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O Festival Visões Periféricas é um projeto pioneiro e singular que amplia o espectro de visões sobre os espaços periféricos brasileiros. Em 2025 será realizada a 18ª edição, durante 6 dias na cidade do Rio de Janeiro (RJ) e 5 dias na cidade de São Paulo (SP). A programação vai ser composta por um produto principal e um produto secundário. O produto principal são mostras competitivas de filmes de curta, média e longa-metragem e debates. O produto secundário é o Laboratório de Desenvolvimento de Projetos Visões Lab.
Sobre a classificação indicativa do projeto:De acordo com o Guia Prático – 2012 da Secretaria Nacional de Justiça/MJ, a classificação indicativa etária é NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS.
Objetivo geral:O Festival Visões Periféricas 2025 (18ª edição) tem por objetivo geral estimular o surgimento, o crescimento e a conexão de realizadores e projetos de audiovisual espalhados pelo país com o objetivo principal de ampliar o espectro de visões sobre esses espaços a partir do olhar de quem vive o seu cotidiano. Sendo um projeto pioneiro e atualmente único no país, o festival possui um papel importante no cenário local e nacional para a difusão dessa produção e o desenvolvimento estético e profissional de novas gerações de produtores de audiovisual. Sendo assim o objetivo geral do projeto vai ao encontro das diretrizes dos incisos do Decreto No 11.453, DE 23 DE MARÇO DE 2023 nas finalidades de: I - Valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;II - Estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira;III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional;V - Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI - Fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural;VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais;VIII - fomentar o desenvolvimento de atividades artísticas e culturais pelos povos indígenas e pelas comunidades tradicionais brasileiras;IX - Apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental;X - Apoiar ações artísticas e culturais que usem novas tecnologias ou sejam distribuídas por plataformas digitais;XII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais;XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação;Por contribuir para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, por promover a produção cultural e artística brasileira, por estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal e por priorizar um produto cultural originário no Brasil. Ao propor exibições de filmes de realizadores de periferia, estimulando a capacitação técnica em um ambiente de desenvolvimento de projetos audiovisuais para realizadores de periferia de forma gratuita, o projeto proporciona o fomento à produção cultural e artística e promove o estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, através da distribuição gratuita e pública de ingressos para atividades culturais e artísticas. Objetivos específicos:- Reunir e exibir, durante 6 dias na cidade do Rio de Janeiro (RJ) e 5 dias na cidade de São Paulo (SP), cerca de 60 filmes em salas de cinema produzidos nas múltiplas periferias brasileiras distribuídos em quatro mostras competitivas: Visorama (contempla curtas produzidos em projetos de formação audiovisual no ensino básico, médio e/ou projetos do terceiro setor em todas as regiões do Brasil); Fronteiras Imaginárias (contempla curtas produzidos em todo território nacional por realizadores independentes, muitos deles jovens de periferia que chegaram aos cursos de graduação em audiovisual); Cinema da Gema (mostra que surgiu para abrigar exclusivamente o grande volume de curtas produzidos no município do Rio de Janeiro, uma cidade que sempre esteve na vanguarda da produção audiovisual); e a Panorâmica (que é o desdobramento natural do amadurecimento de realizadores da periferia que se aventuram no formato do média e longa metragem). Em São Paulo, além das Mostras acima descritas, o Festival irá realizar uma Mostra especial com filmes de realizadores periféricos da cidade.- Realizar a 6ª edição do Visões Lab, laboratório que irá selecionar 15 projetos audiovisuais: 5 projetos de longas de ficção, 5 projetos de longas documentário e 5 projetos de curta de ficção. Todos os projetos selecionados irão passar por uma Clínica, onde receberão uma mentoria nos aspectos de direção, roteiro e produção executiva. Cada sessão de mentoria irá durar 2 horas. Os projetos mais bem qualificados durante a seleção para o laboratório serão apresentados em Pitching.
Em 2007 o Visões Periféricas surge como primeiro Festival no Brasil a dedicar sua programação à filmes produzidos nas periferias brasileiras. Em seus 16 anos de vida, o Visões foi se consolidando aos poucos como um lugar de referência dessa produção que foi crescendo em volume e se espalhando por todo o país. A lei de cotas de 2012 foi um importante fator para que brasileiros oriundos de escolas públicas, de baixa renda, negros, pardos e índios, ingressassem em cursos de graduação de cinema. Em meados da segunda década, a visibilidade alcançada pelo festival após anos de atividade regular contribui para projetar realizadores selecionados e premiados. É perceptível a receptividade de outros festivais brasileiros tradicionais, e até internacionais, à essa produção. É o caso do diretor Bruno Ribeiro, um jovem diretor negro, premiado no Visões periféricas em 2017 e posteriormente laureado com seu último curta no Festival de Berlim em 2022. Pelo seu pioneirismo e constância, o Visões Periféricas segue atuando como plataforma de lançamento, onde muitos filmes começam sua trajetória. Assim, o curta-metragem ainda se mantém como o principal formato, aquele que fornece mais filmes entre os cerca de 600 filmes inscritos todos os anos. Atualmente, o Rio de Janeiro é o Estado que mais inscreve filmes no festival, representando quase 50% das inscrições. Hoje, um dos principais desafios para os realizadores que vem das periferias é a sua inserção e permanência profissional no mercado audiovisual. Nos últimos anos, os players de mercado entenderam a necessidade de absorver em seus quadros profissionais que vem das periferias, principalmente negros e negras, mas ainda existe muito a ser feito e o Visões periféricas quer seguir contribuindo para a transformação desse quadro. Para atender um mercado competitivo e um público consumidor exigente tornou-se indispensável produzir narrativas que espelhem a diversidade social, racial e de gênero do país. Por isso, em 2025, irá acontecer a 6ª edição do Visões Lab, o primeiro laboratório dedicado ao desenvolvimento de projetos audiovisuais produzidos nas periferias brasileiras, convidando players para rodadas de negócio e Pitching. O ótimo resultado e repercussão da iniciativa desde a primeira edição, se mostra fundamental para disputar as narrativas acerca das periferias. Ademais, o projeto vai de encontro às diretrizes instituídas nos incisos I, II, VIII e IX do Artigo 1o da Lei 8313 de 1991, conforme transcrição abaixo:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Ao propor exibições de filmes de realizadores de periferia, oficinas de capacitação técnica e um ambiente de desenvolvimento de projetos audiovisuais pararealizadores e educadores de periferia de forma gratuita o projeto proporciona o fomento à produção cultural e artística e promove o estímulo ao conhecimentodos bens e valores culturais, através da distribuição gratuita e pública de ingressos para atividades culturais e artísticas conforme os objetivos descritos nosincisos II e IV do Artigo 3o da Lei 8313 de 1991, conforme transcrição abaixo:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim deoutras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural;IV - estimulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Sendo assim, ao transformar o projeto apto à captação de recursos junto às empresas patrocinadoras, a chancela deste Ministério da Cultura se faz de extrema importância para a viabilização de parcerias estratégicas e concretização dos objetivos propostos.
O Visões Periféricas é um projeto pioneiro. Ele foi o primeiro Festival no Brasil a dedicar sua curadoria à filmes produzidos nas periferias brasileiras. Ao longo de 17 anos de realização, o Visões abriu caminho e se consolidou como um projeto inovador e de referência, gerando uma expectativa pela abertura de inscriçõestodos os anos. Desde 2021, os filmes do festival atingiram um maior alcance por meio da exibição no formato presencial e online. Por ser um Festival, conceitualmente, dedicado exclusivamente à produção das periferias, o Visões Periféricas potencializa a formação de uma Rede entre seus realizadores presentes no Festival. Os realizadores e filmes que são selecionados e premiados todos os anos no Visões Periféricas ganham uma projeção que facilita a sua circulação em outros Festivais. Isso acontece porque o Visões sempre investiu financeiramente na realização do evento, garantindo uma boa infraestrutura e divulgação. Todos os anos os projetos e filmes mais bem avaliados pelo júri técnico, players e internauta são premiados com prestação de serviços de produção e pós- produção, o que contribui muito para que os realizadores sigam realizando os projetos. Por meio da sua Mostra Visorama, o Visões Periféricas fomenta a relação entre educação e audiovisual em escolas públicas e projetos do Terceiro Setor, segmento fundamental para o surgimento de futuros realizadores.Em 2018, o Visões Lab passou a integrar a programação do Festival. Trata-se de um ambiente inovador de mercado que, desde a sua criação, desenvolveu 156projetos entre curtas, longas e séries. Contou com a participação de importantes players do mercado como a Globonews, FOX, GNT , Amazon, Canal Brasil, Canal Curta, Canal Futura, etc. O diferencial e pioneirismo em relação a outras ações semelhantes é que o Visões Lab é responsável por criar, com sucesso, um ambiente com potencial de gerar negócios entre players e projetos de audiovisual comprometidos com a inserção de jovens realizadores de periferia no mercado e a ampliação do espectro de visões sobre as periferias brasileiras.
O Festival Visões Periféricas 2025 (18ª edição) será realizado em espaços culturais que ofereçam todos os recursos para portadores de necessidades especiais como rampas, elevadores e barras de apoio. A produção do Festival se encarregará de contratar profissionais capacitados para oferecer toda atenção e cuidado com este público. O festival também se responsabilizará por reservar lugares para cadeirantes. Além disso, em atendimento à medida II do art. 27 da IN 11∕2024 está previsto no orçamento analítico do projeto, custo para a realização de sessões com a presença de um narrador de libras, com audiodescrição e legendagem descritiva para atender ao público de pessoas com deficiência. Produto principal: Festival AudiovisualAcessibilidade Física: rampas, elevadores e barras de apoio. Reserva de lugares para cadeirantes. Monitoria de apoio. Rubrica: monitores.Acessibilidade de Conteúdo: audiodescrição e legendagem descritiva em uma sessão de filmes e intérprete de libras nas cerimônias de abertura e encerramento e em uma sessão de filmes seguida de debate com os realizadores. Rubricas: legenda descritiva, intérprete de libras, narrador de audiodescrição. Produto secundário: Laboratório Visões LabAcessibilidade Física: rampas, elevadores e barras de apoio. Reserva de lugares para cadeirantes. Monitoria de apoio. Rubrica: monitores.Acessibilidade de Conteúdo: intérprete de libras na sessão de pitching dos projetos. Rubrica: Intérprete de Libras. Segue abaixo a JUSTIFICATIVA para não promover acessibilidade em 100% das sessões: O principal obstáculo à realização de medidas em 100% da programação do Festival Visões Periféricas é a inviabilidade financeira de implementar a acessibilidade em todas as atividades que serão desenvolvidas pelo evento em sua próxima edição. Tomando por base as atividades de exibição presencial realizadas em 2024, teríamos 18 sessões de filmes em 2025. É preciso ressaltar que 95% dos filmes que são exibidos no Festival Visões Periféricas são realizados sem financiamento público da ANCINE, o que significa que eles não se enquadram na exigência colocada, desde 2014, que obriga que todo e qualquer filme financiado com recursos da Agência deverá fornecer as três medidas de acessibilidade. Portanto, o Festival teria que arcar com os custos de acessibilidade para toda a programação. O custo para realizar uma sessão com uma duração média de 1 hora e meia, envolvendo as três medidas de audioescrição, Legendagem descritiva e Libras, ficou em R$ 4.770,00 em 2024. Em 2025 se forem realizadas medidas de acessibilidade em 100% das sessões de filmes teríamos um custo global de R$ 85.860,00. Este valor representa 40% do valor captado em 2024. Ressaltamos que tal custo se refere apenas à produção das medidas de acessibilidade por profissionais especializados. Ele não inclui o custo com a infraestrutura tecnológica exigida para a implementação das três medidas na sala de cinema. Essas soluções são oferecidas pelas empresas Dolby e Riole, que desenvolvem, com ajuda de parceiros, os aparelhos CineAssista e ProAcess. Em tese este custo deveria ficar a cargo da sala de cinema pois a Lei 13.146 de 6 de julho de 2016, em seu Art.44 parágrafo 6o , determina que todas "as salas de cinema devem oferecer, em todas as sessões, recursos de acessibilidade para a pessoa com deficiência.” No entanto, na IN 165 de 2022, a Ancine modificou as normas que regulamentam a acessibilidade em salas de cinema. O novo dispositivo legal cria um "princípio da razoabilidade" e retira a obrigação desses espaços de oferecer equipamentos e estruturas acessíveis para pessoas com deficiência — como poltronas especiais e equipamentos de audiodescrição. (https://oglobo.globo.com/cultura/filmes/noticia/2022/10/ancine-flexibiliza-regras-de-acessibilidade-nas-salas-de-cinema.ghtml). Em 2024 as quatro salas de cinema onde foram realizadas as sessões presencias do Festival Visões Periféricas não possuíam a tecnologia necessária. O fato do Festival Visões Periféricas ser feito em equipamentos de exibição de caráter cultural e trabalhar, quase que em sua totalidade, com filmes feitos sem recursos públicos transfere todo o ônus da implementação das medidas de acessibilidade para o proponente do Festival. Como já foi dito, a exigência de medidas de acessibilidade em 100% da programação absorveria quase que metade do recurso financeiro captado pelo evento. Para um evento de pequeno/médio porte como o Visões Periféricas isso inviabilizaria a produção de importantes rubricas de custeio do Festival. Neste sentido, tomando por base o Art.28 da IN 11/2024, propomos, no que tange ao produto principal (Festival Audiovisual), a realização de 20% das sessões de filmes presenciais previstas (o equivalente a 4 sessões) contendo medidas de acessibilidade (Legendagem descritiva e Libras). No que tange o produto secundário - Laboratório Visões Lab - propomos a realização da medida de Libras na sessão de Pitching, única atividade aberta ao público. O Art. 28 da referida IN afirma que “O proponente deverá oferecer medidas alternativas devidamente motivadas, para análise a fim de compensar eventual especificidade do projeto às medidas de acessibilidade previstas na legislação pertinente”.
Toda a programação do festival é gratuita, favorecendo o acesso à produção audiovisual e formação de novos públicos, antes excluídos do circuito cultural, como os moradores dos espaços populares. O festival mantém a parceria com cineclubes para atingir um público de 2.500 pessoas entre estudantes, professores, moradores de espaços populares, profissionais de ONGs, idosos, adolescentes, portadores de necessidades especiais, crianças e frequentadores de mostras e festivais de cinema. A exibição dos filmes pela internet, também é uma medida de ampliação do acesso que vai acontecer nessa edição, mantendo o protocolo de realização dos últimos dois anos de pandemia e atendendo à medida III do art. 30 da IN 11/2024, de disponibilizar na internet sessões de filmes da programação, conforme transcrição: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; O festival também irá permitir a captação de imagens dos debates realizados após cada sessão com os realizadores e autorizar a veiculação por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos, atendendo à medida IV do art. 30 da IN 11∕2024, conforme transcrição: IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; Em atendimento ao Artigo 29 da IN 11/2024, a distribuição dos ingressos gratuitos será feita da seguinte forma: Produto principal - Festival/MostraLocal: Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP)Quantidade de ingressos em sala de cinema e internet: 2500Distribuição: 250 (10%) reservados para patrocinador e 250 (10%) reservados para escolas da rede pública de ensino e 2000 (80%) destinados ao público em geral. Produto secundário - Laboratório Visões LabLocal: Rio de Janeiro (RJ)Quantidade de ingressos: 100Distribuição: 10 (10%) reservados para patrocinador, 10 (10%) divulgação e 80 (80%) reservados ao público do festival. Ingressos distribuídos gratuitamente, conforme a transcrição das medidas I e II do artigo 29:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo;
A instituição proponente prestará os seguintes serviços ao projeto: coordenação geral (tomada de decisões, coordenação da prestação de serviço de toda a equipe do festival, cumprimento do cronograma de execução, orientação sobre a divulgação do evento e confecção de materiais) e produção executiva (definição e execução do orçamento e prestação de contas). Rubricas: coordenador geral e produtor executivo - Karine Melissa Muller (produtor executivo) - jornalista e produtora cultural. Em 2008 fundou a Associação Imaginário Digital, onde atuou por 10 anos na criação, desenvolvimento e gerenciamento de negócios e projetos como o Festival Visões Periféricas (de 2008 a 2018) e o Meu Bairro Vale um Filme (edições 2012 e 2014), Mostra "Cinema das Mulheres que Falam Português" (2017) entre outros. Possui vasta experiência em coordenação de equipes, elaboração de materiais de divulgação (catálogos, folderes, cartazes etc), organização de eventos, produção executiva e prestação de contas. É fundadora e dirigente da Supimpa Produções Artísticas e Culturais, hoje responsável pela gestão do projeto Festival Visões Periféricas.Rubrica: produtor executivo - Marcio Blanco (coordenador geral e curador) - Doutor e Mestre em Comunicação, na linha de Tecnologias de Comunicação e Cultura, pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. É professor adjunto no curso de Audiovisual da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS). Possui experiência na área de direção, roteiro, produção em cinema, vídeo e televisão; produção cultural de eventos; educação popular e criação de redes de comunicação na web. Coordenou projetos de formação em audiovisual em espaços populares. Trabalhou na formulação e execução de políticas públicas na área de de audiovisual, cultura digital e saúde do trabalhador para o Ministério da Cultura e Ministério da Saúde. É fundador e sócio da Supimpa Produções Artísticas e Culturais.Rubricas: coordenação geral e curadoria - Kerllon Lazzari (produtor) - Publicitário e produtor, graduado em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal Fluminense. É mestre pelo Programa de Pós- Graduação em Mídia e Cotidiano (UFF) e coordena o grupo de pesquisa em acessibilidade audiovisual da Universidade Federal Fluminense desde 2018.Rubrica: produtor. Os demais prestadores de serviço e fornecedores serão definidos na etapa de produção do projeto.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.