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PRONAC 248466Apresentou prestação de contasMecenato

MÃO NA BARRA E PÉ NO TERREIRO: a vida e a dança de Mercedes Baptista

ESPACO CENICO PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 492,9 mil
Aprovado
R$ 492,9 mil
Captado
R$ 420,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33592510000154VALE S.A.1900-01-01R$ 420,0 mil

Eficiência de captação

85.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Chamada Instituto Cultural Vale 2024
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-03-01
Término

Resumo

"Mão na barra, pé no terreiro, a vida e a dança de Mercedes Baptista" conta a história da primeira bailarina negra clássica a entrar no corpo de baile do Teatro Municipal. Um solo musical com música ao vivo que resgata ritmos como o Jongo, a Mana Chica e ancestralidade dos ritmos de África. O projeto prevê a circulação por quatro estados brasileiros - MG, ES, MA e RJ com apresentações em teatros de suas capitais e por quilombos de cada estado. Pretendemos mostrar a luta antirracista de Mercedes através dos passos de dança genuinamente brasileira e seu empreendedorismo feminino, inspirando o presente e o futuro de meninas e mulheres pretas deste país de corpos massacrados a se reconhecerem, se valorizando e ter as rédeas de sua história.

Sinopse

O projeto visa homenagear a Precursora da Dança Afro no Brasil - Mercedes Baptista - proporcionando a possibilidade de livrar a comunidade preta do apagamento de mais um ícone preto restabelecendo a importância da Dança Afrobrasileira, principalmente o Jongo e a “Mana Chica” (manifestação folclórica que nasceu em campos trazida pelos escravos) como parte integrante do reconhecimento de um povo, de suas raízes, de sua tecnologia e principalmente de seu futuro, através de atividades artísticas, culturais e reflexivas. A circulação por múltiplos e diversos territórios, dentro de equipamentos culturais de cada cidade e por Quilombos com ações afirmativas, inclusivas e que reconheçam o valor cultural de cada território será a ação prepoderante deste projeto. As apresentações acontecerão em teatros de Vitoria, Belo Horizonte, São Luis do Maranhão e Rio de Janeiro, além de apresentações em Quilombos de Vitoria, Belo Horizonte, São Luis do Maranhão e Rio de Janeiro. Serão realizadas Oficinas de percussão e de valorização de instrumentos musicais Africanos (Harpa Africana, instrumentos de cordas africanas) em cada Quilombo onde a montagem irá se apresentar e Rodas de contação de historias de Contos Africanos para crianças de 3 a 6 anos de idade (pré-escola), em cada Cidade onde a montagem irá se apresentar. Pretende-se atingir a um publico de 5.800 pessoas nas apresentações, oficinas e rodas de conversa.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Homenagear a Precursora da Dança Afro no Brasil - Mercedes Baptista - proporcionando a possibilidade de livrar a comunidade preta do apagamento de mais um ícone preto, restabelecendo a importância da Dança Afrobrasileira, principalmente o Jongo e a "Mana Chica" (manifestação folclórica que nasceu em Campos trazida pelos escravos) como parte integrante do reconhecimento de um povo, de suas raízes, de sua tecnologia e principalmente de seu futuro, através de atividades artísticas, culturais e reflexivas. Circular por múltiplos e diversos territórios, dentro de equipamentos culturais de cada cidade e por Quilombos com ações afirmativas, inclusivas e que reconheçam o valor cultural de cada território. OBJETIVOS ESPECIFICOS: Realizar 16 (dezesseis) apresentações em teatros de Vitoria, Belo Horizonte, São Luis do Maranhão e Rio de Janeiro; Realizar 13 (treze) apresentações em Quilombos de Vitoria, Belo Horizonte, São Luis do Maranhão e Rio de Janeiro; Realizar 13 (treze) Oficinas de percussão e de valorização de instrumentos musicais Africanos (Harpa Africana, instrumentos de cordas africanas) em cada Quilombo onde a montagem irá se apresentar; Realizar 13 (treze) Rodas de contação de historias de Contos Africanos para crianças de 3 a 6 anos de idade (pré-escola), em cada Cidade onde a montagem irá se apresentar.

Justificativa

Mercedes foi e é a pedra fundamental da identidade afro-brasileira na dança influenciando várias gerações de artistas e movimentos culturais. Valorizou a identidade negra dando visibilidade, respeito as mulheres e combate ao racismo. Sua história nos inspira, além de homenageá-la, vamos resgatar rítmos que estão desaparecendo como o Jongo e a Mana-Chica (RJ). O projeto tem como referência a cultura e a arte popular influenciadas por matrizes culturais de povos afro diaspóricos. Nesse sentido, a produção artística negra sistematicamente apagadas e desvalorizadas, quando entendida sob o viés decolonial, evidencia o potencial intelectual e econômico da cultura afro-brasileira. São produções essenciais que possibilitam a manutenção de laços comunitários entre a população negra, assim como ofertaram as bases que estruturaram a identidade nacional. À medida que colocamos a dança afro-brasileira, batuque, canto preto e filosofia africana como eixo central de nossa pesquisa estamos contribuindo ao fazer a ponte entre o que existiu com nossa atualidade. Perpetuar o que há de mais plural na arte preta, é incluir. É difundir. É se fazer reconhecer e conhecer o outro a partir de suas potencias. O projeto pretende contribuir para o resgate e valorização de expressões afro-brasileiras e da representatividade negra no campo artístico e cultural. Falar de Mercedes é falar do novo com o olhar no futuro. Uma mulher preta que quebrou o tabu do tutu branco e da sapatilha cor de rosa e ganhou o mundo. Sua história se repete e inspira artistas pretas que tiveram suas histórias interligadas não apenas pela dança, mas principalmente pelo racismo, que interviu no caminho de todas elas. Ivanna Cruz idealizadora e protagonista desse projeto, Consuelo Rios, uma das maiores professoras de ballet clássico do Brasil; Bethânia Gomes, a primeira bailarina brasileira do Harlem Dance Theatre e atual instrutora de dança da instituição; e Ingrid Silva, a primeira bailarina da Cia de dança americana.

Estratégia de execução

O projeto esta pré-selecionado na Chamada Instituto Cultural Vale 2024. O espetaculo sera apresentado gratuitamente em quilombos dos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espirito Santo e Maranhão, segundo estado com maior numero de quilombolas do Brasil. As cidades escolhidas em cada estado foram: MINAS GERAIS - Cataguases (Quilombo Caverna); Conselheiro Lafaete (Quilombo Mato Dentro); Mariana (Quilombo Santa Efigenia); Brumadinho (Quilombo DP Sapé). ESPIRITO SANTO - Vila Velha (Quilombo do Queimado); Vitória (Quilombo de São Pedro); Serra (Quilombo de São Pedro). RIO DE JANEIRO - Mangaratiba (Quilombo Santa Justina); Itaguai (Associação Quilombo da Marambaia). MARANHÃO - São Luís (Território Liberdade Quilombola); Bom Jardim (Quilombo Santarém); Alto Alegre( Quilombo Marmorana); Santa Luzia ( Quilombo Santa Rita). A peça está sendo concebida para ser realizada em todo e qualquer espaço, seja a rua, a praça, o palco, quadra de uma escola, espaços comunitários. Pode ser assistida por todas as idades porque partimos do princípio "Cenopoético" de realizar "com" as pessoas e não "para" as pessoas. Agrada a pessoas de todas as classes sociais, gênero e etnia. Será levado especialmente a quilombos, pois a vida de Mercedes começa em um deles e ela não esqueceu suas raizes. DESLOCAMENTOS: PEDRO SÁ MORAES - Diretor MusicalCHICO VIBE - Músico.IVANNA CRUZ - AtrizCampos dos Goytacazes x Rio de Janeiro Rio de Janeiro x Espírito Santo VitóriaRio de Janeiro x Maranhão São LuísRio de Janeiro x Minas Gerais Belo Horizonte LUIZ ANTONIO ROCHA - Diretor teatralSão Paulo x Rio de JaneiroSão Paulo x VitóriaSão Paulo x São LuísSão Paulo x Belo Horizonte

Especificação técnica

Realização de 13 (treze) Oficinas de percussão e de valorização de instrumentos musicais Africanos (Harpa Africana, instrumentos de cordas africanas) em cada Quilombo onde a montagem irá se apresentar. As Oficinas terão a duração de 2h cada uma. Contação de historias de Contos Africanos para crianças de 3 a 6 anos de idade (pré-escola), em cada Cidade onde a montagem irá se apresentar.

Acessibilidade

Produto 1: Artes Cênicas Acessibilidade Física: Iremos priorizar locais que sejam em espaço térreo, que possuam rampas, o que possibilita a circulação de pessoas com deficiência física, como o uso de cadeira de rodas. Banheiros adaptados ao uso de deficientes físicos, conforme disposto no art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Item orçamentário: Não se aplica Acessibilidade para deficientes visuais: O projeto prevê vagas destinadas exclusivamente para pessoas com deficiência visual. Sendo que os conteúdos serão detalhados oralmente para total compreensão de conteúdo por um acompanhante. Item orçamentário: Estagiarios Acessibilidade para deficientes auditivos: O projeto prevê Tradução em Libras e legendas automáticas em conteúdos digitais. Item orçamentário: Intérprete de Libras Acessibilidade para deficientes intelectuais: O projeto prevê monitores preparados para lidar com as pessoas com deficiência intelectual. Item orçamentario: Estagiarios Produto 2 : Contrapartida social Acessibilidade Física: Iremos priorizar locais que sejam em espaço térreo, que possuam rampas, o que possibilita a circulação de pessoas com deficiência física, como o uso de cadeira de rodas. Banheiros adaptados ao uso de deficientes físicos, conforme disposto no art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Item orçamentário: Não se aplica Acessibilidade para deficientes visuais: O projeto prevê vagas destinadas exclusivamente para pessoas com deficiência visual. Sendo que os conteúdos serão detalhados oralmente para total compreensão de conteúdo por um acompanhante. Item orçamentário: Estagiarios Acessibilidade para deficientes auditivos: O projeto prevê Tradução em Libras e legendas automáticas em conteúdos digitais. Item orçamentário: Intérprete de Libras Acessibilidade para deficientes intelectuais: O projeto prevê monitores preparados para lidar com as pessoas com deficiência intelectual. Item orçamentario: Estagiarios

Democratização do acesso

Iremos atender ao artigo 29, da IN nº 11/2024/MinC, conforme detalhamento abaixo: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Atenderemos, também ao Art. 30, em seus itens V e VI: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Além das medidas citadas acima haverá apresentações nos Quilombos das seguintes cidades: Vila Velha - ES, Vitória - ES, Serra - ES, São Luís - MA, Bom Jardim - MA, Alto Alegre do Maranhão - MA, Santa Luzia - MA, Brumadinho - MG, Cataguases - MG, Conselheiro Lafaiete - MG, Mariana - MG, Itaguaí - RJ, Mangaratiba - RJ, Belo Horizonte - MG, Rio de Janeiro - RJ

Ficha técnica

IVANNA CRUZ - Atriz, dançarina e professora de dança é de Campos/RJ, cidade de Mercedes Baptista. Ativista cultural, desenvolve um trabalho em terreiros e escolas divulgando a tradição popular da cidade: Mana Chica, uma dança similar às quadrilhas de roda com nuances do Fado do tempo da escravidão. LUIZ ANTONIO ROCHA - Produtor, autor e diretor teatral, um dos mais conceituados diretores de casting, segundo a revista Veja. Indicado ao prêmio Shell de 2019 na categoria inovação por Paulo Freire, o Andarilho da Utopia. Seus espetáculos possuem uma marca autoral com grande sensibilidade que valoriza a força do ator e da palavra. PEDRO SÁ MORAES - Ator e músico, vencedor do Prêmio de Melhor Cantor Brasileiro/2016. No anos 2000 compartilhou gravações com Nelson Sargento, Wilson Moreira, Elton Medeiros e outros. Desde 2020, dedica-se a aprofundar sua pesquisa sobre a relação entre a música popular brasileira e o teatro. CHICO VIBE - Músico, percussionista e compositor. Faz parceria com o Dj Negralha da extinta banda o Rappa. Agente de Cultura de Porto Real/RJ, além de ator e humorista. DIEGO ROSAS - Um dos principais coreógrafos de dança afro, discípulo de Mercedes Baptista, viajou o mundo representando o Brasil com dança contemporânea folclórica, Frevo, Maracatu, Dança Afro. Serão dois musicos, sendo que o segundo ainda esta sendo selecionado.nformaremos em breve.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2025-10-31
Locais de realização (15)
Serra Espírito SantoVila Velha Espírito SantoVitória Espírito SantoAlto Alegre do Maranhão MaranhãoBom Jardim MaranhãoSanta Luzia MaranhãoSão Luís MaranhãoBelo Horizonte Minas GeraisBrumadinho Minas GeraisCataguases Minas GeraisConselheiro Lafaiete Minas GeraisMariana Minas GeraisItaguaí Rio de JaneiroMangaratiba Rio de JaneiroRio de Janeiro Rio de Janeiro