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Estruturar, qualificar e consolidar as atividades da Associação Esparatrapo através de atividades desenvolvidas em um plano anual. Este plano visa o amadurecimento institucional e o aprimoramento artístico da equipe, criando, desta forma, um contexto adequado para o desenvolvimento de sua principal atividade: as visitas de palhaços a hospitas.
não aplicável
Objetivos gerais: • Fomentar a atividade cultural em espaços não convencionais as artes cênicas nos estadosde São Paulo • Promover a humanização por meio de uma linguagem artística direta, criando uma experiência ricade significados poéticos; • Aprofundar a investigação da figura do palhaço em sua linguagem cômica e a capacidade de improvisação através de atividades de formação destinadas aos artistas da Associação Esparatrapo: contratação de oficinas de especialização nas diversas vertentes cômicas (Commedia Dell’Art, Bufão, lmprovisação de música, Gags, etc) • Promoção de encontros com outros artistas e profissionais-mestres para mesas de discussão e trocas de experiências; promoção de palestras gratuitas em hospitais e entidades educacionais sobre a eficácia do riso como terapia, configurando desta forma a qualificação do trabalho junto às entidades atendidas. Objetivos específicos Serão 4 visitas - 1 em cada hospital Hospital Abreu Sodré - AACD (São Paulo, SP), GRAAC (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer/GRAAC; e acrescentar um novo hospital com o mínimo duas visita semanal realizada por cada dupla de palhaços nestas instituições e no Hospital Infantil Darcy Vargas (São Paulo SP); - Estruturar e consolidar as atividades da Associação Esparatrapo, visando o aprimoramento dos processos administrativos, organizacionais e institucionais da ONG, além de criar um contexto adequado para o desenvolvimento de sua principal atividade artística: a visita de palhaços a instituições hospitalares; - Estabelecer uma agenda periódica de atuação, treinamento e pesquisa de equipe fixa de artistas composta por 4 (quatro) atores especializados na linguagem do palhaço e com experiência na realização de visitas artísticas em ambientes hospitalares, e com profissionais que trabalhem nas áreas administrativa, de coordenação artística e de produção, assim como nas demandas de comunicação; - Manter intervenções artísticas periódicas nos tres hospitais atendidos no passado pela associação: Hospital Infantil Darcy Vargas (São Paulo SP); - Hospital Abreu Sodré - AACD (São Paulo, SP) GRAAC (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer/GRAAC; e acrescentar um novo hospital com o mínimo duas visita semanal realizada por cada dupla de palhaços nestas instituições.
A Associação Esparatrapo, registrada oficialmente nos órgãos competentes em fevereiro de 2012, é umainstituição sem fins lucrativos que atua de forma voluntária há nove anos. É composta por um grupo de artistasque investida a linguagem cômica, especificamente a figura do palhaço. Inquietos e desejosos por agirefetivamente no mundo por meio de sua arte, esses artistas se propuseram a sair dos teatros, centros culturais - emesmo das ruas - para apresentar suas descobertas ao público hospitalar. Ao longo de quase uma década deatuação, a relação dos artistas com o público hospitalar passou a suscitar questionamentos e inquietações,levando ao aprofundamento de pesquisas sobre a relevância da presença de palhaços no contexto hospitalar. Emparalelo, a qualidade artística dos palhaços da Associação Esparatrapo passou também a ser observada comcrescente cuidado. Apesar de trabalharem de forma voluntária (sem nenhum tipo de vínculo empregatício), ospalhaços que compõem o elenco atual da Associação Esparatrapo são atores com formação sólida e específica nalinguagem do palhaço, além de contarem com experiência em diversificados campos da arte dramática. Estesartistas dedicam-se de maneira organizada à ONG, realizando visitas periódicas a hospitais e buscandoaprimoramento e propostas relevantes para o desenvolvimento das ações da Associação. Além dos palhaços, aAssociação Esparatrapo conta ainda com um grupo de pessoas destacadas para a organização de todas asatividades, avaliação de novos palhaços e capacitação dos artistas já atuantes. Diante da complexidade dasatividades realizadas e da demanda crescente - tanto de hospitais, desejosos de contar com a humanizaçãotrazida pela atuação dos artistas, quanto de artistas profissionais interessados em atuar em ambiente hospitalar -verifica-se a necessidade de transformação estrutural da Associação Esparatrapo e de seu projeto de visita depalhaços a hospitais. Na prática, esta mudança diz respeito à possibilidade de oferecer condições para quepalhaços e demais envolvidos, hoje voluntários, tenham sua atividade junto à Associação devidamenteremunerada. Espera-se, assim, a consolidação das atividades e a estruturação institucional da AssociaçãoEsparatrapo. Refere-se, ainda, à promoção de atividades de treinamento, pesquisa e difusão de conhecimentojunto à comunidade em geral. Os palhaços da Associação Esparatrapo atuarão em quatro hospitais: Hospital infantil Darcy Vargas; Hospital Abreu Sodré - AACD (SP, Capital) e Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança comCâncer/GRAAC e um novo que será escolhido. Porém, a ONG escolhe nesseprojeto anual através de leis de incentivo, qualificar e consolidar as suas atividades nas instituições já atendidas,ao invés de expandir a quantidade de hospitais. A compreensão é de que, para qualquer visão de continuidade eexpansão, faz-se necessário antes, o amadurecimento institucional, estruturação dos métodos de qualificação e oaprimoramento artístico. A relevância dessa proposta justifica-se, portanto, pela manutenção dessa iniciativa deação cultural nos Estados de São Paulo, que amplia os horizontes do acontecimento artístico, e atua diretamentena melhoria da qualidade de vida dos cidadãos em situação de vulnerabilidade. Sobre a relevância das açôes -informações gerais sobre Palhaços em hospitais A plateia hospitalar, composta por pessoas que estão passando porum momento de vulnerabilidade física e emocional, necessita de atenção especial que auxilie na diminuição datensão, da ansiedade e da depressão causadas pela internação e todos os processos que permeiam a estada nohospital (como exames, tratamentos e demais procedimentos médico-hospitalares). A cuidadosa ação de artistasvisa contribuir para melhoria na comunicação entre pacientes, acompanhantes e profissionais da área de saúde,transformando a relação entre essas pessoas e possibilitando momentos de descontração durante a permanêncianesse ambiente de adversidade. Esses espaços, marcados muitas vezes pela dor, pelo sofrimento e tristeza,carecem não apenas de ações artísticas, mas também de iniciativas humanitárias onde a escuta e o olhar doartista são a condição primordial para a conexão entre a plateia e o palhaço, figura marcada por estar comumenteexpondo suas fragilidades (medo, fome, carência afetiva, busca por atender necessidades primárias) e ao ridículo,gerando dessa maneira uma relação de cumplicidade, potencialmente transformadora em sua dimensão estética ehumana. Estudos apontam os benefícios do riso nos momentos de tensão: • Um estudo feito em 2008 pelo institutoFonte para o Desenvolvimento Social com profissionais da área da saúde de São Paulo e Rio de Janeiro, trouxe umaavaliação (quantitativa e qualitativa) do impacto do programa dos Doutores da Alegria, pioneiros no trabalho depalhaços nos hospitais, além de responsáveis pela formação de novos artistas profissionais. O projeto envolveuescutas com profissionais de saúde, revisão da produção de pesquisa já realizada pela psicóloga e pesquisadoraMorgana Masetti e debates com a equipe dos Doutores da Alegria. Os resultados mostraram que não só houve umamelhora considerável na relação do profissional de saúde com a equipe de trabalho, consigo mesmo, com ospacientes e familiares/acompanhantes dos pacientes, bem como despertou o interesse dessas pessoas emconhecer outras formas e espaços de artes.(1) • "Ainda há poucas pesquisas nesse sentido, mas já é comprovadoque o sorriso causa uma ação bioquímica no organismo que resulta em reações benéficas, mas não a ponto decessar a dor intensa", acredita o Dr° Sérgio Luís de Miranda, médico e cirurgião especialista em cirurgia buco maxilo-facial do Hospital lsraelita Albert Einstein (HIAE). "Dizem até que o sorriso é tão eficiente quanto orelaxamento, a meditação e os exercícios físicos", completa o Dr° Miranda. (2) • "Estudos comprovam que rir esorrir aumentam o número de células T no sangue", afirma o professor do curso de Psicologia da PontifíciaUniversidade Católica do Paraná (PUCPR) Naim Akel Filho, coordenador do grupo de estudos em neurociência.Essas células de nome sugestivo coordenam a resposta imune contra infecções e tumores. (3) Fontes:(1) "Avaliação do resultado do trabalho dos Doutores da Alegria em hospitais", Instituto Fonte para oDesenvolvimento Social, 2008; "Relatório de análise de avaliação do projeto Doutores da Alegria", 8 Frontiers,outubro de 2008; "Soluções de Palhaços - Transformações na realidade hospitalar", Morgana Maseti, Editora PalasAthena, 2008 (2) Revista digital Bem-estar e Qualidade de Vida do Hospital Albert Einstein, publicada em maio de2008. (3) Revista Viver Bem, Jornal Gazeta do Povo, 04 de Dezembro de 2011. O projeto atende os incisos I, II e III do artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Atende também aos incisos do artigo 3º: IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
nao informado
não aplicável
A Arte do Palhaço é reconhecida mundialmente por tratar-se de uma linguagem simples que utiliza mecanismoslúdicos como músicas e mágicas, os sentidos como o olhar e a escuta, criando possibilidades de encontro epromovendo o jogo de improviso a partir da percepção do outro. As visitas são individuais e ocorrem leito a leito.Pessoas com deficiência auditiva participam dos jogos cênicos propostos a partir de contato visual e osmovimentos físicos. Já os deficientes visuais são extremamente sensíveis a sonoridade. Nesses casos, música econtação de histórias a partir das situações propostas no próprio ambiente, são as técnicas artísticas muitas vezesutilizadas. Na questão da mobilidade, as próprias instituições atendidas estão preparadas para o acesso aospacientes com cadeiras de rodas, rampas, etc. Todos os pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde serãoatendidos gratuitamente pelo projeto, independente de sua faixa etária ou suas limitações motoras ou psíquicas. ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados e sala sensorial para TEA.
Promoção do contato do público hospitalar com a linguagem teatral, através da visita realizada pelos palhaços, lembrando que, além dos pacientes, fazem parte deste público pais e acompanhantes, profissionais de saúde e demais funcionários da instituição hospitalar. Não é raro encontrarmos pessoas de diversas faixas etárias, que tiveram seu primeiro e único contato com a arte nos corredores ou enfermarias de hospitais e a partir das visitas atualmente realizadas pela equipe da Associação Esparatrapo. A experiência vivida no hospital tem potencial para despertar nessa plateia especial também o interesse de conhecer em outros espaços utilizados pelas artes cênicas, circenses e musicais, ampliando dessa maneira o acesso da população ao mercado cultural. Os palhaços da Associação Esparatrapo atuavam em três instituições: • Hospital Infantil Darcy Vargas (São Paulo, SP); • Hospital Abreu Sodré - AACD (São Paulo, SP); • Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer - GRAAC (São Paulo, SP). Em 2023 o número total de atendidos foi em torno de 20 mil pessoas, em mais de 191 visitas hospitalares. Dentro desse número estão inclusos: enfermos, acompanhantes, equipe médica e de enfermagem. O plano anual manterá as características de democratização já presentes no projeto e, além disso, pretende-se analisar qualitativamente o resultado do trabalho dos palhaços, promovendo encontros dentro dessas instituições com as equipes de assistência social e grupos de humanização, com o intuito de verificar a eficácia das ações realizadas no decorrer do ano. TRANSCREVER qual inciso/medida do art. 30 da IN nº 11/2024 abaixo será adotada no projeto: "Art. 30. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - Doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento); III - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - Garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - Realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
- Felipe Fonseca Ribeiro - Diretor Geral Profissional com 19 anos de experiência na área administrativa financeira, atuando há 9 anos no setor Financeiro, coordena e desenvolve planilhas e relatórios para projeção de valores; faz acompanhamento de controles financeiros, elaboração e administração do Fluxo de Caixa; analisa contas a pagar e receber e participa ativamente do planejamento estratégico. Assessora e acompanha os setores de contas a pagar, receber e cobrança de grandes empresas, atuando na área do comércio e consultoria. Apura custo para formação de preço junto ao departamento comercial, auxiliando e acompanhado na abertura de licitações e captação de antigos e novos clientes. Atua como voluntário na ONG Esparatrapo há 12 anos na coordenação da equipe de artistas palhaços, no relacionamento com as instituições que recebem as visita e na administração geral. - Marcelo Dias Cozza - Diretor Artístico Formado em Artes Cênicas pela Escola Célia Helena em 2005, participou de diversos cursos de máscaras como Commedia Dell Art, Bufão, Palhaço entre outros com os professores Silvia Leblon, Ésio Magalhães, Cristiane Paoli Quito, Ricardo Pulcetti, Luís Carlos Vasconcelos (XUXU, João Pessoa/PB), Leris Colombaione (ITÁLIA), Chacovati (ARGENTINA), Tomate (ARGENTINA). Participou como ator e diretor de diversos espetáculos, como: “A corda”, “Ases Abobáveis”, “Livre, Leve e Tonto” (solo), “Cinecirco”, “Um Causo para Chico Mineiro”, “Histórias de Dentro”, “O fingidor”, entre outros. Júlio Cesar da Silva Vieira do Rosário - palhaço Fuska - 15 anos de palhaçaria, formação artística em Oficinas Culturais: Leitura Dramática, Clown, Mimica, Canto e Coral, Jogos e Improvisação, Circo, Teatro e Dança, PFPJ (Projeto Formação de Palhaço para Jovens) do Doutores da Alegria, oficinas de Palhaço e Comicidade Física, Fez vários espetáculos em casas de cultura, prefeitura de São Paulo e escolas. Professor de circo e arte educador.
EXPIROU O PRAZO DE APRESENTAÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PROJETO.