Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 248331Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

ESCOLA POPULAR - TEATRO NA BAIXADA: PEDAGOGIAS E TROCAS PERIFÉRICAS 2025

INSTITUTO CULTURAL CERNE
Solicitado
R$ 793,8 mil
Aprovado
R$ 771,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano anual
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
São João de Meriti
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
São João de Meriti Rio de Janeiro

Resumo

O Projeto visa à manutenção das atividades educacionais e culturais do Instituto Cultural Cerne através do projeto ESCOLA POPULAR - TEATRO NA BAIXADA: PEDAGOGIAS E TROCAS PERIFÉRICAS, durante o ano de 2025. estimulando a profissionalização, o pensamento e a reflexão sobre as práticas artísticas de regiões periféricas, onde os críticos de teatro, os curadores e os jurados de prêmios não chegam.

Sinopse

As ações previstas são as seguintes: - MANUTENÇÃO DO ESPAÇO SEDE DO INSTITUTO CULTURAL CERNE - Para comportar melhor as atividades do projeto, pretende-se realizar pequenas obras de manutenção do Centro Cultural Amar, espaço cultural independente localizado na cidade de São João de Meriti. O projeto prevê aquisição de equipamentos de iluminação e som para as atividades artísticas; e algumas obras a fim de torná-lo acessível com a construção de rampas, um banheiro para PCD e, ainda, colocação de corrimãos e outras medidas de acessibilidade. - OFICINAS DE FORMAÇÃO – Serão oferecidas seis oficinas de formação artística em diversas áreas ligadas ao campo teatral, a saber: uma turma de formação em teatro; uma turma de dramaturgia; uma turma de produção; uma turma de direção, uma turma de caracterização e uma turma de cenários e figurinos. A turma de formação em teatro terá duração de 10 meses, com três encontros semanais 3 horas cada. Todas as demais têm a duração de 2 meses, com um encontro semanal com 3 horas cada. Todas as turmas terão 20 alunos cada, somando um total de 120 alunos durante um ano de execução do projeto. Vale ressaltar que, assim como já vem fazendo em suas atividades, o Instituto Cultural Cerne adotará equidade de gênero e raça para as vagas nas oficinas. Vale ressaltar também que nas oficinas oferecidas anteriormente, o Instituto Cultural Cerne sempre contou com alunos trans em suas turmas. - APRESENTAÇÕES ARTÍSTICAS - Foram convidados quatro grupos da Baixada Fluminense para se apresentarem no Centro Cultural Amar: Cia. Atores da Fábrica, Trupe Investigativa Arroto Cênico, Teatro Baixo e Cia de Arte Popular. Os espetáculos, que serão gratuitos para a população, apresentam diferentes linguagens como teatro de rua, teatro adulto, teatro infantil, e monólogos, e tratam dos mais variados temas, como a população indígena, a população negra e periférica, e a cultura popular brasileira, entre outros. A estes se somará a própria Cia Cerne que apresentará seu mais recente espetáculo. As sinopses dos espetáculos e grupos participantes se encontram em material complementar. Todas as apresentações contarão com visita tátil antes das apresentações para deficientes visuais, e intérprete de LIBRAS. - DESENVOLVIMENTO DE REFLEXÃO: A cada espetáculo apresentado, se seguirão duas atividades: uma roda de bate papo realizada entre o público presente e o grupo que se apresentou, mediada pelos integrantes do Instituto Cultural Cerne, e a publicação, no site Teatro da Baixada, de resenhas críticas sobre cada espetáculo apresentado. O bate papo tem como intuito trocar sobre os modos de produção dos grupos, como forma de apresentar diferentes processos e caminhos de produção local tanto para os alunos das oficinas como para o público em geral, aproximando a plateia da produção dos coletivos. Já a segunda ação é realizada a partir de uma parceria com o Teatro da Baixada, projeto desenvolvido na Unirio – Universidade Federal do Rio de Janeiro, e visa atacar diretamente um dos principais problemas do circuito teatral da região: a ausência de crítica especializada para discussão dos espetáculos locais. - VISITAS A SEDES DE COLETIVOS – Um dos principais sintomas dos grupos de teatro da região é a escassez de coletivos com um espaço próprio para suas atividades. Desta forma, serão organizadas visitas ao Centro Cultural Oscar Romero (sede do grupo Cochicho na Coxia, na cidade de Mesquita), ao Espaço Cultural Código (sede do Grupo Código, na cidade de Japeri), e à Casa Uivo (sede do Uivo Coletivo, em Paracambi). Estas visitas serão feitas com os alunos das oficinas para que eles possam conhecer outros espaços geridos por grupos culturais independentes, discutir seus meios de produção, visando a estimular o surgimento futuro de novos centros culturais na Baixada Fluminense, uma vez que a região é caracterizada pela baixa oferta de espaços culturais. Vale ressaltar que a Casa Uivo é gerida por um artista trans. - PUBLICAÇÃO DE LIVRO: Os alunos da turma de dramaturgia terão seus textos produzidos durante as aulas publicados em um E-BOOK, que terá distribuição gratuita, para coletivos, artistas, centros culturais e unidades escolares da Baixada Fluminense, bem como para críticos, jurados e personalidades do meio teatral. Vale ressaltar que o coletivo já realizou proposta semelhante recentemente. O livro publicado "Veredas Fluminenses - Pequenas Cenas de Independência" se encontra na área de materiais complementares. - FORMAÇÃO DE PLATEIA: Para cada apresentação, serão disponibilizados ônibus para buscar grupos de instituições como ONGs, escolas públicas e outras instituições para assistirem aos espetáculos, contribuindo no processo de formação de plateia na região. Além disso, a cada espetáculo, os alunos das oficinas bem como o público em geral serão convidados a chegarem uma hora antes para um bate papo mediado. Neste bate-papo, artistas vão conversar sobre a obra que será assistida, de forma a ampliar a percepção do público sobre o que será visto, preparando-o para uma recepção mais atenta da obra; Todas essas atividades, em conjunto, têm como intuito dar a uma nova geração de artistas subsídios para estimulá-los na criação de novos coletivos, a partir do intercâmbio com artistas que já vem desenvolvendo este trabalho ao longo dos últimos anos e mudando completamente o panorama da cultural local. Através do intercâmbio e da troca com artistas de diferentes gerações, cidades, e com os mais diferentes métodos de trabalho, o projeto tem como intuito desenvolver a autoestima dos artistas locais, uma vez que muitos deles são desencorajados a seguirem no caminho da cultura e da arte, que não é vista na região como um caminho profissional viável.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar as oficinas da Escola Popular de Teatro, fomentando o mercado cultural das regiões da Baixada Fluminense. Objetivo Específico Os objetivos específicos se dividem em duas naturezas: a realização presencial e virtual das atividades da escola propriamente ditas e a manutenção do espaço onde se realizarão. Produto 1 - Curso / Oficina / Estágio Oficinas de formação artística Oficina de Formação em Teatro - realizar uma oficina de formação em teatro com foco em atuação, com duração de 10 meses, sendo 3 encontros semanais de 3h. Oficina de Dramaturgia - realizar duas oficinas, presencial ou on-line, com duração de dois meses cada, sendo 1 encontro semanal de 3h. Oficina de Produção - realizar uma oficina com duração de dois meses, sendo 1 encontro semanal de 3h. Oficina de Direção - realizar uma oficina com duração de dois meses, sendo 1 encontro semanal de 3h. Oficina de Caracterização - realizar uma oficina com duração de dois meses, sendo 1 encontro semanal de 3h. Oficina de Cenário e Figurino - realizar uma oficina com duração de dois meses, sendo 1 encontro semanal de 3h. Produto 2 - Apresentações - Espetáculos de Artes Cênicas - Apresentações Teatrais/Leituras Cênicas - realizar 05 (cinco) apresentações de textos de autores das Artes Cênicas, dando prioridade a novos autores ainda desconhecidos pelo público. Produto 3 - Plano Anual MANUTENÇÃO (Principal) A manutenção do espaço físico, bem como das plataformas digitais terá como objetivos específicos questões de infraestrutura e funcionamento em geral, quer seja em um prédio físico ou em um ambiente virtual, neste item iremos tratar dos insumos básicos para o funcionamento do prédio físico e das questões de tecnologia, tais como aquisição de equipamentos de iluminação, sonorização e transmissão das atividades online. Desta forma garantimos a dinamização e continuidade das atividades do Instituto Cultural Cerne.

Justificativa

Segundo o relatório Observatório do Trabalho, desenvolvido pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro (2021), que apresenta um panorama de indicadores socioeconômicos, a Baixada Fluminense é composta por cerca de quatro milhões de habitantes, considerando a faixa territorial classificada pelo ISP _ Instituto de Segurança Pública, que aponta treze municípios como pertencentes desta região, a saber: Belford Roxo, Duque de Caxias, Guapimirim, Itaguaí, Japeri, Magé, Mesquita, Nilópolis, Nova Iguaçu, Paracambi, Queimados, São João de Meriti e Seropédica. (GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, 2021:01). A Baixada Fluminense pode ser entendida como uma sub-região que constitui, junto a outros municípios, o que se entende por Região Metropolitana do estado do Rio de Janeiro, também conhecida como Grande Rio. Envolvida em conflitos ambientais, com desenvolvimento desordenado e problemas relativos à poluição e violência, a região tem, no entanto, um crescimento econômico acentuado sendo a segunda região mais importante do estado do Rio de Janeiro e uma das mais importantes microrregiões do país. Apesar disso, não perde o estigma que se consolidou na segunda metade do século 20 como uma região de grandes problemas sociais e de violência urbana. Muitos desses problemas são resultado direto da ausência do poder público, somada à ocupação irregular da região, que acabou ficando à mercê de chefes locais e da atuação de grupos paramilitares (esquadrões da morte, milícias etc). Apesar de seu parque industrial, a Baixada Fluminense se configura como uma região-dormitório, o que faz com que seus habitantes enfrentem horas nos engarrafamentos diários nas vias expressas da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Estes estigmas são existentes nos mais variados setores, incluindo o cultural. O elevado número de habitantes e sua relevância no cenário econômico do estado e do país não diminuem suas necessidades, sobretudo para os trabalhadores de cultura. Não é incomum encontrar na região da Baixada Fluminense municípios que, entre outras características, não possuem nenhum teatro público, como é o caso de São João de Meriti, cidade onde está sediado o Instituto Cultural Cerne. É sempre importante recordar que, apesar do importância econômica e demográfica da Baixada para o estado do Rio de Janeiro, não há um único equipamento de cultura público na região. Diferentemente da capital, onde praticamente coexistem diversas formas de fazer teatral, e onde multiplicam-se prédios teatrais e instituições culturais, na Baixada não há espaço para o fortalecimento de um teatro produzido nos moldes dos grandes centros. Isso acontece devido a uma série de fatores que contribuem para essa condição: pequeno número de equipamentos teatrais, ausência de espaços para temporadas, poucos incentivos públicos e privados, ausência de fomentos e leis de incentivos municipais, falta de mecanismos de comunicação específicos e pouca formação de plateia consumidora. Neste cenário, a grande maioria dos artistas da região que buscam formação artística acabam por ter que migrar da cidade para a capital. Devido ao grande tempo perdido no trânsito e aos altos custos gerados por esse fluxo migratório, muitos destes jovens desistem da carreira artística. Da mesma forma, poucos são os coletivos que conseguem driblar as adversidades para fazer um trabalho de pesquisa continuado e de longo prazo na região, sendo possível identificar sem muitas dificuldades os coletivos originários das cidades da Baixada que têm projeção no cenário artístico como um todo (O site Teatro da Baixada, oriundo de grupo de pesquisa da UNIRIO parceiro neste projeto, mapeou apenas cerca de 40 coletivos com atividade continuada nos 13 municípios da Baixada). Diante desta realidade, este projeto tem como intuito fortalecer o cenário cultural local, atacando diferentes eixos desta cadeia como: ações de formação de plateia para estimular o público a consumir produtos culturais locais; ações de reflexão crítica, contribuindo com o processo dos próprios coletivos de pensamento sobre suas obras, bem como estimulando o surgimento de uma crítica teatral na região; ações de desenvolvimento de atividades e apresentações em um centro cultural independente, dando aos grupos possibilidades de apresentarem seus trabalhos e ampliando a programação de um espaço gerido por um coletivo artístico; ações de visitas a sedes de grupos, como forma de estimular a circulação por diferentes cidades da região e o intercâmbio entre modos de fazer de diferentes coletivos. Além de todas essas ações, há ainda o incentivo à formação de novos artistas na região, sem que os mesmos precisem migrar para os grandes centros urbanos para desenvolverem seus ofícios, estimulando, assim, a cadeia de serviços ligados à cultura, e contribuindo para o desenvolvimento da economia criativa local. Justifica-se, ainda por dar continuidade às atividades que vem sendo realizadas pelo INSTITUTO CULTURAL CERNE ao longo de seus 11 anos de existência, sendo 4 de formalização e 7 atuando nas localidades da Baixada de modo independente, visando atender a alguns dos princípios da Agenda 21 da Cultura (2004) ... "(III) a liberdade cultural dos indivíduos e das comunidades é uma condição essencial da democracia; (IV) as cidades e espaços locais são ambientes privilegiados de realização da cultura, onde o encontro de tudo o que é diferente e distinto torna possível o desenvolvimento humano integral;"...O Instituto Cultural Cerne é uma instituição sem fins lucrativos que têm entre sua principal fonte de recursos o incentivo fiscal e com isso consegue oferecer atividades culturais gratuitas ou a preços populares nas áreas das Artes Cênicas. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.E nos objetivos I, alínea C, e IV alínea A, do Art. 3º da lei 8313/91, os quais dispõem:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

Como promover o desenvolvimento artístico em uma região que não possui incentivo para a arte e a cultura? Como desenvolver um circuito teatral em uma região composta por cidades dormitórios, onde toda a circulação é pensada a partir da lógica de migração para a capital do estado? Como estimular a profissionalização, o pensamento e a reflexão sobre as práticas artísticas de uma região onde os críticos de teatro, os curadores e os jurados de prêmios não chegam? Estas são algumas das constantes perguntas que permeiam a trajetória dos fazedores de cultura da Baixada Fluminense, região periférica do estado do Rio de Janeiro, composta por 13 municípios. Pensando em formas de respondê-las, a partir da prática, o Instituto Cultural Cerne desenvolveu o projeto ESCOLA POPULAR - TEATRO NA BAIXADA: PEDAGOGIAS E TROCAS PERIFÉRICAS, que consiste em uma série de atividades ao longo de 12 meses com o intuito de estimular a formação de novos artistas na região, a troca entre coletivos já existentes e a manutenção de um centro cultural independente, além de colaborar com a economia criativa a partir de um projeto multidisciplinar que agregará sete coletivos de diferentes cidades da região (cartas de anuência se encontram em anexo), além de jovens artistas de todo o território. O presente projeto surge aliado à Escola Popular de Teatro da Baixada Fluminense, iniciativa fundada pela Cia Cerne no ano de 2023 que, neste ano, conta com cerca de 100 alunos distribuídos por 5 diferentes turmas de formação, todas gratuitas; O projeto se desenvolverá a partir de diferentes ações, todas visando estimular a ampliação do circuito teatral da Baixada Fluminense, tendo a cidade de São João de Meriti, onde está sediada a companhia, como ponto focal para as atividades. As ações serão: oficinas de formação artística; apresentações teatrais com coletivos da Baixada Fluminense, seguidas de bate papo com a plateia sobre os processos; visitas a sedes de coletivos em outras cidades da Baixada Fluminense; publicação de um livro com textos teatrais produzidos pelos alunos durante as aulas; estímulo à formação de plateia; e manutenção do Centro Cultural onde o INSTITUTO CULTURAL CERNE, espaço cultural independente onde se desenvolvem as atividades da companhia atualmente.

Especificação técnica

Produto 1 - Curso / Oficina / EstágioOficinas de formação artísticaOficina de Formação em Teatro - realizar uma oficina de formação em teatro com foco em atuação, com duração de 10 meses, sendo 3 encontros semanais de 3h.Oficina de Dramaturgia - realizar duas oficinas, presencial ou on-line, com duração de dois meses cada, sendo 1 encontro semanal de 3h.Oficina de Produção - realizar uma oficina com duração de dois meses, sendo 1 encontro semanal de 3h.Oficina de Direção - realizar uma oficina com duração de dois meses, sendo 1 encontro semanal de 3h.Oficina de Caracterização - realizar uma oficina com duração de dois meses, sendo 1 encontro semanal de 3h.Oficina de Cenário e Figurino - realizar uma oficina com duração de dois meses, sendo 1 encontro semanal de 3h.Oficina de atuação para crianças com dois meses de duração e carga horária total de 24h, divididas em 8 encontros de 3 horas cada; Produto 2 - Apresentações - Espetáculos de Artes Cênicas- Apresentações Teatrais/Leituras Cênicas - realizar 05 (cinco) apresentações de textos de autores das Artes Cênicas, dando prioridade a novos autores ainda desconhecidos pelo público. Produto 3 - Plano Anual MANUTENÇÃO (Principal)A manutenção do espaço físico, bem como das plataformas digitais terá como objetivos específicos questões de infraestrutura e funcionamento em geral, quer seja em um prédio físico ou em um ambiente virtual, neste item iremos tratar dos insumos básicos para o funcionamento do prédio físico e das questões de tecnologia, tais como aquisição de equipamentos de iluminação, sonorização e transmissão das atividades online. Desta forma garantimos a dinamização e continuidade das atividades do Instituto Cultural Cerne.

Acessibilidade

O Plano Anual do INSTITUTO CULTURAL CERNE oferecerá as seguintes medidas de acessibilidade: Produto 1 - Curso / Oficina / Estágio Oficinas de formação artística Acessibilidade Física: O espaço de atuação do Insituto conta com todos os requisitos de acessibilidade física, tendo portas amplas, banheiros adaptados, rampas e sinalizações, além disso, para atividades externas iremos priorizar locais que sejam em espaço térreo, que possuam rampas, o que possibilita a circulação de pessoas com deficiência física, como o uso de cadeira de rodas. Banheiros adaptados ao uso de deficientes físicos, conforme disposto no art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Item orçamentário: Não se aplica Acessibilidade para deficientes visuais: O projeto prevê vagas destinadas exclusivamente para pessoas com deficiência visual. Sendo que os conteúdos serão detalhados oralmente para total compreensão de conteúdo por um acompanhante. Item orçamentário: Estagiarios Acessibilidade para deficientes auditivos: O projeto prevê Tradução em Libras e legendas automáticas em conteúdos digitais. Item orçamentário: Intérprete de Libras Acessibilidade para deficientes intelectuais: O projeto prevê monitores preparados para lidar com as pessoas com deficiência intelectual. Item orçamentario: Estagiarios Produto 2 - Apresentações - Espetáculos de Artes Cênicas Acessibilidade Física: O espaço de atuação do Insituto conta com todos os requisitos de acessibilidade física, tendo portas amplas, banheiros adaptados, rampas e sinalizações, além disso, para atividades externas iremos priorizar locais que sejam em espaço térreo, que possuam rampas, o que possibilita a circulação de pessoas com deficiência física, como o uso de cadeira de rodas. Banheiros adaptados ao uso de deficientes físicos, conforme disposto no art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Item orçamentário: Não se aplica Acessibilidade para deficientes visuais: O projeto prevê vagas destinadas exclusivamente para pessoas com deficiência visual. Sendo que os conteúdos serão detalhados oralmente para total compreensão de conteúdo por um acompanhante. Item orçamentário: Estagiarios Acessibilidade para deficientes auditivos: O projeto prevê Tradução em Libras e legendas automáticas em conteúdos digitais. Item orçamentário: Intérprete de Libras Acessibilidade para deficientes intelectuais: O projeto prevê monitores preparados para lidar com as pessoas com deficiência intelectual. Item orçamentario: Estagiarios

Democratização do acesso

Iremos atender ao artigo 29, da IN nº 11/2024/MinC, conforme detalhamento abaixo: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Atenderemos, também ao Art. 30, em seu item III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição. Além das questões legais toda a programação realizada através dos recursos obtidos com a Lei de Incentivo, serão gratuitas para todo o público, priorizando, que atendem ao artigo 30, da IN nº 11/2024, que prevê: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Nas atividades gratuitas presenciais haverá inscrição prévia através de plataforma digital ou a distribuição de senhas ao público em geral uma hora antes da atividade, por ordem de chegada. Priorizando o público de áreas de vulnerabilidade social das regioes adjacentes da Baixada Fluminence. A distribuição gratuita será comprovada mediante apresentação de cartas/declarações subscritas pelas instituições recebedoras. As atividades realizadas virtualmente serão disponibilizadas na internet nos diversos canais digitais conforme o Art. 28, Item IV da IN nº 1/2023/MinC:

Ficha técnica

Coordenador Geral: Vinicius BaiãoDiretora de Produção: Stephany LopezCoordenadora de Projetos: Gabriela EstolanoProfessores: Leandro Fazolla, Rohan Baruck, Marco dos Anjos, Ananda K, StephanyLopez, Higor Nery e outros a definirIntérprete de Libras: Claudia ChelqueGrupos a se apresentarem: Cia de Arte Popular, Teatro Baixo, Cia Atores da Fábrica,Cia Cerne e Trupe Investigativa Arroto CênicoGrupos a serem visitados em suas sedes: Grupo Cultural Cochicho na Coxia, UivoColetivo e Grupo Cultural CódigoEscritoras (Resenhas Críticas): Rosyane Trotta, Daniele Avila Small e Maria LucasAssessoria de Imprensa: Caio BarbosaOutros profissionais serão definidos posteriormente MINIBIOSVINICIUS BAIÃO (COORDENADOR GERAL) - Mestrando em Humanidades, Culturas e Artes (Unigranrio). Pós-graduado em produção cultural com ênfase em literatura infanto-juvenil (IFRJ) e em História de Teatro Brasileiro e Ocidental (CAL). Graduado em Letras (UERJ). Publicou os livros Ainda Cerne (Editora Patuá, 2014), Usucapião (Editora Multifoco, 2008), Ponte de Versos (Editora Ibis Libris, 2004) e Coletivo Vacamarela (Tordesilhas, 2007), os dois últimos em conjunto com outros escritores. É fundador, dramaturgo e diretor da Cia Cerne, tendo recebido premiações em festivais nas categorias texto, direção e ator, destacando-se o prêmio de melhor texto adaptado conferido Centro Brasileiro de Teatro para Infância e Juventude (CBTIJ) pelo espetáculo Uma História de Rabos Presos.STEPHANY LOPEZ (DIRETORA DE PRODUÇÃO E PROFESSORA) – Produtora Cultural, Psicóloga e fotógrafa. Qualificação profissional em produção cultural pelo Polo Educacional SESC. Pós-graduada em "Artes Visuais - Cultura e Criação" pelo SENAC. Cursou Fotografia no Ateliê da Imagem. Integra a equipe de produção do Festival Cenáculo de Teatro, mostra competitiva de teatro que acontece desde 2012 na cidade de Duque de Caxias (RJ). Integrou a equipe de produção de todos os espetáculos da Cia Cerne ao longo de seus 10 anos de existência.GABRIELA ESTOLANO (COORDENADORA DE PROJETOS) – Gabriela Estolano (Atriz) é também professora e performer. Graduanda em licenciatura em teatro na UNIRIO, onde desenvolve pesquisa voltada para possíveis diálogos entre o movimento feminista e as linguagens artísticas. Ministra aulas de Teatro para crianças em escolas municipais do Rio de Janeiro. Atuou como arte educadora no Museu de Arte do Rio (MAR). Atuou em mais de uma dezena de espetáculos teatrais, sendo vencedora do prêmio de melhor atriz coadjuvante no 41º Prêmio Paschoalino, pelo espetáculo Era Uma Vez um Tirano.ROHAN BARUCK (COORDENADOR PEDAGÓGICO E PROFESSOR) – Rohan Baruck é doutorando em Teatro, pela Unirio, com pesquisa sobre os processos formativos dos grupos de teatro da Baixada Fluminense. Mestre em teatro pela mesma universidade, com especialização no eixo Interpretação, corpo e voz. Foi professor de expressão vocal nas escolas de teatro Wolf Maya e Nu Espaço. Atuou em diversas produções teatrais, tendo sido premiado como melhor ator pelos espetáculos O Matador de Santas, de Jô Bilac; Nada Me Aflige, de Mauro Marques; e Olho por Olho, monólogo autoral que circulou por vários estados brasileiros. Em 2022, recebeu o prêmio Diploma Heloneida Studart, concedido pela Comissão de Cultura da Alerj, pela sua contribuição para o desenvolvimento da cultura no Estado do Rio de Janeiro. Atualmente, é jurado do 8° Prêmio CBTIJ de Teatro para Crianças.ANANDA K (PROFESSORA) - Ananda K é atriz, cantora e compositora. Formada em Licenciatura em Teatro pela UFRN. Em seus 17 anos de trajetória artística, entrelaça as linguagens do teatro e da música com fluidez. Nos espetáculos teatrais sua atuação vem acompanhada da expertise musical e vice-versa. É atriz do grupo do Grupo Estação de Teatro com o qual atuou nos espetáculos "Quintal de Luis" (2014), "Sonho de Rabeca no Reino da Bicharada" (2014), "Estação dos Contos"(2016) e mais recentemente foi indicada ao Prêmio Shell na categoria 'Direção Musical' com o espetáculo “Candeia” no qual também atua como atriz ( 2020 - 2022). Viajou por vários estados brasileiros, participando de festivais e editais como o SESC Pulsar RJ e o SESI Viagem Teatral SP e atravessou o oceano com os espetáculos Aboiá e Revoada do Arkhétypos, os quais foram encenados na University of Music and Performing Arts Vienna - MDW em Viena na Áustria nos anos 2013 e 2015No campo musical, é cantora autoral, desde 2011, apesar de trabalhar profissionalmente com música desde 2004.LEANDRO FAZOLLA (PROFESSOR) - Ator, produtor e crítico teatral. Doutorando em Artes Cênicas pela UNIRIO, com pesquisa sobre curadoria. Pós-graduado em História do Teatro Moderno e Ocidental (CAL), Mestre em Arte e Cultura Contemporânea (UERJ); Bacharel em História da Arte (UERJ). Diretor do Instituto Cultural Cerne. É membro fundador da Cia. Cerne, com a qual foi contemplado em importantes editais como Rumos Itaú Cultural, Retomada Cultural e SESC Primeiros Olhares, entre muitos outros. Idealizador e diretor do Festival Cenáculo de Teatro, mostra de teatro que acontece desde 2012 na Baixada Fluminense. Ex-colunista de cultura do Jornal Extra, escreve críticas teatrais para diversos veículos. Idealizador do projeto Cadernos Cênicos no YouTube, pela qual analisa espetáculos de teatro, predominantemente de grupos da Baixada. Na Unirio, faz parte de grupo de pesquisa que culminou na realização do site Teatro da Baixada, com o resultado de mapeamento de grupos teatrais em atividade em toda a Baixada Fluminense.MARIA LUCAS (CRÍTICA): Maria Lucas é uma artista trans carioca. Doutoranda em arte pela UERJ, linha de pesquisa "Arte, Pensamento e Performatividade". Como pesquisadora integra o grupo MOTIM (Mito, Rito e Cartografias Feministas nas Artes) e realizou residência no MAM- Rio (Museu de Arte Moderna), culminando em um dos capítulos do livro "Esses Seres Vivemos". Autora dos livros "Esse Sangue Não é de Menstruação, mas de Transfobia" e "Mais uma Casa de Bonecas", ambos integrantes da "Trilogia D`Ela" e publicados pela Editora Urutau no Brasil, Galícia e Portugal. É ganhadora do prêmio de textos ensaísticos do Instituto Moreira Salles com o ensaio "Próteses de Proteção", que culminou em pesquisa cênica ainda em processo e já apresentada no Festival Midrash (Teatro Café Pequeno – RJ) e Sesc Ipiranga - SP. Realizou mestrado em Teoria e Crítica de Arte na UFRJ e graduação em Artes Cênicas pela PUC-Rio. Possui intercâmbios em História e Teoria da Arte na UAM (Madrid - ES) e em Cinema na UNAL (Bogotá - CO). Maria possui diversos trabalhos como artista da cena já tendo sido dirigida por diretores como Fabiano Dadado de Freitas e Nina da Costa Reis, atua como Diretora Assistente de Miwa Yanagizawa em "Eu Capitu" e "Pulmões" e de Vik Svalingan (Royal Shakespeare Company) em "A Tempestade". Recorrentemente escreve para a Revista Questão de Crítica, foi assistente de curadoria na construção do site Portal de Dramaturgia e atuou na Interlocução Dramatúrgica no espetáculo "O Museu Sem Fim de 1976" (Daniele Avila Small). Atualmente integra a grade de professores da ESAD (Escola Sesc de Artes Dramáticas).CLAUDIA CHELQUE (INTÉRPRETE DE LIBRAS): Tradutora Intérprete de Libras/Língua Portuguesa pelo Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES). Instrutora e Interlocutora de Libras pela Faculdade Metropolitana de São Paulo. Educação Especial e Inclusiva pelo Instituto Federal Sul de Minas. Atuação/Teatro pela Arena Carioca Hermeto Pascoal. Língua Inglesa e Língua Espanhola pelo FASTENGLISH COURSE. Ledora e Transcritora pelo ESCON. Mediação Escolar para alunos com múltiplas Deficiências pelo IDF Cursos. Legendagem, Acessibilidade, Produção de legendas e Ensino de Português para Surdos, pelo Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES).CABE RESSALTAR QUE OUTROS PROFISSIONAIS SERÃO DEFINIDOSPOSTERIORMENTE, SEMPRE LEVANDO EM CONTA QUESTÕES DEEQUIDADE DE RAÇA E GÊNERO.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.