| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 10456016000167 | SHELL BRASIL PETROLEO LTDA | 1900-01-01 | R$ 3,00 mi |
| 00028986000108 | Elevadores Atlas Schindler S/A | 1900-01-01 | R$ 750,0 mil |
Restauro e conservação do telhado de cobre do Theatro Municipal de São Paulo (restauração/preservação), aquisição e adaptação dos elevadores para atendimento dos critérios de acessibilidade (bem imóvel-reforma-ampliação-construção-aquisição) e (seminário) sobre restauro, conservação, intervenção arquitetônicas e acessibilidade em edifícios de uso artístico e cultural tombados como patrimônio histórico (produto secundário).
Geral O projeto prevê ações de restauração, conservação, adaptação e modernização do Theatro Municipal de São Paulo, bem imóvel tombado nas esferas municipal, estadual e federal, além de atividades de educação patrimonial e capacitação. Específicos: Restaurar parte do telhado existente com substituição por telhas de cobre, promovendo segurança na cobertura do Theatro Municipal e cessando com vazamentos e infiltrações existentes; Preservar a cobertura de cobre do Theatro Municipal, projeto singular no conjunto do patrimônio arquitetônico brasileiro;Garantir a conservação do imóvel e seus bens integrados, bem como a segurança dos frequentadores deste espaço.Tornar os elevadores totalmente acessíveis com aquisição de elevadores que obedecem às normas de acessibilidade;Modernizar os elevadores garantindo sua funcionalidade, facilitando o fluxo das equipes técnicas na execução das produções culturais realizadas e de público; Permitir o acesso físico a todos os pisos do Theatro, inclusive o piso térreo, onde hoje está localizado o Bar dos Arcos, que hoje é acessado por entrada e rota alternativa, um dos principais entraves da acessibilidade integral do Theatro.Finalizar o projeto de acessibilidade integral do Theatro, visando a obtenção do Selo de Acessibilidade da Comissão Permanente de Acessibilidade da Prefeitura de São Paulo.Restauração e conservação do telhado O Theatro Municipal de São Paulo possui uma cobertura de cobre de 2.600 m2 de projeção, dividido em várias águas. As dimensões e formatos da cobertura são variáveis: a grande cúpula e a caixa cênica apresentam estrutura de aço, o saguão e os camarins, estrutura de madeira, enquanto o salão nobre possui estrutura mista. O cobre foi um dos primeiros metais utilizados pelo Homem, historicamente, a sua utilização remonta há mais de 10.000 anos e muitas construções na Europa, como igrejas seculares, palácios etc., têm as suas coberturas executadas neste material e permanecem ainda hoje intactas. No Brasil, a tradição na utilização de coberturas em metal é quase nenhuma. Temos alguns exemplos isolados somente a partir do final do século XIX. No Rio de Janeiro e São Paulo se destacam os Theatros Municipais dessas cidades e alguns edifícios localizados na área central, frutos da sociedade da "Belle époque". Temos também as coberturas das gares de trens (estação da Luz), elementos de praças e jardins como os coretos, que no início do século XX embelezavam algumas e poucas cidades brasileiras. Como no Brasil não há muitos testemunhos de coberturas em cobre e executada na dimensão do Theatro Municipal de São Paulo, se fez necessário buscar empresas, especialistas, com mão de obra qualificada para prover a conservação da cobertura de um padrão de qualidade reconhecido internacionalmente, seguindo normas estabelecidas pelos organismos internacionais de proteção do patrimônio arquitetônico. Os últimos diagnósticos da cobertura registraram problemas como telhas rasgadas, furadas, com piltes (oxidação), calhas com problemas de solda e transpasses, amassamentos em caibros alçados, telhas, espigões e rincões. Um dos principais problemas, por exemplo, são as infiltrações que atingem as áreas internas e comprometem os bens integrados e decorativos, bem como possibilitam novas degradações de estruturas e comprometem a segurança. Por dificuldade de acesso e a alta periculosidade, o diagnóstico, a elaboração e aprovação do projeto nos órgãos de patrimônio contemplam apenas parte da cobertura, ficando de fora do diagnóstico a cobertura da grande cúpula e sobre o palco e as áreas com lajes impermeabilizadas. A instalação da linha de vida e acessos entre os telhados para que seja possível a realização da obra e o diagnóstico das demais áreas de cobertura está em execução e será concluída em 2024. As intervenções propostas neste projeto atuarão em cinco regiões. Cada região apresenta problemas característicos e, portanto demandam uma solução específica, com ações de recuperação da integridade da fixação, das estruturas das coberturas e do sistema de escoamento de água das chuvas, nos cinco pontos críticos levantados. A intervenção consequentemente irá proteger o patrimônio tombado do TMSP contra as ações do tempo. Em resumo as intervenções em cada área contemplam: ÁREA 01 - Substituição da atual calha em material PVC por nova calha em cobre/ Revisão da primeira fiada de telhas e substituição de telhas avariadas, se necessário. ÁREA 02 - Revisão da primeira fiada de telhas e substituição de telhas avariadas, se necessário. Inserção de nova bainha para fixação das telhas. ÁREA 03 - Revisão das telhas do telhado inferior. Soldagem dos pontos abertos da cobertura. ÁREA 04 - Revisão do Telhado e substituição de telhas de cobre avariadas, revisão do sistema de fixação das calhas existentes. ÁREA 05 - Revisão do telhado existente e, se necessário, substituição de telhas de cobre. Revisão do sistema de fixação do telhado e se necessário, produção de novas peças Revisão do sistema de escoamento de água das chuvas e confecção de nova calha de cobre. O projeto de restauro e conservação do telhado envolve trabalhos junto à cobertura de cobre (exceto grande cúpula e palco) _ rufos, caibros e telhas; calhas; ornamentação aplicada de cobre _ grande cúpula; claraboias; e revestimentos das alvenarias altas. Metodologia em descrição da atividade do produto. PRODUTO: RESTAURAÇÃO/PRESERVAÇÃO _ 1 Adaptação dos 6 elevadores Garantir a acessibilidade a todas as pessoas, respeitando, desta forma, o princípio da diversidade humana como um dos alicerces de inclusão social por meio da inserção das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida aos espaços culturais edificados é uma das prioridades da gestão do Theatro Municipal de São Paulo. Dentre diversas ações necessárias, a obtenção dos selos de acessibilidade do Conselho Permanente de Acessibilidade se sobrepõe como uma meta fundamental. Para tanto, foi desenvolvido um projeto Macro de Acessibilidade, no qual foram listados 31 itens a serem cumpridos para a obtenção do selo. Seguimos com o desenvolvimento de projetos de aprovação, executivos, memoriais descritivos, e gerenciamos os processos de aprovação nos três órgãos de preservação de patrimônio e na Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA). Posteriormente avançamos nos processos de contratação de serviços de obra civil para adaptação do prédio do Theatro Municipal e atualmente finalizamos a execução de 26 itens que dizem respeito a instalação de rampas, pisos inclinados, corrimãos, guarda corpos, bilheteria acessível, sinalização tátil que somam cerca de 2 milhões de reais investidos. Estão em andamento as reformas para os banheiros acessíveis. Os itens remanescentes integram este projeto, notadamente: elevador bastidores (2), elevador cúpula, elevadores históricos (2) e elevador bilheteria Os itens restantes dizem respeito à modernização dos seis elevadores existentes e integram este projeto para encerrar a adaptação de acessibilidade do Theatro Municipal. Os seis elevadores exigirão diferentes abordagens de modernização, determinadas seja pela análise do estado de conservação, feita pela consultoria especializada em elevadores, ou pelas necessidades de acessibilidade e de uso. De forma resumida, a conclusão dos relatórios de análise e da percepção da manutenção predial é de que atualmente somente dois elevadores contam com a parte mecânica renovada (elevadores históricos), sendo que os demais são equipamentos com mais de 40 anos de uso e que apresentam constantes problemas de quebra e de reposição de peças, sendo assim recomendada a modernização completa. As adaptações previstas estão em descrição da atividade do produto. Produto: Bem Imóvel - Reforma / Ampliação / Construção / Aquisição_ 1 Seminário Realização de um seminário sobre restauro, conservação, intervenções arquitetônicas e acessibilidade em edifícios de uso artístico e cultural tombados como patrimônio histórico; PRODUTO Seminário 160
A Sustenidos Organização Social de Cultura administra o Complexo Theatro Municipal desde o dia 1º de maio de 2021, por meio de edital de chamamento, dentro do modelo de gestão de Organização Social firmado com a Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura da Cidade de São Paulo. Com projeto assinado pelo escritório Ramos de Azevedo, em colaboração com os italianos Cláudio Rossi e Domiziano Rossi, o Theatro Municipal foi aberto em setembro de 1911. O prédio foi o primeiro a ser totalmente abastecido por energia elétrica. Pelo palco do Municipal passaram os mais importantes representantes da arte musical da primeira metade do século XX; nomes como Enrico Caruso, Maria Callas, Bidu Sayão, Arturo Toscanini, Camargo Guarnieri, Villa-Lobos, Francisco Mignone, Ana Pawlova, Arthur Rubinstein, Claudio Arrau, Duke Ellington, Ella Fitzgerald, Isadora Duncan, Nijinsky e Baryshnikov, entre muitos outros. Indo sempre além da cena clássica, o Theatro coroou sua vocação cosmopolita ao receber um dos principais eventos da história das artes no Brasil, a Semana de 22, de Mário e Oswald de Andrade, Anita Malfatti e tantos outros jovens célebres que deram início ao movimento modernista brasileiro. O Theatro Municipal de São Paulo é um equipamento cultural localizado na Praça Ramos de Azevedo, no centro de São Paulo. Trata-se de um edifício histórico, patrimônio tombado em âmbito municipal, estadual e nacional, intrinsecamente ligado ao aperfeiçoamento da música, da dança e da ópera no Brasil. Em mais de 100 anos de história, três grandes reformas preservaram, renovaram e ampliaram o Theatro. O edifício é dividido em quatro blocos: Ala Nobre, Plateia, Palco e Camarins. Composto de 7 andares e mais 2 pisos técnicos (totalizando nove pavimentos e a cobertura), nele estão inseridas algumas áreas administrativas, sobretudo ligadas aos Corpos Artísticos (Orquestra Sinfônica Municipal, Coro Lírico, Coral Paulistano, Quarteto de Cordas de São Paulo, Balé da Cidade de São Paulo e Orquestra Experimental de Repertório) e à programação, áreas técnicas e atendimento ao público. O edifício do Theatro Municipal de São Paulo tem implantação retangular, sendo as medidas aproximadas de 92 metros (fachadas leste e oeste), e 42 metros (fachadas norte e sul). Divide-se basicamente em três corpos com funções distintas: o corpo da fachada - vestíbulo, a escada nobre, salão, portaria, restaurante e dependências da administração; a parte central - sala de espetáculo com seus corredores e galerias; o corpo posterior - palco e suas galerias laterais, camarins e salas de artistas. Composto de 09 (nove) pavimentos, sendo um subterrâneo, 07 (sete) correspondendo aos planos e ordens da ala de espetáculo e/ou administração, e um pavimento referente à cúpula central. Tem área total construída de aproximadamente 17.000m². O edifício dispõe de espaços para bar e pequeno restaurante no térreo (164 metros quadrados mais 60 metros quadrados de cozinha no pavimento inferior) e no andar subterrâneo (610 metros quadrados), que são explorados por terceiros mediante contrato com a entidade gestora do Theatro. O mecanismo de incentivo previsto na da Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet) é uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para a cultura em todo o País. Sua efetividade torna-se nítida a partir da análise de projetos anteriores, da mesma Sustenidos Organização Social de Cultura, executados com o apoio desse incentivo. Especificamente em relação ao texto da Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet), o presente projeto enquadra-se nos seguintes incisos do artigo 1º da Lei: VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Considerando o texto do artigo 3º da Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet), o projeto contempla as seguintes finalidades: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos; c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural;
Produtos: Restauração/preservação e Bem imóvel-reforma-ampliação-construção-aquisição Acessibilidade física O Theatro Municipal possui estacionamento com vagas reservadas para pessoas com deficiência, idosos e gestantes; rampas e plataformas de acesso nos de visitação pública e sanitários P.N.E obedecendo a normativa NBR9050. Nas salas de espetáculos existem lugares reservados para pessoas em cadeira de roda, com mobilidade reduzida e obesos. Os indicadores de público, controladores de acesso, brigada e ação educativa são devidamente treinados para acompanhar e orientar todas as pessoas que deles necessitem. Acessibilidade de conteúdo: não se aplica Produto secundário: Seminário Acessibilidade física O Theatro Municipal possui estacionamento com vagas reservadas para pessoas com deficiência, idosos e gestantes; rampas e plataformas de acesso nos de visitação pública e sanitários P.N.E obedecendo a normativa NBR9050. Nas salas de espetáculos existem lugares reservados para pessoas em cadeira de roda, com mobilidade reduzida e obesos. Os indicadores de público, controladores de acesso, brigada e ação educativa são devidamente treinados para acompanhar e orientar todas as pessoas que deles necessitem. Acessibilidade de conteúdo: libras
O público anual das atividades do Complexo Theatro Municipal de São Paulo é estimado em mais de 150 mil pessoas de todas as faixas etárias, etnias, classes sociais e identidades de gênero que serão beneficiadas com acessibilidade integral, maior segurança, melhorias no deslocamento no interior do edifício e com o bom estado de conservação do imóvel e seus bens integrados. Destaca-se o impacto significativo do projeto para visitantes com deficiência ou mobilidade reduzida, que contarão com acessibilidade integral, conforme projeto pactuado junto à Comissão Permanente de Acessibilidade municipal. Com a ação secundárias do projeto no âmbito da capacitação também se espera um benefício especial ao público especializado de profissionais do campo da arquitetura, restauro, conservação e patrimônio. De acordo com o artigo 30 da IN 2024 será atendido o inciso: IX - Visitas educativas com roteiro inédito no Theatro, com temática/circuito relacionado às intervenções do projeto. IX - Disponibilizar, na Internet, registro audiovisual do seminário acompanhado com libras;
A Sustenidos é uma organização referência na concepção, implantação e gestão de políticas públicas na área de educação musical. Atualmente, é gestora do Conservatório de Tatuí e do Complexo do Theatro Municipal de São Paulo, e foi gestora do Projeto Guri, maior programa sociocultural brasileiro, de 2004 a 2021. Possui cerca de 517 funcionários alocados na sede administrativa e no Theatro Municipal de São Paulo. Seguem os currículos dos principais responsáveis pelas atividades da Sustenidos e respectivas equipes envolvidas nas ações deste projeto. A Sustenidos é responsável por todo processo decisório e de gestão dos recursos. Alessandra Fernandez Alves da Costa – Diretora Executiva - Atriz e gestora cultural. Entre 2002 e 2007, na Secretaria Municipal da Cultura de SP, participou da elaboração e implantação da área cultural dos CEUs, implantou e coordenou a programação da Galeria Olido, entre outros. Na Secretaria de Estado da Cultura, em 2008, coordenou a programação da primeira Virada Cultural Paulista. Há mais de 15 anos atua na gestão de políticas culturais. Alessandra é responsável pela direção e administração da Sustenidos. Rafael Salim Balassiano – Diretor Administrativo Financeiro Rafael Salim Balassiano é engenheiro pelo Instituto Militar de Engenharia, com MBA em Finanças pelo IBMEC-RJ, MBA em Transformação Digital pela PUC-RS e Mestrando em Finanças Corporativas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Executivo sênior com mais de 20 anos de experiência em Finanças Corporativas, com destaque nas áreas de Controladoria, Planejamento Financeiro, Tesouraria e práticas de Governança Corporativa. Atuou nos setores de Telecomunicações, TI e Cultura, sendo atualmente Diretor Administrativo-Financeiro da Sustenidos Organização Social de Cultura. Andrea Caruso Saturnino - Diretora geral do Theatro Municipal de São Paulo Mestre em Artes do Espetáculo pela Sorbonne Nouvelle e Doutora em Artes Cênicas pela USP, atua na área cultural há mais de 30 anos. Fundadora da Performas Produções, através da qual realizou vários projetos de produção e curadoria de artes cênicas e visuais, tanto em colaborações nacionais quanto internacionais. Foi responsável pela vinda ao Brasil de artistas como Robert Lepage, Wajdi Mouawad, Rolf e Heidi Abderlhalden (Mapa Teatro), Yann Arthus-Bertrand, Daniele Finzi Pasca e Angélica Liddell. Como diretora de turnê realizou inúmeras criações e turnês internacionais com a companhia francesa Cirque Invisible (Victoria Chaplin e Jean-Baptiste Thiérée/ França) e com a Cia. Finzi Pasca (Lugano/Montreal), em teatros de países da Ásia, Europa, América Latina e América do Norte. Fundadora e diretora executiva da associação Brasil Cena Aberta, plataforma múltipla que inclui um festival de artes cênicas brasileiras e um programa para profissionais da área: programadores, artistas, produtores, técnicos e gestores nacionais e internacionais, além de manter um programa contínuo de fomento a coproduções internacionais, trocas artísticas, capacitações e residências. É membro da European Association for the Study of Theater and Performance (EASTAP) e da International Society for the Performing Arts (ISPA). Eduardo Spinazzola - Gerente do setor de arquitetura e patrimônio Arquiteto e Urbanista graduado pela FAU-MACKENZIE. Mestre pela FAU-USP na área de Projeto de Arquitetura, linha de Pesquisa Arquitetura e Cidade, com foco na interdisciplinaridade entre patrimônio, paisagem e museologia. Especialista em Conforto Ambiental e Conservação de Energia pela FUPAM-USP. Trabalha atualmente como gerente de arquitetura e patrimônio no Theatro Municipal de São Paulo e em escritório próprio nas áreas de projeto de arquitetura, expografia e gerenciamento. Colaborou em diversos projetos de museus, podendo-se destacar o Museu do Amanhã, no Píer Mauá – RJ, o Museu da História de São Paulo, no Conjunto Arquitetônico do Gasômetro - SP, o Museu do Futebol, no Estádio do Pacaembu – SP, o Museu das Minas e do Metal, na Praça da Liberdade – BH e o Museu da Língua Portuguesa, na Estação da Luz – SP. Foi professor dos Programas de Pós-Graduação Lato Sensu do SENAC, FIAMFAAM e FACAMP. Juliana Moretti - Arquiteta Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Santa Cecília, 2007. Pós Graduada em Gestão de Projetos pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Significativa experiência em organizações do Terceiro Setor coordenando projetos na área de Inovação, Habitação Social, Educação, Empreendedorismo, Sustentabilidade e Patrimônio Cultural. Foco no acompanhamento e gestão; do cronograma, equipe envolvida, etapas do projeto e indicadores; Experiência com abordagens participativas para criação de projetos e serviços (Design Thinking). Vivência na elaboração do planejamento estratégico da instituição e desenvolvimento das linhas de negócios. Raisa Reis - Arquiteta Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Estadual Paulista (UNESP-Bauru) e mestranda no Programa de Planejamento e Gestão do Território na Universidade Federal do ABC (UFABC), onde desenvolve pesquisa sobre a Vila Ferroviária de Paranapiacaba. Durante a graduação, foi intercambista do programa Ciência Sem Fronteiras, pelo qual estudou Arquitetura e Planejamento Urbano na Queen's University Belfast (2014), e possui especialização em História e Museologia pelo Instituto Butantan (2019). Atuou profissionalmente em instituições museológicas como o Museu Histórico do Instituto Butantan e o Museu da Inclusão, além de ter experiência em escritórios de arquitetura e de engenharia contra incêndios. Trabalhou junto à FIO Assessoria Técnica no projeto de ATHIS desenvolvido nas ocupações da região central de São Paulo em 2021 - coordenado pelo Movimento Sem Teto do Centro (MSTC) e com aporte financeiro do CAU-SP -, projeto premiado pelo IAB-SP na categoria Destaque Impacto Social em 2021. Mariana Trédicci - Arquiteta Graduou-se em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Estadual Paulista (UNESP-Bauru) e foi bolsista no programa UNESP para o Desenvolvimento Sustentável de São Luiz do Paraitinga, onde participou do mapeamento do centro histórico e na criação do plano diretor da cidade. Concluiu os estudos com Master 1 em Urbanismo e Planejamento no Institut d'Urbanisme de Paris (atual EUP). Possui Pós-graduação em Gestão de Restauro no CECI e cursos de especialização em conservação e restauro de madeira e barro pelo Museu de Arte Sacra. Trabalhou como arquiteta em projetos de conservação e restauro de bens tombados em escritórios como Apiacás, FGGN e Instituto Pedra. Além do envolvimento em projetos para instituições como Museu do Ipiranga, CPTM, Instituto Butantan, PUC, Mitra Arquidiocesana, recentemente prestou consultoria para o projeto de modernização do Estádio do Pacaembu (maio-agosto de 2022). Também possui experiência em projetos executivos de reformas residenciais em apartamentos antigos, onde colaborou com a empresa Brise. Angélica Macedo - Arquiteta Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Cidade de São Paulo, 2019. Trabalhou no escritório Todas Arquitetura, onde adquiriu experiência em planejamento e gestão de obras. Atua com foco em patrimônio histórico e cultural desde 2022, quando se integrou ao Núcleo de Monumentos e Obras Artísticas (NMOA) do Departamento do Patrimônio Histórico de São Paulo (DPH), através do programa Jovem Monitor Cultural, onde colaborou com as pesquisas para o acervo de Obras de Arte e Monumentos em espaços públicos de SP. Em 2023, participou do programa de oficinas de zeladoria do patrimônio cultural promovidas pelo Estúdio Sarasá Conservação e Restauração em parceria com o Instituto Paulista de Arte e Cultura (IPAC), Museu de Arte Sacra de São Paulo e DPH. No mesmo ano, também foi representante do NMOA/DPH no desenvolvimento de oficinas para a semana da valorização do Patrimônio promovida pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. Atualmente faz parte do corpo técnico do setor de Arquitetura e Patrimônio no Theatro Municipal de São Paulo, onde analisa e acompanha projetos e intervenções de conservação e restauro. EXTERNOS Projeto de Arquitetura Pedro Mendes da Rocha A empresa pedro mendes da rocha arquitetos associados ltda criada em 2008, tem como curriculum vitae a experiência do profissional, arquiteto formado em 1986 pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, acumulada em várias atividades de projetos de arquitetura, urbanismo e expografia em diferentes escritórios de arquitetura, empresas e equipes, ao longo destes mais de 30 anos de trajetória profissional. Com Projetos. Destacam-se o Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba, o Museu da Língua Portuguesa, Galeria Emmathomas, Museu du Ritmo, Museu Lasar Segall, Fundação Cultural Ema GordonKlabin, Museu deArte Contemporânea de Havana, Superintendência de Espaços Físicos da Universidade de São Paulo / SEF USP, Museu da História doEstado de SãoPaulo. H+F Criada em 2002 pelos arquitetos Pablo Hereñú e Eduardo Ferroni, a Hereñú+Ferroni Arquitetos vem construindo um percurso estruturado a partir da complementaridade da atividade profissional - através da elaboração de projetos públicos e privados com diversos programas e escalas de abrangência - e da acadêmica, por meio do ensino e da pesquisa. Pautado por um modo coletivo de produção e troca de conhecimento, o escritório se configura como uma plataforma permanentemente aberta às parcerias e colaborações. Consultoria de Restauro Wallace Caldas O Arquiteto Wallace Caldas, diretor da Velatura Restaurações, graduado pela UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro (1981), atua há trinta anos na execução, consultoria técnica especializada, monitoramento, acompanhamento e no gerenciamento de obras e projetos de restauração e conservação do Patrimônio. Os primeiros 25 anos à frente da empresa Ópera Prima Arquitetura e Restauro e os últimos 18 anos à frente da empresa Velatura Restaurações, amplamente reconhecidas neste nicho de mercado. Dentre seus principais trabalhos se destacam: No Rio de Janeiro - a restauração do Theatro Municipal, a restauração das fachadas do Museu de Arte do Rio (MAR) e da Biblioteca Nacional, a restauração da Igreja de Santa Rita, da Igreja da Antiga Sé e das Lapa dos Mercadores, o projeto de restauro do Museu do Itamaraty. No Recife - o Palácio Campo das Princesas. Em São Paulo - o Museu da Língua Portuguesa, Museu do Futebol e o Museu do Ipiranga, além da restauração de esculturas em parques públicos da cidade. Em Minas Gerais - a restauração da Igreja da Pampulha, da Igreja matriz de Tiradentes e do Museu Mariano Procópio. Consultor de Elevadores Engº Franz Wagner de Souza Engenheiro mecânico com 24 anos de experiência no setor de transporte vertical, trabalhou durante 12 anos na Elevadores Otis atuando em diversas funções técnicas e administrativas da empresa. Atualmente Sócio e Engenheiro responsável pela empresa Hi-Solution Consultoria e Engenharia tem colocado à disposição dos clientes uma posição imparcial e transparente sobre todos os processos envolvendo elevadores, escadas e esteiras rolantes. Com 11 anos atuando neste segmento, a Hi-Solution Consultoria e Engenharia oferece a seus clientes uma assessoria sob medida visando atender necessidades específicas relacionadas a elevadores, escadas e esteiras rolantes de seu Edifício. Projeto de Estrutura Engenheira Heloisa Martins Maringoni A COMPANHIA DE PROJETOS, engenharia estrutural, fundada em 1991, atua na área de projeto e consultoria estrutural, com ênfase em projetos especiais. Desde sua criação desenvolve projetos em consonância com a proposta arquitetônica, integrando assim a poética arquitetônica à criatividade estrutural. Estruturas em aço, concreto armado e madeira, como especialidades, integram seu portfólio compondo uma trajetória diversificada e abrangente. Prêmio Talento em Engenharia Estrutural em 2011, na categoria obras especiais com o projeto para o Centro de Pesquisas da Petrobras – CENPES II. Menção Honrosa em 2014, na categoria obras especiais com o projeto para a Casa EB, São Bento do Sapucaí. Menção de sustentabilidade em 2021, com o projeto Museu da Língua Portuguesa.
SOLICITAÇÃO DE PRAZO DE EXECUÇÃO ATENDIDA AUTOMATICAMENTE PELO SALIC