Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Projeto para publicação, impressão e lançamento do livro "São Thomé das Letras Apagadas", com circulação da exposição "Casa da CINEstesia" como evento de divulgação em Ouro Preto, Paraty e Salvador. O projeto resgata a historiografia de São Thomé das Letras, mundialmente conhecida por suas lendas, abordando as histórias de pessoas escravizadas no período colonial, suas contribuições e resistência. A exposição inclui documentos históricos inéditos, artefatos arqueológicos, fotografias e uma imersão sensorial. O livro reúne a pesquisa da exposição, com fotografias e QRCODES interativos com vídeos e outros conteúdos.
"São Thomé das Letras Apagadas. O Livro" foi escrito pela diretora do filme homônimo e traz à luz uma profunda pesquisa histórica que reaviva a história da escravidão na cidade de São Thomé das Letras. A obra é ricamente ilustrada e inclui conteúdos interativos por meio de QR codes, permitindo que os leitores explorem objetos arqueológicos e documentos antigos diretamente de seus dispositivos. Este livro oferece uma imersão única na história da cidade, e na constribuição das pessoas que foram escravizadas, conectando o passado ao presente de forma visual e interativa. A Casa da CINEstesia é um projeto de exposição que integra a sinestesia de objetos históricos e fotografias com a força do audiovisual. Nesta exposição, trazemos à tona as histórias esquecidas de São Thomé das Letras, muitas vezes ofuscadas pelo misticismo e pelas lendas de duendes e fadas. Através do resgate de histórias, objetos e cenários que marcaram as vidas de pessoas escravizadas neste território, a exposição destaca a importância de conhecer o passado para moldar o futuro. A Casa da CINEstesia convida os visitantes a refletirem sobre o legado ancestral que construímos para as futuras gerações. Classificação etária dos produtos apartir dos 10 anos.
Objetivo Geral O principal objetivo deste projeto é promover e democratizar o conhecimento histórico, resgatando e difundindo a memória de São Thomé das Letras. Através do olhar e do imaginário da comunidade local, especialmente dos afro-letrenses e remanescentes do período escravista, o projeto busca reconstituir as origens e a trajetória histórica da cidade. A circulação da exposição por territórios historicamente relacionados, como Ouro Preto, Salvador e Paraty, visa fortalecer a autoestima e o direito à memória da população negra, ao mesmo tempo em que proporciona uma reflexão sobre as continuidades e transformações das estruturas colonialistas no contexto sociocultural atual. Objetivos Específicos Impressão do Livro: Produzir 2.000 cópias do livro "São Thomé das Letras Apagadas".Distribuição para Escolas: Distribuir 30% das cópias impressas para instituições de ensino, contribuindo para a educação histórica.Circulação da Exposição: Levar a exposição para três cidades históricas: Ouro Preto, Salvador e Paraty.Alcance de Público: Considerando o alto fluxo de visitantes nas cidades escolhidas, especialmente Salvador, que recebe mais de 14.000 turistas por dia, estima-se um impacto significativo, incluindo a ampliação desse alcance através da difusão de conteúdo online.
A utilização da Lei de Incentivo à Cultura para este projeto se justifica pelo alinhamento direto com os incisos I, II, III, IV, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8.313/91, que visam: I: Facilitar o acesso universal às fontes culturais e garantir o pleno exercício dos direitos culturais.II: Promover a regionalização da produção cultural, valorizando recursos humanos e conteúdos locais.III: Apoiar, valorizar e difundir as manifestações culturais e seus criadores.IV: Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira.VIII: Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal.IX: Priorizar a valorização do patrimônio cultural nacional.O projeto também atende aos objetivos do Art. 3º da mesma lei, especialmente no que diz respeito ao fomento à produção cultural e à preservação do patrimônio histórico, mediante: O projeto "Casa da Cinestesia" é de extrema relevância para a preservação e difusão da memória histórica e cultural de São Thomé das Letras, um município reconhecido mundialmente por suas lendas e misticismo, mas cuja rica e complexa historiografia permanece, em grande parte, desconhecida. A iniciativa visa não apenas resgatar as narrativas históricas silenciadas, especialmente aquelas relacionadas às pessoas escravizadas no período colonial, mas também democratizar o acesso a esse conhecimento, possibilitando uma reinterpretação crítica da história local e nacional. A escolha das cidades de circulação _ Ouro Preto, Paraty e Salvador _ não é aleatória. Cada uma dessas cidades possui uma profunda conexão histórica e cultural com a temática abordada pelo projeto, o que potencializa o impacto e a relevância da exposição "Casa da Cinestesia" nesses territórios. Essas cidades, além de serem ícones do patrimônio cultural brasileiro, compartilham um legado histórico de resistência e contribuição afrodescendente, alinhando-se perfeitamente à proposta do projeto. A exposição utiliza uma abordagem inovadora ao combinar documentos históricos inéditos, artefatos arqueológicos e fotografias com uma experiência imersiva sensorial, que inclui aromas, sons e imagens. Essa metodologia permite que o público se conecte de maneira profunda e emocional com as histórias apresentadas, facilitando uma compreensão mais visceral e duradoura dos conteúdos. Além disso, o livro "São Thomé das Letras Apagadas" complementa a exposição, reunindo todo o arcabouço de pesquisa realizado, e utilizando tecnologias interativas, como QRCODES que direcionam para vídeos e outros conteúdos multimídia, o que amplia ainda mais o alcance e a acessibilidade do projeto. O projeto também tem um forte caráter educativo e de conscientização. Ao trazer à tona a contribuição e resistência das pessoas escravizadas, especialmente dos afro-letrenses, o projeto atua como uma ferramenta pedagógica contra o racismo e promove a valorização do protagonismo afro-brasileiro. Em consonância com a Lei 10.639/2003, que prevê o ensino de história e cultura africana e afro-brasileira nas escolas, a distribuição de parte dos livros para instituições de ensino reforça o compromisso do projeto com a educação e a formação de uma sociedade mais informada e consciente de sua história. "Casa da Cinestesia" não só contribui para a preservação do patrimônio imaterial de São Thomé das Letras e outras cidades históricas, mas também para a construção de uma narrativa inclusiva e pluralista sobre a história do Brasil. Ao reconhecer e valorizar as contribuições das populações afrodescendentes e indígenas, o projeto se coloca como uma peça fundamental na luta contra a perpetuação das desigualdades sociais e raciais, promovendo o reconhecimento de uma história compartilhada e a construção de um futuro mais justo e democrático. No caso do projeto "Casa da Cinestesia", a Lei de Incentivo à Cultura é crucial para assegurar a realização e circulação da exposição, bem como a publicação e distribuição do livro "São Thomé das Letras Apagadas". O apoio proporcionado pela lei permitirá que esse importante resgate histórico e cultural alcance não apenas a comunidade de São Thomé das Letras, mas também públicos de outras cidades com fortes vínculos históricos, como Ouro Preto, Paraty e Salvador. Além disso, o projeto aborda temas centrais para a construção de uma sociedade mais justa e inclusiva, ao dar visibilidade às contribuições das populações afrodescendentes e indígenas e questionar as permanências do colonialismo na sociedade contemporânea. A Lei de Incentivo à Cultura, ao apoiar esse tipo de iniciativa, cumpre seu papel de fomentar a produção cultural que valoriza a diversidade, promove a educação e preserva o patrimônio histórico, contribuindo para a formação de uma cidadania plena e para o fortalecimento da identidade cultural brasileira.
A "Casa da Cinestesia" é uma exposição histórica gratuita e acessível a todas as idades, com classificação indicativa livre. Destacando-se pela imersão sensorial, a exposição é projetada para ser plenamente acessível tanto física quanto socialmente, garantindo a inclusão de pessoas com deficiência e de diversos contextos sociais. Esta exposição apresenta uma narrativa única da história colonial do Brasil, centrada nas experiências e perspectivas de pessoas que foram escravizadas. Ao proporcionar ao visitante uma conexão profunda com seu patrimônio e memória, a exposição busca não apenas educar, mas também transformar. Como parte de sua missão educativa, o projeto incluirá visitas guiadas para escolas e instituições de ensino públicas nas cidades onde circulará, reforçando seu compromisso com a contrapartida social e a ação afirmativa. Ao proporcionar esse encontro direto com uma história muitas vezes marginalizada, a exposição contribui para a desconstrução de crenças errôneas, atuando como uma ferramenta poderosa no combate ao racismo e ao preconceito.
1. Exposição da "Casa da Cinestesia" Especificações: A exposição será dividida em cinco seções principais, organizadas de forma cronológica e temática. Cada seção incluirá textos explicativos, objetos arqueológicos, documentos e fotografias.A ordem da exposição segue a cronologia da história de São Thomé das Letras, começando com os primeiros registros históricos, passando pela era colonial e chegando até os dias atuais.Em cada cidade teremos um local diferente, onde vai acontecer a exposição e lançamento do livro, então o conteúdo será disposto da melhor forma em cada uma dessas locações que serão decididas na pré produção. Duração: Cada visitante poderá percorrer a exposição em aproximadamente 40 minutos.A exposição ficará disponível em cada cidade por um período de 30 dias. Material: Documentos históricos inéditos serão digitalizados e apresentados em formato de alta resolução para garantir a preservação dos originais.Os artefatos arqueológicos serão exibidos em vitrines de vidro temperado, com iluminação controlada para preservar a integridade dos objetos.Os painéis informativos serão produzidos em PVC expandido com impressão UV, garantindo durabilidade e qualidade visual.Projeto Pedagógico: A exposição inclui um programa educativo voltado para estudantes do ensino fundamental e médio. Este programa será composto por visitas guiadas com educadores especializados em história e arqueologia, oficinas de arqueologia experimental e atividades interativas utilizando tecnologias como realidade aumentada.Haverá também um material didático complementar, em formato digital, disponível para download por meio de QR Codes espalhados pela exposição, contendo vídeos educativos, entrevistas e atividades pedagógicas. 2. Livro "São Thomé das Letras Apagadas"Paginação:O livro terá um total de 160 páginas, divididas em 7 capítulos. Cada capítulo será dedicado a um período ou tema específico da história de São Thomé das Letras.O livro inclui páginas em papel couché dedicadas a fotografias, mapas e reproduções de documentos históricos e QR CODES interativos. Duração: Estima-se que a leitura completa do livro leve aproximadamente 12 horas, dependendo do ritmo de leitura do usuário.O livro será lançado simultaneamente ao início da exposição em cada cidade e estará disponível para venda durante todo o período de exposição.Material: O livro será impresso em papel offset 90g, com capa dura e laminação fosca.Além da versão impressa, o livro estará disponível em formato digital, incluindo conteúdos interativos acessíveis por QR Codes.Press Kit do Livro é outra opção do livro que pode ser adquirido e conta com um guia de leitura, e materiais que tornem a experiência de ler o livro sinestésica como um incenso de madeira natural da cidade de São Thomé, Chá da época, porta retrato de pedra, fotos inéditas dos lugares contados no livro. Projeto Pedagógico: O livro será distribuído gratuitamente para escolas e bibliotecas públicas. com um guia de leitura que estimula a reflexão para a análise crítica e a compreensão da história apresentada no livro.Haverá também um portal online onde professores e estudantes poderão acessar recursos adicionais, como vídeos das fazendas, entrevistas com historiadores e uma linha do tempo interativa.
O proponente assegura que todos os espaços utilizados para a execução do projeto estarão em conformidade com as normas de acessibilidade, privilegiando locais com rampas de acesso, banheiros adaptados, sinalização de emergência e alvarás dos bombeiros. Além disso, será garantida a acessibilidade de conteúdo por meio da legendagem dos vídeos da exposição e da produção de um audiobook do livro, ambos previstos no orçamento. A exposição será concebida como uma experiência sensorial imersiva, incorporando aromas, sons e imagens, garantindo acessibilidade física, auditiva e visual. Haverá banners com legendas descritivas dos itens expostos, e a produção estará atenta a outras necessidades que possam surgir durante a realização do projeto, comprometendo-se a manter e ampliar a acessibilidade conforme o planejamento e orçamento aprovados.
Como medida de democratização do acesso, a exposição será gratuita. Parte dos livros impressos será distribuída gratuitamente, em conformidade com a Lei 8313/91, para bibliotecas e secretarias de cultura, enquanto a outra parte será disponibilizada para venda a preços acessíveis. O conteúdo da exposição também será disponibilizado online por meio de um site.
Proponente: Fernanda Aparecida da Silva SantosAtividades: Elaboração e Gestão dos Recursos Financeiros Currículo: Formação Acadêmica: Licenciatura em História - Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), Divinópolis (2017)Curso de Manutenção de Micros - CNI Informática (2006)Pedagogia Vocal - Full Voice Estúdio (2021)Curso de Produção Cultural e Fomento para a Periferia - Palco Hip Hop (2022)Habilidades e Experiências: Educação: Professora de História, Sociologia e Canto: Com mais de dez anos de experiência na educação estadual de Minas Gerais, Fernanda desenvolveu e aplicou metodologias pedagógicas inovadoras focadas na construção e disseminação do conhecimento. Além disso, atua em espaços culturais, ministrando aulas de canto e conduzindo oficinas de arte-educação.Cultura: Produtora Cultural e Artista: Com ampla experiência na elaboração, execução e prestação de contas de projetos culturais, educacionais e sociais, Fernanda também é cantora e baixista, participando de projetos musicais que promovem a valorização da arte e da cultura. Seu trabalho inclui a descoberta e formação de novos talentos, além de iniciativas para ampliar o acesso à cultura em comunidades periféricas. Marcela Bossiger da Silva: Atividades: Autora do livro e da pesquisa que resultou na exposição/Produtora executiva do projeto. Fotógrafa desde 2015, ela possui vasta experiência em projetos audiovisuais, incluindo a produção de videoclipes para artistas renomados. Contribuiu para a formação de novos talentos ao ministrar oficinas de fotografia no projeto Culturando na Montanha com incentivo por leis de fomento à cultura. Como empreendedora e pioneira, ela fundou o primeiro estúdio de fotografia em São Thomé das Letras (2017) , estabelecendo um marco cultural significativo na cidade. Em 2023, dirigiu o curta-metragem "São Thomé das Letras Apagadas", uma produção realizada em colaboração com a Prefeitura Municipal. Diretora e produtora executiva do filme independente "D. Alvina" (2022), ela reforçou sua expertise em produções autônomas. Além disso, foi idealizadora, curadora e produtora executiva do evento "A Casa da Cinestesia" nas edições de 2022 e 2023, uma delas realizada na Igreja Matriz de São Thomé das Letras. Paulo Danilo Theodoro Domingos Editor de vídeos e criador de conteúdos para a exposição. Formação:* Curso Senac Produção de Vídeo - 2004* Cinema- Anhembi Morumbi - 2005 a 2007* Oficina de Cinema com Walter Web 2009 Roteirista, diretor e diretor de fotografia, especializado em clipes musicais e cinema.Possui em seu currículo trabalhos com grandes bandas brasileiras como Raimundos, Onze:20, Maneva, Restart, Projota, Pollo, entre outras, chegando ao número de mais de 200 clipes em 5 anos. Ganhou o VMB 2012 como hit do ano com o Clipe “Menina estranha" da banda Restart. Responsável pelos web hits, “Não trocaria um sorvete de flocos por você da banda Soulstripper” e “Vagalumes - Pollo”, clipe nacional mais assistido em 2013.Na publicidade ganhou um Cannes de bronze na categoria web em uma peça dirigida para DM9 e um Grand Prix na Argentina pelo mesmo trabalho. Dirigiu peças para Danoninho, Cia. Athletica, MTv Skol Sensation.No cinema trabalhou como câmera no longa espanhol "O dilema do prisioneiro" e como diretor de fotografia nos longas "A sintonia de um homem só", do premiado diretor Cristiano Burlan e em "Sophia" de Henrique Sattin e Rafael Santin.
PROJETO ARQUIVADO.