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PRONAC 248339Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

A RAIZ

CIA MELODRAMATICA BRASILEIRA PROD ART LTDA ME
Solicitado
R$ 357,3 mil
Aprovado
R$ 357,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Carmo do Rio Claro
Início
2024-11-15
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Produção (ensaios e temporada) do espetáculo teatral A RAIZ, cujo texto fala sobre sobre androginia e a violência e o preconceito contra a comunidade LGBTQIAP+. Conta a estória de um ser andrógino, a descoberta de sua sexualidade, do amor e do preconceito da sociedade rural do sertão. Haverá CONTRAPARTIDAS SOCIAIS com número de beneficiários equivalente a, no mínimo, 10% do total de beneficiários do espetáculo teatral, contemplando no mínimo 20 (vinte) e no máximo 500 (quinhentos) beneficiários.

Sinopse

A Raiz é uma peça teatral sobre androginia e sobre a violência e o preconceito contra a comunidade LGBTQIAP+ É um monólogo onde a personagem única é um narrador que conta a estória de um ser andrógino, a descoberta de sua sexualidade, do amor e do preconceito da sociedade rural do sertão. Um conto repleto de poesia e delicadeza escrito por Newton Moreno, um dos mais premiados dramaturgos nacionais. Interpretado pelo ator Claudio Fontana e dirigido por Elias Andreato. Através de uma narrativa poética e comovente, Newton Moreno constrói uma dramaturgia potente que tenta demonstrar aos público os sentimentos e desejos do andrógino como sentimentos humanos iguais ao de qualquer pessoa. Sua dramaturgia tenta também alertar o público para a transfobia e o preconceito de gênero.

Objetivos

O objetivo geral deste projeto é realizar ensaios e temporada do espetáculo teatral A RAIZ. A pessoa andrógina é aquela que tem características físicas e, adicionalmente, as comportamentais de ambos os sexos. Assim sendo, torna-se difícil definir a que gênero pertence uma pessoa andrógina apenas por sua aparência externa. Pessoas andróginas do sexo masculino que prezam por sua androginia normalmente utilizam adereços femininos (homens) e do sexo feminino normalmente utilizam adereços masculinos (mulheres), visando ressaltar a dualidade. Isso posto, tende-se a pressupor que pessoas andróginas sejam invariavelmente homossexuais ou bissexuais, o que não é verdade, uma vez que a androginia ou é um caráter do comportamento e da aparência individual de sua identidade de gênero, nada tendo a ver com a orientação sexual ou ainda com atração erótica por alguém semelhante. Assim, pessoas andróginas podem se identificar como homossexuais, heterossexuais, bissexuais, assexuais ou ainda como pansexuais. Há ainda os que são ginessexuais e androssexuais, não especificando o gênero ou sexo de uma monossexualidade androgínica. É através da arte, do teatro, que se pode ajudar as pessoas a refletirem sobre o preconceito e a discriminação. Essa é a função social do teatro. Os objetivos específicos deste projeto são realizar o ESPETÁCULO TEATRAL com 60 dias de pré-produção, 90 dias de produção e ensaios, 30 dias de temporada mínima (12 sessões sendo 3 semanais) e 60 dias de pós-produção. Haverá cobrança de ingressos conforme plano de distribuição: estima-se que 5000 ingressos possam ser vendidos e 500 distribuidos como contrapartida social. CONTRAPARTIDA SOCIAL - As ações formativas culturais destinam-se aos estudantes e professores de instituições públicas de ensino

Justificativa

A transfobia é a discriminação contra as pessoas transexuais e transgêneros. Seja intencional ou não, a transfobia pode causar severas consequências para quem sofre esta discriminação. Apesar de a transfobia ser crime no Brasil desde 2019, o país é ainda o que mais mata pessoas trans e travestis em todo o mundo pelo 14° ano consecutivo (2022). 131 pessoas trans e travestis foram assassinadas no Brasil em 2022 —o número faz parte do "Dossiê Assassinatos e violências contra travestis e transexuais brasileiras", da Antra (Associação Nacional de Travestis e Transexuais). Segundo o relatório, o Brasil é o país com mais mortes de pessoas trans e travestis no mundo pelo 14º ano consecutivo. México e Estados Unidos aparecem em segundo e terceiro lugares, respectivamente. O dossiê indica que mulheres trans e travestis têm até 38 vezes mais chance de serem assassinadas em relação aos homens trans e às pessoas não-binárias. · Das 131 mortes em 2022, 130 referem-se a mulheres trans e travestis e uma a homem trans. · A pessoa mais jovem assassinada tinha apenas 15 anos. · Quase 90% das vítimas tinham de 15 a 40 anos. Para combater a violência contra pessoas trans, ela diz que é necessária a criação de políticas públicas para além das questões ligadas ao sistema de justiça ou segurança pública. Uma das políticas que podem sensibilizar a sociedade é através da arte, da literatura, do teatro, do cinema. O dossiê mostra ainda que houve ao menos 142 violações de direitos humanos com motivação de transfobia no Brasil em 2022 —são casos de discussões ou agressões. A maior parte dos casos é referente ao uso do banheiro para pessoas trans, em escolas, shoppings, aeroportos, mercados, academias, entre outros. Os suicídios também foram mapeados —foram ao menos 20 casos no mesmo ano. E a cultura tem de cumprir esse papel de conscientização e alerta às consequências desse comportamento DISCRIMINATÓRIO. O projeto enquadra-se nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Os objetivos do Art. 3º da referida norma que serão alcançados são IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

A pessoa andrógina é aquela que tem características físicas e, adicionalmente, as comportamentais de ambos os sexos. Assim sendo, torna-se difícil definir a que gênero pertence uma pessoa andrógina apenas por sua aparência externa, denotando a androginia como ambiguidade de gênero, mas não necessariamente pertencendo a um gênero ambíguo ou epiceno, como é o caso das identidades ambíguas andrógine e ambígue. O modelo de sexualidade considerado saudável foi estabelecido na Idade Moderna com a estruturação da família nuclear burguesa. Antes disso, as religiões já padronizavam o que era considerado pecado no campo sexual. Dessa forma, todo o sexo que não visasse a procriação e formação da família heteronormativa, cisgênera e monogâmica era considerado pecado, crime e doença. Sendo assim, os únicos gêneros que o sistema admite sem preconceitos é o gênero masculino no corpo do macho (homem) e o gênero feminino no corpo da fêmea (mulher). Além do mais, como gênero é uma construção social e histórica, ele varia conforme a época e o local em questão. No entanto, esses indivíduos, por diversas vezes, acabam sofrendo preconceito e discriminação em razão da sua identidade de gênero. Sendo assim, o termo “transfobia” foi cunhado para tratar dos casos de medo, desprezo, aversão e agressão contra essas pessoas. Apesar de a transfobia ser crime no Brasil desde 2019, o país é ainda o que mais mata pessoas trans e travestis em todo o mundo. Em 2023, houve um aumento de mais de 10% nos casos de assassinatos de pessoas trans em relação a 2022. Destacando o fato de o país figurar novamente como o que mais consome pornografia trans nas plataformas de conteúdo adulto no mesmo momento em que o Brasil seguiu como o país que mais assassinou pessoas trans pelo 15º ano consecutivo. Se manteve a política estatal de subnotificação da violência lgbtifóbica. Entre as mortes em 2023, foram 155 casos, sendo 145 casos de assassinatos e 10 pessoas trans suicidadas. O número de assassinatos de mulheres trans e travestis é o maior desde 2008 — ano em que o dado começou a ser registrado. Conforme o relatório de 2021 da Transgender Europe (TGEU), que monitora dados globalmente levantados por instituições trans e LGBTQIAP+, 70% de todos os assassinatos registrados aconteceram na América do Sul e Central, sendo 33% no Brasil, seguido pelo México, com 65 mortes, e pelos Estados Unidos, com 53. Esperamos que este projeto e este espetáculo teatral sensibilizem a sociedade para os direitos da comunidade LGBTQIAP+ e contribuam para a aceitação dos andróginos como seres humanos com direito às suas expressões e desejos.

Especificação técnica

O projeto será produzido para temporada em São Paulo - SP, com um mínimo de 12 sessões presenciais em teatro com capacidade mínima de 100 lugares. As sessões serão realizadas 3 vezes por semana, ou seja, o projeto durará 4 semanas. O espetáculo terá a duração de cerca de 1 hora.

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Em todas as 12 sessões haverá visitas guiadas ao palco antes do início do espetáculo para tateamento da cenografia e figurinos ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Devido às características específicas deste espetáculo: um monólogo em sala de tamanho pequeno a médio e, conforme súmula administrativa 33 do MinC publicada no DOU em 08/05/24, ao invés de garantir a presença de intérprete de libras em todas as sessões, adotaremos a medida compensatória no 1 da súmula: "contratação de pessoa com deficiência para a equipe do projeto". ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES FÍSICOS: O espetáculo será realizado em teatros equipados com equipamentos que facilitem a locomoção no espaço físico (banheiros, rampas), que tenham equipe treinada (monitores) para auxílio a deficientes intelectuais e locais específicos na plateia para eles. ACESSIBILIDADE ATITUDINAL: capacitação, formação e sensibilização das equipes atuantes no projeto e na cadeia produtiva cultural com medidas que visem à eliminação de atitudes capacitistas. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Em todas as 12 sessões haverá visitas guiadas ao palco antes do início do espetáculo para tateamento da cenografia e figurinos ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Devido às características específicas deste espetáculo: um monólogo em sala de tamanho pequeno a médio e, conforme súmula administrativa 33 do MinC publicada no DOU em 08/05/24, ao invés de garantir a presença de intérprete de libras em todas as sessões, adotaremos a medida compensatória no 1 da súmula: "contratação de pessoa com defici~encia para a equipe do projeto". ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES FÍSICOS: O espetáculo será realizado em teatros equipados com equipamentos que facilitem a locomoção no espaço físico (banheiros, rampas), que tenham equipe treinada (monitores) para auxílio a deficientes intelectuais e locais específicos na plateia para eles. ACESSIBILIDADE ATITUDINAL: capacitação, formação e sensibilização das equipes atuantes no projeto e na cadeia produtiva cultural com medidas que visem à eliminação de atitudes capacitistas.

Democratização do acesso

Na comercialização do produto haverá convites para a distribuição gratuita de no mínimo 10% dos ingressos efetivamente comercializados a alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior Os incisos/medidas do art. 28 da IN nº 01/2023 que serão adotados no projeto: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaio aberto;

Ficha técnica

ATENÇÃO: O PROPONENTE EXERCERÁ AS FUNÇÕES DE DIREÇÃO DE PRODUÇÃO, COORDENADOR DE PRODUÇÃO, COORDENADOR DE PROJETO, ELENCO E DRAMATURGISTA Elenco: Claudio Fontana Texto: Newton Moreno Direção: Elias Andreato Cenografia e Figurinos: Gabriel Villela Iluminação: Cleber Eli Produção Executiva: Augusto Vieira Direção de Produção: Claudio Fontana Sobre NEWTON MORENO Nascido em Recife, formou-se Bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp (com o espetáculo Primeiras Estórias, adaptado e dirigido por João das Neves, em 1995). Mestre e Doutor em Artes Cênicas pela USP. É autor de “Dentro” (que participou da Mostra de Dramaturgia Contemporânea do SESI em 2002) e “A Cicatriz é a Flor”, estes dois textos juntos compõe a primeira etapa do Projeto Body Art; e “Agreste” montado pela Cia Razões Inversas em São Paulo. Por este texto ganhou o Prêmio Shell e o Prêmio APCA (Associação Paulista dos Crı́ticos de Artes) de melhor autor em 2004. Recebeu Bolsa Vitae de Artes em 2003 para realizar livre adaptação teatral do livro “Assombrações do Recife Velho” de Gilberto Freyre. Espetáculo montado em 2005 em São Paulo e indicado ao Prêmio Shell de Teatro de Melhor Direção. “Memória da Cana” (2009) recebeu Prêmio Shell e da Cooperativa Paulista de Teatro de Melhor Direção. Escreveu “As Centenárias”, dirigido por Aderbal Freire Filho, que recebeu prêmio Contigo! e Shell de Teatro no Rio de Janeiro em 2008. É autor também de “Maria do Caritó', “O Livro”, “Jacinta”, “O Grande Circo Místico” em parceria com Alessandro Toller,e mais recentemente “As Cangaceiras, Guerreiras do Sertão”, ganhadora do Prêmio APCA de Melhor Texto. Lançou seu primeiro livro de contos “Ópera” que foi adaptado para o palco pelo Coletivo Angu de Teatro; e prepara o lançamento de seu segundo livro “Cidades Sensíveis”. Roteirista dos filmes “Maria do Caritó” (2019) e “Agreste” com estreia prevista para 2021 Na Rede Globo, desenvolveu alguns trabalhos, foi colaborador do seriado “A Grande Família” e criador da série “AMorteAmo”. Sobre CLAUDIO FONTANA Com diversos espetáculos pontuando sua carreira, Claudio Fontana graduou-se em Economia e Administração de Empresas pela FEA-USP, mas seu ímpeto pelas artes cênicas falou mais alto. Iniciou sua carreira como ator no grupo de Teatro Amador do Esporte Clube Pinheiros, em São Paulo, em 1984, sob a direção de Silnei Siqueira. Nos palcos, encontrou sua realização profissional encenando diversos espetáculos, entre os quais: Vem Buscar-me que Ainda sou Teu, de C. Soffredini; A Guerra Santa, de Luís Alberto Abreu; Mary Stuart, de Friedrich Schiller; Pérola, de Mauro Rasi; Camila Baker, comédia musical de Emílio Boechat; Feliz Ano Velho, de Alcides Nogueira; Pólvora e Poesia, também de Alcides Nogueira, Adivinhe Quem Vem Para Rezar, de Dib Carneiro Neto, ao lado de Paulo Autran. Em 1991, foi contemplado com o prêmio APETESP de Ator Revelação, por Vem buscar-me que ainda sou teu. TAMBÉM DESTACOU-SE EM CALÍGULA (2010), MACBETH (2011), ESPERANDO GODOT (2016), BOCA DE OURO (2017) ,ESTADO DE SÍTIO (2018) e A ÚLTIMA SESSÃO DE FREUD (2022 e 2023). Sua experiência na televisão inclui a apresentação e locução do Globo Ecologia. A partir de 1992, começa a atuar em novelas e minisséries como: Deus nos Acuda, Sílvio de Abreu, TV Globo; Fera Ferida, Aguinaldo Silva, TV Globo; As Pupilas do Sr. Reitor, SBT; A Pequena Travessa, SBT; Um Só Coração, Maria Adelaide Amaral e A. Nogueira, América, de Glória Perez, CIRANDA DE PEDRA E i love paraisopolis, NA TV Globo, além da série “confissões médicas”, na Discovery channel; No cinema, protagonizou Zico, o Filme, de Elizeu Ewald e I Hate SP, de Dardo Toledo Barros. Sobre ELIAS ANDREATO Elias Andreato é um dos principais atores e diretores do teatro brasileiro. Seus trabalhos mais importantes em teatro como ator foram: PEQUENOS BURGUESES de Máximo Gorki – direção Renato Borghi, DIÁRIO DE UM LOUCO de Nikolai Gogol – direção Marcio Aurélio, LUA DE CETIM de Alcides Nogueira – direção Marcio Aurélio, ÉDIPO REI de Sófocles – direção Marcio Aurélio SENHORITA JÚLIA de August Strindberg – direção Renato Borghi, ARTAUD “O ESPÍRITO DO TEATRO” de José Rubens Siqueira e Antonin Artaud – direção Francisco Medeiros, ESCOLA DE MULHERES de Molière – direção Roberto Lage, LAGO 21 de Anton Tchekov e Shakespeare – direção Jorge Takla, SEXO DOS ANJOS de Flávio de Souza – direção Flávio de Souza, VAN GOGH (Fragmentos da vida e obra de Van Gogh) roteiro de Elias Andreato - direção Marcia Abujamra, RÈPÉTITION de Flávio de Souza – direção Flávio de Souza, GAIVOTA de Anton Tchekov – direção Jorge Takla, OSCAR WILDE (Fragmentos da vida e obra de Oscar Wilde) roteiro Elias Andreato - direção Vivien Backup, AS CIDADES INVISÍVEIS de Ítalo Calvino – direção Márcia Abujamra, ARTAUD “ATLETA DO CORAÇÃO” DE Antonin Artaud – direção Márcia Abujamra, A CABEÇA de Alcides Nogueira – direção Márcia Abujamra, UM RÉQUIM PARA ANTONIO, direção Gabriel Villela Como diretor, realizou os principais trabalhos: NÃO TENHA MEDO DE VIRGÍNIA WOOLF (Fragmentos da obra e vida de Virginia Woolf) roteiro Elias Andreato com Ester Góes, FUTILIDADES PÚBLICAS solo de Patrícia Gaspar, LEVADAS DA BRECA criação coletiva com Mira Haar e Patrícia Gaspar, ARTE OCULTA de Cristina Mutarelli com Carlos Moreno e Cristina Mutarelli, IFIGÊNIA EM ÁULIS (Adaptação de Celso Frateschi da Tragédia Grega de Sófocles) com Celso Frateschi e Edith Siqueira, VISITANDO O SR. GREEN de Jeff Baron com Paulo Autran e Cássio Scapin, 3 VERSÕES DA VIDA de Yasmina Reza com Denise Fraga, Marco Ricca, Mario Schoemberger e Ilana Kaplan, O RIM – de Patrícia Melo com Carolina Ferraz, Marcelo Serrado, Heitor Martinez e Ivone Hoffman, ADIVINHE QUEM VEM PARA REZAR – de Dib Carneiro com Paulo Autran e Cláudio Fontana, OPERAÇÃO ABAFA - de Jandira Martini e Marcos Caruso com Miguel Magno, Jandira Martini, Marcos Caruso, Tânia Bondezan, Noemi Marinho, Francarlos Reis e Diego Leiva. Principais prêmios recebidos: SHELL - APCA - APETESP por SEXO DOS ANJOS e indicação para o prêmio MOLIÈRE. SOLO MIO indicação para o prêmio SHELL, VAN GOGH prêmio SHELL e APETESP de melhor ator, Em RÈPÈTITION indicado para o prêmio MAMBEMBE de melhor ator.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.