| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 52815131000120 | ITAU-BBA TRADING S/A | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 40430971000196 | ITAU UNIBANCO ASSET MANAGEMENT LTDA | 1900-01-01 | R$ 150,0 mil |
| 01425787000104 | REDECARD INSTITUICAO DE PAGAMENTO S.A. | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
| ***610047** | Guilherme Gomes Vieira | 1900-01-01 | R$ 667,13 |
O Plano Bianual visa a manutenção das atividades do Museu de Imagens do Inconsciente (MII) por 24 meses, com foco no processamento técnico de seus acervos museológico, arquivístico, bibliográfico e audiovisual, incluindo a inserção em base de dados das informações geradas nesse trabalho. Produto principal _ plano bianual / Produto secundário _ exposição de artes _ final do ano 1 / Produto secundário _ catálogo _ final do ano 2 / Produto secundário _ contrapartidas sociais
O Plano Bianual aqui apresentado tem por objetivo a manutenção das atividades do Museu de Imagens do Inconsciente (MII) por 24 meses, com foco no processamento técnico de seus acervos museológico, arquivístico, bibliográfico e audiovisual, incluindo a inserção em base de dados das informações geradas nesse trabalho. Ao final do 1º ano, para marcar os 120 anos de nascimento da fundadora do museu, Dra. Nise da Silveira, o projeto inclui a inauguração de uma grande exposição no Rio de Janeiro, reunindo cerca de 250 obras do Museu, de artistas brasileiros e de instituições nacionais e estrangeiras, reunindo pinturas, desenhos e esculturas em diferentes linguagens, produzidas por artistas do campo formal da arte e por pessoas que estiveram internadas nos hospitais psiquiátricos ou tiveram vivências de exclusão e estigma. Ao final do 2º ano, será lançada uma publicação à guisa de catálogo, registrando a trajetória do MII, que terá sido contada na exposição e também contando a história do Museu. O projeto se alinha com a Construção da história do trabalho do Museu de Imagens do Inconsciente através das imagens, sob o ponto de vista de suas duas principais vertentes: a arte e a ciência. Por meio de um amplo trabalho técnico e de pesquisa, serão reunidos materiais que constituem a história e a memória do Museu de Imagens do Inconsciente nos seus mais de 70 anos, tanto na sua produção científica como na sua reconhecida contribuição artística. As ações desse Plano serão (1) a continuação do tratamento técnico dos acervos (2) uma grande exposição de âmbito internacional, convidando 6 instituições estrangeiras e 3 brasileiras a participarem com obras de suas coleções em diálogo com as obras do Museu de Imagens do Inconsciente e (3) um catálogo registrando a exposição, com textos e imagens que reflitam a extensa trajetória do Museu, além dos encontros gratuitos de contrapartida social. A exposição terá um cunho de ineditismo: pela primeira vez serão mostradas no Brasil obras produzidas em hospitais psiquiátricos estrangeiros. Incluir-se-á também a obra de artistas que estiveram intimamente ligados à história do MII. As instituições brasileiras convidadas serão os três museus com acervos que possuem o mesmo tipo de origem do MII – o hospital psiquiátrico. São eles, o Museu de Arte Osorio Cesar, de Franco da Rocha, SP; o Museu da Oficina de Criatividade do Hospital Psiquiátrico São Pedro, de Porto Alegre, RS e o Museu Bispo do Rosario, do Rio de Janeiro, RJ. As instituições estrangeiras serão: LilleMetropole - Musée d’Art Moderne, d’Art Contemporain et d’Art Brut, de Lille e Coleção Cerès Franco, de Carcassone, ambas na França; Collection d’Art Brut, de Lausanne, Suíça; Coleção Prinzhorn, de Heidelberg, Alemanha; Coleção Adamson, Londres, Reino Unido e Folk Art Museum, de Nova York, EUA. O ponto de partida para a curadoria da exposição está no estudo e pesquisa das mais de 200 exposições realizadas pelo Museu, no Brasil e no exterior, ao longo de 70 anos, reunindo de forma sistemática as temáticas trabalhadas nessas exposições, bem como as obras escolhidas e os materiais de imprensa. Outras fontes de pesquisa serão os demais arquivos do Museu: grupo de estudos, álbuns e simpósios; da Sociedade Amigos do Museu; do Arquivo Pessoal Nise da Silveira; Hemeroteca da Biblioteca Nacional; Arquivo Nacional; e os arquivos de instituições que receberam exposições organizadas pelo Museu. Através do cruzamento dessas fontes, pretende-se compreender de que forma o Museu construiu uma epistemologia própria dentro do estudo das imagens ao longo de sua história. A proposta da exposição é a demonstração histórica da construção do Museu de Imagens do Inconsciente através da intercessão das vertentes da ciência e da arte e como estas se potencializaram na evolução dessa trajetória. A exposição trará fatos marcantes, através das imagens, que demonstram essa inter-relação entre ciência e arte. Diferentes coleções encontradas pelo mundo sempre acentuaram um conflito entre esses dois campos do saber, que se tornaram visíveis na ênfase de um dos polos em detrimento do outro. Artistas e cientistas se reuniram em diferentes momentos da história desse trabalho no intuito de compreender os profundos e intricados significados que a imagem instiga - encontros de Nise da Silveira com C.G. Jung, Ronald Laing, Mario Pedrosa, Almir Mavignier, Abraham Palatinik, entre tantos, ilustram bem esse movimento pendular. A exposição reunirá obras desses artistas e críticos que conviveram nos ateliers do Museu tais como: Abraham Palatinik, Almir Mavignier, Geraldo de Barros, Ligia Pape, Ivan Serpa, e com textos de críticos de arte como Mario Pedrosa, Paulo Herkenhoff, Márcio Doctors, entre outros, que identificam o valor artístico desta produção. Simultaneamente a estes acontecimentos, ocorreram exposições que participaram em Paris e Zurique de Congressos mundiais de psiquiatria, ressaltando o lado científico da coleção.
Objetivo GeralExecutar o plano bianual do museu, visando a manutenção das atividades do Museu de Imagens do Inconsciente (MII) por 24 meses, com foco no processamento técnico de seus acervos museológico, arquivístico, bibliográfico e audiovisual, incluindo a inserção em base de dados das informações geradas nesse trabalho. Objetivos Específicos Produto principal _ plano bianualRealizar o Tratamento técnico dos acervos (museológico, arquivístico, bibliográfico e audiovisual):30.000 obras catalogadas e 20.000 documentos bibliográficos, arquivísticos e audiovisuais tratados e catalogados. Produto secundário - Exposição de artesRealizar exposição com 3 meses de duração com acervo do Museu de Imagens do Inconsciente e outras instituições brasileiras e estrangeiras (250 obras) ao final do primeiro ano Receber um público estimado de 200.000 pessoas.Produto secundário - Catálogo da exposiçãoProduzir 1.000 exemplares, com 10% distribuição para as bibliotecas públicas e centros culturais. Produto secundário _ Contrapartidas sociaisRealizar 02 encontros reunindo 500 professores e estudantes
Consideramos que a realização deste Plano Bianual, contemplando a manutenção do trabalho técnico do acervo em todos os seus aspectos, somado à exposição de grande porte coroará um trabalho de grande importância que teve início em 2018 quando foram iniciados vários projetos objetivando a salvaguarda e divulgação desse extraordinário acervo. O Museu de Imagens do Inconsciente/MII foi criado em 1952. Seu acervo está intrinsecamente ligado às ações de sua fundadora, a Dra. Nise da Silveira, cuja defesa em prol dos tratamentos humanitários e inclusivos rendeu-lhe inúmeros prêmios e o reconhecimento da sociedade brasileira como uma das luzes mais brilhantes da área científica nacional em todos os tempos. A Sociedade Amigos do Museu de Imagens do Inconsciente (SAMII) foi criada em 1974 para incentivar e apoiar as iniciativas científicas e culturais do Museu. Ao longo de sua trajetória de mais de 45 anos, a SAMII realizou diversos convênios com entidades públicas e privadas, cujos resultados alavancaram o Museu e permitiram a realização de inúmeras iniciativas tais como: mais de 200 exposições no Brasil e no exterior; cerca de 50 publicações, além de documentários, vídeos e filmes, seminários, conferência, cursos. O acervo total do Museu é de 400 mil obras, graças à atividade constante dos ateliês terapêuticos que são oferecidos para um grupo de pessoas que necessitam de cuidados na área da saúde mental. Um conjunto de 128 mil obras - pinturas, desenhos e esculturas - pertencentes ao Museu de Imagens do Inconsciente, foram tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em 2003, por unanimidade de seus conselheiros. Trata-se do maior acervo artístico museológico brasileiro tombado. O acervo, além de seu valor estético reconhecido no tombamento, tem importante simbolismo na área dos Direitos Humanos, pela sua ação cultural na propagação de conhecimentos científicos sobre os transtornos mentais e sobre a psique humana de uma forma abrangente, que trabalha na contramão dos preconceitos e da exclusão social. Ao resgatar histórias de vidas e de superação de pessoas que sofrem esses transtornos e demonstrar suas capacidades criativas, esse patrimônio constrói outro patrimônio de ordem imaterial, que é o processo pelo qual os frequentadores do museu adquirem saberes e fazeres necessários à manutenção do equilíbrio emocional e da saúde como um todo, saberes esses que não são restritos à área da saúde mental, mas pode alcançar a sociedade como um todo. Dar continuidade à catalogação, conservação e acondicionamento desse acervo são tarefas imprescindíveis de ser continuadas A Dra. Nise com o rigor na documentação e arquivo de suas atividades ao longo da vida constituiu um arquivo pessoal muito rico, que a Unesco não hesitou em conceder-lhe o Registro nas 3 categorias que formam o Programa Memória do Mundo. Esse arquivo é formado por um conjunto de documentos textuais, iconográficos, bibliográficos e impressos, produzidos e acumulados pela titular no decorrer de suas atividades profissionais e pessoais. Possui aproximadamente 8.000 itens, dentre documentos produzidos a partir de pesquisas, correspondências, material de imprensa, publicações, exposições, produção cultural e outros meios de divulgação, além de material bibliográfico constituído de 3.500 livros. Todo o conjunto dessa documentação representa o núcleo da vida e obra de Nise da Silveira. Uma parte desse arquivo já se encontra digitalizada, porém a catalogação e inserção em base de dados são etapas que ainda não foram realizadas, indispensáveis para que seu acesso seja completo - física e remotamente. Considerada a mulher mais destacada na ciência brasileira, a médica é constantemente objeto de pesquisas, estudos, dissertações e teses. Seu trabalho e suas pesquisas interdisciplinares alcançamvárias áreas do conhecimento e isso torna seu arquivo pessoal muito solicitado. A atual condição de guarda, embora procure obedecer às boas práticas da conservação museológica/arquivística, ainda está longe do ideal. O desenvolvimento de projetos de salvaguarda - segurança contra riscos, acondicionamento adequado, digitalização, catalogação, acesso digital - é um dos objetivos complementares do Projeto ora apresentado. A SAMII e o MII lutaram, desde então, para transformar os espaços do antigo hospital psiquiátrico em um parque público, aberto à comunidade, por tratar-se este de uma das últimas e únicas áreas verdes da região. A Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro encampou a ideia e criou o Parque Nise da Silveira através dos Decretos nº 35879 de 5 de julho de 2012 e nº 49407 de 14 de setembro de 2021 que encontra-se agora em fase de implantação, realizando a adequação do Parque onde omuseu está instalado, ação iniciada pela importância do museu e a partir de reuniões dos gestores do museu com o Prefeito. Esse projeto irá beneficiar diretamente uma população de 45 mil pessoas que vivem no entorno, e indiretamente outras 120 mil que moram nos bairros adjacentes. Essas características peculiares - um acervo que foi gerado no próprio espaço do Museu, formado por coleções de pessoas oriundas das camadas simples da população, estigmatizadas e excluídas do convívio social - representa um patrimônio inestimável para esta região e para a cidade do Rio de Janeiro. O tema que ela aborda - as experiências psíquicas que vão além da "normalidade", encontra ressonância não apenas na área da saúde mental, sua interdisciplinaridade alcança váriasáreas da atividade humana e importa para o fortalecimento de identidades e o exercício pleno da cidadania.incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 a proposta se enquadra. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. objetivos do Art. 3° da da Lei 8313/91 serão alcançadas com o projeto: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
Plano de divulgaçãoContratação de assessora de imprensaDivulgação nas redes sociais (atualmente conta com 23.000 seguidores) postagens 2 vezes por semana.Produção de postsProdução de cartazesMobilização da imprensa falada e escritaMesa redonda divulgando tanto a parte de catalogação do acervo como também, no período da exposição, com assuntos específicos da exposição. PASSAGENS AÉREASNacional- São Paulo-Rio- São Paulo (2 ida e volta)- Porto Alegre-Rio-Porto Alegre (2 ida e volta) Internacional- Paris-Rio-Paris - RIO-FRANÇA- Lille-Paris-Rio-Paris-Lille - RIO -FRANÇA- Carcassone-Paris-Rio-Paris-Carcassone RIO-FRANÇA- Lausanne-Rio-Lausanne RIO- FRANÇA- Londres-Rio-Londres RIO- INGLATERRA- Heidelberg-Rio-Heidelberg RIO-ALEMANHA- Nova York-Rio-Nova York – RIO-USA HOSPEDAGENS- 4 Courriers (2+2) hospedagens nacionais- 6 Courriers (4+4) hospedagens internacionais Documentos fontes:- Livro de registro de exposições: Período expositivo, relações de obras e temas para as exposições realizadas;- Materiais de imprensa; fotografias, relatos, livros de assinaturas e opiniões das exposições; - Material nos arquivos das instituições onde ocorreram as exposições (Clipping);- Álbuns de artistas e de temas organizados no Museu;- Fontes audiovisuais sobre o Museu;- Cadernos com a relação de temas do Grupo de Estudos do Museu;- Programas e exposições realizadas a partir dos temas do Grupo de Estudo do Museu;- Relação de Simpósios e cursos realizados pelo Grupo de Estudos do Museu após sua criação em 1968. Apesar do museu completar 75 anos em 2027, o recorte cronológico da pesquisa se insere desde a criação da STOR pela Dra. Nise da Silveira em 1946. O conceito de Museu Vivo que está presente na história da instituição até os dias atuais, denota uma continuidadetemporal, onde as obras ainda são produzidas, salvaguardadas e estudadas de forma ininterrupta. Nise da Silveira, em seu trabalho, sempre abriu caminho para diferentes áreas do saber. Os desafios das obras criadas pelos frequentadores dos ateliers do Museu de Imagens do Inconsciente eram compartilhados com artistas, críticos de arte, psicólogos, psiquiatras, antropólogos, educadores, historiadores etc. Metodologia:- Pesquisa documental em arquivos para levantamento e cruzamento de fontes a partir da cronologia das exposições históricas selecionadas: Arquivo Nise, Arquivo da Sociedade de Amigos, Arquivo Museu, Hemeroteca da Biblioteca Nacional, Arquivo Nacional; Arquivos do Museu, Arquivos das instituições que receberam as exposições do Museu;- Divisão por núcleos de pesquisa: Núcleo Ciência; Núcleo Arte; Núcleo Jung (ligação entre Ciência e Arte);- Fotografia e digitalização das obras que constituíram as principais exposições;
Produto principal – plano bianual- Catalogação e fotografação de 20.000 obras do acervo do Museu de Imagens do Inconsciente Produto secundário – exposição de artes- Exposição com 250 obras do Museu e de 6 outras coleções brasileiras e estrangeiras. 3 meses de duração. Produto secundário – exposição de artes - Exposição com 250 obras do Museu e de 6 outras coleções brasileiras e estrangeiras. 3 meses de duração. Produto secundário – catálogo- Publicação /catálogo: tiragem de 1.000 exemplares, 2 volumes, formato 23 x 28 cm, papel couchê mate, capa dura com luva. Produto secundário – contrapartidas sociais- 5 encontros com cerca de 1 hora de duração cada, com professores e estudantes - com certificação.
Produto principal: plano bianualACESSIBILIDADE FÍSICA: os espaços dos Museu são acessíveis para portadores de necessidades especiais contando com rampas, banheiros acessíveisRubrica – não se aplica ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: A base de dados que será disponibilizada para o público contará com audiodescrição e autocontraste para os terminais de acesso.Rubrica: audiodescrição e autocontraste ACESSIBILIDADE DEFICIENTES AUDITIVOS: A base de dados que será disponibilizada para o público contará com legendas explicativasRubrica: legendas ACESSIBILIDADE DEFICIENTES INTELECTUAIS: o conteúdo será acessível para esse públicoRubrica: não se aplica Produto secundário: exposição de artesACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: O local escolhido para a exposição já está adaptado para atendimento de portadores de necessidades especiais com rampas, elevadores, etcRubrica: não se aplica ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Fazer visitas monitoradas com audiodescrição e pranchas táteis.Rubrica: audiodescrição e pranchas táteis(material de apoio pedagógico) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Visitas com intérprete de librasRubrica: intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: A exposição é acessível para esse público, uma vez que a arte tem várias formas de compreensão, e iremos contar com um consultor de acessibilidade para criação de estratégias de atendimento.Rubrica: consultor de acessibilidade Produto secundário: catálogoACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: não se aplicaRubrica: não se aplica ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: não se aplicaRubrica – não se aplicaACESSIBILIDADE DEFICIENTES AUDITIVOS: sugiro um e-book audidescritivoRubrica - audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: O catálogo é acessível para esse público, uma vez que a arte tem várias formas de compreensão, e iremos contar com um consultor de acessibilidade que fará parte da exposiçãoRubrica: consultor de acessibilidade Produto secundário: contrapartidas sociaisACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: O local escolhido para a exposição já está adaptado para atendimento de portadores de necessidades especiais com rampas, elevadores, etcRubrica: não se aplica ACESSIBILIDADE DEFICIENTES VISUAIS: os encontros contarão com monitores para auxiliar na localização espacial e acesso ao conteúdoRubrica – monitores ACESSIBILIDADE DEFICIENTES AUDITIVOS: os encontros contarão com intérpretes de librasRubrica – intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: O catálogo é acessível para esse público, uma vez que a arte tem várias formas de compreensão, e iremos contar com um consultor de acessibilidade que fará parte da exposiçãoRubrica: consultor de acessibilidade
Produto principal: plano bianualAcesso ao site oficial do Museu onde estará disponível gratuitamente o acesso à base de dados com os conteúdos catalogados.Art. 29. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo;III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e Art. 30. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Produto secundário: Exposição de artesA visitação será totalmente gratuita Projeto educativo voltado para crianças e jovens do ensino fundamental e médio. Oferta de 48 ônibus para transporte gratuito de estudantes. Art. 29. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo;III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e Art. 30. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Produto secundário: Catálogo da exposiçãoOs catálogos serão vendidos ao preço de R$ 200,00 e com porcentagem vendida ao valor social. Haverá distribuição gratuita com porcentagens previstas em lei. Art. 29. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo;III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; eIV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3%(três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Art. 30. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Produto secundário: contrapartidas sociaisOs encontros serão totalmente gratuitos e voltados para estudantes e professores da rede pública de ensino Art. 29. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo;III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; eArt. 30. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
Proponenteo proponente irá executar a função de coordenação administrativo financeira. Coordenação geralEurípedes Junior é doutor em museologia e Patrimônio pela UNIRIO/MAst. Trabalha no Museu de Imagens do Inconsciente desde 1979, participando da equipe que sob a supervisão da Dra. Nise da Silveira organizou exposições, publicações, documentários científicos e cursos. Coordenou vários projetos na área museológica e escreveu o livro Do asilo ao museu, um estudo comparativo entre a coleção do MII e suas congêneres europeias. Foi assistente de curadoria em diversas exposições no Brasil e no exterior. Assistente da coordenação geralChristina Gabaglia Penna - brasileira, viveu em diversos países, no entanto, após concluir o ensino médio decidiu voltar para o Brasil. Formou-se em História da Arte [Universidade do Estado do Rio de Janeiro]. Iniciou sua vida profissional trabalhando como assistente de seu Prof. José Maria dos Reis Junior realizando o levantamento e catalogação das obras de gravador Oswaldo Goeldi e do pintor Belmiro de Almeida. Em 1979, foi convidada pelo Prof. João Candido Portinari a integrar o corpo de pesquisadores do Projeto Portinari, tendo sido responsável pela equipe que realizou o levantamento e catalogação de cerca de 5.000 obras de Candido Portinari [1903-1962] e 30.000 documentos sobre sua vida, obra e época. Foi também responsável pela metodologia desenvolvida para esse trabalho, e uma das principais organizadoras da publicação “Candido Portinari - Catálogo Raisonné/Catalogue Raisonné”, primeira no gênero na América Latina [5 volumes de 510 páginas cada um]. Como curadora do Projeto Portinari, idealizou e produziu diversas exposições, no Brasil eno exterior, além de ter organizado várias publicações sobre o artista.A partir de 2006, passou a realizar projetos independentes tornando-se sócia da HÓLOS CONSULTORES ASSOCIADOS, sobretudo no que tange às áreas de conservação bens culturais, exposições, catalogação de acervos, publicações e programas educativos. Curador do acervoLuiz Carlos Mello foi o principal colaborador da Dra. Nise da Silveira, realizando com ela publicações, documentários, exposições e cursos. Escreveu o livro Caminhos de uma Psiquiatra Rebelde, e como curador do acevo do MII, organizou dezenas de exposições no Brasil e no exterior. PRISCILLA ARAUJO ALMEIDA MORET – coordenadora da catalogaçãoMestre em Museologia e Patrimônio pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro/UNIRIO.Especialização em preservação e Gestão do Patrimônio Cultural das Ciências e da Saúde pela Fundação Oswaldo Cruz (2014); Graduação em Museologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro/UNIRIO (2011); Museóloga no Museu de Imagens do Inconsciente/Instituto Municipal Nise da Silveira (2011 - atual). Perita de Obras de Arte e Antiguidades credenciada pelo Ministério da Fazenda (2015-2017). Consultoria e Coordenação do Processo de Catalogação no Projeto de Preservação e Divulgação do Acervo do Museu de Imagens do Inconsciente (2020 - atual).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.