| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 60561800000103 | NOVELIS DO BRASIL LTDA. | 1900-01-01 | R$ 800,0 mil |
| 00148025000218 | LATASA INDUSTRIA E COMERCIO LTDA. | 1900-01-01 | R$ 500,0 mil |
| ***640658** | ANDRESA DA SILVA OLIVEIRA | 1900-01-01 | R$ 0,01 |
Manter o Centro Cultural do Alumínio - CCAL no ano de 2025, em atividade desde 2017, suprindo as despesas relativas ao espaço e criando um calendário de exposições e atividades culturais abertas ao público, tendo no alumínio sua temática e matéria prima central de produção cultural.
Exposição: O Fantástico Mundo do Alumínio Conceito A exposição "O Fantástico Mundo do Alumínio" apresenta uma experiência imersiva que revela o papel do alumínio como material-chave para um futuro sustentável. A exposição articula arte, tecnologia e educação ambiental para mostrar o ciclo completo do metal ? da extração à reciclagem infinita ? evidenciando suas qualidades de leveza, durabilidade e eficiência energética. Ao destacar a relação entre inovação, economia circular e impacto social, a mostra busca sensibilizar o público para o potencial transformador do alumínio em áreas como mobilidade, infraestrutura, transição energética e preservação ambiental. Objetivo A exposição tem como objetivo informar e engajar o público sobre a importância do alumínio na construção de soluções sustentáveis, ampliando a compreensão sobre seus benefícios ambientais, sociais e econômicos. Por meio de conteúdos acessíveis e interativos, ela busca demonstrar como a cadeia do alumínio pode contribuir para a descarbonização, para o desenvolvimento tecnológico e para a valorização da reciclagem. Além disso, pretende inserir o setor no debate climático global, promover inclusão social e fortalecer a percepção do alumínio como vetor essencial de um futuro mais responsável, inovador e sustentável. Exposição: O Alumínio em Cores - da Indústria ao Ateliê, da Técnica à Poesia Conceito A exposição ?O Alumínio em Cores: da Indústria ao Ateliê, da Técnica à Poesia? propõe explorar a transformação do alumínio ao longo de sua trajetória, do rigor técnico industrial à liberdade criativa do ateliê. O material, inicialmente funcional e cinza, ganha significado estético e expressivo quando atravessado pelo olhar artístico, revelando sua capacidade de dialogar com a cor, a luz e a imaginação. A mostra evidencia como técnica e criação coexistem em harmonia, transformando o alumínio em suporte poético e linguagem visual, e demonstrando que um material cotidiano pode transcender sua função e se tornar objeto de experimentação estética e sensorial. Objetivo O objetivo da exposição é apresentar o alumínio como matéria-prima versátil que atravessa os universos da indústria e da arte, mostrando suas múltiplas possibilidades de coloração e expressão estética. Busca-se sensibilizar o público para a riqueza técnica e poética do material, promover a apreciação de técnicas como anodização, pintura, impressão UV e reutilização criativa, e evidenciar a criatividade de artistas que reinterpretam o alumínio em suas obras. Ao revelar peças do acervo do CCAL, incluindo obras inéditas, a exposição visa democratizar o acesso à arte, fomentar o diálogo entre técnica e imaginação, e celebrar o potencial do alumínio como veículo de poesia visual. Exposição: Metáforas do Alumínio - Ascânio MMM no CCALConceito A obra de Ascânio MMM nasce da convergência entre arquitetura, geometria e módulo, unindo razão e sensibilidade em estruturas que convidam à experiência do espaço. Ao adotar o alumínio como eixo central de sua pesquisa, o artista transforma o material em elemento ativo de sua poética, expandindo o campo da escultura para dimensões monumentais e interativas.A exposição de Ascânio MMM no Centro Cultural do Alumínio propõe um diálogo entre arte, técnica e matéria, destacando o equilíbrio entre solidez e leveza, cheio e vazio. Suas esculturas, formadas por perfis retangulares de alumínio, revelam-se no movimento do espectador e na incidência da luz. No CCAL, a obra do artista encontra contexto ideal para reafirmar o alumínio como meio de reflexão sobre a forma, o espaço e a materialidade contemporânea.ObjetivoA exposição tem como objetivo reunir e apresentar a produção em alumínio de Ascânio MMM como um corpo de obra coeso e essencial à escultura contemporânea brasileira. Busca explorar as múltiplas dimensões do material ? do modular ao monumental ? e integrar o espaço arquitetônico do CCAL à experiência sensorial das peças. Além de oferecer uma leitura estética e formal, a mostra visa aproximar públicos diversos, promovendo o encontro entre arte, arquitetura, design e indústria, e estimulando novas práticas de criação, o pensamento crítico e a valorização do alumínio como um vetor essencial para a arte, o design e a sustentabilidade no país.Exposição: Matéria & Luz - Rizza no CCALConceito Na exposição Matéria & Luz, Rizza apresenta esculturas e instalações ? em alumínio fundido ou usinado ? que exploram a interação entre o espectador, a luz ambiente e o espaço expositivo. Por meio das séries ?Gauss?, ?Bézier?, ?Momentum? e ?Void?, a artista converte equações paramétricas e algoritmos em objetos de presença e reflexão.As obras desafiam a percepção habitual: a superfície reflexiva muda conforme o ângulo de visão, o movimento do público e a incidência da luz. Assim, o alumínio deixa de ser apenas metal e passa a funcionar como interface entre o mundo visível e o invisível, entre a estrutura e o espectador.ObjetivoO Centro Cultural do Alumínio, dedicado ao material que é fundamento da produção de Rizza, oferece o ambiente ideal para que as obras dialoguem com a história, a técnica e o simbolismo do alumínio. A exposição valoriza não só o aspecto estético das peças, mas também seus processos de fundição, usinagem e acabamento ? aspectos que reverberam no contexto institucional do centro.Esta mostra pretende ampliar a percepção sobre o alumínio enquanto material de alta tecnologia e expressão estética, evidenciando como o metal pode se transformar ? via luz, forma e movimento ? em espaço de reflexão, interação e experiência. Além disso, oferece ao Centro Cultural do Alumínio uma exposição de vanguarda que conecta ciência, arte e indústria, ampliando o alcance e a relevância institucional.
Objetivo Geral Remodelar e manter a infraestrutura e o funcionamento do Centro Cultural do Alumínio (CCAL), no ano de 2025, desenvolvendo atividades culturais como: exposições, oficinas, palestras, dentre outros, oferecendo ao público um espaço onde ele possa ter contato com a arte, com o conhecimento e com a cultura, tendo como foco central o alumínio e levar todo este conteúdo para as diversas regiões do Brasil. Objetivamente o projeto pretende: - Suprir as necessidades relativas à manutenção do espaço cultural, como aluguel, luz, pessoal, materiais diversos para administração etc.;(PRODUTO: Manutenção de Instituição Cultural) - Realizar manutenção do acervo existente, para melhor disponibilidade ao público; (PRODUTO: Manutenção de Instituição Cultural) - Remodelar o Centro Cultural com arquitetura e linguagem moderna de forma a proporcionar flexibilidade na montagem de exposições e outras ações. (PRODUTO: Modernização de Espaço Cultural) - Qualificar o espaço com a aquisição de novos equipamentos tecnológicos permitindo ao público mais opções de acesso ao conteúdo histórico e cultural, a saber: Painel de Led, óculos 3D de realidade virtual, outros; (PRODUTO: Modernização de Espaço Cultural) - Adquirir mobiliário para realização de atividades culturais como expositores, totens e outros; (PRODUTO: Modernização de Espaço Cultural) - Realizar oito oficinas de arte para crianças e adolescentes de forma gratuita, com 20 alunos em cada turma, para escolas municipais e estaduais, permitindo o contato com a criação de arte. (PRODUTO: Oficina/Workshop/Seminário) - Realizar três oficinas de arte para público adulto, gratuitamente, mostrando o alumínio como matéria prima. (PRODUTO: Oficina/Workshop/Seminário) - Realizar duas exposições de arte, convidando artistas para exporem suas obras, com duração de até noventa dias cada exposição. As atividades estão descritas em Detalhes Técnicos-Descrição da atividade do produto e serão executadas durante o ano de 2025 (PRODUTO: Exposições de Arte); - Realizar quatro palestras gratuitas para o público em geral, versando sobre a presença do alumínio nas artes, na arquitetura, no design, entre outros temas. As atividades estão descritas em Detalhes Técnicos-Descrição da atividade do produto e serão executadas durante o ano de 2025. Importante salientar que essas oficinas ficam gravadas em vídeos e disponíveis para consulta a qualquer momento. (PRODUTO Contrapartida Social); - Criar um Game Digital lúdico e educativo que estimula uma jornada desde a mineração da bauxita, passando pela produção do alumínio até sua aplicação no dia a dia, disponibilizando de forma gratuita nos canais de comunicação do CCAL e aplicativos de games. (PRODUTO: Vídeo); - Remodelar o site do CCAL de forma a garantir uma maior visitação e aquisição de conteúdo. - Adquirir obras de arte produzidas a partir da bauxita e ou alumínio fundido ou ainda reciclado. (PRODUTO: Modernização de Espaço Cultural) - Ação coordenada de conservação e catalogação do acervo documental do arquivo institucional da ABAL e incorporação à Biblioteca do CCAL. (PRODUTO: Biblioteca)
Fundado em 2017, o Centro Cultural do Alumínio (CCAL) consolidou-se como um espaço multidisciplinar de acesso público e gratuito dedicado à difusão da cultura, da arte, da memória industrial e do patrimônio histórico do alumínio no Brasil. Seu papel integra arte, tecnologia, design, educação, indústria e inovação, oferecendo ao público experiências estéticas e reflexivas que articulam o ciclo produtivo do alumínio à produção artística brasileira. O alumínio é tratado não apenas como material, mas também como conceito ? símbolo de inovação, transformação e sustentabilidade, dada sua capacidade de reciclagem infinita e sua centralidade em um futuro mais responsável.Com galeria expositiva, biblioteca temática, áreas multimeios, espaços de oficinas e acervos museológico e documental, o CCAL constitui-se como um equipamento cultural singular no país, fomentando conhecimento, preservação patrimonial e criação artística. Em 2023, a Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) assumiu integralmente a gestão do espaço, ampliando sua capacidade de atuação em atividades educativas, exposições, mediação cultural, conservação de acervos e modernização tecnológica. No ano seguinte, foi transferido para o CCAL o acervo documental histórico da própria ABAL, reforçando a necessidade de ações especializadas de catalogação, conservação, acondicionamento e disponibilização pública desse patrimônio institucional.A natureza contínua do trabalho desenvolvido pelo CCAL - que envolve manutenção de infraestrutura, modernização museográfica, planejamento e montagem de exposições, tratamento técnico de acervos, produção de conteúdos digitais, ações educativas e atividades de memória - demanda ciclos superiores a 12 meses para execução plena. Por esse motivo, a ampliação do projeto para o formato bianual, abrangendo 2025 e 2026, é fundamental para garantir estabilidade operacional, sustentabilidade institucional e aprimoramento programático.No biênio proposto, o projeto prevê a manutenção das atividades regulares e a expansão significativa da atuação no segundo ano, fortalecendo o CCAL como centro de referência cultural. Entre os avanços previstos para 2026 destacam-se: incremento da programação educativa e formativa; ampliação das oficinas e ações de mediação; aumento das visitas monitoradas voltadas a escolas públicas e instituições socioeducativas; aprofundamento do tratamento técnico do acervo documental da ABAL; ampliação do acervo bibliográfico, museológico e artístico; consolidação da modernização museográfica iniciada em 2025; atualização contínua dos recursos digitais e expográficos; e produção de conteúdos audiovisuais e materiais educativos destinados ao público geral e especializado.No campo expositivo, o biênio contempla a realização de quatro exposições de arte contemporânea, duas por ano, com artistas que utilizam o alumínio como suporte ou tema central de suas pesquisas. As mostras serão acompanhadas de material gráfico, palestras, talks, oficinas e visitas educativas, ampliando o diálogo entre público, curadores, artistas e comunidade escolar. Tais ações fortalecem o posicionamento do CCAL no campo das artes visuais, da museologia e da memória industrial.A modernização dos espaços multimeios, aliada à aquisição de mobiliário e equipamentos, permitirá adequar o CCAL às demandas contemporâneas de exposição e mediação, conferindo maior flexibilidade, acessibilidade e qualidade às experiências do público. A criação do jogo interativo Onde Está o Alumínio amplia ainda mais o eixo de inovação do projeto, oferecendo ao público uma ferramenta lúdica e educativa sobre a presença e a importância do alumínio no cotidiano, acessível em dispositivos eletrônicos portáteis.As ações formativas e educativas - oficinas, palestras, visitas mediadas e atividades complementares - reforçam o caráter democrático e inclusivo do projeto, com especial atenção aos estudantes de escolas públicas e instituições socioeducativas. Além disso, a participação em eventos nacionais como a Semana de Museus, a Primavera dos Museus e a Jornada do Patrimônio fortalece a atuação institucional no circuito museológico brasileiro e amplia o diálogo com a sociedade.A proposta extramuros, realizada em parceria com o projeto AluHub Academia, expande o alcance social do CCAL, oferecendo oficinas artísticas, experimentações científicas e atividades sobre reciclagem e sustentabilidade em instituições de ensino. A produção de dioramas modulares e a elaboração de kits pedagógicos para professores complementam esse conjunto de ações, permitindo que o conteúdo abordado nas atividades itinerantes se estenda e se multiplique nas escolas, promovendo um legado pedagógico e permanente.O conjunto dessas iniciativas articula, de forma integrada, preservação patrimonial, modernização espacial, difusão artística, formação cultural, sustentabilidade e inovação, em consonância com a missão do CCAL de promover a cultura do alumínio como expressão artística, histórica, educativa e social.O projeto atende ao disposto no artigo 1º da Lei nº 8.313/91, ao contribuir para assegurar o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro, e estimular a produção e difusão de bens culturais de valor formador e informador de conhecimento, cultura e memória. Atende também ao Art. 3º da referida lei, especialmente o inciso II, item ?c?, ao fomentar a produção cultural por meio da realização de exposições, e o inciso III, item ?a?, ao promover a preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico por meio da manutenção, ampliação e modernização do espaço cultural, bem como de suas coleções e acervos.Diante dessa relevância cultural, educativa e museológica, o projeto solicita ao Ministério da Cultura o incentivo fiscal previsto na Lei de Incentivo à Cultura, garantindo sua continuidade, expansão e fortalecimento como equipamento cultural de referência nacional.
A estratégia de execução do projeto é estruturada em um ciclo de 24 meses, com atividades divididas em três fases contínuas e sobrepostas: Pré-Produção (M1–M18), Produção (M4–M24) e Pós-Produção (M1–M24). A Pré-Produção foca na manutenção operacional e na estruturação do planejamento artístico e museográfico (M1–M6) , incluindo a contratação de equipes e o desenvolvimento do projeto museográfico e expográfico (M1–M3). A fase de Produção concentra-se na execução contínua, com atividades-chave como a implementação da Modernização Museográfica (M4–M7) , o desenvolvimento do game digital (M3–M12) , e a realização das quatro exposições (M6–M22) , sendo as ações educativas e as visitas monitoradas realizadas de forma contínua do M7 ao M24. A Pós-Produção ocorre ininterruptamente, englobando o registro fotográfico/audiovisual e a documentação contínua das ações (M1–M24) , culminando na Prestação de Contas Final (M23–M24).
1. Produto: Plano BianualObjetivo: Garantir o funcionamento regular do CCAL, assegurando infraestrutura, equipe e recursos necessários.Descrição Técnica: Cobertura de despesas com aluguel, energia elétrica, limpeza, materiais de escritório e manutenção preventiva do espaço.Equipe operacional composta por coordenador administrativo, assistente de manutenção e equipe de limpeza.Cronograma mensal de acompanhamento e controle orçamentário.Público-alvo: Visitantes gerais do CCAL.Resultados esperados: Garantir a continuidade das atividades culturais e educativas do CCAL com qualidade e segurança.2. Produto: Modernização de Espaço CulturalObjetivo: Ampliar e modernizar o espaço físico e o acervo museológico do CCAL.Descrição Técnica: Remodelagem dos espaços multimeios com soluções arquitetônicas modernas, flexíveis e acessíveis.Aquisição de mobiliário e equipamentos: expositores, totens, vitrines, suportes e equipamentos de multimídia.Ampliação da coleção museológica com novos itens selecionados por curadoria especializada.Público-alvo: Visitantes, pesquisadores, estudantes e público em geral.Resultados esperados: Espaço moderno, funcional e acessível, com coleção permanente fortalecida e infraestrutura adequada para exposições e atividades educativas. 3. Produto: Manutenção de Acervo Bibliográfico, Arquivístico, Documental, MuseológicoObjetivo: Organizar e tornar acessíveis os acervos bibliográficos e documentais do CCAL.Descrição Técnica: Catalogação e acondicionamento do acervo documental da ABAL, incorporando-o à Biblioteca do CCAL.Equipe: contratação de bibliotecário para catalogação física e digital do acervo.Recursos: estantes, mesas de leitura, computadores e sistemas de catalogação digital.Público-alvo: Visitantes, pesquisadores e estudantes.Resultados esperados: Maior acessibilidade e preservação do patrimônio bibliográfico e documental, permitindo consultas e pesquisas. 4. Produto: Exposição Cultural/ de ArtesObjetivo: Realizar exposições de arte contemporânea com foco no alumínio.Descrição Técnica:Quatro exposições de 4 - 6 meses cada, com artistas que utilizem o alumínio como suporte principal.Produção de material gráfico e de mídia: catálogos, folhetos explicativos e sinalização educativa. Equipe: 1 curador, 17 artistas, 1 produtora cultural, contratação extra de 2 monitores, equipe de montagem e segurança.Recursos: iluminação dirigida, expositores, painéis explicativos e contratação de seguro para as obras de arte durante o período vigente das exposiçõesPúblico-alvo: Público geral, estudantes, artistas e pesquisadores.Resultados esperados: Ampliação do acesso à arte contemporânea, valorização do alumínio como material artístico e formação de novos públicos.5. Produto: Curso / Oficina / CapacitaçãoObjetivo: Promover atividades educativas e culturais para públicos variados.Descrição Técnica: Palestras, talks e oficinas para público espontâneo e infantojuvenil, gratuitas.Agendamento prévio para escolas públicas, núcleos socioeducativos e organizações sem fins lucrativos. Integração da ação às programações da Semana Nacional de Museus, Jornada do Patrimônio e Primavera dos Museus, de modo que o CCAL participe ativamente dessas iniciativas com atividades educativas itinerantes, oficinas temáticas e ações de mediação desenvolvidas em rede com outros espaços culturais e museológicos. Equipe: contratação de arte-educadores específicos para cada atividadeRecursos: materiais artísticos, kits didáticos, monitores e instrutores especializados.Público-alvo: Público geral e estudantes de instituições de ensino públicas.Resultados esperados: Formação cultural, educação artística, inclusão e participação social. 6. Produto: Contrapartidas SociaisObjetivo: Expandir o alcance educativo do CCAL para além do espaço físico.Descrição Técnica:Desenvolvimento de ação extramuros em parceria com o AluHub Academia, com oficinas, experimentações científicas e reflexões sobre reciclagem e sustentabilidade.Produção de dioramas modulares sobre aplicações do alumínio, em formato itinerante para escolas e instituições.Elaboração e distribuição de kits didáticos para professores, permitindo continuidade das atividades educativas.Equipe: contratação de equipe pedagógica específica para essa ação, equipe técnica da ABAL, gerente cultural e produtora do CCALRecursos: transportes, materiais de produção e logística.Público-alvo: Estudantes de escolas públicas e instituições socioeducativas.Resultados esperados: Ampliação do conhecimento sobre o alumínio, inclusão educativa e multiplicação do aprendizado nas instituições participantes. 7. Produto: Jogo eletrônico - AudiovisualObjetivo: Desenvolver do jogo interativo ?Onde Está o Alumínio?, com o objetivo de promover de forma lúdica e educativa o conhecimento sobre o alumínio e sua importância no cotidianoDescrição Técnica:Aquisição de ilustração artística exclusiva e desenvolvimento de programação compatível com dispositivos portáteis (celulares e computadores).Todo o conteúdo desenvolvido, incluindo o código-fonte, as adaptações técnicas, as ilustrações e demais elementos visuais e interativos, terá titularidade integral do CCAL, que será também responsável pela hospedagem e difusão online do jogo.Formato: jogador único, interação intuitiva, com módulos educativos sobre o alumínio e suas aplicações. Equipe: contratação de designer gráfico, programador, consultor pedagógico.Público-alvo: Público em geral, estudantes e visitantes digitais.Resultados esperados: Educação lúdica sobre o alumínio, alcance ampliado por meio de tecnologia, engajamento e inovação nas ações do CCAL.
O Centro Cultural do Alumínio – CCAL reafirma seu compromisso com a acessibilidade plena, garantindo que todos os visitantes desfrutem de experiências culturais com segurança, autonomia e protagonismo. O centro entende que a acessibilidade vai além do aspecto físico, incluindo dimensões comunicacionais, pedagógicas e atitudinais, para que pessoas com deficiência participem integralmente das atividades educativas e culturais.O CCAL já possui infraestrutura inclusiva, como rampas, elevadores, banheiros adaptados e espaços amplos para circulação segura de pessoas com mobilidade reduzida. Para 2026, o projeto prevê a implementação de uma Política de Acessibilidade contínua, com participação ativa de pessoas com deficiência, garantindo que suas vozes e necessidades sejam atendidas de forma efetiva.Entre as ações previstas:I - Acessibilidade comunicacional: materiais em braile, audiodescrição, linguagem simples e intérpretes de Libras;II - Acessibilidade atitudinal: capacitação da equipe para atendimento inclusivo e respeitoso;III – Visitas educativas acessíveis: visitas mediadas adaptadas a diferentes públicos;IV - Oficinas e atividades inclusivas: promoção de workshops e ações culturais participativas;V - Parcerias institucionais: colaboração com instituições especializadas em inclusão e acessibilidade.Com essas iniciativas, o CCAL consolida-se como um espaço cultural inclusivo e participativo, permitindo que todos os públicos, independentemente de suas especificidades, tenham acesso à arte e à cultura em igualdade de condições, fortalecendo a cidadania e a formação de novos públicos.
O Centro Cultural do Alumínio – CCAL reafirma, em seu plano de manutenção para 2026, o compromisso com a democratização do acesso à cultura e à arte, promovendo ações voltadas à diversidade, à inclusão e à sustentabilidade. O programa propõe a ampliação e o fortalecimento das iniciativas que já integram a rotina do espaço, buscando alcançar públicos cada vez mais diversos, com ênfase em estudantes, comunidades periféricas, pessoas com deficiência, idosos e profissionais da rede pública de ensino.Aberto ao público de segunda a sexta-feira, das 10h às 17h, com entrada gratuita, o CCAL já se consolida como um espaço de convivência e troca de saberes. O Programa de Democratização de Acesso visa expandir o alcance e o impacto social de suas ações, por meio de medidas concretas que favorecem o acesso físico, sensorial, intelectual e digital às atividades culturais.Entre as principais ações previstas, destacam-se:I - Acesso gratuito e permanente às exposições, mostras e atividades culturais promovidas pelo CCAL.II - Visitas mediadas para escolas públicas e grupos comunitários, com transporte subsidiado quando necessário, ampliando o alcance territorial das atividades.III - Oficinas educativas e criativas sobre arte, design, reciclagem e sustentabilidade do alumínio, voltadas a diferentes faixas etárias e níveis de formação.IV - Mediação inclusiva, com intérprete de Libras, audiodescrição, legendas e materiais táteis ou em formatos acessíveis.V - Ciclos de debates, palestras e encontros gratuitos entre artistas, pesquisadores e o público, promovendo o pensamento crítico e a troca de experiências.VI - Conteúdo digital acessível, com visitas virtuais, vídeos educativos e materiais pedagógicos online, garantindo o acesso remoto e contínuo ao acervo e às atividades.VII - Parcerias institucionais com secretarias de educação e cultura, ONGs, cooperativas de catadores de materiais recicláveis e outras instituições locais, ampliando o alcance territorial e social das ações. As ações previstas asseguram acesso público, gratuito e ampliado às atividades culturais do CCAL, distribuídas da seguinte forma:ExposiçõesA visitação às exposições será totalmente gratuita, durante o horário regular de funcionamento do Centro Cultural. A divulgação ocorrerá por meio de redes sociais, mailing institucional e mídia espontânea. Está prevista a recepção de grupos de estudantes de escolas, universidades e cursos técnicos, mediante agendamento prévio.Público estimado: 1.000 visitantes.PalestrasSerão realizadas 8 palestras gratuitas, com capacidade de até 20 participantes por sessão. A divulgação ocorrerá pelas redes sociais do CCAL e inscrições gratuitas serão disponibilizadas via site ou e-mail, respeitando a lotação definida.Público estimado: 160 adultos.Oficinas Artísticas (Crianças, Adolescentes e Adultos)Serão ofertadas 22 oficinas gratuitas, cada uma com capacidade para 20 participantes, garantindo acompanhamento adequado e plena realização das atividades propostas. Divulgação e inscrições ocorrerão pelas redes sociais, site e e-mail institucional.Público estimado: 440 participantes.Visitas Educativas (Público Infantojuvenil)Serão realizadas visitas educativas, com turmas de até 20 participantes, priorizando estudantes da rede pública, organizações sociais e núcleos socioeducativos. Agendamentos e divulgação ocorrerão por meio de redes sociais e contato direto com instituições.Público estimado: 500 jovens.Distribuição Gratuita de Material Gráfico e de Mídia Serão distribuídos gratuitamente catálogos, folhetos explicativos e materiais curatoriais que apresentam os conceitos das exposições e o papel do alumínio na pesquisa artística.Tiragem prevista: 200 exemplares por exposição.Ação Extramuros – AluHub AcademiaEm parceria com o projeto AluHub Academia, serão realizadas ações educativas em escolas e instituições de ensino, envolvendo oficinas artísticas, experimentações científicas e práticas voltadas à sustentabilidade e reciclagem, todas oferecidas de forma gratuita.Instituições de ensino atendidas: 10 instituições.Distribuição Gratuita de Kits Didáticos para ProfessoresSerão produzidos e distribuídos kits pedagógicos para professores das instituições atendidas, permitindo a continuidade das atividades em sala de aula e a multiplicação dos conteúdos trabalhados nas ações extramuros.Professores atendidos: 50 (ao menos 5 professores serão beneficiados em cada instituição).
Gerente Geral: Letícia Brito de Sá é historiadora, curadora e produtora cultural, com ampla experiência em gestão artística e de acervos museológicos e documentais. Especializada em Artes, História da Cultura e Fotografia, atua há mais de 15 anos em instituições culturais, museus, bibliotecas e centros de documentação e memória, com destaque para projetos voltados à preservação, difusão e democratização do patrimônio cultural. Sua trajetória inclui a coordenação de equipes técnicas e artísticas, elaboração e gestão de projetos culturais, captação de recursos via mecanismos de incentivo, planejamento e montagem de exposições, além de pesquisa iconográfica para publicações e produções expográficas. Com perfil multidisciplinar, Letícia se dedica à integração entre pesquisa, curadoria e gestão, promovendo ações que fortalecem o acesso, a sustentabilidade e a valorização da memória cultural.Produtora Cultural: Isadora Neves Picarelli é produtora cultural, designer de moda, cantora, professora de canto e atriz. Formada em Design de Moda pela Faculdade Santa Marcelina (2016) e em Artes Cênicas pelo Teatro Escola Célia Helena (2019), também cursou o Conservatório Souza Lima por seis anos. Desde 2018, atua na área de arte-educação, com experiência em espaços culturais como o Clube Atlético Paineiras do Morumbi, o Centro Cultural do Alumínio (CCAL) e a Casa de Metal Espaço Cultural. Como produtora, desenvolveu figurinos para espetáculos teatrais, curtas-metragens e campanhas publicitárias, além de realizar a produção artística de sua própria carreira musical. Sua atuação combina sensibilidade estética, gestão criativa e experiência em projetos interdisciplinares voltados à difusão cultural. Ficha técnica dos Artistas Alana Marcondes é artista urbana e graffiteira de Pindamonhangaba (SP), integrante do coletivo Mandacaru Crew, o primeiro coletivo de mulheres graffiteiras do Vale do Paraíba e atua desde 2013 transformando muros e espaços públicos em galerias a céu aberto. Em 2022, por meio do projeto QbradaColors, foi contemplada no concurso estadual ?Arte Urbana SP?, realizando intervenções urbanas de revitalização e colorindo o Centro Comercial 10 de Julho. Entre suas obras está a pintura de uma locomotiva da empresa ferroviária MRS Logística como homenagem ao Dia Internacional da Mulher ? considerada a primeira locomotiva ?grafitada e colorida? pela empresa entre os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Com oficinas em escolas públicas, projetos de graffiti educativo e forte presença em intervenções culturais, Alana contribui para difundir a arte urbana como expressão social, estética e comunitária, reforçando a presença feminina no movimento graffiti regional.Allyster Fagundes é artista visual, videomaker e pesquisador atuante em Belém (PA), cuja produção transita entre a performance, o audiovisual, a fotografia, a pintura e a escultura em látex. Sua obra investiga temas ligados à identidade, ao corpo, à ancestralidade amazônica e à cultura drag, articulando estética e discurso político. Pesquisador no Programa de Pós-graduação em Artes da Universidade Federal do Pará, Fagundes desenvolve uma trajetória marcada pela integração entre prática artística e investigação acadêmica. Sua primeira exposição individual, Revérbero, apresentou vídeo-performances, objetos simbólicos, registros corporais e pinturas que dialogam com mitologias da região e com processos de autoconstrução identitária, consolidando sua contribuição para a ampliação do campo da arte drag nas artes visuais contemporâneas.Ascânio MMM é um dos nomes centrais da abstração geométrica na América Latina. Sua obra se desenvolve a partir dos princípios da matemática e da arquitetura, explorando as múltiplas possibilidades das formas geométricas. Desde as décadas de 1970–1990, o alumínio tornou-se o eixo central de sua pesquisa, permitindo-lhe criar estruturas que aliam precisão construtiva e leveza visual. A repetição modular e a racionalidade formal são marcas de seu processo, no qual o rigor do Construtivismo se encontra com a sutileza perceptiva da Arte Óptica, resultando em esculturas que transformam o espaço e convidam o olhar ao movimento. Camila Siren é é artista visual atuante no muralismo e na arte urbana desde 2014. Iniciou no graffiti com letras e bombs, incorporando técnicas de spray que mais tarde fundamentaram seu estilo autoral. Aos 19 anos realizou sua primeira individual, Impulso (2016), e desde então participa de mostras e festivais no Brasil e no exterior, incluindo a Bienal de Graffiti Fine Art (SP), PLPEX (Macau), Colors Festival (França) e Numu (Equador), além de eventos nacionais como Além da Rua (CE), Street River (PA) e Street Art Tour (SC). Sua produção destaca personagens femininas e paletas vibrantes que combinam força e delicadeza, estabelecendo diálogo direto com o espaço urbano e seus públicos. Atuante em Brasília há uma década, Siren contribui significativamente para a paisagem cultural da cidade, ampliando o acesso à arte e fortalecendo a vitalidade do ambiente urbano.Fúlvio Benicio de Mello é um designer multidisciplinar com atuação em design gráfico, de produto e de interiores. Seu trabalho é movido pelo interesse na intersecção entre arte, inovação e materiais, explorando soluções visuais que aliam precisão formal e sensibilidade estética. Sua pesquisa resulta em uma linguagem limpa e simbólica, na qual elementos aparentemente secundários tornam-se protagonistas, revelando uma atenção refinada às camadas sutis que compõem cada projeto.Igor Oliveira é um artista visual cuja pesquisa se desenvolve sobretudo por meio da técnica de stencil múltiplo, aplicada em suportes diversos como papel, madeira, vidro, metal e intervenções urbanas. Indicado ao Prêmio PIPA 2024, o artista constrói composições que transitam entre referências arquitetônicas, elementos da natureza e narrativas do cotidiano amazônico, elaborando paisagens imaginárias que evocam memória, afeto e ambiente. Sua produção reflete uma sensibilidade voltada à observação do território e à criação de atmosferas poéticas, consolidando sua atuação na cena contemporânea do Norte do país.Lys Parayzo é uma artista trans multidisciplinar cuja prática abrange performance, escultura, joalheria e audiovisual. Formada pela EAV–Parque Lage e mestre pela École des Beaux-Arts de Paris, desenvolve uma pesquisa que utiliza o corpo como ferramenta crítica para abordar questões de gênero, colonialismo e violência social. Suas esculturas em metal ? frequentemente em alumínio ou prata polida ? como a série Bixinha (2018), integram acervos de instituições como o MASP e o MAC Niterói. Articulando arte e ativismo, Parayzo consolidou-se como uma voz singular no debate contemporâneo sobre corpo, identidade e resistência.Lucia Mindlin Loeb é artista visual e fotógrafa cuja produção investiga os limites e a materialidade da imagem. Formada em Design Gráfico e com mestrado e doutorado em Poéticas Visuais pela ECA-USP, desenvolve desde os anos 1990 uma pesquisa que articula fotografia, livros-objetos e procedimentos experimentais como repetição, deslocamentos, cortes e sobreposições. Sua obra expande o campo do registro fotográfico ao explorar relações entre memória, narrativa visual e arquitetura urbana, consolidando-se como uma referência na renovação do foto-livro e na fotografia contemporânea brasileira.Luis Scarabel é artista visual com formação em Desenho Industrial, atua há anos na área de direção de arte para canais de TV, mídias impressas e digitais, publicidade e vídeos de branded content e educação. Como documentarista, dirigiu projetos voltados ao meio ambiente e à preservação, ampliando seu olhar para temas socioambientais. Também é ilustrador e cenógrafo, reunindo ampla experiência na criação e montagem de grandes exposições em importantes instituições culturais de São Paulo. Criador da técnica de esculturas realizadas com cápsulas de café descartadas, desenvolveu a série "O Café que Virou Peixe", apresentada na Mostra Sesc Cariri de Culturas (CE) em 2024 e no Centro Cultural do Alumínio (2024/2025).Mafê de Biaggi é artista visual multimídia, designer e diretora de arte ? formada em Artes Visuais pela Belas Artes de São Paulo ? com mais de 15 anos de experiência em direção de arte, design gráfico, motion design, vídeo, instalações e intervenções artísticas. Sua produção abrange diversas linguagens: pintura, escultura, videoarte, performance e design de interiores e cenografia. Entre seus trabalhos, figuram curtas-metragens premiados internacionalmente, video-performances, exposições de escultura em alumínio e projetos de videoarte e instalação multimídia. Como artista e designer, Mafê aposta na experimentação de materiais e linguagens híbridas, articulando estética, tecnologia e narrativa. Marinaldo Silva dos Santos é um artista plástico autodidata cuja produção, iniciada nos anos 1980, se destaca pelo uso expressivo de materiais reutilizados e técnicas mistas que transitam entre pintura, desenho, escultura e assemblage. Sua obra dialoga com a cultura popular, a paisagem urbana e o imaginário amazônico, transformando objetos do cotidiano em composições vibrantes e poéticas. Reconhecido como um dos nomes relevantes da arte contemporânea no Norte do Brasil, Marinaldo participou de diversas exposições nacionais e internacionais, consolidando uma trajetória marcada pela experimentação e pela reinvenção da matéria.Paulo Bordhin é artista plástico multimídia, escultor, designer e performer. Natural de São Luiz Gonzaga (RS), construiu carreira em São Paulo desenvolvendo uma produção centrada no uso criativo de fios e arames de alumínio, transformando esse material em esculturas aéreas, estruturas suspensas e objetos tridimensionais de forte presença simbólica. Sua arte transita entre escultura, design de joias, cenografia, teatro, cinema e performance, resultando em obras que dialogam com o teatro, a literatura e o universo mitológico ? como evidenciado na exposição Entreato, composta por figuras inspiradas no imaginário literário-teatral. Entre suas criações mais impactantes está Árvore da Vida, escultura em arame de alumínio apresentada no Sesc, símbolo de transformação e renovação. A obra de Bordhin revela sensibilidade para a matéria e talento para transformar materiais industriais e utilitários em objetos poéticos, refletindo uma prática artística marcada pela experimentação, intersecção de linguagens e liberdade criativa. Sandra Lapage é uma artista visual contemporânea, cujo trabalho explora a materialidade de objetos descartados ? como cápsulas de café, lacres e resíduos metálicos ? transformando-os em esculturas, instalações, vestíveis e performances que convidam à reflexão sobre consumo, descarte, valor simbólico e a relação entre humano, natureza e cultura. Com mestrado concluído em 2013 no Maine College of Art (USA) e carreira consolidada no Brasil e no exterior, Lapage já apresentou suas obras em exposições individuais e coletivas em galerias e museus na América, Europa e Ásia. Suas criações dialogam com ideias de memória, reaproveitamento, crise ambiental e uma estética poética do reuso ? em que o acúmulo, o erro e a imperfeição constituem parte essencial do processo de criação. Ricardo Tatoo é grafiteiro, diretor de arte e um dos pioneiros do stencil-graffiti no Brasil, desenvolvendo uma linguagem marcada pela precisão gráfica e pelo diálogo com a cultura urbana. Atuou na criação visual de capas de discos para bandas como Ratos de Porão, Sepultura e Inocentes, além de colaborar com marcas e projetos de moda. Seu trabalho se estende a ações educativas e sociais, conduzindo oficinas e intervenções que utilizam o graffiti como ferramenta de formação, expressão e transformação comunitária. Rizza Bomfim é uma artista plástica nascida em Belo Horizonte e radicada em São Paulo, cuja pesquisa explora luz, forma e matéria para criar esculturas e instalações que transformam a percepção do espaço. Sua produção transita entre objetos minuciosos e intervenções de grande escala, sempre marcada por reflexos, transparências e efeitos ópticos que se alteram conforme o movimento do público. Trabalhos como a série Gauss e a escultura urbana A Criação exemplificam sua abordagem em que arte, ciência e sensorialidade se entrelaçam, convidando o espectador a uma experiência ativa e contemplativa que ressignifica o ambiente e o olhar. Vera Parente é uma artista visual nascida em Salvador (BA) e radicada em São Paulo desde 1996, cuja produção transita entre gravura, desenho, pintura, instalação e intervenções poéticas. Sua pesquisa explora matéria, luz, sombra e percepção urbana, criando composições que evocam ritmo, textura e sensações espaciais. Por meio de experimentações formais e sobreposições visuais, Parente investiga a experiência subjetiva da metrópole e propõe leituras sensoriais do cotidiano, consolidando uma prática marcada pela abstração, pela sutileza e pela atenção às atmosferas que moldam o olhar contemporâneo. Tatiana Strop é uma artista visual radicada em Curitiba cujo trabalho se destaca pela pintura sobre chapas de alumínio, utilizando pinceladas contínuas de tinta a óleo que se sobrepõem e se combinam em composições cromáticas e texturais marcadas pela luz e pela materialidade. Suas obras criam efeitos sutis de translucidez, reflexo e profundidade ? com listras horizontais e verticais que dialogam com relevos e dobras da superfície metálica ? provocando no espectador uma experiência visual sensível e envolvente. Reconhecida no circuito nacional e internacional, Tatiana tem obras em acervos como o do Museu Oscar Niemeyer (MON), MUSA – Museu de Arte da Universidade Federal do Paraná (MUSA), e o Centro Cultural do Alumínio (CCAL). Sua trajetória inclui indicações ao Prêmio PIPA (2012 e 2013) e exposições em importantes galerias e museus no Brasil e no exterior.
Complementação aprovada e publicada no Diário Oficial da União.