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A manutenção da Orquestra Filarmonica de Paraisópolis por meio da realização de cursos de instrumentos, de Iniciação Musical e Teoria Musical para crianças e jovens da comunidadepor meio da parceria com o G10 Favelas, integrada à temporada de concertos.
não se aplica
Objetivo Geral Gerar impacto positivo ao promover a educação musical, a inclusão social, o desenvolvimento pessoal e a transformação da comunidade de Paraisópolis. Este plano demonstra como a música pode ser uma ferramenta poderosa para promover mudanças significativas nas vidas das crianças, adolescentes e jovens e nas comunidades do entorno social. A realização de cursos de instrumentos musicais, iniciação musical e teoria da música para crianças e jovens da comunidade está integrada à temporada de concertos com a Orquestra Filarmônica de Paraisópolis, Objetivos Específicos 1. Promover oficinas de iniciação musical para 480 crianças de 6 a 12 anos com coral infantil, flauta doce, violino e jogos de percepção auditiva e rítmica; 2. Promover a prática de instrumentos musicais para 180 crianças e adolescentes de 9 a 17 anos visando a formação de orquestra com instrumentos: Violino, Viola, Violoncelo, Contrabaixo, Percussão, aulas de Teoria Musical e História da Música (Integradas) 3. Profissionalizar 40 jovens talentos, músicos iniciantes, inserindo-os em Master Class gratuitas para os alunos adiantados; consagrando-os para a apresentação em concertos públicos da orquestra. 4. Realizar 10 concertos da Orquestra Filarmônica de Paraisópolis para formação de plateia.
Este plano anual está alinhado com o art 1º da Lei 8313/91 nos respectivos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Também se alinhao ao Art.3ºda mesma Lei: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Paraisópolis como um importante polo em processo de revitalização urbanística. Paraisópolis é um bairro favelizado, localizado na zona sul da cidade de São Paulo que reúne mais de 100 mil habitantes, 21 mil domicílios em uma área de 10 km². Considerado uma cidade dentro de São Paulo, o bairro é a segunda maior favela do Estado de São Paulo e faz divisa com bairros nobres como Morumbi. Apesar da insuficiência de politicas públicas, Paraisópolis é um lugar que dá exemplo de luta social, reivindicando direitos básicos e senso de comunidade. Sua efervescência cultural e a pujança das iniciativas populares e dos movimentos sociais faz reavivar os espaços de convivência e de trocas de saberes, capaz de aumentar o sentimento de pertencimento entre as pessoas e até mesmo diminuir os índices de violência. Este projeto se insere neste contexto, contribuindopara ampliar o repertório cultural de Paraisópolis, utilizando a cultura como vetor de revitalização e fortalecendo a cadeia criativa local, além de gerar empregos diretos e indiretos para os moradores locais. A música tem o poder de transformação. Em diversos exemplos por todo o país, projetos, oficinas, séries de concertos e diversas outras atividades relacionadas têm colaborado para que essa afirmação seja cada dia mais verdadeira. No entanto, persiste o problema da dificuldade do acesso à cultura, a escassez de equipamentos culturais, a quantidade de práticas culturais insuficientes e a pouca divulgação de opções culturais para o nosso público alvo, ou seja, as comunidades na cidade de São Paulo e suas proximidades. Nossa proposta procura abrir novas e manter as já criadas pontes para o acesso da comunidade e de populações mais carentes à música de boa qualidade e a todos os seus benefícios. Nos propomos a divulgá-las efetivamente, atingindo assim todos os públicos e faixas etárias, ensinando de maneira objetiva e sensível. Ainda, com a criação dos cursos gratuitos de Iniciação Musical na Comunidade, oferecemos uma contrapartida social capaz de colaborar com ações públicas na área da educação e da cultura. Finalmente, com a realização de concertos pretendemos divulgar e afirmar os objetivos desta proposta como um exemplo a ser seguido em outras localidades. A comunidade não dispõe de recursos para a realização de um projeto deste porte, daí a necessidade de utilização dos recursos da Lei de Incentivo à Cultura.
Orquestra Sinfônica de Paraisópolis Sobre a Orquestra: A Orquestra Sinfônica de Paraisópolis é um conjunto musical de excelência sediado na comunidade de Paraisópolis, em São Paulo, Brasil. Fundada com o objetivo de promover a música clássica e oferecer oportunidades musicais aos residentes da comunidade, a orquestra se tornou um símbolo de talento, inclusão e transformação social. Missão: Nossa missão é promover a música clássica e proporcionar educação musical de qualidade, criando um impacto positivo na comunidade de Paraisópolis e além. Buscamos inspirar, capacitar e unir através da música, proporcionando oportunidades iguais para todos, independentemente de sua origem ou condição socioeconômica. Visão: A Orquestra Sinfônica de Paraisópolis aspira a ser reconhecida internacionalmente como um exemplo de excelência musical e inclusão social. Almejamos enriquecer a vida cultural da comunidade local e contribuir para a formação de cidadãos comprometidos e apaixonados pela música. Atividades Principais: Concertos Sinfônicos: Realizamos uma temporada anual de concertos sinfônicos, apresentando repertórios diversificados que abrangem desde as obras clássicas mais renomadas até peças contemporâneas. Nossos concertos são abertos ao público e têm como objetivo compartilhar a beleza da música clássica com a comunidade. Programas Educacionais: Oferecemos programas educacionais abrangentes, incluindo aulas de instrumentos, teoria musical e prática de conjunto. Nossos esforços visam proporcionar uma educação musical sólida e acessível a crianças e jovens da comunidade, fomentando talentos e criando oportunidades de crescimento pessoal. Colaborações Culturais: Buscamos parcerias com outras instituições culturais, escolas e músicos renomados, tanto nacional quanto internacionalmente. Essas colaborações enriquecem nossas apresentações e ampliam nossos horizontes musicais. Eventos Beneficentes: Realizamos eventos para angariar fundos, visando sustentar nossas atividades e expandir nossos programas educacionais. Esses eventos também ajudam a sensibilizar a sociedade sobre a importância da música na educação e na promoção da inclusão.Turnês e Intercâmbios: Periodicamente, planejamos turnês e intercâmbios para ampliar nossos horizontes, ganhar experiência e compartilhar nossa música com públicos de diferentes partes do mundo. Impacto Social: A Orquestra Sinfônica de Paraisópolis tem um impacto profundo na comunidade e na vida de seus membros. Além de oferecer educação musical de qualidade, a orquestra promove valores como trabalho em equipe, disciplina, autoconfiança e superação de desafios. Muitos de nossos membros passaram a perseguir carreiras musicais e acadêmicas, demonstrando como a música pode ser uma ferramenta poderosa para a transformação pessoal e social. Conclusão: O portfólio da Orquestra Sinfônica de Paraisópolis reflete um compromisso firme com a música clássica, a educação musical e a inclusão social. Através de suas atividades, a orquestra toca os corações e as mentes de pessoas, criando um impacto duradouro na comunidade e inspirando uma apreciação mais profunda pela arte musical. Impactos gerados na comunidade A Orquestra Sinfônica de Paraisópolis tem gerado um impacto positivo ao promover a educação musical, a inclusão social, o desenvolvimento pessoal e a transformação da comunidade. Ela demonstra como a música pode ser uma ferramenta poderosa para promover mudanças significativas nas vidas das pessoas e no tecido social: Educação e Desenvolvimento Pessoal: A orquestra oferece educação musical de alta qualidade para crianças e jovens da comunidade. Ao aprender a tocar um instrumento e participar de práticas de conjunto, os membros desenvolvem habilidades como disciplina, concentração, trabalho em equipe e autoestima. Essas habilidades são transferíveis para outras áreas da vida, contribuindo para o desenvolvimento pessoal e acadêmico. Inclusão e Oportunidades Iguais: A orquestra promove a igualdade de oportunidades, oferecendo acesso à educação musical de alta qualidade para pessoas de todas as origens socioeconômicas. Isso ajuda a quebrar barreiras e oferece uma plataforma onde todos podem se expressar e explorar seus talentos musicais, independentemente de sua situação financeira. Transformação Social: A presença da orquestra na comunidade serve como um exemplo inspirador de como a música pode ser uma ferramenta de transformação social. Muitos jovens membros da orquestra encontram uma direção positiva em suas vidas através da música, afastando-se de influências negativas e focando em suas paixões e objetivos. Criação de Modelos: A orquestra oferece modelos positivos para os jovens da comunidade. Ao verem seus colegas mais velhos ou outros membros da mesma comunidade alcançando sucesso na música, os jovens são motivados a perseguir seus próprios sonhos e aspirações. Fortalecimento da Identidade Cultural: Através da realização de concertos e apresentações, a orquestra ajuda a fortalecer a identidade cultural da comunidade. Ao incluir elementos culturais locais em suas apresentações, a orquestra celebra a diversidade da comunidade e contribui para um sentimento de pertencimento. Engajamento da Comunidade: Os concertos e eventos da orquestra não apenas proporcionam entretenimento cultural, mas também incentivam o envolvimento da comunidade. Os residentes locais têm a oportunidade de participar ativamente, apoiar os membros da orquestra e se orgulhar das realizações da comunidade.Atração de Recursos: A existência da orquestra atrai a atenção de doadores, patrocinadores e instituições culturais que reconhecem o valor do trabalho realizado. Isso ajuda a angariar recursos financeiros e materiais que sustentam as atividades da orquestra e permitem a expansão de seus programas. Construção de Redes Sociais: A orquestra proporciona um ambiente onde os membros podem construir relacionamentos sociais significativos. Isso cria uma rede de apoio que vai além da música e ajuda a fortalecer os laços dentro da comunidade.
Projeto Pedagógico Objetivos Nosso objetivo principal é a educação, o crescimento e a consequente transformação, pelo aprendizado da arte, de nossos jovens e seu meio, a comunidade de Paraisópolis. Posteriormente, que o convívio com a cultura e com a beleza decorrentes da prática musical, produzam também a sensibilidade, o desejo e a consequentemente ação para transformar primeiramente seu quarteirão, seu bairro, e depois sua cidade. Não temos dúvida que jovens educados, com cultura e sensibilidade, serão melhores cidadãos. Musicalmente, optamos por ações integradoras e inspiradoras. São elas: · Aprendizado pela prática coletiva: tanto nas aulas, como na orquestra e no coral. · A “performance” como parte integrante do aprendizado. Os concertos e apresentações de pequenos grupos serão considerados como “a parte final do aprendizado”, onde tudo o que foi aprendido será colocado à prova e, dessa maneira, definitivamente assimilado. (Ver Anexo 1- Sobre o estudo da Música). · Aprendizado, prática e atuação tanto na área erudita como folclórica e popular. Assim, pretende-se oferecer aos nossos alunos a possibilidade da aquisição da fluência em qualquer estilo musical e, para os casos onde os alunos desejarem, consequente futura atuação profissional. · Integração de conteúdos: Teoria Musical é ensinada com método próprio, de maneira integrada à História da Música, permitindo assim uma visão muito mais ampla e geradora de relações entre os conteúdos. Um breve exemplo: é inspirador para um jovem de comunidade saber que o autor da obra que ele está executando, também passou por dificuldades em sua vida, mas que, apesar de todas as limitações, obteve sucesso em seus objetivos. · Uma vez que o talento é imprevisível, nossas turmas são organizadas seguindo basicamente duas referências: potencial e faixa etária. Dessa maneira, se um aluno de muito talento se “adiantar” em seus estudos, ele poderá, por exemplo, ser promovido em instrumento e manter-se na mesma sala de Teoria Musical, preservando e ampliando seu convívio. · Durante seus mais de 10 anos de existência, a OFP selecionou métodos de leitura, solfejo, desenvolvimento técnico nos instrumentos e, baseada em sua experiência em classe, organizou um método próprio que reúne as boas práticas de todos os outros, porém de maneira simples e objetiva, reduzindo muito o tempo de aprendizado de matérias teóricas. Os cursos Serão oferecidos cursos de instrumentos de cordas, percussão, iniciação musical, teoria musical e prática de orquestra. Serão gratuitas e abertas ao público em geral, tanto na comunidade como nas áreas próximas. São elas: · Percussão: percussão sinfônica e popular. · Cordas: violino, viola, violoncelo e contrabaixo. · Iniciação musical: para crianças entre 06 e 12 anos de idade. Prática coral, percussão, flauta doce e violino (tamanhos dos instrumentos adequados à idade limite das crianças). · Todos os cursos serão ministrad0s por professores com formação superior, capacitados em seus instrumentos e com experiência comprovada. · Os cursos de Iniciação Musical e Percussão também são oferecidos gratuitamente para os professores da rede de ensino pública e privada de Paraisópolis. Ingresso Os cursos terão suas vagas preenchidas por ordem de chegada, porém, moradores da comunidade terão preferência. Outras atividades · Concertos em locais da cidade de São Paulo e em cidades onde for oferecido transporte, alimentação e hospedagem para o grupo. · Coral de Pais e Amigos de Paraisópolis, prática de lazer musical realizada uma vez por semana. Especificações Técnicas Público Alvo · Principal: Moradores da comunidade de Paraisópolis, bairro do Morumbi, cidade de São Paulo. · Outros públicos: suas comunidades vizinhas: Vila Sônia, Vila Morse, Capão Redondo, Vila Yara, Campo Limpo, Jardim Colombo e cidades próximas à capital como ABCD, Ribeirão Pires, Osasco, entre outras. Exigências para admissão: ser alfabetizado (apenas para os cursos de instrumentos). Ordem de admissão: ordem de matrícula (pretende-se que todos sejam admitidos). Carga horária dos Cursos Aulas obrigatórias para os cursos de instrumentos: · Aula de instrumento. · Aula de Teoria Musical e História da Música. · Prática de Orquestra. Aulas obrigatórias para Iniciação Musical: · Aulas práticas: coral, violino, flauta doce e percussão. Carga horária mínima semanal: · Cursos de Instrumentos: 1 aula com duração de 50 minutos. · Curso de Teoria Musical: 1 aula com duração de 50 minutos. · Prática Coral de Pais e Amigos: 1 aula com duração de 90 minutos. · Prática Iniciação Musical: 2 aulas com duração de 45 minutos. · Prática coletiva de orquestra: 12 horas mensais. · Master Classes: 12 por mês, com duração de 3 horas Objetivos pedagógicos das atividades Iniciação Musical O objetivo é despertar o gosto pela música, estimular e contribuir para uma formação mais completa e sensível de nossas crianças. Será realizada por meio de atividades lúdicas, iniciação ao canto coral e instrumentos de percussão artesanais, ao violino e à flauta doce. A utilização desse método visa o desenvolvimento e aperfeiçoamento da percepção auditiva, da imaginação, da coordenação motora, da memorização, da socialização, do ritmo e do conhecimento de diferentes estilos musicais. Pretende-se, mesmo que por um tempo determinado, valorizar o sentimento, a experimentação, criação e reflexão, oferecendo assim uma experiência criativa e definitiva em seu desenvolvimento global. Aulas de instrumento Para nossos alunos iniciantes, o primeiro objetivo é o de, em um semestre letivo, integrando um pequeno grupo instrumental, executar três obras escolhidas com alguma proficiência: afinação, ritmo e expressividade em sua execução. A partir do seu segundo semestre, juntamente com os alunos regulares de seu nível técnico, pretende-se conhecer e estudar diversas obras orquestrais com diferentes tipos de dificuldade. Durante esse processo, todos serão orientados sobre como superar essas dificuldades, tanto em termos de execução orquestral como técnicas e expressivas. Basicamente, todo o conteúdo do trabalho terá como origem e objetivo final a execução de diversos períodos e estilos musicais. Isso se deve à nossa proposta central de se investir na questão do aprendizado coletivo e na performance. Portanto, todo o trabalho técnico, ao contrário da utilização de métodos tradicionais de aprendizado, se baseará no estudo de passagens orquestrais com dificuldades específicas, um conteúdo único e pouco comum atualmente, porém de grande utilidade prática na formação musical. Teoria Musical O curso constará basicamente do suporte teórico e histórico para a execução musical e da aquisição da leitura rítmica e melódica. Abordará também aspectos como: história do compositor, da obra, aspectos técnicos de execução: estilo de época e de autor, por exemplo. Prática de Orquestra Essa atividade será produzida não apenas no sentido de se produzir uma execução musical de bom nível, mas também de oferecer aos seus participantes uma informação que permita melhorar, ampliar seus conhecimentos de execução coletiva por meio de orientações técnicas especiais dadas por seus professores de instrumento durante os ensaios, assim como pela preparação dos ensaios antecipadamente em sala de aula com o maestro dos concertos. Anexo 1 Sobre o estudo da música – pequenos conselhos a jovens músicos Paulo Rydlewski – Diretor Artístico e Pedagógico Uma coisa é certa, todas as pessoas, independentemente de sua habilidade natural, podem tocar um instrumento, compor, improvisar, e principalmente, se divertir com a música. Naturalmente, há fatores que podem determinar o quão longe podemos chegar em termos de desenvolvimento técnico como: a idade, o tempo disponível para os estudos, por exemplo, porém é possível se caminhar muito e, principalmente, ter em nossas vidas o insubstituível prazer desse convívio sensível e criativo. Para os alunos de instrumentos, é muito importante a compreensão da diferença entre Teoria e Prática Musical. Na música, a teoria acontece após a prática. Primeiro o fato, a criação, depois a tentativa de se compreender o que foi criado, isso porque, no processo criativo, a “inspiração”, a invenção, é um fator real, que não pode ser desprezado ou minimizado. Muitas vezes ótimas, criativas e até inusitadas, ideias aparecem quando estamos caminhando, dirigindo, fazendo esportes, assistindo a um filme, por exemplo. Há casos de grandes compositores que se deixaram levar por sua intuição ou mesmo por situações inusitadas como J. S. Bach que usa as iniciais de seu nome como elemento composicional em sua “Oferenda Musical” – B (Si), A (Lá), C (Dó) e novamente B. W.A. Mozart usou as notas (dó, ré, fá, mi), provenientes do som das bordas de algumas taças de cristal para criar o Sujeito (tema) do último movimento da Sinfonia nº 41 (Júpiter). Bélá Bartók se utilizou da “Medida Áurea” como elemento estrutural em várias de suas obras. Exemplos não faltam, pois a criação na arte, e especialmente na música, é livre. Naturalmente, isso não quer dizer que compositores que se utilizam desses recursos não sejam “sérios”, pelo contrário, prova que sabiam e podiam ser criativos e originais de muitas maneiras. Então, qual o papel da Teoria Musical? Tão importante quanto a criação, ela é a ferramenta nos permite desvendar, compreender e transmitir tudo o que foi imaginado, criado e realizado. A constatação mais simples dessa afirmação é a escrita musical, todos sabemos que graças à ela pudemos conhecer, estudar, transmitir e assim perpetuar milhões de obras ao longo da história. Ainda, sobre essa convivência criativa, um breve comentário: em inglês (play), em francês (jouer), em alemão (spiel), e várias outras línguas, a palavra utilizada para se “tocar” um instrumento é a mesma para “brincar”. O estudo da música não deve, em nenhum momento, fazer com que nos esqueçamos da beleza e do prazer que nos motivou a iniciá-lo, portanto, um estudante deve, sempre que possível, “brincar” com seu instrumento, experimentar tocar em outros estilos, de outras maneiras e, principalmente, improvisar. Um outro motivo pelo qual a música deve ser ensinada de forma criativa, mas nem por isso menos comprometida com a qualidade e bons resultados, é que ela não é exatamente uma linguagem, no sentido tradicional do termo. ... “A música assemelha-se à linguagem, “apenas” assemelha-se - porém a música não é uma linguagem. sua similitude indica o caminho para o intrínseco, bem como para o vago. Quem toma a música ao pé da letra como linguagem é induzido ao erro” (Theodor Adorno). Um erro que pode custar o abandono dos estudos por muitos jovens de talento, massacrados por aulas e exercícios intermináveis e cansativos. Daí a necessidade de uma didática criativa que considere a individualidade, que a personalidade artística e musical seja um fato, que proponha um equilíbrio entre o coletivo e o individual, entre teoria e prática e, principalmente, que compreenda o processo do aprendizado como a integração, a soma de diversas capacidades, as quais chamarei, apenas para fins didáticos, de “memórias”. As cinco “memórias” A memória é um processo essencial que nos possibilita incluir, consolidar e recuperar toda a informação que apreendemos. É também uma espécie de “sistema de armazenamento” que permite reter a informação aprendida e lembrar de informações retidas anteriormente. Toda informação que aprendemos passa por esse processo - a aquisição, a construção e a utilização do conhecimento. Para o estudo da música em geral, ou para o estudo de um instrumento ou da voz, passamos pelo mesmo processo, e a compreensão da importância da abordagem simultânea dessas cinco memórias desde o princípio dos estudos de qualquer estudante é fundamental. Ela possibilita uma visão completa do percurso a seguir, clareando e equilibrando todos os seus conteúdos. Portanto, vamos tentar entender o que são essas “cinco memórias” e como atuam na construção do aprendizado musical. Memória 1 – Visual A leitura de uma partitura corretamente, de seus sinais, símbolos. Memória 2 – Mecânica A “transmissão” do que foi lido às mãos, aos dedos, aos pulmões, ao nosso corpo inteiro e, dele, ao instrumento. Memória 3 – Auditiva O reconhecimento do ritmo, das notas musicais, dos acordes, intervalos, do timbre, e da afinação. Memória 4 – Expressiva Realizar expressivamente os elementos musicais como a dinâmica, o fraseado, a articulação. Tentar entender quais são as indicações que o compositor pede para a execução de sua obra e como realiza-las. Memória 5 – Global Aqui nos conectamos à nossa experiência pessoal, nossas ideias, nosso conhecimento sobre o compositor, seu período e estilo musical, e nos empenhamos em expressar uma visão original da obra. Como podemos perceber, não são exatamente memórias no sentido clássico da utilização da palavra. Porém, todas elas “soam” ao mesmo tempo na música que executamos. Trata-se de fato da adequação de um termo para a representação do processo. Um projeto de educação musical para Paraisópolis Aprender a tocar um instrumento pode ser muito mais que desenvolver habilidades físicas, tipos de memórias ou mesmo repetir padrões apreendidos em horas e horas de exercícios, na maioria das vezes, apenas processos mecânicos pouco eficientes. Na verdade, o contato mais próximo com a música, ou a arte de maneira geral, deve contribuir de maneira efetiva para a sensibilização do indivíduo e para a construção de sua/nossa cultura. Quando se trata de educação musical infanto-juvenil então, é essencial sabermos fugir desses padrões pouco flexíveis e descobrirmos caminhos que nos permitam utilizar e preservar as mais importantes qualidades de nossa infância: a alegria e a liberdade. Mantidas essas qualidades, a dedicação e a disciplina não precisam ser impostas, pelo contrário, transformam-se em decorrências do prazer de se fazer o que se gosta. Em suma, o estudo da música não deve em nenhum momento fazer com que nos esqueçamos da beleza e do prazer que nos motivou a iniciá-lo. Quando falamos de educação musical para crianças de poucos recursos, para que possamos caminhar na direção do rompimento definitivo com os efeitos da pobreza, da falta de acesso a uma educação de qualidade, devemos rejeitar qualquer forma de preconceito e compreender que todas as crianças são únicas, com características e potenciais diferenciados. A dimensão do talento individual e as dificuldades financeiras não podem ser um fator restritivo ao desenvolvimento do aprendizado. Ainda, é imprescindível manter seus ouvidos, ou melhor, todos os sentidos “abertos”, oferecendo acesso a todas as formas de expressão musicais, sejam elas eruditas, folclóricas ou populares. Também é necessário fomentarmos o contato com artistas e outros grupos com as mesmas características, incentivando o reconhecimento de exemplos de sucesso. Por último, mas tão essencial quanto, é a integração com a família. Apenas com essa proximidade conseguimos conhecer um pouco melhor nossos aprendizes, criando laços mais reais e duradouros. Ainda, com a aproximação familiar é possível se irradiar as vantagens do contato sensível com a arte e a cultura para um número maior de pessoas.
PRODUTO: PLANO ANUAL ACESSIBILIDADE FÍSICA 1. Atendimento prioritário às crianças e adolescentes portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. 2. Vagas de estacionamento preferencial demarcadas. 3. Banheiros adaptados: Banheiros acessíveis, com barras de apoio e espaço suficiente para cadeiras de rodas. 4. Sinalização tátil: utilização de sinalização em braille e pisos táteis para orientar os alunos com deficiencia visual ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS 1. Adaptação de Partituras Utilização de software Musibraille gratuito de transcrição de partitura para braille, para acessibilidade aos alunos com deficiência visual, garantindo que os alunos tenham acesso ao mesmo repertório que seus colegas videntes. 2. Formação dos professores: Capacitação introdutória dos professores de música para que eles possam utilizar o Novo Manual Musical de musicografia Braille adquirindo noções para ensinar utilizando o Braille musical. Isso inclui tanto o conhecimento técnico do Braille quanto estratégias pedagógicas inclusivas. 3. Audiodescrição: Descrição verbal e prática dos conceitos musicais e das técnicas de execução. 3. Instrumentos adaptados: Adaptação dos instrumentos para deficientes visuais - item 5 da planilha 4. Inclusão: Criação de um ambiente educacional inclusivo, onde todos os alunos, independentemente de suas habilidades visuais, possam participar plenamente das atividades musicais. ítem 5 da planilha item 5 da planilha orçamentária: Desenvolvimento/Material de multissensorialidade. Contratação de musicoterapeuta que utilizará a música como ferramenta terapêutica para melhorar a inclusão, a qualidade de vida e aprendizagem dos alunos com deficiência. Irá trabalhar com a música e seus elementos, como o ritmo, a melodia, a harmonia e o som, para promover o desenvolvimento de potenciais e o restabelecimento e reequilíbrio de funções sensoriomotoras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTE AUDITIVOS 1. Vibrações e Sensações Táteis: Estímulo para os alunos sentirem as vibrações da música. Colocar as mãos em um instrumento ou em superfícies que vibram com a música pode ajudar a sentir o ritmo e a melodia. 2. Linguagem de Sinais: Utilizar a linguagem de sinais para explicar conceitos musicais e instruções pode ser muito eficaz. Existem sinais específicos para notas, ritmos e outros elementos musicais. 3. Visualização: Usar recursos visuais, como gráficos, luzes e cores, para representar diferentes aspectos da música. Por exemplo, luzes piscando para indicar o ritmo, e cores diferentes irão representar notas ou acordes. 4. Uso de instrumentos adaptados: Alguns instrumentos podem ser adaptados para facilitar a percepção das vibrações. Por exemplo, tambores e outros instrumentos de percussão são ótimos para sentir o ritmo. 5. Envolvimento Multissensorial: Incorporar outros sentidos no aprendizado musical, como a visão e o tato, auxiliando o aluno a criar uma experiência musical mais completa. 6. Ensaios em grupo: Encorajamento da colaboração entre alunos e com músicos mais avançados ajudando a desenvolver habilidades musicais e sociais. Trabalhar em conjunto permite que os alunos aprendam uns com os outros e se apoiem mutuamente. 7. Feedback Visual: Usar espelhos ou vídeos para que os alunos possam ver suas próprias performances e fazer ajustes conforme necessário. item 5 da planilha orçamentária: Desenvolvimento/Material de multissensorialidade. Contratação de musicoterapeuta que utilizará a música como ferramenta terapêutica para melhorar a inclusão, a qualidade de vida e aprendizagem dos alunos com deficiência. Irá trabalhar com a música e seus elementos, como o ritmo, a melodia, a harmonia e o som, para promover o desenvolvimento de potenciais e o restabelecimento e reequilíbrio de funções sensoriomotoras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: 1. Ambiente Estruturado: Criação de ambiente previsível e estruturado, com rotinas claras e professores de referencia. 2. Tecnologia Assistiva: Utilização de aplicativos e softwares que ajudem na comunicação e no aprendizado musical. 3. Interação Sensorial: Inclusão de atividades que envolvam diferentes sentidos, como tocar instrumentos que vibram ou usar luzes para representar ritmos item 5 da planilha orçamentária: Desenvolvimento/Material de multissensorialidade. Contratação de musicoterapeuta que utilizará a música como ferramenta terapêutica para melhorar a inclusão, a qualidade de vida e aprendizagem dos alunos com deficiência. Irá trabalhar com a música e seus elementos, como o ritmo, a melodia, a harmonia e o som, para promover o desenvolvimento de potenciais e o restabelecimento e reequilíbrio de funções sensoriomotoras. PRODUTO: CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO - MÚSICA ACESSIBILIDADE FÍSICA 1. Atendimento prioritário às crianças e adolescentes portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. 2. Vagas de estacionamento reservadas 3. Banheiros adaptados: Garantir que os banheiros sejam acessíveis, com barras de apoio e espaço suficiente para cadeiras de rodas. 4. Sinalização tátil: utilização de sinalização em braille e pisos táteis para orientar os alunos com deficiencia visual ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS 5. Partituras em braille: Fornecer partituras em braille para alunos cegos. 6. Envolvimento Multissensorial: Incorporar outros sentidos no aprendizado musical, como o tato, auxiliando o aluno a criar uma experiência musical mais completa. 7. Ensaios em grupo: Encorajamento da colaboração entre alunos e com músicos mais avançados ajudando a desenvolver habilidades musicais e sociais. Trabalhar em conjunto permite que os alunos aprendam uns com os outros e se apoiem mutuamente. item 5 da planilha orçamentária: Desenvolvimento/Material de multissensorialidade: Contratação de musicoterapeuta que utilizará a música como ferramenta terapêutica para melhorar a inclusão, a qualidade de vida e aprendizagem dos alunos com deficiência. Irá trabalhar com a música e seus elementos, como o ritmo, a melodia, a harmonia e o som, para promover o desenvolvimento de potenciais e o restabelecimento e reequilíbrio de funções sensoriomotoras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTE AUDITIVOS 1. Tradução em tempo real: Durante as aulas, o intérprete traduz o discurso oral para a língua de sinais e vice-versa. 2. Mediação cultural: Além de traduzir palavras, o intérprete também transmite expressões faciais, gestos e nuances culturais presentes. 3. Apoio à independência: Facilitam a autonomia das pessoas surdas, assegurando que elas possam participar plenamente da sociedade item 15 da planilha orçamentária : Intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: 1. Exploração de Sons com a objetivo de familiarizar os alunos com diferentes sons.Atividade: Distribuição de diferentes instrumentos musicais para os alunos permitindo que explorem os sons que cada um produz, descrever as diferenças entre os sons e a identificar quais instrumentos produzem sons mais agudos ou graves. 2. Dança dos Sons com o objetivo de estimular a expressão corporal através da dança.Atividade: Produzir toque diferentes tipos de música e pedir aos alunos que dancem de acordo com o ritmo e o estilo da música. Uso de luzes coloridas que piscam no ritmo da música para ajudar a guiar os movimentos. 3. História MusicalObjetivo: Estimular a narrativa através da música.Atividade: Criação de uma história onde cada personagem ou evento é representado por um som ou instrumento específico. Os alunos podem tocar os instrumentos enquanto a história é contada, ajudando a dar vida à narrativa. 4. Grupo de CriaçãoObjetivo: Fomentar a criatividade e a cooperação.Atividade: Dividir os alunos em pequenos grupos e pedir que criem uma pequena composição musical usando instrumentos, sons corporais (como palmas e estalos de dedos) e até mesmo objetos do cotidiano. Depois, cada grupo pode apresentar sua criação para a turma. 5. Escuta AtivaObjetivo: Desenvolver habilidades de escuta e concentração.Atividade: Tocar uma peça musical e pedir aos alunos que identifiquem diferentes instrumentos ou sons que ouvem. Em seguida, discutir como cada som contribui para a música como um todo. 6. Instrumentos de SucataObjetivo: Promover a criatividade e a consciência ambiental.Atividade: Pedir aos alunos que tragam materiais recicláveis de casa e ajude-os a construir seus próprios instrumentos musicais. Depois, eles podem usar esses instrumentos para tocar uma música em grupo. 7. Pintura MusicalObjetivo: Integrar artes visuais e música.Atividade: Tocar diferentes tipos de música e pedir aos alunos que pintem ou desenhem o que sentem ou imaginam ao ouvir cada peça. Isso ajuda a conectar a música com a expressão visual. item 5 da planilha orçamentária: Desenvolvimento/Material de multissensorialidade. Contratação de musicoterapeuta que utilizará a música como ferramenta terapêutica para melhorar a inclusão, a qualidade de vida e aprendizagem dos alunos com deficiência em conjunto com os estudantes sem deficiência. Irá trabalhar com a música e seus elementos, como o ritmo, a melodia, a harmonia e o som, para promover o desenvolvimento de potenciais e o restabelecimento e reequilíbrio de funções sensoriomotoras. PRODUTO: APRESENTAÇÕES MUSICAIS ACESSIBILIDADE FÍSICA Locação de espaços que preencham os seguintes requisitos: 1. Rampas e Elevadores para facilitar a mobilidade de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. 2. Garantir que os banheiros sejam adaptados e acessíveis, com espaço suficiente para manobras de cadeiras de rodas. 3. Áreas Reservadas: Áreas reservadas específicas com boa visibilidade para pessoas com mobilidade reduzida 4. Rotas de fuga acessíveis e bem sinalizadas para pessoas com mobilidade reduzida. 5. Sinalização tátil para orientar pessoas com deficiência visual dentro do local do evento. 7. Equipe do evento treinada para atender às necessidades específicas de pessoas com deficiência, garantindo um atendimento inclusivo e eficiente. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS 2. Audiodescrição da sala onde ocorre a apresentação, a disposição no palco, etc. 3.. Ao final do concerto, o público vai poder tocar e pegar os instrumentos. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTE AUDITIVOS Intérpretes de Libras durante as apresentações. item 19 da planilha orçamentária ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: 1. Espaços Tranquilos: Disponibilização de áreas de descanso ou espaços tranquilos para pessoas que possam se sentir sobrecarregadas sensorialmente.
Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; O projeto oferece todos os cursos e atividades de forma gratuita. · As inscrições serão realizadas por ordem de chegada, sem distinção. · O projeto não cobrará cachê por suas apresentações. · Todas as apresentações serão gratuitas e realizadas onde possa se garantir o acesso irrestrito a todos os tipos de público. . Criação do Cantinho do Saber (espaço + cursos) · Coral de Pais e Amigos da OFP · Iniciação Musical na Comunidade – aulas de Iniciação musical que serão oferecidas gratuitamente para as escolas estaduais localizadas em Paraisópolis.
Esclarecimentos quanto à atividade que o proponente realizará no projeto: Paulo Rydlewski, como Maestro e Diretor Artístico e Pedagógico, desempenhará um papel central no projeto. Suas atividades incluirão: Gestão do Processo Decisório: Ele será responsável por todas as decisões artísticas e pedagógicas, garantindo que o projeto siga a visão e os objetivos estabelecidos. Isso inclui a seleção de repertório, planejamento de ensaios e concertos, e a supervisão de todas as atividades educativas. Direção Artística: Paulo irá liderar a criação e execução de performances musicais, trabalhando diretamente com músicos e outros artistas para garantir a alta qualidade das apresentações. Sua experiência como maestro e produtor musical será crucial para manter o padrão artístico do projeto. Desenvolvimento Pedagógico: Ele também será responsável pelo desenvolvimento e implementação de programas educacionais, incluindo cursos de música e instrumentos para todas as idades. Sua experiência em educação musical será fundamental para a formação de novos talentos e para a promoção da música como ferramenta de transformação social. Intermediação e Coordenação: Embora ele tenha um papel de liderança, Paulo não delegará suas responsabilidades de gestão do processo decisório, evitando assim qualquer caracterização de intermediação que contrarie a regulamentação do uso do incentivo fiscal. Com sua vasta experiência e reconhecimento no cenário musical, Paulo Rydlewski está bem preparado para garantir o sucesso do projeto, tanto em termos artísticos quanto educacionais. Ele é uma figura de destaque na música clássica no Brasil e um exemplo de como a arte pode ser usada para promover mudanças sociais positivas. Maestro e Diretor Artístico e Pedagógico.....................................................Paulo Rydlewski produtor musical, compositor Nascido em São Paulo, possui Mestrado pela Universidade de São Paulo, pós-graduação pela Academia Franz Liszt – Budapest, e Bacharelado em Composição e Regência pela UNESP. Atuou em mais de 1600 concertos no Brasil e no exterior. Possui textos publicados pela “Library of Congress” - Washington, diversas revistas de arte e cultura, vários CDs gravados, fundador de cinco orquestras profissionais, criador de cursos de música e instrumentos para todas as idades. Arranjador, compositor e produtor musical. Diretor Geral da Trilha Sonora - eventos, produções artísticas e musicais. Diretor Artístico e Pedagógico dos projetos “Orquestra Filarmônica de Paraisópolis” e da Orquestra Filarmônica Prof. José Storópoli (UNINOVE). Ao longo de sua carreira, tem recebido diversos prêmios e reconhecimentos por seu trabalho em prol da cultura e da educação musical, incluindo o da Associação Paulista de Críticos de Arte, “Imortais in Vita” do Diário do Grande ABC, Prêmio “Desempenho” da revista Livre Mercado e o Prêmio Nova Paraisópolis como empreendedor cultural. Recentemente, se tornou Imortal da Academia de Música Brasileira. É considerado uma das principais referências no cenário da música clássica no Brasil e um exemplo de como a arte pode ser usada como instrumento de transformação social. Gerente de projeto .........................................................................Mauro Di Domenico Leite Psicólogo, MBA em Gestão Estratégica do Terceiro Setor, pós-graduado em Gestão Empresarial e especialista no enfrentamento do fenômeno da violência doméstica contra crianças e adolescentes. Concluiu o curso de Formação de Governantes pela Escola de Governo. Foi diretor executivo de organização civil nas áreas de assistência social, educação infantil, música e esporte. Presta assessoria em políticas públicas, tendo atuado para diversos municípios paulistas como São Paulo, Sertãozinho, Indaiatuba, Itapevi, Limeira, Mauá, Poá, São Roque, Carapicuíba, Araraquara, Mococa, São Caetano do Sul, Orlândia, Cunha, Embu das Artes e Porto Feliz. Foi conselheiro Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente em São Paulo, é docente do SENAC em cursos na área de gestão e negócios. Coordenadora de produção.....................................................MONICA FARIA RYDLEWSKI Criação e Produção de Eventos · Desde janeiro de 1989, vem atuando na produção e administração de eventos de pequeno, médio e grande porte, desde a seleção de pessoal até e a direção de eventos. · Produtora de eventos para a Prefeitura de São Caetano do Sul, entre 1989 e 1992. · Produtora Executiva da Orquestra Filarmônica de São Caetano do Sul, de 1990 a 1993. · Em 1994, fundou a Arte & Ideia Projetos e Assessoria Cultural, criando, produzindo e administrando diversos projetos com o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet. · Trabalhou na criação, captação, execução e desenvolvimento de projetos de Lei Rouanet para o Mosteiro de São Geraldo de São Paulo, Colégio Santo Américo, para o Coral Santo Américo, possibilitando sua excursão à Europa em 1996, onde se apresentou em várias igrejas e catedrais europeias e para Sua Santidade o Papa João Paulo II no Vaticano. · Elaborou o projeto de criação e implementação do Coral infanto-juvenil da Fundação Bradesco. Atuou na administração e produção de eventos populares com a participação de artistas como nacionais como Moacir Franco, Jair Rodrigues, Chitãozinho e Xororó, Vânia Bastos, Toquinho, Skank, Família Lima, Trio Quintessência e internacionais como Dana Radu, Basinia Schulmann e Nikolas Koeckert, entre outros. · Realizou a produção executiva do CD da pantomima infantil “Serafim Seresteiro” para o Colégio Santo Américo e os CDs Orquestra Filarmônica de São Bernardo, de 2001 e 2004. · Criou e produziu projetos de visibilidade nacional como a Camerata Santo Américo e a Nova Filarmônica de São Paulo. Seu projeto da Nova Filarmônica de São Paulo foi considerado pela revista Mercatto, como uma “obra prima de marketing”. Responsável pelos cursos de iniciação musical.........................................Marina Moreno • Professora e Coordenadora de Iniciação Musical – School Of Rock (Unidade Cerqueira Cesar) Aulas de musicalização para Little Wing – alunos de 3 a 5 anos Aulas de musicalização para Rookies – alunos de 6 e 7 anos Instrutora de ensaio para Rock 101 – alunos de 8 a 12 anos • Professora de Música – Colégio Arcádia Emprego atual Aulas de musicalização para crianças de 2 a 6 anos • Professora de Música – Colégio Pensar e Criar Emprego atual Aulas de musicalização para crianças de 2 a 5 anos Aulas de música para crianças de 6 a 10 anos • Professora de Música – Brasil Canadá Santana Janeiro/22 a Abril/23 Aulas de musicalização bilíngue para crianças de 4 meses a 6 anos • Professora de Música (online) – Colégio CEAS, Campinas Fevereiro/2020 a Dezembro/2020 Aulas de musicalização online para alunos de 2 a 7 anos • Professora de Música - Colégio Itatiaia, São Paulo Fevereiro/2012 a Dezembro/2019 Aulas de musicalização para alunos de 4 meses a 10 anos, nas unidades Campo Belo, Moema (bilingue), Afonso de Freitas, Bela Vista, Aclimação e Parque da Aclimação. • Professora de Música - Escola Luminis, São Paulo Fevereiro/2013 a Dezembro/2014 Aulas para alunos de 4 meses a 6 anos Formação Acadêmica · Música e Neurociência – Universidade Federal do ABC Em curso (conclusão em Dez/2023)
PROJETO ENVIADO PARA ARQUIVAMENTO.