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Esta proposta tem como produto principal o fomento das atividades de pesquisa e prática da companhia de dança CorpoMudança e concepção de um espetáculo de dança com apresentações gratuitas em Fortaleza.
Temáticas artísticas abordas no espetáculo: O espetáculo de dança dirigido pelo talentoso artista neuro divergente, Alexandre Américo, visa promover uma manifestação honesta das vozes e corpos periféricos. Ancorado em experiências coletivas dos artistas e da comunidade, esta obra promove uma celebração intensa da diversidade, dando visibilidade para as principais questões ao redor do capacitismo e do racismo. A dramaturgia do espetáculo será desenvolvida pelos artistas durante o processo de pesquisa anual, com o objetivo de desvelar as complexidades sociais que permeiam a vida dos moradores da comunidade, proporcionando uma experiência de conexão genuína com o público através da dança. A produção busca não apenas entreter, mas também provocar reflexões profundas sobre questões cruciais que afligem as regiões impactadas pelo projeto. A energia da performance em dança, converte-se em uma poderosa mensagem de resistência, resiliência e empatia. Espera-se uma audiência engajada de mil pessoas, unidas pelo desejo de vivenciar uma obra que ecoa as vozes silenciadas e tece uma narrativa de esperança em meio às complexidades da vida periférica. Neste espetáculo, a dança transcende seu papel tradicional, tornando-se um veículo de expressão política e social. O palco transforma-se em um espaço de diálogo, onde corpos em movimento contam histórias de luta, superação e coletividade. Uma experiência única que, além de provocar a reflexão, traz a arte como força catalisadora para a mudança social.
Objetivo Geral Possibilitar que os artistas provenientes da periferia da capital cearense tenham meios contínuos de financiar suas pesquisas é uma missão central da companhia de dança Corpo Mudança, sediada na região do Bom Jardim, em Fortaleza, Ceará. Ao fomentar as atividades da Corpo Mudança, estamos oferecendo ao grupo o suporte necessário para aprofundar, difundir e apresentar os resultados de suas pesquisas por meio da criação de espetáculos artísticos de dança. Desta maneira, esta iniciativa colabora efetivamente com as políticas públicas nacionais voltadas ao acesso e o fomento à cultura, contemplando tais incisos do Art. 2o do Decreto 10.755, de 2021: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; Fundamentação: Promove a realização de ações artísticas que compõem a identidade cultural brasileira, colocando sob holofote a arte periférica, concebida por pessoas pretas, pardas, LGBTQIAP+ e neuro divergentes, uma vez que os representantes da equipe principal enquadram-se nestas categorias. II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; Fundamentação: Esta iniciativa possibilita que artistas de diversos grupos sociais possam ter acesso ao direito de se expressar através da arte, bem como encontrar nela uma forma de sustento digna; além de dar voz às pautas silenciadas da população preta, periférica, LGBT e com deficiência. VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; Fundamentação: Proposta prevê o subsídio das atividades da Cia de dança CorpoMudança, contando com consultoria especializada da artista Joselma Soar, uma bailarina cega da Cia Giradança, que garantirá a acessibilidade do espetáculo desde a sua criação; o projeto beneficiará diretamente 12 artistas para que encontrem na dança uma maneira de manter viva suas manifestações culturais e a proposta conta com 4 mostras de processo gratuitas e abertas à comunidade, ofertando tradução simultânea para LIBRAS em todos os encontros, garantindo também a acessibilidade para pessoas surdas moradoras da periferia e interessadas nas múltiplas manifestações artísticas VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural; Fundamentação: A Cia de dança CorpoMundança visa a profissionalização de seus bailarinos e oferece o subsídio necessário para o desenvolvimento de sua pesquisa e intercâmbio cultural. Objetivo Específicos A) Manutenção - Companhia de Dança: Subsidiar as atividades de aprimoramento técnico e teórico dos bailarinos e possibilitar um espaço de criação artística de qualidade da Cia CorpoMudança. Quantidade de bailarinos atendidos: 06 Equipe técnica: 06 Carga horária de trabalho total aproximada no período de 10 meses: 176 horas. Plano de trabalho e Histórico da CIA está anexado no arquivos INFORMAÇÕES ADICIONAIS B) Espetáculo de artes cênicas: Subsidiar as etapas de trabalho necessárias para se realizar um espetáculo de dança concebido, criado e executado por artistas periféricos, integrantes da Cia CorpoMudança, a ser exibido de maneira gratuita na cidade de Fortaleza, com consultoria de acessibilidade para pessoas cegas realizada por uma bailarina com deficiência visual; promovendo ações de contrapartida social através de ensaios abertos com tradução para LIBRAS, bem como disponibilizando tradução para LIBRAS em 25% das apresentações finais do espetáculo. Temáticas relacionadas para criação do espetáculo prevista: Anticapacitismo, antiracismo, enfase nas vozes periféricas e questões sociais que permeiam a vida dos moradores da comunidade. Classificação indicativa: à definir Quantidade de público prevista: 1.000
O CorpoMudança, é a companhia de dança profissional do Instituto Katiana Pena, que iniciou seus trabalhos artísticos em 2007 mediante um sonho de Katiana Pena de montar sua própria companhia com jovens do bairro do grande Bom jardim. O projeto começou no Centro Cultural Bom Jardim, onde Katiana Pena ensinou na primeira turma de balé da Instituição, e o grupo permaneceu com Katiana até sua saída do local e fundou o IKP. A partir do espetáculo " Camile e Claudel - 2015 " , os bailarinos veteranos também se tornaram produtores e coordenadores do "CorpoMudança" e do IKP , participando ativamente na elaboração dos processos coreográficos, junto à Diretora . Hoje a cia é referência em dança no grande Bom Jardim, região que apresenta alto índice de vulnerabilidade social, mantendo um exponencial crescimento no cenário da dança local , dentro do Estado do Ceará e que segue um trajeto amplo de atividades em reconhecimento nacional. A companhia ficou amplamente conhecida, ao ser convidada para se apresentar no palco do programa de TV "Caldeirão do Huck", em dezembro de 2018. O programa é exibido pela maior emissora de TV do Brasil, e a apresentação foi transmitida para todo o país, bem como para os mais de 130 países em que o canal é transmitido. O Instituto Katiana Pena, além de ofertar oficinas à comunidade, anualmente promove o festival CorpoPotência, que conta com o elenco da Cia CorpoMudança. Assim, atuando em um contexto social desafiador, a CIA CORPOMUDANÇA se destaca como um agente de transformação social através da dança. A companhia oferece ações e apresentações gratuitas para a comunidade, democratizando o acesso à cultura e promovendo a inclusão social. É inegável o impacto positivo que a companhia gera na comunidade, bem como a visibilidade que o projeto traz para as vozes periféricas, pretas e pardas, neuro divergentes e LGBTQIA. Diante dessas realizações, justifica-se o uso da Lei de Incentivo à Cultural, com o foco em estabelecer uma estrutura de financiamento que proporcione uma maior estabilidade para execução das atividades socioculturais praticadas pelo proponente, o qual age de forma eficaz para que bens culturais e a profissionalização de artistas brasileiros sejam viabilizados. Assim, esta empreitada cultural abrange significativamente tais incisos do Art. 1° do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac): I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Também atinge estes objetivos do Art. 3° da 8.313 de 23 de dezembro de 1991: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
> Deslocamentos previstos pela planilha orçamentária: a consultora de acessibilidade, Joselma Soar, da Cia Giradança, reside na cidade de Natal, no Rio Grande do Norte, e realizará duas viagens para a sede do INSTITUTO KATIANA PENA, para prestar consultoria de acessibilidade para pessoas com deficiência visual no espetáculo de dança da Cia CorpoMudança. Serão realizadas duas viagens, que consistirão em 4 passagens. Também estão previstos na planilha orçamentária os deslocamentos do diretor artístico e coreógrafo, Alexandre Américo, e do encenador Pedro Vitor, ambos residentes em Natal. O diretor artístico e coreógrafo viajará uma vez por mês, durante 10 meses, totalizando 20 passagens (contando ida e volta). Já o dramaturgo, viajará uma vez por mês durante 5 meses, totalizando 10 passagens (contando ida e volta). A soma das 20 passagens do diretor artístico, com 10 passagens do dramaturgo e 4 passagens da consultora de acessibilidade resultam em 34 passagens totais previstas pelo projeto. > Vale ressaltar que a ação continuada do trabalho do coreógrafo e diretor artístico dará-se por híbrida: de maneira remota e presencial, uma vez que ele reside em outro estado; assim como o dramaturgo, que também atuará de maneira híbrida em decorrência de seu local atual de moradia. > Plano de trabalho e Histórico da CIA está anexado no arquivos INFORMAÇÕES ADICIONAIS, assim como o currículo dos novos integrantes do corpo artístico da CIA e carta de anuência dos participantes do projeto.
Não se aplica.
Produto: Manuteção de companhia de dança Acessibilidade física: instalação e/ou manutenção de rampa, corrimão e banheiros adaptados no espaço em que acontecem os trabalhos da cia.Item da planilha orçamentária: Material de consumo Acessibilidade para deficientes visuais: Assessoria da Joselma Soar - bailarina da companhia GiraDança, Joselma é uma mulher cega que dança há décadas, desde que perdeu sua visão. Prestará consultoria de acessibilidade à pessoa com deficiência visual no presente projeto, garantindo que o espetáculo de dança seja uma obra plenamente acessível à pessoas cegas desde sua concepção. Item da planilha orçamentária: Consultores Acessibilidade para deficientes auditivos: ensaios da companhia abertos ao público durante o processo de criação, seguido de bate-papo. Os quatro ensaios-abertos contarão com tradução para LIBRAS Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: os profissionais responsáveis pela direção artística, coreografia e dramaturgia são pessoas diagnosticadas neuro divergentes e realizarão, desde o início do projeto, concepções estéticas e subjetivas para que o espetáculo, bem como suas ações, sejam acessíveis para pessoas neuro divergentes. Item da planilha orçamentária: direção artística, coreógrafo e dramaturgo Produto: Espetáculo de artes cênicas Acessibilidade física: realização do espetáculo em local que apresente rampa, corrimão e banheiros adaptados. Item da planilha orçamentária: Material de consumo Acessibilidade para deficientes visuais: Assessoria da Joselma Soar - bailarina da companhia GiraDança, Joselma é uma mulher cega que dança há décadas, desde que perdeu sua visão. Prestará consultoria de acessibilidade à pessoa com deficiência visual no presente projeto, garantindo que o espetáculo de dança seja uma obra plenamente acessível às pessoas cegas desde sua concepção. Item da planilha orçamentária: Consultores Acessibilidade para deficientes auditivos: além dos ensaios-abertos da cia, 25% das apresentações finais do espetáculo de dança também contarão com tradução para LIBRAS. Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: os profissionais responsáveis pela direção artística, coreografia e dramaturgia são pessoas diagnosticadas neuro divergentes e realizarão, desde o início do projeto, concepções estéticas e subjetivas para que o espetáculo, bem como suas ações, sejam acessíveis para pessoas neuro divergentes. Item da planilha orçamentária: direção artística, coreógrafo e dramaturgo
A) Manutenção - Companhia de Dança: Subsidiar as atividades de aprimoramento técnico e teórico dos bailarinos e possibilitar um espaço de criação artística de qualidade da Cia CorpoMudança. Fomentar e incentivar a criação artística periférica, preta e parda em sua maioria, nordestina e LGBTQIAP+. Quantidade de bailarinos atendidos: 06 Equipe técnica: 06 Carga horária de trabalho total aproximada no período de 10 meses: 176 horas. Plano de trabalho e Histórico da CIA está anexado no arquivos INFORMAÇÕES ADICIONAIS B) Concepção e criação de espetáculo de dança: subsidiar as etapas de trabalho necessárias para se realizar um espetáculo de dança concebido, criado e executado por artistas periféricos, integrantes da Cia CorpoMudança, a ser exibido de maneira gratuita na cidade de Fortaleza, com consultoria de acessibilidade para pessoas cegas realizada por uma bailarina com deficiência visual; promovendo ações de contrapartida social através de ensaios abertos com tradução para LIBRAS, bem como disponibilizando tradução para LIBRAS em 25% das apresentações finais do espetáculo. Quantidade estimada de trabalhadores da cultura diretamente beneficiados pelo projeto: 20 Quantidade estimada de trabalhadores da cultura indiretamente beneficiados pelo projeto: 30 Público estimado: 1.000 Classificação indicativa: à definir. Inciso/medida do art. 30 da IN nº 11/2024 adotada no projeto: III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas;
Diretora de produção - Katiana Penna Atividades: Supervisão e gestão integrada de todas as atividades e elementos envolvidos na iniciativa. Isso incluirá a coordenação eficiente entre os diferentes setores, como produção, marketing, finanças e logística, garantindo uma implementação coesa e bem-sucedida do projeto. Currículo resumido: Bailarina, coreógrafa e diretora geral do Instituto Katiana Pena. Iniciou a vida artística aos 7 anos, quando descobriu o ABC Circo Escola – Bom Jardim. Com três anos no circo, fez o teste de seleção da recém criada EDISCA. Na EDISCA ficou de 1992 à 2006, conheceu o Brasil inteiro com sua dança, bem como parte da Europa. Em 2007, trabalhou no Centro Cultural Bom Jardim, onde permaneceu até criar a sua própria Escola de Dança, que posteriormente tornou-se o Instituto Katiana Pena, equipamento sociocultural que atende a 840 crianças, adolescentes e jovens carentes do grande Bom Jardim. Diretor artístico e coreógrafo - Alexandre Américo Atividades: Conceber e desenvolver as coreografias, orientar e treinar os artistas do espetáculo, promovendo uma execução excepcional das performances. Realizar a seleção do repertório de movimentos, a criação de narrativas e a garantia de que a proposta artística esteja alinhada com os objetivos e critérios estabelecidos pelo projeto cultural. Currículo resumido: é um renomado artista e pesquisador em dança, cuja jornada acadêmica e artística o destacou como uma figura proeminente na cena da dança contemporânea. Graduado em Dança pela UFRN, ele prosseguiu seus estudos acadêmicos obtendo um mestrado em Artes pela mesma universidade. Sua pesquisa e prática artística se concentram na investigação da Arte Contemporânea, com especial ênfase em estruturas performativas, improvisação e os desdobramentos dramatúrgicos resultantes. Além de seu mestrado, Américo também demonstrou interesse em estudos avançados, como evidenciado por sua participação como aluno especial de Doutorado em Estudos da Mídia pela UFRN em 2021. Sua influência na cena da dança se estende além de suas pesquisas acadêmicas, pois ele também exerceu papéis de liderança artística. Ele foi o Diretor Artístico da renomada Cia Giradança de 2018 a 2023 e atualmente ocupa o mesmo cargo na Corpo Mudança em Fortaleza, CE. A conexão de Américo com a comunidade e sua busca por uma perspectiva inclusiva na dança são evidentes em seu interesse pela Cripstemologia (teoria aleijada). Ele colabora com artistas DEFs (com deficiência) da periferia de Natal, RN, explorando novas fronteiras na expressão artística e na inclusão. Sua trajetória na dança em Natal é marcada por sua participação em diversas companhias, incluindo o Parafolclórico da UFRN, Gaya Dança Contemporânea, Cia de Dança do Teatro Alberto Maranhão, Cruor Arte Contemporânea, Balé da Cidade de Natal, Cia Giradança e atualmente Corpo MuDança. No âmbito acadêmico, Américo realizou pesquisas notáveis, incluindo um projeto de Iniciação Científica sobre estudos expressivo-emocionais na Dança Pós-Moderna, pelo qual recebeu uma Menção Honrosa pela UFRN no XXIII Congresso de Iniciação Científica em 2012. Sua pesquisa também abrangeu processos colaborativos na Pós-modernidade, explorando as obras de Antonin Artaud, a artista plástica Frida Kahlo e o cineasta Pedro Almodóvar. Esses esforços demonstram o compromisso de Américo com a inovação e a pesquisa interdisciplinar dentro da dança contemporânea. Dramaturgo - Pedro Vitor Cunha de Queiroz Atividades: acompanhar os ensaios teórico-práticos da cia, traduzindo as experimentações em movimentos de dança. Promover o hibridismo entre corpo-palavra-poesia-política. Conceber texto dramatúrgico que guie os acontecimentos do espetáculo de dança. Currículo resumido: Artista multimídia e ativista cultural em Natal e região. Atualmente aluno em processo de conclusão da graduação em audiovisual pela UFRN. Trabalhou como ajudante de arte e cenotecnia em produções audiovisuais em Buenos Aires, capital da Argentina. Colabora conceitualmente com artistas/ambientes da dança, como Alexandre Américo, da Cia de Dança do Teatro Alberto Maranhão, Giradança e Mariana Pimentel. pensa cultura a partir de coletividades dissidentes em ocupações culturais e territoriais em espaços urbanos marginalizados, além de ser suporte em várias batalhas políticas por Direitos Humanos no Brasil, Argentina e Chile. Identifica-se como pessoa autista e com déficit de atenção, em processo diagnóstico, e endossa as fileiras anticapacitistas na arte, tendo concebido recentemente Muximba, uma obra de dança destinada à crianças neurodivergentes. Encenador - Wellington Gadelha Atividades: supervisionar a integração de elementos cênicos, como cenografia, iluminação, figurinos e música, para garantir que todos trabalhem em harmonia com a visão artística do espetáculo, além de coordenar os bastidores para garantir o melhor desempenho do espetáculo. Currículo resumido: O encenador Wellington Gadelha é um profissional multidisciplinar que explora as relações contemporâneas por meio da composição, improvisação, dramaturgia e atua em diversos campos artísticos, como performance, vídeo-dança, instalações e processos imersivos em arte-tecnologia e arte sonora. Além disso, ele integra coletivos que trabalham com ênfase nos direitos humanos, periferia e juventude negra. Destacando alguns marcos de sua carreira recente, em 2021, Wellington Gadelha realizou o vídeo documentário "À Disposição do Assombro", exibido no Panorama Raft. Em 2020, participou do Festival Transborda em Almada, Portugal, com a obra "Assombro", além de integrar a Mostra Fricções no Sesc Pinheiros em 2022. No campo da performance e cênico, Gadelha possui uma série de trabalhos, como "Procuro por nós na tempestade", "Gente de lá" (2018), "v.N.i" (2018), e "Devoração: como permanecer fortes?" (2016), este último com a Cia. da Arte Andanças. Em termos de reconhecimento, Gadelha foi indicado ao Prêmio Pipa em 2020 e premiado no Rumos Itaú Cultural 2017-2018, bem como no Prêmio Funarte Artes Visuais - Periferias e Interiores. Além disso, participou do Atos de Fala (AdF. 19) em 2019 e recebeu o apoio do Ministério da Cultura em parceria com a Fundação Biblioteca Nacional (FBN) como pesquisador. No âmbito educacional, coordenou o Programa de Residências e Intercâmbios no Centro Cultural Porto Dragão em 2021, além de organizar Estudos para uma Devoração e o I Seminário Estéticas e Sombras: experimentações Pós-Butoh no Ceará. O trabalho de Wellington Gadelha continua evoluindo, e ele atualmente integra o VeiculoSUR junto à PLUSplattform, desenvolvendo trabalhos e pesquisas na Plataforma Afrontamento.
PROJETO ARQUIVADO.