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O Plano Bianual da Associação Lastro Arte visa fortalecer e fomentar a cena artístico-cultural independente, promovendo atividades contínuas e gratuitas. As principais ações incluem a Escola Lastro, um projeto de formação para artistas; um programa de residência artística que estimula a criação e a troca de saberes; e atividades abertas ao público, garantindo acesso inclusivo à cultura. Além disso, o plano contempla um projeto de intercâmbio com países lusófonos, incentivando trocas culturais internacionais. Este plano busca criar uma rede de apoio para artistas, fortalecer a formação e ampliar o diálogo cultural, contribuindo para a sustentabilidade e expansão da cena artística independente.
Criação da Escola Lastro: A Escola Lastro representa a culminação de duas décadas de pesquisa e trabalho em rede pela plataforma Lastro, oferecendo um espaço de pensamento crítico em arte. O programa de 1 ano é dividido em três campos de estudos: Trânsitos Globais, Racialidades e Imaginações, conectados pelo tema "Tecnologias do Ecológico". Cada campo, com duração de 3 meses, inclui ciclos de estudos que abordam esses temas por meio de encontros semanais com a coordenação do programa e com artistas, intelectuais e pesquisadores renomados, investigando temas como estudos raciais, feministas, anticapacitistas, anticapitalistas, de gênero, de sexualidade, ecologia, justiça social e direito à cidade, a partir de uma perspectiva anticolonial em um contexto latino-americano. O programa conta com 30 vagas gratuitas.Programa de Residência Artística: Com o objetivo de fomentar pesquisas transdisciplinares focadas nos territórios do Sul Global, a plataforma Lastro oferecerá 4 bolsas de viagem para profissionais latino-americanos das áreas de artes e cultura, selecionados por meio de chamada pública. As pesquisas contempladas serão acompanhadas curatorialmente pela equipe Lastro e, em alguns casos, por curadores convidados. Essas pesquisas devem explorar uma visão expandida da arte contemporânea, abrangendo as artes visuais e áreas correlatas.Projeto Atlântica: O Lastro busca unir a experiência de seus primeiros anos com pesquisas recentes, impulsionando novas dinâmicas territoriais entre os nove países de língua portuguesa. O projeto visa fomentar o reconhecimento e a cooperação mútua entre essas nações, utilizando o idioma como base para novas colaborações estratégicas. As ações incluem uma viagem de pesquisa aos países lusófonos e um evento no Rio de Janeiro em 2025, reunindo representantes dessas nações para fortalecer laços culturais e promover trocas estratégicas em áreas como cultura, economia, meio
Objetivo Geral: Fortalecer e fomentar a cena artístico-cultural independente por meio da implementação de atividades de formação contínuas, gratuitas e acessíveis, promovendo a sustentabilidade e a expansão do setor. Objetivos Específicos: Criação da Escola Lastro:A Escola Lastro representa a culminação de duas décadas de pesquisa e trabalho em rede pela plataforma Lastro, oferecendo um espaço de pensamento crítico em arte. O programa de 1 ano é dividido em três campos de estudos: Trânsitos Globais, Racialidades e Imaginações, conectados pelo tema "Tecnologias do Ecológico". Cada campo, com duração de 3 meses, inclui ciclos de estudos que abordam esses temas por meio de encontros semanais com a coordenação do programa e com artistas, intelectuais e pesquisadores renomados, investigando temas como estudos raciais, feministas, anticapacitistas, anticapitalistas, de gênero, de sexualidade, ecologia, justiça social e direito à cidade, a partir de uma perspectiva anticolonial em um contexto latino-americano.Programa de Residência Artística:Com o objetivo de fomentar pesquisas transdisciplinares focadas nos territórios do Sul Global, a plataforma Lastro oferecerá 4 bolsas de viagem para profissionais latino-americanos das áreas de artes e cultura, selecionados por meio de chamada pública. As pesquisas contempladas serão acompanhadas curatorialmente pela equipe Lastro e, em alguns casos, por curadores convidados. Essas pesquisas devem explorar uma visão expandida da arte contemporânea, abrangendo as artes visuais e áreas correlatas.Projeto Países Lusófonos:O Lastro busca unir a experiência de seus primeiros anos com pesquisas recentes, impulsionando novas dinâmicas territoriais entre os nove países de língua portuguesa. O projeto visa fomentar o reconhecimento e a cooperação mútua entre essas nações, utilizando o idioma como base para novas colaborações estratégicas. As ações incluem uma viagem de pesquisa aos países lusófonos e um evento no Rio de Janeiro em 2025, reunindo representantes dessas nações para fortalecer laços culturais e promover trocas estratégicas em áreas como cultura, economia, meio ambiente e saúde.
Ao longo dos últimos 19 anos, a plataforma Lastro realizou mais de 20 residências, 3 exposições de grande escala, 4 publicações, 2 websites, 4 anos de atividades de estudos, mantendo uma biblioteca com aproximadamente mil títulos. Além disso, participou da curadoria de programação em algumas das instituições culturais e artísticas mais relevantes do Rio de Janeiro e São Paulo. Em 2024, Lastro formalizou a criação de uma associação com o objetivo de obter financiamento contínuo para garantir remunerações adequadas aos envolvidos e a continuidade de suas pesquisas e ações. A equipe formada para esta etapa do projeto Lastro é composta por profissionais altamente qualificados e comprometidos, cuja experiência e dedicação são fundamentais para o sucesso e impacto do projeto. Beatriz Lemos (Diretora Geral) trabalha com curadoria, pesquisa e escrita. Tem formação em História da Arte pela UERJ e mestrado em História Social da Cultura pela PUC RJ, e responde pela fundação e direção da organização Lastro. Andrea Lombardi (Diretora de relações institucionais) é mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, pós-graduada em Mídia, Informação e Cultura pela ECA-USP. Desde 2011, dedica-se à área de relações institucionais em museus. Ana Rocha (Diretora Executiva) trabalha com curadoria e produção desde 2009. Ana formou-se em Artes Visuais pela Universidade Tuiuti do Paraná (2009), especializou-se em gestão de projetos pela ISAE/FGV (2011) e atualmente é mestranda em História da Arte pela UNIFESP. Gilson Plano (Diretor Pegadógico) é artista, educador e gestor cultural, desenvolve trabalhos e pesquisa na intersecção de escultura, ação e narrativas. Doutorando no programa de pós-graduação em artes da UERJ.
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Acessibilidade Física: O local escolhido para realizar as ações do projeto terá rampas de acesso;E o local terá cadeiras e/ou bancos para o público participar do lançamento, trazendo conforto para pessoas de todas as idades. Acessibilidade de Conteúdo: Todo material de divulgação terá tradução em libras;As ações públicas do projeto terão tradução em libras;
Escola Lastro: Disponibilização de parte do material digital (texto, fotografias e vídeos) parte da pesquisa, sem custos, para compor o acervo do site LASTRO de maneira a comunicar para um público os resultados dos estudos. Serão adotadas, dentre aquelas enumeradas no art. 30 da IN nº 11/2024 do MinC, as seguintes medidas de democratização de acesso do livro: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; X - oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis.
Beatriz Lemos (Diretora Geral) trabalha com curadoria, pesquisa e escrita. Tem formação em História da Arte pela UERJ e mestrado em História Social da Cultura pela PUC RJ, e responde pela fundação e direção da organização Lastro. Andrea Lombardi (Diretora de relações institucionais) é mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, pós-graduada em Mídia, Informação e Cultura pela ECA-USP. Desde 2011, dedica-se à área de relações institucionais em museus. Ana Rocha (Diretora Executiva) trabalha com curadoria e produção desde 2009. Ana formou-se em Artes Visuais pela Universidade Tuiuti do Paraná (2009), especializou-se em gestão de projetos pela ISAE/FGV (2011) e atualmente é mestranda em História da Arte pela UNIFESP. Gilson Plano (Diretor Pegadógico) é artista, educador e gestor cultural, desenvolve trabalhos e pesquisa na intersecção de escultura, ação e narrativas. Doutorando no programa de pós-graduação em artes da UERJ. Natasha Felix (curadora) Poeta, performer e atualmente editora artística no Museu do Amanhã, Natasha Felix foi assistente de curadoria do MAM Rio entre o início de 2021 e o fim de 2022. A artista foi destaque em ”Literatura e artes plásticas” pela revista Forbes Under 30 (2019) e participou de diversas antologias, revistas e projetos de performance. Dentre as publicações, destacam-se o livro de estreia Use o alicate agora (Edições Macondo, 2018) e a participação nas coletâneas As 29 poetas hoje (Companhia das Letras, 2019) e Nossos poemas conjuram e gritam (Quelônio, 2019).
PROJETO ARQUIVADO.