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Realização da 4ª Edição do Festival Internacional de Mulheres no Cinema, com a exibição de 32 obras audiovisuais entre longas, médias e curtas-metragens durante 7 dias em sala de cinema na cidade de São Paulo e online, visando identificar, promover e premiar obras nacionais e internacionais criadas, dirigidas, produzidas e protagonizadas por mulheres cis e transgênero, de todas as etnias, territórios e idades. Serão 2 mostras competitivas brasil, mostra internacional, mostra São Paulo e programas especiais apresentando obras históricas e contemporâneas sempre mirando a equidade de gênero e o combate à subrepresentatividade de mulheres no audiovisual brasileiro e mundial. O Festival ainda conta com debates e encontros formativos online voltados ao público em geral.
Painéis formativos online: Realização de atividades formativas onde mulheres de destaque em áreas técnicas, artísticas e de pesquisa cinematográfica compartilham seus conhecimentos por meio de palestras, abrindo espaço para rodas de conversa e troca de experiências. Serão 7 atividades gratuitas com inscrições prévias por meio do site do Festival. Debates online: Realização de debates online com as diretoras/roteiristas e ou produtoras dos filmes selecionados pelo Festival abertos ao público de forma gratuita online sobre o contexto dos filmes e do festival.
OBJETIVOS GERAIS - Promover a 4ª edição do FIM CINE - Festival Internacional de Mulheres no Cinema com o intuito de fortalecer e valorizar a produção de obras de longa-metragem criadas, dirigidas e protagonizadas por mulheres, apresentando ao grande público o protagonismo feminino nas telas e atrás das câmeras em espaços de fruição de novas narrativas cinematográficas com exibição de obras nacionais e internacionais visando a equidade de gênero e étnico racial nas cadeias produtivas do setor audiovisual; - Fomentar o desenvolvimento de novas narrativas criadas por mulheres, o aperfeiçoamento técnico e artístico de profissionais mulheres no setor e os debates sobre linguagens cinematográficas para o grande público; - Gerar oportunidades profissionais e de negócios, bem como o intercâmbio de experiências nos âmbitos regional, nacional e global com foco na ampliação da presença das mulheres no mercado audiovisual; - Apresentar novos e consagrados talentos femininos nas telas e atrás das câmeras com a exibição de obras que permitam aos diversos públicos conhecer a apreciar a produção cinematográfica brasileira e internacional; - Promover ações que fortaleçam e promovam políticas e agendas públicas nacionais e internacionais com foco na equidade de gênero e étnico racial no setor, pluralidade de narrativas e a participação de mulheres nos mais diversos cargos e funções dentro da indústria cinematográfica. - Promover a disseminação de obras audiovisuais criadas, dirigidas e protagonizadas por mulheres fora do circuito e período comercial de exibição das obras, possibilitando o encontro dos filmes com diversos públicos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1. Realizar a 4ª edição do FIM CINE - Festival Internacional de Mulheres no Cinema na cidade de São Paulo de forma presencial durante o período de 7 dias com a exibição de obras audiovisuais criadas, dirigidas, produzidas e protagonizadas por mulheres, totalizando 32 filmes, distribuídos da seguinte forma: a) Uma MOSTRA COMPETITIVA BRASILEIRA | FICÇÃO: seleção pelo time de curadoras de 5 (cinco) obras nacionais de longa-metragem nos gêneros de ficção ou animação inscritas através do site do Festival. Premiação: Melhor filme pela escolha do público. b) Uma MOSTRA COMPETITIVA BRASILEIRA DE DOCUMENTÁRIOS: seleção pelo time de curadoras de 5 (cinco) obras de longa-metragem documentais de diretoras brasileiras inscritas através do site do Festival. Premiação: Melhor documentário pela escolha do público. c)Uma MOSTRA INTERNACIONAL não competitiva latino-americana: seleção pelo time de curadoras de 5 (cinco) obras latino-americanas nos gêneros de ficção, documentário ou animação de importante relevância no mercado internacional, de diretoras estreantes ou não. d) Uma MOSTRA NÃO COMPETITIVA de SÃO PAULO: seleção pelo time de curadoras de 5 (cinco) longas-metragens nos gêneros de ficção, documentário ou animação de diretoras paulistas e/ou paulistanas, inscritas através do site do Festival. e) Uma MOSTRA NÃO COMPETITIVA de CURTAS METRAGENS: seleção pelo time de curadoras de até 10 (curtas) curtas-metragens nacionais nos gêneros de ficção, documentário ou animação a partir do contexto de obras já exibidas em outros festivais, seguindo a temática da presente edição do Festival. g) HOMENAGEM a uma realizadora ou atriz de destaque no cinema nacional e/ou mundial com a realização de mostra-homenagem composta pela exibição de 1(um) filme na cerimônia de abertura do Festival e 1(um) filme na cerimônia de encerramento da carreira da homenageada. 2. Publicação de sítio de internet, que abrigue a base de dados com os filmes+diretoras das edições passadas do Festival, além de informações e conteúdos referentes à edição em andamento como: propostas, processo de inscrição e seleção dos filmes, programação, painéis, debates, área de notícias, dúvidas frequentes, dentre outras informações. 3. Premiação em dinheiro para as diretoras dos filmes mais votados pelo público nas duas mostras competitivas. 4. Realização de até 7 (sete) Painéis com convidadas nacionais e/ou internacionais sobre processos criativos, intercâmbios e rodas de conversa com potentes pensadoras e criadoras. 5. Realizar parcerias com centros culturais e cineclubes fora do grande centro da cidade de São Paulo, expandindo o alcance das obras e criando um circuito comunitário para os filmes de mulheres estimulando debates e formação de público. 6. Impressão de até 800 unidades do catálogo da presente edição contendo todas as informações sobre as mostras, filmes e diretoras selecionados e programação.
O FIM CINE - Festival Internacional de Mulheres no Cinema, consolidou-se como espaço de celebração da pluralidade de narrativas audiovisuais, iluminando o talento de mulheres de todas as etnias, territórios e idades. A proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei n° 8.313/91: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais - o Festival irá em busca de filmes produzidos em todas as regiões do Brasil; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações - o Festival irá selecionar filmes internacionais. De acordo com o Artigo 3º, as seguintes finalidades serão alcançadas: I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante a concessão de prêmios a autores e suas obras/filmes; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante acesso gratuito e público aos eventos do Festival. Nessa 4ª edição do Festival seguimos com o objetivo de fortalecer e aumentar a representatividade das mulheres no cinema, queremos reforçar relacionamentos e incentivar ações em prol de todas as mulheres envolvidas na indústria cinematográfica brasileira. Para tanto manteremos o objetivo fundamental do Festival, que é construir uma referência de Festival voltado ao cinema desenvolvido por mulheres no Brasil e no mundo. Além disso, trazemos nessa edição a Mostra Competitiva voltada para talentos do Estado de São Paulo, consolidando o Festival em seu território e iluminando os múltiplos olhares que direcionam seu foco para dentro e fora do Estado. A pandemia trouxe novos desafios, por isso se torna fundamental manter e expandir iniciativas que valorizam os múltiplos olhares para o novo cenário que se apresenta. A nova dinâmica também escancarou a disparidade de funções e tarefas entre homens e mulheres, portanto temos mais um motivo para reforçar a pauta que deu início a esse Festival: valorizar e premiar o protagonismo feminino nas telas a atrás das câmeras, reforçando e criando novas articulações para que sejam apresentados filmes icônicos da cinematografia atual dentro de um universo que contemple obras de novos talentos e de diretoras e criadoras consagradas. Sabemos que as discussões sobre igualdade de gênero e diversidade na indústria cinematográfica já ocupam espaço importante nas pautas e agendas publicas mas por outro lado as inúmeras políticas públicas voltadas ao desenvolvimento setorial alavancados por instituições públicas e privadas, estudos tanto do Brasil (iniciativas como ANCINE e SPCINE) como no mundo (EWA: European Women’s Audiovisual Network e nos EUA o Women on Film Initiatives), apontam que a mudança rumo à equidade e representatividade das mulheres no audiovisual ainda caminha a passos lentos, especialmente para filmes de altos orçamentos e por isso pretendemos seguir firmes em novas edições do Fim Cine, este que se configurou como importante janela brasileira para debater e valorizar a presença de mulheres em tela e atrás das câmeras compondo um espaço de afeto e luta. Espera-se que a programação do Festival, alinhada a representatividades dos diversos setores do ecossistema audiovisual, possa construir caminhos e espaços mais amplos para o cinema feito e protagonizado por mulheres, fortalecendo e iluminando redes de mulheres do audiovisual tanto no Brasil quanto na américa latina. Segundo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia) Censo de 2022, as mulheres representam 51,5% da população Brasileira e a população negra corresponde a 55,7% dos brasileiros. Contudo a mesma proporção está longe de ser conquistada quando avaliamos os números do audiovisual brasileiro que a Agência Nacional do Cinema (ANCINE) vem pesquisando desde 2016. Segundo pesquisa lançada em junho de 2018 pela ANCINE os títulos dirigidos por mulheres e lançados nos cinemas de longa metragem variou na última década, mas nunca ultrapassando 25%. De 17% em 2009, chegou a alcançar 24% em 2012, caindo consideravelmente em 2014, para 10%. Isso tem se mantido nos últimos 3 anos, com 15% em 2015, 20% em 2016 e leve aumento para 21% em 2017. Já no relatório de gênero e raça no setor audiovisual realizado como parte do planejamento estratégico da Ancine para o período de 2020-2023, os títulos dirigidos por mulheres e lançados nos cinemas de longa metragem caiu para 19,2%. Com foco na representatividade racial, os números surpreendem ainda mais negativamente, nenhuma mulher negra dirigiu nenhum dos 142 longas-metragens nacionais lançados em 2016, sendo 97,2% do total foram dirigidos por pessoas brancas. Dos 142, 107 filmes foram dirigidos por homens afirmando a hegemonia masculina das produções cinematográficas. O Brasil não está sozinho no que se refere a desigualdade de gênero e raça na indústria do audiovisual. A falta de representatividade social e no cinema é um problema global, cuja superação requer tanto políticas públicas quanto ações no âmbito empresarial e da sociedade civil. Em diversos países vem crescendo os movimentos sociais e as iniciativas de políticas públicas em prol da equidade de gênero e raça no setor, dentro e fora das telas. Exemplos emblemáticos, como os movimentos #metoo e o #Timesup, que combatem o assédio sexual e se tornaram mundialmente conhecidos com a revelação dos casos de violência cometidos pelo produtor norte americano Harvey Weistein, em outubro de 2017. O #TimesUp foi criado por profissionais do cinema reivindicando maior presença das mulheres em cargos de decisão. Em suas edições passadas, o FIM Cine - Festival Internacional de Mulheres no Cinema estabeleceu-se como um marco na pauta brasileira que visa a equidade de gênero e raça na indústria cinematográfica nacional, abraçando ainda outros marcadores como diversidade de idade e territórios, além da necessária presença e valorização de mulheres, cis e transgênero, com deficiência. Na primeira edição homenageamos a atriz Zezé Motta, ícone do cinema brasileiro e ativista da igualdade de gênero e raça, e na segunda edição, a atriz e diretora Grace Passô, presença inspiradora da mulher no cinema, teatro, literatura e televisão. Na terceira e última edição realizada, homenageamos a emblemática atriz e diretora Helena Ignez, que segue ativa e revolucionária com mais de 80 anos. Isso estabelece novas pautas que apontam para a premência de construirmos no Brasil e no mundo uma maior representatividade de mulheres, todas as mulheres, em telas e atrás das câmeras. Ao focar as suas mostras competitivas, não competitivas e eventos na valorização da presença feminina no cinema, o Festival não apenas trouxe ao público de São Paulo e do país, um conjunto de obras recentes de longa metragem dirigidos por mulheres - permitindo compreender melhor a qualidade e diversidade da produção feminina para o cinema - como também obras de várias regiões brasileiras e do mundo estavam representadas nos programas e mostras apresentados: uma excelente oportunidade para conhecer narrativas diversas provenientes de vários territórios. Alguns números demonstram a potência da 1ª edição do Festival: mais de 56 sessões realizadas em uma semana, 27 debates com diretoras, 7 atividades formativas - 37 horas de formação presencial que beneficiaram 350 participantes entre estudantes, jovens talentos e profissionais em busca de aprimoramento. O Festival alcançou uma mídia espontânea valorada em mais de 12 milhões de reais, ocupando veículos impressos, digitais, rádio e TV. Na primeira edição, o evento de encerramento configurou-se como um grande momento para as mulheres no cinema. Roberta Estrela Dalva, diretora negra, foi contemplada junto com a codiretora Tatiana Lohmann com o prêmio de público da mostra competitiva nacional com o longa-metragem SLAM - VOZ DE LEVANTE, um marco no cenário cinematográfico que até 2017 contava com 0% de diretoras negras dentre os filmes lançados no cinema. Antes da exibição do filme de encerramento PARAÍSO PERDIDO de Monique Gardenberg, o público presente conferiu o momento em que foram divulgados os 6 projetos contemplados pelo FAMA - FUNDO AVON DE MULHERES NO AUDIOVISUAL, todos dirigidos exclusivamente por mulheres - duas delas negras. Na segunda edição, realizada inteiramente online devido às restrições de contato social trazida pela pandemia do novo coronavírus, alcançamos novos públicos e abrimos as fronteiras para todo Brasil com mais de 30 horas de filmes gratuitos. Foram mais de 7 mil visualizações em 400 municípios das 5 regiões do país. O programa formativo contou com 56 keynotes e disponibilizou mais de 36 horas de aprendizado online, alcançando mais de 2.800 pessoas. Já o programa de mentorias recebeu mais de 250 inscrições de 20 estados brasileiros, tendo 100 contemplados com mais de 20 horas de mentoria. Já na terceira edição, homenageamos a atriz Helena Ignez com a exibição de duas obras icônicas de sua carreira, e focamos uma das mostras especiais voltadas para o combate ao etarismo, iluminando diretoras com mais de 65 anos e que seguem criando e dirigindo filmes com energia invejável. De lá para cá o ETARISMO tornou-se um debate fundamental mobilizando a opinião pública e salientando a importância de combater o preconceito de idade. Nada melhor para aprofundar reflexões sobre o ETARISMO do que valorizar a produção destas diretoras que combatem estereótipos e trazem às telas a experiencia acumulada no cinema e na vida. O assunto também pautou o seminário presencial que abordou o etarismo no mercado audiovisual, desde a falta de oportunidades para profissionais (como diretoras e atrizes) com mais de 60 anos até os estereótipos sobre idade sistematicamente reproduzidos nas telas. Também voltamos nosso olhar para a produção fora do eixo Rio-São Paulo, trazendo filmes e diretoras da região Norte. Uma mostra dedicada a apresentar um recorte histórico de filmes em diversos formatos dirigidos e/ou roteirizados por mulheres da região Norte do país, trazendo um debate de fundamental importância para compreender o imaginário e olhar decolonial desta produção e desconstruir estereótipos forjados pela hegemonia do sudeste brasileiro ao longo da história do cinema no país. O mercado audiovisual movimenta cerca de 24.5 bilhões de reais na economia brasileira. As mulheres representam mais da metade da população brasileira e precisam protagonizar não apenas narrativas como presença e participação econômica neste mercado. O FIM CINE - Festival Internacional de Mulheres no Cinema precisa firmar-se cada vez mais como propagador e fomentador do alcance da equidade de gêneros e raça nesta indústria como já provou que é capaz de fazer. Para a quarta edição, as sessões do Festival serão realizadas de forma presencial, com algumas mostras disponíveis online em parceria com importantes parceiros do festival como a plataforma Itaú Cultural Play e Sp Cine Play, alcançando públicos de todo o território brasileiro. Já as ações de Contrapartida Social, os painéis formativos, serão realizadas de forma online para propiciar um amplo acesso às interessadas de outras cidades e estados.
INFORMAÇÕES SOBRE BENEFICIÁRIOS DO PRODUTO As ações do Festival buscam atingir a toda população. São filmes selecionados a partir da recente produção brasileira e internacional com diferentes classificações indicativas, gêneros e abordagens. Desde um curta metragem de uma cineasta do Norte até um longa-metragem de uma diretora brasileira com mais de 60 anos de idade. Os filmes são selecionados de acordo com sua data de finalização, com lançamentos até cerca de 2 anos antes da edição do Festival. Isso abre portas para o tema central do Festival, que é iluminar filmes de talentos femininos, sempre de olho no aumento de conteúdos dirigidos por mulheres, em busca de equidade de gênero no setor audiovisual. As inscrições são gratuitas através do site do Festival. Os filmes não precisam ser inéditos, mas a diretora precisa ser mulher. O mesmo se aplica aos filmes internacionais, que buscam mostrar um panorama do cenário mundial levando ao público filmes dirigidos por cineastas conhecidas ou não. EQUIPE DE CURADORIA SUGERIDA FLAVIA CANDIDA Curadora, cineasta e produtora egressa do curso de Cinema da UFF, onde dirigiu o curta O Metro Quadrado (2002), Prêmio Especial do Júri no 35º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Começou como programadora no fim dos anos 1990 no Cine Arte UFF e coordenou por mais de 15 anos o Festival Brasileiro de Cinema Universitário. Colabora na curadoria de diversos festivais como Première Brasil, Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul, Festival Internacional de Curtas de São Paulo – Curta Kinoforum, Curta Cinema, Festival de Cinema de Vitória, Goiânia Mostra Curtas, Festival Brasileiro de Cinema Cômico, Mostra de Cinema Moventes e Festival Internacional de Cinema de Goiânia. Também fez parte da curadoria do Século XXI: Mulheres, Ação! e Cabíria Festival Mulheres & Audiovisual, ambos dedicados ao protagonismo feminino no cinema. Produziu mostras como Arte da África Cinema, Péter Forgács: Arquitetura da Memória e Pequenas Histórias da Vanguarda – Downtown New York. Como consultora de projetos trabalha na seleção de laboratórios como BrLab, ICUMAM Lab, Plataforma Lab e Lab de Projetos do Curta Cinema. Esteve no comitê de seleção do Göteborg Film Fund 2021. LORENNA MONTENEGROÉ crítica de cinema, curadora, roteirista, jornalista cultural e professora de roteiro na Academia Internacional de Cinema – AIC. Integra o Coletivo Elviras, a Abra – Associação Brasileira dos Roteiristas Autores e a Abraccine. Cursou Produção Audiovisual na PUCRS e tem especialização em Cinema e Linguagem Audiovisual na Faculdade Estácio de Sá. Ministra cursos sobre história e crítica do cinema, roteiro e narrativa audiovisual, construção de personagem, etc. ALICE MARCONEAlice Marcone roteirizou as séries "Manhãs de Setembro" para a Amazon Prime Video, "De Volta aos 15" para a Netflix, "Noturnos" para o Canal Brasil e foi colaboradora de roteiro de "Todxs Nós" da HBO. Foi premiada pela ABRA como "Roteirista do Ano" em 2021. Também foi jurada na semifinal do Emmy Internacional e na "Mostra Novos Rumos" do Festival do Rio em 2022.
MAPA DO SITE DO FESTIVAL (www.fimcine.com.br) O FESTIVAL/HOME - Apresentação - Curadoria - Parceiros - Créditos MOSTRAS - Homenagem - Brasileira - Doc - SP - Mundo - Internacional PROGRAMAÇÃO - Programação por data - Programação por mostra FILMES DIRETORAS FORMATIVO - Debates - Painéis REDES SOCIAIS VINHETA ANIMADA COM TRILHA ORIGINAL Para veiculação em: SITE, SALAS DE CINEMA ANTES DA SESSÕES DO FILMES, YOUTUBE E INSTAGRAM - duração até 50 segundos VÍDEO HOMENAGEM COM TRILHA ORIGINAL Para veiculação em: CERIMÔNIA DE ABERTURA, SITE, YOUTUBE, INSTAGRAM - duração até 60 segundos MATERIAIS PARA DIVULGAÇÃO NAS REDES SOCIAIS instagram - posts com fotos tratadas dos filmes e diretoras dentro da identidade visual criada para o festival lives – debates ao vivo com diretoras, realizadoras e curadoras durante o festival telas com programação dos filmes + identidade visual do festival para veiculação nas salas de cinema e na plataforma de streaming CATÁLOGO Cerca de 200 páginas, em 3x3 cores em Offset IMUNE 90g, dimensões. 15,5x20,0x 1,3cm. Capa c/orelha em 2x2 cores em Duo Design 250g. CARTAZES/PROGRAMAÇÃO Dimensões 62,0x40,0x 0,0cm. Lâminas em 3x3 cores em Offset 90 g
A 4ª edição do FIM CINE - Festival Internacional de Mulheres no Cinema prevê um plano de acessibilidade em consonância com o marco legal brasileiro, conforme as ações previstas abaixo: a) Audiodescrição: modalidade de tradução audiovisual e narração, em língua portuguesa, de natureza intersemiótica, que visa tornar uma produção audiovisual acessível às pessoas com deficiência visual. Trata-se de uma locução adicional roteirizada que descreve as ações, a linguagem corporal, os estados emocionais, a ambientação, os figurinos e a caracterização dos personagens. b) Legendagem descritiva: tradução das falas de uma produção audiovisual em forma de texto escrito, podendo ocorrer entre duas línguas orais, entre uma língua oral e outra de sinais ou dentro da mesma língua. Por ser voltada, prioritariamente, ao público Surdo e Ensurdecido, a identificação de personagens e efeitos sonoros deve ser feita sempre que necessário. c) Janela de Interpretação de Língua de Sinais – LIBRAS: é o espaço destinado à tradução entre uma língua de sinais e outra língua oral ou entre duas línguas de sinais, feita por Tradutor e Intérprete de Língua de Sinais (TILS), na qual o conteúdo de uma produção audiovisual é traduzido num quadro reservado, preferencialmente, no canto inferior direito da tela, exibido simultaneamente à programação. Serão incluídos no orçamento os valores para produção de tais ferramentas para os filmes que não possuam tais itens já prontos. De forma que, no momento da seleção dos filmes, a equipe de curadoria e produção precisará listar e verificar quais filmes possuem ou não os itens de acessibilidades já produzidos e inseridos nos DCPs, assim como verificar se as salas onde os filmes serão exibidos possuem ferramentas já instaladas para possibilitar o acesso à população com deficiência visual e auditiva. Seguindo o formato das edições anteriores, a quarta edição do FIM CINE será realizada em espaços adaptados para promover a locomoção de PcD. Espaços de fácil acesso, com rampas, elevadores e banheiros adaptados. As cerimônias de abertura e encerramento também contam com Interpretação de Língua de Sinais – LIBRAS.
Os incisos/medidas do art. 28 da IN MINC nº 01/2023 que serão adotados no projeto: IV - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; Os debates online são disponibilizados gratuitamente no canal de youtube do Festival. VI - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Os debates e os painéis com convidadas nacionais e internacionais com potentes pensadoras e criadoras são atividades paralelas à semana do Festival com inscrições gratuitas abertas a todo público interessado. As exibições online também serão realizadas gratuitamente através de parcerias com plataformas de streaming. O circuito comunitário visa alcançar localidades sem salas de cinema próximas, ampliando o alcance ao público. A 4ª edição do FIM CINE- Festival Internacional de Mulheres no Cinema criará meios e condições para que as mulheres tenham maior acesso aos meios de produção e difusão audiovisual. O Festival permite ainda acesso democrático do público de todos os gêneros à conteúdos e narrativas audiovisuais criadas e dirigidas por mulheres. As ações de democratização serão: 1) Mapeamento e Articulação de parcerias com grupos ou coletivos, iniciativas periféricas relacionadas ao tema do Festival; 2) Gratuidade na inscrição dos filmes a serem selecionados - as inscrições serão feitas no próprio site do festival; 3) O público do Festival contempla todos os gêneros interessados no audiovisual feminino; 4) Ações educativas gratuitas nas redes sociais do Festival (instagram e youtube) como: debates e painéis com especialistas mulheres da indústria cinematográfica brasileira e mundial, transmitidas pela internet ou presencialmente. 5) As sessões serão realizadas em salas de cinema localizadas em locais próximos a estações de metrô e fácil acesso por transporte público, com venda de ingressos realizada pelos programadores das mesmas. Já as cerimônias de abertura e encerramento terão entrada gratuita para o público interessado. 6) O público terá acesso gratuito ao catálogo do Festival contendo todo conteúdo relacionado aos filmes selecionados e à programação geral do Festival. 7) O público terá acesso gratuito a inscrições para os painéis formativos - direcionados para novas cineastas em processo de desenvolvimento de seu primeiro ou segundo longa-metragem. 8) Através de parcerias como Itaú Cultural Play e SPcine Play, o Festival quer levar as mostras para canais de disseminação gratuitos, possibilitando maior acesso da população aos filmes selecionados.
MINOM DE BRITTO PINHO – DIRIGENTE, PRODUTORA EXECUTIVA E REALIZADORA DO FESTIVAL Sócia‐diretora da Casa Redonda Produções, gradua da em Ciência da Computação e pós‐graduada em Arte e Tecnologia pela UNIFACS‐Bahia, ministra cursos e palestras na área de gestão cultural. Possui 15 anos de experiência como produtora executiva de dezenas de conteúdos, projetos e negócios nos mais diversos segmentos artísticos e culturais. Especializou‐se em financiamento à cultura envolvendo patrocinadores, investidores, governos e outros players do mercado. Nos últimos 13 anos produziu longas‐metragens de ficção, documentários e séries de TV de alto padrão de qualidade. É idealizadora do Festival Internacional de Mulheres no Cinema e juntamente com Zita Carvalhosa e Beth Sá Freire, compõe as bases que alavancaram o sucesso da 1 e 2 edições. Minom também atua como produtora executiva do Festival, buscando patrocinadores e parceiros para o projeto, além da articulação de profissionais para atuarem na produção do Festival e nos conteúdos como os painéis e mentorias. NEIDE BISPO – CONTROLADORIA Responsável pelo administrativo-financeira na Casa Redonda, Neide é graduada em Administração pelo Centro Universitário Anhanguera e possui mais de 15 anos de experiência no setor cultural. Gerencia processos administrativos, financeiros e tributários de projetos e programas nos segmentos de audiovisual e artes visuais realizados pela empresa. Suas habilidades incluem prestação de contas de projetos culturais incentivados via Lei Rouanet, Lei do Audiovisual, Fundo Setorial do Audiovisual e PROAC SP. LUCIANA PAREJA NORBIATO - REDATORA Jornalista cultural, foi repórter e editora em veículos como Folha de S. Paulo e seLecT e assessora de imprensa do MAM-SP e da 33ª Bienal de São Paulo - Afinidades Afetivas, entre outros. Atuou como redatora e revisora de textos na 1ª, 2ª 3ª ediçãdo do Festival Internacional de Mulheres no Cinema. CAROLINA TREVISAN - COORDENADORA DE PRODUÇÃO Carolina possui mais de 10 anos de experiência com produção e gestão de projetos culturais com ênfase nos segmentos de artes visuais e conteúdo audiovisual para cinema, TV e web, e larga experiência em inscrição, acompanhamento legal, gestão e prestação de contas de projetos culturais incentivados incluindo PROAC-SP, Lei Rouanet, Lei do Audiovisual e Fundo Setorial do Audiovisual. Atuou como produtora em Concurso Cultural Energias do Mundo (Edição 2013 e 2014), Concurso e Seminário NETLABTV (Edição 2013 e 2014), Exposição TERRA COMUNAL – Marina Abramovic + MAI realizada no Sesc Pompeia (2015), GLOBO LAB – Laboratório de Desenvolvimento de Ideias (2016), Festival de Curtas TNT – chamada para curtas-metragens (2016). Trabalhou no acompanhamento e coordenação das relações internacionais da Produtora Casa Redonda com festivais, instituições culturais, canais de TV, distribuidores e coprodutores e com a função de assistente de produção executiva no documentário Espaço Além – Marina Abramovic e o Brasil, lançado nos cinemas em maio de 2016 e selecionado para diversos festivais internacionais como South by Southwest (Austin) e BFI – London Film Festival e Assistente de Produção Executiva no documentário CRAVOS, segundo longa-metragem do diretor Marco Del Fiol, mesmo diretor de Espaço Além. Coordenou a produção da Exposição O Grivo – Objetos de Medida – Sesc Jundiaí (2017), NETLABTV Edição 2017 e a primeira e terceira edição do FIM - Festival Internacional de Mulheres no Cinema em 2018 e 2023.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.