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PRONAC 248225Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

MOSTRA INTERCULTURAL DE MODA INDÍGENA, SEGUNDA EDIÇÃO ESPECIAL POCKET 2025

REBECA DE OLIVEIRA FERREIRA
Solicitado
R$ 249,9 mil
Aprovado
R$ 253,6 mil
Captado
R$ 250,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

98.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Artesanato tradicional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Indígenas
Ano
24

Localização e período

UF principal
AM
Município
Manaus
Início
2025-01-06
Término
2026-05-29

Resumo

O projeto MI MODA INDÍGENA apresenta a segunda edição pocket da "Mostra Intercultural de Moda Indígena", com o tema "Experiência Amazônica: Clãs Indígenas", através de cursos de moda e desfile indígena, que se configura no aprofundamento da pluralidade étnica dos povos originários que constroem suas histórias através dos diálogos dicotómicos entre a Ancestralidade/Tradições Indígenas e a Moda Contemporânea.

Sinopse

SINOPSE DA MOSTRA INTERCULTURAL DE MODA INDÍGENA, SEGUNDA EDIÇÃO POCKET 2025: A empresa Seanny Artes Produções e a marca MI MODA INDÍGENA apresentam o pocket da segunda edição da Mostra Intercultural de Moda Indígena, com o tema "Experiência Amazônica: Clãs Indígenas". O primeiro projeto de Moda Indígena do Brasil a apresentar uma pluralidade étnica de indígenas da Amazônia Legal na categoria de Estilistas, focando na formação profissional e difusão da cultura étnica dos povos originários. A segunda edição do pocket será apresentada no Amazonas e no Pará, sendo apresentado o aprofundamento étnico dos clãs indígenas transfigurados na Moda Contemporânea, no qual podemos transpassar a cultura e as tradições dos povos originários nesta edição. A classificação é livre para todos os públicos e pode ser apreciada presencialmente nos locais de evento ou através de transmissões online pelas plataformas oficiais da MI MODA INDÍGENA.

Objetivos

O projeto visa o movimento da economia criativa das comunidades indígenas através dos programas de ensino de moda. As Mostras são resultado dos processos educativos no qual encontra-se um intercâmbio entre as tradições orais dos indígenas e os padrões de ensino tradicionais acadêmicos sendo a Moda uma ferramenta de conexão entre os indígenas e não-indígenas. O segmento de Moda Indígena é algo novo no ramo de Moda e Vestuários. A proporção do projeto e marca causou um impacto na sociedade econômica manauara, possibilitando processos criativos de desenvolvimento na moda e abrindo espaços para artistas indígenas se desenvolverem em espaços culturais. Objetivos Específicos: 1. Desenvolvimento dos programas de ensino de Moda Indígena dentro das comunidades indígenas urbanas da cidade de Manaus (AM) e Também de contextos aldeados Coari (AM) e Santarém (PA): Ensino de Croqui de Moda, Modelagem, Corte e Costura, Empreendedorismo da Moda Indígena e História da Arte e Moda Contemporânea; sendo aulas ministradas por profissionais da área; 2. Desfiles de Moda Indígena (Manaus): A Mostra Intercultural de Moda Indígena é o resultado de todos os processos de ensino e produção de Moda, sendo apresentado a diversidade étnica e tradições dos povos originários da Amazônia; 3. Ateliês e assinaturas de Produção de Moda: A autonomia do artista indígena para criações autorais de peças de vestuário a fins de exposição ou vendas.

Justificativa

A MI MODA INDÍGENA surgiu no coração da Amazônia, com o intuito de levar através do ensino o diálogo entre culturas dentro da proposta da Moda Contemporânea. Desenvolver a dicotomia entre Ancestralidade (na oralidade dos povos originários) e Moda (conceito ocidental) possibilitou que o Programa de Ensino de Moda Indígena dentro das comunidades pudessem tornar dialéticos as formas de aprendizagem, no qual tanto os instrutores de moda quando os indígenas pudessem aprender e ensinar. Dentro desse formato, entendemos que democratizar espaços na Moda para os indígenas se configura em poder transmitir suas particularidades étnicas e tradições por meio da ressignificação étnica através dos vestuários. Dessa forma, os indígenas conseguem transpassar seus perspectivismos étnicos e sua visão de mundo através da Moda e criar uma relação de verossimilhança com o mundo contemporâneo. Esse processo de ensino foi inspirado nos programas trainers da Coreia do Sul que possibilitaram transmitir a sua essência cultural e étnica por meio da indústria de entretenimento mantendo suas raízes e tradições culturais. A segunda edição da MI MODA INDÍGENA e o tema que compõe esse processo de continuidade foi-se formada por meios de pesquisa sobre cultura étnica e especificidade de tradições indígenas, por isso na segunda edição iremos abordar o tema "Experiência Amazônia", no objetivo de aproximar através da verossimilhança da cultura contemporânea e das artes visuais as tradições e grafismos indígenas compartilhando histórias com um público não-indígena e podendo apresentar a diversidade dos povos indígenas do Norte. Nesta edição, a temática será "Experiência Amazônica: Clãs Indígenas" que se configura no aprofundamento da pluraridade étnica dos povos originários que constroem suas histórias através dos diálogos dicotómicos entre a Ancestralidade/Tradições Indígenas e a Moda Contemporânea. Clãs Indígenas é o aprofundamento da pluralidade ancestral existente dentro das etnias indígenas. Como exemplo, o povo Munduruku. Existem quatro clãs do povo. O clã da Formiga Dourada é uma junção com o povo Mura, localizado na região do Alto Tapajós. Já o clã Munduruku da Cara Preta vive na região do Médio Tapajós. O clã da Formiga Preta vive no Baixo Tapajós e migrou para a região do rio Madeira no Amazonas. O clã da Formiga Vermelha vive do centroeste do Brasil, na região do Mato Grosso. Essa configuração profunda sobre o que são os povos originários e seu papel social dentro da Amazônia Legal será apresentado por meio dos vestuários, pensados em StreetWear (indígenas de periferia e urbanos em verossimilhança com a periferia negra), Alfaiataria (o luxo amazônico por meio de vestuários feitos artesanalmente pelos estilitas indigenas) e o intercâmbio de ensino cultural (as universidades europeias em diálogo com indígenas de comunidade). Portante conforme o Art. 1º da Lei 8313/91, o projeto: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País e conforme o artigo Art. 3° da Lei 8313/91 referente aos objetivos que serão alcançadas com o projeto: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: b) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;

Estratégia de execução

Os recursos serão destinados a: 1. Pagamento de cachês dos profissionais e artistas; 2. Pagamentos de materiais que serão utilizados no curso em: Coari, Santarém e Manaus; 3. Aluguel de materiais que serão utilizados na produção do evento em: Coari, Santarém e Manaus; 4. Traslados, alimentação e hospedagem em Coari e Santarém da equipe técnica do curso; 5. Pagamento do marketing e imprensa; 6. Pagamento de profissionais do jurídico e contábil; 7. Pagamento de impostos.

Especificação técnica

CIRCUITO DE CURSOS DE MODA INDÍGENA, NAS CIDADES: SANTARÉM (fevereiro até março/2025), MANAUS (março até junho/2025) e COARI (junho até julho/2025): Total de beneficiários do curso = 36 alunos (12 em cada localidade) Santarém: Curso para 12 alunos a) Passagens Terrestres + Hospedagens + Alimentação (Manaus/Santarém/Manaus): 4 pessoas, sendo: Instrutora de Curso de Moda, Auxiliar de Produção de Moda, Auxiliar Administrativo e Fotógrafo; b) Materiais do Curso para 12 alunos; c) Curso de Croqui de Moda (prático) incluso o material pedagógico de desenho; d) Curso de Modelagem Básica (prático) incluso o material de moldes e réguas; e) Curso de Corte e Costura (prático) incluso o material básico de corte e costura, incluso os tecidos de algodão cru. As máquinas serão apenas de uso durante o curso, não ficarão permanentes no local de ensino. f) Oficina (um dia) sobre História da Arte e Moda Contemporânea (teórico); g) Oficina (um dia) sobre Empreendedorismo da Moda Indígena (teórico); h) Oficina (um dia) sobre Pintura Artística de Grafismos em Tecidos (prático). Manaus: Curso para 12 alunos a) Materiais do Curso completo; b) Curso de Croqui de Moda (teórico e prático) incluso o material pedagógico de desenho; c) Curso de Modelagem Básica (teórico e prático) incluso o material de moldes e réguas; d) Curso de Corte e Costura (teórico e prático) incluso o material básico de corte e costura, incluso os tecidos de algodão cru. As máquinas serão apenas de uso durante o curso, não ficarão permanentes no local de ensino. e) Curso sobre História da Arte e Moda Contemporânea (teórico); f) Curso sobre Empreendedorismo da Moda Indígena (teórico); g) Curso de Pintura Artística de Grafismos em Tecidos (prático); h) Curso de Tingimento Natural em Tecidos (prático). Coari: Curso para 12 alunos a) Passagens Terrestres + Hospedagens + Alimentação (Manaus/Coari/Manaus): 4 pessoas, sendo: Instrutora de Curso de Moda, Auxiliar de Produção de Moda e Auxiliar Administrativo e Fotógrafo; b) Materiais do Curso para 12 alunos; c) Curso de Croqui de Moda (prático) incluso o material pedagógico de desenho; d) Curso de Modelagem Básica (prático) incluso o material de moldes e réguas; e) Curso de Corte e Costura (prático) incluso o material básico de corte e costura, incluso os tecidos de algodão cru. As máquinas serão apenas de uso durante o curso, não ficarão permanentes no local de ensino. f) Oficina (um dia) sobre História da Arte e Moda Contemporânea (teórico); g) Oficina (um dia) sobre Empreendedorismo da Moda Indígena (teórico); h) Oficina (um dia) sobre Pintura Artística de Grafismos em Tecidos (prático). CIRCUITO DE EVENTOS DE MODA INDÍGENA, NA CIDADE: SANTARÉM (março/2025), MANAUS (julho/2025) e COARI (julho/2025): Previsão de atingir 350 pessoas nos eventos = alunos + comunidade e familiares (sendo 200 em Manaus, 50 em Coari e 100 em Santarém). 1. Apresentação Única em cada cidade: Entrada Gratuita; 2. Programação: Grupo Musical Indígena (Santarém e Coari), Concerto Musical Amazônico (Manaus), Desfile de Moda e Cerimônia de Entrega de Certificados: a) Músicos Indígenas em Coari e Santarém; b) Concerto Musical em Manaus; c) Desfile de Moda Indígena como resultado da produção do curso; d) Cerimônia de Entrega de Certificados dos alunos indígenas que participaram do curso; 3. Medidas de acessibilidade como Audiodescrição, Pisos tátil e Intérprete de Libras. * OBS: O evento principal será realizado apenas em Manaus, com um desfile de moda e concerto musical, além da entrega dos certificados de conclusão de curso. Em Coari e em Santarém, haverá um pequeno evento de encerramento de curso, com entrega do certificado de conclusão de curso. ** OBS: Em Manaus o evento será realizado no Teatro Amazônas ou no Teatro Solimões - Sede da Secretaria de Cultura (a confirmar).

Acessibilidade

Garantindo as medidas de acessibilidade, nosso projeto irá contratar duas pessoas com deficiência para trabalhar no projeto, sendo 1 com deficiência física (artesã - ajudará na confecção de biojoias) e 1 com deficiência visual (Artesã - responsável pelo auxílio no ensino da pintura artistica). Dentro da proposta apresentada pela "MOSTRA INTERCULTURAL DE MODA INDÍGENA, SEGUNDA EDIÇÃO ESPECIAL POCKET 2025", incluimos a acessibilidade pensando em PCDs, que fazem parte do Programa de Ensino da MI MODA INDÍGENA: PRODUTO: CURSO/ OFICINA/ CAPACITAÇÃO (Manaus, Coari e Santarém) Os cursos serão executados em locais que já possuem acessibilidade arquitetônica.: Coari e Manaus - SEBRAE / Santarém - CITA Para atender aos alunos com deficiência, o curso prevê a contratação dos seguintes profissionais no orçamento: Na linha orçamentária "Assistente" (1 interprete de libras, 1 monitor para pessoas com outros tipos de deficiência que não sejam física, auditiva ou visual) Na linha orçamentária"Tradutor" (Serviço de audiodescrição) ACESSIBILIDADE FÍSICA: Rampas de acesso para cadeirantes, rotas acessíveis com espaço de manubra para cadeira de rodas, elevadores adequados para PCDs (SEBRAE, no CITA não será necessário elevadores, pois possui andar único), banheiros adaptados para PCDs, vagas de estacionamento para PCDs. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Piso tátil, audiodescrição previsto no orçamento. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras previsto no orçamento. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Monitores especializados para inclusão dessas pessoas no curso, previsto no orçamento. PRODUTO: Desfile de Carnaval ou Festivos (Manaus) Para atender as pessoas com deficiência, o desfile prevê a contratação dos seguintes profissionais no orçamento: Na linha orçamentária "assistente de produção" (1 monitor para pessoas com outros tipos de deficiência que não sejam física, auditiva ou visual) Na linha orçamentária "intérprete de libra" (1 intérprete de libra, 1 serviço de audiodescrição). O desfile será executado no Teatro Amazônas ou no Teatro Solimões, onde já existem medidas de acessibilidade arquitetônica. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Rampas de acesso para cadeirantes, rotas acessíveis com espaço de manubra para cadeira de rodas, elevadores adequados para PCDs (SEBRAE, no CITA não será necessário elevadores, pois possui andar único), banheiros adaptados para PCDs, vagas de estacionamento para PCDs. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Piso tátil, audiodescrição previsto no orçamento. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras previsto no orçamento. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Monitores especializados para inclusão dessas pessoas, previsto no orçamento.

Democratização do acesso

Democratização de Acesso na cidade de Manaus: 1. O evento será gratuito aberto a todos os públicos em horário vespertino com medidas de acessibilidade; 2. O evento terá transmissão online em plataformas online e redes sociais; 3. Captação de imagens vinculado a imprensa brasileira pública.

Ficha técnica

PARA O CURSO DE MODA E DESFILE: 1. Rebeca de Oliveira Ferreira (Direção Geral e Administrativa): Natural de Manaus-Amazonas/Brasil e de origem indígena do povo Munduruku da Aldeia Terra Preta no Lago Grande da Vila Franca, localizado no Pará no rio Tapajós. Empresária, Atriz, Cantora, Cosplayer e Pesquisadora. Cursou Letras – Língua e Literatura Portuguesa na Universidade Federal do Amazonas (não concluído). Cursando Bacharelado em Teatro na Universidade do Estado do Amazonas. Cursando Designer de Moda na Faculdade Anhanguera. Foi bolsista/pesquisadora pelo CNPq do núcleo de pesquisa NEPPD (2012-2013) e voluntária no CEFORT/FACED (2013-2014). Foi bolsista pela FAPEAM do PIBIC (2013-2014). Foi bolsista FAPEAM do Madrigal Amazonas da UEA e atualmente é bolsista do grupo de extensão Coral da UEA. Em 2020, participou do PAIC/FAPEAM com o projeto “INTERCULTURALIDADE EM CENA” e foi renovado em 2021-2022. Em 2021, criou juntamente com a estilista Seanny Artes o projeto MOSTRA INTERCULTURAL DE MODA INDÍGENA. Atualmente é administradora da empresa Seanny Artes Produções e presidente da marca/projeto MI MODA INDÍGENA; 2. Seanne Cunha de Oliveira (Instrutora Geral do Curso de Moda): Natural de Manaus-Amazonas/Brasil e indígena do povo Munduruku da Aldeia Terra Preta no Lago Grande da Vila Franca, localizado no Pará no rio Tapajós. Formação em técnicas das artes plásticas e visuais, com o professor e artista plástico Anísio Mello no Liceu de Arte Esther Mello. Participou de várias exposições coletivas entre 1991 a 2000. Desde 2005, trabalhou em galpões de figurinos e cenários na Secretaria de Cultura do Estado do Amazonas. Formada em Licenciatura em Artes Visuais pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM). E Pós-Graduação em Magistério do Ensino Superior. Em 2017, criou o grupo artístico Seanny Artes Produções e desenvolveu oficinas e processos laboratoriais com cenografias e figurinos até 2020. Em 2021, oficializou a Seanny Artes Produções como empresa e criou a loja/ateliê. Em 2021, criou o projeto MI MODA INDÍGENA – Mostra Intercultural de Moda Indígena, um projeto colaborativo com foco em ensino de produção de moda nas comunidades indígenas da cidade de Manaus; 3. Sandra de Oliveira Cunha (Auxiliar de Produção de Moda com foco em Santarém): Cacique indígena do povo Munduruku na Aldeia Terra Preta no Pará. Cursando Designer de Moda. Cake Designer, Artesã de Biojoias, Modelo e Estilista da MI MODA INDÍGENA; 4. Elisângela Maria de Oliveira (Auxiliar de Produção de Moda com foco em Coari): Natural do Amazonas, é indígena do povo Apurinã e vive na Comunidade Parque das Tribos. Estilista e Artesã da MI MODA INDÍGENA; 5. Elianne Arcos (Auxiliar de Produção de Moda com foco em Manaus): Artesã ribeirinha e pessoa com deficiência; 6. Suzete Mourão (Auxiliar de Produção de Moda): Auxiliar de Moda, sendo Pessoa com Deficiência; 7. Waldirene Marques (Instrutora de Modelagem e Costura): Professora de Moda e Styling de Modelos e Misses; 8. Jully Farias: (Assistente de Marketing): Trabalha com Marketing de Empresas e Styling de Moda. PARA O EVENTO - DESFILE DE MODA: 1. Manoel Passos (Músico e Produtor de Eventos): Membro da Academia Amazonense de Música e Produtor de Eventos da cidade de Manaus; 2. Heron Santos (Músico Indígena): Maestro do Grupo Indígena Myrá Yiá; 3. Fabiano Cardoso (Maestro Amazônico): Maestro do Coral da UEA; 4. Natalia Sakouro (Maestrina): Maestrina do Madrigal do Amazonas; 5. Cristóvão Nonato (Jornalista): Assessoria de Imprensa no Amazonas.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

Locais de realização (3)
Coari AmazonasManaus AmazonasSantarém Pará