre a importância da preservação cultural e proteção do meio ambiente, finalizando o documentário com um apelo à ação para apoiar iniciativas de preservação. - Ter uma equipe de 8 indígenas pesquisadores e obter uma pesquisa extensiva sobre as comunidades indígenas de cultura macro-jê, com pesquisa de campo por meio de viagens às áreas desses povos para aprofundamento em suas tradições, modo de vida e a corrida de toras. Trabalhar então em conjunto com as comunidades Xavante, Xerente, Kanela, Krahô, Krikati, Apinajé e Gavião Parkatejê. Esta pesquisa é crucial para a compreensão da importância cultural da corrida de toras e asssim estabelecer uma base sólida para a narrativa do documentário. - Ter uma equipe geral com mais de 50% composta por membros da comunidade indígena. Sendo estes profissionais concentrados nos principais cargos, sobretudo no setor de roteirização, que deve ser composto pelo menos 80% por roteiristas indígenas a fim de focar na narrativa, as histórias pessoais dentro das comunidades indígenas, incluindo atletas se preparando para a corrida, anciãos que guardam os conhecimentos tradicionais e líderes comunitários lutando pela proteção da sua cultura e meio ambiente. Trabalhar em estreita colaboração com as comunidades indígenas, garante que suas vozes sejam ouvidas, além de contribuir para a autenticidade e representatividade do projeto. - Criar como contrapartida, 2 oficinas audiovisuais, uma para a comunidade Xerente, outra para Krahô, com o objetivo de: capacitar membros da comunidade indígena em técnicas básicas de audiovisual, incluindo filmagem, edição e roteirização de conteúdo; criar um espaço seguro e inclusivo para a troca de ideias e experiências culturais; promover a autonomia da comunidade indígena na produção e disseminação de suas próprias narrativas. Essas oficinas serão coordenadas por 6 profissionais indígenas do audiovisual, incluindo 2 professores, 2 assistentes, 4 produtores e 1 pessoa encarregada de captar o making of. Como meta a ser atingida, participarão, de cada oficina, uma quantidade mínima de 20 pessoas e máxima 50. Como equipamentos para a viabilização da contrapartida, serão utilizados: 2 Câmeras BlackMagic 4k; Lentes 50mm, 28x70mm, 24x105mm; 2 Osmo Pocket 3; Gravador de Audio ZOOM H4n Pro; 2 Lapelas sem fio Sony; Boom com priscila; Vara para Boom; Fone de Ouvido AKG ou Similar; 2 Tripés de Alumínio; bastão de LED RGB; Rebatedor e Difusor de Luz; Mac Pro com Software de Edição de Video (Final Cut e Pacote Adobe Premiere Pro); 4 Hds externos de 4 T. - Servir como material didático e fonte de pesquisa para acadêmicos, estudantes e educadores interessados na cultura indígena, etnoesporte, sustentabilidade e práticas ambientais. E assim, promover o conhecimento e a valorização da diversidade cultural e ambiental. O documentário fornecerá um conteúdo visual e narrativo que enriquece o currículo escolar, oferecendo aos alunos uma perspectiva autêntica sobre a cultura e a história indígenas. Ao destacar as tradições e o modo de vida dos povos indígenas, o projeto apoia a educação para a diversidade, promovendo o respeito e o reconhecimento da pluralidade cultural do Brasil. A inclusão de temáticas indígenas no ensino é vital para desfazer estereótipos e preconceitos, e o documentário servirá como uma ferramenta poderosa para alcançar esse objetivo, mostrando a importância da preservação da cultura indígena para a identidade nacional. - Alcançar reconhecimento através de sua qualidade técnica e narrativa envolvente, destacando-se em festivais de cinema nacionais e internacionais e assim, contribuir para um maior diálogo sobre as temáticas abordadas. - Desenvolver uma forte presença online por meio de sites, blogs e redes sociais (instagram, facebook e tiktok), compartilhando regularmente atualizações, bastidores e histórias relacionadas ao documentário para construir uma comunidade de apoiadores. - Fazer a primeira exibição exclusiva nas comunidades indígenas. E proporcionar exibições especiais, que serão introduzidas por uma palestra da ministra dos povos indígenas, Sônia Guajajara. - Exibir o filme em salas de cinema por todo o Brasil. Exibir também em 50 escolas públicas em 10 estados brasileiros.

Justificativa

Troncos da Resiliência é uma produção nacional, que apresenta ao público geral, uma prática marcante dos povos indígenas do Brasil. Por meio deste projeto, as comunidades Xavante, Xerente, Kanela, Krahô, Krikati, Apinajé e Gavião Parkatejê ganharão espaço para compartilhar com a sociedade suas narrativas, o que por conseguinte, dará força à valorização desses povos e servirá como chamada de atenção para sua preservação. Para mais, sendo a prática retratada um etnoesporte, é traçado uma inseparável relação da cultura indígena com o meio ambiente, o que garante um debate sobre as questões ambientais enfrentadas pela sociedade contemporânea. Em conjunto, o projeto mostra, ao público nacional e internacional, a importância de preservar tanto o meio ambiente quanto a cultura desses povos para as futuras gerações brasileiras. Além disso, o projeto dará mais espaço para as narrativas indígenas, o que proporcionará um audiovisual mais inclusivo e plural. Dessa forma, a fim de concretizar essa iniciativa, o projeto requer um incentivo fiscal, oportunidade proporcionada pela Lei Rouanet, que fomenta a cultura nacional. Esse impulso é necessário para efetuar devidamente a contratação da equipe, composta majoritariamente por indígenas, além de ser fundamental para realizar a logística das gravações, ou seja, alimentação e transporte de pessoas e equipamentos entre aldeias. Portanto, tendo em vista a viabilização da obra dentro da Lei Rouanet, Troncos da Resiliência atende a diversos itens nos artigos 1º e 3º da Lei 8313/91. A realização do média-metragem, por se tratar de uma produção com protagonistas das tribos macro-Jê, consolida a presença e herança desses povos originários no país, reafirmando suas tradições com propriedade. Também, o projeto promove a difusão dos valores dessas etnias aos brasileiros, contribuindo assim para o livre acesso e divulgação dessas convenções. Por conseguinte, a promoção cultural proposta na obra também valoriza o patrimônio imaterial, uma vez que a corrida de toras é considerada, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, como uma das maiores expressões do modo de viver dos Timbira. Em decorrência disso, o projeto também protege as expressões culturais e preserva a história e prática desse etnoesporte.

Estratégia de execução

As locações previstas nesse projeto são de comunidades indígenas, e por isso, o acesso é dificultoso. No entanto, nossa equipe é composta por pessoas experientes em projetos nessas comunidades, como por exemplo o psicólogo Clínico e do Esporte Fabio José Cardias Gomes, que será encarregado de realizar o intermédio entre nossa equipe e as comunidades Xavante, Xerente, Kanela, Krahô, Krikati, Apinajé e Gavião Parkatejê. Por conseguinte, além de saberem guiar o caminho para viabilizar essa produção, esses profissionais almejam, acima de tudo, respeitar os povos indígenas e suas culturas. O projeto Troncos da Resiliência deve honrar as tradições e beneficiar sobretudo os povos originários, afinal, o filme será deles para eles.

Especificação técnica

O documentário Troncos da Resiliência será um média-metragem em cor com duração prevista de 70 (setenta) minutos e a classificação etária é livre para todos os públicos. Nesse aspecto, o áudio será finalizado em mixagem estéreo e 5.1. Além disso, a obra será distribuída em material digital DCP, .MKV, .MOV e .MP4, com idioma português - BR e legendas em português, inglês, espanhol, francês e em Libras.

Acessibilidade

Como sugestões para a acessibilidade temos: Legendas e closed captions: Além da legenda das falas, sabemos a importância da descrição de outros sons e músicas utilizadas como elementos para enriquecer a obra, então, para que as pessoas portadoras de deficiência auditiva terem a experiência completa é necessário incluirmos essas legendas com sincronicidade. Outra alternativa é a língua de sinais, que infelizmente é pouco utilizada nas produções audiovisuais e pode facilitar o acesso para pessoas surdas. Áudio descrição: No caso das pessoas surdas, indicamos audiodescrição, possibilitando o entendimento e compreensão do que acontece em cada cena, assim, a obra poderá ser apreciada por completo com a riqueza de detalhamentos da obra, desde a narração do que se passa em cada cena até a descrição dos elementos interativos

Democratização do acesso

Haverá exibições gratuitas nas comunidades indígenas, Xavante, Xerente, Kanela, Krahô, Krikati, Apinajé e Gavião Parkatejê, do documentário Troncos da Resiliência, a fim de democratizar o acesso e tal como incentivar essa parte da população a cada vez mais compartilhar suas narrativas. Além disso, a Contrapartida Social deste projeto prevê a viabilização da democratização do acesso, uma vez que promove oficinas/workshops de audiovisual aos povos originários Khraô e Xerente. Por meio desta, eles terão acesso a equipamentos de vídeo, som e luz, além do suporte de 6 profissionais que os auxiliarão no manuseio destes.

Ficha técnica

O proponente deste projeto, André Henrique Zavarize é formado em administração de empresas, MBA em Eventos pela USP, produtor executivo formado pela AIC - Academia Internacional de Cinema, possui trabalhos audiovisuais reconhecidos pelo Prêmio Internacional LAHFF (London Arthouse Film Festival) e tem ampla experiência em produção de eventos culturais e ações em escolas de todo Brasil. Ele também é CEO da ZAZ Produções, produtora encarregada de inscrever o projeto Troncos da Resiliência na leis de incentivo, fechar parcerias e garantir o incentivo fiscal total da produção, contratar a melhor equipe para desenvolver e distribuir o projeto final. A produtora tem experiência prévia com projetos humanitários, como a produção Sergio Vieira de Mello- O Legado de um Herói Brasileiro, além de ter produzido durante três anos consecutivos o projeto EDP nas Escolas, uma iniciativa educacional que por meio de uma experiência em realidade virtual, ensina as crianças de escolas em todo o Brasil, inclusive em aldeias indígenas, sobre meios sustentáveis de conviver. Everson Carlos da Silva, mais conhecido como Everson Índio, é o idealizador do projeto Troncos da Resiliência. Em 2014, na festa de 460 anos de São Paulo, Everson recebeu a homenagem de cidadão de honra da cidade.Ele também é membro da sociedade mundial de etnoesporte, e por isso tem conhecimento sobre a prática da corrida de toras, tal como sobre as comunidades que as praticam. A produtora e roteirista Paola Oliveira trabalha para a ZAZ Produções e está encarregada de exercer todas as tarefas direcionadas à produtora, além de participar do time de roteiro junto com o restante da equipe indígena que está a ser contratada. Paola é formada pela PUC-SP em Comunicação e Multimeios, fez cursos complementares de Roteirização e Assistência de Direção na AIC. É vencedora do prêmio de Melhor Montagem pelo Festival de Filme Científico em 2021 pelo filme ensaio Sinestesia, curta que também foi selecionado para ser exibido no FESTin 2024 (Festival de cinema itinerante da língua portuguesa). Em 2023, produziu uma mostra de cinema para mulheres iniciantes no audiovisual chamada Grandeza, no Cine Marquise em São Paulo. O psicólogo Clínico e do Esporte Fabio José Cardias Gomes é mestre em saúde e ciências do esporte pela Tsukuba University, no Japão e doutor em Educação pela USP. Ele está atuando no setor de produção, e é encarregado de realizar o intermédio entre a equipe e as comunidades Xavante, Xerente, Kanela, Krahô, Krikati, Apinajé e Gavião Parkatejê. Além disso, Fabio construiu, juntamente a sua equipe, a contrapartida, e na etapa de realização dela, ficará responsável por produzi-la. Cristiano Feitosa trabalha com concepções de imagens há 15 anos, desde a pintura, desenho, fotografia e video, com caráter sempre crítico. É também pesquisador da função das imagens e da interferência delas em nossa experiência de vida. Na área do audiovisual, atuou como cinegrafista, fotógrafo, editor e montador. Para o projeto Troncos da Resiliência, ele irá também fazer parte do time de produção e edificar o workshop da contrapartida. Roberto Skora realiza documentários acompanhando processos de produção artística e projetos de circulação. É videomaker de clipes musicais e programas artísticos autorais em diversos segmentos. É também roprietário da produtora independente Polaco Filmes, em que assume os papeis de Criação, Direção e Edição na realização de cinema autoral. Em conjunto com o restante da equipe, trabalhará na produção do workshop de audiovisual para as comunidades indígenas. O restante da equipe será composto por profissionais indígenas estreiantes ou que já atuam na área do audiovisual. Assim, uma vez contratados, eles ocuparão as equipes de direção, produção, roteirização, direção de foto e som e pós-produção.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

Goiatins Tocantins
Palmas Tocantins
Tocantinópolis Tocantins
Tocantínia Tocantins