Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 248479Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Projeto Hélio Oiticica - Plano Anual 2025

PROJETO HELIO OITICICA
Solicitado
R$ 4,39 mi
Aprovado
R$ 4,37 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano anual
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Hélio Oiticica (1937-1980) foi um dos mais inovadores e influentes artistas brasileiros do último século, desempenhando um papel crucial no desenvolvimento das artes visuais contemporâneas no país. Há mais de 40 anos, o Projeto Hélio Oiticica (projetoho.com.br) se dedica à preservação, gestão e difusão da obra do artista através de exposições, publicações e colaborações com instituições culturais e acadêmicas. Em 2025, o Projeto HO busca incentivos e patrocínios através da Lei de Incentivo à Cultura para garantir a manutenção do acervo e intensificar sua acessibilidade ao público, bem como promover ações educativas e culturais que ampliem o impacto da obra de Hélio Oiticica na comunidade.

Sinopse

O Projeto Hélio Oiticica se prepara para a realização de dois grandes eventos artísticos em 2025: a exposição de artes visuais "Experiência Neoconcreta", e o evento "Parada 7 - A parada da arte". "Experiência Neoconcreta" é uma exposição de celebração dos mais de 60 anos do Movimento Neoconcreto, realizada no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica (CMHO) e no Centro Cultural Justiça Federal (CCJF), ambos localizados na região central do Rio de Janeiro. Com uma grande estrutura física e logística, a exposição terá duração de 6 meses, a partir do segundo semestre de 2025. Com curadoria de Fernando Cocchiarale, César Oiticica Filho e Evandro Salles, a mostra incluirá documentos, obras de arte e poemas de Mário Pedrosa, Lygia Pape, Lygia Clark, Ferreira Gullar, Amílcar de Castro, Theon Spanudis, Cláudio Mello e Souza, Franz Weissman, Hélio Oiticica, Hércules Barsotti, Roberto Pontual, Mário Faustino, Ruy Costa Duarte, Glauber Rocha, Augusto Boal, Bárbara Heliodora, entre outros. "Parada 7 - A parada da arte" é um evento artístico realizado desde 2022 pelo Centro Cultural Justiça Federal (CCJF) e o Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica (CMAHO). A exposição-evento ocupa os dois centros culturais, localizados em áreas centrais da cidade do Rio de Janeiro, e é inaugurada sempre no 7 de setembro, feriado nacional que marca o Dia da Independência. Nessa data, a Parada 7 também realiza um cortejo-parada artístico que percorre algumas das principais ruas da cidade, saindo da Cinelândia até a Praça Tiradentes. Sempre voltada à reflexão sobre as questões brasileiras, a exposição terá como tema central no ano de 2024 a crise climática mundial, o desenvolvimento sustentável, a relação homem-natureza e todas as questões em torno da pergunta: "que planeta queremos?".

Objetivos

Objetivo Geral Assegurar a continuidade da preservação, gestão e difusão do acervo de Hélio Oiticica, promovendo sua acessibilidade ao público e fortalecendo o papel do Projeto Hélio Oiticica na cena cultural nacional e internacional. Objetivos Específicos - Manutenção e Conservação do Acervo: Garantir a preservação física e digital das obras e documentos de Hélio Oiticica, incluindo restauração, catalogação e digitalização.- Acessibilidade e Difusão: Ampliar o acesso ao acervo por meio de exposições, publicações e plataformas digitais, favorecendo a democratização da cultura.- Educação e Formação: Desenvolver e implementar atividades educativas e culturais, em parceria com instituições de ensino e centros culturais.- Parcerias e Colaborações: Fortalecer parcerias com universidades, centros culturais e instituições públicas e privadas para promover a obra de Hélio Oiticica.- Gestão e Sustentabilidade: Estabelecer um modelo de gestão eficiente e sustentável para garantir a continuidade das atividades do Projeto Hélio Oiticica.

Justificativa

O Projeto Hélio Oiticica (projetoho.com.br), fundado em 1981 pelos irmãos César e Cláudio Oiticica, é uma entidade cultural sem fins lucrativos dedicada à preservação e divulgação da obra de um dos mais importantes artistas brasileiros do século XX. A trajetória do projeto inclui exposições internacionais e nacionais, publicações renomadas e parcerias com instituições culturais e acadêmicas. No entanto, após o período sem apoio governamental e a desativação do Ministério da Cultura, o projeto enfrenta o desafio de assegurar sua continuidade sem recursos adequados. É importante ressaltar que, ao longo dos anos, o Projeto Hélio Oiticica manteve uma gestão impecável, com todas as contas aprovadas e sem registros de irregularidades. Neste momento de retomada cultural, é essencial obter o apoio financeiro através da Lei Rouanet para garantir a continuidade das atividades. O Projeto já tem uma parceria consolidada com a Prefeitura do Rio de Janeiro, que garante o acesso do público ao acervo há mais de três anos através do Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica, localizado na região central carioca. A proposta visa não apenas manter esse acesso, mas também ampliá-lo e intensificá-lo. O Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica (CMHO) desempenha um papel vital na promoção de diversas manifestações artísticas e culturais. Utilizando a obra de Hélio Oiticica como plataforma, o centro promove exposições e atividades em artes visuais, performáticas, dança, música e outras formas de expressão cultural. Além disso, o centro colabora com universidades públicas (UFRJ, UERJ, UFF), oferecendo aulas, workshops, oficinas e cursos de extensão, o que amplia o acesso à educação e à cultura de uma forma mais abrangente. Para aprimorar sua infraestrutura e expandir suas ações educativas, o Projeto Hélio Oiticica busca na Lei de Incentivo à Cultura um meio crucial para sua sustentabilidade e crescimento. A proposta visa garantir a continuidade da preservação do acervo e a realização de atividades culturais e educativas que fortalecerão o impacto da obra de Hélio Oiticica, promovendo uma maior democratização do acesso não só à obra do artista, mas também à educação e à cultura de uma forma mais ampla.

Especificação técnica

A "Experiência Neoconcreta" inclui um catálogo de 100 páginas com tiragem de 1000 exemplares. O projeto pedagógico da exposição inclui um programa de curso a ser desenvolvido em quatro módulos. Tais módulos acontecerão em cada mês da exposição e contarão com 15h de duração divididas em 5 dias de aula com 3h de duração cada. Totalizando 60h de cursos gratuitos, oferecidos ao público interessado e que tem por objetivo geral ampliar o debate e explicitar questões históricas, estéticas, filosóficas e artísticas que foram determinantes para o período abordado pela exposição sobre o Neoconcretismo, considerando inclusive a relevância do seu legado para a produção brasileira, bem como a possibilidade de aproximação de tais questões com a contemporaneidade. Cada módulo será oferecido por professores diferentes, ampliando a abordagem sobre o tema e estimulando a pluralidade discursiva sobre o debate. Importante ainda destacar que todos os docentes envolvidos no projeto são especialistas na área: Alexandre Sá, Fernanda Lopes e Pollyana Quintela. Objetivos do curso: - Promover um curso abrangente e gratuito ao público especializado que tenha por objetivo elucidar e problematizar teoricamente o período correspondente ao Neoconcretismo - Discutir de maneira aprofundada as diversas abordagens possíveis sobre o tema: teórica, histórica, filosófica, artística e estética. - Aproximar de forma problematizada a produção e a teoria crítica do período com as obras de arte, explicitando as relações ambivalentes na relação de identidade e o mercado internacional de arte. - Pensar e investigar o legado do período, considerando uma herança ainda contundente do modernismo brasileiro. - Reavaliar as relações entre identidade e modernidade a partir das proposições feitas por tais artistas. - Discutir as aproximações e distanciamentos possíveis entre o período histórico e a produção dos artistas. - Fomentar o debate sobre o assunto, considerando suas relações com a atualidade. - Cobrir um lapso histórico sobre a potência política de tais trabalhos no panorama contemporâneo de reavaliação curatorial e museológico. - Discutir os pressupostos políticos detectáveis em tais materiais, buscando problematizar a relação com as Artes Visuais e sua particularidade diante de outras áreas historicamente mais radicais, como o Teatro e a Música. Conteúdo Programático: - O legado moderno - Modernidade x modernismo - O embate ainda presente entre figuração e abstração. - O Brasil moderno em relação ao mundo. - A produção artística depois da Segunda Guerra Mundial - A abstração nos anos 1950. - Arquitetura moderna e a expansão das cidades. - A Bienal de 1951. - Atualizações do construtivismo. - Alguma morte da pintura. - O sensível em Merleau-Ponty - Arte Pop e Novo Realismo - Os anos 1960 e a desmaterialização da obra. - Minimalismo, pós-minimalismo, arte conceitual, performance e land art. - O corpo como suporte da experiência. - Entre o plano e o espaço, possibilidades de passagem. - Concretos e neoconcretos. SP e RJ. - Grupo Frente - Escritos de artistas do período - O Brasil entre 1960 e 1970. - Tropicália.

Acessibilidade

Acessibilidade Física e Arquitetônica: Os locais de realização do projeto são acessíveis a idosos, pessoas com deficiência (PCDs) e pessoas com mobilidade reduzida. O Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica está equipado com rampa de acesso principal, corrimãos, piso tátil, elevadores, banheiros adaptados e sinalização em braille. Acessibilidade Comunicacional: O projeto adota um plano de acessibilidade comunicacional seguindo a Lei Federal nº 13.146/2015. Isso inclui: - Descrição de imagens fixas, linguagem simples e textos adaptados para softwares de leitura de tela.- Aplicação de audiodescrição e legendas descritivas nos vídeos promocionais.- Exposições acessíveis com audiodescrição e vídeos em Libras.

Democratização do acesso

O Projeto Hélio Oiticica se dedica a garantir o acesso democratizado à sua programação, promovendo inclusão e diversidade por meio das seguintes iniciativas: - Salas de exposição, Mezaninos e Auditório: Além de 9 galerias, o espaço conta com dois mezaninos e um auditório com capacidade para 100 pessoas, possibilitando a realização de eventos e exposições para grandes públicos, garantindo que as atividades culturais atinjam uma audiência ampla e diversificada.- Salas Multiuso e Sala de Pesquisa: Com duas salas multiuso e uma sala de pesquisa, o projeto oferece ambientes adaptáveis para atividades educacionais e culturais, incluindo oficinas, workshops e programas de formação que atendem diferentes necessidades e interesses.- Visitas Mediadas: As visitas mediadas são organizadas para grupos institucionais, escolas públicas e privadas, ONGs e outras instituições de educação e integração social, proporcionando uma experiência enriquecedora e guiada através das obras e do legado de Hélio Oiticica.- Visitas Temáticas: Realizamos visitas temáticas abertas ao público geral, com percursos em grupo que exploram detalhadamente as obras e instalações de Hélio Oiticica, permitindo uma imersão profunda na arte e na história do artista.- Salas de Exposição: As seis salas dedicadas à exibição de obras de Hélio Oiticica, incluindo instalações icônicas como "Cosmococa 5 - Hendrix War", "Parangolé Tendas", "Cama Bólide" e "PN28 - Nas Quebradas", estão preparadas para receber intervenções e atividades colaborativas com artistas e coletivos. Esses espaços são projetados para acolher uma variedade de expressões artísticas e eventos culturais. O Programa Hélio Oiticica utiliza a obra do artista como uma plataforma que cria condições a novos artistas e também aos mais conhecidos para dialogar com esse legado. Durante os 3 anos de sua atividade no CMAHO, o Programa promoveu não apenas a realização de obras e performances de arte contemporânea, mas dialogou com diversas outras expressões artísticas, como dança, poesia, cursos, seminários, música, entre outras atividades, se tornando um espaço de experimentação curatorial e educacional. O espaço também dialoga com a cidade, em especial o centro da cidade do Rio de Janeiro, impulssionando a retomada desse local após o abandono deixado pela pandemia. Todas as atividades promovidas pelo Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica em colaboração com o Projeto Hélio Oiticica são totalmente gratuitas e acessíveis a todas as faixas etárias, sem distinção de gênero, raça ou classe social. Através dessas iniciativas, buscamos não apenas democratizar o acesso às obras e ao legado de Hélio Oiticica, mas também promover um ambiente cultural inclusivo e estimulante para todos os públicos.

Ficha técnica

O Projeto Hélio Oiticica foi fundado em 1981 pelos irmãos do artista Hélio Oiticica, César e Cláudio, com o objetivo de preservar e difundir sua obra. Dentre seus projetos mais importantes, destaca-se a publicação do livro de textos de Hélio Oiticica “Aspiro ao grande labirinto”, e as exposições retrospectivas realizadas em Rotterdam, Paris, Barcelona, Lisboa e Minneapolis, incluindo seus respectivos catálogos. Além disso, o projeto conseguiu incluir o acervo de Hélio em 16 exposições no Brasil, sendo 10 coletivas e seis individuais, bem como 12 exposições no exterior, sendo 11 coletivas e uma individual. Em 1996, o Centro de Arte Hélio Oiticica foi inaugurado, profissionalizando a administração e promovendo diversas exposições nacionais e internacionais. Em 2021, o Centro foi reaberto na Praça Tiradentes, exibindo obras inéditas e reafirmando o legado de Hélio Oiticica. Desde 2005, o projeto digitaliza e disponibiliza os textos do artista, ampliando seu acesso para estudantes e pesquisadores. Diretor - César Oiticica Filho César Oiticica Filho nasceu no Rio de Janeiro e desde 1997 assume a curadoria do Projeto Hélio Oiticica. Artista, curador e cineasta, sua pesquisa transita entre a pintura e a fotografia, explorando os multimeios que conectam as artes plásticas e o cinema. É formado em Comunicação Social pela Faculdade da Cidade (1992) e cursou Cinema na New York Film Academy (2007). Aos 16 anos de idade já integrava o catálogo da 1ª FotoNorte, mostra promovida pela Funarte com os principais fotógrafos do norte do país. Sua primeira exposição individual foi no Teatro Amazonas (Manaus, 1996). Realizou o longa-metragem documentário "Hélio Oiticica" (2012), que conquistou os Prêmios Caligari e FIPRESCI de Melhor Filme no Festival de Berlim, o Prêmio Especial do Júri no Festival International du Livre D'Art et du Film - FILAF, bem como o Prêmio de Melhor Documentário no Festival do Rio. Em 2003, realizou o filme “Cosmocápsula” e as exposições “Cosmococa Program In Progress” no MAM Rio e "A Dança da Luz", no Museu Nacional de Belas Artes (2004). Em 2005, foi apontado pela revista francesa Photo como uma das revelações da nova geração de fotógrafos brasileiros pelo “Mulheres Luz”. Em 2006, participou do Arte Pará com o trabalho “Pintura Quântica”, selecionado por Paulo Herkenhoff. Em 2007, foi responsável pela colocação de Hélio Oiticica no Tate Modern. Nesse mesmo ano, realizou a ação “É Tudo Verdade”, com Carlo Cirenza, no MAM Rio, saindo ao mar com uma jangada que traz impressa na vela a imagem de Pelé. Em 2008, realizou o curta “Invenção da Cor”, exibido no Instituto Cultural Inhotim. Em 2009, foi curador da exposição “Penetráveis”, de Hélio Oiticica, no Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica. Em 2011, publica o livro “Museu é o Mundo”, baseado na exposição homônima cuja curadoria assina junto com Fernando Cocchiarale. A exposição “Museu é o Mundo” circulou por quatro cidades do país e conquistou o Prêmio ABCA. No mesmo ano, também mostra seus trabalhos inéditos em “Quântica”, no Centro Cultural da Justiça Federal do Rio de Janeiro. Em 2015, participou da XII Bienal de Havana, e em 2014 da exposição “Brasil x Brasil”, no Museu de Artes Aplicadas, em Frankfurt. Em 2013, participou da Bienal de Moving Image B3, em Frankfurt, onde ministrou uma masterclass. Entre seus principais trabalhos estão as curadorias de “Rhodislândia” na OM_Art (Jóquei Clube de Rio de Janeiro, 2018) e de “José Oiticica Filho”, junto com Carlo Cirenza (MIS São Paulo, 2018) Diretora Artística - Iazana GuizzoArquiteta e Urbanista. Doutora em urbanismo pela UFRJ (2014), com o tema “Dos métodos de concepção do espaço comum: a participação em Cristopher Alexander, Lina Bo Bardi e Hassan Fathy”. Atua como professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Trabalhou como coordenadora e professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Santa Úrsula-RJ e professora do Mestrado Profissional em Gestão do Trabalho para a Qualidade do Ambiente Construído, da mesma instituição. Realizou doutorado-sanduíche no Institut d'Urbanisme de Paris (2012 e 2013). Mestre pelo programa de pós-graduação em Psicologia da Universidade Federal Fluminense (2008). É formada em Arquitetura e Urbanismo pela UniRitter-RS (2004) e no curso técnico de bailarino contemporâneo pela Escola Angel Vianna-RJ (2009-2011). Atuou como arquiteta e urbanista na Prefeitura de Nova Iguaçu-RJ (2006 a 2009). Participou da equipe de elaboração dos planos diretores de Nilópolis e São João de Meriti, RJ (2006). Atuou, também, como professora substituta na FAU-UFRJ (2009 a 2010), além de elaborar e executar projetos de arquitetura e intervenções artísticas. Diretora de Produção - Giuliana ZamprognoGiuliana Zamprogno atua Coordenadora de Desenvolvimento de Projetos na Tamanduá Vermelho, produtora fundada por Maya Da-Rin ("A Febre", Locarno 2019), e como Assistente de produção na Guerrilha Filmes, produtora criada em 2011 pelo artista plástico e cineasta César Oiticica Filho ("Hélio Oiticica", Berlinale 2012). Produtor - Lucas AndrelinoProfissional de produção cultural com ampla experiência em projetos comunitários e artísticos. Residente na comunidade da Rocinha, iniciou sua trajetória em 1998 no grupo Nós do Morro, onde começou a desenvolver suas habilidades em produção. Posteriormente, foi contratado pela Racord Produções Artísticas e Cinematográficas, onde consolidou sua experiência. Lucas teve seu primeiro contato com a produção de exposições no Projeto Hélio Oiticica, onde atuou como assistente em várias mostras de grande relevância, incluindo as exposições de José Oiticica Filho, "Cosmococa", "Penetráveis", "Museu é o Mundo", e "Meta Imagens - Cesar Oiticica Filho". No cinema, destacou-se como assistente de produção no documentário "Hélio Oiticica". Atualmente, Lucas integra o Programa Hélio Oiticica, que reabriu o Centro Municipal Hélio Oiticica, promovendo mais de 100 eventos no local, incluindo iniciativas sociais e inclusivas, como a Oficina de Fotografia da Casa Nem, Parada 7 e a Feira Elas no HO. Pesquisadora - Ariane de FigueiredoCom um profundo conhecimento na área de conservação de arte, Ariane foi uma das principais responsáveis pela pesquisa e digitalização dos arquivos de Hélio Oiticica, contribuindo para a preservação e acessibilidade do acervo. Entre suas realizações, destaca-se a autoria da cronologia definitiva de Hélio Oiticica, um trabalho de grande importância que organiza e contextualiza a vida e obra do artista. Ariane também é reconhecida por sua especialização em telas, tecidos e Parangolés, peças fundamentais na obra de Oiticica. Além disso, supervisiona com precisão o envio e recebimento de obras que fazem parte das exposições nacionais e internacionais do Projeto Hélio Oiticica. Sua expertise e comprometimento são essenciais para a manutenção da integridade do acervo e para o sucesso das iniciativas culturais do projeto. Museologia - Jorge Marcelo FilhoJorge Marcelo Filho é um arqueólogo experiente que desempenha um papel crucial no Projeto Hélio Oiticica, atuando na restauração e recuperação de fotografias, cartas e outros materiais de valor histórico. Além de sua especialidade em arqueologia, Jorge é responsável por diversas tarefas relacionadas à conservação do acervo, garantindo a preservação e integridade dos registros visuais e escritos do projeto. Sua dedicação e habilidades técnicas são essenciais para a continuidade e expansão dos trabalhos do Projeto Hélio Oiticica. Museografia - Jair Oliveira Design - Vitor Max

Providência

PROJETO ARQUIVADO.