| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 11252642000102 | TROMBINI EMBALAGENS S/A | 1900-01-01 | R$ 130,0 mil |
| 14522198000188 | TIJOA PARTICIPACOES E INVESTIMENTOS S.A. | 1900-01-01 | R$ 118,0 mil |
| 17643407000130 | SANCOR SEGUROS DO BRASIL S A | 1900-01-01 | R$ 50,0 mil |
| 19125927000186 | COPEL PARTICIPACOES S.A. | 1900-01-01 | R$ 29,4 mil |
| 82050170000145 | Comercial Agrícola Anhumaí Ltda | 1900-01-01 | R$ 25,0 mil |
| 26127890000190 | BWI TRADING COMERCIAL IMPORTADORA E EXPORTADORA LTDA | 1900-01-01 | R$ 23,3 mil |
| 12613484000123 | POTENCIAL BIODIESEL LTDA | 1900-01-01 | R$ 21,4 mil |
| 35742218000104 | F.D.A. GERACAO DE ENERGIA ELETRICA S.A. | 1900-01-01 | R$ 10,6 mil |
O Palácio Garibaldi é um local histórico e culturalmente significativo em Curitiba. Este plano anual tem como objetivo preservar e promover o patrimônio para visitação e realizar uma variedade de atividades educacionais, culturais e interativas para envolver a comunidade local e visitantes. O plano anual também contemplará 48 oficinas para estudantes da rede pública de ensino.
O Palácio Garibaldi, um local de profunda relevância histórica e cultural situado em Curitiba, emerge como o epicentro de um abrangente plano anual. Este plano focaliza a preservação e promoção desse patrimônio valioso, com o propósito de oferecer oportunidades de visitação e engajar a comunidade local e turistas por meio de uma série diversificada de atividades educacionais, culturais e interativas. Com uma perspectiva abrangente, o plano anual almeja oferecer uma experiência enriquecedora para todos os envolvidos, destacando-se por sua ênfase em três pilares fundamentais: preservação, educação e engajamento comunitário. Sob essa visão, o Palácio Garibaldi não apenas será protegido para as gerações futuras, mas também atuará como um veículo de educação e inclusão cultural. O plano anual se destaca pela abordagem inclusiva que integra uma extensa programação de 48 oficinas destinadas aos estudantes da rede pública de ensino. Essas oficinas proporcionarão uma oportunidade única para os alunos explorarem o palácio e suas conexões históricas, enriquecendo seus conhecimentos e estimulando sua criatividade. Além disso, essa iniciativa visa estabelecer laços mais profundos entre os jovens e o patrimônio local, incentivando o orgulho pela herança cultural. A amplitude do plano anual se desdobra em uma variedade de atividades que atendem a diversos interesses e faixas etárias. Através de exposições, palestras, visitas guiadas, apresentações artísticas e eventos temáticos, o Palácio Garibaldi se tornará um espaço vivo, fomentando diálogos, conexões interculturais e um senso de pertencimento à comunidade. Ao promover um ambiente que celebra a história, a cultura e a educação, este plano anual para o Palácio Garibaldi busca não apenas revitalizar este local icônico, mas também pavimentar o caminho para um futuro no qual seu legado se mantém vivo e vibrante na consciência coletiva da sociedade.
Objetivo Geral: Obter recursos para manter o Palácio Garibaldi que é um centro cultural dinâmico que preserva o patrimônio histórico, promove a expressão artística, incentiva a inovação e envolve a comunidade local e visitantes. Objetivo Especifico: Manter as atividades de visitação do Palácio Garibaldi ao longo de 12 meses, com capacidade para receber um público estimado em 48.000 pessoas por ano; Executar um ciclo de 48 oficinas educacionais ao longo do ano, beneficiando 4.800 alunos da rede pública de ensino.
No final do século XIX, a chegada de imigrantes italianos no Paraná foi impulsionada pela política de incentivo à imigração após a abolição da escravidão em 1888. O governo buscava suprir a mão de obra e promover o embranquecimento da população, influenciado por ideias eugenistas da época, fato que ocorreu em todo o Brasil. Esses italianos se instalaram em Curitiba, formando colônias e unidos pelo mesmo propósito, fundaram a Società Italiana di Mutuo Soccorso Giuseppe Garibaldi. O objetivo era preservar a cultura italiana e, para isso, enfatizavam a educação das crianças para manter viva a língua. Em julho de 1883, a homenagem a Giuseppe Garibaldi foi uma decisão unânime entre os fundadores, em reconhecimento à sua participação nas lutas pela unificação da Itália. Com o intuito de alcançar esses objetivos, em 1887, membros da Sociedade solicitaram à Câmara Municipal de Curitiba um terreno para estabelecer uma escola brasileira e italiana, que também funcionaria como sede da associação. Para a construção da sede, os sócios receberam do município, um terreno localizado no bairro São Francisco, na praça que hoje também se chama Garibaldi. A pedra fundamental do Palácio foi lançada em 24 de julho de 1887. Na ata da cerimônia, consta a presença de importantes personalidades como o Presidente da Província do Paraná, Joaquim de Almeida Faria Sobrinho, e o Barão do Serro Azul . As obras só foram concluídas anos depois, no início do século seguinte, em 1904. O projeto de construção foi encabeçado pelo engenheiro italiano Ernesto Guaita, cônsul italiano, também responsável por outras obras na cidade. A imponente fachada do prédio, com características da arquitetura neoclássica, foi finalizada apenas 32 anos depois, pelo também arquiteto italiano João de Mio, responsável por outras construções em Curitiba, como o prédio do Círculo de Estudos Bandeirantes. A escadaria de pedras e o portão frontal foram um trabalho a parte, esculpidos e moldados pelas mãos de artistas italianos. Durante a Segunda Guerra Mundial, o Brasil colocou-se ao lado dos chamados Aliados e rompeu relações diplomáticas com os países do Eixo. A partir disso, houve diversos episódios de hostilidade a locais, estabelecimentos, associações etc., identificados com estes três países. Essa hostilidade se materializou através de muitos casos de depredações. Nesse contexto, o então chefe da Polícia do Paraná, Dr. Fausto Bittencourt, decretou a ocupação do Palácio Garibaldi, do Clube Concórdia, e da Sociedade Rio Branco, em Curitiba, para afirmar a posição contrária do Brasil em relação a esses países durante a Guerra. A Delegacia de Ordem Política e Social do Paraná chegou a elaborar dossiês que monitoraram a atuação da Sociedade Garibaldi, no fim da década de 1930 e início da década de 1940. Atualmente, os dossiês estão disponíveis para consulta e pesquisa no Arquivo Público do Paraná. Em 1943, o governo desapropriou a sede do Palácio, que passou a abrigar a Liga da Defesa Nacional. O prédio só voltou à posse da Sociedade Garibaldi em 1962, após diversos processos judiciais e políticos. Durante esse tempo, o Palácio abrigou o Centro de Letras do Paraná, o Centro de Cultura Feminina, a Academia Paranaense de Letras e o Tribunal de Justiça do Estado. Quando o prédio voltou a ser da Sociedade Garibaldi, no entanto, ele estava em mau estado de conservação e precisando de reparos. Logo que voltou a ser utilizado em bailes e festividades da Sociedade, já se notava a necessidade de reparos e melhorias. Foram feitas campanhas para angariar fundos para o restauro do prédio, o que veio a ocorrer na década de 1990. Em 1999, poucos anos depois do restauro do prédio, o produtor de cinema Rubens Gennaro gravou o filme Oriundi, do diretor Ricardo Bravo, tendo como palco locais da cidade de Curitiba e o próprio Palácio Garibaldi. O tema do filme possui relação com a identidade do Palácio Garibaldi: conta a história de um imigrante italiano que mora em Curitiba e recebe a visita de uma parente distante da Itália que ele acredita ser a reencarnação de sua falecida esposa. Gennaro relata que, quando em jantar no próprio Palácio Garibaldi, contou a amigos que traria o famoso ator Anthony Quinn para ali gravar um filme, foi alvo de risadas por parte de seus colegas, que não acreditaram nessa possibilidade. O filme foi rodado e exibido com grande sucesso. Hoje o Palácio Garibaldi é reconhecido como uma Unidade de Interesse de Preservação pelo município de Curitiba. A relevância arquitetônica do Palácio Garibaldi foi reconhecida também pelo governo estadual, quando foi tombado em janeiro de 1988. Com tamanha relevância histórica e cultural, o Palácio Garibaldi, continua sendo um patrimônio cultural da cidade, e sua relevância é evidenciada por meio de eventos, exposições e atividades que celebram a história e as tradições da comunidade italiana. Além disso, o local pode servir como um importante espaço para promover o diálogo intercultural e a compreensão da diversidade que enriquece a identidade de Curitiba e do Brasil como um todo. No geral, o plano anual de atividades do Palácio Garibaldi terá um impacto profundo ao unir passado, presente e futuro, oferecendo experiências enriquecedoras que transcendem gerações e promovem a conexão entre a comunidade e sua herança cultural. Sendo assim, o plano anual de atividades para o Palácio Garibaldi é de extrema relevância devido aos diversos benefícios que proporcionará. Ao focar na preservação do patrimônio histórico, o plano manterá viva a memória do palácio e da cidade. Além disso, ao criar um ambiente culturalmente enriquecedor, o plano promoverá a participação ativa da comunidade local, fortalecendo o sentimento de pertencimento. As atividades propostas no plano oferecem acesso à cultura e educação, enriquecendo as experiências dos visitantes e moradores. A colaboração com artistas locais, oficinas criativas e exposições de arte não apenas estimulam a expressão criativa, mas também enriquecem a cultura local. O plano também abordará temas de inclusão e diversidade, promovendo uma compreensão mútua e criando um ambiente acolhedor para todos. Além disso, a ênfase na inovação, tecnologia antiga e conferências proporciona uma plataforma para discussões sobre o progresso e a evolução ao longo do tempo. Isso não só incentiva o aprendizado, mas também abre espaço para a exploração de ideias novas e antigas. Em resumo, o plano anual de atividades do Palácio Garibaldi conecta passado, presente e futuro, oferecendo experiências que enriquecerão a comunidade e promoverá uma ligação profunda com sua herança cultural. Através da criação de um ambiente de aprendizado, expressão e inclusão, o plano desempenha um papel fundamental na promoção do desenvolvimento pessoal e cultural.Como forma de manter a gratuidade e o acesso de centenas de pessoas à programação cultural de qualidade, e expandir seu alcance e impacto junto à comunidade, a Proponente traz este projeto por meio da utilização de recursos financeiros somente advindos do dispositivo de renúncia fiscal da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei 8.313 de 23/12/1991). O projeto converge para os objetivos da referida lei ao se enquadrar no seu artigo 1º principalmente nos seus incisos I, ao contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III, ao apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; e VIII, ao estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto também se enquadra na mesma lei no seu art. 3º pela alínea c, do inciso II, pela realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore, mas também pela alínea c, do inciso V, por ser uma ação que apesar de não previstas nos incisos anteriores são consideradas relevantes.
Conselho Diretor do Palácio Garibaldi Conselho Fiscal:Giuseppe LanzuoloLuis Mario LuchettaVittorio RomanelliFrancesco PallaroPaulino ViapianaFernando Eugenio GuinhogneJuraci Barbosa Sobrinho Presidente:Maria Aparecida Borghetti Vice-Presidente:Benoni Constante Manfrin Diretor Financeiro e do Patrimônio:Cliceu Luis Bassetti Diretor Administrativo:José Eduardo Gastaldi Diretor Cultural:João Felipe Ribeiro Pelanda Assessor Jurídico:Roberlei Aldo Queiroz Conselho Deliberativo:Celso Luiz GussoRubens Aparecido GenaroVirgilio Moreira FilhoJoão Carlos FormigueriWalter Antonio PetruzzielloAmilcar GrecaJoão Carlos A. FormighieriRagnhild GabbeJean Carlo LeekSandro Gilbert MartinsFlavio Zanette
Plano Pedagógico para as Oficinas do Plano Anual de atividades do Palácio Garibaldi “Uma vivência, algo pelo qual simplesmente eu passei, eu atravessei, ou algo que me aconteceu, ela não é nada se ela não puder ser transformada em alguma narrativa compartilhável e transmissível ao grupo ao qual eu pertenço. É a transmissão, é o compartilhar, que transforma a vivência em experiência”. Walter Benjamin No final do século XIX, a chegada de imigrantes italianos no Paraná foi impulsionada pela política de incentivo à imigração após a abolição da escravidão em 1888. O governo buscava suprir a mão de obra e promover a "embranquecimento" da população, influenciado por ideias eugenistas da época, fato que ocorreu em todo o Brasil. Esses italianos se instalaram em Curitiba, formando colônias e unidos pelo mesmo propósito, fundaram a Società Italiana di Mutuo Soccorso Giuseppe Garibaldi. O objetivo era preservar a cultura italiana e, para isso, enfatizavam a educação das crianças para manter viva a língua materna. Em julho de 1883, a homenagem a Giuseppe Garibaldi foi uma decisão unânime entre os fundadores, em reconhecimento à sua participação nas lutas pela unificação da Itália. Com o intuito de alcançar esses objetivos, em 1887, membros da Sociedade solicitaram à Câmara Municipal de Curitiba um terreno para estabelecer uma escola brasileira e italiana, que também funcionaria como sede da associação. A proposta recebeu apoio e foi vista como nobre pela Comissão do Quadro Urbano. Para a construção da sede, os sócios receberam do município, conforme requerido, um terreno localizado no bairro São Francisco, na praça que hoje também se chama Garibaldi, entre a Avenida Jaime Reis e a Alameda Dr. Murici, no canto mais alto do Centro Histórico. A pedra fundamental do Palácio foi lançada em 24 de julho de 1887. Na ata da cerimônia, consta a presença de importantes personalidades como o Presidente da Província do Paraná, Joaquim de Almeida Faria Sobrinho, e o Barão do Serro Azul (Ildefonso Pereira Correa). As obras só foram concluídas anos depois, no início do século seguinte, em 1904. O projeto de construção foi encabeçado pelo engenheiro italiano Ernesto Guaita, cônsul italiano, também responsável por outras obras na cidade como o prédio da atual Câmara Municipal e o prédio do atual Museu da Imagem e do Som do Paraná. A imponente fachada do prédio, com características da arquitetura neoclássica, foi finalizada apenas 32 anos depois, pelo também arquiteto italiano João de Mio, responsável por outras construções em Curitiba, como o prédio do Círculo de Estudos Bandeirantes. A escadaria de pedras e o portão frontal foram um trabalho a parte, esculpidos e moldados pelas mãos de artistas italianos.Durante a Segunda Guerra Mundial (1945), o Brasil colocou-se ao lado dos chamados Aliados e rompeu relações diplomáticas com os países do Eixo (Itália, Japão e Alemanha). A partir disso, houve diversos episódios de hostilidade a locais, estabelecimentos, associações etc., identificados com estes três países. Essa hostilidade se materializou através de muitos casos de depredações por parte de civis e repressão por parte das forças oficiais. Nesse contexto, o então chefe da Polícia do Paraná, Dr. Fausto Bittencourt, decretou a ocupação do Palácio Garibaldi, do Clube Concórdia, e da Sociedade Rio Branco, em Curitiba, para afirmar a posição contrária do Brasil em relação a esses países durante a Guerra. A Delegacia de Ordem Política e Social do Paraná (DOPS) chegou a elaborar dossiês que monitoraram a atuação da Sociedade Garibaldi, no fim da década de 1930 e início da década de 1940. Atualmente, os dossiês estão disponíveis para consulta e pesquisa no Arquivo Público do Paraná.Em 1943, o governo desapropriou a sede do Palácio, que passou a abrigar a Liga da Defesa Nacional. O prédio só voltou à posse da Sociedade Garibaldi em 1962, após diversos processos judiciais e políticos. Durante esse tempo, o Palácio abrigou o Centro de Letras do Paraná, o Centro de Cultura Feminina, a Academia Paranaense de Letras e o Tribunal de Justiça do Estado. Quando o prédio voltou a ser da Sociedade Garibaldi, no entanto, ele estava em mau estado de conservação e precisando de reparos. Logo que voltou a ser utilizado em bailes e festividades da Sociedade, já se notava a necessidade de reparos e melhorias. Foram feitas campanhas para angariar fundos para o restauro do prédio, o que veio a ocorrer na década de 1990. Em 1999, poucos anos depois do restauro do prédio, o produtor de cinema Rubens Gennaro gravou o filme "Oriundi", do diretor Ricardo Bravo, tendo como palco locais da cidade de Curitiba e o próprio Palácio Garibaldi. O tema do filme possui relação com a identidade do Palácio Garibaldi: conta a história de um imigrante italiano que mora em Curitiba e recebe a visita de uma parente distante da Itália que ele acredita ser a reencarnação de sua falecida esposa. Gennaro relata que, quando em jantar no próprio Palácio Garibaldi, contou a amigos que traria o famoso ator Anthony Quinn para ali gravar um filme, foi alvo de risadas por parte de seus colegas, que não acreditaram nessa possibilidade. O filme foi rodado e exibido com grande sucesso. Atualmente, o Palácio Garibaldi é reconhecido como uma Unidade de Interesse de Preservação (UIP) pelo município de Curitiba. A relevância arquitetônica do Palácio Garibaldi foi reconhecida também pelo governo estadual, quando foi tombado em janeiro de 1988.Com tamanha relevância histórica e cultural, o Palácio Garibaldi, continua sendo um patrimônio cultural da cidade, e sua relevância é evidenciada por meio de eventos, exposições e atividades que celebram a história e as tradições da comunidade italiana. Além disso, o local pode servir como um importante espaço para promover o diálogo intercultural e a compreensão da diversidade que enriquece a identidade de Curitiba e do Brasil como um todo. Sendo assim, é de suma importância o projeto aqui exposto, pois através de um plano anual de atividades, o palácio conseguirá continuar contribuindo com a nossa história e com a cultura de Curitiba e do Brasil. Sua relevância atravessa os limites do sul do país e nos mostra a importância da colônia italiana para a construção de uma identidade nacional brasileira. Somos frutos de várias culturas. Visitar, preservar e transmitir a história do Palácio Garibaldi é garantir para as próximas gerações um grupo gigantesco de memórias que explicam a riqueza cultural existente, e tão elogiada internacionalmente, em nosso país. Preservar para não esquecer, esse é o objetivo principal do nosso projeto. Pois como diz Walter Benjamin: é a transmissão, é o compartilhar, que transforma a vivência em experiência” e quando há experiência, há também preservação da memória. Pois o vivido sempre será uma ferramenta que liga o passado ao presente, garantindo dessa forma, a existência de um novo futuro. As oficinas: 1. Descrição: Nas oficinas, os alunos terão a oportunidade de mergulhar no rico acervo do Palácio Garibaldi, descobrindo os tesouros históricos e culturais relacionados aos imigrantes italianos em Curitiba. A atividade será dividida em diferentes etapas para que os estudantes possam explorar diversos aspectos do patrimônio cultural presente no Palácio. 2. Atividades Propostas: A. Visita Guiada: Os alunos serão conduzidos em uma visita guiada pelo Palácio Garibaldi, onde terão a chance de conhecer as diferentes salas, exposições e artefatos históricos. O guia irá contextualizar a história do local e explicar a importância do acervo para a compreensão da imigração italiana na região. B. Registro Fotográfico: Os alunos serão incentivados a registrar fotograficamente os elementos do acervo que mais os chamarem a atenção. Esse exercício estimula a observação e a apreciação dos detalhes do patrimônio cultural. C. Análise e Interpretação: Após a visita guiada, os alunos serão convidados a analisar e interpretar os objetos e documentos do acervo. Eles poderão discutir a relevância histórica e cultural de cada item, bem como seu significado para a comunidade italiana em Curitiba. D. Construção de Narrativas: Os estudantes serão orientados a criar narrativas baseadas nos objetos do acervo. Podem escrever pequenos contos, poesias ou até mesmo representar cenas teatrais inspiradas nas histórias por trás dos artefatos. E. Exposição dos Trabalhos na Escola: Após as oficinas e já na escola, os alunos terão a oportunidade de compartilhar suas criações e narrativas em uma exposição interna na instituição de ensino da qual pertencem, para que os colegas e professores possam apreciar o que foi produzido através do conhecimento obtido na visita ao palácio. 3. Objetivos da Oficina: A - Promover o conhecimento sobre a história da imigração italiana em Curitiba e sua importância cultural; B - Estimular a criatividade e a expressão artística dos alunos por meio de produções inspiradas no acervo do Palácio; C - Desenvolver habilidades de análise crítica e interpretação do patrimônio cultural; D - Valorizar a preservação e a conservação do patrimônio histórico e cultural. Essa oficina oferece aos alunos uma experiência enriquecedora de aprendizado, imersão cultural e apreciação do patrimônio histórico local, contribuindo para a formação de cidadãos conscientes da importância da preservação da memória e da identidade cultural de sua comunidade. 4. Metodologia das oficinas: Com base no construtivismo serão oferecidas 4 oficinas por mês com duração de 4 horas cada, com capacidade para atender até 100 alunos por oficina. Será um encontro para cada oficina ofertada, totalizando 192 horas de oficinas por ano, atendendo cerca de 5 mil alunos e professores da rede pública de ensino. Essa abordagem enfatiza a participação ativa dos alunos na construção do conhecimento por meio de suas experiências, reflexões e interações com o ambiente e com os colegas. Na metodologia construtivista, o papel do professor, guia ou instrutor é o de facilitador, fornecendo um ambiente propício para que os alunos possam explorar, questionar, experimentar e construir significados a partir de suas próprias vivências. O profissional estimula a curiosidade dos alunos, incentivando-os a formular perguntas, a buscar respostas e a resolver problemas por conta própria ou em colaboração com os colegas. A aprendizagem construtivista valoriza a construção do conhecimento a partir de contextos reais e significativos. Os alunos são encorajados a conectar os novos conceitos e informações com suas experiências prévias, criando assim um entendimento mais profundo e duradouro. Essa abordagem reconhece a individualidade dos alunos e promove a autonomia, a criatividade e o pensamento crítico.As atividades na metodologia construtivista são frequentemente baseadas em projetos, pesquisas, discussões em grupo e resolução de problemas. Os alunos são incentivados a expressar suas ideias, a compartilhar seus pontos de vista e a colaborar uns com os outros. O erro é visto como parte do processo de aprendizagem, oferecendo oportunidades para a reflexão e a correção de concepções equivocadas. Por essa razão escolhemos o construtivismo para as oficinas do projeto Plano Anual de Atividades do Palácio Garibaldi, pois através da própria experiência na visita guiada ao palácio os alunos entenderão que é preciso preservar a nossa história. Essa abordagem valoriza a individualidade dos estudantes, promove a reflexão e estimula a autonomia e o pensamento crítico, construindo assim, indivíduos mais responsáveis e mais atuantes na preservação e valorização cultural do nosso país. 5. Vagas: Nosso público será composto por estudantes e professores da rede pública de ensino – totalizando 5000 participantes. 6. Local das Oficinas: Palácio GaribaldiPraça Garibaldi, 12 - São Francisco, Curitiba - PR, 80510-210. 7. Inscrições: As inscrições de escolas para as oficinas poderão ser feitas através do site do projeto. Serão priorizadas escolas em regiões socialmente vulneráveis e para isso oferecemos também transporte e alimentação para os alunos e professores participantes. 8. Critérios para as inscrições: Entraremos em contato com as escolas de regiões de vulnerabilidade de Curitiba. Através das coordenações dessas instituições selecionaremos tanto os alunos quanto os professores que participarão das oficinas. O primeiro critério será a capacidade de engajamento a causa e o segundo será a escolha de integrantes que possuam o perfil de disseminadores da ideia. 9. Público-alvo: Estudantes e professores da rede pública de ensino. 10. Materiais necessários: 1. Papel, caderno, canetas e lápis;2. Um celular ou câmera fotográfica; 11. Cronograma das oficinas: Serão oferecidas 4 oficinas por mês com duração de 4 horas cada, com capacidade para atender até 100 alunos por oficina. Será um encontro para cada oficina ofertada, totalizando 192 horas de oficinas por ano, atendendo cerca de 5 mil alunos e professores da rede pública de ensino, como dito anteriormente. As oficinas serão divididas da seguinte forma: A. Visita Guiada (1 hora): Os alunos serão conduzidos em uma visita guiada pelo Palácio Garibaldi, conhecendo as diferentes salas, exposições e artefatos históricos. O guia contextualizará a história do local e explicará a importância do acervo para a compreensão da imigração italiana na região. B. Registro Fotográfico (30 minutos): Após a visita guiada, os alunos terão 30 minutos para registrar fotograficamente os elementos do acervo que mais chamarem sua atenção. Esse exercício estimula a observação e a apreciação dos detalhes do patrimônio cultural. C. Análise e Interpretação (1 hora): Após o registro fotográfico, os alunos terão 1 hora para analisar e interpretar os objetos e documentos do acervo. Eles poderão discutir a relevância histórica e cultural de cada item, bem como seu significado para a comunidade italiana em Curitiba. D. Construção de Narrativas (1 hora): Em seguida, os estudantes terão 1 hora para criar narrativas baseadas nos objetos do acervo. Podem escrever pequenos contos, poesias ou até mesmo representar cenas teatrais inspiradas nas histórias por trás dos artefatos. E. Lanche (30 minutos): Ao final da oficina, os alunos terão 30 minutos para lancharem e na saída do lanche receberão os seus certificados de participação. 12. Certificação: Todos os alunos e professores receberão um certificado de participação. Coordenação Pedagógica:André Sampaio Hardman
Plano Anual: Acessibilidade Física - o prédio do Palácio já possui rampas de acesso, elevadores e banheiros adaptados, sem custo para o projeto. Acessibilidade Visual - audiodescrição acessada a partir da leitura de QR Codes por tablets ou smartphones, estando previsto o empréstimo de equipamento caso o visitante não possua. Acessibilidade Auditiva - presença permante de intérprete de libras. Acessibilidade Cognitiva - os monitores das visitas guiadas possuem habilidades no atendimento de pessoas com síndromes, autismo, analfabetimos e demais necessidades intelectuais. Oficinas: Acessibilidade Física - as oficinas serão realizadas nas dependências do Palácio que já possui medidas de acessibilidade física; Acessbilidade Visual - todo o conteúdo das oficinas será objeto de audiodescrição, acessada a partir de QR Codes por tablets ou smartphones, estando previsto o empréstimo de equipamento caso o visitante não possua. Acessibiliade Auditiva - em caso de algum aluno com deficiência auditiva, será utilizado o mesmo intérprete de libras do plano anual para auxiliar o estudante. Acessibilidade Cognitiva - os oficineiros estarão capactidados para atendere pessoas com síndromes, autismo, analfabetismo e outras necessidades intelectuais.
O projeto tem 100% de gratuidade, e como ampliação de acesso disponibilizaremos, na internet, registros audiovisuais das atividades de ensino e de outro eventos referente ao produto principal, em conformidade com o inciso IV do artigo 28 da Instrrução Normativa n. 1 de 2023.
Direção Geral: Maria Aparecida BorghettiEmpresária, formada em Administração Pública pela Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), tem especialização em Políticas Públicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Foi deputada estadual, deputada federal e governadora do Estado do Paraná. Administração: Benoni Constante ManfrinBenoni Constante Manfrin é bacharel em psicologia, foi assessor especial da secretaria de Governo do Estado do Paraná, Subchefe da Casa Civil do Estado do Paraná e atualmente é Diretor Financeiro e do Patrimônio do Palácio Garibaldi. Curador: Bruno Mello Gonçalves da Silva Nascido em 11/07/1974 na cidade de Santo Antônio de Jesus Ba, formado em turismo pela Unifacs de Salvador, começou sua vida profissional, em 1992, como comissário do Bloco de Carnaval Cheiro de Amor em Salvador, em 1997 criou, desenvolveu e executou o Forro do Piu Piu em Amargosa Ba, depois trabalhou no Bloco e Banda Araketu, por seguinte foi contratado pela Caco de Telha para implantar o Bloco Coruja, com Ivete Sangalo, no carnaval de Salvador. Diretor Artístico: Nildo Hardman Nildo Hardman, produtor e diretor, atua no ramo cultural nos últimos 10 anos, buscando unir suas especialidades aos seus ideais. Através de seus conhecimentos como advogado, sua criatividade de publicitário e sua paixão pela arte, ele decidiu criar a empresa Prismma, com o objetivo de dar suporte para todos os profissionais do ramo cultural que desejam tornar seus projetos em realidade. Para isso, foram estruturados diversos processos para dar suporte ao artista, como entender a fundo o projeto proposto, desenvolvê-lo de acordo com os propósitos dos órgãos públicos apoiadores, complementar de acordo com os interesses do mercado, para então após conseguir a aprovação, executá-lo e prestar contas perante os órgãos responsáveis. Coordenador Pedagógico: André SampaioAndré Luís da Silva Sampaio Hardman André Luís da Silva Sampaio é professor mestre de língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa. Escritor e diretor teatral dirige a Casa de Cultura André Sampaio na cidade de São Paulo. Além da sua formação acadêmica André possui um currículo artístico extenso, como últimos trabalhos integrou o elenco do musical “O Pequeno Príncipe”, montagem da Benvenuto Cia Teatral, onde viveu o papel do Aviador e no ano de 2019 foi coordenador pedagógico do projeto “Do singular ao Plural I e II”, projeto que atendeu cerca de 2000 pessoas na sua primeira versão e 5000 na sua segunda versão. Diretor teatral da Diversus Cia Teatral e Diretor Geral do Musical O Pequeno Príncipe em Versão Brasileira. Produção: Fran Fillon Proprietária da Tudo Certo Produções atua na execução de projetos de produção cultural há mais de 20 anos em áreas como eventos corporativos, shows, feiras, grandes shows, exposições, premiações, teatro, cinema, games e editoração, no Brasil, Espanha e Portugal. Especializada em acessibilidade na área de entretenimento com certificação peã secretária de cultura da cidade de São Paulo. Os curriculos completos encontra-se nos documentos anexados.
PROJETO LIBERADO PARA CORREÇÃO DE INCONSISTÊNCIA NA PRESTAÇÃO DE CONTAS