| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 3,50 mi |
| 04580657000126 | Statoil do Brasil Ltda. | 1900-01-01 | R$ 1,00 mi |
| 61557039000107 | ITAU SEGUROS S/A | 1900-01-01 | R$ 500,0 mil |
| 27865757000102 | Globo Comunicações e Participações Ltda. | 1900-01-01 | R$ 320,0 mil |
| 45762077000137 | Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados | 1900-01-01 | R$ 150,0 mil |
| 04819279000190 | Souza, Cescon, Barrieu, Flesh e Teixeira dos Santos Advogados | 1900-01-01 | R$ 140,0 mil |
| 03562124000159 | WILSON SONS SERVIÇOS MARÍTIMOS | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
| 01640625000180 | TECON Rio Grande S.A | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
| ***495447** | CARLOS AUGUSTO PORTELA DE SENNA | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
O projeto tem como objetivo principal, além da manutenção do Museu e de seu acervo durante o ano de 2025, a execução das atividades por ele realizadas, como suas exposições de artes visuais temporárias e permanentes, de obras de acervo próprio, além dos programas do Educativo através de Oficinas, Cursos e Programa de Visitação e a Preservação do Acervo.
Em documentos anexados, seguem: - A proposta museográfica com os textos das Exposições. - As propostas pedagógicas da programação ESCOLHA DO OLHAR. - A proposta de museologia e programas do Acervo do Mar. PRODUTO: Cursos, Oficinas e Estágios - Realização de 01 Curso de Mediadores, com 100 vagas e com carga horária de 24 horas - Realização de 01 Curso de Libras, com 30 vagas e com carga horária de 80 horas - Realização de 01 Percursos Formativos, com 10 vagas e com carga horária de 260 horas - Realização de 01 Residência artístico pedagógica, com 8 vagas e com carga horária de 32 horas PRODUTO: Exposição de Artes I. Linha curatorial Rio de Janeiro (grande porte) A história da cidade do Rio de Janeiro atravessa o Museu de Arte do Rio, desde sua localização até discussões mais atualizadas, em torno de assuntos que rediscutem as urgências e emergências sociais. Exposições anuais, posicionadas como as principais da programação curatorial do MAR, procuram abordar assuntos diversos em torno da cidade do Rio de Janeiro. Em 2025, a exposição a ser produzida no âmbito desta linha curatorial será sobre a cultura Banto, com curadoria da equipe MAR e curadores convidados. Em 2026, “Éden, Eldorado, Paraíso: o espírito dos pássaros e das fontes” é o título provisório da exposição que aborda as diferentes cosmovisões indígenas e negras sobre a natureza. II. Linha curatorial revisão historiográfica Exposições que apresentam aspectos pouco conhecidos da história da arte brasileira, atentando para a desconstrução de discursos hegemônicos e, com isso, para a inclusão da produção artística de regiões e artistas menos privilegiados. Neste sentido, estão sendo planejadas exposições dos fotógrafos mineiros Retratistas do Morro, em 2025, e individual do artista Thimóteo da Costa, em 2026. III. Linha curatorial Pensar o Brasil A arte brasileira apresenta uma ampla variedade de artistas que ganham, cada vez mais, projeções nacionais e internacionais. Artistas de várias gerações e origens. De Norte a Sul do país, a linguagem da arte atravessa pensamentos e criações que dialogam com a natureza e a cultura de modo a sonhar um mundo melhor. Das questões etnicoraciais ao distintivos de gênero e classe, Pensar o Brasil é trazer estratégias diferentes de pertencimentos e conflitos diante do mundo e das configurações desiguais. Pensar o Brasil nos coloca diante de uma ampla pesquisa, na qual a arte ganha protagonismo frente a produções singulares que se dispõem a refletir sobre as conexões entre localidade e arte global. A proposta é realizar uma série de exposições em que artistas de Norte a Sul do Brasil tragam uma renovação na linguagem das artes, como exemplo as individuais de artistas como Emmanoel Araújo, dos artistas indígenas Jaider Esbell e Krenak, mas também as exposições coletivas O real da bossa. Além disso, está prevista uma exposição individual do artista inglês Isaac Julien, que dedica um trabalho sobre o Brasil e Davi de Jesus Nascimento, artista oriundo de Pirapora, Minas Gerais. IV. Linha curatorial gênero e interseccionalidade Em 2025/2026, a proposta é dedicar alguns espaços às exposições que discutam de modo interseccional os distintivos de gênero, raça e classe, a partir de uma variedade de linguagens trabalhadas por artistas que contribuem para a necessária reparação histórica. Dando continuidade ao programa Mulheres no MAR inaugurado em 2019, que consistiu em um laboratório de curadoria com as funcionárias do museu que culminou na exposição Mulheres na Coleção MAR e na implementação de uma ação propositiva para valorizar o colecionismo de obras de mulheres no acervo do museu, propomos uma série de exposições de artistas mulheres: Thelma Saraiva, o Coletivo Quadra, Eliane Duarte, Ventura Profana e Thais Iroko. V. Linha curatorial Ocupações e intervenções no MAR As ocupações nos museus de arte preveem, com o advento da contemporaneidade, instalações, sites specifics, projetos especiais que envolvam o chamado "campo ampliado" da arte. Esta linha curatorial propõe exposições nos espaços não-museológicos no museu, como foyer do 5º andar e 6º andar, pilotis, rampas de acesso, galeria da biblioteca e o programa de bandeiras comissionadas. São projetos de pequeno porte, de curta duração e gratuitos ao público. A galeria da biblioteca é dedicada, especialmente, a artistas jovens que nunca expuseram no MAR, além de pequenos recortes da coleção museológica e do arquivo. VI. Linha curatorial Parcerias e Itinerâncias nacionais e internacionais De acordo com o plano museológico do MAR, publicado em 2022, as exposições do Museu são pensadas e planejadas internamente a partir de processos continuados de pesquisa e curadoria. O Pavilhão de Exposições marca uma importante área que define e fortalece as missões do Museu, destinando-se única e exclusivamente à uma programação de interesse curatorial e de formação que atenda aos setores de Museologia, Curadoria e à Escola do Olhar, não estando disponível para locações externas. No entanto, o MAR procura estabelecer diálogos estritamente com parcerias que mantenham e não desvirtuem as vocações do Museu, a saber, ser um museu inclusivo, com preocupação e consciência antirracista, aberto às interseccionalidades de gênero, etnicidade e classe. As parcerias, portanto, são bem-vindas, quando construídas em diálogo com a equipe de curadoria, sob os preceitos do plano museológico. Nesse sentido, já estão sendo desenvolvidas parcerias com o Instituto Moreira Salles, para a realização da exposição Pequenas Áfricas no MAR e com o Instituto Jaider Esbell para sua individual em 2025. Assim como a possibilidade de itinerar com uma mostra de Isaac Julien. Além disso, nos últimos 2 anos, o MAR iniciou um processo mais robusto de itinerâncias de seus acervos e suas exposições, levando para outras instituições suas pesquisas e visões curatoriais. Portanto, contemplaremos aqui itinerâncias de exposições do MAR em outras instituições, inclusive internacionais. VII. Linha curatorial Recortes da Coleção Lidar com as condições vocacionais do MAR, a saber, gênero, raça e classe em diálogo com sua coleção, requer gestos da chamada "reparação histórica", na qual as camadas menos favorecidas se tornam sujeito de seus próprios enunciados. A equipe de Curadoria e Pesquisa do museu se dedica continuamente à pesquisa da Coleção MAR para fins expositivos. Esta linha estabelece uma dinâmica de pesquisa por meio de novas metodologias e ações que poderão se desdobrar em residência de pesquisadores, colaboração com grupos de pesquisa acadêmicos, produção de artigos, publicações, exposições do acervo, conteúdo para o site e mídias sociais do museu, além de complementação de informações no banco de dados da Coleção. Nesta linha estão previstas as exposições Tião: um vizinho do MAR e Huni Kuins.
OBJETIVO GERAL Através do Plano Anual de Atividades 2025, o Museu de Arte do Rio promoverá ações culturais relevantes no campo das artes visuais; pesquisar, preservar, cuidar, documentar e salvaguardar o seu acervo; além de promover atividades educativas culturais com o objetivo de estabelecer e renovar canais de comunicação entre o museu e a sociedade. As exposições têm como objetivo principal fomentar a produção artística, além de formar diversos públicos e divulgar as obras no intuito de aproximar cada vez mais o cidadão à arte e conhecimento. O Plano Anual de Atividades do MAR abrange a proposta das atividades a serem realizadas no Museu no ano de 2025. O planejamento das ações programadas baseia-se em objetivos estratégicos e nas diretrizes da instituição em alinhamento com as concepções contemporâneas dos museus do século XXI _ articulando uma ampla, diversa e intensa programação que integra arte, educação, cultura digital, tecnologia, experiências, interações, fóruns, shows, produtos e intervenções presenciais e/ou online. I. Realizar o programa de desenvolvimento da produção artística, preservação e disseminação do patrimônio artístico e cultural do Rio e do Brasil em nível regional, nacional e internacional. O programa reúne ações para o estímulo à criação, difusão, cooperação e sistematização do programa de exposições, o comissionamento de obras, articulação de parcerias e difusão de conteúdos sobre arte e cultura brasileira. O objetivo maior é colaborar com o reconhecimento da produção artística brasileira e de aspectos de conformação da identidade cultural, fortalecendo o intercâmbio de acervos, exposições e a reflexão sobre a cena artística em suas conexões com a história, a memória, a identidade e os aspectos de sociabilidade presentes na cidade do Rio de Janeiro. II. Realizar o Programa de Formação Continuada de crianças, jovens, adultos, professores da rede pública de ensino, artistas, curadores e pesquisadores de arte, educadores em geral, profissionais de museus e agentes culturais. O objetivo é reunir ações de formação, qualificação e profissionalização por meio da arte e da cultura. Colaborando, dessa maneira, na configuração do campo da museologia, da gestão de museus, das artes, da educação e da difusão da cultura. O programa objetiva, ainda, instaurar práticas de pesquisa sobre arte e cultura brasileira, por meio de núcleos de pesquisas, seminários nacionais e internacionais, publicações. III. Realizar programa de difusão, fruição e acesso amplo ao patrimônio cultural por meio de ações de educação, visitas educativas ao programa de exposição, ações de acessibilidade e inclusão, ações voltadas à tecnologia e difusão da arte e da cultura. O objetivo é ampliar e democratizar o acesso à cultura por meio do programa da Escola do Olhar. Busca-se contemplar também a comunidade do entorno, que é envolvida em práticas educativas, sociais e de profissionalização na área cultural. Bem como pessoas com deficiência e vulnerabilidade social. O programa de arte e educação desenvolvido opera na implementação de acesso amplo e irrestrito a todos. IV. Implementar projetos continuados de pesquisa com focos relativos aos diversos Programas da Escola do Olhar, aos eixos curatoriais do Programa de Exposição e da Coleção. Nesse sentido, o projeto se desenvolve a partir de dois núcleos de atuação: (1) Participação, Acessibilidade e Rede e (2) Formação, Pesquisa e Documentação. Seus projetos e ações estão organizados em seis programas: (1) Visitas mediadas e Atividades educativas;(2) Acessibilidade, Diversidade e Inclusão; (3) Vizinhos do MAR; (4) Formação e Extensão universitária; (5) Pesquisa, Documentação e Publicações e (6) Cibercultura, Tecnologia e Linguagens. Tais ações ocorrerão por meio da Biblioteca e Centro de Documentação a partir da colaboração com diversos núcleos universitários, com a comunidade local e os diversos grupos culturais sediados na Região Portuária. V. Dar continuidade ao programa de manutenção, sustentabilidade física e financeira, preservação e de gestão do MAR. O MAR ocupa um lugar de suma importância na zona portuária, e protagoniza o processo de revitalização urbana da região. Um investimento de tal envergadura e importância cultural, social e urbanística exige a consolidação de um projeto de manutenção que garanta a continuidade, eficiência e a alta qualidade dos serviços prestados à população. VI. Implementar um programa de relacionamento e investimento voltado para captação de doações corporativas e/ou de pessoas físicas, como forma de diversificação de fontes de receitas e de reforço da ação do MAR frente a sociedade. VII. Garantir a manutenção da formação e gestão do acervo do MAR. O MAR possui acervo próprio composto por itens de natureza arquivística, bibliográfica e museológica. Desta forma, é necessário o aperfeiçoamento da política já existente, através da continuidade e manutenção do programa de gestão do acervo. VII. Proporcionar o uso dos diversos espaços do museu, principalmente dos pilotis, de forma estratégica para acolhimento, informação, inspiração, mobilização e expressão de novos diálogos, práticas e experiências artísticas para visitantes e para os transeuntes da Praça Mauá. OBJETIVOS ESPECÍFICOS PRODUTO: Plano Anual - Realizar a Manutenção do Museu de Arte do Rio _ MAR durante o ano de 2025; - Propiciar conteúdo cultural com significativa qualidade artística, técnica e de produção; - Impulsionar o aperfeiçoamento dos recursos humanos envolvidos no desenvolvimento de produções culturais. PRODUTO: Exposição de Arte - Realizar até 09 (nove) exposições dentre as 07 linhas curatoriais de 2025. I. Linha curatorial Rio de Janeiro (grande porte) II. Linha curatorial revisão historiográfica III. Linha curatorial Pensar o Brasil V. Linha curatorial Ocupações e intervenções no MAR VI. Linha curatorial Parcerias e Itinerâncias nacionais e internacionais VII. Linha curatorial Recortes da Coleção PRODUTO: Cursos, Oficinas e Estágios - Dar continuidade aos programas propostos pela Escola do Olhar, sendo eles: Visitas Mediadas e Atividades Educativas; Formação e Pesquisa; Redes e Território e Acessibilidade, Diversidade e Inclusão. Os Programas são constituídos por ações regulares e programadas, que são definidas anualmente, de modo a atender os objetivos vigentes de cada programa e as demandas dos diferentes públicos; - Realização de mais de 50 atividades educativas incluídas nos programas da Escola do Olhar entre seminários, cursos, palestras, encontros, oficinas, fórum, formação, roda de conversa, cursos, e jornada, programas de residências, clube de leitura - presenciais ou em ambiente virtual. - Realização de 01 Curso de Mediadores. - Realização de 01 Curso de Libras. - Realização de 01 Percursos Formativos. - Realização de 01 Residência artístico pedagógica. PRODUTO: Preservação de Acervo Cultural - Realizar as ações de preservação e gestão do acervo do MAR que envolvem formação, manutenção de plataformas de gestão, ações de conservação, gestão e catalogação. PRODUTO: Catálogos Produção de 01 catálogo master em continuidade a execução da linha editorial de publicações dos catálogos ou livros impressos sobre todas as exposições realizadas no museu, assim como livros sobre a Coleção MAR. Produzir ao menos 01 publicação digital (e-book) da Escola do Olhar. PRODUTO: Apresentação Musical Trata se de uma programação artística a ser realizada ao longo de 2025 que conta com programação relacionada as exposições e temas propostos pelo museu. Realização de até 5 apresentações artísticas musicais e cênicas entre outras performances artísticas que serão realizadas nas aberturas das exposições de grande e médio porte e nas ocupações.
A viabilização do Projeto Plano Anual de Atividades Museu de Arte do Rio - MAR 2025 através da Lei Federal de Incentivo à Cultura é imprescindível para a sua execução, com a captação de recursos junto aos patrocinadores pelo seu caráter cultural-artístico, formativo e inclusivo. Inaugurado em 1º de março de 2013, o Museu de Arte do Rio, MAR, promove uma leitura transversal da história da cidade, seu tecido social, sua vida simbólica, conflitos, contradições, desafios e expectativas sociais. Suas exposições unem dimensões históricas e contemporâneas da arte por meio de mostras de longa e curta duração, de âmbito local e nacional. O museu surge também com a missão de inscrever a arte no ensino público, por meio de sua Escola do Olhar. O MAR está localizado na Praça Mauá, em dois prédios de perfis heterogêneos interligados por uma ponte sob uma bela laje sustentada por pilotis: o palacete Dom João VI, tombado e eclético, que abriga as salas de exposição e o edifício vizinho, de estilo modernista _ originalmente um terminal rodoviário _ onde a Escola do Olhar está instalada. Com sua própria coleção _ em processo de formação por meio de aquisições e doações correspondentes à sua agenda _ o MAR conta também com empréstimos de obras de algumas das melhores coleções públicas e privadas do Brasil para a realização de sua programação. Espaço proativo de apoio à educação e à cultura, o museu já nasceu com uma escola _ a Escola do Olhar _, cuja proposta museológica é inovadora: propiciar o desenvolvimento de um programa educativo de referência para ações no Brasil e no exterior, ao conjugar arte e educação a partir do programa curatorial que norteia a instituição. O MAR, um dos marcos do Porto Maravilha, localizado em um verdadeiro polo de importantes centros culturais _ não só da arte, mas de pensamento e tendências, pretende movimentar ainda mais a região por meio de uma programação cada vez mais abrangente, plural e sintonizada com a cidade e o seu tempo. Os prédios da Praça Mauá nº 5 e nº 10, compõem o conjunto arquitetônico protegido pela Área de Proteção do Ambiente Cultural do Entorno do Mosteiro de São Bento, sob tutela da Secretaria Municipal de Cultura. Situado nos quatro pavimentos do Palacete, o Pavilhão de Exposições é composto por oito galerias e dispõe de cerca de 600m² por andar, acrescido de área livre no térreo para realização de atividades, exposições e instalações. No prédio ao lado, a Escola do Olhar disponibiliza 253,15m² de área para a biblioteca e 158,95m² para um auditório, que dispõe de 90 lugares. O Museu de Arte do Rio também possui espaços onde funcionam áreas de apoio, bilheteria, café e loja de artigos de arte. É um museu a partir do qual arte e educação convergem, dialogam e atuam em sinergia. Sua coleção e suas exposições partem do Rio de todos os tempos, dedicando-se a pensar a formação e a história da cidade, identificando no seu processo de construção, as transformações da arte, da cultura visual e da cultura digital. Seus projetos são pautados no fomento à educação e na produção de conhecimento nas interfaces com as artes visuais no contexto da cultura, atento às suas locais, históricas, sociais, econômicas, culturais e políticas. Desde 2013 já realizou mais de 100 exposições, recebeu mais 4,3 milhões de visitantes, atendeu mais de 400.000 pessoas em visitas educativas, promoveu mais de 5000 atividades educativas e culturais e conta com mais de 410.000 seguidores em suas redes virtuais. Para 2025, o MAR, assim como realizado nos anos de 2019 a 2024, somado à programação tradicional mantém o novo posicionamento afetivo/cultural do museu para com o público carioca, por meio de ações identitárias, aproximativas e alternativas. Nesse sentido, baseado na experiência adquirida, e nas ações realizadas com sucesso, serão mantidas propostas de ocupação dos pilotis, adequação de demais espaços para uso expográfico, dando visibilidade e abrindo espaço do museu, particularmente de sua área dos pilotis para a coletividade. O museu pretende ainda ampliar a cooperação internacional, por meio de colaborações que permitam receber com mais frequência peças de importantes acervos do exterior em suas exposições, assim como, estar apto para ser um espaço de itinerância de exposições internacionais. A proposta ora apresentada para a captação de recursos por meio da Lei 8.313/91 refere-se principalmente aos custos e despesas destinados à produção das atividades do museu previstas para o ano de 2025, como também de itens relacionados ao funcionamento, manutenção, preservação e gestão do espaço. A missão do museu, sua agenda de exposições e programação cultural, a formação de seu acervo e de sua biblioteca, a estruturação de programas educativos e de publicações, entre outras atividades, são de responsabilidade do MAR. O apoio junto a este Ministério garantirá também a manutenção, fomento e crescimento das ações do MAR, visto compreender todo o planejamento do ano e este ser um consolidado mecanismo de incentivo. O recurso da lei busca favorecer ainda sustentabilidade do museu a longo prazo, a fim de permitir que a instituição se torne menos dependente dos repasses diretos da prefeitura, o que tende a gerar instabilidades em tempos de crise econômica. Compreendendo que a arte e a cultura visual cumprem um papel fundamental na constituição de subjetividades criadoras, capazes de lidar criticamente com os desafios do momento histórico, neste princípio de século XXI, o MAR será, portanto, um espaço de exercício emancipatório do discurso simbólico. Entendendo que as forças desses discursos devem ser potencializadas no seio da esfera pública, o MAR se coloca, desde o centro do Rio de Janeiro, como uma instituição dedicada à cidade e à população: os problemas da atualidade devem ser trabalhados no MAR numa perspectiva crítica, segundo uma agenda que, sendo pública, não é a do mercado, mas a da cultura, com suas questões específicas e urgentes. A proposta cultural se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. A Proposta Cultural irá alcançar os seguintes objetivos do Art. 3° da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Sobre o plano de distribuição: Por se tratar de plano anual e para não haver duplicidade equivocada da quantidade de público, o total de público de cada uma das atividades foi cadastrado nos respectivos produtos. O produto “Plano Anual” foi cadastrado com a quantidade 1 e gratuidade total para possibilitar o envio do projeto. O mesmo vale para o produto “Preservação de Acervo Cultural”, uma vez que não há plano de distribuição para este produto. Ademais, apesar de a IN 11/24, em seu art. 32 prever que projetos que contenham ações formativas ou programas educativos excluem-se da obrigatoriedade de prever contrapartida social, o sistema não permite enviar o projeto, considerando que os demais produtos não serão distribuídos de forma integralmente gratuita. Assim, para possibilitar o envio do projeto, criamos o produto Contrapartida Social e orçamento, com item fictício, apenas para resolver o problema do sistema. Sobre os deslocamentos: Cadastramos os trechos referentes a ida e volta. Além dos cadastrados temos: Cariri (CE) ida e volta Rio de Janeiro (RJ) - total de 08 trechos. Não cadastramos nos deslocamentos, pois não consta a cidade de Cariri.
PROGRAMA EXPOSITIVO MAR O programa compreende um processo continuado de produção, montagem e desmontagem. Pela natureza cíclica do programa – no qual as exposições encontram-se sempre em alguma dessas etapas de execução –, o Plano Anual do MAR inclui também os processos de desmontagem das mostras de 2024, bem como inicia algumas das etapas de pré-produção daquelas que ocorrerão em 2025. Dada a periodicidade com que o MAR troca suas exposições é imprescindível a inclusão dessas etapas. PRODUTO: Catálogos EDITORIAL Catálogos impressos: Será produzido um catálogo master em 2025, cujo tema será escolhido dentre as exposições do programa expositivo do MAR e de sua coleção ou temas correlacionados ao museu e suas práticas. Especificações técnicas: 1 Catálogo master Formato aberto: 28 x 45 cm (altura x largura) Formato fechado: 28 x 23 cm (altura x largura) Miolo: 500 págs, 4X4 cores, Tinta Escala e Verniz Ir Fosco F/V em Couche Fosco 150g. Prova Digital Epson. Capa C/ Orelha:4x4 cores, Tinta Escala e Verniz Ir Fosco frente em Cartão Supremo Duo Design 350g. Prova Digital Epson. Impressão: 4x0 cores + laminação fosca frente Formato aberto: 28 x 90 cm (altura x largura) Formato fechado: 28 x 23 cm (altura x largura) Acabamento: Miolo costurado, capa vincada e colada Shirink Individual Tiragem: Até 1.000 E-Books: Serão produzidos até dois e-books podendo ser relativos às áreas de Curadoria e Pesquisa e Educação do museu. Os e-books se dedicarão aos desdobramentos da pesquisa da Coleção MAR, exposições anteriores e as práticas educativas da Escola do Olhar.
Compreendemos o museu como um espaço acessível a todos, portanto, fomentamos ações para um público amplo, percebendo sempre os públicos em suas especificidades e diversidade étnicas, geracionais, físicas, sociais, culturais e territoriais. Objetivando isso, visamos desenvolver atividades e programas que fortaleçam as relações de pertencimento, diversidade e inclusão, fomentando o uso do museu como um espaço ampliado de educação e um ambiente favorável para a promoção de protagonismos. Os quesitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira para pessoas com deficiência, que aborda o conceito de desenho universal que abrange diferentes públicos, estão contemplados no MAR e na Escola do Olhar por meio de um sistema sonoro e tátil em elevadores, rampas de acesso, corrimão duplo, instalações sanitárias com utilização independente e maquetes táteis do MAR. Assim, todos os produtos abaixo, que acontecerão nas dependências do Museu, atendem às exigências quanto a ACESSIBILIDADE FÍSICA, de modo que não teremos custos adicionais por meio do projeto. ACESSIBILIDADE FÍSICA: sistema sonoro e tátil em elevadores, rampas de acesso, corrimão duplo, instalações sanitárias com utilização independente e maquetes táteis do MAR. Já implementados no museu, portanto, sem custos para o projeto. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO EM CADA UM DOS PRODUTOS DO PROJETO: PRODUTO: Plano Anual de Atividades Deficientes visuais: Serviço de audiodescrição visual e auditiva durante 12 meses. Serviço de audiodescrição para gravações de obras e vídeos. (Rubrica na planilha: Audiodescrição). Deficientes auditivos: Intérprete de libras para vídeos e gravações. (Rubrica na planilha: Intérprete de Libras). Deficientes intelectuais: monitores para auxiliar o público com deficiência intelectual (pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos). (Rubrica na planilha: Recepcionista). PRODUTO: Exposição de Arte Deficientes visuais e intelectuais: serviço de audiodescrição. (Rubrica na planilha: Audiodescrição). Deficientes auditivos: serviço de intérprete de libras (Rubrica na planilha: Intérprete de Libras). PRODUTO: Cursos, Oficinas e Estágios Deficientes visuais e intelectuais: serviço de audiodescrição. (Rubrica na planilha: Audiodescrição). Deficientes auditivos: serviço de intérprete de libras (Rubrica na planilha: Intérprete de Libras). Ainda, em todas as atividades programadas para o Educativo serão disponibilizados educadores especialmente formados para condução e audioguias para o público com deficiência visual. (Rubrica na planilha: Oficineiro). PRODUTO: Preservação de Acervo Cultural Deficientes visuais: Sem custo, não se aplica. Deficientes auditivos: Sem custo, não se aplica. Deficientes intelectuais: Sem custo, não se aplica. PRODUTO: Apresentação Musical Deficientes visuais: monitores para auxiliar o público com deficiência visual. (Rubrica na planilha: Monitores). Deficientes auditivos: monitores para auxiliar o público com deficiência auditiva. (Rubrica na planilha: Monitores). Deficientes intelectuais: monitores para auxiliar o público com deficiência intelectual (pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos). (Rubrica na planilha: Monitores). PRODUTO: Catálogos Considerando que os catálogos são referentes às exposições, sendo, portanto, de fotografias, as acessibilidades não são necessárias.
O projeto atende 100% aos critérios de democratização exigidos pela legislação, na medida em que pratica preços acessíveis, meia-entrada, além de gratuidades para: Alunos da rede pública de Ensino Fundamental e Médio; Crianças de até 5 anos de idade; Pessoas com idade a partir de 60 anos; Professores da rede pública de ensino do município do Rio de Janeiro; Funcionários de museus; Vizinhos do MAR e Guias de turismo. Ainda, em atendimento ao artigo 30 da IN nº 11/24, como medida de ampliação de acesso, o projeto atenderá aos seguintes incisos: I - doar, além do previsto na alínea a, inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural.
Concepção e Gestão do Projeto: Instituto ArteCidadania (proponente) Fundado em 24 de julho de 2006, o Instituto ArteCidadania assumiu desde seu surgimento o compromisso de transferir para suas atividades de ponta os princípios que nortearam sua criação, sejam, sensibilizar, aprimorar e potencializar os cidadãos de todas as faixas etárias, por meio de atividades culturais, esportivas, para-‐educativas, artísticas, ambientais, urbanísticas e sociais. Suas atividades são desenvolvidas envolvendo a reflexão, planejamento, ação e articulação, com acompanhamento e avaliação em todas as etapas. Assim é que o ArteCidadania procura fazer de cada atividade um verdadeiro processo de aprendizado e aprimoramento de suas ações e das pessoas nelas envolvidas. Desde sua criação o Instituto ArteCidadania desenvolve processos coletivos de aprendizagem, criação, concepção, análise e observação do dia‐a‐dia. Suas atividades vão além do fato em si, e geram para os indivíduos e, consequentemente, para a sociedade, a oportunidade de inflexão sobre suas próprias condições de ser e atuar no mundo em que vivem, tendo como eixo a cultura, o lazer, o esporte, a arte, a urbanidade e o contexto das atividades sociais. O Instituto ArteCidadania acredita que as ações culturais, esportivas, sociais e artísticas formam o caminho mais eficaz para o cumprimento de seus objetivos, que é disseminar entre jovens e adolescentes, bem como junto a seus familiares e ao público em geral, o sentimento da cidadania, favorecendo o aprimoramento do cidadão em um mundo cada vez mais complexo. Marcelo Campos - Curador Chefe Marcelo Campos nasceu, vive e trabalha no Rio de Janeiro. Professor Adjunto do Departamento de Teoria e História da Arte do Instituto de Artes da UERJ. Diretor do Departamento Culturas da UERJ. Curador Associado do Museu de Arte do Rio. Foi diretor da Casa França-Brasil, entre 2015 e 2016. Professor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Doutor em Artes Visuais pelo PPGAV da Escola de Belas Artes/ UFRJ. Autor dos livros:Escultura Contemporânea no Brasil: reflexões em dez percursos. Salvador: Editora Caramurê, 2016; Crônicas de Brasil: arte dos séculos XX e XXI na Coleção Banco do Nordeste, Fortaleza: Banco do Nordeste, 2018; Emmanuel Nassar: engenharia cabocla. Niterói: Museu de Arte Contemporânea de Niterói, 2010. Patrícia Marys - Gerente de Educação e Escola do Olhar Patrícia Marys é educadora e pesquisadora em educação com interface na arte e cultura. Licenciada em Ciências Sociais (UFF), mestre em Educação no Programa de Linguagens, Cultura e Processos Formativos (UFF) e integrante do Grupo de Pesquisa Mediação Cultural: contaminações e provocações estéticas (GPeMC). Nos últimos anos vem atuando em múltiplos espaços educativos, como escolas, museus e ONGs como Núcleo Fluminense de Estudos e Pesquisa (NUFEP), Museu do Amanhã, CCBB, Secretaria de Estado de Esporte, Lazer e Juventude, Sesc e na realização de consultorias. Atualmente está como Gerente de Educação da Escola do Olhar no Museu de Arte do Rio (MAR). Andréa Maria Zabrieszach Afonso dos Santos – Museóloga Museóloga pela Escola de Museologia da UNI-RIO (1988), Mestre pelo Programa de Pós-Graduação Interunidades em Museologia da Universidade de São Paulo - USP (2016), pós-graduanda em MBA em Gestão de Museus na Associação Brasileira de Gestão Cultural (2020). Exerce a função de Gerente de Museologia no Museu de Arte do Rio desde 2015, responsável pelas ações de gerenciamento do acervo e coordenação das montagens finas de exposições, com foco na preservação das obras. Tem experiência na Museologia com ênfase nas áreas de gestão museológica, conservação preventiva e reservas técnicas, plano museológico e documentação museológica. Atuou em diversas instituições como Museu de Arte Sacra de São Paulo, Museu da Pessoa, na Divisão de Museus do Departamento do Patrimônio Histórico de SP, Centro Cultural Banco do Brasil, Biblioteca Nacional, Museu Histórico Nacional, Museu do Exército e Forte de Copacabana, entre outros. Atuou como professora titular na disciplina de Conservação Preventiva no Curso Técnico de Museologia, ETEC Parque da Juventude (2005 a 2013) e ministrou Cursos de Capacitação Profissional, palestras, workshop e oficinas a convite da Secretaria do Estado da Cultura em São Paulo, em diversos municípios de São Paulo (2003 a 2015).
EXPIROU O PRAZO DE APRESENTAÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PROJETO.