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PRONAC 248358Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Bienal das Amazônias sobre as Águas - Plano Plurianual 2025-2026

INSTITUTO BIENAL DAS AMAZONIAS
Solicitado
R$ 36,67 mi
Aprovado
R$ 36,66 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano bianual
Ano
24

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2025-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Belém Pará

Resumo

O projeto Bienal das Amazônias: Sobre as Águas - Plano Plurianual 2025-2026 é uma iniciativa que visa democratizar o acesso à cultura na Amazônia, levando uma exposição itinerante de arte contemporânea e programas educativos às cidades ribeirinhas dos Estados Amazônicos, para tanto pretende: 1. Manutenção da Sede - ferryboat-obra: Apoio contínuo às atividades sócio-culturais da Bienal das Amazônias em sua sede flutuante; 2. Exposições e Residências Artísticas: Realização de até 6 exposições, com pesquisa e residências para artistas da Panamazônia; 3. Ações Pedagógicas e educativas da Bienal das Amazônias sobre as Águas; 4. Publicações: Produção de catálogos e materiais documentais.

Sinopse

O projeto "Bienal das Amazônias: Sobre as Águas - Plano Plurianual 2025-2026" visa ampliar o alcance da arte contemporânea na Amazônia, democratizando o acesso à cultura para as comunidades ribeirinhas através de uma sede flutuante - o ferryboat-obra. Este projeto inovador integrará exposições itinerantes e residências artísticas, adaptadas às realidades e necessidades locais, além de um robusto programa educativo que abrange toda a região. As exposições de arte planejadas para 2025-2026, parte central deste plano, ainda não têm curadoria definida ou arquitetos expográficos responsáveis, pois a seleção será feita com base em propostas de profissionais convidados. A concepção expográfica será orientada por um diálogo estreito com o projeto curatorial, garantindo que o design arquitetônico se adapte aos conceitos e diretrizes do programa, explorando as potencialidades dos espaços expositivos e das obras apresentadas. O programa educativo é uma parte vital deste plano plurianual, oferecendo atividades gratuitas que incluem palestras, workshops, visitas orientadas e cursos, tanto presenciais quanto online. Estas iniciativas são voltadas para estudantes, professores, educadores e diversos públicos, com o objetivo de promover a disseminação da cultura e a reflexão coletiva sobre a arte contemporânea na Amazônia. As atividades serão supervisionadas pela equipe de educação da Bienal das Amazônias, com a participação eventual de especialistas convidados, e serão acompanhadas por materiais educativos distribuídos gratuitamente. Este plano também prevê a publicação de catálogos e outros materiais documentais, com o objetivo de registrar e disseminar as obras e atividades desenvolvidas ao longo do biênio. Essas publicações, tiradas em edições bilíngues, serão distribuídas gratuitamente, garantindo que o conteúdo gerado pelo projeto alcance o maior público possível. A "Bienal das Amazônias: Sobre as Águas" se posiciona como uma plataforma de promoção e difusão da arte amazônica, conectando as diversas regiões do território e promovendo o reconhecimento global da riqueza cultural da Amazônia.

Objetivos

Objetivo GeralFortalecer a conexão entre as diversas regiões do território amazônico, tanto a nível nacional quanto internacional, por meio da promoção e difusão da arte contemporânea produzida na Amazônia. O projeto visa democratizar o acesso aos bens culturais no norte do Brasil, chegando a cidades. e comunidades às margens dos rios amazônicos e que porventura não possuam aparelhos culturais, contribuindo para o desenvolvimento cultural e econômico da região. A Bienal das Amazônias: Sobre as Águas pretende ser uma plataforma para a promoção da cultura amazônica, ampliando a visibilidade e o alcance das expressões artísticas locais enquanto promove a sustentabilidade e o reconhecimento global da Amazônia. Objetivos Específicos 1. Manutenção da Sede Flutuante - Ferryboat-Obra - Assegurar o apoio contínuo às atividades socioculturais da Bienal das Amazônias em sua sede flutuante, garantindo a infraestrutura necessária para o funcionamento regular do projeto. Isso inclui a manutenção estrutural e gerencial do ferryboat-obra, assim como suas atividades cultrais, para além das exposicões, que serve como sede móvel da Bienal, permitindo a realização de atividades culturais ao longo do biênio 2025-2026. Nosso objetivo é atender ao menos 40 cidades/comunidades que estão às margens dos rios amzônicos ao longo de dois anos. 2. Exposições e Residências Artísticas - Realizar até seis exposições de arte ao longo de 2025-2026, promovendo a pesquisa e a curadoria de obras que dialoguem com as temáticas amazônicas. As exposições serão desenvolvidas tanto na sede flutuante quanto em outros locais estratégicos. - Implementar programas de residência artística para artistas da Panamazônia, incentivando o desenvolvimento de projetos criativos que reflitam e contribuam para a pesquisa em andamento e para a construção curatorial da Bienal, envolvendo um contigente de até 18 artistas, selecionados por meio de edital. 3. Ações Pedagógicas e Educativas - Desenvolver um programa educativo abrangente que complemente as exposições, oferecendo cursos de formação para educadores e ações de mediação que adaptam a experiência artística para diversos públicos. O programa inclui palestras, encontros temáticos, minicursos e a criação de materiais de apoio educacional, contribuindo para a disseminação do conhecimento e o aprofundamento das discussões sobre a arte contemporânea na Amazônia. 4. Publicações - Produzir ao menos quatro catálogos e publicações (com tiragem de mil unidades de cada publicação) documentando as obras apresentadas na segunda edição da Bienal das Amazônias e em outras exposições associadas. As publicações incluirão textos comissionados sobre temas afins, com tiragens bilíngues para ampliar o alcance e a acessibilidade das informações, reforçando o papel educativo e documental do projeto. Esses objetivos refletem a ambição do projeto de ser um motor de transformação cultural e educativa na Amazônia, promovendo a arte contemporânea e integrando comunidades em um diálogo global sobre as riquezas culturais e naturais da região.

Justificativa

O projeto Bienal das Amazônias: Sobre as Águas - Plano Plurianual 2025-2026 é uma iniciativa cultural inédita e de grande relevância, tanto para a região amazônica quanto para o Brasil como um todo. Este projeto propõe levar ao menos 06 exposição itinerantes de arte contemporânea, bem como diversas programações culturais em múltiplas linguagens artísticas e projeto pedagógico, juntamente com um abrangente programa educativo, a pelo menos 40 cidades ribeirinhas dos Estados Amazônicos, ao longo de dois anos, utilizando um ferryboat-obra como sede flutuante. Esta abordagem inovadora não só amplia o acesso à cultura nas comunidades mais isoladas da Amazônia, como também destaca a singularidade e a riqueza da produção artística da região para o cenário nacional e internacional. A Amazônia é um território de vasta riqueza cultural e natural, mas suas populações ribeirinhas frequentemente enfrentam desafios significativos para acessar bens culturais de qualidade. A Bienal das Amazônias: Sobre as Águas rompe com essa barreira, oferecendo arte contemporânea diretamente nas margens dos rios que são as principais vias de acesso na região. Este projeto não apenas democratiza a cultura, mas também fortalece a identidade cultural amazônica, incentivando a criação e o reconhecimento de obras artísticas que refletem as realidades locais. Além disso, a iniciativa fomenta um diálogo entre a arte e as questões socioambientais, trazendo à tona a importância da preservação dos recursos naturais da Amazônia. Ao engajar a comunidade local por meio de ações pedagógicas, o projeto também contribui para o desenvolvimento cultural sustentável, reforçando o papel da cultura como um motor de transformação social. O financiamento deste projeto por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais - Mecenato, é essencial para sua viabilidade, dado o alcance e a complexidade das atividades planejadas. A "Bienal das Amazônias: Sobre as Águas" se enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91 (Lei de Incentivo à Cultura), que prevê o estímulo ao desenvolvimento da cultura em todas as suas formas de expressão e a democratização do acesso aos bens culturais. Especificamente, o projeto está alinhado com os seguintes incisos: - Inciso I: Estímulo à produção e à difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.- Inciso III: Apoio a iniciativas que propiciem o acesso às informações, técnicas e habilidades que contribuem para o crescimento econômico, social e cultural. Em relação aos objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91, o projeto alcançará, entre outros, os seguintes: - Objetivo I: Contribuir para o desenvolvimento do Brasil e a preservação dos direitos culturais por meio da promoção da arte e da cultura na Amazônia, uma região estratégica para a sustentabilidade do país.- Objetivo II: Estimular a criação e a difusão de bens culturais, possibilitando a inclusão social e o acesso à cultura para comunidades ribeirinhas que historicamente têm pouco ou nenhum acesso a bens culturais de alta qualidade.- Objetivo IV: Promover o reconhecimento e a valorização da diversidade cultural brasileira, destacando a produção artística amazônica no contexto nacional e internacional. A utilização da Lei de Incentivo à Cultura é justificada não apenas pela necessidade de financiamento, mas pela natureza transformadora e inclusiva deste projeto. A "Bienal das Amazônias: Sobre as Águas" oferece uma resposta criativa e eficaz aos desafios culturais enfrentados pela Amazônia, garantindo que a arte e a cultura alcancem até os lugares mais distantes, promovendo a integração cultural e o desenvolvimento social em uma das regiões mais ricas e, ao mesmo tempo, mais carentes de recursos financeiros do Brasil. O apoio a este projeto é, portanto, fundamental para o fortalecimento da cultura brasileira e para a construção de uma sociedade mais justa e culturalmente rica.

Estratégia de execução

A logística do projeto "Bienal das Amazônias: Sobre as Águas" foi planejada com rigor para garantir a segurança, a eficiência e o conforto das equipes embarcadas, além de maximizar o impacto cultural nas comunidades atendidas ao longo do biênio 2025-2026. O projeto contempla um itinerário que percorrerá ao menos 40 cidades e comunidades ribeirinhas ao longo dos principais rios da Amazônia, democratizando o acesso à arte contemporânea e às atividades culturais. Rotação das Equipes As equipes embarcadas, compostas por curadores, artistas, educadores, técnicos e outros profissionais envolvidos nas exposições e programas educativos, serão trocadas a cada 30 dias. Essas trocas ocorrerão em cidades-chave ao longo do trajeto, escolhidas estrategicamente por sua acessibilidade e infraestrutura de apoio. Isso assegura a manutenção da qualidade e dinamismo necessários para o sucesso do projeto. Tempo de Permanência nas Comunidades O ferryboat-obra permanecerá aportado em cada cidade e comunidade por um período que varia de uma semana a vinte dias, conforme o tamanho da comunidade e a demanda local. Durante esse tempo, serão realizadas exposições, residências artísticas e atividades educativas, permitindo um engajamento profundo com os habitantes locais. Infraestrutura e Segurança a Bordo Para garantir o conforto e a autonomia das equipes, o ferryboat está equipado com camarotes, cozinha completa e lavanderia, possibilitando que a tripulação permaneça a bordo durante todo o período de trabalho, sem necessidade de deslocamentos para serviços externos. A segurança é um elemento central do projeto, e o ferryboat contará com: - Projeto de Incêndio e Evacuação: O barco será equipado com sistemas de combate a incêndios e planos de evacuação de emergência, seguindo todas as normas de segurança marítima, para proteger tanto as equipes quanto os visitantes.- Segurança Armada: Haverá segurança armada a bordo para garantir a proteção contra eventuais ameaças, disponível durante toda a operação do projeto.- Monitoramento via Satélite: O ferryboat será monitorado via satélite, permitindo rastreamento em tempo real e comunicação constante com as autoridades e a coordenação do projeto, assegurando resposta rápida em qualquer situação de emergência. Seguro para Todos os Envolvidos Além das medidas de segurança física e logística, todos os profissionais envolvidos no projeto, sejam membros das equipes embarcadas ou participantes das atividades, estarão devidamente segurados. Isso inclui coberturas específicas para acidentes, doenças e outras eventualidades, proporcionando tranquilidade e proteção adicional para todos os participantes. Esta abordagem abrangente de planejamento logístico, infraestrutura adequada, segurança robusta e seguro para todos os envolvidos, garante que o projeto possa atingir seu objetivo de democratizar o acesso à cultura nas regiões mais remotas da Amazônia, de forma segura e eficaz, promovendo a arte contemporânea e fortalecendo o vínculo entre as comunidades e o universo artístico.

Especificação técnica

Catalogos: Miolo: 400 páginas em couché mate 170 gr, 4x4 cores, no formato 20x28 aberto. Capa em em 230 gr. Costurado, colado, com lombada quadrada colada na capa, acabamento tipo verniz de reserva.Publicacões: Capa: 26x67cm, 4x0 cores, Tinta Escala em Couche Brilho L2 170g. Saida em CTP. Prova Digital. Miolo: 152 págs, 22x31.5cm, 4 cores, Tinta Escala e Verniz Base D'agua F/V em Couche Fosco L2 150g. Saida em CTP. Prova Digital. Folha Guarda: 4 págs, 22x63cm, 4 cores, Tinta Escala em Couche Fosco L2 250g. Saida em CTP. Prova Digital. Reforço Capa: 2 folhas, 22x63cm, sem impressão em Cartão Paraná. Material de apoio educativo: 28 páginas(7 lâminas), sendo CAPA: em papel AP 240g alta alvura, 4x4 cor(es) de impressão e o miolo(6 lâminas) em papel AP 120g alta alvura, 4x4 cor(es) de impressão

Acessibilidade

Acessibilidade Física O projeto "Bienal das Amazônias: Sobre as Águas" é comprometido com a acessibilidade universal, garantindo que todas as atividades e espaços sejam inclusivos e acessíveis para pessoas com diferentes necessidades. O ferryboat-obra que servirá como sede flutuante do projeto e está adaptado para atender aos padrões de acessibilidade física, proporcionando: - Rampas de Acesso e Corrimões: o ferryboat possui rampas de acesso e corrimões ao longo do barco e entre andares, garantindo que pessoas com mobilidade reduzida possam circular com segurança e conforto em todos os espaços da embarcação.- Banheiros Adaptados: O ferryboat conta com banheiros e camarotes adaptados, equipados com barras de apoio e espaço adequado para cadeirantes, assegurando que todas as necessidades dos visitantes sejam atendidas.- Guias Táteis: Serão implementadas guias táteis em áreas estratégicas para orientar pessoas com deficiência visual, facilitando a locomoção no espaço expositivo. Acessibilidade de Conteúdo A acessibilidade de conteúdo é uma prioridade no projeto, assegurando que todas as pessoas, independentemente de suas capacidades sensoriais, possam compreender e interagir plenamente com as obras de arte e as atividades propostas. As medidas incluem: - Para Deficientes Auditivos: - Intérpretes de Libras: Durante as exposições e atividades educativas, intérpretes de Libras estarão presentes para traduzir o conteúdo falado, permitindo que pessoas surdas ou com deficiência auditiva possam participar ativamente. - Etiquetas e Textos Expositivos: As obras expostas contarão com etiquetas e textos descritivos em braile e/ou vídeos em libra, garantindo que o conteúdo seja acessível visualmente. - Legendas Descritivas: Materiais audiovisuais utilizados nas exposições e encontros terão legendas descritivas para incluir todos os aspectos sonoros e verbais da apresentação. - Para Deficientes Visuais: - Etiquetas em Braille: Todas as obras e materiais expositivos terão etiquetas e textos em Braille, permitindo que pessoas cegas ou com baixa visão possam compreender o conteúdo apresentado. - Audiodescrição: Será oferecido serviço de audiodescrição para todas as exposições, onde narradores qualificados descreverão detalhadamente as obras e os contextos expositivos, proporcionando uma experiência sensorial rica e completa. - Visitas Sensoriais: A programação incluirá visitas sensoriais guiadas, onde os visitantes poderão interagir com as obras de forma tátil, expandindo a experiência além do visual.

Democratização do acesso

Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar, além do previsto na alínea a, inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; EXPOSIÇÃO DE ARTE programa de exposição e culturais da Bienal das Amazônias sobre as águas e seu plano plurianual, poderá ser visitada de maneira online e gratuita, por meio das redes sociais do projeto e site, com todos os recurso de áudio, vídeo e legendas disponibilizados pele tecnologia que será empregada. Todas as atividades expositivas propostas por este projeto terão acesso gratuito nos espaços expositivos envolvidos pelo projeto nas cidades. PRODUTO: OFICINA/WORKSHOP/SEMINÁRIOS todo o programa formativo e educativo a ser desenvolvido pr este plano plurianual serão de participação gratuita, respeitando o número de espectadores disponíveis pelo evento, conforme distribuição apresentada neste projeto. Algumas destas atividades serão. VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural.

Ficha técnica

O Instituto Bienal das Amazônias, apesar de ser um ente jurídico relativamente recente, já se destaca pela significativa contribuição cultural e artística na região amazônica. Seus associados têm desempenhado um papel crucial na realização de importantes eventos, como a Bienal das Amazônias, a Bienal das Amazônias Sobre as Águas, e a itinerância da primeira edição da Bienal das Amazônias. Essas iniciativas não apenas promovem a arte e a cultura locais, mas também fortalecem o diálogo sobre a importância da Amazônia no cenário global, conectando artistas, comunidades e o público em torno de temas cruciais para a sustentabilidade e preservação do bioma amazônico. Lívia Condurú – Diretora Geral Idealizadora e diretora executiva da Bienal das Amazônias, é Mestre em Artes, pela Universidade Federal do Pará, onde desenvolveu pesquisa sobre políticas públicas para a cultura no norte do Brasil. Atua há quase duas décadas como produtora cultural na Amazônia, elaborando e desenvolvendo ações socioculturais e em comunicação para e em parceria com as empresas Itaú Cultural, Estúdio Madalena, Mercado Livre, Vivo, Claro, Hydro, Vale, MRN, Fundo Vale e Natura. Keyna Eleison - Diretora Artística Keyna é curadora, atual curadora da 1ª edição da Bienal das Amazônias, foi diretora artística do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ), Keyna é curadora. Pesquisadora, herdeira Griot e xamãnica, narradora, cantora, cronista ancestral. Mestre em História da Arte e especialista em História da Arte e da Arquitetura pela PUC – Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) e bacharel em Filosofia pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Membro da Comissão da Herança Africana para laureamento da região do Cais do Valongo como Patrimônio Mundial (UNESCO). Curadora da 10ª Bienal Internacional de Arte SIART, na Bolivia

Providência

PROJETO ARQUIVADO.