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O projeto consiste na realização de uma etapa de formação para mulheres sambistas de Minas Gerais seguida da realização do 8° Encontro Nacional e Internacional de Mulheres na Roda de Samba - Edição: Belo Horizonte. Serão oferecidas oficinas de: Gestão de Carreira, Visagismo, Preparo Vocal, Cavaquinho, Violão de 7 cordas e Comunicação. Ao término das oficinas, haverá uma MasterClass na qual será convidada uma artista referência no samba nacional. No evento contaremos com a participação de 15 sambistas que vão cantar acompanhadas de uma banda base de mulheres. A expectativa é atrair um público de 1200 pessoas. A iniciativa visa aprimorar e difundir as carreiras das sambistas de Belo Horizonte. O acesso será gratuito e o público alvo é de mulheres, sambistas, com idade entre 18 a 60 anos.
O projeto "8° Encontro Nacional e Internacional de Mulheres na Roda de Samba - Edição: Belo Horizonte" propõe uma experiência única de formação e celebração para mulheres sambistas, marcada para novembro de 2025, no Mercado da Lagoinha - Belo Horizonte - MG. Este evento significativo visa capacitar as sambistas locais em aspectos técnicos e de empreendedorismo, culminando com uma grandiosa roda de samba - 8º Encontro Nacional e Internacional de Mulheres na Roda de Samba - edição Belo Horizonte - que destaca a força e a presença das mulheres no samba. Estrutura do Projeto:Etapa de Formação: Entre setembro e novembro de 2025, serão realizadas seis oficinas gratuitas. Cada oficina terá duração de 12 horas e abordará temas essenciais para a carreira das sambistas: Gestão de CarreiraVisagismoPreparo VocalCavaquinhoViolão de 7 cordasComunicação As oficinas, com 15 vagas cada, serão realizadas no Centro Cultural Liberalino Alves de Oliveira - Mercado da Lagoinha, direcionadas a mulheres sambistas residentes em Belo Horizonte e arredores, com idades entre 18 e 60 anos. Ao final da formação, será oferecida uma MasterClass de 4 horas com uma artista de renome no samba nacional, consolidando os conhecimentos adquiridos. O evento principal acontecerá no dia 28 de novembro de 2025, o Mercado da Lagoinha será palco do 8º Encontro Nacional e Internacional de Mulheres na Roda de Samba. Este evento reunirá 15 sambistas e musicistas locais, selecionadas durante a formação, que se apresentarão ao lado de uma renomada cantora nacional. Com duração de 8 horas, a roda de samba começará às 15h e terminará às 22h, atraindo um público estimado de 2000 pessoas, com entrada gratuita. Transmissão ao Vivo às 17h: haverá uma transmissão ao vivo do evento, conectando simultaneamente as 34 cidades brasileiras participantes e os 9 países envolvidos. Este momento visa demonstrar a força e a expansão do movimento das mulheres na roda de samba, promovendo uma celebração global. A seleção das 15 mulheres sambistas será feita por curadoria, cujos recursos de contratação estao previstos neste projeto.
OBJETIVO GERAL:Realizar formação gratuita nos campos das artes e do empreendedorismo para 90 mulheres sambistas de Minas Gerais e realizar a 8ª edição do Encontro Nacional e Internacional de Mulheres na Roda de Samba - Edição: Belo Horizonte, para um público de 1200 pessoas OBJETIVOS ESPECÍFICOS: PRODUTO 1: FORMAÇÃO PARA MULHERES SAMBISTAS - Realizar 1 oficina de Gestão de Carreira - 12horas/aulas - Realizar 1 oficina de Visagismo - 12horas/aulas - Realizar 1 oficina de Preparo Vocal - 12horas/aulas - Realizar 1 oficina de Cavaquinho - 12horas/aulas - Realizar 1 oficina de Violão de 7 cordas - 12horas/aulas - Realizar 1 oficina de Comunicação - 12horas/aulas - Realizar 1 Master Class com profissional de renome no cenário do saba nacional - 4 horas PRODUTO 2: 8° ENCONTRO NACIONAL E INTERNACIONAL DE MULHERES NA RODA DE SAMBA - EDIÇÃO: BELO HORIZONTE - Realizar o "8° Encontro Nacional e Internacional de Mulheres na Roda de Samba - 2025 - edição: Belo Horizonte", integrando a programação nacional e internacional através da realização um evento de samba, com duração de 8 horas, em Belo Horizonte - MG. - Realizar shows com 15 mulheres sambistas locais - 30 minutos cada - Realizar participação especial de 1 artista convidada de renome nacional - 30 minutos PRODUTO 3: CONTRAPARTIDA - Realizar 1 roda de samba, em região periférica na cidade de Belo Horizonte
Embora o mercado musical do samba esteja crescendo para as mulheres, muitas artistas enfrentam dificuldades significativas para acessar oportunidades e avançar em suas carreiras. O espaço continua sendo predominantemente masculino e por isso, as artistas acabam abandonando suas carreiras para se sustentarem em outros mercados de trabalho. Essas dificuldades são frequentemente atribuídas à falta de recursos financeiros e ao machismo estrutural. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as mulheres negras representam aproximadamente 28% da população brasileira. No entanto, a participação dessas mulheres no samba, seja como autoras, intérpretes, musicistas ou produtoras, ainda é bastante inviabilizada. Mulheres como Tia Ciata, Dona Ivone Lara, Clementina de Jesus, Leci Brandão, Beth Carvalho e Alcione marcaram a história do samba e desempenharam papéis importantes na luta contra o racismo e o sexismo em um gênero historicamente dominado por homens, e que se tornou patrimônio imaterial da cultura nacional graças à força da ancestralidade negra no Brasil e obteve reconhecimento do dia 13 de abril como o Dia Nacional da Mulher Sambista, por intermédio da Lei nº 14.834. O samba faz parte da identidade brasileira e está enraizado nos terreiros de Candomblé e Umbanda, manifestações culturais que nas quais predominam a força das mulheres matriarcas. Impulsionar carreiras de mulheres negras no samba é, portanto, modo de dar continuidade a essa tradição, fortalecendo a identidade das matriarcas que sempre desempenharam um papel crucial dentro e fora destas comunidades. A importância de um projeto como este reside no fortalecimento da potência feminina, especialmente das mulheres negras dentro da cadeia produtiva da cultura. São mulheres, em sua maioria provedoras de suas famílias, responsáveis por educar e transmitir saberes e que precisam ter acesso a essas oportunidades que as impulsionam a ter a gestão de suas próprias carreiras e a empreender dentro da música. A Lei Federal de Incentivo à Cultura é uma das poucas formas de captar recursos para a realização deste projeto. O projeto atende aos seguintes incisos do Art 1 da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Justificativa: o projeto oferece formação artística gratuita e evento gratuito, com livre acesso. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Justificativa: o projeto fomenta as carreiras de mulheres sambistas de Minas Gerais que também trazem suas músicas autorais e ainda contrata mulheres para a produção, comunicação, prestação de contas e outros setores, locais. IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; e VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Justificativa: o projeto trabalha com a temática do samba em suas raízes ancestrais, este que se mistura com a história da formação da sociedade brasileira, patrimônio cultural do Brasil. VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; Justificativa: trata-se de um projeto que possibilita a realização da edição em Belo Horizonte, dentro de um rede internacional, portanto, ao integrarmos essa programação temos a oportunidade de mostrar nossos ativos culturais fora do Brasil. IX - priorizar o produto cultural originário do País. Justificativa: o Samba é considerado patrimônio brasileiro e o projeto está todo ligado às suas tradições. Quanto aos objetivos do artigo 3º da mesma Lei temos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Trata-se de um projeto que impacta significativamente no fomento da carreira das artistas e a isenção fiscal permitida pela Lei Federal de Incentivo à Cultura é uma das poucas formas de viabilizá-lo.
Este projeto está inscrito no edital da Vale por isso é importante a celeridade na avaliação. CONTRAPARTIDA: Como contrapartida social, o projeto irá realizar uma roda de samba de 4 horas, em região periférica na cidade de Belo Horizonte, com local e data a definir. A roda incluirá a participação das mulheres que realizaram as etapas de formação e contará com recursos de sonorização, praticáveis, sinalização, cujas despesas serão de resposabilidade da coordenação do projeto.
PRODUTO - FORMAÇÃO: OFICINAS: 1 - Voz e Tambor (preparação vocal e percussão). Ministrada pela artista Fabiana Cozza, tendo a duração de 12horas/ aula; 2- Cavaquinho. Duração de 12horas/aula; 3- Violão 7 cordas. Duração de 12horas/aula; 4- Visagismo. Duração de 12horas/aula; 5- Comunicação. Duração de 12horas/aula; 6- Gestão de Carreira. Duração de 12horas/aula. 1 Master Class. Duração de 4horas/aula. *Para cada formação será dispobilizado um kit contendo o material pedagógico com 1 apostila para cada temática. PRODUTO - RODA DE MULHERES SAMBISTAS: O evento consistirá em realizar uma roda de samba, com duração de 8 horas e composta por cerca de 15 artistas locais e 1 artista convidada de renome nacional.
Para assegurar que o projeto seja inclusivo e acessível a todas as participantes, será contratado um consultor especializado em acessibilidade. Este profissional orientará e garantirá que todas as atividades e materiais do projeto estejam em conformidade com as melhores práticas de inclusão. O consultor atuará junto à equipe do projeto desde a fase de planejamento até a execução e avaliação. Os locais onde ocorrerão as oficinas e o evento dispõem de rampas de acesso e banheiros adaptados para pessoas com mobilidade reduzida e cadeirantes. As oficinas e o evento contarão com tradução em LIBRAS As oficinas e o evento contarão com audiodescrição para as pessoas que solicitarem o serviço no ato da inscrição gratuita. Esse método se faz necessário para a correta mensuração de equipamentos e audiodescritoras. A consultoria de acessibilidade fará o acolhimento de pessoas com mobilidade reduzida e cadeirantes. Os registros audiovisuais publicados nas redes sociais serão acompanhados de legendas e textos simplificados, janela de LIBRAS, e hashtag #pracegoler, visando a acessibilidade para pessoas com deficiência visual.
Como propostas de democratização do projeto, todas as oficinas serão oferecidas de forma gratuita, o evento terá acesso gratuito, eliminando barreiras financeiras que possam impedir a participação de mulheres de baixa renda. Essa abordagem garante que todas as interessadas, independentemente de sua situação econômica, possam acessar e se beneficiar das atividades de formação. Adicionalmente, o projeto incentivará a inscrição de mulheres de diversas raças, idades, orientações sexuais e identidades de gênero, com um enfoque especial em mulheres negras e periféricas, que historicamente enfrentam marginalização no mercado musical. Esse esforço visa promover uma representatividade ampla e inclusiva, assegurando que todas as vozes sejam ouvidas e valorizadas. O evento será transmitido virtualmente pelas redes sociais do projeto. Por fim, todas as atividades serão registradas em formato audiovisual e fotográfico. Serão produzidos, para as redes sociais, materiais didáticos e tutoriais baseados nas oficinas, que serão disponibilizados gratuitamente. Esta iniciativa permitirá que o alcance do projeto se estenda para além das participantes diretas, beneficiando uma audiência mais ampla e proporcionando recursos educativos acessíveis a todos.
Coordenação geral: Cátia Amaral Mulher preta, de terreiro, diretora da Òrí Inventos, foi produtora cultural do Festival de Arte Negra de Belo Horizonte (2017 a 2023), Virada Cultural de Belo Horizonte (2019 a 2022), Festejo Tambor Mineiro (2018), Festival Toca Favela (2023), Festival Sarará (2018, 2019, 2023), Festival Internacional de Quadrinhos- BH (2020 e 2022), Festival Internacional de Teatro, Palco e Rua de BH (2018 a 2024), Festival Literário Internacional de BH (2021), Carnaval de BH (2020), Festival Sensacional (2018 a 2020), Palco Hip Hop (2018 e 2019). Coordenação de produção: Joyce Cordeiro Mulher preta, de terreiro, diretora da OBÁ Produções e Eventos, é produtora executiva da cantora Maria Bethânia, atuou também na produção do Festival de Arte Negra (2015, 2017, 2019, 2021), do Festival Internacional de Teatro (2016 - 2018), Festival Literário Internacional (2019), Virada Cultural de BH (2018 - 2019 - 2022), Carnaval de Rua de BH (2018 a 2023), Festival Sarará e Sensacional, Festival Planeta Brasil, Elas Festival, Mostra Cantautores. Realiza produção executiva local de artistas como Chico Buarque, Gal Costa, Maria Bethânia em BH e outras cidades como Salvador, Recife, Brasília, Porto Alegre, dentre outros. Coordenação pedagógica: Fran Januário Cantora e compositora, participou de grupos dedicados a Seresta,Choro,Samba e Bossa Nova. Estudou canto lírico no coral da Fundação Artística de Betim. Estudou técnica de canto Americana como o professor Youdi Cavila e Música Cubana como o Mestre Francisco Santiago Reither. Ingressou na Escola de Música da UEMG, integrou projetos importantes como a roda de choro “Coro Feminino”. Foi professora de canto popular e técnica vocal na Secretaria de Cultura e Turismo de Betim . Esteve em turnê por Lyon, Paris, Grenoble Chelles - França (2018), acompanhada pelo violonista Francês Matthieu Teteu e pelo baterista brasileiro Zaza Desiderio, cantando Samba e Bossa Nova. Oficineira de Gestão de Carreira: Carolina de Amar Santo Possui formação em Gestão Cultural (UNA), Marketing (Estácio), e cursos especializados em Music Business e gestão na indústria fonográfica. Atua com Gestão de Carreira, Direção de Turnês e Produção Artística em projetos como LAMPARINA, PAIGE, FENDA e Lagum. Foi curadora no WME e dirigiu festivais como Sarará e Jangalove. Tem experiência na representação artística de nomes como Criolo e Cone Crew. OFICINEIRA DE VISAGISMO: Leciane Julie Sales Veloso Possui formação em Visagismo Emocional - Claude Juillard 2017/2022, Visagismo Acadêmico: Robso Trindade 2019/2021, Morfologia: Tânia Trindade 2020, Análise cromática: Thaís Trindade 2020, participou dos workshops "Mapeando pessoas" - Carol Portilho 2019, "Eneagrama" - Instituto você 2019, PNL - Instituto você 2020, "Business" - John Miyata 2018, "Marketing digital" - Alan Domingues 2018, "Brand Experience" - Marcia Auriani 2021, "História do cinema" - Armando Filho 2019, "Psicologia em atendimento" - LucianaZanon 2019, realizou consultoria em gestão - Dani Venâncio 2022. OFICINEIRA DE COMUNICAÇÃO - AYALA MELGAÇO Ayala Melgaço é formada em Relações Públicas, fundadora da agência Mafalda Comunica, consultora, estrategista digital com foco em Cultura e atriz. Formou-se em Relações Públicas (PUC Minas) e tem pós-graduação em Produção em Mídias Digitais pela mesma universidade. Fundou a Mafalda Comunica, agência especializada em gestão de mídias sociais há 13 anos, e já trabalhou com mais de 120 clientes ao longo desses anos. Já desenvolveu planejamento estratégico de lançamentos musicais para diversos artistas e atuou na divulgação de mais de 40 espetáculos e projetos culturais. É co-autora do livro 'Xá Comigo', que conta histórias de empreendedoras mineiras que despontaram no mercado. Em 2023, recebeu o prêmio de Profissional RP do Ano, concedido pelo Conselho Regional de Relações Públicas- 3a Região. OFICINEIRA DE CAVAQUINHO - Maria Elisa Pompeu Maria Elisa Pompeu é cavaquinista, cantora e pesquisadora, com atuação no grupo Batuques da Dagmar. Participou da Virada Cultural de Belo Horizonte em 2024 com o show "Samba de Mulher" e realizou apresentações na Assembleia Legislativa de Minas Gerais através do projeto "Abre a Roda Mulheres no Choro" e do Projeto Zás. Além disso, integrou o projeto Filhas de Clara e, esteve no Dia Nacional do Samba, ao lado de artistas como Fabiana Cozza, Aninha Felipe, Viviane Santos, Diza Franco, Dona Eliza, Raquel Seneias e Dóris, dentre outra atuações. OFICINEIRA DE VIOLÃO DE 7 CORDAS - Júlia Nascimento Júlia Nascimento, natural de Franca (SP), iniciou seus estudos musicais aos seis anos, influenciada por sua família. Graduada em Licenciatura em Música pela UFOP, especializou-se em Música Popular na “BITUCA – Universidade de Música Popular” e no curso de Violão Brasileiro pela “Bituca - de Casa”. Em 2021, foi premiada no 1º Concurso “Sons da Cidade” na 3ª Mostra Internacional de Violão de Belo Horizonte. Atualmente, reside em Belo Horizonte, onde atua como instrumentista freelancer, diretora, produtora musical, arranjadora, compositora, intérprete e professora de violão. OFICINEIRA DE PREPARO VOCAL E MASTERCLASS: Fabiana Cozza Doutoranda em Música pelo Instituto de Artes da Unicamp. Mestra em Fonoaudiologia pela PUC SP e atualmente membro do Pantheatre de Paris, instituição de pesquisa em performance artística e interpretação. É também membro-conselheira do Instituto Lembá, instituição independente que se dedica a impulsionar a diversidade, pesquisa, educação e cultura. Graduou-se em Comunicação Social - Jornalismo PUC SP(2012). Estudou Canto Popular na Escola de Música de São Paulo e consciência corporal e do movimento com os profissionais JC Violla, Monica Monteiro, Ismael Toledo, Jorge Balbyns, Irineu Nogueira e na Escola do Movimento de Ivaldo Bertazzo. A carreira artística teve início em 1996 quando passou a estudar canto popular com Tuca Fernandes e posteriormente com Jane Duboc, Maúde Salazar, Consiglia Latorre, Vania Pajares, Sira Milani, Felipe Abreu. Trabalhou no teatro e em musicais sob a direção de Iacov Hillel, Naum Alves de Souza, José Celso Siqueira, Olívia Araújo, Elias Andreato e Gero Camilo. Desde 2014 é orientada pela professora de voz e interpretação Linda Wise, do Pantheatre de Paris e do Centre Artistique International Roy Hart, em Malegargues, sul da França. Há mais de 20 anos é orientada pela fonoaudióloga e profa. Dra. Marta Assumpção de Andrada e Silva. Seus trabalhos fonográficos são: O samba é meu dom (2003); Quando o céu clarear (CD e DVD 2007 e 2008); Fabiana Cozza (2011); Canto Sagrado (CD e DVD 2013); Partir (2015); Ay, Amor! (2017), Ay, Amor! (DVD gravado em Cuba, 2018), Dos Santos (2020) e Urucungo (2023). Venceu o Prêmio da Música Popular Brasileira 2013, na categoria "Melhor Cantora de Samba"; em 2018 recebeu o prêmio na categoria "Melhor Disco de Música Estrangeira" por "Ay, Amor!". Recebeu a medalha Theodosina Rosário Ribeiro da ALESP pelas mãos da deputada estadual Leci Brandão por sua atuação artística e defesa da cultura negra
PROJETO ARQUIVADO.