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Este projeto trata da continuidade das ações do proponente, com manutenção do grupo, montagem de novos trabalhos, circulação de espetáculos teatrais em repertório e realização de oficinas de capacitação.
2. PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: SINOPSE 1) NIGHTVODKA: “NIGHTVODKA” é uma metáfora existencial de nossos tempos. Revelando estados e sensações, o trabalho se inspira na cultura dos povos da antiga URSS, sua arte e sua tendência para o trágico. Resultado do processo criativo que se desencadeou a partir de relatos sobre o acidente nuclear de Chernobil, o espetáculo mescla referências distintas entre pintores, poetas, cineastas e compositores, dando seguimento à pesquisa musical, física e imagética do Armatrux. SINOPSE 2) No Pirex: “No Pirex” dispensa a palavra para narrar o encontro de cinco personagens grotescos e surreais em torno da mesa de um restaurante. Um espetáculo com ingredientes bem surrealistas, em uma atmosfera de traços góticos, que mistura o teatro físico, comédia muda, clown e a manipulação de objetos cotidianos. Tendo em foco as relações de poder, o sexo, o amor e a morte, é uma obra aberta a múltiplas interpretações do público. Tudo isso regado ao mais tradicional Teatro do Absurdo. Instigante, divertido, suado, há muito cheiro de cozinha No Pirex. SINOPSE 3) THÁCHT: Uma tragicomédia musical que consolida a linguagem própria do Armatrux e traz como referência o antigo teatro de variedades, com execução de trilha ao vivo em piano, violino e canto. “Thácht” aborda fragmentos da vida de Rafa e Rufo, artistas de variedades que vivem de suas recordações. Com muito humor negro, os dois cômicos desenvolvem um diálogo absurdo, usando de forma única a musicalidade nas palavras e instigando o imaginário do espectador. Conversas sobre médicos e outros elementos da condição humana inerentes à velhice se misturam a vagas lembranças do picadeiro. O espetáculo conta também com a participação da diva transformista Siboney, uma cantora que ganha vida a partir das memórias da dupla e da curiosa presença de uma mulher de um atirador de facas. SINOPSE 5) Nhoque: “Nhoque” oferece ao público um grande musical de rua no estilo Armatrux e seu teatro de imagens. Em cena, atores, uma banda de bonecos, projeções, dança e muita música. No repertório, assinado por John Ulhoa (Pato Fu) e Richard Neves, clássicos de Tim Maia, Vander Lee, Sidney Magal e Evaldo Braga, e ainda, composições exclusivas. A direção geral é de Paula Manata. A rua é onde o grupo começou seus trabalhos há três décadas. Uma forma democrática e circular de diálogo. A rua é o espaço mais social, onde todos podem se expressar, onde todos têm o mesmo direito, onde as diferenças se tornam menores. “Nhoque” traz reflexões sobre a importância da arte e dos artistas nos dias de hoje. É um convite a refletir sobre os nossos tempos, uma brincadeira séria. Um show para divertir o público de todas as idades, e que propõe perguntas sobre o que significa ser um grupo de arte nos dias atuais, em um país como o Brasil. A encenação do musical chama a atenção pela versatilidade de linguagens e primor técnico. Nhoque é bem contemporâneo e representa a construção da linguagem desses 30 anos do Armatrux. Nhoque também nos remete a coisa boa, gostosa de comer, de fácil digestão, assim como esse espetáculo e suas canções. SINOPSE 6) Desmonte (nome provisório): “Desmonte" (nome provisório) é uma pesquisa que se iniciou durante o processo de escrita da dissertação de mestrado da atriz, diretora e professora Paula Manata. A dramaturgia do desmonte parte da ideia de que o teatro é uma arte viva, que se constroi e se reconstroi a cada instante. Nesse contexto, o desmonte não é apenas o ato de desfazer o que foi criado, mas sim uma oportunidade de descobrir novos significados, perspectivas e possibilidades. O desmonte nos permite questionar, reinventar e, por fim, reconstruir uma narrativa teatral de maneira profunda. Durante a residência, exploraremos as raízes do teatro, inspirando-nos na rica história do Grupo Armatrux. Mergulharemos na memória, na trajetória e na inovação, usando esses elementos como base para o desenvolvimento de uma dramaturgia única. SINOPSE 7) De Banda pra Lua: Tonico e Bié são irmãos e moram na roça. “De banda pra lua” é um espetáculo sobre as aventuras dos dois. Juntos eles voltam de uma festa montados numa mula chamada madrugada. É noite e eles se apavoram com a lua cheia, que faz São Jorge e o dragão descerem à Terra para uma luta final. Mas também se apaixonam pela lua que surge de diversas maneiras, acabando por também descer à Terra para brincar com os meninos. O mundo da imaginação das crianças é o palco perfeito para essa misteriosa e terna história povoada de seres encantados, como São Jorge, o dragão e aparições de outro mundo. 3. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Pegando emprestado o gênio literário de Machado de Assis, Maroca e Malagueta darão vida a um de seus contos, não apenas narrando, mas também incorporando o espírito lúdico e a sabedoria que permeiam as obras do autor. Acompanhadas por música ao vivo, que serve tanto como pano de fundo emocional quanto como um personagem narrativo em si, as palhaças prometem uma imersão total na história, incentivando a reflexão através do humor, da interação e da arte. Duração: 50 minutos.
OBJETIVO GERAL: Fomentar a expressão artístico-cultural no campo das Artes Cênicas, por meio da manutenção do Grupo Armatrux, da montagem de novos trabalhos e da realização de oficinas e da circulação de espetáculos teatrais em repertório do proponente. OBJETIVO(S) ESPECÍFICO(S): 1. PRODUTO: PLANO ANUAL: Realizar a programação anual do Grupo de Teatro Armatrux visando a manutenção do proponente, de sua equipe técnica e de produção, bem como do seu repertório, através da execução das atividades de produção e difusão de apresentações de teatro e oficinas de capacitação em artes cênicas. O Armatrux é uma companhia com mais de 30 anos de existência, composta por 4 atores, 3 produtores, 5 artistas convidados, 4 técnicos e 3 diretores. 2. PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Realizar uma circulação de apresentações teatrais com espetáculos autorais do proponente. A programação do projeto se estende pela Região Metropolitana de Belo Horizonte e outras cidades do interior de Minas Gerais, com um total de 32 apresentações no estado, sendo 30 gratuitas e duas a preço popular. A estimativa é de que toda circulação alcance 9.600 espectadores dos mais diversos segmentos sociais. 3. PRODUTO: CURSO/OFICINA/ESTÁGIO: Realizar 05 oficinas de capacitação em apoio técnico ao teatro, com princípios básicos de som e luz, montagem, operação e desmontagem de equipamentos. A estimativa é de que a oficina gere impacto junto a 100 jovens relacionados à cadeia produtiva do teatro, da cena ou do corpo. Carga horária por oficina: 4 horas. Carga horária total pelo projeto: 20 horas. 4. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realizar 08 workshops de "Aula Espectáculo" voltados a estudantes e professores de instituições públicas de ensino da Região Metropolitana de Belo Horizonte e outras cidades do interior de Minas Gerais. Estima-se que as atividades de contrapartida beneficiem 560 membros da comunidade escolar. Quantidade de turmas: 8. Vagas por turma: 70. Vagas totais pelo projeto: 560. Carga horária por turma: 9 horas. Carga horária total pelo projeto: 63 horas.
O grupo proponente nasceu em 1991, com alma inquieta e sensível. São 19 espetáculos encenados ao longo dos anos, investigando os modos de fazer teatro num constante intercâmbio com outras artes. Uma trajetória que atravessa as fronteiras: vários países, todos os estados brasileiros e mais de 50 cidades mineiras já assistiram ao Armatrux. Entre a tradição e a revolução, este ícone da cultura brasileira ocupa desde os palcos tradicionais às ruas de pequenas cidades. Cada espetáculo é uma experiência única, com vida própria, voz distinta e público diversificado - e isso é resultado de pesquisa e dedicação, construindo um legado teatral que transcende o efêmero. Com mais de 30 anos de trajetória, o Armatrux é uma companhia de teatro de origem em Belo Horizonte, de onde se ergue como ícone da cultura brasileira e símbolo da expressão teatral no país, desbravando limites e preconceitos com suas produções inovadoras. Em 2002, o grupo fez sua primeira turnê pela América Latina, se apresentando no Uruguai, Argentina e Paraguai. De 2004 a 2007, levou para mais de 60 cidades seus espetáculos de rua, além das oficinas de bonecos com material reutilizável. São mais de 80 projetos realizados através de leis de incentivo. Em 2011 o Grupo participou do projeto "Palco Giratório" do Sesc Nacional, realizando 76 apresentações em 24 estados do Brasil. De 2012 a 2015, o Armatrux atuou com o "Circulação Nacional" pela Rouanet, em que realizou 102 apresentações de espetáculos e oficinas de formação em 29 cidades do Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. De 2017 a 2022, o grupo realizou 4 edições do "Armatrux em Cena" pela Lei Rouanet, com circulação de espetáculos e atividades formativas em Minas Gerais. Em 2018, o grupo executou o "Encontro Latino-americano de Teatro de Grupo", com mostra de espetáculos e oficinas de dramaturgia. Em sua trajetória o grupo conquistou 18 prêmios de reconhecimento e destaque, entre os quais se sobressaem: 1. Prêmio CENYM (2015): Reconhecimento da Academia de Artes no Teatro do Brasil nas categorias de Melhor Direção de Arte, Melhor Iluminação, Melhor Maquiagem e Melhores Adereços e Objetos de Cena para o espetáculo "No Pirex"; 2. Prêmio Sinparc (2015): Prêmio de Melhor Ator para Cristiano Araújo no espetáculo "THÁCHT"; 3. Prêmio USIMINAS/SINPARC de Teatro e Dança (2010): Destaque nas categorias de Melhor Direção e Iluminação para o espetáculo "No Pirex". Nessa toada, ainda se destaca que, no trabalho infinito de manter a arte pulsante e plural, o Armatrux se preocupa com a democratização do acesso da população à cultura, com a formação de público e com a acessibilidade dos produtos culturais. Considerando essas premissas essenciais, o grupo corre o Brasil e o mundo consolidando a importância das artes cênicas mineiras e totalizando um público de mais de 500.000 pessoas em suas apresentações e oficinas. A proposta "Plano Anual do Grupo de Teatro Armatrux" compreende a realização de ações para manutenção e sustentabilidade do Armatrux, se articulando a partir da trajetória de mais de 30 anos do grupo. A programação do projeto se estende pela Região Metropolitana de Belo Horizonte e outras cidades do interior de Minas Gerais, com um total de 32 apresentações teatrais no estado, sendo 30 gratuitas e duas a preço popular. A estimativa é de que toda circulação alcance 9.600 espectadores dos mais diversos segmentos sociais. Adicionalmente, pretendemos realizar oficinas de capacitação em apoio técnico ao teatro, com princípios básicos de som e luz, montagem, operação e desmontagem de equipamentos. A estimativa é de que a oficina gere impacto junto a 100 jovens relacionados à cadeia produtiva do teatro, da cena ou do corpo. Não menos importante, a proposta também prevê como contrapartida social a realização de workshops de "Aula Espetáculo" com estudantes e professores de instituições públicas de ensino, beneficiando 560 membros da comunidade escolar. A realização do projeto se compromete com a diversidade e o desenvolvimento da economia criativa, promovendo a ampliação do acesso da população à fruição dos bens culturais, com impactos positivos fortemente alinhados a princípios ambientais, sociais e de governança (ESG) e às metas dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU (Agenda 2030), mais especificamente à Meta 3.4 (ODS 3: "Saúde e bem-estar"), às Metas 4.4 e 4.5 (ODS 4: "Educação de qualidade"), à Meta 5.5 (ODS 5: "Igualdade de gênero"), à Meta 8.5 (ODS 8: "Trabalho decente e crescimento econômico") e à Meta 10.2 (ODS 10: "Redução das desigualdades"). A PROPOSTA ESTÁ EM CONSONÂNCIA COM OS SEGUINTES INCISOS DO ART. 1º DA LEI 8.313/1991: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. EM RELAÇÃO AO ART. 3º DA LEI 8.313/1991, A PROPOSTA ATENDE AOS SEGUINTES OBJETIVOS: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais.
Todas as informações pertinentes à proposta cultural foram preenchidas em outros campos.
2. PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Quantidade de apresentações: 32 (trinta e duas) Tempo de palco: a definir Elenco: a definir Cachês: conforme planilha orçamentária Classificação indicativa: a definir OBSERVAÇÃO: A definição de quais espetáculos vão ser apresentados, a quantidade de cada um, o tempo de palco, o elenco e as classificações indicativas vai acontecer durante a etapa de pré-produção do projeto. Assim, essas informações, a Dramaturgia, a Cenografia e a Carta de Anuência vão ser enviadas após o projeto ser iniciado. 3. PRODUTO: CURSO/OFICINA/ESTÁGIO: Quantidade de oficinas: 5 (cinco) Carga horária por oficina: 4 horas Carga horária total pelo projeto: 20 horas Vagas por oficina: 20 (vinte) Vagas totais pelo projeto: 100 (cem) Público-alvo: Agentes formadores da cadeia produtiva do teatro, entre estudantes de artes cênicas, atores/atrizes, dramaturgas(os), diretoras(es), técnicas(os), entre outros, com idade entre 15 e 29 anos. Requisitos aos participantes: É pré-requisito obrigatório que os participantes sejam relacionados à cadeia produtiva do teatro, da cena ou do corpo, entre estudantes, atrizes/atores, dançarinos, diretores, figurinistas, iluminadores, cenógrafos, coreógrafos ou técnicos de maquiagem, de luz, de som, camareiras, cenotécnicos, contrarregras, entre outros. Forma de participação: As inscrições dos participantes vão acontecer através de formulários disponibilizados na internet e divulgados pela proponente. Seleção aberta e participação gratuita, com priorização de participação de pessoas pertencentes a grupos historicamente sub-representados socialmente, entre mulheres, pessoas com deficiência, pessoas negras, pessoas LGBTQIAPN+ e outros segmentos. Breve ementa: A oficina tem como objetivo apresentar princípios básicos de áudio, montagem, operação e desmontagem dos equipamentos de som e iluminação utilizados nos espetáculos, shows e apresentações do próprio projeto. A oficina cria oportunidade para os alunos aprenderem a montar e manusear os equipamentos de maneira correta e vivenciarem experimentos práticos nos eventos.
1. Acessibilidade arquitetônica: Realização de todas as atividades em espaços com infraestrutura que garanta acessibilidade física, contando com recursos como piso tátil, rampas e toaletes adaptados para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida. Contratação de Monitor de Acessibilidade para acompanhar espectadores e participantes com demandas de assistência. Item na planilha orçamentária: Monitores. 2. Acessibilidade comunicacional: Tradução simultânea dos conteúdos falados por intérpretes de Libras. Item na planilha orçamentária: Intérprete de Libras. 3. Acessibilidade atitudinal: Incentivo à participação e ao feedback de pessoas com deficiência quanto às medidas de acessibilidade adotadas no projeto, visando identificar e atender suas necessidades específicas de forma eficaz. Orientação da equipe envolvida a adotar linguagem e comportamento inclusivos, mitigando tratativas estereotipadas. Contratação de Monitor de Acessibilidade para acompanhar espectadores e participantes com demandas de assistência. Item na planilha orçamentária: Monitores. 4. Acessibilidade metodológica: Adoção de metodologias inclusivas que atendam às necessidades específicas de pessoas com deficiência. Professores utilizam recursos como materiais ampliados e tecnologias assistivas para garantir a participação plena de todos os participantes. 5. Acessibilidade programática: Conformidade com as normas e leis que promovem a inclusão de pessoas com deficiência, como a Lei Brasileira da Inclusão (LBI) e a Convenção da ONU sobre Direitos da Pessoa com Deficiência.
1. PRODUTO: PLANO ANUAL: Ações realizadas de forma 100% gratuita junto aos participantes e público geral, com caráter sociocultural e educativo, sem que haja qualquer geração de receita com venda de produtos culturais. 2. PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: A fim de atender aos requisitos expressos nos Arts. 29, 30 e 31 da IN 11/2024, o projeto propõe as seguintes medidas de democratização de acesso: 1. Comercialização de ingressos para as peças teatrais com valor médio de R$20,00. 2. Reserva de até 10% para distribuição gratuita promocional por patrocinadores. 3. Reserva mínima de 10% para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, para professores e alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior. 4. Reserva de até 10% para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto. 5. Comercialização de no mínimo 20% dos ingressos em valores que não ultrapassem 3% do salário-mínimo vigente, garantindo acesso a um público mais amplo. 6. Meia-entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% da quantidade total dos ingressos comercializados. 7. Meia-entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados. 8. Meia-entrada para acesso de estudantes, jovens de baixa renda, portadores da Identidade Jovem (ID Jovem) e pessoas com deficiência, em todos os ingressos comercializados. 9. Realizar gratuitamente atividades paralelas como as oficinas de capacitação em apoio técnico ao teatro. 3. PRODUTO: CURSO/OFICINA/ESTÁGIO: Ações realizadas de forma 100% gratuita junto aos participantes e público geral, com caráter sociocultural e educativo, sem que haja qualquer geração de receita com venda de produtos culturais.
O proponente vai ser responsável integral pela implementação, supervisão e articulação das atividades junto ao(s) financiador(es) do projeto. O proponente vai ser responsável por todo o processo decisório de atividades técnico-financeiras e de gestão do projeto. O projeto conta com profissionais especializados para viabilizar a sustentabilidade das suas ações. A seguir, de forma resumida, apresentamos os currículos dos integrantes principais da equipe. Os demais profissionais/serviços serão contratados em momento oportuno, a partir da captação dos recursos e homologação do projeto para execução. 1. GRUPO DE TEATRO ARMATRUX - Proponente e Coordenação Geral Fundado em outubro de 1991 em Belo Horizonte, o Grupo Armatrux completou em 2021 uma trajetória de 30 anos de pesquisa teatral. O Grupo sempre buscou a construção de uma estética alinhada ao trabalho físico, juntamente com a manipulação de objetos, imagens, bonecos e o circo. Através de várias parcerias artísticas o Grupo tem linguagem própria sempre aberta a novas possibilidades de encenação que resultam em montagens voltadas para o público adulto e infantil. São 21 espetáculos encenados, além de 3 curtas metragens, e 1 exposição interativa. O Armatrux já se apresentou em cinco países, em todos os estados brasileiros e em mais de 50 cidades do interior de Minas Gerais. Totalizando um público de 150 mil pessoas em suas apresentações e oficinas. Assim, o Armatrux corre o Brasil e o mundo consolidando a importância das artes cênicas mineiras e encantando públicos de todas as idades. 2. EID RIBEIRO - Direção Artística É ator, diretor, dramaturgo e roteirista de cinema. Foi curador do Festival Internacional de Teatro de Belo Horizonte – FIT-BH – de 1996 a 2010. De 1962 a 1964 foi Membro do Centro Popular de Cultura (CPC). Em 1961 formou-se pelo Curso profissionalizante de ator do teatro universitário/TU-UFMG. De 1969 a 1971, fez estágio como assistente de direção do grupo Comunidade - Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - Direção: Amir Hadadd. Eid fundou o Grupo Geração (1967-1969), dirigiu o Grupo Galpão em dois espetáculos. “Corra Enquanto é Tempo” (1989) e “Álbum de Família” (1990) e desde 2008 é parceiro do Grupo Armatrux, com o qual dirigiu quatro espetáculos. 3. RAQUEL PEDRAS - Atriz, Gestora e Coordenadora de Comunicação Integrante do Grupo de Teatro Armatrux como Atriz e Coordenadora Artística. Raquel Pedras é bacharel em Artes Cênicas pela UFMG desde 2003. Atriz profissional formada pela Fundação Clóvis Salgado (1999), tendo apresentado no final do curso o espetáculo ”Radical Brecht” sob Direção de Marcelo Bones. Raquel Pedras é atriz, locutora, apresentadora, diretora e professora de teatro. Raquel Pedras é bacharel em Artes Cênicas pela UFMG desde 2003. Atriz profissional formada pela Fundação Clóvis Salgado (1999). Cursando 6º período de Psicologia – Universidade FUMEC. Integra o Grupo de teatro Armatrux desde 2004. É professora da oficina de teatro ´O ator, o objeto e a cena´ oferecida pelo Grupo Armatrux em diversos projetos culturais, desde 2006, esta oficina já circulou por todo país em diferentes formatos de duração. É professora de teatro no Instituto Ouro Verde, em Nova Lima. 4. ROGÉRIO ARAÚJO - Ator Rogério Araújo é ator, diretor, professor de teatro e gestor cultural. Formado pelo CEFART (1999) e licenciado em teatro pela UFMG (2005). Fez intercâmbio artístico na Polônia e Alemanha onde participou de workshops e realizou pesquisas no Centro de Estudos Jerzy Grotowski e no Arquivo Brecht-Weigel. Fundou o Grupo Teatro Invertido e o integrou até 2010 e desde então passa a integrar o Grupo de Teatro Armatrux. Pelo Sinparc/MG foi indicado como melhor ator em “Thácht” dirigido por Eid Ribeiro, recebeu o prêmio de melhor direção por “Jardins” e melhor dramaturgia por "Proibido Retornar". Como docente ocupa o cargo de professor de atuação na Escola de Teatro do CEFART desde 2017. Realizou mais de 20 espetáculos como ator e se apresentou em importantes festivais em todas as regiões do país e também na Alemanha, Argentina, Bolívia e Equador. Dirigiu dentre outros os espetáculos: “Hoje”(2019/Coletivo Conectores) “Há algo de podre no reino da Dinamarca” (2018/ CEFART) e “Proibido Retornar” (2009 /Teatro Invertido) e atualmente dirige novamente a montagem do espetáculo de formatura da Escola de Teatro do CEFART. É coordenador e integrante da equipe gestora do C.A.S.A.- Centro de Arte Suspensa Armatrux desde 2010. 5. PAULA MANATA - Atriz, Gestora e Palhaça Paula Manata é atriz, diretora, palhaça, professora, gestora e mestre de teatro. É uma das fundadoras do Grupo de teatro Armatrux, pelo qual atuou, dirigiu e produziu vários espetáculos, dentre eles assina a direção de “Nhoque - um musical de atores e bonecos" e atua no premiado espetáculo do Armatrux, “No Pirex”, com direção de Eid Ribeiro. Formada em História pela UFMG e Mestre em Artes da Cena pela Universidade Federal de Minas Gerais. Gestora do C.A.S.A.(Centro de Arte Suspensa e Armatrux), localizado no Vale do Sol, Nova Lima, MG. Professora e diretora de teatro do Colégio Rudolf Steiner de Minas Gerais. Dirigiu diversos musicais, como “Oratório: A Saga de D.Quixote e Sancho Pança”(estréia 2012), com Maurício Tizumba e Sérgio Pererê, “Zeropéia”, com Marina Machado e Regina Souza. Assina a direção do espetáculo do Grupo Trampulim “Acorda” (estréia 2017). Fez a direção de arte do Show “Poemas Noturnos” de Pedro Morais (estreia 2018). Criadora e atriz do programa infantil “Hora do Cochilo'' (2020-2022). 6. Cristiano ARAÚJO- professor, ator e coordenador Cristiano Araújo é ator formado pela Fundação Clóvis Salgado em 1999 quando apresentou o espetáculo “Radical Brecht” sob direção de Marcelo Bones. Bacharel em Artes Cênicas pela UFMG (2006). As principais oficinas de aperfeiçoamento foram: com o Grupo de Teatro Andante (2000), oficina de palhaço ministrada por Léo Bassi (2002), workshop de iluminação com Guilherme Bonfanti e oficinas com os grupos Parlapatões e Moitará. É integrante do Grupo de Teatro Armatrux desde 1999 como Ator, iluminador, Coordenador Artístico e Técnico do Grupo. É professor da oficina “Técnica em Montagem”. 7. Simone Sigale - Produtora e administratora financeira é uma profissional multifacetada com experiência e formação sólida em recursos humanos, gestão de projetos culturais, mediação de conflitos, e produção cultural. Ela tem desempenhado papeis significativos em diversas organizações e projetos culturais, destacando-se como líder em várias iniciativas.2019-2024: Produção Executiva e Gestão Administrativa (Grupo de Teatro Armatrux, Sociedade do Riso e C.A.S.A)2019-2024: Assistente de Produção e Elaboração de Projetos (Grupo de Dança Identidade – Aglomerado Serra)2022-2023: Elaboração e Produção Executiva de Projetos como 'Pereskia aculeata - Substantivo feminino', Oficina/Ação Comunitária: Ser Mulher, Ser Território Próprio, e outros.
PROJETO ARQUIVADO.