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O documentário de média metragem O MUNDO NÃO ESTÁ TERMINADO (até 70 min), trata do resgate de animais descartados pela pecuária e acolhidos pelo Santuário animal Vale da Rainha. A partir dessas histórias, o doc abordará a relação entre humanos e animais, biodiversidade e meio-ambiente. O projeto também prevê uma oficina de roteiro (2 turmas online para um total de 60 alunos) e a exibição do filme em 6 escolas públicas do Rio de Janeiro, incluindo debate com a Diretora.
LOGLINE, SINOPSE E ARGUMENTO DO DOCUMENTÁRIO O MUNDO NÃO ESTÁ TERMINADO Classificação etária : Livre Logline A história do resgate de animais descartados pela pecuária e acolhidos pelo Santuário animal Vale da Rainha. Animais que se transformam de produtos lucrativos numerados em seres que merecem ser olhados e cuidados. Sinopse O Santuário Vale da Rainha em Minas Gerais é um espaço rural que acolhe animais descartados pela pecuária, em geral a clandestina local. Lá vivem cerca de 200 animais, e o filme traz a história de três deles: a vaca Gaia, o bezerro Nandi e o bode Shapiro, ao lado do casal Patrícia e Vitor, responsáveis pelo santuário. Acompanharemos a rotina cotidiana do Santuário e a transformação dos três animais escolhidos desde o momento do resgate até sua recuperação (ou morte), passando pelas emergências iniciais, pelos obstáculos enfrentados (como a falta de instrumentos para tratar animais de grande porte), pela mobilização dos voluntários, pelo apoio da comunidade local e remota. A incrível transformação pela qual os animais passam depois que são protegidos e cuidados é o tema deste documentário. Argumento No portão de entrada uma placa: Acredite em mágica. Acompanharemos a rotina do Santuário: a alvorada, os cuidados especiais com cada animal, a interação e amizade entre eles, as vitórias e perdas, os tratamentos, as urgências do dia, os imprevistos, os afetos. Os corpos dos animais de produção chegam contando histórias: fraturas, deformações, sustos, aflições, desconfianças. Queremos contar a transformação destes corpos ao longo da adaptação ao novo lar. Contaremos de perto, desde o momento da chegada até os dias atuais, as histórias do bezerro Nandi, do bode Shapiro e da vaca Gaia, pela mobilização dos voluntários, pelo apoio da comunidade local e remota. Nandi, durante um parto difícil, quebra uma perna. Por ser um bezerro macho na indústria do leite, prevalece para ele a indiferença passando pelas emergências iniciais, pelos obstáculos enfrentados (como a falta de instrumentos para tratar animais de grande porte), humana: o filhote fica abandonado por dias no pasto, ferido, desnutrido e sem cuidados com seu umbigo infeccionado. Quando chega ao santuário ele está assustado, desidratado e não consegue dormir. Depois de muita dedicação Patrícia começa a acalentar o animal, que pouco a pouco melhora. Mas a fratura e a grave infecção que o acometeu não lhe permitirão mais viver uma vida normal. Shapiro, um bode reprodutor explorado por anos, depois de escapar de uma fazenda chega sozinho ao santuário. No início seu temperamento irrequieto é um problema, mas aos poucos começa a interagir com os outros animais. Shapiro tem um talento único: sabe abrir e fechar todos os portões que encontra, liberando ou trancando os animais nos recintos. Por seu caráter, sua agilidade e suas iniciativas Shapiro torna-se o porteiro respeitado do Santuário, onde aos poucos encontra sua paz. Gaia, vaca descartada por uma pequena indústria de leite clandestina, é encontrada quase morta à beira de um rio. Patrícia e Vitor fazem tudo que podem para ajudá-la a ficar em pé de novo, condição imprescindível para a saúde dos bovinos. Apesar das sequelas muito graves e contra todos os prognósticos Gaia começa a melhorar. As imagens do drama da vaca mobilizam pessoas ao redor do mundo de um modo inesperado. As doações aumentam, e algo muito mais incrível acontece: voluntários começam a vir ao Santuário para se revezar com Patrícia e Vitor nos cuidados com a vaca. Quem não pode vir ou não pode ajudar com doações, usa o próprio trabalho para divulgar a história do animal: "Salvemos Gaia!" torna-se um símbolo de conscientização sobre o que cada um de nós pode fazer pelo outro e pelo planeta, e sobre quão preciosa seja a vida, em todas as suas formas, e em todas as condições. Abordagem e Tratamento do documentário Com uma equipe reduzida, o filme terá uma dramaturgia construída com imagens intimistas, num ritmo desacelerado como o do ambiente rural. O principal objetivo é provocar uma experiência sensorial no espectador. Pretendemos documentar o resgate e a transformação dos animais com um tratamento poético das imagens. Delicadamente tocar o público e sensibilizar ao invés de gerar indignação. Os animais serão os personagens principais, e o filme vai focar em suas transformações físicas e comportamentais. Câmera intima e próxima, closes no olhar dos animais, que por serem animais de grande porte vindos da pecuária e da indústria, quase nunca foram olhados nos olhos. Estratégia fílmica: 1- Entrevistas: Serão realizadas entrevistas com os proprietários do Santuário, voluntários, moradores do entorno e talvez com possíveis profissionais da indústria pecuária e da área ambiental 2- Câmera observativa: Com câmera fixa e takes longos deixamos o silêncio e o afeto falarem, apenas observando os personagens convivendo; o carinho, a diversão, a simples presença, os momentos íntimos e espontâneos. 3- Câmera íntima e lenta: uma câmera acompanha de perto a interação com o animal; os cuidados, o comportamento, as reações, a zona de contato alcançada. Em primeiríssimo plano um foco nos olhares e nos detalhes da parceria. 4- Câmera ágil: o uso de Osmo e em algumas situações de um drone para buscar uma aproximação ou um distanciamento dos personagens, buscando provocar uma experiência sensorial no espectador. 5- Ponto de vista do animal: com uma câmera Gopro acoplada ao corpo do animal buscaremos o olhar afetivo do bicho para o humano e para o ambiente que o cerca. Há tantos detalhes que só os animais conseguem perceber e é fascinante pensar sobre como eles podem olhar o mundo de um jeito diferente de nós. 6 - Narração em off: histórias dos animais, dados científicos, temas relevantes. 7 - Imagens de arquivo. OFICINA DE ROTEIRO - A oficina de roteiro abrangerá um estudo da linguagem e da técnica de roteiros para o audiovisual, promovendo o desenvolvimento de sinopses e argumentos de curtas - metragens até 10 min, tendo como temática, as relações entre Humanos e Animais
OBJETIVO GERAL Promover a reflexão sobre a relação entre os humanos e os animais que os nutrem, estimulando um olhar sensível sobre estes seres ignorados e descartados como produtos numerados da indústria e não como seres sensíveis que são parte do ecossistema ambiental. Objetivos específicos · Realizar 1 documentário de média metragem (70 min) inteiramente filmado no Santuário animal Vale da Rainha, na zona rural de Camanducaia, Minas Gerais · Utilizar no documentário, imagens captadas no momento de realização do filme e imagens de arquivo · Contar a história de três animais e do casal proprietário do Santuário Vale de Rainha, dentre os aproximadamente 200 resgatados da indústria, acompanhando a rotina do local, a mobilização dos voluntários e da comunidade próxima em defesa desses animais. · A partir de um terreno árido e violento (maus tratos, indiferença, abate, comércio e exploração de vidas), sensibilizar poeticamente o público, permitindo que os animais sejam vistos como vidas que importam individualmente e que merecem ser cuidadas. tornando visíveis seres invisíveis. · Abordar questões urgentes como a crise ambiental, o consumismo, a indiferença e a difusa sensação de nada podemos fazer diante de problemas tão grandes e arraigados em nossa sociedade. · Exibir o documentário em 6 Escolas Públicas do Rio de Janeiro e promover debates com a diretora Monica Prinzac após as sessões, com público estimado de 600 alunos (100 por exibição). · Estimular os alunos a mandarem suas histórias transformadoras com animais, para publicação no hotsite do projeto. · Realizar 2 oficinas gratuitas de roteiro para jovens e adultos, estudantes ou profissionais iniciantes do audiovisual, no formato online, com carga horária de 18h cada, tendo como objetivo desenvolver sinopses e argumentos de pequenos documentários de curta metragem, partindo do tema: Relações entre Humanos e Animais. · Oferecer 30 vagas em cada uma das 2 oficinas realizadas, totalizando 60 vagas · Divulgar no hotsite do projeto, além das histórias enviadas pelo público, as sinopses e argumentos criados nas oficinas. · Reservar 30% das vagas para grupos excluídos: pessoas negras, indígenas, LGBTQIA+ e trans. Além disso, 10% das vagas serão para os patrocinadores · Valorizar o audiovisual como agente de transformação, de formação e de questionamento, unindo cultura e meio ambiente
Este projeto encontra-se alinhado com o Art. 1° da Lei 8313/91, inciso I, pois promoverá o acesso público à produtos culturais, garantindo o direito da população, conforme abaixo: VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Além disso, como o projeto se propõe a realizar uma oficina de roteiro para estudantes e profissionais iniciantes no audiovisual, com o objetivo de gerar sinopses e roteiros a partir do tema Relações entre Humanos e Animais, ele também se enquadra no inciso abaixo: II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Com relação aos objetivos inseridos no artigo 3º, o projeto atenderá os seguintes incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: (em relação à oficina de roteiro) c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: (exibição do documentário em escolas públicas) a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos O Brasil é o maior exportador de carne do mundo com aproximadamente 5 bilhões de abates por ano. Em contraste com esse número o documentário O Mundo não está terminado traz a história de três animais (a vaca Gaia, o bezerro Nandi e o bode Shapiro), ao lado do casal Patrícia e Vitor, responsáveis pelo santuário. Contaremos a transformação dos três animais escolhidos desde o momento do resgate até sua recuperação (ou morte), passando pelas emergências iniciais, pelos obstáculos enfrentados (como a falta de instrumentos para tratar animais de grande porte), pela mobilização dos voluntários, pelo apoio da comunidade local e remota. A morte é a forma mais comum de interação humano_animal hoje. Aproximadamente 88 bilhões de animais terrestres são destinados ao consumo humano _ os mortos que nos mantêm vivos. Em um mundo em plena crise climática e ambiental, a convivência com animais e o valor da atenção e do cuidado tornam-se urgentes. O mundo não está terminado é um chamado de reconexão com a natureza, da qual andamos esquecidos de fazer parte. Como a experiência desta conexão com os animais pode abrir diferentes caminhos para o nosso futuro? O documentário explora a relação humano-animal com um olhar poético, indagando a força transformadora do convívio com bichos, uma parceria tão antiga quanto a própria existência humana na Terra, e propõe uma reflexão sobre as políticas que governam essas relações, antropocentricamente atravessadas pelo especismo e pela convicção de superioridade humana. Repensar nossa relação com os animais é repensar nossa relação com o mundo. Um mundo no qual os maus tratos, a existência de vidas lucrativas e a devastação imperam e preocupam quase sempre de um modo "distante". O mundo não está terminado é um convite à reflexão sobre o mundo que criamos a todo instante com nossas ações, omissões e escolhas. O diferencial do documentário é, a partir de vidas pequenas, anônimas e descartadas, falar sobre questões urgentes como a crise ambiental, o consumismo, a indiferença e a difusa sensação de nada podermos fazer diante de problemas tão grandes e arraigados em nossa sociedade. A relevância do projeto está em provocar reflexões sobre nosso estar no mundo hoje e sobre nossa capacidade de repensá-lo e recriá-lo. Histórias particulares de bois, vacas, bezerros, cabras e búfalas são ainda pouco contadas e pedem testemunhas. Muito além dos direitos dos animais e das ideologias, a força do Santuário é o encanto e a delicadeza que nascem da precariedade. O impacto das histórias desses animais está em conscientizar as pessoas tocando-as afetivamente. Ali acontece o inesperado: a transformação pela qual os animais passam depois que são protegidos e cuidados afeta a lógica sensível dos fatos. Contar para criar mundos e não apenas herdar mundos violentos. Portanto, podemos afirmar que todas as ações coordenadas do projeto (realização do documentário, debates e oficinas) potencializarão a ligação entre a cultura e a questão ambiental, de forma diferenciada e envolvente, justificando a inscrição deste projeto na Lei Rouanet, que viabilizará a sua realização através do incentivo fiscal.
Importante citar que, nestes 5 anos em que a produtora Dupla Mente Filmes vem trabalhando com a temática Humanos e Animais, foram estabelecidas diversas parcerias importantes com Santuários, ONGs que defendem a causa animal, personalidades e profissionais da área, além de um público que acompanha as temporadas da série Amor de Bicho, também da diretora Monica Prinzac. Portanto, podemos afirmar que o documentário O MUNDO NÃO ESTÁ TERMINADO nascerá já contando com uma divulgação consistente.
O projeto usará imagens captadas no Santuário animal Vale da Rainha, em Minas Gerais, e também, imagens de arquivo. · O documentário terá várias entrevistas, que incluem: o casal proprietário do Santuário, pessoas voluntárias e moradores da comunidade do entorno, que também estão engajados no resgate, tratamento e proteção dos animais. · Poderão ser entrevistadas pessoas que fazem parte da indústria, bem como, profissionais da área ambiental. · O documentário de média metragem terá até 70 min. · O filme será legendado e terá audiodescrição para acessibilidade · Será desenvolvido um hotsite do projeto e redes sociais. · Após a finalização do documentário, serão realizadas 6 exibições em Escolas da Rede Pública no Rio de Janeiro, priorizando as escolas que estão situadas em comunidades da AP2 e nas regiões da AP3 e AP4, com exceção da Barra da Tijuca. · As exibições terão um público estimado de 600 alunos (100 em cada escola). · A duração de cada exibição + palestra será de aproximadamente 1h e 30 min · Todas as exibições poderão ser acompanhadas por um intérprete de libras · Após as exibições, serão promovidos debates com a diretora Monica Prinzac e os alunos serão estimulados a criarem historias transformadoras que tratem da relação Humanos e Animais. As melhores histórias serão publicadas no hotsite do projeto. · Além disso, o projeto se propõe a realizar 2 oficinas de roteiro de documentário, no formato online, com aulas ao vivo de 2 h de duração, para um público de estudantes e iniciantes da área audiovisual. A estimativa de público é de 60 pessoas, sendo 30 em cada turma. · Por incluir mentoria das sinopses e argumentos desenvolvidos, teremos também a ajuda de um monitor que auxiliará o professor na orientação dos projetos · No hotsite e redes sociais estimam-se que o público mínimo seja de 20.000 usuários impactados pelo projeto. Lembrando que a proponente se dedica ao tema Humanos e Animais há pelo menos 5 anos, tendo criado a série AMOR DE BICHO, temporadas 1 e 2. Portanto, possui mais de 1 milhão e 200 mil visualizações das duas temporadas e um público cativo. Desta maneira, o retorno social será muito relevante pelo aspecto quantitativo, pelo acesso gratuito à arte- cultura e pelo contato com um tema que pode contribuir para um outro entendimento de mundo capaz de transformar realidades. PLANO DA OFICINA DE ROTEIRO Plano da oficina de roteiro - carga horária 18h Formato online / ao vivo - 9 aulas de 2h A gramática do roteiro e as ferramentas de trabalho do roteirista Etapas da criação de uma narrativa audiovisual. Conceitos de storyline, sinopse, argumento, escaleta e roteiro. Os planos no audiovisual A importância da imagem e do som O texto no audiovisual - O narrador onisciente, O texto para vídeo, Narração em voz off Os desafios da edição Processos de trabalho individuais e colaborativos. Atividade de construção de storyline e sinopses – a partir do tema RELAÇÃO ENTRE HUMANOS E ANIMAIS Mentoria coletiva a partir das sinopses produzidas O argumento de um projeto de documentário. Diferenças entre SINOPSE e ARGUMENTO de um documentário Detalhamento da narrativa: Personagens, locações, material de arquivo visual e sonoro Estratégias narrativas para se construir uma visão própria do real. Personagens A visão do diretor Exercícios práticos para criação de argumentos O roteiro de documentário e a entrevista Os preparativos e a escolha do entrevistado Estratégias e técnicas de entrevista Equívocos comuns durante a entrevista Desenvolvimento de argumentos de documentário tividade de construção de um argumento de curta metragem Análise de documentários Mentoria coletiva dos trabalhos Mentoria individual Apresentação para a banca
O projeto de documentário O MUNDO NÃO ESTÁ ACABADO utilizará recursos de acessibilidade comunicacional como legendagem e audiodescrição. Além disso, as exibições em escolas públicas, poderão ser acompanhadas por intérprete de libras. A oficina de roteiro feita no formato online e ao vivo, também facilitará o acesso das pessoas com deficiência física e 30% das vagas serão destinadas à grupos excluídos, incluindo as pessoas com deficiência. Além disso, a plataforma moodle tem ferramentas de acessibilidade que serão usadas.
Todas as atividades programadas no projeto O MUNDO NÃO ESTÁ TERMINADO, são gratuitas. As exibições do documentário acontecerão em Escolas Públicas do Rio de Janeiro, prioritariamente nas regiões AP3 e AP4 (com exceção da Barra da Tijuca) ou em comunidades da AP2. Público estimado de 600 alunos e professores. A oficina de roteiro, também gratuita, atingirá um público de estudantes e profissionais iniciantes do audiovisual, com reserva da vagas para grupos excluídos e com público estimado de 60 pessoas. O documentário, após ser finalizado, será enviado para festivais e mostras nacionais e internacionais, podendo atingir um grande público caso seja selecionado. Além disso, para ampliar o acesso ao produto cultural oferecido, o público será também estimulado a enviar suas histórias sobre momentos transformadores com os animais, para publicação no hotsite do projeto. Os conteúdos produzidos nas oficinas (sinopses e argumentos de documentários de curta metragem) também serão divulgados no hotsite do projeto. Para ampliar a divulgação e acesso ao documentário, também serão postados nas redes sociais da série AMOR DE BICHO, da mesma proponente, vídeos dos bastidores e de trechos do filme, levando em conta que existe um público engajado no assunto e que as duas temporadas da série já alcançaram mais de 1 milhão e 200 mil visualizações.
A representante da proponente, Monica Prinzac, como diretora da documentário O MUNDO NÃO ESTÁ TERMINADO, será também responsável pelos debates feitos após cada exibição gratuita. Equipe: Diretora do documentário O MUNDO NÃO ESTÁ TERMINADO – Monica Prinzac - Doutora em Estudos da Linguagem / PUC Rio. Roteirista e diretora de audiovisual, é autora da série documental Amor de Bicho – temporada 1 - pela UOL Play (2020-2023) e temporada 2, lançada em maio de 2024 com apoio de edital da RioFilme. Monica é diretora da Dupla Mente Filmes desde 2002. Dirigiu e roteirizou cinco curtas-metragens, dois premiados: Apego (2003) - Festival Curta a Sessão e Juracy (2004) - Festival Mundial do Minuto. Mestre em Teatro pela Uni-Rio, formada em Direção Teatral pela UFRJ, no teatro escreveu e dirigiu quatro peças: A Farsa (2000), Um Coração na Mala (2001), Afeto (2003) e Apego (2004/2005). Mônica é a primeira cineasta no Brasil a filmar o processo de treinamento de um cão-guia. Produtora – Gisele Costa – Atua há mais de 18 anos nas áreas cultural, educacional e social. É produtora cultural e produtora executiva da área audiovisual. Especialista em Elaboração e Gestão de projetos para editais e leis de incentivo. É Coordenadora Acadêmica e Gerente de Projetos na Academia Internacional de Cinema, desde 2015 Atualmente faz a gestão do projeto De Boa na Gamboa, aprovado na lei do ISS, pela Fundação Darcy Vargas. Responsável pela elaboração de projetos e captação de recursos para a Associação Circo da Lua e para a produtora Dupla Mente Filmes. É especialista em leis de incentivo e editais, tendo elaborado mais de 20 projetos em 2024 para Editais e leis: Riofilme, Transpetro, Petrobrás Cultural, Instituto Vale Cultural, Lei Rouanet, Lei do ICMS / RJ, Lei do ISS/ RJ. Professor oficina de roteiro – Pedro Salomão - Autor da série "Miúdo Graúdo“ (Endemol Portugal, RTP). Roteirista do Canal Like (Net) e de séries ficcionais ou documentais sobre cinema, educação e tecnologia (Canal Futura, GNT, Arte 1, PrimeBox, PlayTV, etc.). Coordenou os roteiros do programa Globo Educação. Roteirista colaborador no filme “Bruna Surfistinha” (Melhor Roteiro no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro). Mestre em Comunicação pela UFRJ. É professor de roteiro na Academia Internacional de Cinema e atuou como Coordenador Acadêmico da Pós-graduação em Roteiro da Universidade Veiga de Almeida.
PROJETO ARQUIVADO.