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"Ação Artística de Recuperação do RS" é um projeto de arte urbana que visa realizar pinturas e grafitagens de 1000m² de paredes e muros em comunidades atingidas pelas enchentes, 300 cartilhas gratuitas e 6 oficinas como contrapartida. As ações ocorrerão nos bairros mais afetados de quatro cidades do Rio Grande do Sul reunindo diversos artistas, entre eles 20 grafiteiras que transformarão os espaços atingidos pela água e lama em verdadeiras galerias a céu aberto.
EXPOSIÇÃO/EVENTO DE ARTE Nas 4 edições dos eventos “Ação Artística de Recuperação do RS”, 20 grafiteiras abordarão o tema “Crise Ambiental e Sustentabilidade” em paredes pintadas ao vivo, cada uma trazendo sua identidade visual, técnicas e conceitos subjetivos. Entre as artistas visuais, encontram-se estudos profundos de personagens, letras, paletas de cores e realismo. Enquanto elas pintam murais enormes, ocorrerá também a Batalha das Monstras direcionada à mulheres e pessoas LGBTQIAP+ com as modalidades de Conhecimento e Sangue, aberto à comunidade participar, convidados a estimularem a criatividade e o desenvolvimento cognitivo. No set, DJ Elle P exalta a cultura negra, brasileira e LGBTQ+, trazendo o futuro, a ancestralidade e o pertencimento para o território da pista, com foco em vozes femininas e periféricas. Fazendo jus ao alter ego de Miss Versátil, em seus sets mistura sonoridades afrodiaspóricas/urbanas/eletrônicas como: Amapiano, Afrobeats, Afro House, Chill Baile, Dnb, Garage, House, Pagode, Pagodão Baiano, Funk e Rap. CLASSIFICAÇÃO LIVRE. CARTILHA Na cartilha artística-educativa “Arte e crise climática: Futuros Possíveis” o pensante e artista visual Jukka, reflete como a arte interage com a pauta das mudanças climáticas e qual é seu papel para melhores futuros possíveis. Com diversas ilustrações de um mundo fictício, mas não tão fictício assim, entre suas reflexões o artista referencia outros artistas que já pensaram tão bem essa temática com propostas sustentáveis, como o projeto Pimpy My Carroça. CLASSIFICAÇÃO LIVRE. CONTRAPARTIDA OFICINAS E FORMAÇÕES DE GRAFFITI Nas formações visitaremos a história do grafitti e contextualização do movimento, conheceremos artistas referências no Brasil e América Latina, estilos, técnicas e materiais usados. No formato presencial, vamos desenvolver um mural coletivo com todos os integrantes da oficina. Já no formato virtual, cada participante desenvolverá uma pintura em suporte a gosto (papel, tela, parede, etc). OFICINEIRAS: VERTE E SANDY KYOKO COORDENADOR PEDAGÓGICO: JOÃO DUDA ALBUQUERQUE SUMÕES CARGA HORÁRIA: 4H/AULA CLASSIFICAÇÃO LIVRE
Objetivo Geral: O objetivo do projeto é promover eventos de grafitti para a revitalização material e estética de comunidades atingidas pelas enchentes, contribuindo para a recuperação cultural e a valorização do trabalho de grafiteiras da região. Objetivos Específicos: - Realizar quatro edições do evento "Ação Artística de Recuperação do RS", uma por mês ao longo de quatro meses, com entrada gratuita e capacidade total para 4.000 pessoas. - Revitalizar 1000m² de paredes e muros em comunidades afetadas pelas enchentes em quatro cidades. - Contribuir para a retomada cultural e o fortalecimento do trabalho de 20 artistas grafiteiras. - Oferecer formações em graffiti para mulheres e dissidências, totalizando oito aulas de 4h/a, com até 1000 participantes. - Produzir e distribuir 300 cartilhas ilustradas sobre crise climática e racismo ambiental, direcionadas a crianças e adultos como material pedagógico.
A maior catástrofe climática da história do Rio Grande do Sul, ocorrida em maio de 2024, afetou 2 milhões de pessoas e deixou bairros inteiros deteriorados, marcados pela lama e pelo abandono. Diante dessa tragédia, o projeto "Ação Artística de Recuperação do RS" propõe revitalizar esses espaços por meio de eventos de grafitti e cultura hip hop, criando galerias a céu aberto e recuperando 1000m² de muros e paredes nas áreas mais afetadas. O grafitti, uma poderosa ferramenta de transformação urbana, é capaz de resgatar a vitalidade de bairros que, hoje, estão marcados pela destruição. Em zonas periféricas ainda não reconstruídas, a arte pode trazer cor, vida e esperança, revitalizando comunidades que foram praticamente apagadas pela força das águas. Com esse intuito artístico e social, o projeto dá continuidade ao "Ação Hip Hop das Gurias", selecionado em 2023 no Edital de Eventos Descentralizados de Porto Alegre, que teve como foco descentralizar a arte e dar protagonismo às mulheres artistas. Nessa segunda edição, através da Lei de Incentivo à Cultura, o projeto pretende ampliar o alcance de suas atividades junto à comunidade. As atividades incluem pinturas de murais autorais, apresentações artísticas de hip hop, DJ’s e batalhas de rima, abordando a temática "Crise Ambiental e Sustentabilidade". Além disso, será distribuída a cartilha "Arte e Crise Climática: Futuros Possíveis", refletindo sobre o papel da arte frente às questões climáticas, alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. O grafitti, originado como forma de expressão dos jovens das periferias, continua a influenciar o pensamento crítico de crianças e jovens em vulnerabilidade social identificados com a linguagem periférica que esse elemento artístico ainda carrega. Levar os eventos a essas comunidades não só desperta o interesse pela arte, mas também fortalece o senso de pertencimento e promove a conscientização climática. O projeto tem como público-alvo frequentadores de eventos artísticos, moradores dos bairros atingidos pelas enchentes e alunos da rede estadual de ensino. Os bairros selecionados para receber os eventos são: Hidráulica, em Lajeado; Industrial, em Montenegro; Mathias Velho, em Canoas; e Sarandi, em Porto Alegre, todos duramente afetados pelas enchentes. "Ação Artística de Recuperação do RS" se enquadra no Artigo 1º da Lei 8313/91:Inciso I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Também no Inciso II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais.E ainda, o hip hop como manifestação cultural, encaixa-se especialmente nos seguintes:Inciso III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;Inciso IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;Inciso V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira.O projeto também tem como objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. A proponente, grafiteira e produtora cultural com 10 anos de atuação, já realizou projetos semelhantes em bairros descentralizados, promovendo a revitalização e proteção dessa forma de expressão cultural. Com mérito artístico, técnico e social, o projeto desponta como uma experiência transformadora para as comunidades impactadas pelas enchentes, além de trazer as artistas mais conhecidas da região que, há anos, pesquisam e fazem grafite.
MATERIAIS PREVISTOS PARA OS EVENTOS/EXPOSIÇÃO DE ARTE: 400 tintas spray (cores diversas) 10 galões de tinta 18L (branco) 10 latas de tinta 3,2L (colorida) 200 corantes 4 escadas 3 microfones 1 caixa de som 80 pincéis e rolos de pintura Eventos de 8 horas de duração para público geral - livre para acesso a qualquer faixa etária. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA CARTILHA "Arte e Crise Climática: Futuros Possíveis”: Formato fechado (altura x largura): 10,5cm x 14,8cm. Número de páginas: 08 Número de cores: 4/4, no padrão de cores CMYK Papel: Couche 120g Contém ilustrações, texto e marcas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DAS FORMAÇÕES: Tema: Graffiti como linguagem artística 1. Movimento Hip Hop e surgimento do Graffiti; 2. Graffiti no Brasil e na América Latina e movimentos relacionados; 3. Artistas referências no continente e no RS, seus estilos e técnicas; 4. Materiais e técnicas utilizadas; 5. Proposta de pintura como trabalho final. Metodologia: Exposição de lâminas expositivas, com vídeos e fotografias; Debates e experimentação com materiais artísticos como canetão, tinta acrílica e tinta spray. Carga horária: 4h/aula, totalizando 24h.
ACESSIBILIDADE FÍSICA: Rampa removível e adesivo do símbolo internacional de acesso, garantindo espaço exclusivo para cadeirantes. ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL: Intérprete de LIBRAS e legendas na oficina virtual e no registro audiovisual do projeto. ACESSIBILIDADE ATITUDINAL: O projeto conta com 1 capacitação e orientação de Acessibilidade Física e Comunicacional para toda a equipe que trabalhará na produção do evento, a fim de evitar atitudes capacitistas; também conta com a contratação de 1 auxiliar para receber e acompanhar pessoas com deficiência durante os eventos. INCLUSÃO PROFISSIONAL: Contratação de pessoa com deficiência para os seguintes serviços: Graftiti; Capacitação da equipe e intérprete de LIBRAS.
As medidas de democratização de acesso do projeto são: - Realizar eventos exclusivamente gratuitos, garantindo que todos possam participar independentemente de condições financeiras; - Promover os eventos em áreas periféricas afetadas pelas enchentes, ampliando o acesso à cultura para comunidades que geralmente não têm oportunidades de frequentar espaços como museus e galerias; - Oferecer transporte gratuito para quatro escolas, facilitando a participação de estudantes nos eventos. - Distribuir gratuitamente 300 exemplares da cartilha “Arte e Crise Climática: Futuros Possíveis” para ampliar a conscientização sobre questões ambientais; - Disponibilizar formações sobre Graffiti gratuitas com 50% das vagas para alunos de escolas públicas; - Disponibilizar na internet registros audiovisuais do evento e uma formação sobre Grafitti, ambos com recursos de acessibilidade para garantir que o conteúdo seja acessível a todos.
Francine Diemer, CNPJ 39301878000100, nome social VERTE, é proponente, responsável pela coordenação do projeto, contratações, supervisão de pagamentos e coordenação da elaboração de prestação de contas. Verte também é artista e grafiteira dentro do projeto. Grafiteira e Produtora Cultural, em 2021 teve sua produtora aprovada no 1ª ciclo Capital Semente do Potência Feminina/Instituto RME patrocinado pela Google e, hoje, é produtora e grafiteira no Coletivo de Graffiti Rolezada das Gurias e produtora na Kasa Ocupa Cultural Jiboia. Já participou nos cronogramas de eventos como Virada Sustentável, MorroStock, Persépolis Escola Livre e Noite dos Museus. Com produção cultural também foi selecionada nos editais FAC Digital, Aldir Blanc, Funcultura de Novo Hamburgo, Ação Audiovisual (Fundacine), Eventos Descentralizados e premiada na Aldir Blanc e Lei Paulo Gustavo. Formada em Artes Visuais pela Universidade Feevale, é ilustradora há dez anos e, desde 2020, grafiteira presente na cena do Hip Hop do RS. Organiza grafitagens coletivas independentes, é integrante do grupo de graffiti feminino VGP e Coletivo de Grafitti Rolazada das Gurias. Entre os murais que realizou, destaca-se a fachada do Centro Jacobina - São Leopoldo, La Otra Esquina (Intercâmbio Cultural URUGUAI), Mostra Leste em Cena 360º, ABEFI e Cuirmessi POA. SANDY KYOKO - PRODUTORA EXECUTIVA, GRAFITEIRA E ARTE-EDUCADORA Kyoko é grafiteira e ativista da cultura Hip Hop, produz e fomenta eventos de grafitagem, festas da cultura Hip Hop e encontros de mulheres artistas do Hip Hop. Fundadora do Coletivo de Graffiti Rolezada das Gurias e integrante do coletivo de Grafite “VGP” e produtora executiva do projeto “Ação Hip Hop das Gurias”, contemplado pelo FUMPROARTE. BRUNA MARCON BORGES - CAPACITADORA DE ACESSIBILIDADE, INTÉRPRETE DE LIBRAS E GRAFITEIRA Artista PCD, é grafiteira, desenhista e tatuadora. É integrante do Coletivo de Graffiti Rolezada das Gurias e faz parte do movimento Hip hop desde 2018, atuando como artista e arte-educadora. Graduada em Letras pela Universidade Pitágoras Unopar, também é Tradutora/Intérprete de LIBRAS nível intermediário formada pela Universidade de Caxias do Sul/RS. MARCINHA DARK - GRAFITEIRA Artista desde 2018, ilustradora e grafiteira, atua na cena da arte urbana gaúcha desde 2021 e é integrante do Coletivo de Graffiti Rolezada das Gurias. Participou de projetos importantes como NESTsupport: Sala Hip Hop, Meenting off Feitoria, Festival Agenda Urbana: Graffiti Delas, Origraffes - ES, Ateliê Vivências Urbanas - RS, 1° Festival Elas na Rua, Pimp My Carroça, Quebrada Virou Postal, Museu mais cores: Museu do Hip Hop RS, Viva Elizabeth. ANA SCARCELI - GRAFITEIRA Há 11 anos na cena do graffiti e muralismo. Fez parte como grafiteira dos seguintes projetos: Projeto Selva, Mural do Túnel da Conceição, Mural da Praça do Aeromóvel, Colorindo Cohab, Cohab é só Rap, Meeting of Favela RJ, Pimpy Carroça, Revitalização do Viaduto Dom Pedro I, Muros da Quebrada de Caxias do Sul, Arte Salva, Museu Mais Cores do Museu do Hip Hip de POA e Revitalização do Viaduto Teresópolis. ARIEL LEXISTÃO - GRAFITEIRA Conhecida como Sol, Ariel é artista, militante do movimento Hip Hop, defensora dos direitos humanos e ativista em lutas sociais das mulheres, juventudes, minorias e movimento Negro. Grafiteira e dançarina de Breaking, desenvolve seu trabalho em várias cidades do RS os temas de suas criações são sociais e lúdicos, temáticas que desenvolve junto a sua militância. ELLE P - DJ DJ, cantora e compositora. Integrante do Coletivo Turmalina. Com foco em vozes femininas e periféricas, já se apresentou em grandes e diversos lugares, como o Palco Bronx do Festival Rap In Cena 2023, Virada Sustentável de Poa, lançamento do festival Avante, Museu Da Cultura Hip Hop RS, Programa HipHop TVE, Boom Rap, Coletivo Plano, Savage, Savannah, Gama (URG), Baile Das Minas (PEL). BATALHA DAS MONSTRAS - BATALHA DE RAP O coletivo Batalha das Monstras é o coletivo que produz uma batalha de rima direcionada à mulheres e pessoas LGBTQIAP+. Desde 2017, habita as ruas de Porto Alegre com rimas, tendo iniciado com a modalidade Freestyle e Conhecimento, e nos últimos anos seguindo com as modalidades de Conhecimento e Sangue. A Batalha já está na sua 57ª edição. JUKKA - ILUSTRADOR Ilustrador, artesão, serigrafista e aprendiz de xilogravura. Artivista independente transmasculino originário, atuando no mundo da arte há 8 anos, tento participado de feiras, festivais, projetos e eventos culturais, como: Festival Transmaculines Rexistem em São Paulo, Atividade Consciência Negra: T-dor (A dor transgênera) com conscientização ao HIV/AIDS no Rio de Janeiro, Festival Internacional de Cinema Anarquista em Porto Alegre/Brasília, entre outros. JOÃO DUDA DE ALBUQUERQUE SIMÕES - COORDENADOR PEDAGÓGICO Pessoa trans, professor e artista. Tem formação acadêmica em Pedagogia e qualificações em Disciplina Positiva, Educador Assistente e Gestão Escolar. RUDÁ ALMEIDA - GESTOR DE REDES SOCIAIS E DESIGNER Transmasculino não-binarie, negro indígena retomando. Artista independente, estudo de forma autonoma linguagens literárias e visuais para compor trabalhos com fanzine, colagem e fotografia. Fundador e diretor da Anarkobafo 2.0, editora independente de fanzines e materiais gráficos. Também pesquisa linguagens de corpo como performance,cultura ballroom, voguing e praticas ancestrais. MARIERI GAZEN / RS-092765/O - CONTADORA Marieri tem Bacharelado em Ciências Contábeis pela FADERGS, Pós-graduação com foco em Cálculos Periciais Trabalhistas e noções de Perícia Cível e Previdenciária pela IMED Porto Alegre e Pós Graduação em Gestão de Perícias Judiciais - 3ª ed. Perícia Trabalhista, Cível e Previdenciária pela IMED Porto Alegre.
PROJETO ARQUIVADO.