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PRONAC 248390Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

A Rendeira e a Tartaruga nas escolas.

MAR CULTURAL
Solicitado
R$ 322,8 mil
Aprovado
R$ 322,8 mil
Captado
R$ 43,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
86864543000172COMPANHIA DE GAS DE SANTA CATARINA1900-01-01R$ 43,0 mil

Eficiência de captação

13.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SC
Município
Florianópolis
Início
2025-02-03
Término

Resumo

Circulação gratuita de espetáculo teatral, voltado para infância, em escolas públicas municipais e estaduais, buscando a democratização do acesso ao teatro e à cultura, conectando arte, educação e meio ambiente.

Sinopse

A Rendeira e a Tartaruga conta a história da conexão entre uma rendeira e o ciclo de vida de uma tartaruga marinha. A rendeira, ao descobrir um ninho, auxilia a tartaruga a superar os perigos e a chegar ao mar. Passa o tempo e a rendeira reencontra sua amiga marinha, que agora está doente com o lixo do mar. O espetáculo trás uma linda mensagem sobre compaixão e conscientização da reciclagem do lixo, através do exemplo da tartaruga marinha que adoece por comer resíduos plásticos.

Objetivos

GERAL: O objetivo geral desse projeto é realizar uma circulação com apresentações gratuitas do espetáculo teatral para infância "A Rendeira e a Tartaruga", em escolas públicas, com intuito de democratizar o acesso ao teatro e formação de plateia, seguindo, pois, o inciso V do artigo 2 do decreto 5761, que diz: o PRONAC tem como missão incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais. ESPECÍFICOS: Realizar 50 apresentações gratuitas da peça de teatro "A Rendeira e a Tartaruga", para crianças do ensino fundamental de rede pública de ensino; Descentralizar a arte teatral levando-a para fora do eixo RJ-SP, priorizando, sempre que possível, as cidades afastadas de seus próprios centros; Democratizar o acesso ao teatro; Conscientizar sobre a importância da preservação do meio ambiente; Valorizar a cultura açoriana, através da difusão de uma história que traz a figura da rendeira, fortalecendo-a na própria cidade e por diversas regiões que o projeto poderá abarcar. Unir arte e educação sem perder os princípios da linguagem artística; Contribuir para a formação de plateias; Gerar empregos no setor cultural; Incentivar a arte na escola;

Justificativa

Levar esse projeto de circulação de teatro para escolas é interessante pelos seguintes motivos: Este projeto busca inverter a lógica normalmente pensada para o teatro na escola, investindo em qualidade, em pesquisa e em comprometimento com a arte, sem detrimento algum à qualidade da produção, pensando o teatro para infância na escola através de um viés de pesquisa artística e aprofundamento. É preciso investir no teatro dentro da escola porque muitas das crianças e jovens têm sua vida de espectador iniciada dentro da escola, e infelizmente para alguns é dentro da escola que ela também acaba, quando chega ao fim a jornada letiva. Por isso, acreditamos que é preciso permanecer lutando pela democratização do teatro, e que o teatro na escola pode ser um ótimo meio para garantir esta ação. O teatro na escola é uma forma de aproximar a criança e o jovem de diversas manifestações de expressão artísticas, possibilitando-lhes um encontro com o olhar poético sobre o mundo. Este projeto contribui, para facilitar meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, conforme inciso I do artigo primeiro da Lei 8.313/91, e deste mesmo artigo e Lei, o projeto também irá atender: o inciso II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais, através da cultura açoriana e a valorização da figura da Rendeira de bilro, e ainda o inciso VIII, estimulando a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto permite levar as apresentações de forma gratuita para as escolas, afetando crianças de 5 a 11 anos, investindo assim na democratização e popularização da arte teatral entre crianças e jovens de diversas cidades. As regiões visitadas pelo projeto se pretendem afastadas dos grandes centros Sudestinos e sempre que possível o projeto privilegiará cidades afastadas das capitais de seus estados, pois comumente são as mais carentes de manifestações culturais, atendendo assim o artigo 3 da Lei 8.313/91, inciso II- fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore e inciso IV da mesma lei e artigo citada acima - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. O projeto precisa da Lei de Incentivo à Cultura, pois se fará inteiramente gratuito para o público a que se destina: alunos de instituições públicas de ensino. Pela gratuidade e itinerância oferecidas, o projeto só se torna viável através do incentivo fiscal para a busca de patrocínio que possa tornar realidade a circulação do espetáculo em tal contexto.

Especificação técnica

Tempo de duração: 40 min. Classificação indicativa: alunos do ensino fundamental (5 a 11 anos)

Acessibilidade

Acessibilidade física: Como medidas de acessibilidade física, em concordância com o Art. 42, seus incisos e parágrafos, da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC No 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025 vale ressaltar que o projeto em questão se dará em ambientes de escolas públicas municipais e\ou estaduais, ambientes, portanto, já salvaguardados pela LEI Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015., mais especificamente no CAPÍTULO IV - DO DIREITO À EDUCAÇÃO, de maneira que as escolas públicas em geral já possuem espaços minimamente adaptados para inclusão e livre circulação de crianças portadoras de deficiências físicas, uma vez que para admitir tais estudantes em matrícula, é necessário que o espaço possa recebê-los, e uma vez que as atividades do projeto ocorrerão todas no espaço físico da escola, o mesmo contará já com a estrutura adaptada da escola. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não implicará custo na planilha orçamentária. Acessibilidade de conteúdo: Como medidas de acessibilidade de conteúdo, em concordância com o Art. 42, seus incisos e parágrafos, da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC No 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025, vale ressaltar que o projeto em questão se dará em ambientes de escolas públicas municipais e\ou estaduais, ambientes, portanto, já salvaguardados pela LEI Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015., mais especificamente no CAPÍTULO IV - DO DIREITO À EDUCAÇÃO, e portanto, sempre em que havendo crianças cegas na escola, há a necessidade em matrícula que esta criança seja acompanhada por profissional auxiliar de suas atividades educacionais, mesmo profissional que acompanhará tal criança durante a apresentação da peça, uma vez que esta será incluída como atividade escolar. O projeto ainda garantirá, sempre que mapear durante os agendamentos a existência de criança portadora de cegueira ou baixa visão em alguma unidade escolar, 30 minutos (antes ou depois do espetáculo, conforme a escola achar melhor) para que a criança possa realizar visita guiada e sensorial ao cenário da peça, figurino do elenco, assim como bate-papo com a equipe para que sane todas as suas dúvidas e tenha uma experiência completa da obra apresentada.ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não implicará custo na planilha orçamentária.Sempre em que haja crianças surdas ou com baixa audição, há a necessidade em matrícula que esta criança seja acompanhada por profissional auxiliar de suas atividades educacionais, a saber, um intérprete de libras, caso contrário a criança não poderá acompanhar os conteúdos escolares. Este mesmo profissional acompanhará a criança (ou as crianças) durante a apresentação da peça, uma vez que esta será incluída como atividade escolar. O projeto ainda, como forma de ampliar suas ações em acessibilidade e permitir o intercâmbio entre profissionais das libras, irá oferecer 05 apresentações com acessibilidade em libras, cujo intérprete será ofertado pelo próprio projeto, e para tais apresentações o projeto se compromete a convidar, sempre que possível, instituições que atendam pessoas com surdez e que estejam localizadas próximas das unidades escolares visitadas, para que assistam ao espetáculo.ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Esta medida implicará em custos orçamentários e é prevista na planilha de custos do projeto conforme indica a IN supracitada. Seguindo orientações da mesma IN, esta medida de acessibilidade será indicada no material de divulgação. Sempre em que haja crianças com deficiência intelectual ou que apresentem questões atitudinais, as mesmas serão acompanhadas pelos profissionais da escola que são habilitados para melhor interagir com as crianças, e com as quais já possuem intimidade e comunicação. Estes mesmos profissionais acompanharão as crianças durante o espetáculo, uma vez que as apresentações farão parte das atividades escolares. Quanto a equipamentos de adaptação - abafadores de ruído, por exemplo - as crianças também já contarão com estes, pois o utilizam na própria escola.O projeto se disponibilizará, como medida de ampliação da acessibilidade, antes de cada apresentação, que as crianças que precisem se ambientar com o espaço e com a equipe da peça, para que se sintam mais confortáveis durante as apresentações, possam andar livremente pelo espaço, tocar em objetos e cenários e interagir com o elenco, caso desejem. Assim construímos juntos um espaço de relação para que as crianças se sintam confortáveis em um ambiente novo para elas, sempre com o auxílio do profissional especializado da escola e que já possui intimidade e relação com a criança, sabendo de suas necessidades.ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não implicará custo na planilha orçamentária.Obs: em fase de pré-produção, quando no agendamento das escolas, o projeto fará mapeamento das crianças pcds em cada unidade para que as ações possam ser potencializadas junto com a equipe de cada escola.

Democratização do acesso

As 50 apresentações teatrais serão inteiramente GRATUITAS e voltadas a instituições públicas, exercendo assim a democratização do acesso ao bem cultural advindo de financiamento público conforme consta no Art. 29 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC No 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024 atendendo também o inciso I do Art. 30 da mesma Instrução Normativa: II - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento), indo além do mesmo, uma vez que 100% dos ingressos serão gratuitos e com distribuição direcionada em caráter social e educativo, já que as atividades do projeto se darão em instituições públicas de ensino. O projeto atenderá também os seguintes incisos do Art. 30 INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC No 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024: IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;

Ficha técnica

Coletivo Mar Cultural (proponente) - Coordenação artística Coletivo artístico e cultural, sediado em Florianópolis. Tem em seu repertório os espetáculos " A sua voz- uma peça sobre Malala, com atuação de Raquel Stüpp e direção de Maria Amélia Netto, O ovo, a galinha e máquina de escrever, texto de Marina Monteiro e direção de Loren Fischer e O sumiço da Tainha de Ouro – Causos & Contos, de Bruno Pagani e Thiago Mello, com direção de Aline Maciel. Mantendo o trabalho de pesquisa e desenvolvimento de projetos para infância e juventude o Mar Cultural busca ampliar suas ações de criação e produção para públicos e linguagens diversas, ampliando o horizonte a ser navegado. Agregar pessoas e linguagens é a direção de desejo do Coletivo. Em 2022 circulou por 22 escolas públicas com o espetáculo A sua voz - uma peça sobre Malala, com 30 apresentações gratuitas e 10 oficinas contadoras de histórias, para a educação infantil e ensino fundamental 1 do estado de SC, através da Lei Rouanet. Em 2023 e 2024, circulou por escolas públicas do RS e de SC, com 51 apresentações gratuitas do espetáculo O ovo, a galinha e a máquina de escrever e 5 oficinas de escrita criativa Escrever a vida para EJAS de São José e Florianópolis\SC, através da Lei Rouanet. Em 2023 montou e circulou o espetáculo O Sumiço da tainha de ouro - causos & contos, adaptação do livro O sumiço da tainha de ouro, do Meu Boizinho, o projeto contou com 13 apresentações e distribuição de 140 exemplares de livros gratuito para escolas públicas, bibliotecas e secretarias de educação de SC. O coletivo possui experiência com temporadas em teatro, elaboração e gestão de projetos culturais nas áreas do teatro, cinema e literatura. Entre seus principais colaboradores estão: Nataly Delacour, Bruno Ropelatto, Marina Monteiro, Loren Fischer, Manuela D'eça, Paula Albuquerque e Raquel Stüpp. Vibrata (Grupo Artístico) Vibrata Produções, com sede em Florianópolis, é composta pelos integrantes Bianca Ramos,Atriz, Cantora, Produtora, Jornalista, Pós-graduada em Gestão Cultural e Cristian Strugulski, Produtor, Técnico de Criação e Sonoplasta. Sua característica são as histórias cantadas e brincadeiras musicais para crianças. Conquistou Prêmio Elisabete Anderle 2013 para pesquisa sobre cantos de trabalho e canto caboclo, o que possibilitou uma vivência na aldeia indígena Kariri Xocó (AL), nas Destaladeiras de Fumo (AL), Lavadeiras de Almenara (MG) e Rendeiras (Florianópolis). Já realizou diversas parcerias importantes como SESC RS e SESC SC, assim como DIBEC (Sec de Educação- Florianópolis) e festivais como Maratona Cultural (Florianópolis), Bonencontro (Itajaí), Teias de Ananse (Joinville). Bianca Ramos, atua na área há mais de 25 anos, ganhou prêmio por Trajetória Cultural Aldir Blanc - Florianópolis 2020 e Edital Aldir Blanc 2021 para circulação do espetáculo "A Rendeira e a Tartaruga" onde Cristian Strugulski, faz a sonoplastia ao vivo também utilizando instrumentos musicais criados com material reciclável. O espetáculo já circulou por inúmeras cidades do RS e SC atingindo mais de 10 mil crianças em dois anos. A Vibrata expandiu as fronteiras e fez parceria com uma Produtora Canadense, Avideye Productions, a qual resultou em um documentário sobre os bastidores do processo de montagem do espetáculo “A Rendeira e a Tartaruga”, disponibilizado no youtuber intitulado “Por trás dos panos” e dirigido pelo cineasta premiado internacionalmente Aquiles Ascencion. A Vibrata realiza também capacitação sobre Contação de histórias e faz parcerias em outros grupos artísticos. Conquistou LPG D+ SC para circulação do espetáculo “A Rendeira e a Tartaruga” em 2024. Raquel Stüpp - Coordenadora de produção Graduada no curso de Licenciatura em Educação Artística – Habilitação em Artes Cênicas pela UDESC. Cursou também 2 anos da Faculdade de Comunicação Social- Cinema e Vídeo- UNISUL. Experiência com produção e gestão de projetos: 2019/2020/2021- Produziu a montagem e apresentações do espetáculo “A sua voz- uma peça sobre Malala”, que teve estreia em setembro de 2019 no SESC Florianópolis, apresentações presenciais e versão online interativa durante a pandemia, participando de diversos eventos e festivais; 2019- Produziu a montagem e circulação nacional (MG, RS e SC) do espetáculo “O ovo, a galinha e a máquina de escrever”, através da Lei Rouanet.(Grupo Teatrando Por Aí); 2018 - Produziu a montagem e circulação do espetáculo “Salada Cherrie”, que realizou 66 apresentações em SC e no RS através da Lei Rouanet.(Grupo Teatrando Por Aí); 2015 a 2017 - Produziu a montagem e circulação do espetáculo infanto-juvenil “Onde foi parar a Dona Gentileza?”, que realizou 100 apresentações em toda a região Sul do país através da Lei Rouanet.(Grupo Teatrando Por Aí); 2014 - Produziu a montagem e a turnê nacional do espetáculo infantil “Tecnópolis, sem livro pra contar história” através da Lei Rouanet.(Grupo Teatrando Por Aí); 2012 – Trabalhou com dir. de produção no curta-metragem “Desencanto” premiado no Edital Catarinense de Cinema; 2009 a 2013 – Produziu a montagem e apresentações do monólogo “Eu. Você. Ela. A Mãe”, contemplado no edital Elisabete Anderle de Estímulo a Cultura (Irreal Produções); 2008 a 2014 - Produziu cinco turnês estaduais e duas nacionais do projeto “Limpando, Cuidando e Perfumando a Natureza” através da Lei Rouanet (Grupo Teatrando Por Aí); 2010 – Trabalhou com dir. de produção no curta-metragem “Memórias de Passagem” premiado no Edital Catarinense de Cinema (Irreal Produções); 2009 - Trabalhou como ass. de Produção do espetáculo “Escaparate”, do ERRO grupo, premiado no Myriam Muniz de 2009; 2009 - Trabalhou como ass. de produção local da turnê catarinense da “Orquestra do Castelo Schonbrunn” de Viena, Áustria; 2007- Trabalhou como Ass. de produção do filme “Quem disse que eu to indo pra casa” – curta metragem em vídeo, de Marco Stroisch “(contemplado no edital FUNCINE 2006); 2007- Trabalhou como Ass. de produção do filme “Noite Passada” – curta metragem em 35 mm, de Mauro Pommer (2009); 2005 a 2006 - Produziu a circulação do espetáculo “a” de Clei Grött e Meire Silva em SC, PR e RS; 2006- Trabalhou como Ass. de produção do filme curta metragem em vídeo, Borboleta, de Cameni Silveira; 2003- Trabalhou como Ass. de produção do filme “Nem o céu, nem a terra”, curta em 35mm, de Isabela Hoffman. Nataly Delacour – Diretora de produção Nataly é produtora cultural, nascida em São Paulo, radicou-se em Florianópolis em 2014, onde realizou a graduação em Artes Cênicas pela UFSC. Em 2019 fundou a produtora cultural N47, onde realiza a gestão e o acompanhamento de projetos artísticos e culturais nas áreas de dança, artes visuais, teatro e audiovisual. É idealizadora e administradora do perfil @CulturaFlorianopolis, onde realiza a divulgação da agenda cultural da capital catarinense. Nataly realizou também a direção do espetáculo Pseudologia Fantastica (N47, 2019) e Não Corre, Menino (Cia Nosso Olhar, 2020). Em 2020 recebeu do Governo do Estado de Santa Catarina e da Fundação Catarinense de Cultura o Prêmio de Reconhecimento por Trajetória Artística e Cultural Aldir Blanc, na categoria Arte & Tecnologia e, entre 2022 e 2023, foi técnica de Cultura do Sesc Santa Catarina, onde atuou nas Unidades Sesc Estreito (Florianópolis/SC) e Sesc Palhoça (Palhoça/SC). Em 5 anos de carreira teve mais de 20 projetos contemplados em editais de incentivo a cultura e esteve na equipe de produção de diversos grupos da cidade de Florianópolis como Cia Nosso Olhar, Kamiquaze, Casa das Feiticeiras, Inclassificáveis e, mais recentemente,o Mar Cultural. Marina Monteiro - Produtora Executiva Marina Monteiro é arte educadora formada em licenciatura em ed. artística, hab. em teatro pela UDESC, tendo experiência em salas de aula, com diversas faixas etárias e contextos, filósofa formada pela UFRJ, trabalha também como atriz, dramaturgista, produtora cultural e escritora. Facilita oficinas de escrita criativa. É autora dos livros Comendo Borboletas Azuis/Multifoco 2010; Em nossa cidade amarelinha era sapata/Patuá 2019, vencedor do Prêmio AGES da Associação Gaúcha dos Escritores; Contos de vista Pontos de Queda/Patuá 2021, vencedor do Prêmio Minuano de Literatura e finalista do Prêmio Açorianos. Em 2020 foi selecionada pelo SESC ConVida e participou de um bate-papo literário sobre literatura brasileira. No mesmo ano foi idealizadora, proponente e produtora de dois projetos contemplados por Secretarias de Cultura, sendo o primeiro um experimento cênico-virtual chamado No lugar da casa - modos de pesquisar teatro em rede, onde atuou também como atriz e dramaturgista, contemplado pelo edital Cultura Presente nas Redes da SECEC/RJ; e o segundo deles o projeto de oficinas de escrita criativa para professores e estudantes da rede municipal de ensino do Rio de Janeiro chamado Escrever o cotidiano, contemplado pelo Prêmio Arte & Escola da Secretaria de Cultura da cidade do Rio. Atuou 11 anos junto ao Grupo Teatrando Por Aí/SC, onde assinou a proponência e prod. executiva de projetos aprovados e captados por meio da Lei Rouanet, sendo responsável por levar 5 espetáculos teatrais para infância e juventude e diversas oficinas de formação artística para alunos e professores do ensino público de SC, RS e MG, com mais de 150 mil espectadores. Possui cursos técnicos na área de teatro, escrita e produção/gestão cultural. Em 2022 foi produtora executiva do projeto A sua voz - uma peça sobre Malala, aprovado e captado através da Lei Rouanet e do projeto Carne de Segunda, aprovado no edital FOCA Cultura Carioca da Sec. de Cultura do Rio de Janeiro. Em 2023 e 24 foi produtora executiva dos projetos Meu Boizinhos nas escolas em: o sumiço da tainha de ouro e Clarice Lispector nas escolas, ambos através da Lei Rouanet.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2027-02-03
Locais de realização (22)
Erval Grande Rio Grande do SulFaxinalzinho Rio Grande do SulGravataí Rio Grande do SulNonoai Rio Grande do SulBalneário Barra do Sul Santa CatarinaBalneário Camboriú Santa CatarinaBarra Velha Santa CatarinaBiguaçu Santa CatarinaBlumenau Santa CatarinaCapivari de Baixo Santa CatarinaChapecó Santa CatarinaFlorianópolis Santa CatarinaGaruva Santa CatarinaGuaramirim Santa CatarinaItajaí Santa CatarinaJaraguá do Sul Santa CatarinaJoinville Santa CatarinaLages Santa CatarinaPalhoça Santa CatarinaSão José Santa CatarinaTijucas Santa CatarinaTubarão Santa Catarina