| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 420,0 mil |
"Mão na barra, pé no terreiro, a vida e a dança de Mercedes Baptista" conta a história da primeira bailarina negra clássica a entrar no corpo de baile do Teatro Municipal. Um solo musical com música ao vivo que resgata ritmos como o Jongo, a Mana Chica e ancestralidade dos ritmos de África. O projeto prevê a circulação por quatro estados brasileiros - MG, ES, MA e RJ com apresentações em teatros de suas capitais e por quilombos de cada estado. Pretendemos mostrar a luta antirracista de Mercedes através dos passos de dança genuinamente brasileira e seu empreendedorismo feminino, inspirando o presente e o futuro de meninas e mulheres pretas deste país de corpos massacrados a se reconhecerem, se valorizando e ter as rédeas de sua história.
O projeto visa homenagear a Precursora da Dança Afro no Brasil - Mercedes Baptista - proporcionando a possibilidade de livrar a comunidade preta do apagamento de mais um ícone preto restabelecendo a importância da Dança Afrobrasileira, principalmente o Jongo e a “Mana Chica” (manifestação folclórica que nasceu em campos trazida pelos escravos) como parte integrante do reconhecimento de um povo, de suas raízes, de sua tecnologia e principalmente de seu futuro, através de atividades artísticas, culturais e reflexivas. A circulação por múltiplos e diversos territórios, dentro de equipamentos culturais de cada cidade e por Quilombos com ações afirmativas, inclusivas e que reconheçam o valor cultural de cada território será a ação prepoderante deste projeto. As apresentações acontecerão em teatros de Vitoria, Belo Horizonte, São Luis do Maranhão e Rio de Janeiro, além de apresentações em Quilombos de Vitoria, Belo Horizonte, São Luis do Maranhão e Rio de Janeiro. Serão realizadas Oficinas de percussão e de valorização de instrumentos musicais Africanos (Harpa Africana, instrumentos de cordas africanas) em cada Quilombo onde a montagem irá se apresentar e Rodas de contação de historias de Contos Africanos para crianças de 3 a 6 anos de idade (pré-escola), em cada Cidade onde a montagem irá se apresentar. Pretende-se atingir a um publico de 5.800 pessoas nas apresentações, oficinas e rodas de conversa.
OBJETIVO GERAL: Homenagear a Precursora da Dança Afro no Brasil - Mercedes Baptista - proporcionando a possibilidade de livrar a comunidade preta do apagamento de mais um ícone preto, restabelecendo a importância da Dança Afrobrasileira, principalmente o Jongo e a "Mana Chica" (manifestação folclórica que nasceu em Campos trazida pelos escravos) como parte integrante do reconhecimento de um povo, de suas raízes, de sua tecnologia e principalmente de seu futuro, através de atividades artísticas, culturais e reflexivas. Circular por múltiplos e diversos territórios, dentro de equipamentos culturais de cada cidade e por Quilombos com ações afirmativas, inclusivas e que reconheçam o valor cultural de cada território. OBJETIVOS ESPECIFICOS: Realizar 16 (dezesseis) apresentações em teatros de Vitoria, Belo Horizonte, São Luis do Maranhão e Rio de Janeiro; Realizar 13 (treze) apresentações em Quilombos de Vitoria, Belo Horizonte, São Luis do Maranhão e Rio de Janeiro; Realizar 13 (treze) Oficinas de percussão e de valorização de instrumentos musicais Africanos (Harpa Africana, instrumentos de cordas africanas) em cada Quilombo onde a montagem irá se apresentar; Realizar 13 (treze) Rodas de contação de historias de Contos Africanos para crianças de 3 a 6 anos de idade (pré-escola), em cada Cidade onde a montagem irá se apresentar.
Mercedes foi e é a pedra fundamental da identidade afro-brasileira na dança influenciando várias gerações de artistas e movimentos culturais. Valorizou a identidade negra dando visibilidade, respeito as mulheres e combate ao racismo. Sua história nos inspira, além de homenageá-la, vamos resgatar rítmos que estão desaparecendo como o Jongo e a Mana-Chica (RJ). O projeto tem como referência a cultura e a arte popular influenciadas por matrizes culturais de povos afro diaspóricos. Nesse sentido, a produção artística negra sistematicamente apagadas e desvalorizadas, quando entendida sob o viés decolonial, evidencia o potencial intelectual e econômico da cultura afro-brasileira. São produções essenciais que possibilitam a manutenção de laços comunitários entre a população negra, assim como ofertaram as bases que estruturaram a identidade nacional. À medida que colocamos a dança afro-brasileira, batuque, canto preto e filosofia africana como eixo central de nossa pesquisa estamos contribuindo ao fazer a ponte entre o que existiu com nossa atualidade. Perpetuar o que há de mais plural na arte preta, é incluir. É difundir. É se fazer reconhecer e conhecer o outro a partir de suas potencias. O projeto pretende contribuir para o resgate e valorização de expressões afro-brasileiras e da representatividade negra no campo artístico e cultural. Falar de Mercedes é falar do novo com o olhar no futuro. Uma mulher preta que quebrou o tabu do tutu branco e da sapatilha cor de rosa e ganhou o mundo. Sua história se repete e inspira artistas pretas que tiveram suas histórias interligadas não apenas pela dança, mas principalmente pelo racismo, que interviu no caminho de todas elas. Ivanna Cruz idealizadora e protagonista desse projeto, Consuelo Rios, uma das maiores professoras de ballet clássico do Brasil; Bethânia Gomes, a primeira bailarina brasileira do Harlem Dance Theatre e atual instrutora de dança da instituição; e Ingrid Silva, a primeira bailarina da Cia de dança americana.
O projeto esta pré-selecionado na Chamada Instituto Cultural Vale 2024. O espetaculo sera apresentado gratuitamente em quilombos dos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espirito Santo e Maranhão, segundo estado com maior numero de quilombolas do Brasil. As cidades escolhidas em cada estado foram: MINAS GERAIS - Cataguases (Quilombo Caverna); Conselheiro Lafaete (Quilombo Mato Dentro); Mariana (Quilombo Santa Efigenia); Brumadinho (Quilombo DP Sapé). ESPIRITO SANTO - Vila Velha (Quilombo do Queimado); Vitória (Quilombo de São Pedro); Serra (Quilombo de São Pedro). RIO DE JANEIRO - Mangaratiba (Quilombo Santa Justina); Itaguai (Associação Quilombo da Marambaia). MARANHÃO - São Luís (Território Liberdade Quilombola); Bom Jardim (Quilombo Santarém); Alto Alegre( Quilombo Marmorana); Santa Luzia ( Quilombo Santa Rita). A peça está sendo concebida para ser realizada em todo e qualquer espaço, seja a rua, a praça, o palco, quadra de uma escola, espaços comunitários. Pode ser assistida por todas as idades porque partimos do princípio "Cenopoético" de realizar "com" as pessoas e não "para" as pessoas. Agrada a pessoas de todas as classes sociais, gênero e etnia. Será levado especialmente a quilombos, pois a vida de Mercedes começa em um deles e ela não esqueceu suas raizes. DESLOCAMENTOS: PEDRO SÁ MORAES - Diretor MusicalCHICO VIBE - Músico.IVANNA CRUZ - AtrizCampos dos Goytacazes x Rio de Janeiro Rio de Janeiro x Espírito Santo VitóriaRio de Janeiro x Maranhão São LuísRio de Janeiro x Minas Gerais Belo Horizonte LUIZ ANTONIO ROCHA - Diretor teatralSão Paulo x Rio de JaneiroSão Paulo x VitóriaSão Paulo x São LuísSão Paulo x Belo Horizonte
Realização de 13 (treze) Oficinas de percussão e de valorização de instrumentos musicais Africanos (Harpa Africana, instrumentos de cordas africanas) em cada Quilombo onde a montagem irá se apresentar. As Oficinas terão a duração de 2h cada uma. Contação de historias de Contos Africanos para crianças de 3 a 6 anos de idade (pré-escola), em cada Cidade onde a montagem irá se apresentar.
Produto 1: Artes Cênicas Acessibilidade Física: Iremos priorizar locais que sejam em espaço térreo, que possuam rampas, o que possibilita a circulação de pessoas com deficiência física, como o uso de cadeira de rodas. Banheiros adaptados ao uso de deficientes físicos, conforme disposto no art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Item orçamentário: Não se aplica Acessibilidade para deficientes visuais: O projeto prevê vagas destinadas exclusivamente para pessoas com deficiência visual. Sendo que os conteúdos serão detalhados oralmente para total compreensão de conteúdo por um acompanhante. Item orçamentário: Estagiarios Acessibilidade para deficientes auditivos: O projeto prevê Tradução em Libras e legendas automáticas em conteúdos digitais. Item orçamentário: Intérprete de Libras Acessibilidade para deficientes intelectuais: O projeto prevê monitores preparados para lidar com as pessoas com deficiência intelectual. Item orçamentario: Estagiarios Produto 2 : Contrapartida social Acessibilidade Física: Iremos priorizar locais que sejam em espaço térreo, que possuam rampas, o que possibilita a circulação de pessoas com deficiência física, como o uso de cadeira de rodas. Banheiros adaptados ao uso de deficientes físicos, conforme disposto no art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Item orçamentário: Não se aplica Acessibilidade para deficientes visuais: O projeto prevê vagas destinadas exclusivamente para pessoas com deficiência visual. Sendo que os conteúdos serão detalhados oralmente para total compreensão de conteúdo por um acompanhante. Item orçamentário: Estagiarios Acessibilidade para deficientes auditivos: O projeto prevê Tradução em Libras e legendas automáticas em conteúdos digitais. Item orçamentário: Intérprete de Libras Acessibilidade para deficientes intelectuais: O projeto prevê monitores preparados para lidar com as pessoas com deficiência intelectual. Item orçamentario: Estagiarios
Iremos atender ao artigo 29, da IN nº 11/2024/MinC, conforme detalhamento abaixo: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Atenderemos, também ao Art. 30, em seus itens V e VI: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Além das medidas citadas acima haverá apresentações nos Quilombos das seguintes cidades: Vila Velha - ES, Vitória - ES, Serra - ES, São Luís - MA, Bom Jardim - MA, Alto Alegre do Maranhão - MA, Santa Luzia - MA, Brumadinho - MG, Cataguases - MG, Conselheiro Lafaiete - MG, Mariana - MG, Itaguaí - RJ, Mangaratiba - RJ, Belo Horizonte - MG, Rio de Janeiro - RJ
IVANNA CRUZ - Atriz, dançarina e professora de dança é de Campos/RJ, cidade de Mercedes Baptista. Ativista cultural, desenvolve um trabalho em terreiros e escolas divulgando a tradição popular da cidade: Mana Chica, uma dança similar às quadrilhas de roda com nuances do Fado do tempo da escravidão. LUIZ ANTONIO ROCHA - Produtor, autor e diretor teatral, um dos mais conceituados diretores de casting, segundo a revista Veja. Indicado ao prêmio Shell de 2019 na categoria inovação por Paulo Freire, o Andarilho da Utopia. Seus espetáculos possuem uma marca autoral com grande sensibilidade que valoriza a força do ator e da palavra. PEDRO SÁ MORAES - Ator e músico, vencedor do Prêmio de Melhor Cantor Brasileiro/2016. No anos 2000 compartilhou gravações com Nelson Sargento, Wilson Moreira, Elton Medeiros e outros. Desde 2020, dedica-se a aprofundar sua pesquisa sobre a relação entre a música popular brasileira e o teatro. CHICO VIBE - Músico, percussionista e compositor. Faz parceria com o Dj Negralha da extinta banda o Rappa. Agente de Cultura de Porto Real/RJ, além de ator e humorista. DIEGO ROSAS - Um dos principais coreógrafos de dança afro, discípulo de Mercedes Baptista, viajou o mundo representando o Brasil com dança contemporânea folclórica, Frevo, Maracatu, Dança Afro. Serão dois musicos, sendo que o segundo ainda esta sendo selecionado.nformaremos em breve.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.