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PRONAC 248488Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

PLANO ANUAL DE ATIVIDADE INSTITUTO JARDINS DA INFANCIA 2025

INSTITUTO JARDINS DA INFANCIA
Solicitado
R$ 5,32 mi
Aprovado
R$ 5,32 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano anual
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto Plano Anual propõe uma série de atividades artísticas em praças públicas e ruas de São Paulo durante o ano de 2025, será contemplado ao longo do ano atividades cênicas, musicais, lúdicas, formação artísticas, oficinas criativas, rodas de leitura e encontros, além da manutenção da instituição proponente.

Sinopse

Produto Vídeo Realização de 06 podcast Álbuns de Família, que serão disponibilizados nos canais digitais. São retratos de famílias comentados nas rodas de conversa e trocas de saberes entre gerações, avós e netos, filhos e pais, e as diversas configurações de família sempre em torno de uma mesa. Sempre com um convidado e seu círculo familiar. Produto Média Metragem Produção de 01 documentário a ser disponibilizado em canais digitais. Com aproximadamente 20 minutos de duração. O documentário mostra o trabalho com bebês autistas e com outros tipos de transtornos, feito no núcleo de bebê da Unifesp com um trabalho de observação e música, teatro e brincadeiras. Feitos por residentes e por especialistas voluntários como fisioterapeuta, psicólogos, psiquiatras e musicoterapeutas. Uma referência há 15 anos na América Latina.

Objetivos

Objetivos gerais O plano de atividades propiciará uma série de atividades artísticas e culturais com programação de oficinas criativas, discussões e encontros com ativação da vocação para o encontro e o convívio colaborativo dos moradores do entorno e da cidade, tornando-se uma referência de espaço para todos, com uma ênfase especial para a infância. - Incentivar a visitação frequente e ocupação de praças públicas, com uma convivência harmoniosa dos mais diversos públicos; - Estimular uma nova consciência de convívio e ocupação criativa, produtiva e cidadã dos espaços públicos da cidade, assim como um posicionamento voltado para a construção de uma cultura de paz; - Instaurar um ambiente adequado para o desenvolvimento da infância integral em meio situações de riscos, com valores humanitários bem definidos para o desenvolvimento de futuros cidadãos; - Criar uma cultura que valorize os espaços como bens públicos, patrimônios capazes de gerarem retornos não só sociais e assistenciais, mas também econômicos, para isso é necessário envolver a comunidade para que se aproprie do espaço, criando a consciência do valor do espaço público e, consequentemente, da importância de preservá-lo; - Oferecer um circuito de vivências no campo de arte, cultura, educação, ecologia e cidadania, através de propostas pedagógicas - com grande carga lúdica e poética - que possam estimular o autoconhecimento, a expressão da interioridade de cada participante para uma ampliação permanente dos níveis de consciência criativa e das formas de experimentar, imaginar e transformar sua realidade de vida e, consequentemente, o mundo. Objetivos específicos PRODUTO PLANO ANUAL Executar a manutenção do espaço e dos colaboradores da proponente durante 12 meses, com a realização de manutenção de atividades culturais, com realização de eventos periódicos e continuados e outras ações de sua programação, na forma de fomentar atividades culturais de acessibilidade às atividades artísticas, inclusivas e de diversidade cultural, manutenção do espaço virtual através de portal para publicação de conteúdos ligados as atividades do projeto e divulgação. Dar continuidade no circuito de encontros para vivências no campo de arte, cultura, educação, ecologia e cidadania, através de propostas com carga lúdica e poética - que possam estimular o autoconhecimento, a expressão da interioridade de cada participante para uma ampliação permanente dos níveis de consciência criativa e das formas de experimentar, imaginar e transformar sua realidade de vida e, consequentemente, o mundo. Aquisição de mobiliário móvel que é um carrinho de arte que será construído e levado para a praça, como um mobiliário móvel pois dentro tem bancos, pranchões e materiais de arte para as oficinas. Além de palco e bebedor de água se necessário para as crianças. PRODUTO SEMINÁRIO/SIMPOSIO/ENCONTRO/CONGRESSO/PALESTRA/VERNISSAGE Será realizado uma programação de atividades com conteúdos de arte, cultura popular, brincadeiras, educação, ecologia, gastronomia e cidadania, como forma de incentivar o interesse da população em se utilizar do espaço público, contribuindo para que todos tenham uma experiência rica e agradável ao ocupá-las desde a primeira infância, compreendendo assim a evolução para o desenvolvimento de espaços criativos. O projeto irá executar 400 atividades (sendo 60% na periferia e 40% no bairro) - todas as atividades focadas em arte, leitura, teatro e música, a serem executadas em praças públicas, ruas de bairros centrais e periferia de São Paulo. 1. Laboratório de Experimentação Material Objetivos: trabalhar/experimentar a configuração plástica e imaginais com diversos materiais. 2. Corpo Feliz Objetivos: exercícios com o corpo para o trabalho de auto conhecimento/centramento através de meditação e do cultivo do silêncio criados para serem realizados através da interação social. 3. Laboratório de Utopias - Poéticas do Impossível Objetivos: elaborar/criar situações poéticas que aparentemente seriam impossíveis com apresentação e situações inusitadas e aparentemente impossíveis de se realizar como uma charada a ser desvendada. 4. Contação de Histórias Objetivos: contação/invenção de histórias em torno de um livro ou algum tema, e na sequência pede para que seja feita uma nova história imaginada pelos participantes. 5. Música para ouvir e experimentar Objetivos: estimular a comunicação apresentando repertório musical com apresentação de algumas músicas, e na sequencia as crianças exercitarão reproduzi-las com os instrumentos musicais disponíveis 6. Pintura Mural Colaborativa Objetivos: experiências com a produção poética em artes visuais para grandes dimensões murais. que contribuam para uma ampliação reflexiva da consciência do indivíduo participante em relação a sua autoimagem/autoconhecimento/identidades possíveis e formas de integração plástica com o entorno. 7. Momento Brincar Objetivos: criação de brinquedos de diversas culturas do país e do mundo. 8. Intervenções Afetivas Objetivos: produzir algo que impacte inusitada e positivamente a vida de algum desconhecido.com a produção de algo que pode ser coletado no espaço ou produzido artisticamente no ateliê pelos participantes, e na sequência todos acompanham as ações. 9. Das Mães que me Habitam Objetivos: laboratório de imaginação criativa e produção visual sobre as sensibilidades e fases da gestação. 10. Papo aberto Objetivos: realizar encontros entre o público e diversos profissionais palestrantes sobre temas referentes à infância na atualidade. 11. Apresentações artísticas de música e cênica a cada final de semana, por grupos, individual, instrumental, cantado. PROJETO CURSO/OFICNA/ ESTÁGIO Projeto Infância Fora do Comum 12. - 02 oficinas de gastronomia ao ar livre na praça. 13. - 06 oficinas de arte em Museus, Teatro, Centro Cultural, Biblioteca ou Cinema com uma programação especial com artistas convidados. Produto Vídeo Realização de 06 podcast Álbuns de Família, que serão disponibilizados nos canais digitais. São retratos de famílias comentados nas rodas de conversa e trocas de saberes entre gerações, avós e netos, filhos e pais, e as diversas configurações de família sempre em torno de uma mesa. Sempre com um convidado e seu círculo familiar. Produto Média Metragem Produção de 01 documentário a ser disponibilizado em canais digitais. Com aproximadamente 20 minutos de duração. O documentário mostra o trabalho com bebês autistas e com outros tipos de transtornos, feito no núcleo de bebê da Unifesp com um trabalho de observação e música, teatro e brincadeiras. Feitos por residentes e por especialistas voluntários como fisioterapeuta, psicólogos, psiquiatras e musicoterapeutas. Uma referência há 15 anos na América Latina.

Justificativa

Entendendo-se a cidade como local de encontros e relações, o espaço público apresenta, em seu ambiente, papel determinante. É nele que se desenvolvem atividades coletivas, com convívio e trocas entre os grupos diversos que compõem a heterogênea sociedade urbana. A existência do espaço público, portanto, está relacionada diretamente com a formação de uma cultura agregadora e compartilhada entre os cidadãos. A rua é considerada espaço público, sendo o elemento articulador das localidades e da mobilidade, sendo também o local principal em que se forma a imagem da cidade, já que é por ela que os habitantes transitam e têm a oportunidade de observá-la e entendê-la. Espaços públicos são por natureza espaços livres, abertos a todos, sem distinção de classe ou raça. O termo está ligado com o conceito de Henri Lefebvre do Direito à Cidade, o qual declara que os indivíduos deveriam ter as mesmas oportunidades de se beneficiarem dos diversos aspectos da vida urbana. Uma vez que espaços desocupados são escassos e, por isso, de grande valor, os espaços públicos a serem construídos nas favelas devem ser flexíveis e ter múltiplas finalidades abertas à interpretação do público que o utiliza. As barreiras físicas e psicológicas que previnem participação coletiva e igualitária em tais lugares ainda são difíceis de superar. Portanto, quem desenha, constrói e gere os espaços públicos pode ter uma influência significativa sobre seu contínuo sucesso em um determinado bairro. Participação pública é, portanto, o ingrediente essencial para criar espaços públicos de valor que proporcionem espaço para múltiplas finalidades e que continuem sustentáveis e duráveis para futuras gerações aproveitarem. A relação entre a importância de espaço público nas cidades contemporâneas e a construção da cidadania é fundamental para a construção de cidades justas e solidárias. Os espaços públicos urbanos que se caracterizam como lugares de trocas, de encontros e vivências múltiplas, que proporcionam várias formas de recreação, lazer e cultura, ou seja, lugares de vida pública, são negados nos processos de desigualdade social, segregação espacial e violência urbana que marcam a realidade das cidades contemporâneas, sejam elas grandes metrópoles ou cidades médias. Considera-se que o direito à cidade fica seriamente comprometido sem a existência de lugares de vida pública na cidade. Nesse cenário, "o lazer insere-se na dimensão dos direitos humanos, interagindo com as demais necessidades e garantias para a promoção da melhoria da qualidade de vida da população. Por meio do lazer, o indivíduo pode divertir-se, recrear-se, entreter-se e, ao mesmo tempo, potencializar a sua participação social e a sua capacidade de criação. Não obstante, o lazer enquanto direito social, pode "atuar como alavanca de transformação social" justamente porque dele emergem tanto a construção como a dispersão de valores questionadores da sociedade" (MARCELLINO, 1987). Além disso, "a ênfase do direito ao lazer na vida moderna vislumbra e evidencia a sua importância para a construção e vivência de valores que contribuam para as mudanças de ordem moral e cultural, imprescindíveis à construção de uma outra realidade social, mais justa e humanizada" (GOMES, 1998). O projeto se enquadra no artigo 1º e 3º da 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991 Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;

Especificação técnica

Especificações Encontros, rodas de conversas, palestras e atividades culturais 1. Laboratório de Experimentação Material Objetivos: trabalhar/experimentar a configuração plástica e imaginais com diversos materiais. Carga horária: 1 hora Público alvo: crianças de 0 a 7 anos Metodologia: a partir dos materiais escolhidos no dia (que podem ser reciclados, orgânicos coletados na própria praça e tradicionais como tintas e argilas), os educadores criam um contexto ficcional para estimulo dos participantes que iniciam as atividades de configuração plástica bidimensional ou tridimensional com tais materiais. Cada proposta é realizada sobre um suporte de madeira que no final da oficina é fotografado para as redes sociais com a denominação de Exposição de Minuto. 2. Corpo Feliz Objetivos: exercícios com o corpo para o trabalho de auto conhecimento/centramento através de meditação e do cultivo do silêncio criados para serem realizados através da interação entre pais e filhos. Carga horária: 30 minutos Público Alvo: pais e filhos Metodologia: são apresentadas algumas técnicas de alongamento seguidas de posições de meditação com mentalizações orientadas pelo educador responsável. 3. Laboratório de Utopias - Poéticas do Impossível Objetivos: elaborar/criar situações poéticas que aparentemente seriam impossíveis. Carga Horária: 1 hora Público Alvo: crianças a partir de 7 anos Metodologia: o educador apresenta situações inusitadas e aparentemente impossíveis de se realizar como uma charada a ser desvendada. Cada participante elabora uma resposta oral ou em forma de desenho, interpretação cênica entre outras. 4. Contação de Histórias Objetivos: contação/invenção de histórias Carga Horária: 1 hora Público Alvo: crianças de 0 a 12 anos Metodologia: o educador conta uma história em torno de um livro ou algum tema, e na sequência pede para que seja feita uma nova história imaginada pelos participantes. 5. Música para ouvir e experimentar Objetivos: estimular a comunicação apresentando repertório musical Carga Horária: 1 hora Público Alvo: crianças de 0 a 12 anos Metodologia: o educador apresenta algumas músicas, e na sequencia as crianças exercitarão reproduzi-las com os instrumentos musicais disponíveis 6. Pintura Mural Colaborativa Objetivos: experiências com a produção poética em artes visuais para grandes dimensões murais. Carga Horária: 1 hora Público Alvo: crianças a partir de 10 anos Metodologia: são apresentados temas e técnicas murais (estêncil, lambe-lambe, mancha, massa e linhas gráficas e cromáticas entre outras) para criações poéticas que contribuam para uma ampliação reflexiva da consciência do indivíduo participante em relação a sua autoimagem/autoconhecimento/identidades possíveis e formas de integração plástica com o entorno. 7. Momento Brincar Objetivos: criação de brinquedos de diversas culturas do país e do mundo. Carga Horária: 1 hora Público Alvo: crianças a partir de 7 anos Pais e filhos a partir dos 7anos Metodologia: apresentação da história do brinquedo seguida de sua construção e das possíveis formas de brincar. 8. Intervenções Afetivas Objetivos: produzir algo que impacte inusitada e positivamente a vida de algum desconhecido. Carga Horária: 1 hora Público Alvo: crianças a partir de 7 anos Metodologia: o educador estimula e ouve o grupo sobre algumas situações possíveis de intervenção afetiva na vida de passantes no entorno da praça, ou mesmo daqueles que estão próximos às atividades em outros laboratórios. Assim, inicia-se a produção de algo que pode ser coletado no espaço ou produzido artisticamente no ateliê pelos participantes, e na sequência todos acompanham as ações. 9. Das Mães que me Habitam Objetivos: laboratório de imaginação criativo e produção visual sobre as sensibilidades e fases da gestação. Carga Horária: 1 hora Público Alvo: gestantes Metodologia: através de uma abordagem sensível do momento de cada futura mamãe, cria-se um ambiente para a expressão plástica das participantes sobre as diversas sensações e pensamentos advindos da energia progressiva das imaginações maternais. 10. Papo aberto Objetivos: realizar encontros entre o público e diversos profissionais palestrantes sobre temas referentes à infância na atualidade. Carga Horária: 1 hora Público Alvo: adultos Metodologia: roda de conversa entre o público participante e o profissional convidado. A criação de um site para o projeto propiciará que outras praças e comunidades se inspirem com este trabalho, de maneira a garantir que todo conceito, conteúdo e metodologia aplicados à realização do projeto nessas praças possa servir de modelo para ser replicado para outras localidades. O conteúdo do site, além do registro das atividades propostas e da exposição virtual dos produtos das atividades realizadas, contará com conteúdos escritos especialmente por colaboradores dos mais diversos segmentos: cultura, educação, infância, juventude, saúde, esportes, cidadania, meio ambiente, e outros de interesse da sociedade. Será produzido um documento de cada região, com dicas de lugares interessantes, acontecimentos comuns à vida do bairro, histórias, passeios, para promover a circulação dos moradores pelo seu bairro. O conteúdo do documento também estará disponível no site. Por último, está prevista a edição online de um documento com o registro de toda a realização do projeto, com registro “antes e depois” do programa de atividades das praças, registro das atividades e produção dos participantes, depoimentos, enfim todo conteúdo que se julgar relevante para a memória do projeto. Oficinas – PROJETO DE EXECUÇAO PEDAGÓGICA Projeto Infância Fora do Comum 12 - Oficina de Gastronomia ao Ar Livre na Praça Objetivo geral: Promover o aprendizado e a valorização da gastronomia através da realização de oficinas ao ar livre na praça, proporcionando aos participantes conhecimentos práticos sobre culinária, alimentação saudável e sustentável. Objetivos específicos: 1. Proporcionar aos alunos a oportunidade de aprender técnicas básicas de preparo de alimentos. 2. Estimular a criatividade e o trabalho em equipe dos participantes. 3. Incentivar a utilização de ingredientes locais e sazonais. 4. Promover a conscientização sobre a importância da alimentação saudável e sustentável. 5. Estimular a valorização da cultura gastronômica local. Metodologia: 1. Divisão dos participantes em dois grupos de 30 alunos cada – total 60 alunos 2. Realização de 02 oficinas de gastronomia ao ar livre na praça, com 20 atividades em cada oficina. 3. Cada atividade terá duração de 3 horas, totalizando 90 horas de atividades para cada grupo. 4. As atividades serão conduzidas por profissionais da área de gastronomia, que irão ensinar técnicas básicas de preparo de alimentos e compartilhar dicas e curiosidades sobre a culinária local. 5. Será utilizada uma estrutura móvel para a realização das atividades, com fogões, utensílios de cozinha e espaço para os participantes trabalharem. 6. Serão utilizados ingredientes locais e sazonais, priorizando produtos frescos e de qualidade. 7. Durante as atividades, serão abordados temas como alimentação saudável, aproveitamento integral dos alimentos, redução do desperdício e sustentabilidade. 8. Ao final de cada atividade, os participantes terão a oportunidade de degustar os pratos preparados. 9. Será disponibilizado material de apoio, contendo receitas e informações sobre os temas abordados durante as oficinas. 10. Será realizada uma avaliação ao final do projeto, visando avaliar a satisfação dos participantes e identificar possíveis melhorias para futuras edições. Recursos necessários: - Profissionais da área de gastronomia para ministrar as oficinas. - Estrutura móvel contendo fogões, utensílios de cozinha e espaço para os participantes trabalharem. - Ingredientes para as atividades. - Material de apoio (receitas, informações sobre alimentação saudável e sustentável). - Avaliação do projeto. Cronograma: - Preparação do projeto: 1 semana - Divulgação e inscrição dos participantes: 2 semanas - Realização das oficinas: 4 semanas (2 oficinas com 10 atividades cada) - Avaliação do projeto: 1 semana Projeto de execução Pedagógica – Oficinas de artes 13 – Realização de 06 oficinas de arte em Museus, Teatro, Centro Cultural, Biblioteca ou Cinema com Plano de Execução Pedagógica - Oficinas Artísticas 1. Objetivo: - Proporcionar oportunidades de vivência e aprendizado em diferentes expressões artísticas para o público beneficiário. Serão 6 oficinas com 30 atividades de 2 horas cada. Carga horaria total 360 horas Cada oficina oferecerá 30 vagas totalizando 180 vagas 2. Etapas do plano: 2.1. Definição dos locais e datas das oficinas: - Selecionar os museus, teatros, centros culturais, bibliotecas e cinemas que serão utilizados para a realização das oficinas. - Agendar as datas e horários das oficinas em cada local. 2.2. Seleção e convite dos artistas convidados: - Identificar artistas locais ou regionais que possam ministrar as oficinas. - Entrar em contato com os artistas selecionados e realizar os convites. - Definir as datas e horários de participação de cada artista convidado. 2.3. Divulgação das oficinas: - Elaborar materiais de divulgação (cartazes, flyers, posts em redes sociais) para cada oficina. - Divulgar as oficinas nos locais onde serão realizadas, nas redes sociais e em outros meios de comunicação disponíveis. 2.4. Inscrições e seleção dos participantes: - Disponibilizar um formulário de inscrição online e/ou presencialmente nos locais onde serão realizadas as oficinas. - Estabelecer critérios de seleção dos participantes, levando em consideração a disponibilidade de vagas e a ordem de inscrição. 2.5. Preparação das oficinas: - Providenciar os materiais necessários para cada oficina, de acordo com a proposta do artista convidado. - Organizar o espaço onde as oficinas serão realizadas, garantindo a infraestrutura adequada para o desenvolvimento das atividades. 2.6. Realização das oficinas: - Recepcionar os participantes e apresentar o artista convidado. - Desenvolver as atividades propostas pelo artista, acompanhando e orientando os participantes durante todo o processo. - Estimular a participação ativa dos beneficiários, promovendo a troca de experiências e o diálogo entre os participantes e o artista. 2.7. Avaliação: - Realizar uma avaliação ao final de cada oficina, por meio de questionários ou rodas de conversa, para coletar feedback dos participantes e identificar possíveis melhorias para futuras oficinas. 3. Cronograma: - Definir o cronograma de todas as etapas do plano, estabelecendo as datas de realização das oficinas, convites aos artistas, divulgação, inscrições, preparação e realização das atividades. 4. Recursos necessários: - Materiais para as oficinas (papéis, tintas, pincéis, argila, tecidos, etc.). - Espaços adequados para a realização das oficinas. - Divulgação das oficinas (cartazes, flyers, posts em redes sociais). - Equipe responsável pela organização das oficinas e acompanhamento dos participantes. 5. Parcerias: - Buscar parcerias com instituições locais, como museus, teatros, cinemas, centros culturais e bibliotecas, para o fornecimento dos espaços e divulgação das oficinas. 6. Registro e documentação: - Registrar todas as etapas do projeto, incluindo fotos, vídeos e depoimentos dos participantes, para fins de documentação e divulgação futura. 7. Avaliação final: - Realizar uma avaliação do projeto como um todo, levando em consideração a participação dos beneficiários, o feedback dos artistas convidados, a satisfação dos participantes e os resultados alcançados. Vídeos 06 podcast Álbuns de Família, atividade gratuita, disponibilizada nos canais digitais. São retratos de famílias comentados nas rodas de conversa e trocas de saberes entre gerações, avós e netos, filhos e pais, e as diversas configurações de família sempre em torno de uma mesa. Sempre com um convidado e seu círculo familiar. Documentário Realização de 01 documentário a ser disponibilizado nos canais digitais. Com aproximadamente 20 minutos que será apresentado em Paris 2025 – julho. O documentário mostra do trabalho audiovisual com bebês autistas e com outros tipos de transtornos, feito no núcleo de bebê da Unifesp com um trabalho de observação e música, teatro e brincadeiras. Feitos por residentes e por especialistas voluntários como fisioterapeuta, psicólogos, psiquiatras e musicoterapeutas. Uma referência há 15 anos na América Latina. (Contrapartida Social) 12 palestras do projeto “Não Seja Uma Vítima atividade gratuita “com rodas de leitura gratuitas, aproximadamente 50 alunos, num total de 600 estudantes e professores de 12 até 17 anos incompletos.

Acessibilidade

1. Oficinas, Encontros, Palestras, Roda de Conversa - Acessibilidade física: - As praças, ruas e instituições escolhidas para execução das oficinas serão acessíveis para cadeiras de rodas, acesso com rampas, banheiros PCD entre outras estruturas acessíveis para pessoas portadoras de mobilidade reduzida. - Será garantido que haja espaço suficiente para a circulação de cadeiras de rodas. Item da planilha orçamentaria – não se aplica - Acessibilidade auditiva: - As atividades contarão com intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) Item da planilha orçamentaria – intérpretes de libras - Acessibilidade visual: - Os materiais serão impressos em fontes grandes e com alto contraste para facilitar a leitura para pessoas com baixa visão. - As atividades contarão com monitores que farão narração audiodescritiva para acompanhamento PCD visual. Item da planilha orçamentaria – impressão e monitores - Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual: - Será oferecido comunicação clara e objetiva durante as instruções, utilizando linguagem simples e visualmente apoiada, como ilustrações ou imagens. Item da planilha orçamentaria – não se aplica 2. Apresentações Cênicas, Musicais: - Acessibilidade física: - As praças, ruas e instituições escolhidas para execução das oficinas serão acessíveis para cadeiras de rodas, acesso com rampas, banheiros PCD entre outras estruturas acessíveis para pessoas portadoras de mobilidade reduzida. - Será garantido que haja espaço suficiente para a circulação de cadeiras de rodas. Item da planilha orçamentaria – não se aplica - Acessibilidade auditiva: - Utilize sistemas de amplificação sonora para garantir que o som seja audível em todas as áreas da plateia. - Haverá interprete de libras. Item da planilha orçamentaria – intérprete de libras - Acessibilidade visual: - Utilize iluminação adequada para destacar as expressões faciais dos atores e facilitar a compreensão da história. - Haverá Narrador de audiodescrição para as pessoas com deficiência visual, descrevendo as ações e os elementos visuais da performance. Item da planilha orçamentaria – narrador de audiodescrição - Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual: - Utilização de uma linguagem clara e simples durante as apresentações, evitando termos complexos ou conceitos abstratos. - Fornecimento de apoio visual, como imagens, gestos ou sinais, para auxiliar na compreensão. Item da planilha orçamentaria – não se aplica 3. Acessibilidade Vídeo (podcast) e Documentário . Acessibilidade visual: - Legendas: Disponibilizaremos legendas em todos os vídeos, tanto para o podcast quanto para o documentário. Isso ajudará pessoas com deficiência auditiva ou dificuldade de compreensão do áudio. - Descrição de áudio: Haverá descrições detalhadas de áudio para pessoas com deficiência visual. Descreva ações, expressões faciais, cenários e outras informações visuais importantes para uma compreensão completa do conteúdo. - Contraste: Garanta um bom contraste entre o texto e o plano de fundo nos vídeos, para facilitar a leitura para pessoas com baixa visão. Evite combinações de cores que possam dificultar a visualização. Item da planilha orçamentaria – legendas descritivas e narrador de audiodescrição . Acessibilidade auditiva: - Legendas: Haverá legendas para pessoas com deficiência auditiva, as legendas podem ser úteis para pessoas que preferem assistir a vídeos sem som ou em ambientes barulhentos. - Transcrições: Haverá a transcrições completas do áudio do podcast e do documentário, para que pessoas com deficiência auditiva possam acompanhar o conteúdo por meio de leitura. Item da planilha orçamentaria – intérprete de libras . Acessibilidade para pessoas portadoras de deficiência intelectual: - Os vídeos apresentarão o mínimo de estímulos sensoriais excessivos, como luzes fortes, sons altos e transições rápidas de cena, que possam ser desconfortáveis ou perturbadores para pessoas com espectro autista. - As informações serão claras e estruturadas sobre o conteúdo do podcast ou documentário, para que as pessoas portadoras de espectros autista ou deficiência intelectual possam se preparar e compreender melhor o que será apresentado. - O documentário trata esse tema e, portanto, irá considerar a inclusão de histórias e experiências relacionadas a crianças de 0 a 3 anos com espectro autista, para aumentar a representatividade e a compreensão geral do público. Item da planilha orçamentaria – não se aplica

Democratização do acesso

Como medida de democratização de acesso, as palestras e encontros serão disponibilizadas na internet, acompanhadas de libras e audiodescrição, em atendimento ao art. 30, III da IN 11/2024: Art. 30. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; VI - Realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;

Ficha técnica

Instituto Jardins da Infância – Proponente/ Coordenação geral e responsável pela gestão administrativa Jardins da Infância nasceu da vontade de uma mãe e fotógrafa de andar pelo bairro, circular à pé pela cidade e encontrar as pessoas e as histórias que acordam outras histórias na vida das pessoas. Cresceu e tornou-se um projeto agregador e gerador de conteúdo criativo, de interação entre pais e filhos e comunidade. Formou, nesses dois anos de existência, uma rede de colaboradores, com anos de mercado no segmento infantil. Além de compartilhar experiências singulares e projetos colaborativos que se tornaram autônomos Como por exemplo • O Mapa Ilustrado da cidade de São Paulo, com Urbanistas e Artistas (França-Brasil-2012) • Coprodução de conteúdo de educação, arte e entretenimento para pais e filhos • Produção de Evento de Projeto Cultural Jardins da Infância em parcerias com Empresas, Educativos de Museus e o Apoio a Associações de bairro. • Sábados de interação Jardins da Infância de atividades temáticas para pais e filhos de cidadania, sustentabilidade, alimentação orgânica, arte, psicologia, cuidados com a Terceira Idade , entre outros • Produção de encontro - evento colaborativo de lançamento de diversas marcas infantis, atividades lúdicas e show de música e arte. • Produção do Festival de Histórias, nos Museus sob o tema “ Do que é feita uma cidade?” baseado em filmes infantis premiados, com participação de Institutos e Projeto com comunidades carente, com mediação de artistas consagrados de nossa cultura e participação dos protagonistas do cenário cultural do país e sempre com o apoio da Associação de Bairro. Apoio ao trabalho de Educativo dos Museus e de diversas ONGs para Oficinas de Brincadeiras Infantis em Comunidades Mapa da Arte na linha da cultura do Metrô de São Paulo Projeto Cultural e Arte com Grafite, no projeto MAR- Museu de Arte de Rua , no CEU TIQUATIRA. Projeto pela Secretaria de Direitos Humanos, Não Seja Mais Um Violência, de prevenção `a violência de gênero. • Projeto “Na Trilha pelo Mundo ” com desdobramento do projeto em outros países, em parceria empresas internacionais. Adriana Lobo Diretora Geral - Diretora Executiva. Drica Lobo é fotógrafa e se tornou produtora cultural. Formada em Fotografia em 1991 pela Escola Imagem e Ação e Graduada em Comunicação, pela Escola Superior de Propaganda e Marketing onde estendeu seus estudos por mais 11 anos em diversas áreas: administração, cinema, filosofia, ciências políticas e marketing infantil. Assistente de Fotografia em Julho de 1991, do premiado fotógrafo e diretor de cinema, Luiz Tripoli. Trabalhou em diversas agências de publicidade e produtoras de cinema. Sócia e produtora executiva do Tripolli em seu estúdio, em 2009. Por mais de dez anos, trabalhou em livros, montagens de eventos, produções fotográficas e cinematográficas, em exposições. Curadoria de jovens artistas e montagens de exposições na Galeria TRIPOLLI e entre outros jovens e talentosos artistas, como os fotógrafos Jorge Sato «Olhografico » e Ike Levy « Bikes », revelando para o mundo alguns artistas como o artista plástico Gustavo Prata, a grafiteira Mari Pavanelli e a fotógrafa Barbara Gomes. Alguns eventos como produtora, trabalhando com Tripolli por 10 anos se destacam, como o Evento TOP NIGHT MERCEDES -BENZ que já está indo para o 10°ano de realização. Como fotógrafa, Drica Lobo é retratista e tem seus trabalhos publicados em veículos como Interview, Veja, Casa Vogue , Estado de São Paulo e Pais&Filhos. Aos longos destes 25 anos de profissão, já participou de 3 exposições individuais « Momentos «, » Tuiuiu », « Trípoli, meu tudo» e uma exposição coletiva com outros 5 fotógrafos à convite da curadora Anna Carboncini , hoje responsável por cuidar de todo acervo da arquiteta Lina Bo Bardi. Esta exposição chamou-se Criança é Vida. (MAM-Museu de Arte Moderna de São Paulo). Ministrou, desde 2008, o curso para crianças O MUNDO COM OS SEUS OLHOS, parceria com a fotógrafa francesa, Delphine Lotte Garcia, em escolas como o Colégio Lycée Pasteur, Colégio Renacença, a Casa das Ideias e a Imaginarte. A partir de 2009 focou seus estudos e seus trabalhos como empreendedora cultural do Instituto Jardins da Infância montando projetos, eventos, produções fotográficas e parcerias com outros espaços culturais para levar cultura e entretenimento para crianças de diferentes realidades educacionais. Cicero Liberal Yagi - Consultor de diagnóstico e avaliação O Coordenador diagnóstico do projeto é o elemento mediador entre o objetivo, metas e resultados e com a realidade sociocultural em que as atividades acontecem. Economista graduado e pós-graduado pela FEA-USP. Proposta de dissertação aprovada no Concurso Nacional de Teses de Pós-Graduação em Economia promovido pelo PNPE. Foi pesquisador e consultor na FIPE – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, vinculada ao Departamento de Economia da FEA – Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP Universidade de São Paulo. Foi pesquisador e consultor de projetos na FIA – Fundação Instituto de Administração, vinculada ao Depto de Administração da FEA-USP. Participou de projetos na FIPECAFI – Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Financeiras e Atuariais, vinculada ao Depto de Contabilidade da FEA-USP. Trabalhos em projetos de consultoria governamentais e de política pública: ➢ Ministério da Educação - avaliação do Fundef – atual Fundeb – pesquisas e estudos com dados obtidos em visitas aos municípios para coleta de dados orçamentários e de informações sobre como se aplicam verbas para educação – entrevistas com prefeitos e secretários de educação, administração e outras; ➢ Prefeitura de São Paulo – pesquisa e levantamento de dados em comunidades com população vulnerável da zona leste da capital paulista para fins de implantação de programas habitacionais e sociais – atividades de selamento e cadastramento das famílias; Atuação em entidades setoriais, representativas de classe e organizações do terceiro setor: ➢ CBCS – Conselho Brasileiro de Construção Sustentável – É membro eleito do Conselho Deliberativo e do Conselho Fiscal da entidade. Colabora nos Comitês de Avaliação de Sustentabilidade, de Energia e Urbano. Participou da elaboração da publicação Condutas de Sustentabilidade no Setor Imobiliário Residencial. ➢ Ocupou o cargo de Vice-Presidente da OEB-Ordem dos Economistas do Brasil. ➢ Foi Conselheiro Efetivo eleito do CORECON-SP Conselho Regional de Economia e membro do Conselho Fiscal da entidade. Foi membro da Comissão Julgadora de Monografias durante os anos de 2012 a 2016– melhores trabalhos de término de curso de faculdades de economia do Estado de São Paulo que concorrem ao Prêmio CORECON-SP de Excelência em Economia. ➢ È membro da Vice-Presidência de Gestão Patrimonial do Secovi-SP. ➢ Participou do trabalho TEAR – Tecendo Redes Sustentáveis do Instituto Ethos. Realizou pesquisas para diagnosticar como empresas- âncoras praticavam a sustentabilidade, os departamentos envolvidos e os meios que utilizavam e os indicadores que recorriam e como se dava seu trabalho de disseminação da sustentabilidade na cadeia de stakeholders. No Instituto Ethos fez parte do Grupo de Resíduos Sólidos do Instituto Ethos e colaborou na realização da publicação Política Nacional de Resíduos Sólidos: Desafios e Oportunidades para as Empresas. ➢ Participação da RNSP – Rede Nossa São Paulo desde sua criação em 2007. É membro do Colegiado da entidade. o Auxiliou o desenvolvimento do Observatório Cidadão (indicadores de avaliação de desempenho e de desigualdades da Cidade de São Paulo). O Participou do desenvolvimento da metodologia do IRBEM – Indicadores de Referência de Bem-Estar do Município – que mede a percepção dos cidadãos sobre a cidade. Coleta de dados é do IBOPE. Participou da elaboração da publicação de orçamento regionalizado – valores per capita de orçamento por morador de cada distrito da capital paulista. o Participou do Grupo de Trabalho de Mobilidade Urbana a desenvolver a Pesquisa Mobilidade Urbana e Transportes em São Paulo, que é feita conjuntamente com o IBOPE; o Participou da elaboração da metodologia inicial do PCS – Programa Cidades Sustentáveis – Boas Práticas e estabelecimento e cálculo de indicadores para avaliar o comportamento das cidades. o Participa do Grupo de Trabalho de Meio Ambiente e Grupo de Trabalho de Criança e Adolescente. ➢ Coordenou no período 2010-2011 o ProjetoSP-2022 de visão futura da Cidade de São Paulo para o ano de 2022, com diretrizes de planejamento para se conseguir uma cidade sustentável, a partir de 5 visões de cidade: cidade com planejamento urbano-governança, cidade que cuida da saúde-meio ambiente-produção e consumo sustentável; cidade compacta, descentralizada e com mobilidade urbana; cidade justa e equitativa; cidade criativa, educadora e conectada. Foi uma iniciativa conjunta de cinco instituições: Instituto Ethos, Faculdade de Arquitetura Escola da Cidade, Instituto Socioambiental-ISA, RNSP e Instituto Arapyau. ➢ Participou do grupo de indicadores do Movimento Nos Podemos ODM-São Paulo, programa da ONU – Organizações das Nações Unidas, que estabeleceu metas dos países para o ano de 2015; ➢ Faz parte atualmente do Movimento Nacional ODS – Estado de São Paulo – trabalha no grupo de desenvolvimento de projetos e estudos – metas e indicadores ODS para aplicação nos municípios do estado de São Paulo, com estabelecimento de metas a serem atingidas para o ano de 2030 ➢ É colaborador do ZAS – Zero a Seis – organização dedicada ao estudo e propostas de políticas públicas e coletivas em prol da Primeira Infância. Foi membro do Comitê Executivo da instituição. Atividades docentes, realização de palestras e workshops e outras atividades. Ministrou treinamentos para funcionários públicos para a FIA – Fundação Instituto de Administração para capacitação em análise de desempenho industrial para o Ministério da Indústria e Comércio; Ministrou cursos de graduação na UnicSul e de pós-graduação na Universidade São Judas. Foi coordenador do Curso de Pós-Graduação Financiamento Imobiliário realizado pelo convênio Abecip-Fipe-OEB; ministrou cursos para o Convênio de Cooperação entre a Secretaria de Finanças e OEB – Ordem dos Economistas do Brasil – curso de indicadores para gestão pública e para políticas públicas; Atualmente é professor da FECAP – Fundação Escola de Comércio Alvares Penteado – no curso de pós-graduação, ministrando aulas de Sustentabilidade e Desempenho na Gestão Pública. Foi agraciado com a Medalha Celso Furtado, entregue em evento na Câmara Municipal, por Serviços Prestados em prol da Economia por iniciativa do CORECON-SP Conselho Regional de Economia. É diretor da empresa Clade Serviços de Consultoria Empresarial, que possui um produto para estudo de cidades e de desenvolvimento sustentável denominado C2 Curadoria de Conhecimento. É diretor da Metaurbana, empresa de inteligência de cidades – smartcities. Murillo Kammer - Coordenador Pedagógico É Artista Visual, Educador, Produtor Cultural. Licenciado em Artes (Belas Artes-SP, 2000), Com Pós-Graduação/Especialização em Cinema, Vídeo e Fotografia (Belas Artes-SP, 2008); Fundamentos da Cultura e das Artes (IA, UNESP- SP, 2001); Psicologia Junguiana (FACIS/IJEP/SP, 2013); Psicologia Transpessoal e Integrativa (IJEP/FACIS - SP, 2015 - cursando). Criador da produtora Catapulta Cultural, é responsável pelos programas da Ação Educativa do Museu Brasileiro da Escultura (MuBE) desde 2010, além de outros espaços culturais onde realiza projetos que interseccionam arte, educação e cultura. Como artista educador atua há mais de quinze anos em ONGs, Escolas, Universidades, Espaços Culturais, Informais, Socioeducativos e Museus. Entre os principais trabalhos em poéticas pedagógicas, destacam-se: FAZERMUSEU, programa artístico-pedagógico lançado no MuBE em agosto de 2014 (experiências integrativas com arte para grupos sociais como: Polícia Militar/SP, Fundação Casa, Instituições de Atenção Psicossocial, entre outros); PERCURSO CRIATIVO, 2010/15 (projeto criado para a ação educativa do MuBE / premiado com Menção Honrosa no III Prêmio IBERMUSEUS / atingiu mais de 60 mil participantes); EDUCAMUBE, 2010/15 (www.educamube.tumblr.com/ rede de registro e comunicação produzida por educadores no MuBE com mais de 50 mil interações); PEDAGOGIA DO CORAÇÃO, 2012 (estudos sobre o desenvolvimento da imaginação criante em contextos artísticos pedagógicos); SUJEITO- PROJETO, 2012 (exposição interativa com produções poéticas de artistas educadores do MuBE, reuniu mais de mil e setecentos participantes) O Coordenador pedagógico do projeto é o elemento mediador entre crianças e educadores e com a realidade sociocultural em que as atividades acontecem.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.