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O projeto visa produzir o musical Rocky Horror Show com apresentaçõesno sul do Brasil, incluindo oficinas de teatro musical em escolas públicas de Joinville. A iniciativa prioriza a inclusão de artistas negros, pardos, indígenas, e a promoção de atividades artísticas. Com seis apresentações previstas, busca-se fomentar a cultura negra e LGBTQIAPN+
The Rocky Horror Show é um musical de comédia e horror criado por Richard O'Brien em 1975. A história começa quando Brad e Janet, um casal de noivos conservadores, têm um problema com o carro durante uma tempestade e acabam buscando ajuda em um misterioso castelo. Lá, são recebidos por um grupo de personagens excêntricos liderados pelo Dr. Frank-N-Furter, um cientista alienígena de um planeta distante. Ele está prestes a revelar sua maior criação: Rocky, um ser humano artificial criado para ser o homem perfeito. A peça é uma celebração irreverente da liberdade sexual e da quebra de normas sociais, com toques de ficção científica e humor kitsch. Durante a noite, Brad e Janet são expostos a situações inesperadas e provocativas, sendo gradualmente transformados pelas experiências que vivem nesse ambiente caótico e sedutor. Com uma trilha sonora vibrante e números musicais icônicos como "Time Warp" e "Sweet Transvestite," The Rocky Horror Show conquistou status de cult ao desafiar convenções e explorar temas de identidade, desejo e transgressão de uma forma divertida e libertadora.A classificação indicativa do espetáculo será de 18 anos.
Objetivo geralRealizar apresentações do Rocky Horror Show nas cidades de Florianópolis, Joinville e Curitiba. Oferecer oficinas gratuitas de teatro musical para estudantes de escolas públicas em Joinville. Objetivos específicos Realizar seis apresentações do Rocky Horror Show nas cidades de Florianópolis, Joinville e Curitiba. Oferecer 2 oficinas gratuitas de teatro musical para estudantes de escolas públicas em Joinville, capacitando pelo menos 120 alunos. Divulgar o projeto através de campanhas digitais e parcerias com instituições locais, alcançando no mínimo 5000 pessoas nas redes sociais. Publicar um edital de chamamento para audições para artistas negros, pardos ou indígenas para participarem do musical. Contratar 10 artistas via edital de chamamento para audições.
O espetáculo Rocky Horror Show é um musical e ícone da cultura alternativa desde seu lançamento em 1975, tendo sido remontado diversas vezes ao redor do mundo. Em Joinville, uma adaptação deste espetáculo foi produzida em 2016, sem nenhum aporte financeiro, e atraiu um público de mais de 500 pessoas. Em 2018, a peça retornou ao palco, desta vez com incentivo municipal através da Lei do Sistema de Desenvolvimento Cultural (SIMDEC), permitindo a realização de cinco apresentações bem-sucedidas com um orçamento de apenas R$5.000,00, e alcançando aproximadamente 600 espectadores. Ambas as montagens mobilizaram a comunidade local, gerando uma demanda significativa por novos eventos desse tipo. No entanto, a produção de um espetáculo completo enfrenta constantes desafios de financiamento, dificultando a realização de novas apresentações, apesar do grande interesse popular. Nossa nova proposta de montagem da peça teatral se baseia em dois pilares principais. O primeiro é a descentralização do mercado de teatro no Brasil, atualmente concentrado em São Paulo. O segundo pilar é a diversificação e valorização de artistas locais negros, pardos, indígenas e da comunidade LGBTQIAPN+. A produção do espetáculo se encaixa no artigo 3º, inciso II; letra C, onde se lê: "fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; " A centralização dos maiores espetáculos em São Paulo dificulta o acesso do público de outros estados, tanto pelos altos custos dos ingressos quanto pela distância. O artigo 1º da Lei que estabelece o Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC) cita, em seus incisos I e II, os seguintes objetivos: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. De acordo com esses princípios, nossa produção visa facilitar o acesso à cultura e formar novos profissionais na área do teatro musical fora do eixo São Paulo-Rio de Janeiro. Nosso projeto alcança esse objetivo ao promover montagens profissionais em Joinville (SC) e possibilitar uma turnê pelas cidades de Joinville, Florianópolis, e Curitiba (PR). Ao fomentar o mercado de teatro musical nessas cidades, pretendemos atrair talentos da dança, música e teatro que já veem Joinville como uma cidade de oportunidades artísticas, especialmente por ser sede do Festival de Dança de Joinville. Assim, ampliamos as oportunidades fora do eixo São Paulo-Rio e incentivamos o estudo dessa arte tão rica e complexa. A segundo pilar que levantamos é a valorização de artistas negros, pardos, indígenas e da comunidade LGBTQIAP+. Um problema recorrente nas grandes produções de teatro musical no Brasil é a ausência desses artistas, a menos que o tema seja especificamente voltado para questões raciais ou culturais afrodescendentes. Nossa reflexão foi: por que esses artistas não podem ocupar papeis em comédias, dramas, ou peças infantis, independentemente do tema? Por isso, esta produção tem como missão priorizar a inclusão de artistas negros, pardos e indígenas em todas as frentes, desde o elenco no palco até as equipes de produção, coordenação artística e direção. Embora não estejamos excluindo pessoas que não se identifiquem com essas comunidades, estamos ativamente incentivando a participação e protagonismo desses grupos. Caso necessário para preencher o elenco, teremos audições abertas a todas as etnias. Além disso, o Rocky Horror Show é uma obra que explora questões LGBTQIAP+, e buscamos garantir que esses personagens sejam interpretados por pessoas que compartilhem dessa vivência, respeitando a autenticidade da narrativa. Duas iniciativas foram adotadas para formação de profissionais. Uma delas foi a criação de uma parceria com a Faculdade de Design da Universidade da Região de Joinville. Estabelecemos uma colaboração com o curso de Design de Moda, na qual os estudantes irão explorar a estética Glam Rock e Punk do Rocky Horror Show para criar os figurinos utilizados nas apresentações como parte da grade curricular do curso. Essa parceria não só oferece aos alunos a oportunidade de vivenciar um ambiente profissional, desenvolvendo habilidades práticas na criação de figurinos, como também aproxima a comunidade acadêmica da cena cultural da cidade. Conforme o acordo firmado, os alunos participantes também receberão horas complementares e certificados, que poderão ser utilizados em sua formação acadêmica. A segunda iniciativa será 2 oficinas de teatro musical em escolas estaduais de Joinville em regiões periféricas para estudantes do ensino médio. O objetivo é passar por 2 escolas e atingir aproximadamente 120 estudantes. A ideia de atingir bairros periféricos é também a descentralização da cultura na cidade de Joinville.
Todos os deslocamentos selecionados na aba de "Local de realização" se referem a:- Transporte do diretor da peça de São Paulo, SP a Joinville, SC. Esses deslocamentos são referentes à presença do diretor em 18 ensaios dos 36 totais. - O deslocamento para Florianópolis, SC é referente ao transporte de toda a equipe para a apresentação na cidade.- O deslocamento para Curitiba, PR é referente ao transporte de toda a equipe para a apresentação na cidade.
Nome do espetáculo: Rocky Horror Show Duração aproximada: 100 minutos Roteiro: 42 páginas Quantidade de músicas: 20 Oficinas: 2 Duração das oficinas: 7h30min cada
Para garantir que o Rocky Horror Show seja acessível a todos os públicos, todas as apresentações serão realizadas em teatros que atendem aos requisitos de acessibilidade para pessoas com deficiência física. Esses teatros estão equipados com facilitadores de locomoção, incluindo rampas e assentos adaptados, para proporcionar uma experiência confortável e segura para todos os espectadores. Além disso, teremos intérpretes de Libras presentes em todas as sessões, assegurando que a comunicação seja inclusiva para o público surdo e com deficiência auditiva. Essas medidas são parte do nosso compromisso em promover um ambiente cultural acessível e acolhedor para todos, sem exceções.Todas as comunicações feitas pelas redes sociais e publicações digitais terão descrição para pessoas com deficiência visual ou de baixa visão.
De acordo com as diretrizes do PRONAC, 10% dos ingressos serão oferecidos gratuitamente. Além disso, durante o evento Salada Cultural, organizado por Hessex Cognaco, renomado produtor cultural de Joinville, realizaremos um ensaio aberto. O Salada Cultural, que acontece desde 2022, é um evento consolidado que reúne artistas de diversas áreas. Em 2024, o evento contou com a participação de dezenas de artistas visuais, artesãos e músicos. Para o próximo evento, o proponente planeja incluir atrações teatrais. Em nossas discussões com Hessex, decidimos incorporar ensaios abertos e uma apresentação gratuita ao evento. Anexo a esta proposta, envio uma carta de anuência assinada por Hessex Cognaco, confirmando nossa parceria.
Nome: Luiz Barbosa Função: Coordenador artístico Currículo: Multi artista, estuda e trabalha com teatro musical desde 2016 e morador de Joinville desde 2016. Trabalhou em peças locais como: Uma noite na Broadway, Glee: uma nova geração 1 e 2, Rocky Horror Show 2016 e 2018, Num mundo novo somos todos iguais e Grease. Também tem experiência em música, tendo feito seu primeiro show solo em 2023, no momento está no processo de idealização do primeiro EP. Nome: Clarice Acordi Função: Roteirista Currículo: Uma mulher negra sendo resistência no sul, desde 1982. A literatura, escrita e pintura são retalhos conectados a quem sou. Sou poetisa e a escrita é uma estratégia diária de sobrevivência, que impacta a minha vida e as demais pelo caminho. Também sou batuqueira no Movimento Baque Mulher Joinville. Criação, mediação e organização do Grupo de Leitura Sankofa Criação, produção e curadoria do Projeto Retratos Sankofa. Formada nos seguintes cursos: Criação de Roteiro (2023) Formação “Educação Antirracista e Antissexista” Centro de Formação de Mulheres Negras Maria Firmina dos Reis (2023) Iniciação ao Teatro (em andamento - 2024) Laboratório de Escrita Dramatúrgica (em andamento - 2024) Formação em Patrimônio Cultural Negro (em andamento - 2024). Nome: Willian Sancar Função: Diretor Geral Currículo: Willian Sancar é formado em arte-educação com especialização em artes cênicas na FAINC, formado em Arte Dramática pelo Senac, e formado em regência de Canto Coral pela UEL. Atua no mercado do teatro e teatro musical brasileiro e tem em sua trajetória diversos espetáculos, entre eles PetShop o musicão, vivendo o personagem Caláf. Em A pequena Sereia, protagonizou ao lado de Tiago Abravanel, o personagem Sebastião. Em Madagascar, uma aventura musical viveu o personagem Marty, a Zebra (em 2022) e o Capitão dos Pinguins em (2019). Integrou ainda os elencos de “Frozen, in concert”; “Os dez mandamentos”, “Alô Dolly”, “Cinderella”; “Palavra Cantada, o musical Sem Pé nem Cabeça”. Como professor trabalha no colégio Ábaco como diretor musical e preparador vocal dos espetáculos Fest’Abaco desde 2009. Dirigindo as montagens: Grease, A pequena Sereia, Alladin, Misterioz, Sally Collins, Frozen entre outros. E em 2023 a Bela e a Fera. No Colegio Stagio trabalhou como professor de Canto Coral e Teatro de 2003 a 2022. Onde dirigiu os espetáculos : Na Corda Bamba, Os Sete Suspeitos, Era uma Vez entre outros. No estúdio Broadway, ao lado de Fernanda Chamma, trabalha como professor de canto com técnica belting para teatro musical, e dirigiu musicalmente as montagens de João e Maria, Marias do Brasil, a Megera Domada entre outros. Como dublador destaca-se nesse campo a série Crazy Ex-girlfriend, onde dublou diversos números musicais, e o aclamado desenho infantil Thomás e seus amigos, como cantor também. Nome: Mariá Mond Função: Diretora musical Currículo: Natural de Joinville SC, 23 anos, cantora e compositora desde os 13, teve seu contato muito cedo com a música em casa, pois seu pai era DJ em festas populares. Iniciou na vida artística aos 14 anos através do grupo de Rap S.K.I onde integrava e permaneceu até 2017 onde decidiu dedicar-se aos seus trabalhos solo. Utiliza-se em seu repertório principalmente das estéticas do Jazz, blues, R&b, Rap, Pop e MPB Em 2019 decidiu aprofundar seus estudos em teoria e técnica vocal na escola de música Villa Lobos de modo a conectar os saberes empíricos com o estudo acadêmico musical. Em 2019 lançou o álbum "Oito" de modo independente, disponível em todas as plataformas digitais. Atualmente dedica-se a sua carreira musical e como educadora musical com ênfase em canto popular. Nome: José Henrique Wiemes Função: Produtor executivo Currículo: Nascido e residente em Joinville-SC, 25 anos, Bacharel em Cinema e Audiovisual, formado em 2020. Produtor executivo, diretor de produção, diretor e roteirista. Minha verdadeira paixão reside em compartilhar histórias e observar o público apreciando o resultado do nosso trabalho, interpretando histórias de maneiras diversas e, acima de tudo, estabelecendo conexões significativas por meio de nossas criações é o que me move. Participei de diversos curtas-metragens filmados em Joinville nos últimos anos como: “Passagem de Volta”, “Fim de Tarde” e “No reflexo do meu nome”. Ocupei a função de diretor e roteirista no curta documentário “Tempo”, depois trabalhei nos projetos autorais “Vazio” e em 2023 no projeto “Os comedores de batata”. Também já organizou mostras e festivais online durante a pandemia do COVID-19. Já tive 18 projetos aprovados na Lei Aldir Blanc, Simdec fomento e mecenato, Programa de Incentivo à cultura - SC (PIC) e Prêmio Catarinense de Cinema. Nome: Scheila Alexsandra Função: Diretora de produção Currículo: Scheila Alexsandra é bacharel em Cinema e Audiovisual, carreira profissional centrada na área da comunicação com experiência em regime CLT destacando administração, vendas, treinamento de capacitação e atendimento ao público. Como pessoa jurídica atua em projetos de produção audiovisual e cultural, gestão de equipe, captação de recursos, gerenciamento de projetos, produção executiva, oficinas de Cinema, apresentações musicais e aula de música. Recentemente trabalhou como Coordenadora de Logística no Festival de Dança de Joinville e ministra aulas de música no Instituto Dona Anna em Joinville para crianças com deficiência em vulnerabilidade social. Possui projetos de filmes de curta metragem, como Diretora de produção, dos quais receberam prêmios nacional e internacional em festivais de cinema além de um deles ser destaque nacional no Sesc Mostra de Cinema 2023. Nome: Gabriel Barros Função: Líder de banda Currículo: Gabriel Barros é licenciado em Música pelo Centro Universitário Uninter e tem um Curso Técnico em Bateria pelo Belas Artes de Joinville. Ele cursa atualmente o Programa Sopro Novo pela Yamaha e o Programa RockSchool, com certificação internacional em bateria. Gabriel é professor de bateria desde 2018 e atua como produtor musical e músico multi-instrumentista. Ele é baterista na Orquestra de Espetáculos de Joinville e na Jambo Jazz Band, e participa de diversas oficinas e cursos relacionados à música. Nome: Luan Baeta Função: Diretor de arte Currículo: Nascido e criado em Joinville/SC, tive experiências em agências de publicidade e alguns setores de marketing. Assim, pela diversidade de clientes que atendi, meu trabalho andou tanto no mercado B2B como B2C. Tenho experiência em resolver problemas com criatividade e excelência. Nome: Ira Dorsey Função: Coreógrafa Currículo: Iniciou seu estudo na Escola Bolshoi no Brasil (2011-2017). Logo foi convidado para participar da AMA Cia. de Dança de Amarildo Cassiano(2017-2018), na cidade de Joinville. Suas pesquisa foi ramificando as dança vernaculares Afro-Estadunidenses, participando e criando alguns repertótios para festivais com grupos acadêmicos e escolares (2018-2019). Em 2021, Ira se tornou Mother da CASA INDICO, house pioneira da cena Ballrrom no extremo norte de Santa Catarina. Atualmente está trabalhando na Curitiba Cia. de Dança. Nome: Danny Wilson Borges Função: Gerente de marketing Currículo: Tem mais de sete anos de experiência em publicidade, marketing digital e eventos, atuando tanto no planejamento quanto no processo de execução de campanhas de marketing. É formado em Publicidade e Propaganda (UNIVALI), com pós-graduação em Gestão Empresarial pela FGV e atuou tanto em departamento de marketing quanto em agências de publicidade, liderando campanhas para clientes no segmentos de varejo, comex, imobiliário, entre outros.
PROJETO ARQUIVADO.