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PRONAC 248448Apresentou prestação de contasMecenato

Minha terra tem surpresas onde canta o sabiá

COISAS DA VIDA ENSINO, ARTE E CULTURA LTDA
Solicitado
R$ 672,8 mil
Aprovado
R$ 672,8 mil
Captado
R$ 662,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (6)
CNPJ/CPFNomeDataValor
51137031000120EPR LITORAL PIONEIRO S.A.1900-01-01R$ 462,9 mil
26910577000124MARCHETTI ATACADISTA DE AUTOPECAS LTDA.1900-01-01R$ 69,1 mil
82110818000121Alfa Transportes1900-01-01R$ 50,0 mil
79942645000101REIVAX S/A AUTOMACAO E CONTROLE1900-01-01R$ 45,0 mil
83684191000185Frame Madeiras Especias LTDA.1900-01-01R$ 30,0 mil
77152338000193GEMU INDUSTRIA DE PRODUTOS PLÁSTICO E METALÚRGICOS LTDA1900-01-01R$ 5,0 mil

Eficiência de captação

98.4%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2025-03-10
Término

Resumo

O projeto "Minha terra tem supresas onde canta o sabiá" propõe a produção e realização de performances cênicas que irão delinear percursos internos e externos em ambientes de convivência e em espaços vizinhos de instituição hospitalar pediátrica provocando interações e ativando circuitos diversos de diálogos artísticos.

Sinopse

Perfomances CênicasA dramaturgia das performances cênicas do projeto “Minha terra tem surpresas onde cantam o sabiá” será desenvolvida a partir de um trabalho de pesquisa e criação de quadros cênicos que atuarão como um quebra-cabeças de contínuo movimento, com “peças-personagens” que promoverão encontros sensíveis no circuito de interações com o público espontâneo. A atuação desses personagens terá a proposta de explorar desenhos imaginários, propostas lúdicas de composição de imagens, um processo de invenção dinâmica de múltiplos sentidos, aberto a acolher a diversidade de ressonâncias do ambiente humano. Trata-se de uma tessitura de encontros com fios que têm vida própria, uma trama que desperta as imagens internas dos participantes, e que vai além da monotonia de percursos conhecidos e repetidos de forma automática. É possível dizer que a dramaturgia do teatro que se busca precisa estar atenta a esta percepção onírica, tão próxima do olhar da criança. Ela vê o mundo com olhos de primeira vez e nos convoca a reinventar o olhar, com olhos livres do utilitarismo. Em suas peripécias investigativas, ela revive a origem da linguagem e faz circular os signos como forma de vida: ela está próxima dos sentidos nascentes. É preciso preservar essa visão da infância, acolhê-la, cultivá-la. Além da escuta e do diálogo, além de reconhecer e valorizar a descoberta do mundo e da linguagem, que a criança faz cotidianamente, precisamos promover encontros de afeto com ressonâncias que ajudarão a educar a sensibilidade e o respeito pela vida. Dentre os personagens que participarão das performances encontramos uma carrinheira, uma animada feirante que faz do troca-troca e da prosa alegre sua arte de vida. Faça chuva, faça sol, ela começa de manhãzinha seu itinerário por praças, feiras e outros pontos de encontro onde o povo se aproxima para saber das novidades que traz. Seu carrinho é um mimo, todo enfeitado com maravilhas e badulaques que ganhou em suas andanças. Dentre tantas miudezas e extravagâncias, carrega raridades e histórias preciosas que são compartilhadas em um escambo cordial onde todos saem ganhando, felizes com as negociações! Essa feirante tão pitoresca se chama Maria Brejeira. Outro personagem é um dedicado gari, varredor inveterado, conhecedor de passeios, recantos, bordas e calçadas. É um homem franzino que, com um olhar doce e atencioso, cumprimenta a todos que passam na pressa dos afazeres e compromissos. Seus movimentos são leves, quase um bailado, a impressão é de que existe nele um impulso inato de colorir o mundo, com o vaivém inspirado de sua vassoura-pincel. É como se, ao varrer, conseguisse criar paisagens e alargar horizontes. Seu passatempo predileto é observar o céu, as cores, e imaginar com que as nuvens se parecem. Jura já ter visto uma nuvem que era o retrato perfeito de sua bisavó. É, na verdade, um sonhador! Seu nome é Devanir Devaneio. Outro ainda é um homem de sorriso largo, bochechas coradas, bigodes fartos e boné de maquinista de trem. É um motorista habilidoso que tem habilitação informal para dirigir veículos os mais diversos: trem das onze, bicicleta de sete lugares, kombi lotação, litorina sobe serra, teco-teco do Bacacheri, balão listrado, ônibus pinga-pinga, ambulância Caravan, navio de cruzeiro, jangada de toras, caminhão fenemê e várias outras conduções imaginárias. Sim, para embarcar nos passeios e viagens oferecidas por este senhor basta ter boa vontade e muita imaginação! É uma espécie de guia turístico das redondezas que propõe roteiros de viagem inusitados que vão do Jardim dos Sonhos à Gruta da Onça, passando pelas Cachoeiras Gêmeas, Praia das Baleias e chegando, quase sem fôlego, ao Vale dos Bugios! Seu nome é Antenor Boa Viagem. Teremos também um personagem de múltiplas personalidades, de muitas caras, de muitos narizes, e de muitas línguas faladeiras: é o Mestre dos Mamulengos, um artista das ruas que perambula com sua família de figurantes, um mais mexeriqueiro que o outro! Na forma de um miniteatro ambulante ele abriga em seu longo casaco de retalhos um vilarejo inteiro de bolsos. De cada um dos bolsos emerge um boneco diferente, com suas histórias, seus queixumes, seus trejeitos. Cada um deles tem o sonho de ser o protagonista deste teatro mambembe, ser o mandachuva, poder ditar as ordens e escrever o roteiro de cenas a seu bel-prazer. Seu nome é José Alcebíades, mas pode chamá-lo de Zé Presepeiro. E ainda, a senhora das cartas escritas à mão, das encomendas embaladas com papel de seda, das correspondências com selos pintados em lápis de cor, dos bilhetinhos urgentes que precisam ser entregues antes do sol se pôr! É a Carteira! Poetisa dos versos com letras desenhadas, mensageira das notícias alvissareiras que todos amam receber! Ela mesma escreve as cartas, ou é porta-voz de alguém que quer muito mandar aquela mensagem. Depois, com a graça de um beija-flor, vai semeando as esperadas notícias do dia a dia, aquelas que não aparecem no jornal, mas que aquecem o coração da gente. Rápida como uma flecha, parece ter asas nos pés! Seu nome é Florípedes Sempreviva.

Objetivos

Objetivo Geral Oportunizar a crianças, jovens e seus familiares, bem como educadores e colaboradores do Hospital Pequeno Príncipe e o público passante do entorno da instituição a vivência de encenações teatrais engajadas em um projeto de formação de novas plateias, por meio de 60 performances cênicas no Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba/PR, difundindo a linguagem teatral. Objetivos Específicos - Realizar 60 performances cênicas, com duração média de 40 minutos cada, impactando por volta de 2.400 pessoas;

Justificativa

O projeto "Minha terra tem surpresas onde canta o sabiá" propõe a produção e realização de 60 performances cênicas que irão delinear percursos internos e externos em ambientes de convivência e em espaços vizinhos do Hospital Pequeno Príncipe - Instituição beneficiada pelo projeto - criando uma rede de interações culturais que aproxime artistas, espectadores e público espontâneo, e que seja capaz de propiciar experiências artísticas plenas de encontros e descobertas. São quadros cênicos em movimento que desafiarão a curiosidade de pequenos e grandes, calmos e apressados, realistas e sonhadores, e que trarão personagens inesperados, nascidos dos escaninhos do tempo, prontos para surpreender. A partir de uma proposta que transita em uma linha tênue entre a arte e a vida, será aberto um jogo espontâneo e silencioso, feito de espreita, assombro e admiração. Imersos nesse cotidiano, diluídos no movimento diário de transeuntes surgirão, personagens anônimos, inquietantes. Nesta edição, serão trabalhados personagens absolutamente brasileiros, representantes da rica miscigenação cultural de nosso país, cidadãos únicos, alguns ruidosos, exuberantes, outros silenciosos, sutis, alguns curtidos e desbotados, outros coloridos e vibrantes, ocupantes legítimos do espaço das ruas. Gentes que circulam em esquinas, mercados, calçadas, ônibus, feiras e tantos outros espaços por onde transitamos diariamente, mas que _ quase sempre "invisíveis" - passam ao largo de nossa atenção. Garis, pregoeiros, carrinheiros, andarilhos, ambulantes, pintores, poetas, artistas espontâneos que alardeiam com seus microuniversos radiantes uma cultura que ressoa a sabedoria popular. Personagens mais que vivos que nos olham de frente, com verdade, sem meias-palavras, e que não se conformam a molduras e protocolos. Gente que não figura com destaque nas páginas amareladas dos livros que contam a história oficial. Gente que está à margem, fora dos pontos e roteiros turísticos, e que desfia a cada gesto uma história comovente. Eles têm a potência para transformar a linguagem do dia a dia em expressão que subverte os conceitos de identidade, memória e coletividade. São professores de humanidade sem diploma, mestres da proximidade, crocheteiros de surpresas, porta-bandeiras de esperanças que se renovam no malabarismo diário do meio-fio e da sobrevivência. Não são personagens estáticos, inacessíveis, congelados em cartolinas e estampados em livros folclóricos. Não são monumentos ou estátuas que eternizam feitos memoráveis. São símbolos em movimento contínuo, de "carne e osso", que desafiam a imobilidade do olhar, que reinventam a estética do cotidiano e que recriam uma "diver-cidade" brincante. Seres que percebem outros seres, que despertam para uma vivência lúdica da vida e que conseguem vislumbrar e compartilhar outras realidades, outras formas de estar no mundo. É importante destacar que pensar o fazer teatral em instituições pediátricas de atendimento hospitalar implica em compreender essa prática como espaço de relações, de produção de sentido, de conhecimento de si e do outro, em um processo atencioso de troca e construção coletiva. Os encontros que propomos se dirigem à constituição da subjetividade, e convidam a criança _ e o adulto - a inscrever-se no seu mundo, construindo sentidos coletivos de pertencimento. Para que esse projeto possa construir uma ponte efetiva com o público a que se dirige, buscaremos um teatro que não se feche em um prédio ou espaço restrito, que esteja aberto à comunidade, que possa conversar com públicos diversos, se alimentar dessa troca, se nutrir do vivo e gerar mais vida. Queremos nos aproximar da riqueza dos pensamentos e expressões das crianças, ao mesmo tempo em que acolhemos as contribuições de todos que circulam ao redor da instituição. É proposta principal dessa montagem compartilhar a vivência teatral como uma experiência de prazer e transformação. Sendo um projeto integralmente gratuito e sem apelo mercadológico por se realizar em instituição hospitalar e educacional, só é possível viabilizar sua realização por meio da Lei de Incentivo à Cultura. Dentre os incisos do Artigo 1 da Lei 8313/91 a proposta se enquadra em: * Inciso I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; - uma vez que prevê a realização gratuita de performances cênicas no interior de instituição hospitalar; * Inciso II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; uma vez que as performances serão realizadas por artistas locais, com base em pesquisa sobre a cultura popular; * Inciso IX _ priorizar o produto cultural originário do País; O projeto será realizado por artistas locais. Para o cumprimento destas finalidades, o projeto atende aos seguintes objetivos (Art. 3 da referida lei): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore _ o projeto prevê a realização de performances de artes cênicas; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos _ no caso específico, as performances são realizadas de forma gratuita para população circulante de instituição hospitalar pediátrica.

Estratégia de execução

Informamos que o Hospital Pequeno Príncipe, maior hospital exclusivamente pediátrico do Brasil, é uma instituição filantrópica - privada, sem fins lucrativos -, que destina 60% de seu atendimento a pacientes oriundos do Sistema Único de Saúde (SUS). Se de um lado, aos pacientes SUS não pode ser atribuída de maneira imediata a baixa renda, por outro lado, não se pode esquecer que a realidade socioeconômica brasileira torna o SUS indispensável para milhões de brasileiros que não teriam outra condição de acesso aos serviços de saúde em nosso país. A instituição realizou, em 2021, mais de 200.000 mil atendimentos ambulatoriais e 15.681 mil internações. Entende-se, portanto, que oportunizar acesso à arte e à cultura em um hospital com este perfil é contribuir para a democratização e descentralização de ações culturais, promovendo e entendendo o acesso a estas ações como um direito de todos.

Especificação técnica

Especificação técnica das apresentações (produto principal) 60 apresentações gratuitas realizadas no interior do Hospital Pequeno Príncipe (instituição beneficiada), sendo cada performance com duração média de 40 minutos. Público estimado: 2.400 pessoas.

Acessibilidade

Conforme a Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, e o Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, seguem as medidas de acessibilidade:ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS (PERFORMANCES CÊNICAS) Acessibilidade físicaPor se tratar de um ambiente hospitalar, a instituição atende também a portadores de variadas necessidades especiais, garantindo todos os equipamentos necessários para recebe-los, bem como acompanhantes idosos. Existem rampas, elevadores e banheiros equipados. Reforça-se que realizar atividades em instituição hospitalar, em si, garante o acesso à arte e à cultura a pacientes e familiares em situação de circulação restrita. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdosRealizar apresentações no Hospital Pequeno Príncipe em Curitiba/PR, instituição hospitalar garante acesso a todos os públicos, assegurando a participação da pessoa com deficiência em igualdade de condições com as demais pessoas (não gera custo, não consta em planilha orçamentária); Acessibilidade visual e auditivaConforme compreendido pela Plenária realizada pela Sav e Sefic no dia 13/07/2023, e em cumprimento ao art. 27 da IN, solicitamos flexibilização das medidas de acessibilidade no que tange: as oficinas para pacientes do Hospital Pequeno Príncipe serão feitas no interior de um hospital e por esse motivo a equipe deve ser reduzida a fim de não ensejar em nenhum risco para os pacientes e para não causar nenhum transtorno à logística de trabalho da equipe do Hospital. Desta forma, não é tecnicamente possível fazer a tradução para libras e audiodescrição.

Democratização do acesso

Em consonância com o artigo 29 da IN nº 11/2024 do Ministério da Cultura, todas as ações deste projeto serão gratuitas ao público. Em complemento, seguindo Art 30 da IN 11/2024, o projeto atende aos seguintes incisos: VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;

Ficha técnica

Coordenação geral - Coisas da Vida / diretora Maria GlossA coordenação geral será responsável pelo planejamento e gerenciamento do projeto como um todo, contratando, articulando e supervisionando todas as equipes envolvidas na realização de cada um dos produtos previstos (apresentações musicais e contrapartida social). Irá coordenar as etapas de execução do projeto de modo a garantir o cumprimento das atividades e prazos, bem como a adequação de todos os processos às especificidades exigidas pela Lei de Incentivo à Cultura. O proponente do projeto irá receber a rubrica destinada a esta função.*Professora com especialização em Gestão em Humanização- Pós graduação em Gestão em Humaização (2014);*Atuação profissional: Orientação do Setor de Educação e Cultura no Hospital Pequeno Príncipe desde 2005, Educadora -25 anosde atuação emeducação infantil e ensino fundamental (ensino das artes, educação ambiental, regência de turma); atuação comcrianças internadas desde 2005;*Orientação do Setor de Educação e Cultura no HPP desde 2005;*Condução de trabalho por projetos de pesquisa;*Mediação de rodas de conversa desde 2009;*Coordenação da construção coletiva do Código de Conduta do Hospital Pequeno Príncipe;*Orientação de oficinas de arte e educaçãoDIREÇÃO CÊNICA: Luis TeixeiraResposável por dirigir e acompanhar todas as performaces, desde a criação até execução. Como Diretor Teatral foi responsável por inúmeras montagens como “Morte e Vida Severina”, “Dom Chicote Mula Manca”, “Büchner – Uma Evocação Cênica”, “O Marinheiro”, “O Príncipe Feliz”, entre outras, recebendo premiações e indicações para melhores do ano. Criou e dirigiu o Lusco-Fusco Teatro Laboratório do SESC (Menção Honrosa no Troféu Gralha Azul – 1988, por sua contribuição ao desenvolvimento do Teatro Paranaense) – (1986 a 1990). Foi secretário e sócio fundador da ATINJ (Associação de Teatro para a Infância e Juventude do Paraná – 2012 a 2015); é fundador e gerente da Malasartes – Educação Sensível, e responsável pelo Ponto de Cultura Aprendiz Semeador – convênio MinC e Fundação Cultural de Curitiba. Tem atuado como diretor cênico de ações no Hospital Pequeno Príncipe como os projetos: Pipocas de Histórias (2013), Pipocas de Histórias – Novos Sabores (2016), Pipocas de Histórias – Teatro de Lã (2017), Pipocas de Histórias - Teatro de Papel (2018), Una Duna Tena Catena - Pipocas de Palavras Brincantes (2019) e Pipocas de Estrelas (2021).

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2026-03-10
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná