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Realizar o curta-metragem de ficção intitulado Borboletas da Vista Chinesa, com 15 minutos de duração, que narra a história de amor interrompida entre Yan, uma descendente de imigrantes chineses, e João, um jovem poeta brasileiro. A trama se desenvolve em dois momentos: no início do século XX, quando Yan conhece João enquanto trabalha no pequeno restaurante de balcão da família, no centro do Rio de Janeiro; e no final dos anos 1950, quando descobrimos que Yan se tornou proprietária de um grande restaurante chinês em São Paulo e viúva de Quon, seu marido de ascendência chinesa com quem escolheu se casar e constituir família, após perder seu grande amor brasileiro.
Conteúdo narrativo do curta-metragem Borboletas da Vista Chinesa: São Paulo, 1958. Yan conversa com seu neto no grande e belo restaurante de comida chinesa da família. Ela tenta convencê-lo a não desistir da ideia de fazer faculdade de Administração e assumir a gestão do restaurante. Seu neto, no entanto, explica que deseja estudar Arquitetura e estar mais próximo de sua namorada. O cozinheiro traz duas porções de Dim Sum, a especialidade da casa, e Yan se distrai com a beleza do prato. Rio de Janeiro, 1920. Yan, aos 22 anos, com habilidade e delicadeza, prepara bolinhos de Dim Sum em um pequeno restaurante de balcão, cujas paredes são decoradas com objetos tradicionais e papéis de parede vermelhos. Seu pai, com um tom brusco, a repreende, ainda que o idioma não seja compreendido. Yan organiza os bolinhos em duas vasilhas de bambu com tampa e as entrega no balcão a um casal de clientes. O pai de Yan sorri, e agora suas palavras, embora ainda incompreensíveis, são mais amenas. Confiante e provocador, João, um jovem, se aproxima do balcão e pede uma porção de Dim Sum ao pai de Yan, que observa o grupo de amigos de João, fumando, bebendo e se divertindo à distância. Ligeiramente embriagado, João flerta com Yan, que retribui com um breve sorriso. Ao receber o prato das mãos de Yan, João sussurra em seu ouvido que a levará para sair, caso ela queira. Ele e seus amigos partem, bebendo e quebrando algumas garrafas, o que chama a atenção dos poucos clientes e dos funcionários do restaurante. O pai de Yan, irritado, gesticula apontando para a vasilha de bambu que João provavelmente não devolverá. Yan e João caminham abraçados pelas ruas de paralelepípedos do centro do Rio de Janeiro, durante a madrugada, dando a impressão de estarem levemente embriagados. Em um momento de desequilíbrio, eles se amparam mutuamente e acabam se entregando a um beijo intenso. Em um cortiço mal iluminado por uma fraca luz de candeeiro, o casal se entrega ao amor em um quarto simples, porém espaçoso, com pé-direito alto. Após o momento de paixão, João busca uma garrafa de cachaça debaixo da cama e prepara uma dose. Yan hesita em aceitar, mas acaba bebendo. Sentados no mirante da Vista Chinesa, que já completava 15 anos desde a sua inauguração, o casal apaixonado se beija. Yan explica que seu pai tem a expectativa de que ela se case com um rapaz de uma família chinesa rica, que mora em São Paulo. Coincidentemente, duas borboletas pousam sobre a cabeça do casal, e eles riem da situação inusitada. João a beija novamente, dizendo que a vida lhes trará surpresas. Yan entra em um bar à procura de João. O ambiente é festivo, iluminado por algumas velas, repleto de fumaça, com muitas pessoas em volta de uma mesa onde se toca samba. Nos cantos, pessoas de várias origens — orientais, negros e brancos — bebem e cantam. O samba ecoa pelo espaço. Yan encontra João completamente embriagado e, com dificuldade, o ajuda a sair do bar. Em casa, os dois se envolvem em uma grande discussão. João se irrita quando Yan, em um tom de desespero, grita que ele precisa abandonar a bebida e quitar suas dívidas com agiotas para seu próprio bem. Em um acesso de raiva, João quebra um vaso de plantas e sai de casa furioso. À noite, Yan caminha pelas ruas do Rio Antigo, triste, solitária e com um olhar assustado. Ela se dirige ao local onde dois policiais conversam perto de um corpo coberto por um lençol encardido. Ao se aproximar, Yan se ajoelha e, em meio às lágrimas, vê a mão de João para fora do lençol, revelando uma pulseira com um pingente de borboleta. Com delicadeza, ela retira a pulseira e a prende em seu próprio braço, onde já carrega uma joia idêntica. No amanhecer seguinte, Yan contempla o belo cenário do Rio de Janeiro a partir da Vista Chinesa, em silêncio. De volta ao restaurante, Yan e seu neto continuam conversando sobre o destino do jovem, refletindo sobre a importância de seguir o coração para viver sua própria história. Depois de um ótimo almoço, Yan contempla seu punho que ainda carrega as duas pulseiras com o pingente de borboletas.
Objetivo Geral Produzir e realizar o curta-metragem de ficção Borboletas da Vista Chinesa, com o intuito de promover uma narrativa sensível e visualmente poética sobre o amor interrompido entre Yan, uma descendente de imigrantes chineses, e João, um jovem poeta brasileiro, abordando as nuances culturais e históricas do Brasil e da imigração chinesa no início do século XX e nas décadas seguintes. O projeto busca resgatar e valorizar as conexões afetivas e culturais entre duas épocas distintas, destacando a importância da memória, da ancestralidade e da preservação de histórias que representam a diversidade do Brasil. Objetivos Específicos Produção Audiovisual: Realizar todas as etapas da produção do curta-metragem de ficção com duração de 15 minutos, desde a pré-produção até a finalização, incluindo roteiro, direção, fotografia, figurino, locações, elenco e pós-produção. Divulgação e Exibição: Exibir o curta-metragem em, no mínimo, 5 festivais de cinema nacionais e internacionais, além de realizar pelo menos 3 exibições públicas gratuitas, sendo duas no Rio de Janeiro e uma em São Paulo, para democratizar o acesso à produção cinematográfica e estimular o debate sobre imigração e cultura. Acessibilidade e Inclusão: Garantir que o produto final conte com recursos de acessibilidade, como legendas em português, inglês e mandarim, além de audiodescrição, permitindo que um público mais amplo, incluindo pessoas com deficiência auditiva e visual, possa apreciar o filme. Produção Cultural: Publicar conteúdos complementares nas redes sociais e plataformas digitais, totalizando 10 posts educativos, com informações sobre os temas históricos e culturais abordados no filme, ampliando a experiência do público e reforçando o papel do curta como ferramenta de reflexão sobre as heranças culturais do Brasil. Esses objetivos, ao serem realizados, asseguram o impacto cultural e social do curta-metragem, além de evidenciar a relevância da imigração chinesa na formação de novas identidades brasileiras.
O curta-metragem Borboletas da Vista Chinesa é um projeto cultural de grande relevância para o cenário audiovisual brasileiro, abordando, de forma poética e visualmente impactante, a história de amor entre Yan, uma descendente de imigrantes chineses, e João, um jovem poeta brasileiro, ambientada em dois momentos históricos: o início do século XX e o final dos anos 1950. A proposta do filme não apenas resgata uma narrativa de caráter emocional, mas também explora temas fundamentais como a imigração, a identidade cultural e as transformações sociais do Brasil, com foco na contribuição da comunidade chinesa à formação da nossa sociedade. O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto na Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), é imprescindível para a viabilização deste projeto, pois permite o acesso a recursos necessários para a produção de um filme de qualidade, que, por sua natureza artística e temática, exige investimentos consideráveis em fotografia, ambientação de época, figurino, pesquisa histórica, elenco especializado e pós-produção. Sem esse apoio, a execução do projeto em sua plenitude ficaria comprometida, o que prejudicaria sua capacidade de alcançar o público de maneira significativa. O projeto Borboletas da Vista Chinesa se enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, que trata dos mecanismos de incentivo à cultura, especialmente nos seguintes trechos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Em relação aos objetivos do Art. 3º da Lei, o projeto Borboletas da Vista Chinesa contribui diretamente para: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; Portanto, o financiamento via Lei de Incentivo à Cultura se justifica plenamente para o Borboletas da Vista Chinesa, uma vez que a obra contribui para o fortalecimento da produção audiovisual brasileira, estimula a valorização da diversidade cultural e oferece ao público acesso a uma narrativa que explora temas fundamentais da nossa história.
Curta-metragem: "Borboletas da Vista Chinesa"Duração: 15 minutosFormato: Audiovisual digital DCP, versão MP4 e ProRes, tanto em 4K e FullHD de resolução.Material: Filmagens originais, imagens de arquivo, entrevistas, narração, trilha sonora originalÁudio: EstéreoDistribuição: Versões em formato digital (DCP para cinema e MP4)
O curta-metragem Borboletas da Vista Chinesa se compromete a atender a todas as normas de acessibilidade para garantir que pessoas possam ter pleno acesso à obra. Nesse sentido, serão incorporadas as seguintes medidas de acessibilidade: Libras: O filme contará com a tradução para a Língua Brasileira de Sinais (Libras), permitindo que pessoas com necessidades especiais auditivas possam compreender todo o conteúdo visual e narrativo da obra. Audiodescrição: Também será disponibilizada a audiodescrição para pessoas com necessidades especiais visuais, proporcionando uma narração detalhada de todos os elementos visuais que compõem o curta, como expressões faciais, cenários, figurinos e ações relevantes à trama. Legenda descritiva: Serão inseridas legendas descritivas que incluirão não apenas os diálogos, mas também a descrição de sons e ruídos importantes para a narrativa, garantindo que pessoas com perda auditiva possam ter uma experiência completa ao acompanhar o filme. Com essas medidas, Borboletas da Vista Chinesa assegura que a obra seja plenamente acessível, alinhando-se às boas práticas de inclusão e respeito às diversidades de públicos, permitindo que todas as pessoas possam desfrutar dessa produção cinematográfica de forma justa e equitativa.
Plano de Distribuição da Obra Borboletas da Vista Chinesa: A estratégia de distribuição do curta-metragem Borboletas da Vista Chinesa será uma prioridade da produtora, visando maximizar o acesso à obra e ampliar seu impacto no cenário audiovisual brasileiro. Em parceria com agentes culturais, especialmente aqueles que possuem articulação junto às comunidades chinesas do Rio de Janeiro e São Paulo, serão delineadas quatro ações fundamentais para a distribuição da obra, com destaque para os pré-lançamentos em ambas as cidades, proporcionando uma importante oportunidade de divulgação da marca dos patrocinadores e apoiadores. O projeto visa o impacto social ao promover o acesso à cultura e ao cinema brasileiro, em especial para as comunidades chinesas e outros públicos. Além disso, busca fomentar o debate sobre a identidade cultural, as relações interculturais e as narrativas históricas que unem o Brasil e a China. Ação : Pré-Lançamento no Rio de Janeiro e São Paulo Como parte central da estratégia de distribuição, Borboletas da Vista Chinesa terá um pré-lançamento especial com exibições no Rio de Janeiro e São Paulo, cidades que possuem fortes laços com a comunidade chinesa e são centrais para a narrativa do filme. Rio de Janeiro/RJ: A exibição será realizada no Cine Odeon ou em um espaço cultural de grande visibilidade, seguida de um debate com especialistas em imigração chinesa no Brasil, cinema e relações culturais sino-brasileiras. Esse evento servirá para atrair não apenas o público em geral, mas também membros da comunidade chinesa do Rio e intelectuais que estudam a interseção cultural entre os dois países. São Paulo/SP: Em São Paulo, cidade que também é um ponto chave para a imigração chinesa no Brasil, a exibição será planejada para o CineSesc ou outro centro cultural de destaque. Tal como no Rio, será seguida por um debate com acadêmicos e cineastas que exploram temas de imigração, pertencimento e diáspora. Este evento será também uma grande oportunidade para divulgação dos patrocinadores e engajamento com a comunidade. Essas exibições serão gratuitas e abertas ao público, reforçando o compromisso da produtora com a democratização do acesso à cultura, ao mesmo tempo em que destacam a importância do apoio dos patrocinadores. Ação: Inscrições em Festivais e Mostras Cinematográficas O curta-metragem será inscrito em 100 festivais e mostras de cinema nacionais e internacionais, buscando ampliar sua visibilidade e atrair novos distribuidores e parceiros. A inscrição será focada em eventos que abordam temas relacionados à imigração, relações interculturais e cinema independente. Festivais Nacionais: Serão feitas inscrições em festivais de renome no Brasil, como o Festival de Cinema de Gramado, o Festival do Rio, a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, e o Festival de Brasília. A produtora já possui experiência com filmes premiados nesses festivais e buscará maximizar o impacto da obra dentro do circuito nacional. Festivais Internacionais: O filme será inscrito em festivais internacionais, com destaque para eventos que abordam temas de imigração, identidade e interculturalidade, como o Festival de Cannes, Festival Internacional de Cinema de Rotterdam, a Berlinale, e o Toronto International Film Festival (TIFF). A distribuição internacional será coordenada em parceria com uma empresa especializada, garantindo que a obra alcance audiências globais.
Vladimir Seixas – Diretor e Roteirista Sócio-diretor da Couro de Rato, Vladimir atuará como Diretor e foi responsável pela escritura do Roteiro. Com experiência em documentários, Vladimir teve seus filmes exibidos e premiados em festivais no Brasil e no exterior, como a indicação ao Emmy Internacional por "A Primeira Pedra" e os prêmios de Melhor Documentário Longa no Festival do Rio e Prêmio Especial do Júri no Olhar de Cinema por “Rolê”. Em transição para a ficção, seu primeiro curta, “Yãmî Yah-Pá”, venceu o Prêmio Canal Brasil e Melhor Trilha no Festival de Gramado, entre outros. Está preparando as filmagens de seu primeiro longa. Luis Carlos de Alencar – Produção Executiva Luis tem experiência na realização de diversos documentários sobre o tema da luta por Direitos Humanos, havendo recentemente dirigido a série para Globoplay “Enredos da Liberdade” (5 episódios - 2024) sobre Escolas de Samba e Ditadura Militar. Suas obras acumulam mais de 20 premiações, incluindo a Menção Honrosa do Prêmio Félix no Festival do Rio por "Não é a primeira vez que lutamos pelo nosso amor" (2022), sobre população LGBTQIA+ e os anos da ditadura militar, e 4 prêmios no XVII Panorama Internacional Coisa de Cinema por "Genocídio e Movimentos" (2021). "Homens Invisíveis" (2019) foi laureado nos mais importantes festivais LGBT do país como Festival Mix Brasil, Rio LGBTQIAPN+, For Rainbow, Recifest, Transforma e Melhor Direção no DIGO - Festival Internacional de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero no Brasil. Além disso, "Bombadeira" (2007) recebeu uma homenagem especial da Rede Nacional de Pessoas Trans do Brasil (REDETRANS) em reconhecimento à contribuição do filme para a comunidade transexual. Camilla Ribeiro - Diretora de Produção Camilla atua no mercado audiovisual desde 2018. Sua experiência abrange funções de controller, direção de produção e produção executiva, desenvolvendo estratégias e instrumentos para aprimorar a gestão de processos e pessoas. Trabalhou no documentário "Role - A história dos rolezinhos", lançado em 2021 e premiado como Melhor Documentário no Festival do Rio e recentemente concluiu a série de 5 episódios para a Globoplay, "Enredos da Liberdade", direção de Luis Carlos de Alencar. Bento Marzo - Diretor de Fotografia é vencedor do prêmio da Associação Brasileira de Cinematografia de Melhor Direção de Fotografia Curta-Metragem em 2024 por “Yami Yah-Pa”, direção de Vladimir Seixas. Formado em História pela PUC-Rio (2009), dirigiu e fotografou o documentário media-metragem “Pohi” em 2011, na aldeia Macaúba, Terra Indígena Kraho. Com experiência em várias produções televisivas e cinematográficas, a exemplo de séries documentais como "Corpos Periféricos" para o canal ESPN, dirigido por Vladimir Seixas e Luis Carlos de Alencar, e "Autores", sob a direção de Marcio Viana para o Canal Futura; e da série "Essa é Minha Família", dirigida por Marcia Leite para o Canal Globosat+. Foi Diretor de Fotografia no documentário "Samuel Wainer" produzido pela Fina Flor Filmes. Vitor Kruter – Som Direto Com formação em Cinema, trabalha desde 2004 com som em Cinema e Vídeo. Já atuou com Técnico de Som em mais de 50 Curtas-Metragens, em 2015 recebeu o Prêmio de Melhor som no Festival Cinemúsica pelo trabalho realizado no Curta “Ensaio sobre minha mãe” de Jocimar dias Jr, e trabalhou em 8 Longas-Metragens. Ainda Como técnico de som trabalhou 4 anos na Tv Brasil em diversos programas da emissora e também fez parte da equipe do Tv Escola/Salto para o futuro. Realizou trabalhos para algumas produtoras do Rio de janeiro como por exemplo: Comalt, Caliban, Couro de Rato, Samba Filmes, Manjubinha e Cine Group. Marina Tarabay – Coordenação de Distribuição Profissional com experiência de 11 anos nas áreas de marketing e comunicação. Atuou por 4 anos como Gerente de Marketing na Vitrine Filmes. Coordenou campanhas de divulgação de mais de 50 lançamentos, trabalhando com desenvolvimento de projetos, ativações em filmagens e lançamento comercial. De março de 2020 a outubro de 2021, foi Diretora de Lançamentos na produtora e distribuidora Elo Company, onde esteve à frente das estratégias de comunicação e programação dos filmes. Desde 2019, é tutora do Locarno Industry Academy, em 2020 foi selecionada no TFL NEXT Audience Design e faz parte da Rede de Talentos do Projeto Paradiso. Atua como consultora de Design de Audiência nos workshops promovidos pelo BrLab. Talita Arruda – Coordenação de Distribuição Coordenação de Distribuição: Distribuidora, pesquisadora e curadora. Mestranda na UFRB, pesquisa a distribuição audiovisual dos cinemas negros contemporâneos, através das estratégias de práticas curatoriais, democratização do acesso e comunicação com públicos. Trabalhou em empresas como Vitrine Filmes, Sessão Vitrine, Canal Curta!, Porta Curtas e Synapse Brasil. Foi selecionada para os cursos EAVE Marketing Workshop (2022), Sunshine Cinema (2022), TFL NEXT Audience Design (2021) e Berlinale Talents (2019). É tutora e colaboradora em espaços de formação como Locarno Industry Academy, BrLab, Vitrine Lab, Lab Negras Narrativas, El Público del Futuro (Ficunam) e EFM Toolbox Programmes (Berlinale). É associada à APAN - Associação dos Profissionais do Audiovisual Negros.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.