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Projeto de múltiplas ações na área da fotografia e prevê a montagem de uma exposição fotográfica coletiva itinerante, de fotografias inéditas e a publicação de uma fanzine. Serão realizadas exposições em três cidades: São Paulo-SP, Brasília-DF e Lucas do Rio Verde-MT. O tema propõe ações que abrem debate sobre uma cidade humanizada e será trabalhado em ações transversais que considera a diversidade, inclusão e economia criativa. Entende-se por projeto multidisciplinar a capacidade de dialogar com outras áreas do conhecimento, como: ações sociais, arquitetura e estudos sobre o gênero. A produção acontece a partir da união de dois movimentos autônomos que pensam as artes na cidade de São Paulo. São eles: o Beco Visceral, a primeira galeria de artes na favela de Paraisópolis e O Jardim, a primeira galeria do bairro da Mooca. Ambos os espaços são administrados por mulheres, estão fora do circuito de artes e tem em sua estrutura de formação a ideia de que a arte deve ser inclusiva.
Não se aplica
Objetivo Geral: Promover a reflexão e ação em torno da humanização das grandes cidades brasileiras através de múltiplas iniciativas artísticas e culturais. Utilizando a fotografia como ferramenta de inclusão e diversidade, o projeto buscará incentivar a economia criativa e o diálogo multidisciplinar ao envolver a população em exposições itinerantes, produção de uma fanzine e programas formativos. Pretende-se, assim, criar novas formas de perceber e interagir com a cidade, capacitando participantes através da arte para gerar transformações sociais sustentáveis e inclusivas. Objetivo específico: 01 _ Convocatória: Escolha de 10 pessoas que apresentam potencial para refletir sobre a problemática de uma grande cidade brasileira e pensar em diferentes formas de tratar esses assuntos com a arte. Elas deverão apresentar suas intenções através de um texto ou vídeo de apresentação. Cada participante receberá uma bolsa de R$2.000,00 e, no final deverá criar 1 workshop sobre o tema. Este compartilhamento de experiências será oferecido gratuitamente para suas redes de contato, multiplicando o alcance da ação cultural. 02 _ Curso: Com o tema "Cidade para todos" a ação formativa propor experiências em diferentes áreas, os selecionados irão participarão de um curso de 4 meses que oferece workshops teóricos e vivências presenciais. Através da aproximação com instituições sociais, será possível não só identificar os problemas, mas pensar soluções e usá-las em trabalhos criativos. Módulos do curso: a - "Gênero e as cidades": considerar que os territórios urbanos são separados pela polaridade de gênero, o curso trará uma reflexão sobre como a cidade é experimentada por homens, mulheres e pessoas trans e terá como estudo de caso a primeira fotojornalista a trabalhar no Brasil, Hildegard Rosenthal, nos anos 1940, entre outros exemplos. As ações práticas serão com as organizacões: Mulher em Construção, e TransFormação; "Metrópole brasileira": onde serão apresentados os grandes problemas de uma metrópole, como pessoas em situação de rua e abandono. A parte prática será o acompanhamento das atividades das organizações: Bem da Madrugada e Anjos da Cidade, que distribuem alimentos e cuidados a esta parte da população. A partir da vivência os participantes poderão pensar em uma abordagem humanizada sobre o tema; b - "Pensar as periferias": gerar reflexão sobre os movimentos periférico; a própria realização do projeto, feita em locais fora do grande centro artístico já é ponto de encontro. Questões sobre pertencimento serão tratadas, por exemplo: como é importante uma comunidade ter pessoas educadas visualmente para poder retratar a realidade que vivenciam. Como estudo de caso será apresentado a fotógrafa e artivista Marcela Morais, que criou a primeira galeria dentro da favela de Paraisópolis. O racismo ambiental é outro tópico e o grupo será convidado a acompanhar as ações da ong Perifa Sustentável; c - "Paisagens urbanas": as relações entre arte e cidade serão estudadas com autores como Nelson Brissac Peixoto que há décadas trabalha com o tema e propõe ações artísticas na cidade. Na prática, o grupo irá realizar uma ação performática onde construirá um observatório de papelão e, posicionados em locais de grande trânsito de pedestres, irão convidá-los a observar o céu ou outro ponto na paisagem. As experiências serão coletadas e debatidas. Observação sobre os cursos: cada um dos módulos terá a duração de 4 encontros, sendo 1 no Jardim, outro no Beco Visceral e 2 encontros práticos. 03 _ Montagem da exposição: Ao final da experiência os participantes terão produzidos material artístico para realização de uma exposição com 30 imagens. A mostra será itinerante e acontecerá em São Paulo: Beco Visceral e O Jardim; Brasília e Lucas do Rio Verde, no centro-oeste. 04 - Fanzine: Publicação de uma revista com 500 exemplares, aproximadamente 80 páginas, que traga imagens e textos sobre a experiência do projeto. 05 - Economia criativa: Um curso de formação profissional de gerenciamento de carreira para capacitação de mão-de-obra, tendo as experiências vividas como base. Ações multiplicadoras e um detalhado plano de divulgação fará com que as descobertas de como a arte pode tornar as cidades mais possíveis, chegarão a mais pessoas. mais pessoas.
A justificativa para o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para o financiamento do projeto "Beco, Jardim: Cidade para todos" baseia-se na sua capacidade de promover a inclusão social, diversidade cultural e desenvolvimento sustentável em áreas urbanas. Este projeto se alinha perfeitamente com os objetivos estipulados pela Lei 8313/91 (Lei de Incentivo à Cultura), contribuindo para a democratização do acesso à cultura e fomentando a produção e difusão de arte e conhecimento. O projeto se enquadra especificamente nos incisos do Art. 1º da referida lei, ao alinhar-se com: Inciso I: Estimular a produção e difusão de bens culturais, já que propõe exposições itinerantes e a produção de uma fanzine que levarão a arte a diversos públicos em diferentes regiões do Brasil.Inciso II: Proteger e valorizar o patrimônio cultural brasileiro, ao trabalhar com comunidades locais e destacar artistas e iniciativas existentes que promovem a arte fora do grande circuito cultural. Além disso, os objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91 que serão alcançados incluem: O inciso III: Apoio a iniciativas que visem o desenvolvimento de novas linguagens artísticas e culturais, uma vez que o projeto propõe o uso inovador da fotografia e outras práticas artísticas para transformar a percepção urbana.O inciso IV: Garantia do direito à cultura, ao proporcionar acesso gratuito a cursos, exposições e atividades artísticas para populações diversas e em situação de vulnerabilidade.A Lei de Incentivo à Cultura é, portanto, essencial para viabilizar este projeto, garantindo recursos que podem ampliar seu alcance e impacto social, promovendo uma cidade mais inclusiva e humanizada através da arte e da cultura.
O projeto tem um plano de comunicação moderno, com objetivo de fazer as insformações chegarem as pessoas que mais se beneficiarão do nosso trabalho: O trabalho de divulgação começará no primeiro mês de trabalho do projeto. Será contratado um profissional de copywriting, que "é o ato ou ocupação de escrever um texto para fins de publicidade ou outras formas de marketing". Este profissional será responsável por atividades inovadoras de divulgação, criando textos e estratégias para o engajamento nas Redes Sociais, além do Instagram e YouTube, também criará conteúdo para Twitter e Tik Tok. O engajamento nas Redes Sociais prevê o alcance de mais pessoas interessadas nas etapas do projeto e também no alcance de seus desdobramentos. Além do profissional de copywriting será contratado um(a) Assessor(a) de imprensa que fará a divulgação em forma de release e contato com os veículos de comunicação enviando material informativo e fazendo convites para acompanhar as diferentes etapas do projeto. Também serão organizadas Lives em canais como Instagram e YouTube para envolver o público, Desta forma a divulgação do projeto acontecerá desde o início do trabalho. a) Estudo e previsão de alcance das mídias/veículos previstos e estratégias inovadoras de divulgação em redes sociais, mídias sociais e mídias alternativas: Estudo de alcance - Número de pessoas a serem alcançadas: Aproximadamente 100 mil pessoas. Chegaremos até esse número através de uma memória de cálculo através das redes sociais e do engajamento que os integrantes dos realizadores do projeto tem. Como exemplo - O Proponente Renato Negrão, tem 50mil seguidores no Instagram, os outros integrantes somados, chegam a 50 mil seguidores. Toda a rede de contato será convidada a acompanhar os desdobramentos do projeto. Com a ajuda dos profissionais especializados em mídias alternativas, como Tik Tok, Twitter, criarão conteúdos para divulgação do projeto. O grupo entende que um trabalho que envolve diferentes pessoas, de diferentes realidades e áreas de atuação, cada um tem interesse em mostrar suas produções, isso ajudará na divulgação que cada um dos participantes farão, está estratégica é eficaz e demonstrou sucesso em outros trabalhos realizados pelo proponente. b) Estudo de alcance de público-alvo e formas de alcance em diferentes públicos e mídias e; c) Estudo de engajamento da sociedade dando ao usuário a oportunidade de interagir - O público-alvo será alcançado através de divulgação direta em canais de arte, educação, vídeo e teatro. Esta estratégica será recorrente tanto para a divulgação feita pela assessoria de imprensa, como pelo copywriting, que investirá nas mídias alternativas, encontrando assim, um canal direto com o público-alvo, através de HashTags e arrobas, entrando diretamente em contato com pessoas interessadas nos produtos culturais gerados pelo projeto. A interação do público é prevista através dos programas de Lives, onde o público será convidado para participar ativamente das entrevistas. Uma vez que se sintam parte do processo, o público terá mais interesse nos trabalhos realizados e sentirão motivação para acompanhar os trabalhos. Importante lembrar que além dos integrantes do projeto, serão contratados profissionais que cuidarão da divulgação em mídias tradicionais alternativas. Esses profissionais trarão ao projeto seus conhecimentos para agregar na divulgação, agindo diretamente com a ação de divulgação, gerando estímulo para reação e recomendação do projeto.
Não se aplica
No aspecto arquitetônico: A exposição deverá ser montada no Centro Cultura O Jardim, na Mooca, São Paulo e o prédio tem recursos de acessibilidade como banheiros, elevadores e toda estrutura para permitir o acesso de pessoas com mobilidade reduzida. No aspecto comunicacional: 1 - Será organizado, durante o tempo em que a exposição estiver em cartaz, um evento com uma palestra, seguida de roda de conversa, com tradução em libras. OBS: Os eventos com tradução em libras serão avisados com antecedência, pela equipe de comunicação do projeto.
O projeto cumpre todos os requisitos do Art.29 da IN 1/2024, ao ter acesso inteiramente gratuito. Cumpre também o inciso V do art. 30 da referida normativa, como medida de ampliação de acesso, ao oferecer cursos de capacitação gratuitos. Vale lembrar que serão produzidas 500 fanzines e destribuídas gratuitamente para a população.
Marcela Novais. Seus projetos artísticos visam dar visibilidade para arte nas comunidades periféricas de São Paulo. Licenciatura em Música - FMU (2022); Téc. em Fotografia, Fullframe (2021); Téc. em Música, Conservatório Beethoven (2018) Fotografia Avançada, Prime Light (2018); Téc. em Design Gráfico - Cedaspy (2019). Realizou apresentações musicais em espaços como Sala São Paulo, Teatro Municipal e Tom Brasil. Fez parte do Quarteto Juvenil Bachiana. Tocou para estudantes de Harvard e participou de programas da TV Globo, Record, Rede TV e Rádio CBN. Participou também da Orquestra Filarmônica de Paraisópolis. Ganhou uma bolsa para estudar Violino no Conservatório Beethoven. Na Fotografia, começa a trabalhar em uma loja de revelação em 2009. Seu primeiro curso na área foi na Prime Light em 2018. No mesmo ano cursou também o Técnico em Designe Gráfico. Registra ações e projetos culturais dentro da comunidade, pela CUFA-SP e registra apresentações de grupos e coletivos independentes. Em 2021 inicia o projeto mais audacioso: a Primeira Galeria dentro de uma favela em São Paulo, a Beco Visceral. Ganhou também edital do VAI 2021, festivais de fotografia como: Foto em Pauta, Festival de fotografia de Itu. Participou do projeto Prosa em Rede. É reconhecida como artista visual pela Pinacoteca de Luxemburgo em 2022 e participa como membro do grupo Bulb f/22 de fotografia. Liana Azevedo - Fotógrafa formada pela Escola Panamericana de Arte e De- sign, atua como fotógrafa independente desde 2015. Integrante do coletivo “Prosa Fotográfica” desde 2020, com quem lançou o livro de mesmo nome em 2021. Como fotógrafa participou de exposições coletivas em países como Indonésia, Espanha, Holanda e Jordânia. No Brasil, participa de exposições e festivais de fotografia desde 2015 onde participou através de convocatória da exposição “A procura de um Centro” com curadoria de Rosely Nakagawa na Escola Panamericana de Arte e Design, par- ticipou também da exposição “Lugar de Afeto” com curadoria de Renato Negrão no Festival de fotografia de Tiradentes Foto em Pauta de 2019. Em 2022 par- ticipou do festival de fotografia “Image Festival Aman”, em Amã, na Jordânia. Também em 2022 foi uma das artistas contempladas pela convocatória "O Ur- bano Entre a Utopia e a Realidade” para uma exposição de mesmo nome, uma parceria do festival Foto em Pauta de Tiradentes, MG e o Rotterdam Photo Fes- tival, em Rotterdã, na Holanda. Em 2022 e 2023 foi assistente de produção e professora no projeto Prosa em Rede, um projeto do coletivo Prosa Fotográfica que foi contemplado pelo Edital de apoio a projetos culturais descentralizados de múltiplas linguagens em 2022. Malu Mesquita. Formada em Publicidade e Propaganda - Faculdades Integradas Metropolitanas FIAM/FAAM - 1990. Entrou no universo das artes em 2015, depois de um curso profissionalizante de dois anos na Escola Panamericana de artes. Sua linha de Pesquisa desde então é o Espaço Urbano e as inúmeras possibilidades de atuação artística. Já participou de exposições em São Paulo; Santos; Rio De Janeiro, Festival de Fotografia de Tiradentes, com uma exposição individual sobre seu projeto "#NoMesmoMuro", além de ter participado de exposições em diversos países, na Europa, América Central e do Norte, Oriente Médio e Ásia. Entre os trabalhos que destaca são: Image Festival Amman, na Jordânia, com Curadoria de Linda Al-Khoury Cervantes Institute, em Amã; RESPIRARTE, uma intervenção artista na Avenida Paulista com fotos impressas em 9 metros de altura e expostas na frente do conjunto Nacional; com Curadoria Valkiria Iacocca, no Espaço Cultural Conjunto Nacional Avenida Paulista, em São Paulo e o projeto "De Volta ao Muro", onde pesquisa a integração com outra áreas, como o grafite interferido em sua fotografia. É autora de dois livros: "#NoMesmoMuro, Do Instagram ao Fotolivro"de 2017 e "Rede de Proteção", de 2022.
PROJETO ARQUIVADO.