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O projeto busca viabilizar o Plano Bianual do Instituto Feira Preta, abrangendo ações formativas gratuitas e apresentações musicais nas Casas PretaHub São Paulo e PretaHub Cachoeira. Além da realização do maior festival anual de cultura e empreendedorismo negro da América Latina, para promoção do empreendedorismo cultural, através de mostras em diversas áreas artísticas, como apresentações musicais, cênicas e literárias e palestras/debates.
Calendário de Atividades - Sede Casas PretaHub São Paulo/SP e Unidade Cachoeira/BA (PLANO BIANUAL): PretaHub São Paulo A Casa Preta Hub oferece uma programação semanal gratuita focada na capacitação de empreendedores e profissionais da comunidade negra. As ações formativas abrangem cursos em áreas como artesanato, moda, música, literatura, gastronomia, tecnologia e negócios. O espaço funciona como um centro de economia colaborativa, promovendo a difusão e preservação da cultura negra e possibilitando a divulgação e comercialização de produtos e serviços. A Casa Preta Hub segue como princípio o tripé da Sustentabilidade, no qual são abordados de maneira equilibrada os aspectos socioculturais, econômicos e ambientais. Possibilitando aos empreendedores, artistas e profissionais liberais um espaço permanente de divulgação e comercialização de seus produtos e serviços, gerando assim renda dentro da comunidade negra. Além de articular ações comerciais que possam gerar receita própria, por meio de venda de produtos (roupas, acessórios e souvenirs) da marca Feira Preta em colaboração com estilistas de todo o Brasil. A Casa Preta Hub é um multi espaço conceito que reúne uma livraria afro centrada, galeria de arte, espaço para cursos diversos e apresentações artísticas, coworking de moda, cozinha colaborativa, estúdio de audiovisual, estúdio de som, espaço-loja para comercialização de produtos, restaurante e espaço para trabalho e estudo. A história da Casa PretaHub São Paulo começa em 2010/2011 com o estabelecimento da Casa da Preta, no bairro Vila Madalena em São Paulo. Nessa primeira experiência, que durou 2 anos e com a parceria da AECID, conseguimos criar um espaço onde tinha uma loja colaborativa, um espaço para eventos e o escritório do Instituto Feira Preta. Após 8 anos, estabelecemos a nova Casa PretaHub São Paula na Avenida Nove de Julho 50, no Anhangabaú no bairro República no centro de São Paulo. Esse período coincide com o início inesperado da pandemia e traz, com isso, muitas dificuldades, que foram enfrentadas para viabilizar o espaço. Finalmente, em setembro de 2020, a Casa PH ficou pronta e teve um lançamento on-line O Programa Casas PretaHub oferece ações formativas culturais para treinamento, suporte e ferramentas no uso de mídias digitais, produção digital, modelos e gerenciamento de negócios, e a articulação da rede de profissionais negros, indígenas e LBGTQIA+ chamada Bioma PretaHub. Nesse olhar, a Casa PretaHub São Paulo é um Espaço de Transformação Digital e Inteligência colaborativa pretas. O espaço funciona como um polo de tendências, um lugar para criadores (makers); um lugar de impulso e pertencimento; e uma casa de culturas vivas. A Transformação Digital como o fomento de futuros possíveis; das tecnologias de criação pensado para e por pessoas negras fazer parte de um movimento para escalonar, transformar e gerar independência de negócios. A Inteligência colaborativa é a metodologia utilizada na formação para fomentar o coletivo; conectar talentos; romper com uma lógica eurocêntrica; e ditar tendências. Casas PretaHub Cachoeira (BA) A Casa PretaHub na Bahia se encontra na cidade de Cachoeira, no Recôncavo da Bahia, uma cidade histórica que possui uma representativa potente para a cultura afro-brasileira. É um espaço pensado para apoiar os artistas locais a produzir conteúdo para o digital, tendo um estúdio fotográfico e de som, além do espaço de coworking para cocriar e desenvolver os negócios locais, promovendo um ecossistema diverso de economia colaborativa pautada nos temas de afro empreendedorismo e cultura afro diaspórica. A Casa PretaHub Cachoeira, surgiu como uma resposta à necessidade de conectar aos jovens e velhos negros e indígenas do recôncavo baiano com a potência da ancestralidade e o empreendedorismo que existe nessa região. Nesse sentido, a segunda Casa PretaHub em Cachoeira teve também um grande valor simbólico tendo em conta que a cidade foi o centro da luta dos direitos civis e da liberdade dos irmãos negros, e, até hoje existe a Irmandade da Boa Morte, que apoio a causa desde seu início. Cachoeira é uma das cidades mais negras do Brasil. Portanto, sob este olhar, a Casa PretaHub Cachoeira é Território de Tradições e Inovações Pretas, onde se entende sobre este espaço como território de intercâmbio cultural de compartilhamentos de vivências e experiências locais e do senso de pertencimento local. A Tradição é uma ferramenta para o fortalecimento da comunidade local; a criação de memórias atuais; preservação de culturas e heranças ancestrais. Utiliza-se a Inovação como o conjunto de tecnologias, inventividades; tendências pretas; que prioriza a criação de redes e produção de conteúdo dos negros para os negros. O lançamento da Casa em Cachoeira ocorreu no dia 13 de agosto de 2021, no mesmo dia da tradicional festa secular da irmandade da boa morte, uma confraria religiosa afrocatólica que, na sua origem, e por muito tempo, foi responsável pela alforria de inúmeros escravos. A Casa tornou-se o mais novo espaço da valorização da cultura negra na Cidade de Cachoeira, sendo um espaço de fomento às novas economias, pautadas na criatividade, colaboração e circularidade, com o engajamento social e cultural, de difusão e preservação artística da cultura negra permanente, estimulando a criatividade e produção cultural do país A programação de ações formativas culturais utiliza os pilares abaixo: - Criação: Processos Criativos - Ampliação de repertório/ tendências, influências cultura afro diaspórica - Produção: Como fazer? Gestão/ Produção - Distribuição - Como Distribuir? Da Comunicação a Embalagem - Consumo (vendas/ definição persona/fidelização clientes) Oficinas Casa PretaHub São Paulo – SP (Por ano): 40 oficinas/ano = 80 oficinas (biênio) 25 empreendedores 40 oficinas = 1000 empreendedores/ano = 2.000 empreendedores/biênio Oficinas Casa PretaHub Cachoeira - BA (Por ano): 40 oficinas/ano = 80 oficinas (biênio) 25 empreendedores 40 oficinas = 1000 empreendedores/ano = 2.000 empreendedores/biênio Show Música Regional São Paulo: 10 bandas música regional/ano 50 pessoas cada show 500 pessoas no total/ano 1000 pessoas biênio Show Música Regional Cachoeira: 10 bandas música regional/ano 50 pessoas cada show 500 pessoas no total/ano 1000 pessoas biênio Total de pessoas impactadas nas Casas PretaHub São Paulo e Cachoeira: 4000 (biênio)
Objetivo Geral: O objetivo desse projeto é realizar o Plano Bianual de atividades do Instituto Feira Preta (2025/2026), cujo cronograma é composto pela manutenção de atividades fixas das Casas PretaHub São Paulo e Cachoeira (ações formativas gratuitas e apresentações musicais) e pela realização do maior festival de empreendedorismo negro da América Latina, com mostras/apresentações em diversas linguagens artísticas Objetivos Específicos: Produto (principal): PLANO ANUAL - Programação Do Instituto Feira Preta - Casas PretaHub _ São Paulo e Cachoeira - Biênio 2025/2026 ● Manutenção das sedes do Instituto Feira Preta, Casa Preta Hub São Paulo e Casa Preta Hub Cachoeira (BA), abertas ao público para visitação ● Realização de ações formativas gratuitas das Casas PretaHUB Cachoeira e São Paulo. As atividades serão ofertadas por 10 meses. grade/ano: 01 atividade formativa/semanaX4 ações/mêsX10 meses=40 ações/ano por casa, total de 80 ações no biênio/casa, 160 total. Serão impactados cerca de 1000 empreendedores/cidade/ano= 4000 pessoas impactadas ● 01 apresentação musical de grupo/banda regional ao mês x 10 meses = 10 shows/ano por município (São Paulo e Cachoeira). Total 40 shows no biênio para as 2 casas. Estimativa de público/show=50 pessoas, total 500 pessoas de plateia/cidade/ano= 2000 pessoas impactadas São Paulo:20 Músicos/grupos tradicionais da Cidade de São Paulo se apresentarão na Casa Preta Hub São Paulo, sendo uma apresentação por mês. As apresentações também contemplarão o "samba rock/urbano paulista", um estilo de música/dança tipicamente popular nas periferias, de origem afro-paulistana. Sendo a sua importância instituída pela Lei n° 16.207, - Dia 31 de Agosto como sendo o "Dia do Samba-Rock" no calendário oficial do Estado de São Paulo e reconhecido pela Lei n° 14.406, como Patrimônio Cultural Imaterial da cidade de São Paulo. Dança Jongo é uma herança dos negros e é marcada por formar uma roda de homens e mulheres que canta uma canção e as outras pessoas batem palmas e fazem movimentos. Os instrumentos musicais utilizados são tambores e chocalhos Gêneros: Samba Paulista/Rock; Jongo; Música Caipira; Forró histórico da Edição anterior: bloco, Ile Aye Ilu Oba de min, zumbido, Umoja, Ilu Ina, Roda de Samba Os PRETTOS, Cacique de Ramos, Samba da Laje, Fabiana Cozza, resenha da Nala, Meninos Ore Ore, Mart'nália, Samba Dela com A Dama, Axé Attooxxa, Tiago Simas, Velhas Guardas, Dona Onete, Lia de airamaraca, Lia de Itamaracá, Samba rock Clube do Balanço com Paula Lima Bahia: 20 Músicos/grupos tradicionais do Recôncavo baiano se apresentarão no Casa Preta Hub Cachoeira, sendo uma apresentação por mês. As apresentações contemplarão o samba de roda, surgido na Bahia, por volta de 1960, sendo fortemente reconhecido na região do Recôncavo Baiano e Salvador. A expressão reúne tradições culturais trazidas pelos africanos escravizados, como o culto aos orixás e caboclos. Em 2005, foi tombado como patrimônio imaterial do Estado da Bahia. As apresentações exaltam a poética e o ritmo singular dos sambadores do Recôncavo, com o propósito de unir o público em um festejo de interação com as raízes do samba de roda Gêneros: Samba de Roda; música de capoeira; Músicas de terreiro (candomblé); forró e axé. histórico da Edição anterior: Samba de Criolo, Danton do Arcodeon, Roda de samba dona Dalva Estimativa de público total: 4 mil pessoas impactadas nos 2 anos. *Os grupos serão decididos pelo curador a ser contratado após a liberação de execução, Onde iremos estritamente fomentar artistas/atrações regionais Produtos secundários: a) Festival/Mostra - FESTIVAL FEIRA PRETA Realização das edições de 2025 e 2026 do Festival Feira Preta em São Paulo ao longo de 3 dias por ano, abordando temas e linguagens culturais diversas, como mostras/apresentações em diversas as linguagens artísticas (música, artes visuais, artes cênicas, palestras e exibição de obras) Estimativa de público total: 40 mil pessoas impactadas nos 2 anos b) Exposição de Artes (Artes Visuais) - FESTIVAL FEIRA PRETA ● 06 intervenções de artes visuais urbanas (videomapping, desfile de moda, exposições artísticas - plásticas, fotográfica. Total: 12 intervenções ● Elaboração anual de 1 projeto expográfico das exposições, incluindo impressão de legendas das obras, criação do circuito de visitação etc. Total: 2 projetos expográficos Estimativa de público total: 20 mil pessoas impactadas nos 2 anos c) Apresentação musical (Música Regional) - FESTIVAL FEIRA PRETA ● 3 shows de música regionais/locais por ano. Total 6 shows ● Reprodução de músicas e avisos no evento por meio da contratação de 3 Djs/ano, total de 6 Djs As apresentações musicais deste projeto têm um forte caráter cultural e regional, focadas na valorização e promoção de artistas locais e de atrações que representam a riqueza da música regional brasileira. A música regional brasileira é um patrimônio cultural imaterial de imensa importância, que abrange uma diversidade de gêneros e expressões artísticas. Estilos como o samba rock/urbano paulista, o forró, e o samba de roda e axé são exemplos icônicos dessa riqueza cultural. O samba rock/urbano paulista, por exemplo, é uma fusão única de ritmos que emergiu nas periferias de São Paulo, refletindo a criatividade e a resistência das comunidades afro-paulistanas. O forró, originário do Nordeste, é um gênero que mistura ritmos como o baião, o xote e o xaxado, sendo amplamente celebrado em festas juninas e eventos culturais em todo o Brasil. Este estilo é uma manifestação vibrante da cultura nordestina, que conecta gerações e regiões através de sua música dançante e envolvente. O samba de roda, uma tradição da Bahia, é reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO. Este estilo musical, caracterizado por sua dança em roda e pela utilização de instrumentos como o pandeiro, o atabaque e o reco-reco, é uma celebração da ancestralidade e da espiritualidade afro-brasileira, mantendo viva a ligação com as raízes africanas. As atrações serão escolhidas com o objetivo de não apenas preservar, mas também realizar e promover essas tradições musicais, garantindo que a música regional brasileira continue a enriquecer nossa cultura. Histórico de edição Anterior: São Paulo: bloco, Ile Aye Ilu Oba de min, zumbido, Umoja, Ilu Ina, Roda de Samba Os PRETTOS, Samba da Laje, Fabiana Cozza, resenha da Nala, Meninos Ore Ore, Mart'nália, Samba Dela com A Dama, Axé Attooxxa, Tiago Simas, Velhas Guardas, Escola de Samba: Samba rock Clube do Balanço com Paula Lima. Bahia: Samba de Criolo, Danton do Arcodeon, Roda de samba dona Dalva, Mariene de Castro, Rachel Reis, Afrocidade, Lazzo Matumbi, Olodum *Os grupos serão decididos pelo curador a ser contratado após a liberação de execução, onde iremos estritamente fomentar artistas/atrações regionais Estimativa de público total: 40 mil pessoas impactadas nos 2 anos d) Espetáculo de Artes Cênicas (Artes Cênicas) - FESTIVAL FEIRA PRETA ● 4 espetáculos de dança/performance. Total de 8 espetáculos ● 2 manifestações da cultura popular (cortejos, rodas de samba). Total de 4 manifestações Estimativa de público total :20 mil pessoas impactadas nos 2 anos e) Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra (Humanidades) - FESTIVAL FEIRA PRETA ● 24 palestras/painéis por ano com temáticas de economia criativa, empreendedorismo cultural e linguagens artísticas, sendo cada palestra/painéis conduzidos pelos especialistas, total de 24 palestrantes: 10 brasileiros e 14 estrangeiros ● Promover um intercâmbio cultural com 14 palestrantes estrangeiros dentro dos segmentos artísticos: música, dança, pintura, escultura, teatro, literatura, cinema, fotografia, história em quadrinhos (HQ), jogos eletrônicos e arte digital Estimativa de público total :4 mil pessoas impactadas nos 2 anos
Em 2002, Adriana Barbosa se encontrava desempregada e buscava uma forma de ganhar dinheiro. Resolveu então, junto com uma amiga, criar um brechó onde vendia peças de roupas que não usava mais. O negócio foi bem-sucedido e, em pouco tempo, começou a visitar várias feiras vendendo seus produtos, até que, numa dessas ocasiões, acabou sofrendo um arrastão e perdeu grande parte de seu investimento. Ao invés de se deixar abater, Adriana teve a ideia de criar a própria feira, onde não precisaria mais disputar espaço com pessoas brancas e pudesse expor produtos com os quais se identificasse e, mais ainda, onde pudesse envolver produtos feitos por pessoas negras para pessoas negras. Em paralelo, notou que o bairro Vila Madalena (na zona oeste de São Paulo) estava se tornando palco de muitos eventos de black music, onde a maioria das baladas possuía público e DJs negros, mas nenhuma tinha um proprietário afro-brasileiro. Buscando resolver o problema da falta de protagonismo dos negros em eventos de cultura negra - e juntando a isso à ideia de criar a própria feira -, Adriana lançou, em 2002, a primeira Feira Preta na Praça Benedito Calixto, em São Paulo. Com 40 expositores e cerca de 7 mil visitantes, a feira foi um sucesso. A ideia era produzir um evento que reunisse cultura, produtos e serviços sob a estética afro e, de lá para cá, 20 anos se passaram e já foram realizadas mais de 20 edições, com participação de mais de cinco mil artistas e um milhão de pessoas contempladas. Mas, mais do que isto, a Feira Preta deixou de ser apenas um evento anual e se transformou em uma plataforma de desenvolvimento da cultura negra em amplo espectro, ou seja, a iniciativa teve tamanha exposição e repercussão nacional, que acabou sendo criado o Instituto Feira Preta que, atualmente, gerencia todas as atividades por meio das Casas Preta Hub (São Paulo e Cachoeira), dois espaços multigênero, multilinguagem e regado a diversidade e liberdade de expressão, com foco na construção de ações, projetos e programas voltados às mais diversas manifestações artísticas da cultura negra, como literatura, artes visuais, artes cênicas, audiovisual e culturas populares tradicionais (patrimônio imaterial). O Festival Feira Preta, maior festival de cultura negra e economia criativa da América Latina, é lugar de encontro das diferentes expressões da criatividade e inventividade pretas. Shows, experiências imersivas, artes, produtos e serviços de categorias diversas, além de painéis que promovem a convergência e compartilhamento de saberes sobre o futuro da economia preta, do afro-consumo, do empreendedorismo e da existência negra. Dessa maneira, o presente projeto pretende reunir, em 2025 e 2026, todas as ações realizadas pelo Instituto anualmente. Quais sejam: o seu núcleo de festival, realizando as edições de 2025 e 2026 em São Paulo/SP, bem como realizar o seu núcleo de atividades artístico-culturais nas unidades físicas do Instituto, aprimorando o trabalho já desenvolvido em São Paulo e implementando as ações em Cachoeira/BA, no intuito de continuar promovendo, capacitando e valorizando a cultura negra e regional e agentes culturais negros em todo o país; além da manutenção de todas as atividades da Casa Preta Hub, bem como o custeio da infraestrutura anual de funcionamento. A expectativa é que o projeto seja gradativamente ampliado, ano após ano, sempre se pautando pelas iniciativas de excelência voltadas ao aperfeiçoamento profissional, à valorização da cadeia produtiva da cultura e das artes negras, assim como ao próprio desenvolvimento de ações em consonância com o histórico de atuação no instituto. Com exceção de algumas ações - apresentações musicais do Festival Feira Preta, todas as atividades são 100% gratuitas para o público, além da ampla e irrestrita participação pelo maior número de artistas e grupos/coletivos possível, voltando os olhos para que expoentes negros e regionais das mais diversas linguagens artísticas. Portanto, a realização do Plano Bianual do Instituto Feira Preta se justifica por se tratar de um projeto que abrange inúmeras ações que movimentam a economia criativa voltada à população negra em todas as regiões brasileiras e na américa latina, criando oportunidades únicas de difundir e protagonizar os fazedores culturais do nosso país. O projeto se enquadra nos seguintes incisos/objetivos dos Arts. 1° e 3° da Lei 8.313/91: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
O produto Contrapartidas Sociais foi adicionado, pois o sistema não possibilitou a submissão doprojeto e considerando a venda de ingressos para o produto Apresentações Musicais. Contudo, com base no Artigo 32, da Seção III § 3º da Instrução Normativa 11/2024, “Excluem-se da obrigatoriedade “Das contrapartidas Sociais” os projetos que contenham ações formativas ou programas educativos.” Esclarecemos que no Produto Principal, estão previstas atividades formativas culturais gratuitas semanais, além de programação de palestras no produto secundário. Por conter pelo menos 02 ações formativas nos produtos Plano Anual e, Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra; consideramos o parágrafo terceiro como aplicável às características do projeto.
Temas dos Seminários - Festival Feira Preta (SEMINÁRIO / SIMPÓSIO / ENCONTRO / CONGRESSO / PALESTRA): a) Diáspora Africana e seus Impactos Socioculturais; b) Empreendedorismo Cultural Negro e Afro-indígena; c) Economia Criativa e Inventividade Negra; d) Tecnologias na Produção Cultural Negra; e) Arte e Cultura Preta e os Segmentos Culturais; f) Lideranças Femininas Pretas em Negócios Criativos; g) Festivais de Cultura Preta; h) Arte-Educação Decolonial.
PRODUTO PRINCIPAL: Plano Anual Acessibilidade física: Acessibilidade física: - Área específica para embarque/desembarque de PcD, idosos e pessoas com mobilidade reduzida; - Rampas de acesso e banheiros adaptados para PcD; - Áreas reservadas para cadeirantes e assentos reservados para PcD e/ou idosos. As atividades ocorrerão prioritariamente no piso do térreo, para facilitar o acesso ao público com mobilidade reduzida; Itens orçamentários: Sem necessidade de inclusão, os espaços físicos do Instituto já são adaptados. Acessibilidade de conteúdo: - Utilização de linguagem oral e descrição dos espaços e atividades, para atendimento de deficientes visuais e pessoas do espectro autista;- Impressão de material de divulgação em braile, quando necessário.- Legendagem descritiva em materiais de divulgação (vídeos para redes sociais), contemplando deficientes auditivos; - Intérprete de Libras para as atividades artístico-culturais a serem realizadas nas unidades PretaHub em São Paulo/SP e Cachoeira/BA;- Inserção do widget público VLibras no site. Itens orçamentários: Custos Administrativos. Custos de Divulgação. Intérprete de Libras. PRODUTOS SECUNDÁRIOS: a) Festival / Mostra (Exposições,Exibições, Apresentações Musicais e Cênicas, Palestras) Acessibilidade física: - Área específica para embarque/desembarque de PcD, idosos e pessoas com mobilidade reduzida;- Rampas de acesso e banheiros adaptados para PcD;- Áreas reservadas para cadeirantes e assentos reservados para PcD e/ou idosos.Itens orçamentários: Locação de espaço. Locação de banheiros químicos. Acessibilidade de conteúdo: - Utilização de linguagem oral e descrição dos espaços e atividades, para atendimento de deficientes visuais e pessoas do espectro autista;- Impressão de material de divulgação em braile, quando necessário.- Legendagem descritiva em materiais de divulgação (vídeos para redes sociais), contemplando deficientes auditivos; - Intérprete de Libras para as palestras e debates;- Inserção do widget público VLibras no site. Itens orçamentários: Custos Administrativos. Custos de Divulgação. Demais medidas detalhadas em cada produto pertencente ao festival. b) Exposição de Artes (Artes Visuais) - FESTIVAL FEIRA PRETA Acessibilidade física: - Área específica para embarque/desembarque de PcD, idosos e pessoas com mobilidade reduzida;- Rampas de acesso e banheiros adaptados para PcD;- Áreas reservadas para cadeirantes e assentos reservados para PcD e/ou idosos.Itens orçamentários: Não vinculados no produto, pois estão inclusos nos custos do Festival / Mostra. Acessibilidade de conteúdo: - Contratação de monitores para atendimento a deficientes visuais, deficientes auditivos e idosos e/ou pessoas com mobilidade reduzida;- Serviço de audiodescrição para as obras;- Elaboração de projeto expográfico das exposições, incluindo impressão de legendas das obras, criação do circuito de visitação etc. Itens orçamentários: Monitores, Projeto Expográfico e Audiodescrição. c) Apresentação musical (Música Regional) - FESTIVAL FEIRA PRETA Acessibilidade física: - Área específica para embarque/desembarque de PcD, idosos e pessoas com mobilidade reduzida;- Rampas de acesso e banheiros adaptados para PcD;- Áreas reservadas para cadeirantes e assentos reservados para PcD e/ou idosos.Itens orçamentários: Não vinculados no produto, pois estão inclusos nos custos do Festival / Mostra. Acessibilidade de conteúdo: - Contratação de intérpretes de libras para promoção de acessibilidade das apresentações. Itens orçamentários: Intérprete de libras. d) Espetáculo de Artes Cênicas (Artes Cênicas) - FESTIVAL FEIRA PRETA Acessibilidade física: - Área específica para embarque/desembarque de PcD, idosos e pessoas com mobilidade reduzida;- Rampas de acesso e banheiros adaptados para PcD;- Áreas reservadas para cadeirantes e assentos reservados para PcD e/ou idosos.Itens orçamentários: Não vinculados no produto, pois estão inclusos nos custos do Festival / Mostra. Acessibilidade de conteúdo: - Contratação de Intérpretes de Libras para as performances de artes cênicas. - Contratação de monitores para atendimento a deficientes visuais, deficientes auditivos e idosos e/ou pessoas com mobilidade reduzida. Itens orçamentários: Intérprete de libras e Monitores. e) Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra (Humanidades) - FESTIVAL FEIRA PRETA Acessibilidade física: - Área específica para embarque/desembarque de PcD, idosos e pessoas com mobilidade reduzida;- Rampas de acesso e banheiros adaptados para PcD;- Áreas reservadas para cadeirantes e assentos reservados para PcD e/ou idosos.Itens orçamentários: Não vinculados no produto, pois estão inclusos nos custos do Festival / Mostra. Acessibilidade de conteúdo: - Contratação de Intérpretes de Libras para acompanhamento dos palestrantes e apresentações literárias;- Oferta de material pedagógico gratuito;- Contratação de tradutores simultâneos em português das palestras ofertadas pelos convidados de outros países. Itens orçamentários: Intérprete de libras, Material de apoio pedagógico e Tradução Simultânea.
O presente Plano Bianual do Instituto Feira Preta foi planejado com previsão de gratuidade em grande parte de suas atividades: ações formativas culturais e apresentações musicais das casas PretaHub (São Paulo e Cachoeira) e Festival Feira Preta (apresentações cênicas, visuais, exposições e palestras. Com isso, os valores de entrada a serem considerados no caixa do projeto serão descritos abaixo, seguindo as porcentagens indicadas para democratização de acesso. Produto (principal): PLANO ANUAL PROGRAMAÇÃO DO INSTITUTO FEIRA PRETA - CASAS PRETAHUB A distribuição gratuita também atenderá aos critérios do artigo 29 (distribuição gratuita de ingressos e produtos) e Art. 31. (distribuição de ingressos e produtos para a comunidade negra) I - de caráter social a distribuição de ingressos e produtos culturais para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e inscritos no CadÚnico; da IN 11/024. Produtos secundários: a) Festival/Mostra - FESTIVAL FEIRA PRETA A distribuição gratuita também atenderá aos critérios do artigo 29 (distribuição gratuita de ingressos e produtos) e Art. 31. (distribuição de ingressos e produtos para a comunidade negra) I - de caráter social a distribuição de ingressos e produtos culturais para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e inscritos no CadÚnico; da IN 11/024. A única atividade com cobrança parcial de ingressos (50% das entradas) será detalhada no produto "Apresentações Musicais". b) Exposição de Artes (Artes Visuais) - FESTIVAL FEIRA PRETA A distribuição gratuita também atenderá os critérios do artigo 29 (distribuição gratuita de ingressos e produtos) e Art. 31. (distribuição de ingressos e produtos para a comunidade negra) I - de caráter social a distribuição de ingressos e produtos culturais para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e inscritos no CadÚnico; da IN 11/024. c) Apresentação musical (Música Regional) - FESTIVAL FEIRA PRETA – BIÊNIO Para as apresentações musicais, está previsto um público de 20.000 pessoas/ano (ingressos) para 03 dias de programação musical, onde apenas 2 dias haverá cobrança de ingresso e 1 dia inteiramente gratuito.Total de 40.000 mil pessoas (biênio). Os ingressos serão vendidos de forma online (plataformas como Sympla e outras) e cada ingresso valerá para 01 dia da programação, considerando a IN 11/2024: Art. 29. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; Número de ingressos a serem distribuídos nesta faixa: 2000 ingressos/ano – 4000/biênio; II – mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; Número de ingressos a serem distribuídos nesta faixa: 2000 ingressos– 4000/biênio III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e Número de ingressos a serem distribuídos nesta faixa: 2000 ingressos/ano - – 4000/biênio; IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Número de ingressos a serem distribuídos nesta faixa: 4000 ingressos/ano-8000/biênio a R$42,00 (inteira) e R$21,00 (meia entrada). Salário-mínimo base R$ 1.412,00 (maio 2024) § 3º A parametrização estabelecida no sistema observará o que segue: I - meia-entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o § 10 do art. 1º da Lei nº 12.933, de 2013; Número de ingressos a serem distribuídos nesta faixa: 4500 ingressos/ano-90000/biênio ingressos a R$60,00 (meia-entrada) II - meia-entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme o art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003. Número de ingressos a serem distribuídos nesta faixa: 250 ingressos/ano e 500 ingressos/biênio a R$60,00 (meia entrada). E, adicional de meia entrada assegurada para o público PcD. Número de ingressos a serem distribuídos nesta faixa: 250 ingressos/ano e 500 ingressos/biênio a R$60,00 (meia entrada). NÚMERO DE INGRESSOS E VALOR DA INTEIRA: 5000 ingressos/ano-10.000 ingressos/biênio a R$120,00. As quantias e valores estão de acordo com o plano de distribuição. d) Espetáculo de Artes Cênicas (Artes Cênicas) - FESTIVAL FEIRA PRETA A distribuição gratuita também atenderá os critérios do artigo 29 (distribuição gratuita de ingressos e produtos) e Art. 31. (distribuição de ingressos e produtos para a comunidade negra) I - de caráter social a distribuição de ingressos e produtos culturais para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e inscritos no CadÚnico; da IN 11/024. e) Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra (Humanidades) - FESTIVAL FEIRA PRETA A distribuição gratuita também atenderá os critérios do artigo 29 (distribuição gratuita de ingressos e produtos) e Art. 31. (distribuição de ingressos e produtos para a comunidade negra) I - de caráter social a distribuição de ingressos e produtos culturais para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e inscritos no CadÚnico; da IN 11/024.
Proponente: Instituto Feira Preta | Presidente: Adriana Barbosa Função no projeto: Direção Geral Adriana Barbosa é fundadora da Feira Preta, maior evento de cultura e empreendedorismo da América Latina, e CEO da PretaHub. Em 2017 foi homenageada junto ao Lázaro Ramos e a Taís Araújo como os 51 negros com menos de 40 anos mais influentes do mundo segundo o Mipad, premiação mundial reconhecida pela ONU. Entre seus reconhecimentos, estão os prêmios Empreendedor Social, Revista Claudia, Estado de São Paulo para as Artes e Sim à Igualdade Racial. Em 2020 foi reconhecida como a primeira mulher negra entre os Inovadores Sociais do Mundo no Ano, pelo Fórum Econômico Mundial. Gerente de Relações Institucionais (Coordenador Geral) - Daniel Manjarrés Arquiteto pela Faculdade de Artes da Universidade Nacional da Colômbia, Pós-graduado em Editoração pela Universidade de Salamanca (Madrid, ES) e Mestre em Museologia pelo Programa Interunidades de Pós-Graduação da Universidade de São Paulo (Brasil). É gestor de projetos culturais com impacto social, nos tópicos do patrimônio cultural, economia criativa e os museus. Realizou esses trabalhos principalmente para instituições do setor público e para instituições privadas e da sociedade civil. Gerente Administrativo Financeiro (Custos de Administração) - Agnaldo Soares de Lima Gestor financeiro de projetos. MBA em Controladoria e Finanças pelo BI International e Pós-graduado em Gestão de Projetos pelo SENAC. Atuou nos mais diversos segmentos tais como indústrias, bancos de investimento, associações e organizações não governamentais. Há mais de 20 anos vem atuando na área financeira de projetos implementando ferramentas de controle e análise com o objetivo de obter melhor acompanhamento e melhor resultado nos projetos. Formação: MBA BI International – Gestão em Controladoria e Finanças – 2016; Pós-graduação em Gestão de Projetos -PMI – SENAC: 2013-2014; Pós-graduação em Gestão Executiva (Módulos MBA) –FIA-USP –2008; graduado em Ciências Econômicas – Universidade Presbiteriana Mackenzie – 2004 Coordenador Financeiro (Custos de Administração) - Marcus Vinicius da Silva Com mais de 18 anos de experiência atuando na gestão das áreas administrativa, financeira, controladoria e planejamento em empresas de serviço, educação, importação e venda de bens de consumo. Experiência em gestão do depto financeiro, com foco em atividades gerenciais como orçamento e planejamento financeiro, demonstrações contábeis e indicadores gerenciais (Balanço Patrimonial, DRE, EBITDA, Fluxo de Caixa projetado, budget/forecast) Gerenciamento de rotinas de contas a pagar e receber, conciliação bancária, fluxo de caixa, fechamento contábil e fiscal; Experiência em análise e revisão da estrutura operacional de empresas, visando maior produtividade e redução de custos, através de definição de metas e indicadores gerenciais KPI’s; Experiência em negociação internacional de compras com fabricantes e fornecedores da China e EUA; Experiência em gestão de crise, renegociação de dívidas e contratos junto à clientes e fornecedores; Liderança, gestão de equipe, ética, resiliência, visão empreendedora e pensamento crítico são características determinantes que forjaram minha carreira profissional. Analista de Recursos Humanos (Custos de Administração) – Fábio Santiago Consultor de Estratégia, Gestão Interna, Recursos Humanos e Mentor de Carreira. Executivo com mais de 25 anos de atuação em relevantes empresas e organizações, é formado em Administração de Empresas pela FMU e cursou Gestão Estratégica de Negócios e o MBA em Gestão da Sustentabilidade na FGV. Já atuou nos segmentos de educação, tecnologia, cultura e saúde, tanto na frente de Projetos como na Gestão Interna e de Pessoas. Trabalhou em instituições como Fundação Estudar, Ismart, Banco Real, Artemisia Negócios Sociais e Instituto Unibanco. Foi Diretor Executivo do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), Superintendente da UMANE e Diretor do Vetor Brasil, onde também liderou os programas de Diversidade e Inclusão. Atualmente, é Diretor de Finanças e Operações do Instituto Tomie Ohtake. É consultor da Impulsogov e da Anistia Internacional Brasil. Fábio também atua em diferentes conselhos de organizações voltadas ao desenvolvimento social e diversidade. LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/fabsanti Coordenadora Programa Técnico (Coordenadora do Projeto) - Jéssica Martins Paulistana movida por tambor, poesia e asé. Bacharel em Sociologia e Política pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo - FESPSP. Idealizadora e gestora do Projeto Omodé que trabalha na disseminação da cultura e arte percussiva afro-brasileira a jovens da periferia de São Paulo. Possui experiência na gestão de projetos e programas incentivados, produção executiva e cultural. Pós-graduanda em Cultura, Educação e Relações Étnico-raciais pelo CELACC - Centro de Estudos Latino- Americanos sobre Cultura e Comunicação, da USP - Universidade de São Paulo. Integra a equipe da PretaHub como Coordenadora do Projeto Técnico. Coordenação Técnica - Casa PretaHub São Paulo – Rosana Serra Negra autodeclarada, Atriz, Arte Educadora de Teatro, Produtora, Artista Plástica – Sua formação artística foi pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul, e como Produtora Cultural na Universidade Anhembi Morumbi, Artista Plástica pela Universidade Cruzeiro do Sul - UNICSUL. Coordenação Técnica - Casa PretaHub Cachoeira - Beatriz Moura Psicóloga com experiência em trabalho com comunidades negras e quilombolas do nordeste do Brasil. Sua experiência de 25 anos inclui a gestão de espaços culturais, de apoio à comunidade e o agenciamento da criatividade. Coordenação Gráfica (Custos de Divulgação) - Gabriela Tanabe Relações Públicas, especialista em Gestão de Marketing, apaixonada por pessoas e pelo poder que a comunicação tem em conectá-las. Nos últimos 13 anos, adquiriu experiência nas áreas de comunicação, eventos e marketing digital. Produtora Executiva - Anike Morais Graduada em Comunicação e com cursos na gestão administrativa na área de eventos. Trabalhou na gestão, planejamento e organização executiva e financeira de produtoras nas áreas de feiras, eventos e produções artísticas. Entrou no Festival Feira Preta em 2008 para contribuir com iniciativas de promoção do empreendedorismo. Fez uma pausa em 2012 para atuar na gestão pública, na Secretaria da Igualdade Racial e Secretaria de Direitos Humanos da Prefeitura de São Paulo. Hoje atua no time de gestão administrativa dos projetos da PretaHub.
PROJETO ARQUIVADO.